Mano vê 'efeito Bolt' em retorno de Ronaldo na reta final do Brasileiro
Ronaldo está para o Corinthians assim como Usain Bolt está para a Jamaica no Mundial de atletismo. A comparação entre os fenômenos dos campos e das pistas resumiu o pensamento de Mano Menezes quanto ao retorno do atacante ao time alvinegro. Recuperando-se de cirurgias, o camisa 9 é considerado o principal reforço corintiano para a reta final do Brasileiro.
Centralizando boa parte das atenções do mundo esportivo nos últimos dias, Usain Bolt desfalcou a Jamaica nesta sexta-feira nas eliminatórias do revezamento 4 x 100 m rasos no Mundial de Berlim. O país avançou à final nas últimas posições, mas volta a figurar como favorito com o reforço de Bolt neste sábado (às 13h10 de Brasília).
O mesmo serve para o Corinthians. Ainda se reabilitando da queda técnica que teve no Brasileiro, o time do Parque São Jorge perdeu a condição de favorito no Brasileiro ao sofrer quatro baixas importantes: André Santos, Cristian e Douglas foram vendidos e Ronaldo se machucou.
A equipe caiu na classificação, parou de mostrar o futebol que rendeu dois títulos no primeiro semestre e se tornou alvo de desconfiança. Aos poucos, está mostrando nível mais competitivo, mas todos no Parque São Jorge aguardam o retorno de Ronaldo para voltar a brigar pelo topo. Assim como a Jamaica espera o fenômeno Bolt no revezamento.
"A proporção está bem colocada", afirmou Mano quando questionado sobre o recordista mundial dos 100 m e dos 200 m rasos. "Como tudo na vida, [a ausência do Ronaldo] tem os dois lados. A perda é significativa, mas na mesma proporção do seu retorno."
O treinador ainda brincou com a velocidade de Ronaldo nos gramados e de Bolt nas pistas. "É até bom que o Ronaldo não seja tão veloz como ele, porque ia ultrapassar o gol e chegar antes da bola", ironizou.
A expectativa do Corinthians é que o camisa 9 esteja à disposição de Mano na segunda quinzena de setembro. O Fenômeno ainda se recupera da cirurgia na mão esquerda e da lipoaspiração a que se submeteu. Mesmo parado, ele continua como artilheiro do time na temporada (17 gols) e no Brasileiro (seis).Alexandre Sinato
Enquanto o Sport despachava o Vitória, no Recife, ao vencê-lo por 2 a 0, e o Santo André complicava a vida do Coritiba, no ABC, ao derrotá-lo por 1 a 0, o Palmeiras, de camisa nova,esmagava o Inter no Palestra Itália, com mais de 22 mil torcedores.
Ganhou por 2 a 1, com gols de Obina, de pênalti claro, e de Ortigoza, um em cada tempo, o primeiro no fim do primeiro tempo, aos 38, o segundo no começo do segundo, aos 2.
E não ganhou por mais porque deixou de ter um pênalti assinalado ainda quando estava 0 a 0, quando um defensor colorado cortou com o cotovelo acima do ombro uma falta que tinha endereço batida por Diego Souza.
O primeiro tempo foi só verde, quando o colorado ficou mais com a bola nos pés, mas só finalizou perigosamente uma vez, e nos segundos finais.
Já o Palmeiras cansou de chutar contra o gol gaúcho.
Como o time paulista ampliou o placar logo no recomeço do jogo, o Inter teve que ir à luta e aí o jogo ficou mais equilibrado, com direito a bola no travessão de Marcos.
E a um golaço de Juliano, aos 41, da entrada da área.
Tite tentou de tudo, até tirando a dupla Andrezinho e Taison, para as entradas de Wagner e Bolaños.
Muricy Ramalho trocou Edmílson, que jogou muito e cansou, para botar Jumar.
E tirou Deyvid Sacconi para a entrada de Sandro Silva.
Fato é que o líder do Brasileirão ganhou um clássico de seis pontos, depois de quatro jogos sem vencer, e aprofundou a desconfiança de que o Inter é de muito falar e de pouco ganhar.
O colorado até ainda pode até vencer o primeiro turno, mas nem que ganhe os dois jogos que lhe faltam ultrapassará o Palmeiras no campeonato.
E por falar em clássico de seis pontos, o próximo jogo do Palmeiras será contra o São Paulo, no Morumbi.
Los Angeles Sol, de Marta, foi derrotado por 1 a 0 pelo Sky Blue FC e perdeu o título da primeira edição da Liga Norte-americana de Futebol feminino (WPS). A brasileira terminou como artilheira do torneio com dez gols. Agora, ela se apresenta ao Santos para a disputa da Copa Libertadores.
Los Angeles Sol, de Marta (foto), foi derrotado por 1 a 0 pelo Sky Blue FC e perdeu o título da primeira edição da Liga Norte-americana de Futebol feminino (WPS). A brasileira terminou como artilheira do torneio com dez gols.
Djokovic atropela Nadal de novo e volta à final um ano depois
Na reedição da semifinal do Masters de Cincinnati de 2008, o sérvio Novak Djokovic mais uma vez tratou de eliminar o espanhol Rafael Nadal e garantir um lugar na decisão do torneio americano. Na noite deste sábado, o cabeça de chave número 4 aproveitou o momento de instabilidade do adversário e voltará a brigar pelo título da competição, desta vez contra o suíço Roger Federer.
Mesmo com os dois triunfos recentes sobre o novo número três do mundo, que foi ultrapassado em pouco tempo por Federer e pelo escocês Andy Murray no topo do ranking, Djokovic segue com retrospecto desfavorável. Em 19 encontros, o espanhol venceu 14 vezes. No entanto, ainda em fase de adaptação em seu retorno às quadras, Nadal se mostrou irregular e esteve irreconhecível em vários momentos da partida.
Depois de ficar dois meses afastado por conta de uma tendinite no joelho e cair do primeiro para o terceiro lugar do mundo, Nadal voltou ao circuito em busca de dois troféus que ainda não tem em sua estante: o Masters de Cincinnati e o Aberto dos Estados Unidos, único Grand Slam que ele não conquistou. No entanto, o espanhol, além de não fazer boa exibição, teve pela frente um rival inspirado, que mostrou uma postura diferente do que teve no restante da competição.
Na decisão do torneio americano novamente, Djokovic tentará mudar a história do ano passado, quando amargou o vice-campeonato com derrota para Murray. O mesmo escocês, aliás, deu adeus às chances do bi pouco mais cedo, quando caiu para o líder do ranking pelo mesmo placar, mas com parciais de 6/2 e 7/6 (10/8).
Sneijder se resiste a abandonar el Real Madrid. Pese a que ya le han comunicado que no cuentan con él para la temporada que está a punto de empezar el holandés está convencido de que puede triunfar en el club blanco y está dispuesto a pelear por ello.
"No me gustaría marcharme porque sé que puedo ser importante en este equipo"
"Yo quiero jugar en el Real Madrid. No me gustaría marcharme porque sé que puedo ser importante en este equipo. Voy a pelear hasta el último momento por quedarme aquí", comentó a MARCA.
El jugador reconoció que se llevó una sorpresa cuando Valdano le comunicó que la mejor opción era irse al Inter de Milán. El Real Madrid y el club italiano han llegado a un principio de acuerdo por él en torno a los 15 millones de euros, sólo falta el sí del holandés.
"Seguiré entrenándome fuerte y como un buen profesional para que vean que yo tengo ganas de seguir aquí"
"Fue un momento extraño para mí porque era el día del partido y yo viajé a Alemania para jugar. No me gustó no poder participar en ese partido, pero seguiré entrenándome fuerte y como un buen profesional para que vean que yo tengo ganas de seguir aquí", comentó.
Además, aseguró que tiene una buena relación con Pellegrini. "Por lo que sé, él cuenta conmigo. Eso me motiva más para seguir trabajando fuerte y formar parte de esta plantilla", consluyó.
El presidente del Atlético repasó la actualidad del equipo rojiblanco y habló del partido contra el Panathinaikos, del enfado de los abonados por cobrarles la entrada y de los objetivos del conjunto de Abel. Cerezo está contento y presume de su equipo, al que ve capacitado para todo.
El Atlético comenzó la nueva campaña con un magnífico resultado frente al Panathinaikos. ¿Qué sensaciones tiene de cara a esta temporada?
El equipo está bien, realizó una buena pretemporada y frente al Panathinaikos mostró el trabajo hecho durante el mes que lleva entrenándose. Hay que tener mucha confianza en este equipo. Ya vimos en los amistosos que tenemos un conjunto importante.
El Atlético mostró una gran solvencia en el feudo del Panathinaikos...
Y le digo una cosa: nuestro rival es un conjunto duro, rocoso, potente... Seguro que pocos equipos han sido capaces de hacerle tres goles en su propio feudo.
Dicen los que estuvieron en el campo Spyros Louis de Atenas que el ambiente que se vivió fue increíble, con una afición tremendamente volcada con su equipo...
La verdad es que se vivió un gran ambiente, como seguro que se verá el martes en el Calderón. La afición griega empuja mucho a su equipo, que tiene un fútbol de mucha fuerza.
El Atlético mostró algunas dudas durante la pretemporada, aunque a la hora de la verdad estuvo acertado. ¿Llegó a dudar del conjunto rojiblanco?
Nunca llegué a pensar que podíamos perder en Atenas. Una mala tarde la tiene cualquiera e incluso hay partidos en los que se dan circunstancias difíciles. Pero el estado de ánimo de la plantilla es muy bueno y esto te anima mucho. Todos salieron al terreno de juego con la idea de ganar.
Sólo el Atlético, con sus características tan peculiares, es capaz de estropear el pase en su propio estadio...
Todos los encuentros son diferentes y el martes tenemos la segunda parte de la eliminatoria. En un partido puede pasar cualquier cosa, un fallo, un despiste... Por eso no sería bueno que nos confiáramos en exceso, aunque la idea de todos es volver a ganar otra vez al Panathinaikos.
La vida parece que no cambia en el Atlético, que sigue siendo mortal arriba...
Tenemos algunas cosas importantes: hemos mantenido el equipo del año pasado y los jugadores ya se conocen, algo que siempre hay que tener en cuenta. A los dirigentes del Atlético se nos ha pedido continuidad tanto del entrenador como de la plantilla y hemos podido mantener el mismo bloque y el mismo técnico. Creo que es un acierto.
Dentro de ese bloque están Forlán y Agüero, jugadores que todo el mundo daba por hecho que no seguirían en la entidad...
Son jugadores de una categoría increíble, muchos clubes los quisieran tener, pero están en el Atlético. Hay que recordar que Forlán es Bota de Oro, no es sencillo marcar 32 goles en una Liga como la española.
Hay quien dice que Kun y Forlán son los mejores delanteros de Europa. ¿Usted también lo cree?
Para mí son los mejores delanteros de Europa. Y no es que lo diga yo. Lo están demostrando en el terreno de juego. El Atlético tiene la mejor delantera de Europa, ya que también están Maxi y Simao. Pero el resto de la plantilla es muy competitiva.
Usted ha repetido hasta la saciedad que las dos figuras del equipo se quedaban en el Atlético, que no hubo ofertas en firme, pero la gente no pareció creerle del todo. ¿Por qué piensa que los aficionados del Atlético son tan remisos a creer lo que les transmiten sus dirigentes?
El mundo del fútbol está así montado. Todos sabemos cómo es este negocio y todo el mundo siempre tiene algo que reivindicar. Nosotros siempre hemos dicho que cuando haya algo los aficionados del Atlético lo sabrán. Cuando ha habido algún tema concreto lo hemos dicho. No ha existido nada concreto sobre Forlán y Agüero. Siempre dijimos que ambos se quedaban.
¿Le molesta esto?
También hay que entender que el aficionado del Atlético se encuentra todos los días escuchando que Agüero y Forlán se van a ir. Un día tras otro. Con Torres pasó lo mismo. Estuvimos cinco años oyendo que se iba, que no seguía... Ya estamos curados de espanto con todo esto, pero nos tienen que creer cuando decimos que no tenemos ningún interés en vender a ninguno de nuestros futbolistas importantes. Siempre les hemos dicho la verdad.
El Atlético empieza a recuperar el sitio que perdió en el fútbol español...
La temporada es muy larga y estamos a una semana de comenzar el campeonato. Nuestra idea es hacer una gran temporada y que todos los aficionados estén orgullosos de su equipo. Nuestra intención es recuperar el sitio y el prestigio que siempre ha tenido el Atlético. Queremos luchar y pelear por todos los títulos y ganar alguno.
La masa social del Atlético cree que trece años sin ganar nada son muchos. Particularmente creo que lleva razón. ¿Entiende sus quejas?
Es verdad que llevamos varios años sin llevarnos ningún título, pero el club atravesó por unas circunstancias especiales. Desde hace cuatro años el Atlético ha ido dando pasos adelante y recuperando la fuerza de antes. Estamos reflotando el club y por segundo año consecutivo nos hemos clasificado para la Champions. Aunque todavía falta el partido de vuelta de la previa esperamos estar en esta competición. Excepto Real Madrid y Barcelona pocos equipos pueden presumir de ello. Y estamos a un paso de conseguirlo.
¿Es la hora del Atlético?
Posiblemente sí. El Atlético es uno de los grandes y tiene una plantilla preparada para competir con todos.
¿La Liga será una pugna entre Barcelona y Real Madrid?
La Liga es una competición muy larga y el Atlético quiere hacer un gran papel. Queremos estar entre los tres primeros sin renunciar a nada más, si se nos pone al alcance. La pasada temporada tuvimos la mala fortuna de encontrarnos con el Barcelona en Copa, una competición en la que teníamos muchas expectativas puestas. Queremos estar entre los tres primeros del campeonato y jugar la final de Copa del Rey. Y en Champions, si eliminamos al Panathinaikos, pasar la fase de grupos. Una vez que lo hagamos se puede soñar con todo.
La final de la Champions es este año en el Bernabéu. ¿Por qué no soñar con ser uno de los finalistas en el estadio del principal rival?
Es cierto. Soñar no cuesta nada y es gratis y ¿por qué no podemos los aficionados del Atlético soñar con disputar la final de la Champions en el estadio del Real Madrid? Seguro que resultará muy complicado, pero en el mundo del fútbol todo es posible.
Gran parte de la afición no ha entendido la postura de los dirigentes de hacer pasar por caja a los abonados en el encuentro frente al Panathinaikos. Los hinchas creen que no deberían haberles cobrado 20 euros por ver este partido. ¿Cuál es su opinión?
Está claro que no todo el mundo pensará de la misma manera ni verá las cosas de igual forma. Creo que el Atlético es un club que se ha preocupado siempre por su afición. De hecho, este año hemos congelado los precios de los abonos y creo que no es una mala medida.
Pues tiene a su gente levantada en armas...
Creo sinceramente que siempre hemos tratado de defender los intereses de la afición rojiblanca. Los presupuestos suben cada vez más, cuesta retener a las principales figuras, a los jugadores que todo el mundo quiere ver, y todo el tema de la publicidad ha caído mucho, algo que también afecta a los clubes de fútbol. Otras entidades reservan las entradas de Champions a sus abonados pero al precio de lo que valen en taquilla. Y nosotros hemos puesto el precio a 20 euros, independientemente de la zona donde se sienten los abonados.
De una manera o de otra, el Calderón debería ser una fiesta el martes frente al Panathinaikos, ya no todos los días se logra una clasificación para la Champions...
En el mundo de hoy todo lo mueve el dinero y en el fútbol sucede lo mismo. Mantener a las figuras vale mucho, lo mismo que todos los proyectos que va a afrontar la entidad. Y en los últimos años apenas se han subido los abonos. De todos modos, seguro que el Calderón será una fiesta el martes. No tengo ninguna duda. Queremos conseguir el pase a la Liga de Campeones de una manera noble y notable. Y nuestra afición estará con el equipo, como siempre ha sido. El martes es un día grande para el Atlético.
En cambio, Alves se quedará. "Cada uno sabrá", dice Leo
Pau Navarra | as.com
Como ya expresó tras su llegada de Moscú a Barcelona después de ir convocado con la selección argentina, Leo Messi sólo tiene en mente estar el próximo 31 de agosto, fecha del arranque liguero del Barça ante el Sporting, a las órdenes de Diego Armando Maradona para preparar el choque de clasificación para el Mundial ante Brasil. A diferencia de su compañero, el brasileño Dani Alves aseguró después del partido del trofeo Joan Gamper que pospondría su incorporación a la selección canarinha para poder disputar el primer encuentro de Liga con el club. Mientras, el astro argentino se mantiene en sus trece: "Alves sabe lo que es mejor para él y cada uno conoce lo que más le corresponde en cada momento", comentó sin más detalles el jugador albiceleste.
Guardiola quiere mantener al crack contento, por lo que accedió rápidamente a que Messi no jugara la primera jornada para eludir cualquier polémica con su futbolista más determinante. Pero no sólo la comprensión del técnico hace que el extremo se sienta feliz en el conjunto culé. "Estoy muy contento aquí y me siento valorado por el club", afirmó Messi al ser preguntado acerca de su sustanciosa e inminente mejora de contrato.
Leo también tuvo palabras para la nueva estrella, Zlatan Ibahimovic: "El Gamper fue su primer partido y apenas hemos entrenado juntos. Al principio fue difícil conectar, pero poco a poco nos fuimos buscando. Yo aún tengo que conocer sus movimientos y él los míos, pero es un jugador de mucha calidad y se adaptará bien al equipo". Además, Messi recomendó no caer en comparaciones con el posible rendimiento del sueco y el de Samuel Etoo: "Lo que hizo Samuel en el Barça fue increíble, pero no hay que comparar a dos jugadores tan diferentes. Ibra aportará mucho al equipo", concluyó Messi.
El brasileño pasa de polémicas
Al contrario que Leo Messi, Dani Alves se incorporará a su selección después de jugar frente al Sporting. Pese a que sólo cinco días después del partido se enfrentará a Argentina en Rosario, el lateral derecho quiso sacarle hierro al asunto: "No hay ningún problema en este sentido. Messi se irá antes y yo después. Leo, para Argentina, es primordial. Cuando no está lo notan muchísimo. Conmigo, en Brasil, no es igual. Yo no soy titular indiscutible, sino uno más. No hay que darle demasiada importancia, a Messi hay que cuidarle", explicó Alves
Xabi Alonso (Tolosa, 25 de noviembre de 1981) ha venido a poner orden al Real Madrid. El centrocampista, que vive uno de los momentos más felices de su carrera, explica en AS su propuesta futbolística, descubre lo que quiere de él Pellegrini y reflexiona sobre el equipo
A mí me empezó a gustar el fútbol con la Real Sociedad de los 80 que ganó dos Ligas, una Supercopa y una Copa. Pese a que usted era un bebé, ¿qué le ha quedado de todo aquello?
Muchos recuerdos porque en mi padre tenía un protagonista muy cercano de la época más gloriosa de la Real. En momentos tan importantes, mi hermano y yo hemos mamado todo eso y por supuesto que perdura en el tiempo. Yo era un recién nacido. Hemos visto resúmenes, vídeos y, al final, lo hemos podido disfrutar.
De todo aquello, ¿qué le transmitió su padre?
Me ha delegado su profesionalidad, su serenidad, el tomarte las cosas en serio, pero siempre de una manera normal, sin presiones. A mi hermano y a mí nos trató como a chavales normales. Nos pedía más esfuerzo en los estudios porque sabía que en el fútbol no nos tenía que empujar. Nosotros ya le poníamos suficientes ganas.
¿Qué consejo suyo no olvida nunca?
Que mantenga siempre un término medio. Ni cuando las cosas salen muy bien eres un fenómeno, ni cuando no van tan bien, todo es un desastre. Lo mejor es el término medio y el equilibrio. Siempre me inculcaron eso.
¿Eso lo lleva a la práctica en su vida diaria?
Sí. Lo intento.
Y ahora que le ve en el Madrid, ¿qué le dice?
Lo que me dice mi padre lo tomo muy cuenta. Está contento porque me ve feliz, porque sabe que las cosas me marchan bien. Me dice: "Tú sigue así. Estate tranquilo, sé profesional y haz tu trabajo bien porque estás en un club muy importante y tienes que dar el cien por cien".
He leído que era un apasionado del Guardiola futbolista.
No sólo de él. Es verdad que me gustaba mucho, pero Redondo también era impresionante. Marcaron una época tanto en el Barcelona como en el Madrid. Jugaban en la misma posición que yo y me he fijado mucho en ellos.
Hace cinco años el Real Madrid quiso ficharlo, pero se marchó al Liverpool. Sin mirar lo que ha vivido en Inglaterra, ¿ha pensando alguna vez qué hubiera sucedido aquí?
Lo he pensado en unas cuantas ocasiones, pero son hipótesis y ahí se han quedado. Estuvo muy cerca, no surgió y estos cinco años allí he madurado mucho, he mejorado, he vivido experiencias impresionantes, y ahora comienza una nueva etapa. Al Liverpool siempre le estaré agradecido porque es un club muy especial. Me he empapado de su historia y su filosofía. Ahora llego al Real Madrid, que también tiene su historia y su filosofía. Vengo para aprenderlas y espero involucrarme tanto como lo hice en el Liverpool.
¿Qué ha ganado creciendo y madurando en la Premier?
Mucho. He crecido tanto profesional como personalmente. Me fui con 22 años a Liverpool, a un país nuevo. Allí fui una esponja para conocer la sociedad y el día a día. Eso me ayudó a ir creciendo en el terreno de juego, y luego la experiencia de jugar en la élite de Europa y pelear por títulos. Eso me ha curtido mucho...
¿Usted venía de la Real, una institución tradicional, y aterriza en la Premier donde los clubes pertenecen a millonarios que tienen un concepto diferente. ¿Cómo entendió aquello?
Hay que saber a dónde llegas y aprender. Yo me he fijado mucho, he escuchado, he observado y he aprendido. También hay que tener la mente abierta para respetar sus tradiciones. Yo lo llevé todo muy bien y han sido cinco años irrepetibles.
Aunque el Barça haya ganado la Champions, la hegemonía continental de los equipos de la Premier es tremenda: tres clubes en semifinales las dos últimas ediciones. ¿Cambiará eso este año?
Ojalá sea así. Sin duda, en los últimos años el nivel que han dado los ingleses ha sido muy alto. Allí hay cuatro equipos con un potencial enorme, mientras que en España sólo hay dos y en Italia hay tres. Eso es lo que les marca. Pero en la Liga, con los fichajes y con las inversiones que se han hecho, se ha generado una gran ilusión y el nivel es altísimo.
Centrándonos en el Madrid. Ya lleva aquí dos semanas, ¿Qué pinta le ve al equipo?
El potencial está ahí. Poco a poco nos vamos adaptando mejor, vamos conociendo al entrenador, sabemos lo que quiere. Entre los compañeros tenemos mejor funcionamiento, pero aún debemos mejorar muchas cosas. Pero lentamente vamos dando pasos hacia adelante y la Liga ya está muy cerca. Queda una semana y hay que llegar lo mejor posible.
Ha habido cambios y pruebas a lo largo de este tiempo. Ese 4-2-2-2, con variaciones a 4-2-1-3 o 4-2-3-1, ¿cómo lo ve?
Pellegrini dispone el sistema y luego lo interpretamos los jugadores. Lo tenemos muy marcado con los de ataque, pero luego los que estamos en el medio y en defensa debemos mantener el sitio y el equilibrio. Creo que si somos conscientes, mantenemos una idea colectiva y trabajamos como equipo será la mejor solución y la mejor fórmula para lograr éxitos porque el potencial está ahí y hay que aprovecharlo de la mejor manera.
A todos nos sorprendió la pareja Xabi-Guti en Estados Unidos...
¿Por qué? Podemos jugar. Él es un futbolista fantástico, con una visión de juego impresionante y no es nada descartable vernos más veces.
El día de su presentación aseguró que se entendería bien con Lass.
Aún no mucho porque no hemos podido jugar juntos demasiado tiempo. Lass aporta cosas muy buenas. En seis meses se convirtió en un jugador determinante y eso que la gente no le conocía. Este año lo volverá a ser.
Hasta ha jugado con Pepe como mediocentro el miércoles en Dortmund.
Por su sanción, el míster estuvo probando con otros centrales, pero con Portugal también actúa en el centro y quizá pueda aprovecharse porque es más agresivo. Me falta Gago, que como ha estado lesionado, aún no hemos jugado juntos.
Vamos, que usted es el fijo y el resto son los variables.
(Se ríe) No, no. Yo soy un más y me tengo que ganar el puesto como todos.
Lo que sí ha quedado comprobado es que su conexión con Kaká y con Granero es perfecta.
Los dos interpretan muy bien el fútbol. Son jugadores muy listos. Yo los veo entre líneas, cogen espacios en posiciones muy buenas y a mí eso me facilita mucho. Los veo cerca, pudiendo desbordar y es por donde hacen daño. Ambos tienen tantas cualidades
En cuanto se confirmó su fichaje la frase más repetida fue: Xabi Alonso viene a poner orden al Real Madrid
El orden lo tenemos que poner todos. Uno solo no puede organizarlo todo. Eso lo tengo muy claro. La posición del mediocentro es muy importante porque es el jugador que más cerca tiene a todos los compañeros. Es el vínculo entre la defensa y el ataque y hay que mantener el equilibrio y darle un ritmo a un partido en un momento o en otro.
En el campo ya se le ve que manda, dirige y está muy activo durante todo el partido...
Yo no mando, pero sí creo que tiene que haber una buena comunicación y eso es lo que intento hacer. Hay que hablar, comentar lo que se ve en un momento, si hay que mantener más el balón, abrir a las bandas. Me gusta hablar con mis compañeros y también con el entrenador.
¿Se recuperará el equilibrio táctico?
Con los grandes jugadores de ataque, el poder tener un compromiso colectivo es importante. Es una buena fórmula para que el equipo tenga empaque, sea compacto y sólido. Si conseguimos eso habremos dado un paso importante porque el talento individual está ahí.
Me ha hablado de Redondo, pero después estuvo Makelele y, desde que se marchó, nadie cubrió bien ese puesto hasta su llegada.
Fueron dos jugadores importantes y han conseguido grandes cosas en el Real Madrid. Yo acabo de llegar. Los respeto por lo que han conseguido. A mí me queda un larguísimo camino por recorrer aquí en el Madrid.
¿Siente la presión al pensar que ven en usted al que solucionará todos los problemas?
Como le dije antes, uno solo no puede hacerlo todo. Solo no eres nadie, necesitas de los demás. Si todos aportamos lo mejor de cada uno, será cuando todo funcione. No me interesa jugar bien y luego no ganar. La propuesta tiene que ser jugar bien y ganar.
¿Ya le ha dicho Pellegrini lo que quiere de usted?
Me dice que soy el que tengo que aportar soluciones al resto, que tengo que intentar juntarme con ellos, asociarme, ser un vínculo, un conductor de juego de un lado a otro, de defensa a ataque y comunicarme con los que tengo cerca.
Mira hacia delante y tiene a Kaká, a Cristiano, a Benzema, a Raúl ¡Un lujo!
Teniéndolos delante es mucho más fácil jugar. El pasar el balón de uno a otro y que ellos tengan esa calidad para jugar facilita mucho mi labor. Nunca me hubiera imaginado que en un mismo equipo se pudiera juntar tanto talento. El reto es funcionar como una máquina bien engrasada.
¿Qué le dará el Madrid a Xabi Alonso?
Primero me ha dado la oportunidad de jugar aquí y espero aprovecharla. Todos han puesto mucho interés y les estoy agradecido y ahora me toca a mí hablar en el campo y responder. Es mi tarea.
Lo de jugar bien siempre todavía no se ha visto, pero sí parece que se hincharán a marcar goles...
Hay jugadores muy desequilibrantes que generan ocasiones. Tenemos muchas variantes y posibilidades en ataque y seremos muy ofensivos.
Casillas, Ramos, Albiol, Arbeloa y usted han formado el 'bloque nacional' en el Madrid.
Tenemos un buen grupo. Nos llevamos bien entre todos, pero no seremos el núcleo duro porque nos mezclamos con el resto de la plantilla. El trato es fácil de llevar y cómodo.
El club ya ha hecho oficial que Sneijder no jugará más, ¿le gustaría llevar el dorsal diez?
No lo he pensado. No tengo la decisión tomada. El número es importante porque te puede identificar, pero no está decidido.
Más tarde de lo esperado, pero el lunes tendrá lugar su presentación en el Bernabéu y por la noche jugará su primer partido allí...
Tengo ganas de jugar en el Bernabéu. Mejor escenario que ese no habrá muchos. Pasar de Anfield al Bernabéu no está nada mal. Son dos pedazos de estadios que destilan fútbol y eso lo que más me gusta. El lunes por la noche jugaremos el Trofeo Bernabéu y cinco días después llegará el Deportivo.
¿Se ve jugando la final de la Champions en el Bernabéu?
Sí, pero queda muy lejos. Vamos poco a poco. Europa es un atractivo impresionante y el Madrid tiene que volver a jugar una final y si es en el Bernabéu, mejor que mejor.
Le veo feliz
Lo soy. La gente me ha recibido bien. Noto a la afición con mucha ilusión.
Pep Guardiola: "Esto es una final y no voy a reservar a nadie"
Miquel Soria
El técnico azulgrana explicó que se toma el partido ante el Athletic con mucho interés, ya que conquistar la Supercopa sería la mejor manera de empezar la temporada. "Quiero la Supercopa", explicó Guardiola, que no piensa reservar a nadie de cara al partido del domingo.
"Jugamos una final y no reservo nada. Les he pedido el máximo a los jugadores porque no hay títulos más importantes que otros", declaró convencido el preparador azulgrana.
Las estadísticas dicen que de las nueve veces que el Barça ha jugado la vuelta de la Supercopa en casa, tan sólo ha vencido en una ocasión. Este dato lo conoce Guardiola, que quiere que el equipo salga a por todas y no se fíe del resultado obtenido en San Mamés. “Hay que ir con mucho cuidado. El Athletic saldrá a presionar. Es por eso que tenemos que salir a atacar con criterio”, afirmó Pep.
Por otro lado, el técnico azulgrana aseguró que es "casi imposible" que el Barça vuelva a lograr el triplete conseguido el año pasado. "Es muy complicado. Hay que tener en cuenta que no se había conseguido nunca a lo largo de la historia y por eso hay muchas posibilidades de que no vuelva a suceder. De todas maneras, habrá más posibilidades de que suene la flauta si nos centramos", sentenció Guardiola.
Pep le da crédito ilimitado a Ibrahimovic: "Puede jugar mal tantas veces como quiera"
"Que se tome todo el tiempo del mundo para adaptarse, mientras siga demostrando la misma implicación todos los días. Estoy aquí para apoyarle a él y a todos, especialmente a los nuevos. Puede jugar mal todo el tiempo que quiera y tardar lo que sea en adaptarse al juego. No me preocupa, porque cuanto más tarde, más estaré a su lado para ayudarle", comentó el técnico.
Respecto a los posibles fichajes y la participación de los jugadores de la cantera con el primer equipo, Guardiola quiso matizar sus declaraciones de la previa del Gamper, cuando dijo que los canteranos comenzarían con sus respectivos equipos la temporada.
“Si no llegan refuerzos, algunos se quedarán con nosotros, pero de manera diferente a como lo hicimos el año pasado. Aún no he decidido cuáles”, explicó Pep, quien defendió a los suyos al ser preguntado por la inexperiencia de los canteranos: “Son inexpertos porque son jóvenes, pero están preparados. Iniesta y Xavi también lo fueron. Tenemos jugadores de mucho nivel”, concluyó.
Guardiola quiso aclarar el tema del 'feeling' con Eto'o
“Quizá aquel día no me expliqué del todo bien. La decisión de prescindir de Eto'o no fue una cuestión de ‘feeling'. Futbolísticamente no había ningún problema con Samuel, y pude trabajar muy bien con él tanto en este sentido como a nivel personal. Lo que quise decir es que mi ‘feeling' después de los éxitos que logramos el año pasado era que hacía falta un cambio”, puntualizó el técnico.
Ibrahimovic hará horas extra
Thierry Henry, último '9' fichado a un club habituado como 'su' Arsenal a jugar con un 4-4-2 en el que todos los balones iban hacia él y en el que él era el delantero alfa, tardó una temporada en adaptarse al estilo de juego del Barça y además acabó escorado en banda por exigencias del guión.
Ahora le toca el turno a Zlatan Ibrahimovic, que ha visto frenada su incorporación al equipo por una lesión en la mano y que no ha tenido tiempo material para interiorizar y asimilar los movimientos, la circulación de balón y las normas únicas aplicables a un delantero en el Barça de Pep y en especial al hombre más en punta.
Llegado del Inter, donde al igual que en la selección sueca son dos los hombres que actúan arriba del todo, Zlatan se ha dado cuenta rápido de que afronta un proceso de aprendizaje un tanto complejo: poner su indudable calidad al servicio del 4-3-3 azulgrana no será coser y cantar, sino que requerirá un esfuerzo extra.
Por eso ya ha pedido clases extra al técnico y a los ayudantes de éste y por eso hará como su amigo y consejero Henrik Larsson, quien se pasó largas horas estudiando vídeos del método Barça para poder acoplarse con celeridad y ser uno más, que no ése que se queda en babia por la velocidad de los pases y de las acciones en sí.
El primer reto es que Ibrahimovic comience cuajando en Liga y el gran desafío de Zlatan, ser tan titánico como el Barça también en Europa. Quitando la Eurocopa-2004, donde formó 'dupla' precisamente con Larsson, Ibra no ha explotado a nivel internacional, ni con Suecia ni con Juve e Inter. Se trata, pues, de su asignatura pendiente y él sabe que todo pasa por adecuar su fútbol al del Barça, que por su parte y como ha destacado Guardiola asimismo hará el proceso a la inversa.
Durante la gira USA, por ejemplo, ya ensayó, con conos o compañeros de equipo, un movimiento consistente en recibir el esférico en la frontal del área y de espaldas a la portería, devolverlo, darse la vuelta y correr hacia la meta entrando por el pico del propio área para fusilar. Zlatan asimismo rolará hacia los extremos, como solía hacer Eto'o, pero sobre todo carburará mental y físicamente para que ese vertiginoso engranaje no pierda fuelle en su zona de influencia.
Ibra tiene mucho fútbol en las botas, pero sabe que hasta cierto punto deberá empezar de cero. Por otra parte, todos tienen claro que Ibra es lo suficientemente bueno para marcar la diferencia sin estar totalmente adaptado, aunque a la vez eso no bastará para seguir ganando títulos.
Cuanto antes absorba la esencia del Barça del triplete y se recicle, mejor. Ayuda y apoyo no le faltarán, si bien es consciente de que tocará poner mucho de su parte.
En un ejercicio de sinceridad, tras su debut en el Gamper reconoció que "aún me falta ritmo y ponerme al día en muchas cosas". Sin duda un gran comienzo
Federer encerra sequência da "ameaça" Murray e é 1º finalista
Diante de um adversário que atravessa a melhor fase da carreira e que mais conheceu tropeços do que triunfos, o suíço Roger Federer não bobeou e garantiu presença na final do Masters de Cincinnati de maneira incostestável. Na tarde deste sábado, o maior vencedor de Grand Slams de todos os tempos encerrou a freguesia contra o escocês Andy Murray ao vencer por 2 sets a 0, com 6/2 e 7/6 (10/8), e garantiu presença na decisão.
Após eliminar a principal ameaça ao topo do ranking mundial, no duelo que reuniu os dois primeiros tenistas do mundo, Federer espera a definição de seu adversário na busca por um novo troféu nos Estados Unidos. Mais tarde, o espanhol Rafael Nadal tenta retomar o seu posto de número um da ATP contra o sérvio Novak Djokovic.
Com o triunfo conhecido na semifinal de Cincinnati, Federer consegue diminuir o histórico de derrotas diante de Murray, vencedor do Masters de Montreal no último domingo e um dos poucos tenistas da atualidade que tem retrospecto favorável nos duelos contra o líder do ranking.
Agora, são seis vitórias do britânico contra apenas três do suíço, incluindo aí o triunfo na decisão do Aberto dos Estados Unidos do ano passado, quando levantou seu quinto troféu seguido do Grand Slam americano.
No encontro entre os dois maiores da atualidade, Federer não deu chances ao rival na primeira parcial e obteve arrasadores 6/2, com um ótimo desempenho nos saques e diante de um adversário irreconhecível. Já no set seguinte, o escocês reagiu, embora tenha mantido os erros no primeiro serviço, e equilibrou o duelo, levando a decisão para o tie-break. Mesmo assim, viu o suíço crescer nos momentos decisivos e cometeu uma dupla falta que decidiu a vaga.
No outro extremo das relações institucionais do esporte (confederações, federações, clubes, Comitê Olímpico, ministério, etc) está o patrocinador. Depois do sucesso da parceria do Banco do Brasil com o vôlei, as demais estatais – Correios, Caixa, Eletrobrás, Infraero e Petrobras – entraram em campo.
Elas investem parte de suas verbas publicitárias em projetos do atletismo, natação, judô, ginástica, futsal, basquete, vela, tênis, saltos ornamentais, enfim. Só em 2007, ano do Pan do Rio de Janeiro, as estatais aplicaram mais de R$ 300 milhões no setor.
Além disso, as loterias federais tornaram-se parceiras através da Lei n. 10.264/2001. Foram R$ 93 milhões para o Comitê Olímpico, no ano passado, por exemplo.
Lei de Incentivos
Há mais fontes de financiamento do esporte. A Lei de Incentivo reserva, desde 2007, em torno de R$ 300 milhões anuais, até para projetos de automobilismo. Recentemente, Emerson Fittipaldi aprovou no Ministério do Esporte projeto para captar R$ 15 milhões. Isso sem falar na Bolsa Atleta e orçamento federal. Ou seja, não falta dinheiro para preparar equipes competitivas.
Mas não há como analisar a aplicação do dinheiro, pois os relatórios são reservados. Pior: falta liderança que defina prioridades, algo que deveria ser responsabilidade do Ministério do Esporte, que se omite vergonhosamente. A Política Nacional de Esporte que existe é de brincadeira. E nem sequer conseguem tirar do papel, pois temos um ministério político, quando deveria ser técnico.
Silêncio
Na pirâmide da estrutura do esporte, a base de sustentação deste milionário sistema é o atleta, o ser indispensável e insubstituível que movimenta toda a máquina, treinando ou competindo.
De que adiantariam recursos financeiros sem competidores? Seria ridículo ter dinheiro, calendários, eventos e cartolas se faltasse quem transformasse as competições em produtos rentáveis.
O atleta, enfim, é o ente mais forte, o mais poderoso nesta cadeia de resultados e rendas que se transformaram os eventos esportivos. Porque, como dizem os especialistas em marketing, “esportes provocam emoções e emoções vendem”.
Mas é o atleta que também se revela frágil nas relações com o poder do sistema. Nem sequer faz força para ali interferir ou tentar fazer sua opinião ser ouvida. O atleta, na verdade, teme confrontar com a elite dos dirigentes. E essa omissão interessa ao sistema, pois perpetua os poderosos em suas cadeiras.
Esta realidade é histórica e reflete outros setores frágeis do país. O político, por exemplo. Realidade tão histórica que está em “O tempo não pára”, do indignado poeta político Cazuza, numa espetacular crítica musicada, que pode ser adaptado ao esporte:“Eu vejo o futuro repetir o passado. Eu vejo um museu de grandes novidades...”
Em graves dificuldades financeiras, o Barueri está em atrito com o prefeito da cidade. Rubens Furlan (PMDB), que controlava o time, agora tenta estrangulá-lo financeiramente, comentam pessoas ligadas ao clube. O caso mais emblemático é a negociação do atacante Fernandinho. Gente do time reclama de que Furlan tem orientado o atleta, seu amigo, a não aceitar proposta que beira os R$ 10 milhões. Com esse dinheiro, o Barueri informa que conseguiria se manter até o final do Campeonato Paulista do próximo ano.
Conselhos. O prefeito de Barueri nega que tenha influenciado Fernandinho a não aceitar propostas de Sporting e CSKA. Porém admite que, como amigo do jogador e colega de igreja, conversa sobre o futuro dele.
Queda de braço. Gente do clube diz que o objetivo de Furlan é deixar o Barueri sem opção e retomar o controle do clube -ou até criar um time novo na cidade. O prefeito nega e atribui a crise financeira vivida pela equipe à má gestão de seus atuais diretores.
Acúmulo. Com a ida de Marco Aurélio Klein para o Ministério do Esporte, o coronel Marcos Marinho se tornou o responsável pela Comissão Gestora de Ingressos da federação paulista.
Pegou mal. Empresas que comercializam ingressos não gostaram do relatório apresentado por Klein anteontem. Reclamam de que ele só apontou falhas na venda de bilhetes, mas nenhuma solução para acabar com os problemas.
Estrela. O Santos vai apresentar a jogadora Marta no próximo dia 10 de setembro, com uma grande festa. Sete dias antes, outra atleta da seleção brasileira feminina, Cristiane, chega à Vila.
Veredicto. Cartolas corintianos apontam o diretor de marketing Luiz Paulo Rosenberg como o culpado pela confusão com o Huracán na negociação de Defederico. Dizem que ele errou ao não procurar o clube argentino antes de acertar com o jogador.
Catracas 1. Grupos de situação no Palmeiras voltaram a se desentender por conta da empresa que fornece ingressos. Já há gente de peso que defende a volta da BWA.
Catracas 2. A BWA, aliás, que trabalhava em um setor do clube que vende entradas para correntistas do Itaú, foi expulsa do Palmeiras. O motivo, dizem, é que vendeu em jogo palmeirense ingressos com imagem do Corinthians.
Pontaria. Cartolas são- -paulinos têm alfinetado Muricy Ramalho. Dizem que o time melhorou porque agora, com Ricardo Gomes, passou a treinar finalizações a gol.
De ponta. Poliana Okimoto, primeira mulher do Brasil a subir no pódio de um Mundial de esportes aquáticos, será uma das contempladas por projeto de preparação com base nas ciências dos esportes para atletas de maratonas. Colaborou EDUARDO OHATA , da Reportagem Local
Dividida
"Isso não tem fundamento, jamais pertenci à cesta de atletas. Eu quero ajudar o Palmeiras, mas tem gente que tem outros interesses" Do conselheiro palmeirense FRANCISCO BUONERBA , em resposta à oposição, que insinuou que ele lucraria com a venda de atletas
CBF critica clubes, mas não paga salários de atletas
Confederação desrespeita lei e não remunera times por jogadores na seleção
Ricardo Teixeira, que atacou agremiações por má gestão, já estuda um plano para recuperá-las em conjunto com o Ministério do Esporte
RODRIGO MATTOS DA REPORTAGEM LOCAL
Há duas semanas, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, decidiu atuar em relação à gestão dos clubes: em meio a duras críticas às agremiações, ele discute plano de recuperação com o governo federal. Porém os clubes também têm do que se queixar: há pelo menos dois anos a confederação não paga os salários dos jogadores convocados à seleção, segundo cartolas. Pela Lei Pelé, a entidade tem de quitar a remuneração proporcional ao período em que os jogadores estão a serviço do time brasileiro. Das agremiações com atletas chamados para representar o Brasil, quatro (Atlético-MG, Grêmio, Internacional e São Paulo) confirmaram que nada receberam da CBF desde 2007. Alguns dirigentes de outros times desconheciam a lei. E houve quem não soubesse informar se a entidade pagou. "Já tentei cobrar isso há dois ou três anos. Apresentamos cálculos à CBF, mas não consegui", afirmou o presidente do Internacional, Vitorio Piffero. "A CBF alega que valoriza os jogadores com a convocação. E eu entendo que seria difícil pagar, pelo nível dos atletas." O Inter teve Renan, Kléber, Alex e Nilmar chamados à seleção nos últimos dois anos, mas o dirigente colorado descarta uma ação na Justiça comum para cobrar a CBF. É uma posição comum entre os clubes. Mas o presidente do Grêmio, Duda Kroeff, entende que poderia ser feita uma cobrança em conjunto, talvez pelo Clube dos 13. Ele também não acusou pagamentos da CBF referentes aos salários do goleiro Victor, convocado recentemente. "Claro [que devemos cobrar]. Vamos tratar disso com os outros clubes", explicou o cartola. Quem já cobrou não teve sucesso. Há uma conversa entre o São Paulo e a CBF para quitação de salários atrasados. "Continua em aberto um entendimento", contou o diretor de futebol são-paulino, João Paulo de Jesus Lopes, que nada mais diz sobre esse tema. A reportagem apurou que a dívida com o São Paulo já chega a R$ 5 milhões, sem correção. A CBF segue sem pagar os salários. Em dois anos, Miranda, Hernanes, Adriano e Richarlyson estiveram com a seleção enquanto jogavam pelo clube. "Não pagaram. Mas também não cobramos. Seriam três dias... Vou conferir isso", disse o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, que teve Diego Tardelli chamado para amistoso diante da Estônia, neste mês. Outros clubes, como Santos, Corinthians e Flamengo, não souberam informar se vêm recebendo nos últimos anos ou não encontraram os dirigentes responsáveis pelo assunto. A confederação faturou R$ 104 milhões no ano passado e registrou lucro de R$ 32 milhões. Enquanto a maioria dos clubes é deficitária, os patrocínios da entidade têm crescido.
Fla tenta receber por contundido
Além dos salários no período de convocação, a CBF tem que arcar com a remuneração de atletas que retornem da seleção contundidos enquanto eles não puderem jogar. É o que pede o Flamengo em relação ao volante Kleberson, que ficará fora dos campos até 2010 após ter sofrido uma luxação no ombro direito no amistoso entre Brasil e Estônia. A Lei Pelé, no segundo parágrafo do artigo 41, diz que "o período de convocação estender-se-á até a reintegração do atleta à entidade que o cedeu, apto a exercer sua atividade". Ou seja, enquanto ele não puder jogar, está convocado e o salário tem que ser pago pela CBF. O Flamengo disse ter recebido resposta positiva da entidade, dizendo que arcaria com os salários. "O Isaías [Tinoco, supervisor do Flamengo] disse que, nesses casos, a CBF arca com os salários no período de recuperação", afirmou o diretor de futebol do time rubro-negro, Eduardo Manhães. Mas, por meio da assessoria, a confederação não confirmou a informação. Disse que, por enquanto, só se comprometeu a bancar a cirurgia e os procedimentos de recuperação do atleta no período. Segundo a CBF, o Flamengo deve fazer uma demanda formal para requisitar o pagamento dos salários de Kleberson, o que não foi realizado até agora. A partir daí, a entidade tomaria uma decisão. Manhães informou que, em breve, deve encaminhar uma correspondência à confederação com esses detalhes. (RM)
JOSÉ GERALDO COUTO
Entre o caos e a assepsia
A reforma do Maracanã faz pensar nas relações entre os estádios de futebol e a sociedade brasileira
LEIO NO site da Justiça Desportiva que ao final do Brasileirão, em dezembro, o Maracanã será fechado para reformas com vista à Copa de 2014. Durante o ano de 2010, o estádio permanecerá interditado, e os cariocas terão de se habituar a ver os jogos de seus times no Engenhão. Imaginar o Rio sem o Maracanã é quase como imaginá-lo sem o Pão de Açúcar. Um dos templos mais venerados do futebol mundial, o estádio Mário Filho correu há alguns anos, no entanto, o risco de ser demolido e substituído por uma dessas famigeradas "arenas multiuso". A ideia partiu de ninguém menos do que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Ainda bem que não vingou. Quem já esteve no Maracanã lotado sabe que a energia que emana dali é da ordem do sagrado, como a das tragédias gregas e dos rituais dionisíacos. Algum dia talvez se chegue à conclusão friamente racional de que o Maracanã é irreformável, de que seu destino inexorável é o mesmo do mítico estádio de Wembley, demolido e substituído por outro, supermoderno. Os mais nostálgicos verterão uma lágrima, mas o mundo seguirá em frente rumo à funcionalidade asséptica e impessoal dos espaços de convivência humana. A conversão dos velhos estádios em "arenas multiuso" é análoga à substituição dos antigos mercados públicos pelos modernos shopping centers e hipermercados com ar refrigerado. O universo caótico, colorido, ruidoso, frequentemente sujo e malcheiroso dos mercados e feiras livres dá lugar a mundinhos limpos, perfumados, controlados por câmeras de vídeo e sedados por uma anódina música ambiente. Ganha-se em segurança, em higiene e em eficiência, perde-se em calor humano, em experiência vital. O mesmo acontece com os estádios. O debate veio à tona com força alguns anos atrás, quando o Maracanã foi reformado e perdeu sua antiga "geral", destinada aos torcedores de menor poder aquisitivo. A arraia miúda, em suma, que se sujeitava a ficar em pé, com o rosto pouco acima do nível do campo, para ver seu time jogar. Os que defendiam a manutenção da geral alegavam que seus ocupantes, com seu modo pitoresco de torcer e de festejar, faziam parte do espetáculo. Havia um ranço populista nessa visão, que folclorizava aqueles desdentados, de radinho de pilha grudado na orelha, que nos habituamos a ver na tela do "Canal 100". Os adeptos da reforma rebatiam dizendo que eram desumanas as condições a que os frequentadores da geral se submetiam. Tinham razão, claro, e acabaram vencendo. Ninguém se lembrou de perguntar o que os "geraldinos" pensavam do assunto. Esqueceu-se também de que os supostos flagelados da geral não eram forçados a estar lá. Preferiam ver os jogos naquelas condições a não ver jogo nenhum, que é o que acontece hoje, já que a antiga geral virou um setor nobre e caro. Não tenho uma opinião definitiva, mas desconfio que pensar sobre essas questões é pensar sobre o país que desejamos: uma arena confortável e moderna para uns poucos ou um velho estádio avacalhado no qual todos se espremem. Não haverá uma terceira via?
Ainda em Salvador, no restinho da folga, não pude ir ao Maracanã para acompanhar Vasco 4 x 0 Ipatinga. Show no campo e fora dele, com 76.211 pagantes (recorde do ano nas quatro divisões do Brasileirão) e quase 80 mil torcedores presentes. Festa pelos 111 anos do clube e pela liderança da Série B, alcançada após os dois gols de Alex Teixeira, Elton, artilheiro do Rio em 2009, com 20 gols, e Carlos Alberto. Não vi, infelizmente, mas tenho certeza de que a coluna publicada por mim hoje, no Jornal Extra, de certa forma resume o que representou esse jogo para os vascaínos e, enfim, o que significa 2009 para todos eles.
“O ano da reconstrução do Vasco teve momentos emblemáticos até agora. O acerto na escolha da comissão técnica; as contratações de jogadores importantes, como Fernando Prass, Ramon, Carlos Alberto e Elton; o novo uniforme; a assinatura de contrato com o patrocinador; duelos históricos contra o Corinthians na Copa do Brasil; vitórias em clássicos no Estadual… Muita coisa para quem estava tão por baixo em dezembro do ano passado…
Amanhã, é dia de mais uma pedra fundamental nesse renascimento. O Vasco sai de São Januário, seu histórico e apaixonante estádio, para lotar o Maracanã, talvez bater o recorde de público das quatro divisões do Campeonato Brasileiro e, azeitona no bacalhau, finalmente assumir a liderança da Série B. Basta vencer o Ipatinga. Será uma tarde para arrepiar quem é vascaíno. Independentemente de corrente política, idade, religião e região.
Tem tudo para ser aquele sábado no qual o sorriso se mistura com o choro. A alegria com o desafogo. O abraço com o desabafo. Aquele momento no qual a redenção apaga de vez com qualquer sentimento de provação. A diretoria do Vasco acertou ao levar o jogo para o Maracanã. São Januário é intocável. A Colina Histórica será sempre a casa dos vascaínos. Mas, amanhã, ela não será suficiente para receber tanta paixão em prol do clube. De sua história. E de sua reconstrução. Por que receber 20 mil vascaínos se 80 mil querem estar juntos nessa hora?
Então, todos ao Maraca. É hora mesmo de pôr todo sentimento para fora. Se bater o recorde de todas as divisões, ótimo. Do contrário, excelente também. Até ontem à tarde, quase 50 mil ingressos vendidos. Uma catarse por amor ao clube. Momento de absoluta entrega. O torcedor vascaíno quer celebrar. Do seu grande goleiro (Fernando Prass) ao artilheiro do Rio (Elton, com 20 gols), passando pelavida nova da instituição até abrir, de vez por todas, a contagem regressiva para a volta à Série A. E, por fim, claro, ganhar do Ipatinga.
Desse jeito, e com tanta emoção e fé no ar, o sentimento não só não vai parar, como vai se multiplicar. É tarde de Casaca no Maraca. Aproveitem!”
Estive conversando com o Luxemburgo quinta-feira, quando ele foi ao Jogo Aberto da Band, e o que o técnico do Santos me disse é que o Vagner Love está bem perto de acertar com o time da Vila Belmiro. Seria um rolo envolvendo jogador mais uma quantidade de dinheiro. Não sei ao certo. Mas o fato é que enquanto Corinthians e Palmeiras eram citados como rumo certo do atacante, o Peixe está vindo por fora. Comendo pelas beiradas
Uma coisa é certa. O Vagner quer voltar ao Brasil para tentar cavar uma vaguinha na Seleção Brasileira que irá disputar a Copa da África no ano que vem. Competência ele tem. Mas realmente no CSKA o atacante brasileiro fica muito escondido.
Roberto Brum treinar sozinho e dormir mais com a mulher
Por Luciano Borges
Roberto Brum está treinando sozinho. Quase. Como ele mesmo diz, todos os dias às 14h00, trabalha com um preparador físico, separado do time do Santos. O volante define sua rotina assim: “Sou eu com os cones, a estaca e a caixa de areia”.
Brum foi afastado do elenco santista pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. Oficialmente, o motivo é deficiência técnica. “É o que me foi dito. Acho que fui afastado por motivo de jogo”, disse ao Blog do Boleiro.
No dia 27 do mês passado, Luxa não quis mais trabalhar com o jogador depois de Brum ter recebido o terceiro cartão amarelo na partida contra o Flamengo, porque reclamou do juiz Heber Roberto Lopes. Ele foi advertido quando saía de campo para ser substiutído por Róbson.
Congregado da igreja pentecostal Cristo É a Vida”, Roberto Brum passou os últimos 26 dias em silêncio sobre as razões que, extra-oficialmente, teriam levado o treinador santista a tirá-lo do grupo.
No CT do Rei Pelé, em Santos, muita gente atribui a decisão de Luxa a questões religiosas. O pai de santo Robério de Ogum, ex-guru e parceiro do técnico, teria aconselhado o afastamento de Roberto Brum, se o Santos quisesse uma vaga na Libertadores da América.
Robério nega ter influenciado Luxemburgo e afirmou ao Terra que “o Vanderlei teria de ter pulso forte para afastar alguns jogadores e tomar decisões sérias. Os jogadores eram o Roberto Brum e sua patotinha”.
Brum prefere, por enquanto, ficar em silêncio. Ele está definindo seu futuro e não quer confusão enquanto ainda é jogador do Santos, com quem tem contrato até junho de 2011. Cuidadoso, deixa no ar que tem mais para contar.
Mas uma revelação feita na entrevista mostra um dos preços que os jogadores de futebol pagam por causa da profissão. “Estou dormindo mais com minha mulher”, disse referindo-se aos dias em que passa concentrado quando está jogando.
Blog do Boleiro – Você foi afastado do Santos por discriminação religiosa? Roberto Brum – Eu não tenho feito comentários em cima disso. Várias pessoas já quiseram falar comigo sobre isso. Só posso comentar mais para a frente.
Por que? Porque o momento é de quem está jogando. Ainda sou funcionário do Santos e se fico falando sobre estas coisas extra-campo posso estar criando um ambiente ruim. O Santos está aí na luta por uma vaga na Libertadores e não seria legal.
Mas você se sentiu discriminado? Não posso responder esta pergunta também. Não posso afirmar nada sem ter provas. Fico com os fatos. O que me disseram é que fui afastado por questões de jogo. Só isso.
Os jogadores do Santos tem falado com você? Tem. Converso com eles, mas mais pelo telefone.
Você está treinando? Estou, mas separado. Todos os dias, a partidas das duas horas da tarde, vou lá e trabalho com o Marquinhos ou com o Fernando que são os preparadores físicos. Treino na academia e no campo.
Sozinho? Eu, eles, os cones, a estaca e a caixa de areia.
Como você está se sentindo? Olha, no futebol, a gente passa por altos e baixos. Estou num momento de tristeza. Quero jogar, porque é o que me dá alegria. Mas estou procurando – neste momento – realizar coisas para preencher este vazio. Especialmente nos domingos, quando estava sempre jogando.
O que você tem feito? Tenho visitado e recebido amigos. E tenho ficado mais com minha família. Estou mais perto dos meus filhos, são dois de 13 e oito anos de idade, e percdbo agora como era ausente. Eu sou um jogador dedicado no meu trabalho e vi como estava distante deles.
Que mais? Estou dormindo mais com minha mulher. Quando a gente joga durante a semana, se você contar, vai ver que deixa de dormir em casa de dois a três dias. Tem semana mais leve, que eu me ausentava até dois dias.
Mais filhos a caminho? O Ronaldo disse que não pode ficar em tratamento. (risos) Não, a gente já trancou tudo. Não tem jeito de ter filhos. Só se for milagre de Deus.
E seu futuro? Está conversando com outro clube? Não estou atrás de nenhum clube. Tenho treinado, cumprindo o que me foi determinado pelo clube. Mas já fui procurado por algumas equipes.
Quais? O Bahia falou comido, um time da Austrália, outros que disputam a Série B. Alguns me procuraram diretamente, outros por intermédio de empresários ou treinadores. Fico honrado por isso, mas não decidi nada.
O Santos foi procurado por alguma equipe? Eles dizem que sim. Eu converso direto com o Capela (Luis Antonio Ruas Capella, supervisor) e o Clodoaldo (gerente de futebol) sobre o que pode acontecer. Posso jogar emprestado em uma equipe da Série B e retorno no final do ano. Mas posso também jogar lá fora. Aí seria em definitivo.
A janela está fechando na Europa. Você foi procurado? Um time da Rússia me oefereceu o mesmo que ganho aqui. Não dei continuidade. Não vale a pena enfrentar o frio de lá pelo mesmo salário. Uma equipe da Grécia também falou comigo, mas foi a mesma coisa, mesmo salário e não dei continuidade.
CBS College Sports Network kicks off its seventh season of college football with a comprehensive lineup of games and studio shows. The network broadcasts 43 games throughout the 2009 season, featuring the best of the Mountain West Conference, Conference USA, Navy, Army and NCAA Division II. All games will be broadcast in High Definition.
CBS College Sports Network and the Army Athletic Association recently announced an exclusive five-year agreement, guaranteeing live television coverage of every Army home football game. With the addition of five Army games this season, CBS College Sports Network is now positioned as the home of the nation’s service academy football teams, exclusively featuring Navy home football contests and several Air Force games through its Mountain West Conference partnership.
Army opens its season on CBS College Sports Network on Saturday, Sept. 12 (12:00 NOON PM, ET) against Duke. The schedule features five Army home games, including matchups against Ball State (9/19) and Vanderbilt (10/10). The Network will again broadcast the complete slate of Navy home games, highlighted by matchups against Air Force (10/3) and Wake Forest (10/24).
Top Mountain West Conference and C-USA games include *No. 25-ranked Oregon State at UNLV (9/12), Virginia at Southern Miss (9/19), Louisville at *No. 18-ranked Utah (9/26), *No. 17-ranked TCU at Air Force (10/10), Miami at UCF (10/17), Houston at Tulsa (11/7), *No. 18-ranked Utah at *No. 17-ranked TCU (11/14), Air Force at *No. 24-ranked BYU (11/21) and *No. 18-ranked Utah at *No. 24-ranked BYU (11/28).
In addition to live game action, programming throughout the season includes the following weekly football studio shows:
• THE TONY BARNHART SHOW (Tuesdays at 9:00 PM) – “Mr. College Football,” Tony Barnhart joins the Network as host of a new weekly one-hour primetime college football talk show. The hard-hitting program will debate and analyze the hot topics and issues facing college football both on and off-the-field.
• INSIDE COLLEGE FOOTBALL (Tuesdays at 10:00 PM) – Offers a preview of the upcoming weekend college football action with opinion, insight and analysis of the most significant storylines and match-ups across the country. Hosted by Adam Zucker, along with analysts Aaron Taylor, Randy Cross and Brian Jones.
• SEC TAILGATE SHOW (Saturdays at 11:00 AM or 2:00 PM) – From the site of CBS Sports’ SEC Game of the Week, host Dave Baker will be joined each week by a local SEC legend, including players, celebrity alumni and radio and television personalities, bringing fans a fast paced and authoritative look at football and life in the SEC.
• SEC POST GAME SHOW PRESENTED BY GEICO (Saturdays at 7:00 PM) - Following the conclusion of CBS Sports’ SEC Game of the Week, CBS Sports’ Sam Ryan is joined by analysts Brian Jones and Phil Fulmer to provide an all-encompassing look at the day’s SEC action.
• INSIDE COLLEGE FOOTBALL EXTRA (Saturdays at 11:00 PM) – Join Host Adam Zucker and analyst Brian Jones to relive all the day’s college football action with comprehensive news and highlights.
• MAXPREPS LEMMING REPORT (Fridays at 7:30 or 8:30 PM) - Hosted by Tom Lemming, the country’s leading expert on college football recruiting and high school talent, MAXPREPS LEMMING REPORT examines the nation’s top prep football players with highlights, news and analysis.
Sale of Chicago Cubs to Ricketts family called 'imminent'
The sale of the Chicago Cubs to the Ricketts family is "imminent," sources said Thursday.
More than a month after Tribune Co. agreed to broad financial terms of a deal to sell the Cubs to the Rickettses, the two sides are close to completing all the legal documents associated with the large and complicated transaction.
Sources close to the matter said they expected a definitive agreement could be signed within days. The completion of a definitive agreement would mean Tribune Co. would not be able to solicit any other bids for the team, sources said.
Tribune Co., unhappy with the pace of final negotiations with the Rickettses after selecting the family in January as the winning bidder of a protracted auction, reopened discussions with another potential buyer. That group, led by New York investor and former Chicagoan Marc Utay, had been one of three finalists in the auction for the team.
Tribune Co. spokesman Gary Weitman declined to comment. Dennis Culloton, a spokesman for Tom Ricketts, who has led his family's bid for the Cubs, did not return a call for comment. Ricketts, a Chicago investment banker, is the son of Joe Ricketts, who founded the Omaha-based online brokerage TD Ameritrade Holding Corp.
The Rickettses have agreed to pay about $900 million for the team, Wrigley Field and a 25 percent stake in Comcast SportsNet Chicago, which broadcasts many Cubs games.
One of the main hurdles lawyers on both sides have been working on is creating a limited liability company that would include Tribune Co. and the family. Tribune Co., which owns the Chicago Tribune, wants such an ownership structure to shelter several hundred million dollars in capital gains that would be generated by selling assets held through decades of growth. Tribune Co. bought the team and the stadium for about $20 million in 1981 from the Wrigley family.
Under the sale structure to the Ricketts family, Tribune Co. would retain about a 5 percent stake in the Cubs assets.
Once the definitive agreement is reached, Tribune Co. plans to show the deal to its creditors. The company filed for bankruptcy protection in December, and any major asset sale has to be approved by a bankruptcy judge.
The Cubs were not included in Tribune Co.'s bankruptcy filing, but the company has considered placing the team in bankruptcy to expedite court approval of the sale.
After the sale makes it way through court, the transaction would be put to a vote by Major League Baseball owners. Seventy-five percent of the league's 30 owners have to approve a transfer of ownership.
Dozens of colleges are up in arms over a new Anheuser-Busch marketing campaign that features Bud Light beer cans emblazoned with local schools' team colors.
Many college administrators contend that the promotions near college campuses will contribute to underage and binge drinking and give the impression that the colleges are endorsing the brew. Though some schools aren't interfering with the promotion, others are demanding that the sales be stopped. With students returning to campuses and the fall football season approaching, the "Fan Cans" are also renewing the debate over the role of beer makers in encouraging college drinking.
Anheuser-Busch responds that the campaign is aimed only at fans who can drink legally and that it has long supported efforts to fight alcohol abuse. It notes that the cans don't bear any school's name or logo. And it says it will drop the campaign near any college that makes a formal complaint.
The Bud Light promotion, which involves 27 different color combinations, started rolling out this month. Purple-and-gold cans are being sold near the campus of Louisiana State University, and red-and-gold containers near Iowa State University.
"Show your true colors with Bud Light," the company says, according to copies of internal marketing materials obtained by colleges. "This year, only Bud Light is delivering superior drinkability in 12-ounce cans that were made for gameday."
The Fan Cans campaign comes amid efforts by Anheuser-Busch, a unit of Anheuser-Busch InBev NV of Leuven, Belgium, to revive the sales of Bud Light, the top-selling beer in the U.S. The brand's U.S. volume sales are on track to register the first annual decline in its 27-year history.
As part of a broader marketing effort, the Bud Light school-colors campaign, also called "Team Pride" in the marketing materials, aims to use "color schemes to connect with fans of legal drinking age in fun ways in select markets across a variety of sports," says Carol Clark, Anheuser-Busch's vice president of corporate social responsibility. She also says that the program is voluntary and that roughly half the brand's wholesalers have chosen to participate.
Bruce Siegal, general counsel of the Collegiate Licensing Co., which represents about 200 colleges, the National Collegiate Athletic Association and other school-sports organizations, says his company complained to Anheuser-Busch about potential trademark violations after being notified about the campaign.
At least 25 schools have formally asked Anheuser-Busch to drop the campaign near their campuses, Mr. Siegal says. In recent letters, the University of Michigan's lawyers threatened legal action for alleged trademark infringement, demanding that Anheuser-Busch not sell the "maize and blue" cans in the "entire state." The University of Colorado, Oklahoma State University, Texas A&M University and Boston College have also told the company to stop distribution near their campuses, citing trademark issues and concern about student alcohol use.
Samuel L. Stanley, president of New York's Stony Brook University and a medical doctor, also objected. In a letter to Anheuser-Busch, he called the campaign "categorically unacceptable." Stony Brook recently launched a national program called Red Watch Band, which seeks to harness school pride and "positive peer pressure" to discourage heavy drinking. The school says it was motivated by the death of a professor's son from alcohol poisoning in 2008, when he was a freshman at Northwestern University.
Ms. Clark says Anheuser-Busch values its relationships with college administrators and has "a longstanding commitment to promoting responsible drinking." Since 1982, the company and its U.S. wholesalers have spent more than $750 million to fight alcohol abuse, including underage drinking and drunk driving, she says.
Alcohol-related deaths among college students hit 1,825 in 2005, up from 1,440 in 1998, according to the National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism. The federal agency says 45% of college students report engaging in binge drinking, which is defined as five or more alcoholic drinks in one sitting. Nearly 600,000 students between the ages of 18 and 24 are injured annually because of alcohol, it says, and 97,000 are the victims of alcohol-related sexual assault.
The relationship between alcohol companies and colleges has shifted since 1984, when Congress imposed a stiff penalty on any state that set its drinking age under 21. Before the change, brewers often sponsored college happy hours and wet T-shirt contests, says Drew Hunter, president of the Bacchus Network, a nonprofit group that works to reduce unsafe drinking. Since then, colleges and the industry agreed to adhere to a code designed to prohibit marketing that encourages heavy drinking.
But campuses are still debating the proper way to approach alcohol use. At LSU and the University of Texas, school health officials say they oppose the Bud Light campaign, but administrators have allowed it.
Brian Hommel, LSU's director of trademark licensing, says he had seen purple-and-gold cans reflecting the team colors near the campus and is "keeping a close eye" on how they are marketed. "It needs to be quite clear that it's not an LSU product," he says.
At LSU, the Bud Light campaign has received mixed reviews from students. The campus newspaper, the Daily Reveille, ran an editorial calling the approach "a slick profiting scheme" that could tarnish the school's reputation if students misbehave "when they hold a LSU colored beer in their hands."
Mark Caraway, a member of the Delta Chi fraternity who will be a senior this year, says he's sure the campaign will be a success. "If you put purple and gold on anything, especially for game day, it will sell like crazy," says Mr. Caraway, 21 years old.
Chris Plonsky, who directs women's athletics at the University of Texas and also oversees licensing there, says Anheuser-Busch works with the school on promoting safe drinking and is also a sponsor. After some initial concern about the Bud Light campaign, she says, she is no longer worried because the customized can colors don't match the signature burnt-orange-and-white hues of the Texas Longhorns that closely. "You wouldn't have thought it had anything to do with us," she says. (source WSJ.com)
Locking down the Big East and Notre Dame to come to Orlando is a great deal for Florida Citrus Sports.
But it's kinda like getting a hot date and picking her up in a 1966 Ford Falcon. Prospects of a magical night disappear once you open the creaky door, step on the moldy floor mats and fiddle with the dial on the AM radio.
The Florida Citrus Bowl is a jalopy. It opened in 1936. Unfortunately, you can still get a nostalgic whiff by walking into bathrooms that still have troughs.
We've been there, done that, in dissecting the pros and cons of spending $175 million to renovate the joint. But the discussion remains very pertinent, despite the obvious logistical hitch: There's no money to fix the thing.
If and when the economy recovers, will there be enough political will to salvage the agreement between the City of Orlando and Orange County to begin renovations using tourist tax dollars and downtown tax revenues? And what's the drop-dead deadline to break out the construction and party hats?
Every football conference and any other entities that have contracts with Florida Citrus Sports want to know.
"It's a question that's constantly asked," said Steve Hogan, CEO of the group. "They want to see the roadway."
Right now it's a muddy mess. Tourist tax revenues are expected to plummet 18 percent this year, with no immediate recovery in sight. The March numbers for Orange County's hotel-tax collections were even worse — dropping 28 percent from a year ago. I wouldn't be surprised to see Shamu and Mickey panhandling downtown any day now.
Hogan figures he's got a four-year cushion of goodwill and IOUs before everybody starts bailing. The Big East and Notre Dame just signed a four-year partnership for the Champs Sports Bowl. Hogan is working on extensions with other FCS partners — the SEC and Big Ten for the New Year's Day game, and another conference for the Champs matchup.
All those deals are likely to be secured within the next few weeks. And then the waiting game begins.
"Orlando can't be sitting there in four years looking at all those associations and saying 'we're not sure,'" Hogan said. "If we don't have the answers at that point we are going to lose."
Back when the economy was hunky-dory, the collective mantra of community leaders pushing a new arena, performing arts center and Citrus Bowl refurbishing was to "build them all, build them now and build them right."
Now, not so much. The $480 million events center, home to the Magic, avoided the economic collapse by getting its financing in place before the meltdown. The performing arts center, estimated to cost $425 million, and Citrus Bowl are now very much in peril.
It would be a shame for either project to unravel. A community needs cultural balance. It should offer something for everyone, whether you are wearing a black tux to the opera or ratty shorts to a monster truck pull. Passion drives both arts and sports.
If we're looking at price points, the Citrus Bowl, with an infrastructure already in place, is a bargain.
Hogan is working hard to sell the renovation and refute the 'Why should anybody care since they only play two games a year there?' banter.
"We will have nine national broadcasts in the stadium," Hogan said. "Not to mention monster truck events and two United Football League games. It's fair to say we're doing more with less." Possibilities of hosting World Cup soccer matches in 2018 or 2022 exist as well.
But ultimately, Hogan's sales pitch isn't going to matter much without financing. There is no Plan B. Either the Citrus Bowl gets refurbished in a reasonable time frame, or you may as well implode the thing.
Let's hope they find the money before breaking out the dynamite. (source Orlando Sentinel)
Azulado, líder Palmeiras espanta má fase e bate Inter
Sem vencer há quatro rodadas e com a liderança colocada em risco na última rodada, o Palmeiras se reabilitou na noite deste sábado ao derrotar um adversário direto na luta contra o título. Usando um uniforme azul, lançado como terceira opção na última quinta-feira e que dividiu opinião dos torcedores, a equipe fez o dever de casa no Palestra Itália e derrotou o Internacional por 2 a 1, com mais uma atuação decisiva de Diego Souza.
Vindo de empates diante Grêmio, Atlético-MG e Botafogo, somada à derrota sofrida na última quarta diante do Coritiba, o time paulista não sabia o que era vencer desde o dia 1º de agosto, quando derrubou o Sport pelo placar mínimo. O triunfo ainda serve para apagar as duas últimas apresentações em casa, quando ficou no 1 a 1 e decepcionou seus torcedores.
Enquanto o Palmeiras chega aos 40 pontos e segura a liderança por, pelo menos mais uma rodada, o Internacional tem ameaçada a sua vaga no grupo de acesso à Libertadores do ano que vem. Ao iniciar a rodada no quarto lugar, o time dirigido pelo técnico Tite pode perder a posição para Atlético-MG, Corinthians, Barueri e Avaí, apesar de ter dois jogos a menos que a maioria dos adversários.
A reação alviverde também representa a primeira vez que o time marcou mais de um gol na mesma partida sob o comando de Muricy Ramalho. Antes, colecionou duas vitórias pelo placar mínimo, três empates por 1 a 1 e uma derrota por 1 a 0, diante do Coritiba. Precisando de gols para se reabilitar, o Palmeiras teve como incentivo a força de seu torcedor, que empurrou a equipe para cima desde o apito inicial.
Ficha técnica:
PALMEIRAS 2 x 1 INTERNACIONAL
Marcos, Wendel, Maurício, Danilo e Armero; Edmílson (Jumar), Souza, Cleiton Xavier (Deyvid Sacconi) (Sandro Silva) e Diego Souza; Ortigoza e Obina.
Lauro, Danilo Silva, Danny Morais, Sorondo e Kléber; Sandro, Guiñazu, Giuliano e Andrezinho (Wagner Libano); Taison e Alecsandro (Bolaños).
Técnico: Muricy Ramalho.
Técnico: Tite.
Gols: Obina, de pênalti, aos 38 minutos do primeiro tempo. Ortigoza, aos dois, e Giuliano, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Diego Souza, Deyvid Sacconi, Armero (Palmeiras); Guiñazu, Danny Morais, Sandro, Giuliano, Danilo Silva (Internacional)
Estádio: Palestra Itália. Data: 22/08/209. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio. Auxiliares: Eremilson Xavier Macedo (DF) e João Antônio Sousa Paulo Neto (DF). Público: 22.101 pagantes. Renda: R$ 734.836,24.
Time de Rosana vence o de Marta e conquista título nos Estados Unidos
Sky Blue FC bate Los Angeles Sol por 1 a 0 na final deste sábado
GLOBOESPORTE.COMLos Angeles
Rosana levou a melhor sobre Marta e conquistou o título da liga feminina nos Estados Unidos. Neste sábado, o Ski Blue FC venceu o Los Angeles Sol por 1 a 0, no estádio Home Depot Center, e sagrou-se campeão da primeira temporada da WPS.
O gol da vitória do time de Nova Jersey foi marcado por Oreilly, aos 16 do primeiro tempo. Além de Rosana, o Sky Blue conta com a brasileira Francielle.
Apesar de ter ficado sem o título dos EUA, Marta terminou a competição como artilheira, com dez gols. No dia 10 de setembro, a melhor jogadora do mundo se apresenta ao Santos para disputar a Libertadores de mulheres.
O Los Angeles Sol chegou à decisão como favorito. Dono da melhor campanha da WPS, com 12 vitórias em 20 partidas, a equipe se classificou diretamente à final. O Sky Blue teve que passar pelos play-offs e eliminou o Washington Freedom e o Saint Louis Athletica.
A temporada americana termina no próximo domingo, dia 30, com com a realização do Jogo das Estrelas, em Fenton, contra o Umea, ex-time de Marta na Suécia.
Depois da partida festiva, a melhor do mundo estará liberada para defender o Santos na Libertadores, entre os dias 6 de 18 de outubro, em São Paulo. O sorteio dos grupos será realizado em Santos no próximo dia 31. No Peixe, Marta usará a camisa 10 eternizada por Pelé e terá ao seu lado a atacante Cristiane, outra estrela da seleção brasileira.
Ronaldinho 'volta', e Milan vence com dois gols de Pato na estreia
Como nos velhos tempos, ex-gremista tem grande atuação e lidera o time rubro-negro no 2 a 1 sobre o Siena com passes precisos e bela bicicleta
Ainda pode ser cedo para dizer que Ronaldinho Gaúcho voltou à boa forma, mas neste sábado o craque fez a diferença e lembrou os velhos tempos de Barcelona ao liderar o Milan na vitória de 2 a 1 sobre o Siena, fora de casa, pela primeira rodada do Campeonato Italiano. O ex-gremista brilhou com passes precisos nos dois gols de Alexandre Pato e quase marcou um golaço de bicicleta no segundo tempo.
Sem Kaká, negociado com o Real Madrid, o camisa 80 assumiu a responsabilidade e mostrou que pretende ser a referência do time, como cobraram o técnico Leonardo e o presidente Silvio Berlusconi. No final da partida, Ronaldinho ainda defendeu Pato em uma briga com Del Grosso, que empurrou o ex-colorado e iniciou uma confusão no gramado, que terminou sem agressões.
Ele e Pato foram os nomes da partida. Bem entrosados, os brasileiros criaram as melhores jogadas de ataque do Milan e foram os protagonistas nos gols da vitória. O zagueiro Thiago Silva, substituto do aposentado Paolo Maldini, também foi titular do time de Leonardo, no primeiro jogo oficial dos dois pelo clube.
Aos 18 minutos, a primeira ação do “garçom” Ronaldinho. Jankulovski entrou pela esquerda e tocou para o camisa 80, que devolveu de primeira e deixou o lateral na cara do gol, mas o goleiro Curci salvou o Siena.
Três minutos depois, grito de gol. Anulado. Ronaldinho cobrou falta da esquerda da área e a bola entrou. O árbitro marcou impedimento porque Pato estava impedido e tentou tocar de cabeça.
O gol para valer saiu aos 28. O camisa 80 acertou belo passe para Pato, em posição legal, correr entre a defesa, entrar na área e chutar com tranquilidade para fazer 1 a 0. A defesa do Milan bobeou aos 33 e Ghezzal empatou, aproveitando rebote do goleiro Storari dentro da pequena área.
O Rubro-Negro precisou de apenas dois minutos para fazer o segundo após o intervalo. Mais uma vez, com passe precioso de Ronaldinho. O craque brasileiro achou Flamini entre três adversários na área e o camisa 16 só teve o trabalho de rolar para Pato marcar o segundo seu e do Milan na partida: 2 a 1.
Aos 22, Ronaldinho teve a chance de marcar um golaço. Após cruzamento da direita, o craque arriscou uma bicicleta e o goleiro do Siena colocou para escanteio. Sete minutos depois, o ex-gremista cobrou falta rente ao travessão do Siena.
Após o apito final, Del Grosso ficou irritado com Pato e tentou brigar com o brasileiro. Ronaldinho partiu em defesa do amigo e uma confusão foi criada em campo. Gattuso, que havia sido substituído, voltou ao campo também para entrar na briga e os jogadores deixaram o gramado discutindo, mas sem agressões. Até na briga, Ronaldinho e Pato demonstraram entrosamento. Só faltou o gol do camisa 80.
Segundo o técnico francês Arsene Wenger, ainda não se sabe se o capitão da equipe de Londres está com uma pequena contratura ou um estiramento. Se for o segundo, ele pode ficar até três semanas fora dos gramados.
Cesc foi substituído após o intervalo e fará exames nos próximos dias para saber o grau exato da lesão.
Com a contusão, provavelmente o espanhol desfalcará os Gunners nos confrontos com o Celtic, quarta-feira pela Liga dos Campeões, e contra o Manchester United, sábado pelo Premier League.
Lyon e Paris Saint-Germain triunfam, e briga pela liderança no Francês esquenta
Equipe de Ederson, Cris e Michel Bastos assume a ponta
Na abertura da terceira rodada do Campeonato Francês, o Lyon esquentou ainda mais o início da competição e a briga pela liderança. O time dos brasileiros Ederson, Michel Bastos, Cris e Anderson, passou sem dificuldade pelo Auxerre, por 3 a 0, com os gols de Makoun, Boumsong e Pjanic, e assumiu a ponta.
Com a vitória, o Lyon está em primeiro lugar do campeonato com sete pontos, por ter melhor saldo de gols do que Paris Saint-Germain e Olympique de Marselha: 4 a 3.
Nenê marca em vitória do Monaco. PSG vence fora de casa
Quem se deu bem na rodada foi o Paris Saint-Germain. O time da capital bateu fora de casa o Valenciennes por 3 a 2, com os gols de Luyindula, Erding e Jallet. Tiene e Mater descontaram para a equipe anfitriã. O PSG também chega aos mesmos números de pontos do Lyon.
O meia-atacante Nenê marcou o segundo gol na vitória do Monaco sobre o Lorient por 2 a 0. O triunfo coloca a equipe do Principado em sexto lugar na competição.
- Estivemos bem em campo e, além de vencermos, fizemos uma boa partida, o que é importante, já que havíamos perdido o último jogo. Aproveitamos as chances e conseguimos marcar os gols que nos deram os três pontos em casa, diante de nossa torcida - disse Adriano, zagueiro do Monaco.
O Nancy, que entrou em campo defendendo a ponta do Francês, perdeu para o Le Mans, na casa do adversário por 2 a 1.
Nos outros jogos da rodada, o Boulogne bateu o Saint-Etienne por 1 a 0, e Montpellier venceu o Sochaux por 2 a 0.
Confira os resultados da 3ª rodada do Campeonato Francês:
Sábado Le Mans 2 x 1 Nancy Montpellier 2 x 0 Sochaux Valenciennes 2 x 3 PSG Saint-Etienne 0 x 1 Boulogne Monaco 2 x 0 Lorient Auxerre 0 x 3 Lyon Rennes 1 x 1 Olympique de Marselha
- Quero a Supercopa. É uma final e não pouparei ninguém. Pedi o máximo aos jogadores porque não há títulos mais importantes que outros – disse o treinador em entrevista coletiva neste sábado.
Recuperado de uma recente cirurgia na mão esquerda, Ibra atuou 45 minutos na derrota para o Manchester City, quarta, no Camp Nou, pelo Troféu Joan Gamper. O sueco entrou no segundo tempo e teve duas boas chances de marcar, mas falhou. Segundo Guardiola, não há pressão sobre o craque para boas atuações logo no início de sua passagem pelo clube.
- Que ele tenha todo o tempo do mundo para adaptar-se, apesar de demonstrar a mesma disposição todos os dias. Estou aqui para apoiar o time, principalmente os novos. Pode jogar mal o tempo que quiser e demorar na adaptação. Não me preocupa, pois sempre estarei ao seu lado para apoiar – concluiu o treinador.
Zagueiro do West Ham é esfaqueado em casa e está em estado grave
Calum Davenport e sua mãe foram atacados na sexta-feira. Jogador teve que passar por operação nas duas pernas
O zagueiro Calum Davenport, do West Ham, e sua mãe foram esfaqueados em casa na noite de sexta-feira, revelou um porta-voz da Scotland Yard (Polícia Metropolitana de Londres) neste sábado.
O jogador, de 26 anos, teve de operar ambas as pernas e seu estado é grave.
"Davenport está sendo atendido no hospital, ao passo que sua mãe, que sofreu ferimentos leves, está recuperando-se da agressão", disse o West Ham em nota oficial.
O jogador já defendeu a seleção inglesa sub-21 e trocou o Tottenham pela atual equipe em meados de 2007.
A polícia interroga um adolescente de 19 anos como possível suspeito do ataque a Davenport. O zagueiro não esteve em campo na vitória de 2 a 0 sobre o Wolverhampton, na estreia do clube pelo Inglês.
Burdisso confirma que trocará Inter de Milão pelo Roma
Zagueiro argentino pode defender time da capital contra o Genoa, domingo
O zagueiro argentino Nicolás Burdisso, do Internazionale, confirmou neste sábado que trocará a equipe de Milão pelo Roma.
A transferência foi confirmada também por Fernando Hidalgo, representante do jogador. Ele chegou a afirmar que Burdisso não descartava uma transferência ao Atlético de Madri.
O argentino pode entrar em campo domingo, na estreia do Roma pelo Campeonato Italiano, contra o Genoa, fora de casa, se o técnico Luciano Spalletti quiser.
Trio ofensivo funciona e City vence a segunda. Arsenal e United goleiam
Adebayor marca com passe de Tevez após jogada iniciada por Robinho
O ataque formado por Robinho, Tevez e Adebayor funcionou neste sábado e o Manchester City venceu o Wolverhampton por 1 a 0, em casa, com gol do togolês após jogada criada pelo brasileiro e pelo argentino. É a segunda vitória do time em duas partidas do Campeonato Inglês.
Arsenal e Manchester United também se deram bem. Os Gunnes tiveram grande atuação e golearam o Portsmouth por 4 a 1 no Emirates Stadium, e chegaram aos seis pontos em dois jogos. Os Diabos Vermelhos se recuperaram da derrota da última rodada para o Bunrley e fizeram 5 a 0 sobre o Wigan, fora de casa.
Assim, Chelsea, Tottenham, Arsenal e Manchester City somam seis pontos em duas partidas, mas no domingo os Blues visitam o Fulham e os Spurs encaram o West Ham. Manchester United e Sunderland também estão com seis pontos, mas já fizeram três jogos na Premier League.
Em Manchester, o gol da vitória do City saiu aos 17 minutos do primeiro tempo. Robinho começou o lance pela esquerda com bela jogada individual, com direito a pedalada em dois marcadores. O brasileiro tocou para o meio, bola foi cruzada e caiu com Tevez pela direita, que rolou na área para Adebayor tocar na saída do goleiro.
Em Londres, o Arsenal deu show contra o Portsmouth. Diaby marcou duas vezes. No primeiro, um presente de Eduardo da Silva: o brasileiro-croata deu um drible da vaca no rival e cruzou para o camisa 2 tocar para o gol. Gallas e Ramsey também marcaram para os Gunners, e Kaboul fez o gol dos visitantes.
No DW Stadium, o Manchester United só conseguiu balançar as redes no segundo tempo, com dois de Rooney, um de Berbatov, Owen e Nani: 5 a 0. O Sunderland recebeu o Blackburn e fez 2 a 1 de virada, com dois de Jones após Givet ter feito 1 a 0.
Hull encerra seca de vitórias
Com o brasileiro Geovanni em campo, o Hull City bateu o Bolton por 1 a 0, em casa, e encerrou uma sequência de 12 partidas sem vitórias na Premier League (desde a última temporada). O gol foi de Ghila.
- Estava com saudade de vencer jogos. E foi bom, pois o Bolton é um time muito forte. Jogamos muito bem e conquistamos três pontos importantes para mudar o clima e devolver a confiança para nossa equipe. Agora voltamos a pensar em vitórias e subir na tabela - disse o ex-cruzeirense.
Confira os jogos da rodada:
Sábado Arsenal 4 x 1 Portsmouth Birmingham 0 x 0 Stoke City Hull City 1 x 0 Bolton Manchester City 1 x 0 Wolverhampton Sunderland 2 x 1 Blackburn Rovers Wigan 0 x 5 Manchester United
Leverkusen goleia fora de casa, e Bayern tropeça novamente no Alemão
Time de Renato Augusto faz 5 a 0 no Freiburg e divide ponta com Shalke 04
Com melhor toque de bola, a equipe Renato Augusto pressionou desde o início e conseguiu o primeiro gol aos 35 minutos do primeiro tempo com Kiebling. Barnetta e Derdiyok deram números finais da partida, marcando duas vezes cada, no segundo tempo.
- Na temporada passada, começamos bem, chegamos a brigar pelo título e acabamos caindo de produção. Dessa vez, já aprendemos a lição e estamos fazendo de tudo para manter o desempenho bom do início da competição. O time está mais maduro e todos querem muito conquistar um título nessa temporada. Vencer por um placar elástico como esse, ainda mais fora de casa, é positivo para dar moral ao time. Ainda é cedo para qualquer avaliação, mas acredito que estamos no caminho certo - disse o ex-flamenguista.
Bayern perde fora de casa e cai na tabela
Jogando fora de casa, o Bayern voltou a tropeçar na competição. Após dois empates nas rodadas iniciais, o time de Munique perdeu para o modesto Mainz por 2 a 1. Sonolento na etapa inicial, a equipe de Van Gaal foi envolvida em campo, e o placar por 2 a 0 construído pelo adversário foi considerado magro no fim do primeiro tempo.
Ivanschitz abriu o marcador aos 26 minutos, e Bance aumentou aos 37. No segundo tempo, o Bayern voltou melhor em campo e descontou graças ao gol contra de Noveski (contra). O time de Munique ensaiou uma reação, mas esbarrou nas defesas do goleiro Heinz Muller, que segurou o ataque formado por Mario Gomez e Klose. O resultado empurrou o Bayern de Munique para 13ª colocação na tabela. O Mainz saltou para o quinto lugar.
Nos outros jogos deste sábado, Borussia Dortmund e Stuttgart ficaram no empate em 1 a 1. Valdez abriu o placar para os donos da casa aos 27 minutos, mas Niedermaier empatou a partida no segundo tempo, aos três minutos. O Hannover bateu o Nuremberg por 2 a 0, com dois de Stajne. Colônia e Eintracht Frankfurt ficaram no 0 a 0.
Confira os resultados da 3ª rodada do Campeonato Alemão:
Sexta
Hoffenheim 0 x 0 Schalke
Sábado
Borussia Dortmund 1 x 1 Stuttgart Colônia 0 x 0 Eintracht Frankfurt Freiburg 0 x 5 Bayer Leverkusen Mainz 2 x 1 Bayern de Munique Nuremberg 0 x 2 Hannover
Manchester City pode entrar na briga por Riquelme e atrapalhar Timão
Segundo jornal inglês, proposta seria de R$ 45 milhões ao Boca
O Corinthians pode ter um rival de peso na briga para tirar Riquelme do Boca Juniors. Segundo o jornal inglês “Daily Mail”, o Manchester City também está interessado na contratação do craque argentino.
O diário cita a imprensa alemã como fonte da notícia e diz que a proposta do clube de Robinho e Carlos Tevez por Riquelme será de 15 milhões de libras (R$ 45 milhões).
O camisa 10 do Boca Juniors é um dos sonhos do Corinhtians para reforçar a equipe em 2010, quando disputará a Libertadores. Porém, em um primeiro encontro com o grupo de investimentos responsável pela negociação, Riquelme pediu US$ 3 milhões (cerca de R$ 5,4 milhões) por um contrato de um ano.
Felipe Melo admite: 'Não sei se serei bem recebido quando for jogar em Florença'
Volante, que faz estreia oficial pelo Juventus (maior rival de seu antigo clube) neste domingo, contra o Chievo, assume rótulo de favorito na Série A
Rodrigo SiricoRio de Janeiro
O Juventus estreia neste domingo no Campeonato Italiano em partida contra o Chievo. O time entra com a pompa de favorito ao título por ter feito contratações como a de Diego e do volante Felipe Melo. Em alta na seleção brasileira, Felipe chega a Turim credenciado por boa passagem pela Fiorentina. Apesar da expectativa, o volante não se incomoda com qualquer tipo de pressão.
Nesta entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, Felipe Melo conta que a torcida da Fiorentina não gostou nada da ideia de ver um de seus ídolos recentes se transferir para o arquirrival. O jogador conta ainda como está sendo sua adaptação ao novo clube, comenta os elogios de Maradona e, por fim, diz o que espera da partida entre Argentina e Brasil, dia 5 de setembro, pelas eliminatórias. Confira as opiniões do brasileiro:
GLOBOESPORTE.COM: O Juventus foi o clube que mais se reforçou para o Italiano. É grande a pressão pela conquista do scudetto?
FELIPE MELO: Um clube com o peso do Juventus tem de entrar sempre para disputar títulos. Independentemente dos reforços, a pressão já existiria. Mas o jogador que veste a camisa de uma grande equipe tem que estar preparado para conviver com qualquer tipo de pressão. O Juventus, sem dúvida, é um dos favoritos.
Além do Juventus, quais são os grandes candidatos ao título italiano em sua opinião?
Milan, Inter e Roma. São clubes que sempre entram para brigar e mantiveram os elencos fortes.
Mudou algo em seu modo de jogar em relação à época da Fiorentina?
Pelo posicionamento nos amistosos deu pra ver que não vai mudar muito. Por enquanto, estou fazendo a mesma função (primeiro volante). Isso é bom, pois estou bem adaptado ao futebol italiano.
Você trocou a bela Florença pela nem tão bonita Turim. Como estão os primeiros dias na nova cidade?
Florença, realmente, é linda, mas não acredito que terei problemas de adaptação em Turim. Já morei em várias cidades europeias. Umas muito belas, outras nem tanto. Por isso, já me acostumei com a rotina de mudanças. Por enquanto ainda estou morando em um hotel, mas assim que me mudar vou aproveitar para conhecer melhor a cidade.
Os torcedores da Fiorentina aceitaram bem a ideia de você se transferir para o maior rival deles?
Os torcedores protestaram pichando os muros do clube, porque a rivalidade é muito grande entre Fiorentina e Juventus. Mas a transferência foi muito boa para a Fiorentina também, então acredito que a torcida Viola vai aceitar. Não sei se serei bem recepcionado quando for jogar em Florença.
A exemplo do que fez na Fiorentina e na seleção, você chegou ao Juventus e de cara virou titular absoluto, com boas atuações. O que mudou no seu futebol dos tempos de Flamengo, Cruzeiro e Grêmio, quando alternava grandes momentos e outros de baixa, para o de agora, com tamanha regularidade?
O fato de atuar por vários anos na Europa, mesmo não sendo por equipes de ponta, me trouxe a maturidade e obediência tática. Aprendi muito no Brasil com o Vanderlei Luxemburgo, mas cresci ainda mais depois que fui convocado para a seleção principal. Hoje, procuro aliar a minha força e a facilidade de jogar como meia, que era como atuava no futebol brasileiro, à disciplina tática que exige o futebol europeu.
Até Maradona tirou o chapéu para seu desempenho na seleção brasileira. Como é ouvir algo assim de alguém tão importante para o futebol?
Fiquei muito contente quando soube. Imagina só ser elogiado por Maradona. Ele foi gênio com a bola nos pés e, quando o assunto é futebol, sabe o que fala.
E o que você espera do confronto entre Brasil e Argentina, dia 5 de setembro?
Brasil x Argentina é um clássico e, portanto, a motivação de estar em campo será ainda maior. Apesar da fama de futebol pegado, Brasil e Argentina tocam a bola com muita velocidade. Sabem jogar futebol e os jogadores atuam em grandes equipes do mundo, por isso se conhecem bastante. Em clássico não podemos apontar favoritos, mas a fase do Brasil é um pouco melhor. Contra a Argentina é nossa obrigação entrar em campo com a atenção redobrada.
Riquelme pede mais de R$ 5 milhões, e Timão tenta agora convencer o Boca
Meia quer salário considerado muito alto e fica mais distante do Corinthians. Direção, porém, ainda pretende conversar com o clube argentino
Carlos Augusto FerrariSão Paulo
A torcida do Corinthians, provavelmente, terá de se contentar com um argentino bem menos conhecido vestindo a camisa 10 do clube na Taça Libertadores de 2010. Riquelme, grande sonho da diretoria para reforçar o elenco no ano do centenário, ficou mais distante depois das primeiras conversas com o Grupo DIS, parceiro do Timão na transação.
Daniel Bolotnicoff, empresário do jogador, revelou a um representante brasileiro da empresa, em reunião nesta semana, em Buenos Aires, a pedida salarial para que pudesse dar sequência à negociação: nada menos que US$ 3 milhões (cerca de R$ 5,4 milhões) por um contrato de um ano. Por mês, seria o equivalente a aproximadamente R$ 450 mil. A informação foi passada por um membro do DIS ao GLOBOESPORTE.COM.
O valor foi considerado extremamente elevado pelo Timão. O clube deve desembolsar US$ 4 milhões (cerca de R$ 7,3 milhões) para comprar 80% dos direitos do jovem meia Matías Defederico, do Huracán, considerado uma das maiores promessas do país vizinho nos últimos anos.
Apesar do obstáculo, o Corinthians não pretende desistir. A diretoria aposta ainda no trabalho do departamento de marketing para arrecadar mais dinheiro e, claro, conta com uma redução no montante que Riquelme pretende receber no Brasil. Defederico, aliás, está sendo comprado com valores obtidos pelo diretor de marketing Luiz Paulo Rosenberg, que até vem conduzindo o negócio.
O Timão parte agora para o ataque em uma outra frente. O clube tentará convencer o Boca Juniors a negociar Riquelme em uma nova reunião com o diretor e ex-técnico Carlos Bianchi. Thiago Ferro, representante do DIS, esteve no Parque São Jorge nesta sexta-feira à tarde para conversar com o presidente Andrés Sanches, mas o celular dele permaneceu desligado durante todo o dia.
Os clubes argentinos passam por uma grave crise financeira. O próprio Boca teve de se desfazer de uma de suas principais estrelas, o atacante Rodrigo Palacio, por € 5 milhões (R$ 13 milhões) em uma venda para o Genoa-ITA. A negociação de Riquelme não só renderia dinheiro ao clube como também reduziria a folha salarial, a maior da Argentina.
Riquelme, de 31 anos, tem contrato com o Boca Juniors até o fim de junho de 2010, mas chegou a dizer que abriria negociações com o Corinthians caso fosse autorizado por seu clube e se animou com a possibilidade de atuar ao lado de Ronaldo, grande cartão de visitas do Timão para atrair reforços.
- O Riquelme é um sonho. Temos de agir em duas frentes. Primeiro, como tirá-lo do Boca. Segundo, como arcar com o alto salário para realizar tal sonho. É um sonho que está longe de se tornar realidade. Temos de seguir com os pés no chão e viver a realidade que temos – disse o diretor de futebol Mário Gobbi Filho, nesta sexta-feira, em entrevista no CT do Parque Ecológico do Tietê.
Americano vence a etapa de Londres e fatura o título da temporada
Nate Adams chegou a Londres na liderança, confirmou o favoritismo e, com uma vitória, a segunda na temporada, faturou o título dos X-Fighters. O americano conquistou a etapa londrina, a primeira realizada na Inglaterra, e se consagrou campeão do circuito radical de moto estilo livre. No ano passado, o título ficou com o suíço Mat Rebeaud.
Mat era um dos outros três pilotos que ainda tinham chances de desbancar Nate. O japonês Eigo Sato e o australiano Robbie Maddison também tentaram, mas não conseguiram chegar à final. Maddison foi o último a seguir na briga. Parou nas semis. Nate foi à final, contra o neozelandês Levi Sheerwood, e selou o título com a vitória. Ele também tinha vencido nos Estados Unidos, a terceira das cinco etapas.
Bolt corre com os amigos e se despede do Mundial de Berlim com três ouros
Sem os EUA, desclassificados, Jamaica sobra na final do revezamento 4x100m e quebra o recorde do campeonato. Brasil termina em sétimo
Rafael MaranhãoDireto de Berlim
Em oito dias, ele deu à Alemanha um bocado de seu talento e tanto de sua graça. Indiferente a anseios ou preocupações, só quis saber de brincar e de correr. Na despedida, a brincadeira e a corrida tinham que ser com os amigos. Sem os principais adversários na pista, os americanos, Usain Bolt liderou a equipe da Jamaica rumo à vitória no revezamento 4x100m: 37s31, recorde do campeonato. Assim como nas Olimpíadas de Pequim, deixou o Mundial de Atletismo com três ouros. O Brasil, que entrou na final depois da desclassificação dos EUA, terminou em sétimo, à frente da França. Trinidad e Tobago ficou com a prata, e a Grã-Bretanha com o bronze.
- O revezamento foi muito divertido. É sempre melhor do que correr sozinho - disse type="text/javascript">
Brincando de correr, Bolt foi campeão e recordista mundial dos 100m - 9s58, no domingo - e 200m rasos - 19s19, na quinta. A sexta-feira foi dia de descanso. Pediu dispensa da brincadeira e assistiu de fora à classificação da Jamaica, em sexto, no revezamento.
- Se eu estou me acostumando a vencer? Não. Você não pode se acostumar a vencer - disse Bolt.
Para a equipe brasileira, a final já era uma vitória. O quarteto viveu emoções distintas em Berlim. Antes do Mundial, a esperança de beliscar um pódio - na lembrança, o quarto lugar em Pequim e a prata em Sydney. Depois, a avalanche de críticas e desconfiança pelo doping de Bruno Tenório, que estava nas Olimpíadas de 2008.
Nas eliminatórias, mais uma montanha-russa, um teste de paciência. A melhor marca do time na temporada – 38s72 – rendeu a nona colocação. Eles tinham batido na trave. Poucas horas depois, a confirmação de que os Estados Unidos estavam desclassificados por desrespeitarem as regras na passagem do bastão. A passagem para a final ia, então, para as mãos dos brasileiros.
Vicente Lenílson, Sandro Viana, Basílio de Moraes e José Carlos Moreira, o Codó, voltaram ao Estádio Olímpico neste sábado. Largaram na raia dois, entre a França, na raia um, e a Grã-Bretanha, na três.
Vicente Lenílson era o único remanescente de Sydney-2000na equipe brasileira. Naquela final, o tempo de 37s90 rendeu a prata, atrás dos Estados Unidos.
De lá para cá, os americanos viram o surgimento de Bolt, e assim perderam o domínio na prova. A Jamaica, com Bolt e Asafa Powell, bronze nos 100m, saiu na raia sete, entre Trinidad e Tobago (na seis) e Canadá (na oito). Itália e Japão completaram os lugares na pista azul.
Os jamaicanos detinham o recorde mundial do revezamento, com 37s10, estabelecido nos Jogos Olímpicos de Pequim, no ano passado. Neste sábado, o time não teve a liderança ameaçada. Steve Mullings largou bem. Bolt foi o terceiro a correr. Pegou o bastão de Michael Frater e entregou-o para Asafa, que acabou com a brincadeira: 37s31.
Era hora de comemorar. O mascote Berlino, que na quinta-feira foi homenageado por Bolt, agora retribuía. Usou uma camisa com a frase: "Eu sou Bolt". Era hora de brincar.
O brincalhão Bolt há tempos deixou de ser criança. Na sexta-feira, completou 23 anos. Recebeu uma medalha de ouro - na premiação dos 200m - um estádio inteiro de presente - o público todo cantou parabéns – e um pedaço do Muro de Berlim, uma homenagem da cidade pelo 20º ano da unificação da Alemanha. O aniversário passou, o Mundial também; mas o presente que Bolt deu ao esporte continua. Um presente para o presente e para o futuro.
Posição
País
Atletas
Tempo
1
Jamaica
Steve Mullings; Michael Frater; Usain Bolt; Asafa Powell
37s31
2
Trinidad e Tobago
Darrel Brown; Marc Burns; Emmanuel Callander; Richard Thompson
37s62
3
Grã-Bretanha
Simeon Williamson; Tyrone Edgar; Marlon Devonish; Harry Aikines-Aryeetey
Usain Bolt faz piada com brasileiros: 'Esses caras deviam jogar futebol'
Sandro Viana diz que jamaicano brincou com a equipe verde e amarela antes da final do revezamento 4x100m no Mundial de Berlim
Rafael MaranhãoDireto de Berlim
O sétimo lugar na final do Campeonato Mundial foi conquistado no limite, com a melhor marca do ano, e sem ameaçar o grupo que brigou por medalhas, como acontecia até um passado recente. Mas depois de deixar o Estádio Olímpico de Berlim na véspera acreditando estar eliminado, o time brasileiro do revezamento 4x100m conseguiu ao menos causar espanto.
- Quando nós estávamos nos preparando para entrar no estádio, o Usain Bolt comentou com o Michael Frater: 'Esses caras deviam ter ido jogar futebol'. Eu ouvi, comentei com o Basílio (de Moraes) e nós começamos a dar risada também. Acho que é a imagem que ele tem do Brasil, mas nós, aqui, mostramos que tem um outro lado também, além do futebol - afirma Sandro Viana, contando a história com sorriso no rosto.
O jamaicano diz que teve apenas a intenção de descontrair o ambiente, sem menosprezo à equipe brasileira:
- Eu apenas quis deixar o clima mais leve, vi que eles estavam tensos, pareciam nervosos.
Sandro diz que logo na chegada ao Estádio Olímpico de Berlim, Usain Bolt passou por ele, o cumprimentou e perguntou se estava tudo bem.
- Acho que ele nem imaginava que estaríamos na prova. Ele tenta deixar o clima mais descontraído, fala com todo mundo, a gente está travado e ele dá um jeito de destravar. De repente, está todo mundo rindo. Mas, na hora da prova, ele está totalmente concentrado.
Schumacher, sobre o acidente de Massa: 'Foram circunstâncias muito absurdas'
- Naturalmente, fiquei chocado ao ver meu irmãozinho sofrer um acidente tão pouco usual e infeliz e com aquele impacto... Foi muito chocante. Falei imediatamente com Stefano Domenicali e nosso presidente (Luca di Montezemolo). Ele me ligou depois para contar como a situação estava indo. Nunca vi algo desse tipo acontecer na Fórmula 1. Foram circunstâncias muito estranhas e absurdas que Felipe encontrou e, por outro lado, estou muito feliz pela sua recuperação, falar com ele, ver o seu humor... Por outro lado, sentimos muito sua falta, é um cara de muito caráter, é ruim não vê-lo neste fim de semana - diz Michael Schumacher.
- Estava sempre em contato com ele, embora não diretamente com ele por causa do coma induzido. Nicolas e Jean (Todt) estavam lá todo o tempo e foi a forma para manter contato e no momento certo fui para vê-lo. Temos uma grande amizade e foi chocante passar pelo que aconteceu, embora foi tocante vê-lo se recuperando uma semana após o acidente. Ele estava bem e poderíamos pensar em jogar bola e pedir para ele cabecear.
- Ele gostaria de estar aqui, quando o encontrei no hospital ele disse: "Sem problemas para Valência, estarei lá". Ele estava muito otimista, o que é natural. Quando você é um piloto de corridas, quer voltar à pista o mais rapidamente possível. Sua recuperação tem sido muito rápida, mas ele precisa ter todo o tempo para voltar em sua melhor condição. Não gostaria de colocar pressão nele e nem fazer especulações. Quero vê-lo de volta nas circunstâncias absolutamente perfeitas. Quando isso acontecer, estarei lá para apoiá-lo. Conversamos muito sobre o acidente. Pela minha experiência, pude dar alguns conselhos para ajudá-lo. Se você é um esportista, quer estar de volta.
- Não tenho absolutamente a menor dúvida de que ele voltará tão forte como antes. Honestamente é um tanto engraçado, porque quando aconteceu comigo, eu estava renovado após a parada. É possível que ele tire tanta motivação e força desse acidente que ele pode ficar ainda mais forte do que antes. Não há razão para ele não ser exatamente o mesmo.
- Viramos amigos quando ele foi piloto de testes da Ferrari (em 2003) e mantivemos a amizade quando ele voltou para a Sauber e para a família Ferrari. No ano em que estivemos juntos (2006), fomos ótimos companheiros. Tive obviamente anos anteriores meio duros com meu companheiro (Rubens Barrichello). Foi mais complicado... Felipe sempre foi positivo e queria aprender o máximo. Era como ter o seu melhor amigo ao lado querendo ser o mais rápido possível. Quando ele me derrotava, ficava eu orgulhoso de ver. No momento certo, dei meu cockpit a ele. Seu talento e espírito jovem o farão continuar bem.
- Ele é tão jovem por um lado e tão experiente... Experiente não seria a palavra certa... (pausa) Ele tem tanta atitude e é tão relaxado e calmo, tão confiante. Você pode imaginar que a nossa relação é tão próxima que ele foi naturalmente um dos primeiros a saber que eu não poderia correr. Ele me apoiou e estava muito feliz por me dar seu carro e comigo foi da mesma forma.
- Certamente não perderei essa (o Desafio das Estrelas, em Florianópolis, no fim do ano). Tivemos algumas corridas antes da Hungria e estou certo de que faremos algumas outras antes de ele voltar (risos).
06h00 – Fórmula 1: terceiro treino livre do GP da Europa – Sportv2 06h30 – Mundial de Atletismo: direto de Berlim – Sportv (para as 10h00; retorna as 13h30 no Sportv2 e segue as 15h00 no Sportv) 07h00 – Grand Prix de Vôlei: Japão x China – Sportv2 09h00 – Fórmula 1: treino classificatório do GP da Europa – Globo 09h00 – Campeonato Russo: FC Moscou x Saturn – Espn Brasil 09h30 – Campeonato Paulista Feminino de Vôlei: Vôlei Futuro x São Caetano – Sportv2 10h00 – Campeonato Paulista de Futebol Feminino: Francana x São Bernardo – Rede Família 10h30 – Campeonato Alemão: Borussia Dortmund x Stuttgart – Esporte Interativo (simultâneo com Manchester City x Wolverhampton) e BandSports 11h00 – Campeonato Inglês: Arsenal x Portsmouth – Espn Brasil 11h00 – Campeonato Inglês: Wigan x Manchester United – Espn 11h00 – GP2: primeira corrida do GP da Europa – Sportv 11h30 – Campeonato Paulista Masculino de Vôlei: Vôlei Futuro x Pinheiros – Sportv2 12h30 – Fórmula 3 Sul-Americana: etapa de Santa Cruz do Sul – BandSports 13h00 – Campeonato Italiano: Bologna x Fiorentina – Esporte Interativo, Gazeta, Sportv e Espn 13h00 – Campeonato Alemão: Mainz x Bayern de Munique – Espn Brasil (VT) 13h00 – Major League Lacrosse: primeira semifinal – Espn HD 15h00 – Campeonato Inglês: Manchester City x Wolverhampton – Espn (VT) 15h00 – ATP Masters 1000: etapa de Cincinatti (primeira semifinal) – Sportv2 15h00 – Copa Paulista de Futebol: União Barbarense x Rio Branco – Cultura e TV+ 15h45 – Campeonato Italiano: Siena x Milan – Espn Brasil 16h00 – Little League World Series 2009: pool play round – Espn HD (para as 18h30 e retorna as 19h00) 16h00 – WTA de Toronto: primeira semifinal – BandSports 16h10 – Campeonato Brasileiro Série B: Vasco x Ipatinga – RedeTV! (menos Campinas e Porto Alegre), PFC e PFC Internacional 16h10 – Campeonato Brasileiro Série B: Ponte Preta x Duque de Caxias – PFC 16h10 – Campeonato Brasileiro Série B: Fortaleza x Paraná – RPC (PR) e PFC 16h10 – Campeonato Brasileiro Série B: América/RN x Ceará – Verdes Mares (CE) e PFC 16h10 – Campeonato Brasileiro Série B: Vila Nova x Brasiliense – PFC 17h15 – X-Fighters: etapa da Inglaterra – Sportv2 17h45 – Liga Americana de Futebol: Los Angeles Sol x Sky Blue – Espn Brasil (VT) 18h30 – Campeonato Brasileiro Série A: Palmeiras x Internacional – Sportv (menos SP), Sportv HD (menos SP), PFC e PFC Internacional 18h30 – Campeonato Brasileiro Série A: Santo André x Coritiba – PFC 18h30 – Campeonato Brasileiro Série A: Sport x Vitória – PFC 18h30 – Nascar: etapa de Bristol – Speed Channel 19h00 – Copa Paulista de Futebol: Mirassol x América – Rede Família 20h00 – WTA de Toronto: segunda semifinal – BandSports 20h00 – ATP Masters 1000: etapa de Cincinatti (segunda semifinal) – Sportv2 20h30 – Campeonato Gaúcho de Futsal: Agel x Assef – TV COM (RS) 21h00 – Campeonato Brasileiro Série B: Bragantino x ABC – PFC e PFC Internacional 22h00 – Campeonato Francês: Rennes x Marseille – Sportv2 (VT) 22h00 – Shooto Professional Brasil – Combate 01h30 – Grand Prix de Vôlei: Alemanha x China – Sportv 03h30 – Grand Prix de Vôlei: Rússia x Holanda – Sportv 05h30 – GP2: segunda corrida do GP da Europa – Sportv2 *horários de Brasília
“Jugar con Messi es una delicia, lo hace todo fácil. Juega para el compañero, siempre te deja la pelota en ventaja, siempre. Se la devuelves y siempre la controla. Es de esos jugadores que hacen mejores a los que juegan a su lado”, después del partido frente al Manchester City Ibrahimovic no podía dejar de hablar de Leo Messi, estaba completamente alucinado con lo que era capaz de hacer el mejor jugador del mundo.
“Es normal que sea diferente, pero me iré adaptando poco a poco. Hoy –por el miércoles– ha sido el primer contacto con los compañeros en un partido y mis sensaciones son buenas, tenía ganas de que llegara este día porque es como un punto de partida”.
“A partir de ahora me iré adaptando más rápido”, prometió en la zona mixta del Camp Nou.
“Tenía muchas ganas de volver a jugar, es importante volver poco a poco, pero sé que tengo que mejorar”. “aunque intento no pensar en la lesión de mi mano, creo que me ha afectado un poco, aún así, yo juego con los pies no con las manos, lo que me falta es coger ritmo”.
“Depende del entrenador, si es por mí, yo siempre quiero jugar, pero reconozco que físicamente todavía me falta aún ponerme a tono, llevo mucho tiempo parado”.
“Nunca había jugado ante tanta gente, ha sido una experiencia muy bonita y emotiva”
“No me he sentido nervioso en el debut, lo que estaba era contento e impaciente por volver a jugar
“Me estoy adaptando a la ciudad, al calor y a los compañeros de equipo, de momento estoy en proceso de ello, pero me temo que me va a llevar un tiempo, me lo tengo que tomar con calma”
Maradona divulga lista de convocados para jogo contra o Brasil
Os jogadores selecionados são:
Goleiros: Juan Pablo Carrizo (Zaragoza, ESP), Mariano Andújar (Catania, ITA) e Sergio Romero (AZ Alkmaar, HOL).
Zagueiros: Javier Zanetti (Inter, ITA), Nicolás Pareja (Espanyol, ESP), Fabricio Coloccini (Newcastle, GBR), Gabriel Heinze (Olympique de Marselha, FRA) e Nicolás Burdisso (Inter, ITA).
Meios de campo: Fernando Gago (Real Madrid, ESP), Javier Mascherano (Liverpool, GBR), Maxi Rodríguez (Atlético Madri, ESP), Jesús Dátolo (Napoli, ITA) e Jonás Gutiérrez (Newcastle, GBR).
Atacantes: Carlos Tévez (Manchester City, GBR), Lionel Messi (Barcelona, ESP), Sergio Agüero (Atlético de Madri, ESP), Diego Milito (Inter, ITA), Lisandro López (Olympique Lyon, FRA) e Ezequiel Lavezzi (Napoli, ITA).
"Me tienen un poquito de miedo"
Se agrandó Chacarita. Es cierto, algo de chapa puede sacar. Sólo con pensar en la final de la Copa América 2004, en el desenlace de la Copa de las Confederaciones 2005... Sí, es Adriano, el Emperador. El que se fue de la ventana del Inter para recalar en Flamengo y ser, con diez goles, el máximo artillero del Brasileirao.
"No pesó para su convocatoria que tenga un buen historial contra Argentina", aseguró Dunga, el entrenador, que lo devolvió al Scratch, donde no participaba desde febrero (2-0 a Italia, en Londres). Estuvo luego, en abril, en la lista de Eliminatorias para enfrentar a Ecuador y Perú aunque no llegó a jugar. "Tengo un nombre contra Argentina. Ellos estarán con un poquito de miedo", aseguró después de la derrota del Fla ante Cruzeiro. "Estoy feliz de haber vuelto a ser convocado. Recuperé la alegría de jugar", aseguró el dueño del imperio del agrande...
Com 19s19, o jamaicano Usain Bolt bateu o próprio recorde mundial dos 200m rasos na última quinta-feira e conseguiu sua segunda medalha de ouro no Mundial de Berlim - ele já havia conquistado os 100m, prova em que também detinha e melhorou a marca mais rápida do planeta. Fenômeno nas pistas, o corredor gerou à Puma o equivalente a 250 milhões de euros (R$ 657 milhões) em exposição de mídia, segundo estimativa da própria marca.
O valor foi divulgado nesta sexta-feira por Jochen Zeitz, presidente da Puma, em entrevista coletiva. Segundo o executivo, esse montante corresponde a quanto a marca teria de desembolsar desde o fim dos Jogos Olímpicos do ano passado para conseguir o mesmo espaço de mídia que Bolt gerou.
"Bolt é um elemento crucial de nossas campanhas publicitárias. É óbvio que ver Bolt e o país ganhando tanto é um sonho que se torna realidade. Isso enfatiza a Puma como marca", disse Zeitz. Além do corredor, a empresa alemã patrocina a equipe nacional da Jamaica.
Impulsionada por Bolt, a linha de produtos da Puma que usa a marca do corredor teve todos os produtos esgotados nesta semana. A coleção usa a pergunta "Quem é mais rápido?" como mote para chamar atenção à velocidade do jamaicano.
Uma hora depois de Bolt ter conquistado os 200m em Berlim, a própria Puma se encarregou de responder a sua campanha. A marca alemã divulgou um comunicado com seu slogan em forma de pergunta, e abaixo colocou a palavra "ninguém".
O Vasco anunciou o lançamento de um concurso cultural para escolher sua nova mascote infantil. Pelo personagem, que será usado no site oficial e em produtos licenciados, o clube pagará uma quantia em dinheiro que deverá ser trocada em produtos da Penalty, sua fornecedora de material esportivo.
Os interessados deverão elaborar um desenho e enviá-lo pelo portal vascaíno www.crvascodagama.com. A promoção tem duração prevista até o dia 8 de setembro..
O vencedor receberá R$ 3,5 mil para trocar por artigos da marca esportiva. O segundo colocado ganhará R$ 1 mil, enquanto que o terceiro lugar terá à disposição R$ 500 para adquirir produtos da Penalty.
O Comercial de Ribeirão Preto fechou com Nobille Créditos Tributários, Infoserv e Coca-Cola para a disputa da Copa Paulista. O desfecho das negociações, no entanto, desagradou a torcida, já que as empresas possuem a cor vermelha, predominante do rival Botafogo, em suas logomarcas.
Os contratos repetem as polêmicas de 1999 e 2005, quando o clube teve os apoios da empresa de telefonia Tess e da Recapex, respectivamente, e gerou protestos dos torcedores.
"Patrocínio é patrocínio. Não tem como mudar, só me faltava essa... Espero que a torcida entenda e o torcedor inteligente vai entender. Eles são sábios o suficiente para saber o que é importante para o Comercial", afirmou Carlos Alberto de Abreu, administrador do clube, ao jornal "A Cidade".
A estreia do novo uniforme está marcada para este sábado, às 16h, no confronto contra o União São João, no estádio Palma Travassos
O Grupo Estado colocou à venda um pacote cross media para a cobertura do futebol até 2010. As cotas disponibilizadas no mercado são para o segundo turno do Campeonato Brasileiro deste ano, para todos os torneios nacionais e internacionais da próxima temporada e para a Copa do Mundo da África do Sul. As informações são do site "Meio&Mensagem".
Os anunciantes terão à disposição os diferentes canais de mídia do grupo, como os periódicos "O Estado de S.Paulo" e "Jornal da Tarde", a Rede Eldorado de rádio e os portais "Estadão.com", "Limão" e "Território Eldorado".
As empresas podem optar por adquirir um pacote oferecido pelo grupo (Futebol 2009, Futebol 2010 ou Copa do Mundo), ou ficar com as cotas "combo", que contemplam a veiculação das marcas em todas as competições.
Os primeiros cotistas confirmados pelo Estado são o Banco Itaú, patrocinador oficial da seleção brasileira, e a operadora de turismo CVC. Os valores dos espaços comerciais não foram divulgados.
Ten most popular girls high School programs (2007-08)
Rank
Sport
Participants
1
Basketball
449,450
2
Track and fieldoutdoor
447,520
3
Volleyball
397,968
4
Softball-fast pitch
371,293
5
Soccer
346,545
6
Cross country
190,349
7
Tennis
172,455
8
Swimming and diving
147,197
9
Competitive spirit squads
111,307
10
Golf
69,243
Source: National Federation of State High School Associations
The next hot youth sport?
Panelists in the Turnkey Sports Poll were asked in July: Ten years from now, what sport is going to have the highest levels of participation amongst 10- to 18-year-olds?
Soccer
32.26%
Basketball
22.22%
Baseball
15.77%
Lacrosse
8.60%
Football
3.58%
Skateboarding
3.58%
Golf
3.23%
Hockey
1.79%
BMX
1.43%
Other
1.43%
Tennis
0.36%
Softball
0.00%
No response/Not sure
5.73%
Source: Turnkey Sports & Entertainment in conjunction with SportsBusiness Journal. taken in July. The survey covered more than 1,100 senior-level sports industry executives spanning professional and college sports.
The same script has played out for ages on athletic fields across the country. The center snaps the ball to the quarterback, who rolls out of the pocket to avoid would-be tacklers. The quarterback fires a 10-yard completion to a receiver on a slant route. Touchdown.
The main difference in this scenario is that the participants are wearing flag belts instead of pads, and some are even wearing ponytails. They are part of the NFL’s most recent expansion into youth and high school sports.
Besides the desire to maintain developmental programs that produce elite athletes, professional leagues invest time and money in youth sports because participants are more likely to become avid fans of that professional sport, resulting in more money to the teams and leagues, and their corporate partners.
Connecting with children 6 to 13 is paramount in turning them into lifelong fans, according to data compiled by the NFL. Fifty-five percent of avid NFL fans said they became engaged or interested in football in elementary school or earlier. Seventy-five percent of avid fans and 62 percent of casual fans participated in football at some level as a child.
The NFL has expanded the reach of its flag football program for girls.
The NFL is sorting through a mountain of data to establish the return on investment of its youth programs. Peter O’Reilly, vice president of fan strategy and marketing for the NFL, wouldn’t share preliminary findings but said, “It affirms a lot of what we hypothesized in terms of the importance of marketing to youth.”
In short, avid fans buy more tickets and more merchandise than casual fans. They watch more games per year. Higher ratings mean higher ad rates, driven upward because avid fans have higher recall rates of advertisers.
Armed with that hypothesis, the NFL launched a recreational flag football program in 1996 for boys and girls ages 5 to 17. This year, children will play in eight regional tournaments held in NFL cities for the opportunity to play in the championship prior to the Pro Bowl at Dolphins Stadium.
In 2008, the league helped expand the number of high school varsity girls flag football teams after conducting research in Florida and Alaska — the two states with existing high school programs. The league identified potential hotbeds in other states and approached girls in those markets to lead a grassroots charge.
“There’s tons of research out there that proves that fan avidity is based on involvement in the sport and participating in the sport at a young age,” said Samantha Rapoport, manager of girls flag football for the NFL. “There’s no doubt these girls will become NFL football fans by playing in a football league that’s related to the NFL.”
In its second year in the high school program, girls flag football has expanded from two to seven states and will be played by more than 12,000 girls this year.
Flag football is an extension of the NFL’s multilayered youth development program that includes the annual punt-pass-and-kick competition and the Play 60 initiative launched in 2007.
The SUM U-17 Cup is among the ways MLS and its clubs connect their brands to youth soccer.
“Not everyone that’s a fan is going to play the game, so we’ve really built out what we think is a good portfolio of ways to connect with kids in the 6 to 13 range,” O’Reilly said.
Major League Soccer is presented with a challenge much different than the NFL. Rather than develop avid fans by getting them to play football, MLS is trying to cultivate its fan base by appealing to the millions of kids who already play soccer.
MLS’s Soccer United Marketing works with U.S. Youth Soccer, and the league has ties to other organizations that run youth soccer programs. But a unique point of contact comes at stadiums surrounded by soccer complexes.
Three MLS soccer stadiums are surrounded by soccer fields that can be rented by youth sports organizations. The footprint was created to help make the stadiums year-round destinations in markets where they were unlikely to compete with other stadiums and arenas for concerts and other entertainment events.
“We think it will create a long-term benefit by leading to higher ratings and ticket sales and a larger fan base,” said Neel Shah, MLS director of fan development.
Dick’s Sporting Goods Park, home to the Colorado Rapids, hosts 1 million athletes each year on the 24 fields (22 grass, two artificial turf) surrounding the stadium. It gives the fields a year-round revenue stream, but also provides more opportunity for the Rapids to put its brand in front of children.
In addition to offering youth the chance to play in the stadium’s shadows, the Rapids conduct stadium tours and include match tickets in registration packages.
NBA teams also put heavy emphasis on marketing their brands in local markets through team-branded leagues. However, the league’s most recent effort, iHoops, was created to improve the quality of youth basketball programs.
“We can add something to organizations like the Boys & Girls Clubs, YMCA, and parks and recreation leagues by supporting them,” said Kathy Behrens, the NBA’s executive vice president of social responsibility and player programs. “Is there an added benefit in terms of a positive brand (association) for the NBA? Certainly. But the bigger benefit goes to the kids who are participating.”
Major League Baseball connects through its Reviving Baseball in Inner Cities program.
Cost is becoming more of an underlying issue in youth sports participation. Basketball is the most popular participatory sport among children, in part, because of the relatively inexpensive cost of pickup games. Conversely, hockey has lost 20 percent of its participants in the last eight years, according to the Sporting Goods Manufacturers Association (see chart).
Skates, pads and sticks can cost a few hundred dollars every couple of years, but ice time is the largest expense. It’s not uncommon for youth hockey programs to charge 9- and 10-year-olds $1,000 for a single season.
The NHLPA’s Goals & Dreams fund is trying to counteract rising costs by donating hockey and ice rink equipment to underprivileged children around the world. The union donated nearly $1 million worth of equipment last season, and has given away more than $17 million, including 10,000 full sets of equipment, since launching in 1999.
Increasing participation among underprivileged children is also a focus of Major League Baseball’s Reviving Baseball in Inner Cities program. This year, baseball launched a pilot program called Junior RBI in 16 cities across the U.S.
The program, sponsored by accounting firm KPMG, creates playing divisions for children ages 6 to 12. Teams from each of the cities met in St. Louis during the All-Star Game in early July to play a 32-game tournament. MLB expects to expand the program nationwide in 2010.
Basketball still tops in youth participation
By JON SHOW
Basketball is still the most popular team sport among children and lacrosse the fastest growing, according to the latest study conducted by the Sporting Goods Manufacturers Association.
The report, compiled from 41,000 surveys taken in January 2009, states that 26.2 million children ages 6 and older played basketball in 2008. Finishing a distant second and third were baseball with 15 million and outdoor soccer with 14.2 million.
Basketball benefits from the low cost of equipment needed to play the sport.
Basketball, which has topped the survey since SGMA started compiling the data in the late 1980s, benefits more than any other sport from the number of informal pickup games and the relatively low cost of equipment.
Lacrosse has grown steadily since the turn of the millennium, more than doubling from 518,000 participants in 2000 to 1.1 million in 2008. The only other sports measured by SGMA that posted substantial increases over the same span were paintball and cheerleading.
Fred Engh, founder of the National Alliance for Youth Sports and author of the book “Why Johnny Hates Sports,” attributes the spike in lacrosse participation to the influx of girls playing the sport.
“Like a lot of things, all of a sudden it catches on and it’s the ‘in’ thing to do, particularly with girls,” Engh said. “They now have a sport that they latch on to.”
Lacrosse is still primarily a regional sport, with most teams in the Northeast and Southeast, but it is slowly spreading to other parts of the country, Engh said. The 1.1 million who play the sport is equal to field hockey and about a third as many cheerleaders and wrestlers.
Ultimate Frisbee showed the second-largest year-over-year gain, a 21 percent increase from 4 million to 4.9 million participants. It was followed in percentage growth by indoor court volleyball (17 percent, from 7.0 million to 8.2 million). Rugby and indoor soccer each increased 12 percent from 2007.
SGMA did not chart sports such as indoor and outdoor soccer, rugby and ultimate Frisbee in 2000, so eight-year trends were unavailable.
Lacrosse participation has more than doubled since 2000.
The team sports that fell the furthest in participation numbers over the eight-year stretch were roller hockey (down 60 percent), slow-pitch softball (down 28 percent) and ice hockey, beach volleyball and gymnastics (each down approximately 20 percent).
In its analysis, SGMA states that growth in team sports over the last five years has primarily come from increased female participation. However, SGMA found women are still 40 percent less likely to play team sports than the general population.
Soccer and lacrosse are widely viewed as the sports with the most growth potential over the next five years. Engh expects outdoor soccer to overtake baseball as the second most popular sport among kids. Jeff Hennion, chief marketing officer at Dick’s Sporting Goods, expects soccer and lacrosse equipment to lead sales of equipment for youth team sports.
Troublesome to directors of youth sports organizations is the declining total numbers of active children, which has been blamed on everything from the increasing number of leisure activities such as video games, to inadequate physical fitness programs in schools. Some directors also cite the rising cost of playing youth sports as a reason for the decline.
“It’s worrisome to all of us in youth sports,” said Jon Butler, executive director of Pop Warner. “I think it’s an ominous sign.”
Sports camps move beyond teaching the fundamentals
By MICHAEL SMITH
Given all of the year-round instruction that’s offered for youth baseball players, is there even a place for the summer camp anymore?
Cal Ripken believes there is.
“I hope so,” said Major League Baseball’s ironman. “We’re in the camp business.”
Weekly baseball camps through the summer are central to Ripken’s youth baseball enterprise, which also includes leagues and tournaments.
At $495 for the week, parents are paying for more than just fundamental instruction. The camps include a practice inside Camden Yards, visits to local aquariums and science centers, and of course a meet-and-greet with the hall of famer. It’s less a camp and more an “experience.”
Parents pay $495 for their youngsters to attend Cal Ripken’s weeklong baseball camp.
“The experience we’re trying to give is the same experience big leaguers have when they walk into a big league park for the first time,” Ripken said. “We try to make it as much about fun and build our activities around baseball. We even go to the Ravens stadium and play flag football.”
The more traditional camps are still around, offered by the local college or high school coach, as well as the many camps run by instructional centers. The purpose of these camps, however, has expanded beyond the mere offering of fundamentals.
At the college level, camps are about recruiting and identifying talent, no matter the sport. Duke basketball coach Mike Krzyzewski recently created an “elite” camp for the top high school prospects to get them on campus. Many other college programs, basketball and otherwise, offer similar camps that give top recruits the chance to compete against each other, while also fostering a relationship between coach and players.
For baseball-oriented instructional centers, camps serve as a brand extension, a way to establish relationships with families that they hope will turn into private lessons that often cost $100 an hour or more. Many of these instructional centers now field their own spring and summer select teams with professional coaches for ages as young as 9.
“I don’t think youth baseball has ever been better, in terms of the instruction that’s offered,” said Mississippi State coach John Cohen, who offers a team camp, a pitching/catching camp and all-skills camps on the school’s campus, with proceeds going back into the baseball team’s budget. “With the Internet and the information that’s available, youth baseball has really become an industry.”
But with the evolution of the industry comes additional cost for young people to play baseball at the highest levels.
When Ripken came along, he played for the West Asheville (N.C.) Little League, or wherever his dad was managing at the time. Now it’s not uncommon for investments of $2,000 or more to be required for a season on an instructional center’s branded team with paid coaches.
“These centers are as common as the local gym now,” Cohen said. “But as things get more expensive, it’s becoming more and more like golf or tennis, where there might be certain demographics that become excluded. But if you want instruction at practically any age, you can get it.”
The summer camps carry on, even if many of them don’t look much like the camps that introduced kids to sports years ago.
“We know practice isn’t always fun,” Ripken said. “What we’re looking to do is make it a good value and keep it fun for the kids. We know that some of the numbers show fewer kids are playing the game than 10 years ago, but the ones who are playing are playing more of it.”
Formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas, Tambasco tem carreira ligada ao Grupo Pão de Açúcar
GUILHERME COSTA Da Máquina do Esporte, em São Paulo
Campeã da Copa das Confederações neste ano e líder do ranking da Fifa, a seleção brasileira de futebol vive seu melhor momento desde a frustração de ter perdido o Mundial de 2006 para a França ainda nas quartas-de-final. A ascensão a um ano da Copa da África do Sul foi corroborada na última segunda-feira, quando a Confederação Brasileira de Futebol apresentou oficialmente um contrato de patrocínio com o Grupo Pão de Açúcar.
A companhia escolheu a bandeira Extra para ser vinculada à seleção brasileira. A meta, obviamente, é aproveitar o bom momento da equipe nacional e a euforia do pré-Copa para popularizar a rede de supermercados, que foi selecionada para representar o grupo porque possui um caráter mais nacional do que marcas como Pão de Açúcar ou Compre Bem.
"Esperamos associar fortemente a marca Extra à seleção brasileira. Todas as campanhas a partir de agora usarão a marca da seleção, e isso também guiará a criação de promoções e produtos. Estamos falando de duas marcas muito fortes, e agora vamos operar em busca de mais visibilidade para levar o conceito a mais consumidores. Toda a comunicação nos pontos de venda será baseada na seleção", avisou José Roberto Tambasco, vice-presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.
O uso da marca da seleção brasileira, contudo, não será restrito à comunicação de pontos de venda. O Extra também desenvolverá kits de produtos vinculados à equipe nacional, e estuda usar outros parceiros da CBF, como Ambev e Gillette, para fortalecer esse conceito.
Durante o bate-papo, Tambasco detalhou a estratégia do Extra para a seleção brasileira, explicou o porquê de o supermercado ter assinado por apenas um ano e falou sobre o envolvimento de marcas próprias da rede de supermercados, como Taeq e Qualitá.
Leia a íntegra da entrevista a seguir:
Máquina do Esporte - Por que o Grupo Pão de Açúcar decidiu patrocinar a seleção brasileira? José Roberto Tambasco - Nós temos uma história longa de envolvimento com o esporte, e as pessoas sempre nos perguntaram por que não patrocinávamos um time. Temos, com firmeza, uma decisão de não vincular a marca a um só clube, com exceção do que fazemos no Pão de Açúcar Esporte Clube, que é um investimento de formação de jovens. Já tivemos oportunidades nos esportes olímpicos, patrocinamos atletas e outras seleções, mas a Copa do Mundo é especial.
ME - Em 2006, o Banco Santander fez um investimento pesado em atletas da seleção brasileira. No entanto, o resultado e o desempenho da equipe nacional frustraram esse planejamento. Vocês pensam em um plano B para o caso de o resultado não ser positivo? JRT - O patrocínio à seleção brasileira foi fechado depois de uma análise criteriosa. O Extra está buscando visibilidade, e o momento pré-Copa é ideal para isso. Entramos nessa para ganhar, mas é normal que se perca. Não é um plano B, mas estamos preparados. Por isso, o que nos preocupa é o sentido. Na derrota ou na vitória, esperamos que o desempenho esteja ligado a valores que consideramos importantes no esporte.
ME - Por que o Grupo Pão de Açúcar escolheu a marca Extra para patrocinar a seleção brasileira? JRT - Usaremos o Extra porque é, entre as redes de supermercados que integram o nosso grupo, a marca mais nacional. Assim, a identificação com o torcedor é mais fácil. O Pão de Açúcar e o Compre Bem, por exemplo, são muito mais fortes em São Paulo.
ME - E como vai ser a comunicação desse patrocínio? JRT - Esperamos associar fortemente a marca Extra à seleção brasileira. Todas as campanhas a partir de agora usarão a marca da seleção, e isso também guiará a criação de promoções e produtos. Estamos falando de duas marcas muito fortes, e agora vamos operar em busca de mais visibilidade para levar o conceito a mais consumidores. Toda a comunicação nos pontos de venda será baseada na seleção.
ME - No anúncio do patrocínio, vocês disseram que usariam Taeq e Qualitá, duas marcas do Grupo Pão de Açúcar, como estratégia para o patrocínio. Como isso será feito? JRT - Vamos desenvolver kits e combos de produtos que envolvam o logotipo da seleção brasileira ou da CBF. É muito possível também que façamos parcerias com outros patrocinadores da seleção em cima de licenciados.
ME - A despeito de a Copa do Mundo de 2014 ter sido confirmada para o Brasil, vocês fecharam contrato com a CBF apenas até o fim do Mundial do ano que vem. A que se deve essa curta duração? JRT - Escolhemos isso até por ser a primeira vez. Fechamos por um ano, mas o melhor ano do ciclo, que é o que antecede a Copa do Mundo. Já houve conversas sobre uma prorrogação, mas a CBF nem fechou essa questão de 2014. É evidente que seria excelente costurar algo para mais tempo, mas é cedo para falar.
ME - O contrato atual prevê, além de utilização do logotipo da seleção brasileira em promoções e da apresentação do Extra como patrocinador oficial, apenas alguns espaços de publicidade estática. A ideia de vocês é manter essa condição ou aumentar a exposição depois da Copa do Mundo de 2010? JRT - Se possível, vamos falar sobre um novo formato. Esse interesse existe.
ME - Vocês incluíram o Pão de Açúcar Esporte Clube de alguma forma no planejamento do patrocínio à seleção? JRT - Não, o contrato não prevê essa associação.
ME - Qual é a projeção que vocês fazem para ganhar share de mercado a partir do patrocínio à seleção brasileira? JRT - Esperamos ganhar share de mercado, sim, mas a seleção tem motes mais importantes. Queremos ter mais share na cabeça dos torcedores, e já fizemos pesquisas que mostram o valor de associar nossa marca ao esporte.
ME - O patrocínio do Grupo Pão de Açúcar à seleção brasileira foi anunciado em um momento de recuperação do mercado após a crise financeira internacional. Isso reflete uma reação também da empresa? Como vocês passaram pelo momento de recessão da economia global? JRT - Nós não demos muita bola para a crise. Passamos por um processo de mudança na diretoria e nos processos, uma arrumação da casa, e tínhamos certeza que o nosso consumidor não seria afetado diretamente por esse momento. Tivemos um crescimento no primeiro semestre. Vivemos um momento muito bom.
Sétimo colocado do ranking da Associação Mundial de Wakeboard, o brasileiro Marcelo Giardi, conhecido como Marreco, é o novo patrocinado das bebidas energéticas TNT. O acordo vale para o atleta e para a escola da modalidade que ele mantém no Brasil.
Marreco, que é pentacampeão brasileiro e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, tenta neste ano ser o primeiro brasileiro a ingressar no grupo dos dez melhores do mundo no wakeboard.
O acordo de Marreco com a TNT é válido até o fim desta temporada. Os valores não foram divulgados.
Para Obama, Nascar pode ajudar na recuperação da indústria automobilística
por fabiokadow
O presidente Obama adora esportes. Já deu diversas demonstrações disso. E a Nascar, categoria de automobilismo mais popular dos EUA, está entre os seus favoritos, principalmente agora que a elegeu como uma das principais formas de recuperar a indústria automobilística do país, um dos setores que foi mais atingido pela crise econômica.
Obama está confiante na recuperação para os próximos 5 ou 10 anos e, no melhor estilo “consultor de marketing esportivo”, deixou o recado para os fabricantes: continuem investindo na Nascar. Segundo ele, “essa é a melhor publicidade que as empresas podem ter. Quando alguém se empolga com a Nascar, significa que ele está empolgado com os carros.”
Palpiteiro, o presidente costuma acertar algumas de suas profecias no mundo dos esportes, principalmente resultados. “O segredo é esperar até o ultimo minuto antes de dar algum palpite”, ensinou para a imprensa local durante um evento em que recebeu personalidades atuais e do passado da modalidade na Casa Branca. “A Nascar é um esporte tipicamente norte-americano, com mais de 10 milhões de fãs.” Obama gosta tanto do esporte que, durante a sua campanha eleitoral, circulou uma notícia de que ele poderia até patrocinar uma das equipes participantes (claro, de olho nos votos).
PRISCILA BERTOZZI Da Máquina do Esporte, em São Paulo
Uma reviravolta marcou as negociações para a transmissão do Campeonato Paulista de Vôlei de 2009. Depois de acertas as bases de um contrato com a Bandeirantes, o grupo SPVôlei, criado para tocar as ações de marketing na Federação Paulista de Volleyball (FPV), renovou a exclusividade do Sportv para a competição.
A emissora fechada da Rede Globo exibirá cerca de 30 jogos nesta temporada, o que representa quase o dobro do que foi ao ar na edição passada do torneio. A "maratona" terá início neste sábado com rodada dupla: uma partida às 9h30 e outra às 11h30.
"O Sportv exerceu o direito de renovação e não tivemos como cumprir o acerto com a Band. Eles dobraram o número de jogos transmitidos nesse ano, podendo chegar a 30. Só depende das finais, de saber se serão decisões de duas ou três partidas", afirma José Estevão Cocco, diretor-presidente da agência.
Ponto nevrálgico das negociações, a quantidade de jogos televisionados era um dos atrativos da proposta feita pela Bandeirantes . Aliado ao valor do contrato, a oferta era considerada irrecusável até a semana passada, quando o SPVôlei esperava apenas o posicionamento do Sportv para fazer o anúncio oficial da troca de emissora.
A Band também oferecia uma cobertura multimídia do torneio, incluindo suas emissoras de TV (Band e Bandsports), de rádio, portais e o jornal Metro.
A hipótese de o canal da Globosat igualar a proposta era considerada inviável pela FPV. A entidade trabalhava para convencer as duas redes a dividirem as transmissões do Paulista, o que acabou não acontecendo.
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR) usará o centroavante Ronaldo, do Corinthians, como protagonista de uma campanha para defender as certidões de nascimento e a documentação básica. A ação ainda não tem data para começar a ser veiculada.
A participação de Ronaldo será anunciada oficialmente às 15h desta sexta-feira, quando o ministro Paulo Vannuchi concederá entrevista coletiva para anunciar a participação de Ronaldo.
Ronaldo sofreu uma lesão na mão no dia 26 de julho, em Presidente Prudente, durante a derrota do Corinthians por 3 a 0 para o Palmeiras. Submetido a uma intervenção cirúrgica no local, o camisa 9 só deve voltar aos gramados no segundo semestre de setembro.
O resultado sobre a liberação ou não do consumo de bebidas alcoólicas nos estádios durante a Copa de 2014, no Brasil, é motivo de expectativa entre os fabricantes e importadores de bafômetros no país. Embora a Fifa permita a venda de cervejas, o Ministério Público já manifestou a intenção manter no torneio a Lei Seca que vigora nos estádios nacionais desde o ano passado, por decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
As empresas estão aguardando a decisão das autoridades brasileiras para planejar a sua participação conjunta na TranspoQuip Latin America e na Expo Estádio, que serão realizadas paralelamente em novembro, na cidade de São Paulo.
"Os fornecedores de bafômetro vêem a Copa como uma oportunidade única de incremento de suas vendas, mas ainda estão inseguros quanto á decisão final que prevalecerá; aplicação ou não da Lei Seca nos estádios, assim como a utilização obrigatória dos bafômetros, como a exemplo do que está sendo feito em relação ao controle de acesso e monitoramento por câmeras, itens essenciais para manter a segurança nos estádios", disse Sebas van den Ende, diretor da empresa Real-Alliance que organiza a ExpoEstádio.
Enquanto a decisão não acontece, vários fornecedores do produto de fiscalização não-alcoólica estão optando por confirmar sua participação apenas na TranspoQuip, feira destinada para o setor de infraestrutura de transportes. Já a ExpoEstádio reunirá os principais nomes envolvidos nos preparativos para a Copa de 2014.
"Independentemente da questão dos estádios, outro ponto importante é a necessidade das cidades-sedes de se prepararem para receber a Copa, sendo fundamental que ações para o controle do tráfego e segurança viária sejam intensificadas. Os departamentos de trânsito já estão se preparando para isso, e prometem aplicar severamente a Lei Seca nas vias urbanas. Será uma grande contradição, pois a liberação da Lei Seca nos estádios acarretará em um aumento significativo de motoristas embriagados, e os departamentos de trânsito sofrerão as conseqüências da liberação", concluiu o executivo.
With the Ashes series reaching its climax - the best coverage on Cricinfo of course - and Usain Bolt smashing every record in sight, the football is taking something of a backseat in the English press. After all, it was the Europa League on Thursday....joking apart, what nuggets can we find?
Well, he hinted at it the other day but Harry Redknapp is moving in on David James. So say the Daily Mirror to no-one's particular surprise. £2m is the fee linked and Heurelho Gomes has what looks like a serious injury.
Serial charmer Ashley Cole has signed a new deal at Chelsea, say The Sun to make him the world's best-paid full-back. It seems there was no near-crashing of his car or accusations of his club "taking the p***" in the negotiations.
Much coverage given to Frank Lampard's comments, given at a charity event at Wembley, that Manchester United could only replace Cristiano Ronaldo with Lionel Messi. That's given its fullest and most balanced account in The Guardian.
Everton appear to be preparing for life after Joleon Lescott with the Daily Mirror reporting that the Toffees have made a 'late move' for Sylvain Distin. Aston Villa are also keen though and have failed with a bid of £3m.
After missing out on Alvaro Negredo, scorer of 19 goals in La Liga last season, Hull boss Phil Brown has turned his attention to David Nugent, scorer of only three goals in 31 games for Portsmouth. That is according to The Sun anyway.
Finally, according to The Times, West Ham are confident of signing Bordeaux striker Marouane Chamakh after tabling an offer of £7m with a 20 percent sell-on clause.
"I made the point - and I am sure of it. This is a great group of players,'' said Ferguson."Yes, we would like to score goals. Last season was our poorest goal difference for 15 years. It was an issue."We have to step up to the mark and I am quite confident we can do that. We will win games.''
"In a way, part of our history is that we have dropped points early in the season,'' said Ferguson."Our starts in the last two or three years have been a bit topsy turvy. But it is not just Manchester United, it is throughout the league. You only have Tottenham and Chelsea with two wins.''
"We do not enjoy losing but it has happened before and it will happen again,'' he said."The issue now, as it always is at this club when you have a bad defeat, is what are you going to do about it?"The great thing is that we have only have to wait four days."We can be philosophical but there is a certain reality too."You cannot lose too many games in this league and we have already lost one.''
Uefa anuncia valores recordes para nova edição da LC
A Liga dos Campeões, o torneio de clubes mais lucrativo do mundo, gerará o valor recorde de € 1 bilhão em marketing e direitos televisivos aos clubes e organizadores da Uefa nesta temporada.
De acordo com os números divulgados pela Uefa, houve crescimento de 33% nesses valores com relação à campanha anterior. O valor deve ser o mesmo pelos próximos dois anos, uma vez que a entidade europeia assinou novos contratos de patrocínio com grandes empresas, como Ford, Heineken, MasterCard, PlayStation, Sony e UniCredit.
Os 32 clubes participantes da fase de grupos na próxima semana dividirão mais de 2/3 dos lucros comerciais. Cada time tem € 7 milhões garantidos antes dos jogos em setembro, e receberão bônus conforme os resultados. Cada vitória na fase de grupos rende € 800 mil, enquanto a final, em maio de 2010, assegurará um extra de € 9 milhões ao campeão e € 5 milhões ao vice.
Juventus vive o pior momento de sua vida: futebol pode acabar ou virar clube-empresa
Quem já foi ao Conde Rodolfo Crespi, estádio da Rua Javari, comeu o cannoli do Seu Antônio. Mas, se acabarem com o Juventus, o doce napolitano pode mudar de endereço. Em 85 anos, o Moleque Travesso, campeão da série B do Brasileiro (1983), vive seu pior momento. Em 2008 estava na elite estadual e na Copa do Brasil. Bi-rebaixado, disputará a A3 em 2010. Um grupo de conselheiros, que não quis se identificar, diz que o presidente Armando Raucci melhorou a sede social, mas acha caro manter o futebol. 'Tem muita gente no clube que não é juventina. Enquanto eu estiver aqui, nunca vai acabar. Temos um projeto pra virar clube-empresa, pois a receita do time vem do social', conta Raucci, que se orgulha em dizer que o time da Mooca é único no país que não tem dívida.
'Na elite, recebemos 1,100 milhão da Federação. Contratamos o Vampeta e Cia., mas não dá pra mantê-los. Agora é com a molecada', emenda. A tradicional categoria de base teve como últimas boas revelações Alex (Chelsea) e Luisão (Benfica).
Por que não surgem outros? 'Faltam dirigentes que pensem no time. Acham que o futebol tira dinheiro do clube, quando poderia render ao clube', diz Fernando Toro, fundador das torcidas Ju-Metal e Setor 2.
Domingo tem jogo:
Com 14 pontos, o Juventus é vice-líder do grupo 4 da Copa Federação Paulista, atrás do Pão de Açúcar, adversário de domingo, às 10h, na Javari.
Talvez seja uma perversão, um desvio de comportamento com pitadas de sadismo. Sei lá. O fato é que sou fascinado pela zona de rebaixamento. Acompanho com mais interesse a parte de baixo da tabela do que a de cima. Vai ver Freud explique...
Na verdade, sadismo não é. Há também masoquismo, já que gostava do assunto rebaixamento quando meu time, o Grêmio, andou por lá na primeira metade da década. Desconfio que goste tanto do rebaixamento porque ele infinitamente mais dramático do que a disputa de título, de vaga para a libertadores. Rebaixamento fala, no fundo, de vida e morte. É assim que o torcedor encara o futebol naquele momento. Acha que se o seu clube for para a Segundona nunca mais se reerguerá, tem certeza que o torcedor rival terá todo o combustível para azucriná-lo até o final dos tempos.
Não é bem assim. Em muitos casos, rebaixamento não é vida nem morte. É ressurreição. Em quantos casos vimos clubes se recuperarem rapidamente de uma crise crônica após a descida ao inferno? Corinthians, Grêmio e Palmeiras melhoram muito. Atlético-PR, Coritiba, Galo e Fluminense melhoraram menos, mas ganharam com a experiência.
Abro o Jornal Placar e vou direto para a rabeira da tabela de classificação. Quanto mais embolado estiver o rebaixamento mais gosto. Três pontos (e um jogo a menos) separam o Cruzeiro do Náutico, o primeiro a ser frito no óleo fervente da Série B. O Cruzeiro é o 13°, o que significa dizer que hoje teríamos oito "brigando" por quatro vagas. Quero mais, pelo menos mais uns quatro times nesse maravilhoso campeonato do mal. Quem mais pode entrar nessa disputa? Aliás, tem mais alguém aqui que se diverta com o rebaixamento?
Ricardo Gomes, o interino
Depois da noite paulista de quarta-feira (todos os times do estado venceram, menos um, o líder Palmeiras), a rodada continuou uma mãe para o tricampeão São Paulo. Ontem, o Goiás, que poderia avançar para a segunda posição, perdeu para o Náutico nos Aflitos, por 2 a 0.
Qual o segredo do time, tão desacreditado nos dias derradeiros de Muricy Ramalho, acumular 7 vitórias seguidas? Acho que está na fórmula do interino.
Ricardo Gomes chegou e foi tratado com desconfiança por boa parte da mídia, torcedores e adversários. Se o time não se encontrava com o melhor técnico da atualidade (o ranzinza Muricy), como poderia retomar o caminho das vitórias com um técnico mediano de um campeonato mediano (o Francês)?
Foi tratado como técnico tampão.
A ordem era colocar uma antítese do ex-técnico, um sujeito boa praça, respeitoso, de fala mansa e, de bônus, fluente em francês. Coloque-se Ricardo Gomes, deixemos o São Paulo em uma zona intermediária no campeonato brasileiro e em 2010 a gente pensa. Foi o que se passou na cabeça de muita gente graúda.
E técnico tampão geralmente funciona. É um dos mistérios do futebol, que quando resolve se embaralhar com a Lei de Murphy, fica ainda mais implacável.
Desconfio que dirigentes do Morumbi reuniram o elenco e apresentarm Ricardo Gomes como técnico interino. Relaxados com a situação provisória do comandante, Richarlyson, Hernanes, Hugo, Junior César e Jorge Wagner voltam a jogar como há tempos não faziam. A sequência de vitórias é uma consequência natural.
Fica aqui o alerta: se for tricolor, não revele este texto de jeito nenhum aos jogadores do São Paulo. O risco é que a sorte do interino se acabe.
Bolt distribui sorrisos e autógrafos ao receber medalha dos 200 m
O jamaicano Usain Bolt já está acostumado a ficar no lugar mais alto do pódio. Nesta sexta-feira, cheio de sorrisos, o velocista foi premiado com mais uma medalha de ouro: a dos 200 m rasos. Na quinta, ele venceu a prova no Mundial de Atletismo, em Berlim, e bateu o recorde mundial com a incrível marca de 19s19.
Bolt foi mais uma vez recebido com festa pelo público presente no Estádio Olímpico.
Sorrindo muito e distribuindo autógrafos na arquibancada, o jamaicano soube interagir muito bem com os fãs.
Foi a segunda medalha de ouro do atleta, vencedor também nos 100 m - e também com recorde mundial (9s58).
Mascote do Mundial, Berlino se arrisca nos 100 m rasos
As provocações do presidente palmeirense Luiz Gonzaga Belluzzo ainda repercutem no São Paulo.
Depois de ouvir o mandatário rival afirmar que não tem medo de "Jason" (personagem que virou um símbolo da torcida no Morumbi), o superintendente de futebol são-paulino, Marco Aurélio Cunha, disse que o rival está preocupado demais com o São Paulo.
"Eles estão assombrados, mas a preocupação deles deveria ser com o Inter, que é virtualmente o líder, já que pode ganhar os dois jogos que tem a menos", afirmou.
O Palmeiras está na liderança do Brasileiro, com 37 pontos, apenas um a mais que o São Paulo.
Já o Internacional tem 33, mas está com duas partidas a menos na tabela e pode assumir a liderança se vencê-las.
Por sinal, a próxima rodada terá um confronto justamente entre as equipes de Muricy Ramalho e Tite. Desta forma, Marco Aurélio Cunha reforça sua ideia de que o rival está se "assombrando" com o concorrente errado.
"O jogo contra nós não é o próximo. Eles têm um confronto direto, em casa e mais decisivo contra o Inter. Acho que o foco deles está errado", alfinetou.
O clássico entre São Paulo e Palmeiras está agendado para dia 30 de agosto, no estádio do Morumbi.
Filme do centenário do Inter estreia em quatro cinemas no Brasil. Veja horários
Em Porto Alegre, duas salas passam 'Nada vai nos separar – Os cem anos do Sport Club Internacional'
GLOBOESPORTE.COMPorto Alegre
O filme que conta os 100 anos de vida do Internacional já está nos cinemas. A estreia oficial é nesta sexta-feira. “Nada vai nos separar – Os cem anos do Sport Club Internacional” chega simultaneamente a três cidades. Em Porto Alegre, são duas salas, o Unibanco Arteplex e o GNC Moinhos. Também há sessões em São Paulo e Curitiba. Confira os horários:
Porto Alegre
Unibanco Arteplex, sala 2: 14h, 16h30m, 19h10m, 21h40m. No sábado, sessão também à meia-noite.
GNC Moinhos, sala 3: 14h20m, 16h50m, 19h20m, 21h40m
São Paulo
Cine Bombril, sala 2: 17h40m
Curitiba
Unibanco Arteplex, sala 1: 17h50m
O documentário tem direção de Saturnino Rocha, roteiro de Luís Augusto Fischer, edição de Giba Assis Brasil e produção de Gustavo Ioschpe. O filme deve estrear no Rio de Janeiro, em Brasília e em Florianópolis no dia 28.
Atlético de Madri oferece novo contrato e afasta Cléber Santana do Inter
Empresário do jogador segue na Espanha. Meio-campista tem acerto com o clube gaúcho, mas proposta espanhola é atraente
Alexandre AlliattiPorto Alegre
Melou a contratação de Cléber Santana pelo Inter. O Atlético de Madri bateu o pé na hora de ceder o meio-campista. Em vez de liberá-lo, resolveu seduzi-lo: ofereceu mais dois anos de contrato ao jogador e deixou bem claro que conta com ele como peça fundamental no time para a Liga dos Campeões da Europa. Como ainda tinha um ano de contrato por lá, Cléber ganhou a garantia de um projeto de três anos com um dos principais clubes da Espanha. Na prática, a ação da diretoria do clube europeu enfraqueceu o Colorado na disputa pelo atleta.
O negócio se tornou quase inviável. Cléber Santana deve assinar a renovação com o Atlético. Ele estava acertado com o Inter e disposto a retornar ao Brasil, até porque teria um contrato de três anos em Porto Alegre. Estava pesando a aparente falta de interesse do clube espanhol nele. Agora, mudou tudo.
O empresário do jogador, Juan Figer, segue na Espanha e terá novas conversas com a diretoria madrilenha no fim de semana. Como a negociação já teve repetidas reviravoltas, não se pode considerar o Colorado totalmente fora da parada. Mas a diretoria já percebeu que é melhor buscar novas alternativas no mercado.
Buffon: 'Ronaldo poderia ser o melhor de todos, até mesmo que Pelé e Maradona'
Goleiro diz que atacante do Corinthians foi o melhor que já enfrentou
O goleiro Buffon não teve dúvidas quando foi perguntado quem era melhor entre Ibrahimovic e Ronaldo. Em entrevista à revista GQ, o defensor do Juventus garantiu que o jogador do Corinthians foi o melhor atacante que enfrentou em sua carreira.
- Ibrahimovic? Bah, Ronaldo venceu duas Copas do Mundo e foi artilheiro durante três Mundiais – explicou Buffon.
O goleiro foi além e colocou Ronaldo em um patamar ainda mais elevado, entre os melhores de todos os tempos.
- Ronaldo é utilizado para vencer jogos, sejam fáceis ou difíceis. O verdadeiro Ronaldo sempre foi um vencedor para mim e continua a ser um padrão inatingível. Ele sempre será lembrado entre os maiores, mas poderia ser o melhor de todos, até mesmo que Pelé e Maradona. Mas há também o profissionalismo e deve ter alguns arrependimentos – concluiu o arqueiro.
Buffon se prepara para estrear com o Juventus no Campeonato Italiano no domingo, diante do Chievo.
Símbolo de nova era no Milan, Thiago Silva sente falta de Kaká e Maldini
Ex-zagueiro do Fluminense afirma que Ronaldinho já assumiu papel de craque do time e descarta o rótulo de 'novo Maldini'
Thiago DiasRio de Janeiro
Temporada nova, vida nova no Milan. O time rubro-negro inicia o Campeonato Italiano neste sábado contra o Siena, fora de casa, sem Kaká (no Real Madrid) e Paolo Maldini (aposentado), maiores ídolos recentes do clube. Até Thiago Silva, que chegou ao clube no ano passado e só agora poderá fazer partidas oficiais, sente falta dos dois. O ex-tricolor acabou virando um dos símbolos da nova era do time, treinado por Leonardo: é dele a missão de substituir Maldini na defesa
O “Monstro”, como foi apelidado pela torcida do Fluminense, chegou ao Milan em janeiro e não pôde ser inscrito nas competições por causa do excesso de estrangeiros na equipe. Depois de quase oito meses só disputando amistosos, Thiago reconhece que o time treinado por Leonardo mudou muito sem Maldini e, principalmente, Kaká.
- Ele é um jogador de muita força, diferente do modo de jogar do Ronaldinho. Estamos sentindo falta das arrancadas dele, as idas ao fundo do campo. Nosso jeito de jogar mudou completamente sem o Kaká e com a permanência do Ronaldinho, que é mais de colocar os atacantes na cara do gol. Mas estamos nos entrosando para uma grande temporada – disse o zagueiro, por telefone, de Milão, rejeitando o rótulo de “novo Maldini” que ganhou quando foi apresentado:
- Há pressão, pois entrei no lugar dele. Mas não tem isso de “novo Maldini”. Sou o Thiago, estou aqui para fazer o meu melhor, como fiz no Fluminense. Na temporada passada eu procurava observá-lo muito para aprender e ele conversou muito comigo também. É um grande profissional e uma ótima pessoa.
Para o ex-tricolor, Ronaldinho Gaúcho surge naturalmente como a nova liderança do time, ao lado dos experientes Gattuso e Pirlo e do jovem Alexandre Pato, aposta do clube para ser o ídolo do futuro. Thiago acha que o ex-gremista já assumiu o papel de craque do Milan em 2009/2010 após uma primeira temporada sem brilho..
- Por tudo que conquistou, Ronaldinho é uma referência no time. Ele, Pato, Gattuso e Pirlo são os nossos principais jogadores hoje. Tenho certeza que o Ronaldinho vai voltar a jogar seu melhor futebol, por tudo que fez até agora na pré-temporada e nos treinamentos. Ele pode nos ajudar muito, principalmente nas bolas que coloca os atacantes na cara do gol – afirmou.
A pré-temporada não foi das melhores para o Milan. Em nove partidas, apenas uma vitória nos 90 minutos, quatro empates e quatro derrotas, além de derrotas para Inter e Juventus em um torneio de jogos de 45 minutos. O zagueiro culpa o cansaço e excesso de partidas pelo mau desempenho.
- O time está se formando, se entrosando a cada dia. A pré-temporada não diz muita coisa, pois jogamos muitas vezes em poucos dias. O cansaço foi grande. Logo depois das partidas, tínhamos que viajar para jogar de novo. Foi complicado. Agora estamos trabalhando de verdade, uma semana cheia. Vamos estar melhores contra o Siena e a tendência é só melhorar – analisou.
No último amistoso, empate de 1 a 1 com o Juventus e vitória nos pênaltis, garantindo a conquista do Troféu Berlusconi. Mesmo sem ser um torneio oficial, a taça encheu o Milan de confiança.
- Isso nos deu moral. Estávamos precisando dessa vitória, contra um grande time. Era isso que precisávamos. Vamos começar o campeonato bem e depois que o entrosamento chegar estaremos voando – prometeu.
Barrichello comemora reação da Brawn GP: 'O carro voltou a ser competitivo'
Brasileiro diz que andou de tanque cheio nesta sexta-feira em Valência
Após o terceiro melhor tempo do dia em Valência, Rubens Barrichello comemorou muito o bom desempenho do carro da Brawn GP. O brasileiro disse que andou de tanque cheio nos dois treinos, o que traz uma boa expectativa para a classificação para o GP da Europa, que será disputada neste sábado na cidade espanhola.
- Estou muito feliz com o tempo, porque foi ainda na primeira volta do pneu, então temos coisas nas mangas ainda. O carro voltou a ser competitivo, pode ser uma questão de pista, mas temos de usufruir. É bom que a gente tenha passado essa impressão (de menos gasolina) porque a gente fez uma sexta-feira como todas as outras sextas-feiras e treinamos cheios de gasolina. Saí com o acerto do Jenson e ele com o meu. Eu estava com o de Barcelona e ele com o de Budapeste, e viramos o mesmíssimo tempo - diz Barrichello.
O brasileiro disse que o forte calor de Valência deve ser um fator positivo para a Brawn, que sofreu com o frio na Inglaterra e na Alemanha. Segundo ele, as características do BGP001 são opostas às do carro da RBR.
- O pneu funciona com uma certa temperatura. Se você chega nessa temperatura e passa por ela e o pneu fica muito quente - e a RBR tem esse problema - perde-se aderência. Se você não tem essa temperatura, também perde aderência. Nosso problema é o oposto da RBR
Sob chuva, Maurren Maggi garante vaga na final do salto em distância em Berlim
Campeã olímpica se classifica em quinto lugar. Keila também avança
Rafael MaranhãoDireto de Berlim
Acostumada a superar grandes desafios, Maurren Maggi deu mais um importante passo nesta sexta-feira rumo a outra difícil conquista. A brasileira campeã olímpica, principal esperança de medalha para o país no Mundial de Berlim, enfrentou a chuva e se classificou para a final do salto em distância com o quinto (6,68m) melhor salto das eliminatórias. Com a sétima melhor marca (6,66m), Keila Costa também estará na disputa por medalhas neste domingo, no Estádio Olímpico de Berlim.
Desde os Jogos Olímpicos de Pequim, quando tornou-se a primeira brasileira campeã olímpica, Maurren Maggi não vive uma boa fase. Uma lesão no joelho direito tem impedido que a brasileira se aproxime da sua melhor marca (7,26m). Mas, embora seu melhor salto na temporada seja de 6,90m, a paulista de 33 anos veio ao Mundial de Berlim disposta a lutar pela inédita medalha de ouro para o Brasil em mundiais.
Nas eliminatórias desta sexta, Maurren pediu as palmas da torcida, fez o sinal da cruz e saltou o suficiente para garantir sua classificação na final. Com um estabilizador de patela para proteger o joelho direito, ela fez 6,68m logo em sua primeira tentativa. Embora tenha feito a quinta melhor marca, a brasileira não atingiu o índice exigido para a qualificação direta para a próxima fase (6,75m). Mas, como apenas as três primeiras saltaram acima desta marca, se classificaram para a final as 12 melhores das eliminatórias.
- Eu esperava saltar até um pouco mais. Talvez o tempo não tenha ajudado muito. Tinha muito vento contra e uma goteira incrível. Mas ainda tenho muita coisa para melhorar. Final é final - disse Maurren, um pouco antes de deixar as pistas.
O Brasil também terá Keila Costa na briga por medalhas. Assim como Maurren, a pernambucana garantiu a classificação em sua primeira tentativa com a marca de 6,66m, próxima do seu melhor salto na temporada (6,79m).
A melhor das eliminatórias foi a portuguesa Naide Gomes, que atingiu 6,86m em sua segunda tentativa. A segunda melhor marca das eliminatórias foi da americana Brittney Reese com 6,78m. A russa vice-campeã olímpica Tatyana Lebedeva também se destacou ao garantir vaga na final logo em seu primeiro salto (6,76m).
Negredo: "Mi prioridad era jugar en España y en Liga de Campeones"
Negredo ha lamentado su salida del Real Madrid, puesto que "a todo canterano le gustaría que el primer equipo contase con él"
EFE |
El nuevo delantero del Sevilla Álvaro Negredo ha afirmado hoy en su presentación que él "quería venir aquí" pese a las muchas ofertas que tenía de diferentes equipos y que "gracias al esfuerzo del presidente" ha podido satisfacer su deseo, que era "era jugar en España y en Liga de Campeones".
"Ésas eran mis prioridades. He podido rechazar ofertas mejores en lo económico, pero en lo deportivo era la mejor", manifestó.
Negredo ha lamentado su salida del Real Madrid, puesto que "a todo canterano le gustaría que el primer equipo contase con él" pero ha puntualizado que en el club madridista "no se acaba el mundo" y que su obligación ahora es "hacer las cosas bien y es ganar títulos con el Sevilla" porque "regresar o no al Madrid ya llegará o no".
Con respecto a su esperado debut con España, Negredo ha indicado que "si no logras objetivos con el club, la selección no llega", de modo que toda su energía estará al servicio de un Sevilla que, en su opinión "claro que puede competir con el Madrid y el Barcelona".
Por su parte, Ramón Rodríguez ''Monchi'', director deportivo del Sevilla, ha anunciado que "la plantilla, con la adquisición de Negredo, está completamente cerrada en cuanto a llegadas, no hay opción de que venga nadie más" a un plantel que es de los "mejores de la historia del club".
Monchi cree que "la plantilla del Sevilla es envidiada en cualquier ciudad de España, por no decir de Europa", y ha recordado que "los equipos grandes quieren tener la mejor delantera posible" porque "el año es muy largo y además está la Copa África", que en enero puede privar a Manolo Jiménez de hasta cuatro futbolistas, dos de ellos atacantes.
ESPERAN ESTAR LO MÁS ARRIBA POSIBLE EN LA PARRILLA DE SALIDA
Alonso: "Tengo esperanzas de que vaya bien la carrera"
El R29 debe mejorar todavía "la estabilidad de las frenadas y un poquito de tracción en la salida de curvas lentas, en las que patinan los neumáticos traseros, aunque poco a poco se han cambiado cosas y ha ido bien"
Fernando Alonso se mostró satisfecho con el primer puesto conseguido este viernes en la segunda sesión de entrenamientos del Gran Premio de Europa que se disputa en Valencia. El asturiano está contento con el rendimiento en general del monoplaza, aunque se mostró cauto para la calificación del sábado y la carrera del domingo.
"Hemos ido bien desde esta mañana. El coche se ha comportado bien, hemos tenido un buen ritmo en la primera sesión y en la segunda, en la que siempre hemos estado entre los cuatro primeros", indicó.
"El coche ha ido bien, pero la crono es el sábado, e igual mañana estamos octavos o novenos, ya que no se sabe qué cartas han escondido hoy los rivales", señaló.
Al R29 le falta "algo de estabilidad" A pesar de su satisfacción, Alonso apuntó los principales aspectos que debe mejorar el R29 al considerar que le falta "algo de estabilidad en las frenadas y un poquito de tracción en la salida de curvas lentas, en las que patinan los neumáticos traseros, aunque poco a poco se han cambiado cosas y ha ido bien".
Ante la carrera del domingo, deben tratar de salir "lo más arriba posible en la parrilla". "La salida es uno de nuestros puntos débiles y cuando se apaga el semáforo igual perdemos alguna posición", explicó.
"Tengo esperanzas de que vaya bien la carrera, pero es pronto para decir cosas, aunque hemos visto que Brawn quizá se ha recuperado, los McLaren han ido muy rápido en la primera sesión", indicó.
Tranquilo tras el accidente con Heidfeld Alonso aseguró que el accidente con Nick Heidfeld fue típico de los entrenamientos: "Aunque te toques rueda con rueda siempre te llaman los comisarios para que des el punto de vista. Yo pensaba que él entraba al 'pit lane' porque se abrió mucho, pero justo cuando creía que entraba, volvió a toda velocidad y nos tocamos", explicó.
El fútbol se profesionalizó antes que otros deportes y por eso chocó con lo que durante el siglo pasado se identificó como 'espíritu olímpico'. Una forma de ver las cosas que hoy consideramos absurda y retardataria, pero que entonces era muy valorada. Sólo el deporte amateur era deporte puro. El deporte compensado envilecía. Así se veían las cosas y por eso el fútbol y el Movimiento Olímpico empezaron a mirarse mal hace unos noventa años. Hasta que el fútbol fue excluido de los JJ OO de 1932, en Los Ángeles. En Berlín 1936 volvió, aunque con claras garantías de que sólo con jugadores 'amateurs'.
El resultado fue que el fútbol se montó la vida aparte: creó la Copa del Mundo. La primera fue en 1930 y desde entonces vive tan feliz con ella. Ocupa los años pares no olímpicos, así que un acontecimiento y otro no compiten. De hecho, el récord de espectáculo más visto por televisión en el planeta salta cada dos años de la ceremonia inaugural de los JJ OO a la final de la Copa del Mundo, y viceversa. Ambos mundos han vivido por su lado. El fútbol mantuvo, eso sí, un torneo olímpico que siempre ganaban países de la Europa comunista, que no reconocían el profesionalismo.
En fin: un torneo menor. Cuando cayeron los prejuicios contra el profesionalismo era tarde. El fútbol tenía su mundial, su vida, sus calendarios. A los JJ OO concurrió con profesionales, pero Sub-23, aunque con el tiempo se admitieron hasta tres 'mayores'. Total: que tampoco se sabe lo que se juega, y es una fuente de conflictos con el calendario internacional en el que este torneo aparece como un sobresalto incómodo cada cuatro años. No es raro que el fútbol considere seriamente salirse. Da pena, pero tiene una lógica. Fútbol y Juegos Olímpicos han crecido por separado y es difícil mantenerlos juntos.
Es el futbolista más 'revolucionario' del Madrid esta pretemporada. En 206 minutos lo ha hecho todo bien. Su actuación estelar fue en Dormund: marcó un gol, dio una asistencia y le hicieron un penalti. Pese a estar en la lista de transferibles, Robben ha ganado el pulso y demuestra su valía.
Carmen Colino | as.com
Arjen Robben se está ganando a pulso su continuidad en el Madrid. Pese a estar en la lista de transferibles, el holandés no ha bajado los brazos y sus aportaciones al equipo han provocado que el jugador reclame su sitio desde el campo. No se quiere ir del equipo blanco y lo demuestra con palabras y con hechos.
En lo que llevamos de pretemporada ha marcado tres goles (contra el Toronto, DC United y el miércoles ante el Borussia) y ha dado dos asistencias (DC United y Borussia). De los 720 minutos disputados por el Madrid en estos partidos de verano (ocho), él únicamente ha jugado 206. Salvo en el encuentro contra la Liga Universitaria de Quito, que fue titular y tuvo que ser sustituido en el minuto 40 por lesión, en el resto de choques en los que ha participado siempre ha entrado en la segunda mitad y ha sido determinante para el resultado final.
Pero fue en el partido contra el Borussia donde completó su mejor actuación. La primera parte del Madrid fue gris, pese al 0-1 a favor. Robben salió por Granero en la reanudación y revolucionó el encuentro. En sólo 30 minutos, el Madrid pasó del 0-1 al 0-4 gracias al holandés. Marcó en el 47', le dio una asistencia perfecta a Higuaín que supuso el 0-3 y le hicieron el penalti que precedió al 0-4.
Ofertas.
Pese a todos estos méritos, si el Madrid recibiera una oferta que satisfaga a la cúpula directiva, el club se decidiría a traspasarlo. Si a estas alturas de la pretemporada no ha aparecido, no parece que surja en los próximos días. Además, el jugador no se quiere ir. Otro detalle a su favor es que el lunes, en el Trofeo Santiago Bernabéu, la afición también tendrá algo que decir y dictará sentencia. La mayoría de los madridistas reclaman la continuidad del holandés...
El representante de Sneijder: "Quiere seguir en el Madrid"
El holandés se arriesga a quedarse sin ficha en el club blanco.
AS.COM |
El futuro del jugador holandés Wesley Sneijder sigue en el aire. La posibilidad de recalar en el Inter de Milán no agrada del todo al mediapunta, que quiere triunfar en el conjunto blanco.
Soren Lerby, agente de Wesley Sneijder, reiteró la intención del holandés: "Sneijder es jugador del Real Madrid y él se quiere quedar aquí".
La dirección deportiva del Real Madrid le ha trasladado al jugador que no cuentan con él y que podría quedarse sin ficha en el equipo si permanece en la plantilla. La proximidad del Mundial complica la decisión de Wesley Sneijder, uno de los baluartes de la selección holandesa.
El Inter de Milán parece haber llegado a un acuerdo con el Real Madrid para fichar al jugador por una cantidad que ronda los 15 millones de euros, pero falta el consentimiento de Sneijder.
Ibrahimovic: "Mi condición física no es de las mejores"
El delantero sueco del Barcelona, Zlatan Ibrahimovic, quien debutó en el Camp Nou el pasado miércoles en la segunda parte del partido por el Trofeo Joan Gamper, considera que aún tiene que mejorar su condición física y que le falta algo de ritmo. "Lo importante es haber vuelto al campo. Llevo parado desde hace un mes y me entreno desde hace una semana. Mi condición física no es de las mejores y me falta ritmo, pero al menos he vuelto a jugar", comenta el futbolista, ex del Inter de Milán, en una entrevista que publica hoy el diario deportivo italiano 'La Gazzetta dello Sport'.
Ibrahimovic saltó al campo este miércoles en la segunda parte del partido contra el Manchester City, que terminó perdiendo el Barcelona por un gol a cero y en que el sueco casi nunca encontró el modo de acoplarse con sus compañeros. A pesar del resultado, el delantero, fichaje estrella del Barcelona en el mercado futbolístico de verano, expresa su emoción por haber saltado al Camp Nou ante más de 94.000 espectadores en medio de esa atmósfera "fantástica". "Más que los números me ha impresionado la atmósfera. Se respiraba un aire fantástico. No estaba nervioso, sino muy emocionado y feliz. Aquí todos intentan hacerme sentir bien y digamos que esa noche ha sido una demostración de afecto general. Me cuesta pensar en algo mejor que me haya ocurrido", apunta.
"Es un placer jugar con Messi"
Ibrahimovic busca ahora cambiar el chip del fútbol italiano al que deja sobre el campo el Barcelona y adaptarse a sus nuevos compañeros, entre ellos, el argentino Leo Messi, del que sólo tiene buenas palabras. "Cada vez que se cambia de equipo hace falta comenzar de cero, habituarse a otro estilo. Pero aquí me parece que esto es aún más necesario. En el Barcelona tienen un estilo muy preciso, una marca que los identifica. Para entrar en el mecanismo hacen falta entrenamientos y partidos que aún no he podido hacer y conocer a los compañeros dentro y fuera del campo», incide el sueco.
Según Ibrahimovic, es un "placer" jugar con Messi porque "te facilita la vida" y "te pone el balón de tal manera que ya tienes hecho la mitad del trabajo". "Pero aquí en el Barça -apunta- todos, chicos y estrellas, quieren el balón, sin nunca esconderse, con naturaleza. Es un placer jugar así de fácil".
El cancerbero azulgrana ha puesto de relieve las características del nuevo nueve azulgrana, que disputó sus primeros minutos con el Barça el pasado miércoles en el Trofeo Joan Gamper frente al Manchester City (O-1).
"Es un delantero que nos puede aportar muchas cosas positivas. Dejando de lado la calidad contrastada a nivel mundial que ya sabe todo el mundo, Ibrahimovic nos puede dar muchísimas cosas, tanto en el juego aéreo, en aguantar la pelota, en crear espacios, como en presionar", ha destacado Valdés sobre el sueco.
Además, el portero ha señalado que si tuviera que destacar algún aspecto del sueco sería "su potencia de chute", que ya ha podido sufrir en sus propias carnes en los entrenamientos culés.
"Creo que será un jugador que marcará una época", ha declarado Valdés en la rueda de prensa previa al entrenamiento. El guardameta, con rostro relajado y sonriente después de su reciente paternidad, ha admitido que 'Ibra' necesitará un tiempo de adaptación, pero que sus compañeros lo ayudarán "en todo".
Sobre las continuas comparaciones entre Ibrahimovic y su predecesor, el camerunés Samuel Eto'o, Valdés ha afirmado que ambos son jugadores distintos, pero que, sin embargo, tienen un objetivo común: "El gol".
EL TRIPLETE, UNA "PRESIÓN BONITA" El guardameta titular del Barcelona cree que repetir el 'triplete' "es una realidad" y que se trata de "una presión bonita". "Es una realidad repetir lo del año pasado. En el mundo del fútbol muy pocos clubes que lo han conseguido, pero para eso venimos cada día a trabajar, para intentar que el Barça gane cualquier partido en cualquier competición y esto conlleva que tengamos opción de repetir lo del año pasado y poder mejorarlo", ha declarado Valdés.
Sobre la posibilidad de incorporar refuerzos, el cancerbero ha señalado que la plantilla se mantiene al margen de este tipo de cuestiones, pero ha declarado que si viene algún nuevo jugador será "bienvenido" y que deberá "aportar el máximo" como está haciendo el resto de sus compañeros.
Asimismo, el portero se ha referido y ha ensalzado el papel de la cantera en esta pretemporada ante la falta de fichajes. "Tuvieron ese punto de ser descarados. También, a nivel de calidad, vienen desde abajo con la lección bien aprendida y conocen muy bien el sistema", ha comentado Valdés.
Empezaron juntos en México, a las órdenes de su padre. ‘Gio’ acababa siempre como máximo goleador gracias a ‘Jona’
Ivan San Antonio
Llegaron juntos y crecieron separados. Todo lo contrario de lo que habían hecho antes. Cuando Giovani dos Santos debutó el 2 de septiembre de hace dos años ante el Athletic, Jonathan aún jugaba en el juvenil B. El delantero nació en mayo de 1989. El centrocampista lo hizo un año y un mes más tarde. Sin embargo, la diferencia de edad entre ambos siempre ha parecido ser mayor.
No era así en México. Zizinho, ex jugador brasileño que militó en el América y el Monterrey, y padre de los dos futbolistas, les entrenaba y les hacía jugar en una categoría en la que militaban jugadores dos años mayores que Jonathan y un año mayores que Giovani. Durante los cinco años previos a incorporarse al fútbol base del Barça, el hoy jugador del Tottenham se proclamó siempre máximo goleador. No hubiera sido posible si no hubiera contado a su lado con su hermano Jonathan. El benjamín de los Dos Santos siempre ha vivido a la sombra de su hermano mediano –Eder, que milita en el América, es el mayor–, aunque ha tenido una importancia vital en su carrera. Los dos viajaron hasta Europa para participar en la Danone Cup. Fue allí donde el Barça se fijó en ellos.
Y fue allí donde sus vidas, en lo que al fútbol se refiere, empezaron a tomar caminos distintos. La primera bifurcación fue genética: las características de Jonathan son de centrocampista; las de Giovani, de delantero. El pequeño Dos Santos empezó en el Infantil B. Bojan Krkic señaló tras el Joan Gamper que el club puede seguir confiando en la cantera “porque hay muchos jugadores con una gran calidad, como por ejemplo Jonathan dos Santos”. No es extraño que el de Linyola hable bien del mexicano. Recorrieron un largo camino por las categorías inferiores, en el que fraguaron una gran amistad. Sus caminos también se separaron y Jonathan creció lento pero seguro, como durante toda su vida. Hasta que Guardiola apareció en su vida. Al técnico del Barça le encanta y así lo ha demostrado a la que ha tenido la ocasión. El año pasado, nada más llegar al juvenil, Alex García lo hizo capitán. Vio en él todas las características que necesita un líder. Pero ha sido tras su aparición en el primer equipo cuando los focos han empezado a fijarse en él. Como ocurrió con Messi en un Gamper ante la Juventus, el debut de Jonathan en el torneo veraniego ha dado qué hablar. Su actuación convenció a los más de 90.000 aficionados. Su futuro es blaugrana. Ya no es el hermano de Giovani: es Jonathan dos Santos, un futbolista de los pies a la cabeza que domina como nadie el arte de jugar en el centro del campo: “Mi hermano me había explicado lo que se sentía al debutar en el Camp Nou, pero una cosa es que te lo digan en casa y otra que lo experimentes tú mismo”. Que lo disfrute muchos años.
Los jóvenes comenzarán con el filial
Pep Guardiola ha demostrado durante toda la pretemporada y, sin ir más lejos, en la disputa del Trofeu Joan Gamper, que tiene una gran confianza depositada en los jóvenes futbolistas de la cantera azulgrana. Pero este año, su idea ha cambiado respecto al curso pasado, cuando decidió que jóvenes cómo Pedro y Víctor Sánchez entrenarían únicamente con la primera plantilla, en vez de alternar al primer equipo con el filial. Por lo tanto, todos los canteranos que han gozado de minutos a las órdenes del técnico de Santpedor volverán a sus respectivos equipos, ya sea el Barça Atlétic o el juvenil, para iniciar la nueva campaña con ellos. “Estoy muy contento con el rendimiento de todos ellos. Jugando incluso con juveniles, hemos plantado cara a un equipo de la calidad del Manchester City. Tenemos la suerte de contar con una gran cantera”, afirmó Guardiola, a lo que seguidamente puntualizó que “todos comienzan con sus respectivos equipos”. Sin duda, el entrenador azulgrana no quiere cargar de presión a unos futbolistas muy jóvenes, aunque es consciente de que si necesita de los servicios de alguno de ellos, no tendrá ningún problema en hacerlo.
Wenger desmiente un acuerdo para traspasar a Cesc la próxima temporada
El entrenador del Arsenal, Arsène Wenger, reiteró hoy sus críticas hacia los clubes españoles por los rumores que sitúan a Cesc Fàbregas en el FC Barcelona, y subrayó que "la forma en que están gestionados es más política que deportiva"
Wenger lamentó que el nombre del centrocampista español de los "Gunners" haya aparecido ahora como baza electoral del que fuera mano derecha de Joan Laporta, Sandro Rosell, de cara a las elecciones presidenciales del año que viene.
En una rueda de prensa, el técnico francés destacó que este tipo de rumores y anuncios "no hacen ningún bien al fútbol y complican que los jugadores se centren en su trabajo. A veces los desestabiliza". "No ayuda que alguien que no tenga opciones de ser elegido el año que viene como presidente -de un equipo de fútbol- pueda anunciar cualquier nombre, por poner un ejemplo", resaltó el entrenador del equipo londinense. El interés de Rossell en contar con los servicios de Cesc Fàbregas se suma al mostrado por la actual directiva y cuerpo técnico del Barcelona, que han hecho público su deseo de recuperar al canterano.
El entrenador culé, Josep Guardiola, admitió el pasado 15 de agosto que el jugador catalán es "un jugador interesantísimo", aunque aseguró que no había ninguna posibilidad de que se incorporara "este año" a la disciplina azulgrana por la salida del Arsenal de dos de sus pilares: Kolo Touré y Adebayor.
"El día en que acuerde vender a un jugador con un año de antelación, no me dedicaré a este trabajo nunca más", zanjó Wenger para desmentir que el fichaje de Cesc Fàbregas por el Barcelona esté ya pactado con vistas a la próxima temporada, tal como publicó un diario deportivo de Barcelona hace unos días.
El club ha tenido que hacer un esfuerzo porque Leo es ‘español’ y su retención fiscal es del 48%, por el 25% de Ibra
Ivan San Antonio - Sport.es
La llegada de Ibrahimovic obligó al club a revisar, de nuevo, el contrato de Leo Messi. El objetivo es que el argentino siga siendo el futbolista mejor pagado de la plantilla que dirige Pep Guardiola. En breve, volverá a ser así. Sólo falta la firma, puesto que el delantero ya ha dado el ‘sí’ a la oferta que le ha trasladado el club.
El secretario técnico, Txiki Begiristain, tiene muy claro que cuenta con “el mejor futbolista del mundo” en el equipo. Y, en ese sentido, hay que valorarlo como se merece. El único problema ahora es encontrar el momento para sentarse a plasmar la firma en la mejora de contrato propuesta por el Barça, que ha tomado la iniciativa en este asunto. El jugador no ha abierto la boca para pedir nada, pero no le hace falta. El padre del ‘10’ blaugrana se encuentra en Buenos Aires. Ambas partes deberán cuadrar sus agendas y encontrar el momento adecuado para oficializar la mejora.
El Barça ha tenido que hacer un esfuerzo especial para mantener la estructura salarial impuesta por la junta directiva. El problema en el caso de Leo Messi es que tiene la doble nacionalidad, por lo que, además de argentino, legalmente también es español. Este hecho provoca que, al contrario de lo que pasa con los futbolistas extranjeros, la retención fiscal que el club debe aplicarle en su contrato es del 48%. En cambio, la que aplica a sus futbolistas foráneos es del 25%. Así, el bruto que el club debe pagar por firmar la mejora de Leo Messi es muy superior al que ha tenido que desembolsar para dotar de un contrato similar al delantero sueco, respecto a lo que ganaba en el Inter de Milán. Pero el argentino es el mejor jugador del mundo y el club azulgrana es consciente de que el futbolista tiene que cobrar como tal. Por este motivo, el esfuerzo realizado por Joan Laporta y su directiva está totalmente justificado.
El FC Barcelona ya ha revisado en varias ocasiones el contrato del ‘10’ azulgrana, desde que iniciara su meteórica carrera con el primer equipo en aquel encuentro ante la Juventus de Turín en la edición del Trofeu Joan Gamper del año 2005 y que catapultó a un por entonces jovencísimo Leo Messi a ponerse bajo las órdenes del ex técnico blaugrana Frank Rijkaard.
Otra de las causas por la cual se va a hacer efectivo este blindaje a ‘la Pulga’ es para intentar evitar que el flamante presidente del Real Madrid, Florentino Pérez, lance sus redes sobre el futuro ‘Balón de Oro’. El máximo mandatario madridista tendría pensado gastar gran parte de su presupuesto para el año que viene en el jugador franquicia del FC Barcelona, pero las altas esferas de la entidad barcelonista han reaccionado velozmente ante una posible oferta estratosférica por el jugador y aumentarán la claúsula de rescisión de Lionel de manera acorde con la subida de su ficha actual. De este modo, matarán dos pájaros de un tiro, ya que, por un lado, harán más feliz al crack azulgrana y, por otro lado, evitarán posibles tentativas de clubs mucho más ricos que el Barça. Si todo sigue su curso, tenemos Messi para rato.
Alves: "Messi es más importante para Argentina que yo para Brasil"
Al contrario que su compañero de equipo Leo Messi, Dani Alves no ha pedido permiso para no jugar el primer partido de Liga frente al Sporting, el lunes 31 de agosto, pese a que cinco días después se disputará el Argentina-Brasil en Rosario. El lateral, pieza clave con Guardiola, no goza de protagonismo con Dunga, y acostumbra a realizar largos trayectos para, en el mejor de los casos, jugar un puñado de minutos.
El delantero argentino, pieza clave en la ‘albiceleste’, ya obtuvo el permiso de su entrenador Pep Guardiola para ausentarse del encuentro ante el Sporting, a fin de contar con más días de preparación para el Argentina-Brasil que se jugará en su ciudad natal, Rosario. Alves, en cambio, confirmó que jugará en el estreno de Liga y posteriormente viajará con su selección.
"No hay ningún problema en este sentido. Leo irá antes y yo después. Messi, para Argentina, es primordial, cuando él no está lo notan muchísimo. En Brasil, mi caso no es igual. Yo no soy titular indiscutible, sino uno más", concedió Alves, que pidió "no darle demasiada importancia" a la cuestión y recordó que "a Messi hay que cuidarle".
Time nega racha por aumentos e aceita progressão de Belluzzo
Em 5 de agosto, o Palmeiras e sua parceira, a Traffic, anunciaram que nenhum de seus atletas seria negociado até o fim deste ano e, para satisfazer quem tinha propostas para sair, resolveu dar aumentos. Desde então, o time não venceu mais. Foram três empates, uma derrota e a queda da distância na liderança do Campeonato Brasileiro. Mas os jogadores garantem que tudo não passa de uma coincidência.
Sondados ou com ofertas oficiais de clubes do Brasil ou do exterior, Cleiton Xavier e até o reserva Sandro Silva - que nem entrou em campo na desfalcada equipe que perdeu do Coritiba na quarta-feira - foram "premiados", assim como Pierre, que ainda acerta os últimos detalhes de seu novo salário antes de renovar por quatro anos. O próximo a ser prestigiado deve ser Diego Souza. Tudo isso, segundo a diretoria, é fruto de sucesso individual medido regularmente em uma planilha.
"Todos os jogadores têm uma tabela de progressão anual pelo desempenho. É normal premiar nesta condição e conversamos claramente com eles sobre isso", informou o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo. O gerente de futebol Toninho Cecílio, dirigente mais próximo do elenco, tem força na avaliação e repassa ao vice-presidente Gilberto Cipullo e aos diretores de futebol Savério Orlandi e Genaro Marino. A partir daí, rediscute-se o contrato.
Publicamente, o plantel diz concordar com o planejamento. "Está todo mundo contente com o salário que está ganhando. Cada um conseguiu o aumento através de seu trabalho. E não é nem aumento, é um reconhecimento e também um agrado para evitar que o jogador saia. Foi assim com o Pierre e o Sandro Silva, que tinham propostas e renovaram", afirmou Wendel.
"Este aumento vem junto com merecimento. Da minha parte, não tem problema nenhum. Além disso, se o time for campeão, todos vão ser valorizados", disse o goleiro Bruno, que tem contrato até junho de 2010 e espera a concretização da promessa dos diretores em renovar seu contrato - provavelmente com aumento salarial.
E trocar propostas por uma ampliação no ganho mensal é algo que os atletas admitem continuar fazendo. "É normal ganhar um aumento quando se leva uma oferta para a diretoria. Mas estou muito contente com o meu salário", garante Wendel, jogador que nem era relacionado por Vanderlei Luxemburgo no início do ano e hoje vive uma titularidade incontestável - ainda sem nenhum aumento, mas com interesse de outros times.
"Especulação sempre tem, do pessoal de fora (do Brasil)... Quem está jogando sempre, está lá dentro da arena, aparece mais. E os caras ficam sempre de olho, né? Mas por enquanto não tem nada. E eu também quero continuar. Estou feliz no Palmeiras, quero ser campeão brasileiro aqui", ameniza o lateral direito.
Mas há no plantel jogadores que não terão a chance nem de seguir treinando com Muricy Ramalho. Apesar de a diretoria alegar que tem "uma das folhas salariais mais em conta do futebol brasileiro", a ordem no clube é cortar gastos em todos os departamentos para evitar um novo fechamento de ano com déficit.
Belluzzo vê o futebol equilibrado financeiramente, principalmente com a proximidade de um patrocínio no calção com a Unimed e de fechar com a Ambev um acordo ao lado de Corinthians, São Paulo e Santos. Mas o presidente admite que atletas pouco utilizados serão dispensados para o Palmeiras economizar - Fabinho Capixaba já foi emprestado ao Avaí e o volante Mozart, que não é nem relacionado por Muricy, deve ser o próximo a sair.
Nova oferta do Sporting por Hugo ainda não seduz São Paulo
A diretoria do Sporting está disposta a dobrar a oferta pelo meia Hugo, mas a proposta de 1 milhão de euros (cerca de R$ 2,6 milhões) ainda não é suficiente para fazer o São Paulo aceitar uma negociação envolvendo o atleta. O superintendente de futebol, Marco Aurélio Cunha, explicou que o clube sequer recebeu a primeira oferta (de 500 mil euros) e não está disposto a acertar a transferência pelo novo valor, estimado em reportagem do diário Record.
"Nunca chegou nada de lá. Veio consulta da Grécia, mas nada que valesse. Este é um valor baixo e acho que o São Paulo não vai aceitar. Se tivesse sido vendido, ele não teria marcado aquele gol contra o Sport. Depende muito do presidente (Juvenal Juvêncio), mas, pelo que percebo dele, esse valor não seduz", afirmou o dirigente.
A transferência de Eduardo Costa para o Mônaco, que rendeu R$ 6,5 milhões aos cofres do Morumbi, ajuda a segurar Hugo no clube. Além disso, como clube formador, o São Paulo receberá mais R$ 6,5 milhões pela ida de Kaká do Milan para o Real Madrid.
Hugo, por sua vez, tem vínculo com o São Paulo apenas até o fim desta temporada, quando poderá deixar o Morumbi sem que o clube receba valor algum. Mesmo assim, Marco Aurélio Cunha acredita que vale segurar o atleta no Campeonato Brasileiro e ainda citou outros exemplos semelhantes.
"Foi assim também com Mineiro e Danilo. Já o Josué nós só liberamos porque tínhamos certeza de que o Hernanes iria dar conta. Além disso, tínhamos uma vantagem grande", comentou.
Apesar de não ser titular, Hugo conta com a admiração do técnico Ricardo Gomes. Por isso, aumenta a disposição da diretoria em segurar o atleta.
PALMEIRAS x INTERNACIONAL Sábado, Parque Antártica, 18h30 PALMEIRAS – Problemas – Marcos (machucado), Edmílson (machucado), Pierre (expulso), Marcão (expulso), Maurício Ramos (terceiro cartão) – Time provável (4-2-2-2) – Bruno, Wendell, Maurício, Danilo e Armero; Souza, Sandro Silva, Diego Souza e Cleiton Xavier; Ortigoza e Obina. Técnico: Muricy Ramalho INTERNACIONAL – Problemas – Bolívar (terceiro cartão), Índio (machucado), Fabiano Eller (sem condição), Magrão (machucado) – Time provável (4-2-2-2) – Lauro, Danilo Silva, Danny Morais, Sorondo e Kléber; Sandro, Guiñazú, Giuliano e Andrezinho; Taison e Alecsandro. Técnico: Tite CURIOSIDADE – O Palmeiras é o pior líder da história dos pontos corridos, com 37 pontos nos primeiros 20 jogos. PALPITE – Palmeiras ARBITRAGEM – Wílton Pereira Sampaio (DF); Eremílson Xavier Macedo, João Antônio Souza Paulo Neto
SANTO ANDRÉ x CORITIBA Sábado, Bruno José Daniel, 18h30 SANTO ANDRÉ – Problemas – Vinícius Orlando (expulso), Marcelinho (machucado, dúvida), Rodrigo Fabri (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Neneca, Cicinho, Cris, Marcel e Arthur; Fernando, Ricardo Conceição, Gustavo Nery e Júnior Dutra; Nunes e Rômulo. Técnico: Gallo CORITIBA – Problemas – Pereira (expulso), Leandro Donizete (expulso), Ariel (machucado), Marcelinho Paraíba (terceiro cartão) – Time provável (3-4-1-2) – Édson Bastos, Jéci, Jaílton e Cleiton; Márcio Gabriel, Pedro Ken, William, Carlinhos Paraíba e Douglas Silva; Marcos Aurélio e Bruno Batata. Técnico: Ney Franco CURIOSIDADE – A única visita do Coritiba ao Bruno José Daniel aconteceu em 1984, com derrota por 1 x 0, gol de Rota para o Santo André. PALPITE – Empate ARBITRAGEM – Rodrigo Nunes de Sá (
SPORT x VITÓRIA Sábado, Ilha do Retiro, 18h30 SPORT – Problemas – Ciro (seleção sub-20) – Time provável (3-4-2-1) – Magrão, Durval, Igor e César; Moacir, Hamilton, Andrade e Dutra; Fabiano; Arce e Wilson. Técnicio: Péricles Chamusca VITÓRIA – Problemas – Uellinton (terceiro cartão), William (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Gléguer, Apodi, Ânderson Martins, Wallace e Leandro; Magal e Vânderson; Jackson, Ramon e Leandro Domingues; Roger. Técnico: Vágner Mancini CURIOSIDADE – Ano passado, empate por 0 x 0 na Ilha do Retiro. PALPITE – Vitória ARBITRAGEM – Gutemberg de Paula Fonseca (RJ); Ednílson Corona, Arnaldo Rodrigues de Souza
CORINTHIANS x BOTAFOGO Domingo, Pacaembu, 16h CORINTHIANS – Problemas – Felipe (machucado), William (machucado), Edu (machucado), Alessandro (machucado), Ronaldo (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Júlio César, Jucilei, Chicão, Jean e Marcelo Oliveira; Moradei e Morais; Jorge Henrique, Elias e Dentinho; Henrique. Técnico: Mano Menezes BOTAFOGO – Problemas – Eduardo (terceiro cartão), Batista (terceiro cartão), Castillo (machucado), Renan (machucado), Wellington (machucado, dúvida) – Time provável (3-5-2) – Flávio, Juninho, Émerson e Leandro Guerreiro; Alessandro, Fahel, Jonatas, Thiaguinho e Michael; Victor Simões e André Lima. Técnico: Estevam Soares CURIOSIDADE – O último encontro entre Corinthians e Botafogo no Pacaembu marcou vitória botafoguense por 1 x 0, gol de Dodô, em 2007. PALPITE – Corinthians ARBITRAGEM – Arílson Bispo da Anunciação (BA); Alessandro Álvaro Rocha de Matos, Luís Carlos Silva Teixeira
ATLÉTICO PARANAENSE x SÃO PAULO Domingo, Arena da Baixada, 16h ATLÉTICO PARANAENSE – Problemas – Rhodolfo (machucado), Nei (expulso) – Time provável (3-4-1-2) – Galatto, Bruno Costa, Manoel e Chico; Wesley, Valencia, Rafael Miranda e Márcio Azevedo; Paulo Baier; Marcinho e Zulu. Técnico: Antônio Lopes SÃO PAULO – Problemas – Hernanes (terceiro cartão) – Time provável (3-5-2) – Rogério, André Dias, Renato Silva e Miranda; Jean, Arouca, Richarlyson, Jorge Wágner e Júnior César; Dagoberto e Washington. Técnico: Ricardo Gomes CURIOSIDADE – O São Paulo nunca venceu na Arena da Baixada. PALPITE – Empate ARBITRAGEM – Marcelo de Lima Henrique (RJ); Marco Aurélio dos Santos Pessanha, Edinei Guerreiro Mascarenhas
GRÊMIO x ATLÉTICO MINEIRO Domingo, Olímpico, 16h GRÊMIO – Problemas – Rafael Marques (expulso), Máxi López (machucado), Herrera (machucado), Léo (machucado) – Time provável (4-2-2-2) - Victor, Mário Fernandes, Thiego, Réver e Bruno Collaço; Adílson, Túlio, Tcheco e Souza; Perea e Jonas ATLÉTICO MINEIRO – Problemas – Márcio Araújo (machucado), Bruno (machucado), Aranha (machucado), Serginho (machucado) – Time provável (3-4-1-2) – Édson,Werley, Wélton Felipe e Jonílson; Carlos Alberto, Renan, Tchô e Thiago Feltri; Renan Oliveira; Diego Tardelli e Éder Luís. Técnico: Celso Roth CURIOSIDADE – A última vitória do Atlético no Olímpico aconteceu em 1998: 3 x 2. Em 2004, o Galo venceu por 1 x 0, gol de Quirino, no Colosso da Lagoa. PALPITE – Grêmio ARBITRAGEM – Wilson Souza de Mendonça (PE); Ângelo Rudimar Bechi, Kléber Lúcio Gil
FLUMINENSE x BARUERI Domingo, Maracanã, 16h FLUMINENSE – Problemas – Diogo (terceiro cartão), Wellington Monteiro (machucado), Fred (machucado), Tartá (machucado), Leandro Amaral (machucado) – Time provável – Rafael, Edcarlos, Luís Alberto e Cássio; Ruy, Diguinho, Fábio Santos e João Paulo; Conca; Roni e Kieza. Técnico: Renato Gaúcho BARUERI – Problemas – Everton (expulso), Leandro Castan (terceiro cartão), Flavinho (sem contrato)– Time provável (3-4-1-2) – René, Xandão, André Luís e Daniel Marques; Marcos Pimentel, João Vítor, Ralf e Márcio Careca; Thiago Humberto; Val Baiano e Flavinho. Técnico: Diego Cerri CURIOSIDADE – PALPITE – Empate ARBITRAGEM -
GOIÁS x SANTOS Domingo, Serra Dourada, 18h30 GOIÁS – Problemas – Leandro Eusébio (expulso), Gomes (expulso), Fernando (terceiro cartão) – Time provável (3-4-2-1) – Harlei, Rafael Tolói, Valmir Lucas e Ernando; Vítor, Ramalho, Amaral e Júlio César; Fernandão e Léo Lima; Iarley. Técnico: Hélio dos Anjos SANTOS – Problemas –Fábio Costa (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Felipe, George Lucas, Fabão, Eli Sabiá e Léo; Rodrigo Mancha, Rodrigo Souto, Germano e Paulo Henrique Ganso; Mádson e Kléber Pereira. Técnico: Vanderlei Luxemburgo CURIOSIDADE – Ano passado, o Santos levou 4 x 1 no Serra Dourada. PALPITE – Goiás ARBITRAGEM – Héber Roberto Lopes (PR); Gílson Bento Coutinho, Márcia Bezerra Lopes Caetano
CRUZEIRO x NÁUTICO Domingo, Mineirão 18h30 CRUZEIRO – Problemas – Jonathan (machucado) – Time provável (4-3-3) – Fábio, Jancarlos, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Marquinhos Paraná, Fabrício e Gilberto; Guerrón, Kléber e Thiago Ribeiro. Técnico: Adílson Batista NÁUTICO – Problemas – Aílton (terceiro cartão) – Time provável (4-3-1-2) – Gledson, Vágner, Asprilla e Nilson, Patrick, Derlei, Rudinei Miche; Carlinhos Bala; Acosta e Gilmar. Técnico: Geninho CURIOSIDADE – O Barueri fará seu segundo jogo da história, no Maracanã. No primeiro, empatou com o Flamengo por 1 x 1 e derrubou o técnico Cuca. PALPITE – Cruzeiro ARBITRAGEM – Pablo dos Santos Alves (RJ); Alcides Zawaski Pazetto, Claudemir Maffessoni
AVAÍ x FLAMENGO Domingo, Ressacada, 18h30 AVAÍ – Problemas – Nenhum – Time provável (3-4-2-1) – Eduardo Martini, Émerson, Augusto e Rafael; Luís Ricardo, Léo Gago, Marcus Vinícius e Eltinho; Marquinhos e Muriqui; William. Técnico: Silas FLAMENGO – Leonardo Moura (machucado, Juan (machucado), Toró (machucado), Fabrício (machucado), Everton (machucado, dúvida), Petkovic (machucado), David (terceiro cartão), Aírton (terceiro cartão), Émeson (machucado) – Time provável (3-5-2) – Bruno, Ronaldo Angelim, Williams e Wellinton; Everton Silva, Fierro, Lenon, Camacho e Jorbison; Maxi e Adriano. Técnico: Andrade CURIOSIDADE – O Flamengo enfrentou apenas uma vez o Avaí em Florianópolis, pelo Brasileirão. Aconteceu em 1974. Vitória por 1 x 0, gol de Zico. PALPITE – Avaí ARBITRAGEM – Luís Flávio de Oliveira (SP); Nilson de Souza Monção, Vicente Romano Neto
VASCO x IPATINGA Série B, Sábado, Maracanã, 16h10 VASCO – Problemas – Fernando (recuperação física), Ernâni (expulso), Rodrigo Pimpão (machucado), Jéferson (machucado), Tiago (machucado), Titi (machucado) – Time provável (4-3-1-2) – Fernando Prass, Paulo Sérgio, Vilson, Gian e Ramón; Mateus, Souza, Enrico e Alex Teixeira; Carlos Alberto e Élton. Técnico: Dorival Júnior IPATINGA – Problemas – Léo Oliveira (terceiro cartão) – Time provável – Fred, Cláudio, Thiago Mathias, Léo Oliveira e Marinho Donizete; CURIOSIDADE – Ano passado, jogo em São Januário, vencido pelo Vasco por 4 x 2, pela Série A. PALPITE - Vasco ARBITRAGEM – João Alberto Gomes Duarte (RN); Luís Carlos Câmara Bezerra, José Ricardo Maciel Linhares
Ator de novela no Panamá, Saladino tenta sucesso no Mundial de Berlim
"Participei de uma novela lá, na verdade não era o protagonista, mas fui irmão do protagonista. Foi bom, só um pouco ruim às vezes porque não lembrava do que falar, mas era legal, uma coisa nova na minha vida", revelou o saltador em entrevista ao UOL Esporte durante seus treinamentos para o Mundial no Ibirapuera, em São Paulo.
"Sei me virar muito bem. Conheço as câmeras, todo o dia fazendo entrevista tirou a vergonha de mim", comentou o panamenho, que não descartou virar ator de vez: "Não sei, se tiver oportunidade com certeza eu vou. Mas tenho minha carreira administrativa em engenharia elétrica e penso em montar uma empresa no Panamá".
"Você vira um 'vip'. Quando você vai em algum lugar e tem fila longa, você chega e fica na frente", exemplificou. "O lado ruim e que você não tem vida própria. Se vai almoçar no restaurante, muitas pessoas querem falar, tirar fotos, e a comida vai ficando fria", completou.
"Você consegue fazer tudo o que está marcado para fazer em um dia. Se está num canto, sai, vai para outro. No Panamá não, você vai em um lugar e demora um tempão por causa das pessoas tirando fotos e perguntando", comentou.
"O trânsito é a única parte ruim, mas não ando muito aqui, fico mais em casa, na pista. Vou às vezes no shopping fazer compras, mas não sou de ficar na rua indo longe", explicou.
"Ele era bem introvertido, parecia que seria difícil interagir com os demais atletas. Mas, em pouco tempo, ficou amigo do pessoal, e hoje em dia lembra muito a personalidade dos brasileiros. Vive aqui como se estivesse em casa", avaliou.
Olha só o que estão fazendo os nossos amigos chileno!
A federação local junto da ANFP (Asociación Nacional de Fútbol Profissional - entidade que organiza os campeonatos) teve uma boa idéia para divulgar a Copa Chile 2009/2010.
Apesar de ter ficado vários anos sem ser disputada, a Copa Chile é um dos campeonatos mais tradicionais do país.
A volta do torneio aconteceu em 2008 e os cartolas querem recuperar o antigo prestígio, e assim, despertar o interesse da mídia.
Para essa temporada, os cartolas tiveram uma idéia bastante interessante. O primeiro jogo do torneio será disputado na paradisíaca Ilha de Páscoa (que faz parte do território chileno), terra dos ‘Moais’, esculturas de pedra monolítica feitas pelos Rapa Nui, nativos que habitavam a região da Polinésia.
O jogo será entre o Colo-Colo e um rival a ser definido.
É claro que isso não garante que o torneio terá um nível técnico espetacular ou que a Copa Chile será emocionante, ou que isso resgatará a velha tradição da competição.
Mas no momento em que os cartolas chilenos decidiram colocar a partida na Ilha de Páscoa, eles chamaram a atenção da impresa. Quando a imprensa tem interesse, os clubes se preocupam mais com o torneio e o encaram com maior seriedade. E quando os clubes encaram um torneio com seriedade, o torcedor comparece aos estádios, assiste pela TV, ouve pelo rádio, acompanha no jornal e na internet.
Red Bull frustra rivais e estende contrato de Vettel
Assediado por outras equipes e constantemente ligado à Ferrari, o alemão Sebastian Vettel teve seu contrato com a Red Bull renovado. O anúncio foi feito nesta sexta-feira, direto de Valência, onde acontece neste domingo, às 9h, o Grande Prêmio da Europa, com acompanhamento ao vivo do Placar UOL.
O antigo acordo do alemão com a escuderia britânica tinha prazo até dezembro de 2010, mas o time se apressou e prorrogou o acerto até o final de 2011, com opção de renovação para 2012.
Com a definição sobre Vettel, a Red Bull já tem sua dupla para o grid de largada de 2010. Há cerca de um mês, a equipe já havia renovado o contrato de Webber, motivada pela boa performance do australiano na atual temporada.
Aos 22 anos, Vettel ocupa o terceiro lugar no Mundial 2009 com 47 pontos, atrás de Jenson Button, da Brawn GP, com 70, e do companheiro de equipe, Mark Webber, com 51,5. Em 2009, ele venceu duas provas, na China e no Reino Unido.
Vettel participou do programa de jovens pilotos da Red Bull desde quando tinha 12 anos. Quase dez anos depois, ele se tornou o piloto mais jovem da categoria a vencer uma prova - em Monza, no ano passado.
O alemão ingressou na Fórmula 1 como piloto de testes da BMW e completou uma corrida pela primeira vez em 2007, substituindo Robert Kubica no GP dos Estados Unidos. No ano seguinte, acertou com a Toro Rosso para logo em seguida ser confirmado pela Red Bull em 2009
Generalizando, há dois tipos de jogadores: os que precisam de carinho para render e os que precisam de pancada. Quando chegou ao Palmeiras, Felipão percebeu que Júnior, o lateral, precisava de mais afagos que pancadas. Daí ele ter virado o Juninho e deslanchado no clube. Outros, precisam de cobrança dura, não podem ter sossego: é o caso de Felipe, goleiro do Corinthians, que Mano Menezes peitou após a Copa do Brasil do ano passado.
O caso de Adriano, convocado por Dunga nesta quinta-feira pela oitava vez na Seleção desde o Mundial de 2006, parece bastante peculiar. Quando muito cobrado, caso de Mourinho, ele se esconde. Se recebe muitos carinhos, como com Parreira, ele se acomoda. Por enquanto, falta a Dunga "dar pancada"em Adriano.
Em má fase após o Mundial, Adriano apareceu pela primeira vez com Dunga após a Copa em fevereiro de 2007, para enfrentar Portugal. Era apenas o início de uma suposta recuperação, mas o treinador apressou o retorno. Tanto que ele voltou a fazer das suas e só foi chamado de novo quase um ano depois. Até hoje, a verdade é que não convenceu e, para piorar, depois da última chamada para a seleção, aprontou o papelão de se esconder da Internazionale e "pediu um tempo" só para poder rescindir e assinar com o Flamengo.
Na Gávea, bastou uma meia dúzia de jogos razoáveis para Adriano, que parece fora de forma, ser novamente convocado. O que Dunga não percebeu é que isso provoca um efeito negativo na cabeça do Imperador. Melhor seria deixá-lo assim, quieto, e chamá-lo apenas na hora do pega pra capar. Aguardemos os próximos capítulos.
Depois do Corinthians, a Fox fechou parcerias com dois outros times do futebol paulista. A empresa acertou com Palmeiras e Santos para produzir obras cinematográficas relacionadas a essas instituições.
No caso do Palmeiras, a ideia é produzir um documentário sobre o período em que o time ficou conhecido como "Academia de Futebol". A obra deve misturar imagens antigas com entrevistas de torcedores famosos e personagens daquele período.
O filme que será produzido para o Santos ainda não está tão delineado, mas é provável que seja uma obra focada na trajetória do clube durante o período em que Pelé vestiu a camisa alvinegra.
A aposta das duas equipes para essa parceria com a Fox é repetir o que o Corinthians conseguiu neste ano. O clube do Parque São Jorge lançou um documentário baseado na conquista do título estadual de 1977, vendeu mais de 25 mil cópias e amealhou R$ 50 mil em royalties.
O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai patrocinar a construção de um museu sobre a vida e a carreira de Pelé. A instituição financeira fechou acordo com a Ama Brasil, entidade responsável pela iniciativa, mas os valores e a duração do vínculo não foram divulgados.
A Ama Brasil é uma organização sem fins lucrativos que trabalha para preservar o patrimônio histórico, artístico e ambiental do país. O museu sobre Pelé será construído em Santos, cidade em que ele passou grande parte de sua carreira como atleta.
O projeto está orçado em R$ 20 milhões e será erguido em um casarão situado no centro histórico de Santos. O prédio é datado de 1865, e o museu será desenvolvido em três blocos.
Leonardo diz que chegou a hora de Ronaldinho Gaúcho brilhar no Milan
por ESPN.com.br
Na véspera da estreia do Milan no Campeonato Italiano, o técnico brasileiro Leonardo avisou que chegou a hora de Ronaldinho Gaúcho brilhar com a camisa do clube. Com a venda de Kaká para o Real Madrid, Ronaldinho Gaúcho virou a principal esperança do Milan, como já admitiu o próprio dono do clube, Silvio Berlusconi.
"Agora é o momento de Ronaldinho. Ele está melhorando, está voltando. É agora ou nunca", afirmou Leonardo, lembrando da importância do jogador para o Milan. "O presidente (Berlusconi) sabe que tem uma pérola e quer vê-la brilhar. E eu, que sou o técnico e conheço Ronaldinho há muito tempo, devo fazê-lo render ao máximo.
Ronaldinho está no Milan desde o ano passado. Mas ainda conseguiu render o esperado na equipe italiana, mostrando muita irregularidade e passando bastante tempo na reserva. Agora, porém, ele começa a temporada como titular, cheio de expectativa de que possa recuperar o futebol que o levou a ser o melhor do mundo.
Assim, apostando em Ronaldinho Gaúcho, o Milan abre o Campeonato Italiano neste sábado, quando visita o Siena - no outro jogo do dia, o Bologna recebe a Fiorentina. E Leonardo inicia oficialmente a sua carreira como treinador. "Já me sinto muito mais forte, conhecendo bem o time", revelou o técnico brasileiro.
Mais do que Usain Bolt, o Mundial de atletismo de Berlim teve um outro vencedor. Ou melhor, por conta de Bolt essa marca sorri de orelha a orelha com os feitos do maior velocista do mundo. Os recordes do jamaicano ajudaram a turbinar a marca Seiko em todo o mundo.
Os recordes de Bolt foram fotografados e sincronizados pelos veículos do mundo inteiro. Com isso, a exposição da marca Seiko, cronômetro oficial da competição, foi gigantesca. E o retorno foi tão grande que a marca já renovou o contrato com a Iaaf por mais quatro anos.
Tão importante quanto o recorde de Bolt é o relógio que marca o tempo. E, nessa hora, o patrocinador ganha o retorno sobre o investimento.
Para não dizerem que não falo de futebol, aí vai um dado curioso
77% dos jogadores de futebol profissional no Brasil ganham até R$ 1.000,00
13% ganham entre R$ 1.001,00 e R$ 9.000,00
10% têm salários acima de R$ 9.000,00
A informação é do decano dos advogados de esporte, Valed Perry, revelada no II Encontro Nacional sobre Legislação Esportivo-Trabalhista, que se realiza hoje, aqui em Brasília. O evento, promovido pelo Tribunal Superior do Trabalho, tem a participação de cerca de 500 advogados do esporte.
Brasil dá show, arrasa a Alemanha e segue rumo ao octa do Grand Prix
Seleção feminina continua invicta na competição, com 12 vitórias. O jogo contra a Holanda, na madrugada deste sábado, pode decidir o título
GLOBOESPORTE.COMTóquio
Desta vez foi fácil, muito fácil. Ao contrário do que aconteceu contra a Rússia, principalmente, e a China, a seleção brasileira não encontrou qualquer dificuldade para derrotar a Alemanha na madrugada desta sexta-feira (no horário de Brasilia), por 3 sets a 0 (25/15, 25/15 e 25/16), em Tóquio. Com uma bela atuação, o Brasil conquistou sua terceira vitória na fase final do Grand Prix (a 12ª em toda a competição) e está bem próximo do seu oitavo título.
Neste sábado, às 3h30m, o jogo será contra a Holanda, pela penúltima rodada, e a vitória pode garantir às campeãs olímpicas mais uma taça. Porém, para que isso aconteça, a Rússia precisa perder para a Alemanha na partida que antecede a da seleção brasileira. Caso as russas vençam, a decisão fica para o domingo, quando o Brasil depende apenas dele. O triunfo sobre as japonesas, às 07h30m, garante o octacampeonato. A Rede Globo e o SporTV transmitirão ao vivo os jogos.
Antes do jogo, Mari chegou a ser dúvida por causa de uma enxaqueca, mas se recuperou e jogou normalmente até o fim. Com boa variação de jogadas de ataque e muita vibração de suas jogadoras, a seleção brasileira começou bem o jogo e abriu 5 a 2. As alemãs, porém, não estavam dispostas a deixar o Brasil deslanchar no placar e chegaram a ficar somente um ponto atrás. No entanto, as brasileiras foram para a primeira parada técnica com a vantagem de três pontos: 8 a 5.
Na volta à quadra, o time brasileiro continuou bem e abriu para 10 a 5. O técnico da equipe alemã, o italiano Giovanni Guidetti, pediu tempo, mas com um saque de Sheilla o Brasil fez o seu 11º ponto. Natália fazia novamente uma bela partida e, com uma fortíssima pancada de fundo da quadra, fez o Brasil chegar a 13 a 8.
A seleção alemã reagiu e se aproveitou de erros brasileiros para encostar no marcador: 14 a 13. As campeãs olímpicas se recuperaram e com uma bela largada de Sheilla foi para a segunda parada com 16 a 13. Na volta, agora com força, aproveitando-se de uma inversão sensacional de Dani Lins, Sheilla fez o 17º ponto brasileiro. Sheilla aproveitou o bom momento e fez mais dois pontos, um de bloqueio, do mesmo modo que Fabiana, que até então não havia conseguido pontuar. As brasileiras foram deslanchando e a vitória no primeiro set já era certa. No fim, terminou 25 a 15.
Início ruim e uma virada avassaladora no segundo set type="text/javascript">
O segundo set começou equilibrado, mas as alemãs conseguiram fazer 5 a 2 no placar, depois de dois erros seguidos de recepção do Brasil. Os erros mudaram de lado de quadra, o Brasil melhorou sua defesa, com destaque para a líbero Fabi, e conseguiu virar o marcador e abrir boa vantagem: 8 a 5 na primeira parada.
As brasileiras mantiveram o ritmo e quando foi a 10 a 5 o treinador da Alemanha pediu tempo para tentar recolocar sua equipe nos eixos. Não deu certo, pois Fabiana fez dois ótimos bloqueios e marcou o 11º e o 12º pontos brasileiros. Aí a equipe de Zé Roberto já arrasava a adversária e foi para a segunda parada com 16 a 6.
O Brasil dava um baile na Alemanha e caminhava com tranquilidade para fechar o segundo set. O jogo estava tão tranquilo, que Zé Roberto aproveitou para deixar Adenízia e Ana Tiemi em quadra nos últimos pontos do set. E a levantadora reserva fez o 23º ponto em uma bola de segunda que enganou a defesa alemã. Com o mesmo placar do primeiro set a seleção brasileira venceu o segundo, após uma bola colocada por Natália no fundo da quadra adversária.
Poucos erros no terceiro set e vitória fácil confirmada
Com poucos erros, o Brasil começou o terceiro set com vontade de acabar logo com o jogo. Com 4 a 1 para as adversárias, o técnico Guidetti pediu tempo. As alemãs voltaram para a quadra melhores e fizeram dois pontos seguidos reequilibrando o jogo. Mas isso durou pouco, as brasileiras voltaram a dominar a quadra e em dois bloqueios seguidos de Thaisa foi para a primeira parada com 8 a 3.
O Brasil continuava mandando na partida e sem perder a concentração foi ampliando o marcador. Para a segunda parada o time brasileiro foi com uma larga vantagem de 16 a 7 no placar. Com segurança e ótimas jogadas, as brasileiras foram construindo sua fácil vitória. No fim, um erro alemão fez o set terminar 25 a 16.
Times: BRASIL - Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natália e Sheilla. Líbero: Fabi.
Entraram: Regiane, Adenízia, Ana Tiemi, Sassá, Carol Gattaz ALEMANHA - Christiane Fürst, Kathleen Weiss, Heike Beier, Maren Brinker, Margareta Kozuch e Corina Ssuschke. Líbero: Kerstin Tzscherlich.
Entraram: Denise Hanke, Sarah Petrausch, Sabrina Ross, Anne Mathes
Pelas boas condições encontradas no jogo, Zé Roberto colocou em quadra todas as reservas, entre elas Adenízia (8) e Ana Tiemi (2)
Berlim relembra maior vítima da indústria do doping que a queda do Muro revelou
Andreas Krieger precisou mudar de sexo por causa dos medicamentos que recebeu quando defendia a antiga Alemanha Oriental
Rafael MaranhãoDireto de Berlim
Não muito longe do Estádio Olímpico, onde a elite do atletismo compete no Campeonato Mundial, cerca de 30 pessoas se reunem em uma sala no campus da Universidade Médica de Berlim para lembrar as mais graves vítimas de doping no esporte de que se tem notícia até hoje. Uma história que mistura atletismo e Alemanha, duas Alemanhas, e que mudou a vida de Andreas Krieger. Alemão, 43 anos, ele nasceu Heidi, uma campeã europeia do arremesso de peso que precisou abandonar o esporte aos 22 anos por causa das mudanças em seu corpo, consequência das enormes doses de esteróides que recebeu e que a levaram a fazer uma operação de mudança de sexo em 1997.
- Todos os dias, quando me olho no espelho, vejo a imagem do que me aconteceu, do que define minha vida e de quem eu era. Eu disse uma vez que eles mataram Heidi porque eu não mudei apenas meu nome. Meu corpo mudou, minha vida mudou e eu precisei me tornar outra pessoa – afirma, em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM.
Para quem encontra Andreas, conversa com ele, observa seu rosto, suas mãos, é impossível dizer que ele um dia foi uma jovem e promissora atleta da antiga Alemanha Oriental. Heidi encerrou a carreira em 1988, dois anos depois da medalha de ouro no Campeonato Europeu de 1986, e sem ter realizado o sonho de disputar os Jogos Olímpicos de Seul. No ano seguinte, o Muro de Berlim caiu e os arquivos até então secretos do regime comunista revelaram a indústria do doping patrocinada pelo governo da Alemanha Oriental.
Milhares de jovens, selecionadas ainda na adolescência por causa de seu talento esportivo, foram submetidas a tratamento com comprimidos da substância turinabol, um esteroide anabolizante derivado da testosterona, o hormônio masculino, desenvolvido e patenteado por um laboratório da Alemanha Oriental na década de 1960. O medicamento aumenta a massa muscular e acelera a recuperação de lesões, fazendo com que atletas possam treinar por mais tempo. Por causa da composição semelhante à testosterona, o impacto é maior nas mulheres, que passam a desenvolver características masculinas, como crescimento de pelos e o tom de voz mais grave.
- Eu achava que estava mais forte por causa dos treinamentos, por estar levantando cada vez mais peso, não fazia ideia de que era por algo que me davam para tomar. Eu não quero ser um exemplo, mas sei por experiência própria o que pode acontecer. Eu passei por algo que poucos sabem o que é. Eu era uma mulher e virei um homem – afirma.
Heidi Krieger recebia maior quantidade de esteroides anabolizantes do que Ben Johnson, o velocista canadense pego no doping na final olímpica dos 100m em Seul, 1988. Nos anos 90, com dificuldades em continuar vivendo como uma mulher, Heidi assumiu a identidade masculina, mudou de nome e submeteu-se a uma cirurgia. Em 2002, Andreas casou-se com Ute Krause, ex-nadadora da Alemanha Oriental que também sofre com problemas de depressão e bulimia em consequência dos medicamentos que recebeu.
Na quinta-feira, Andreas Krieger esteve presente na cerimônia de entrega do prêmio que leva seu nome de nascença, a Medalha Heidi Krieger, criado em 2000 para a cada dois anos ser presenteada a alemães que combatem ou combateram o doping no esporte. O prêmio leva em seu interior a medalha de ouro de Heidi pelo título europeu em 1986. Este ano, três treinadores e um dirigente foram agraciados, dois deles vindo da antiga Alemanha Ocidental e dois, da Oriental. Quando entregou o prêmio à ex-treinadora de remo Johanna Sterling, Andreas chorou.
- Queria que Johanna tivesse sido minha treinadora na Alemanha Oriental. Por sua luta e coragem, ela se negou a dar substâncias proibidas às suas atletas. Minha vida teria sido diferente.
Andreas Krieger não assiste mais a provas de atletismo e não tem a menor vontade de passar perto do Estádio Olímpico de Berlim durante o Campeonato Mundial.
- Eu sei o que está acontecendo lá dentro e não consigo assistir, não suporto assistir ao que se passa lá. Muitos recordes mundiais foram alcançados graças à ajuda de substâncias químicas. Isso não mudou. Para mim, todos os recordes quebrados hoje em dia são conseguidos por doping.
Presidente do Huracán afirma que Defederico foi 'sequestrado' pelo Corinthians
A contratação de Matías Defederico pelo Corinthians segue indefinida. Nesta sexta-feira, o presidente do Huracán, Carlos Babington, afirmou que o clube brasileiro "sequestrou" o atleta de 22 anos, e que está tomando todas as providências para evitar a transferência para o time paulista.
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"Nunca tivemos um diálogo com a equipe brasileira [Corinthians]. O jogador foi sequestrado do nosso clube. Nunca os representantes do Corinthians conversaram diretamente com o presidente ou qualquer dirigente do Huracán", afirmou Babington, em entrevista à Rádio Bandeirantes.
Diante do imbróglio, o clube argentino pediu ajuda à confederação local para que Defederico não acerte com o Corinthians.
"Os advogados da AFA foram notificados e estão cuidando das documentações necessárias para que o jogador retorno aos treinos", completou o dirigente.
O presidente do Huracán afirmou que, como sua equipe tem boas chances de se classificar para a Copa Libertadores, o objetivo é contar com o atleta durante a competição.
Mesmo assim, o dirigente confirmou que mantém conversas com um clube da Inglaterra e outra da Rússia. Segundo informações do jornal Olé, os ingleses poderiam pagar até 5,3 milhões de euros para contar com o futebol do argentino.
O Corinthians, por sua vez, apresentou uma proposta de US$ 4 milhões para ter 80% dos direitos econômicos do atacante argentino. Os dirigentes alvinegros projetam que a apresentação do novo reforço pode acontecer na próxima semana.
Estão abertas as inscrições para o Torneio Gol de Letra 2009
A Fundação Gol de Letra abre as inscrições para a 6ª edição paulista do Torneio que leva o nome da ONG.
O evento acontece entre 24 e 26 de outubro e conta com vagas para 20 empresas.
O Torneio Gol de Letra promove uma disputa amistosa entre funcionários das empresas participantes e visa gerar recursos para os programas educacionais da Fundação.
O valor da inscrição é R$ 23 mil e cada empresa pode inscrever 15 jogadores, além de ter direito a 15 convidados para a torcida.
A etapa classificatória acontece em um final de semana diferenciado, com direito a futebol, música ao vivo e muita diversão.
Em cada dia, 10 das 20 empresas participantes, disputam a classificação.
A campeã e a equipe mais disciplinada (Fair Play) de cada dia seguem para a final, além do melhor jogador de cada time (Seleção do Torneio).
Ao fim de cada etapa, o artilheiro, o goleiro menos vazado e a melhor torcida são premiados.
A grande final acontece na noite da segunda-feira (26/10), no Estádio do Morumbi.
Primeiro se define o Troféu Fair Play para a vitoriosa entre as equipes mais disciplinadas.
Na seqüência, os finalistas disputam o título de campeão do Torneio.
Para encerrar o evento, um time de jogadores e ex-jogadores de futebol profissionais, além de outras personalidades, convidados por Raí e Leonardo, jogam duas partidas com a empresa campeã e a seleção de melhores jogadores das classificatórias.
Cafu, Rogério Ceni, Sócrates, Jair Rodrigues, Dan Stulbach, entre outros, já participaram do Torneio.
“Só tem coisa boa no Torneio, os funcionários das empresas ficam felizes de jogar no Morumbi ao lado de alguns ídolos, a Fundação sai ganhando e os convidados, muitos ex-jogadores de futebol, também gostam muito da oportunidade de se reencontrar e, claro, de contribuir com a nossa causa, que é a educação”, define Raí de Oliveira, presidente da Fundação.
Dentre as empresas já confirmadas para o Torneio 2009 estão Accor, Aliança do Brasil, Editora Abril, Electrolux, Leão & Leão Ltda Contrutora, Natura, Nestlé, Nextel, Nike, Red Bull Brasil, Sodexo.
A Fundação
A Fundação Gol de Letra é uma organização sem fins lucrativos da sociedade civil, instituída em 1998 pelos ex-jogadores de futebol Raíe Leonardo.
A Gol de Letra desenvolve programas e projetos de Educação Integral que associam uma pedagogia provedora de conhecimento, cultura e cidadania ao trabalho com famílias e comunidades. www.goldeletra.org.br
A UEFA anunciou os jogadores nomeados para os Prémios de Futebol de Clubes, a serem entregues durante a cerimónia do sorteio da fase de grupos da UEFA Champions League, no Fórum Grimaldi, no Mónaco, a partir das 16h45 (hora de Portugal Continental) do dia 27 de Agosto.
Votação O processo de votação proporciona aos 16 treinadores das equipas que chegaram aos oitavos-de-final da prova na época passada a possibilidade de consagrarem os seus eleitos em cada posição, bem como a escolha do Jogador do Ano de 2009.
Tendo em conta os resultados da votação, a lista de nomeados é a seguinte:
Melhor Guarda-redes do Ano
Petr Čech (Chelsea FC) Víctor Valdés (FC Barcelona) Edwin van der Sar (Manchester United FC)
Melhor Defesa do Ano
Gerard Piqué (FC Barcelona) John Terry (Chelsea FC) Nemanja Vidić (Manchester United FC)
Os órgãos de comunicação internacionais terão acesso à preparação do detentor da UEFA Champions League, FC Barcelona, e do vencedor da última edição da Taça UEFA, FC Shakhtar Donetsk, antes do embate entre as duas formações na discussão da SuperTaça Europeia, a 28 de Agosto, no Mónaco.
Dia aberto do Barcelona Ambos os clubes anunciaram os dias em que estarão disponíveis para abrir as suas portas à comunicação social antes do pontapé de saída, agendado para as 19h45 (de Portugal Continental) da última sexta-feira do mês de Agosto, no Stade Louis II. As duas equipas confirmaram ainda todos os horários das suas actividades de preparação para o jogo no principado monegasco. O Barcelona terá as portas abertas à comunicação social na quinta-feira, 20 de Agosto, na Ciutat Esportiva Joan Gamper, em Sant Joan Despi, junto à capital da Catalunha. Será realizada uma sessão de treino integralmente à porta aberta pelas 18h00, seguida de uma zona mista com os jogadores. Os representantes dos órgãos de comunicação que queiram marcar presença deverão informar o clube espanhol através do endereço de e-mail premsa@fcbarcelona.cat.
Dia para os media em Donetsk O dia aberto à comunicação social por parte do Shakhtar Donetsk terá lugar na sexta-feira, 21 de Agosto, no Centro de Estágio Kirsha, na capital ucraniana. O treinador Mircea Lucescu e alguns dos principais jogadores do clube levarão, em seguida, a cabo uma conferência de imprensa, pelas 15h00, que precederá uma sessão de treino integralmente à porta aberta. Os representantes dos órgãos de comunicação social que desejem estar presentes deverão enviar um e-mail a Anna Fesenko, para o e-mail postmaster@shakhtar.com.
Conferências de imprensa de antevisão Foram igualmente preparados os horários dos programas das equipas no Mónaco. As conferências de imprensa de antevisão do encontro estão agendadas para 27 de Agosto, quinta-feira, no Forum Grimaldi, que nesse mesmo dia será palco dos sorteios da fase de grupos da UEFA Champions League e da UEFA Europa League. O Barcelona far-se-á representar pelo treinador Josep Guardiola e por um jogador do seu plantel, a partir das 12h30. A conferência de imprensa do Shakhtar tem início marcado para as 13h00 e contará com a presença do técnico Mircea Lucescu, bem como de um jogador da equipa.
Sessões de treino Para além disso, ambas as equipas vão efectuar uma sessão de treino no relvado do Stade Louis II na véspera do encontro. A equipa do Shakhtar vai ultimar os seus preparativos entre as 18h00 e as 19h00, sendo os primeiros 15 minutos da sessão abertos à comunicação social. Guardiola estará no relvado com os seus pupilos entre as 19h15 e as 20h15, podendo os órgãos de comunicação social assistir ao apronto na íntegra. Contudo, apenas poderão marcar presença nestas sessões de treino repórteres que tenham requerido e visto ser-lhes concedida uma acreditação para o encontro da SuperTaça Europeia. As conferências de imprensa no Forum Grimaldi, pelo contrário, serão de acesso livre a todos os media acreditados para o sorteio das competições europeias de clubes.
PlayTheGame: embroiled after dynamic duo's early success
Alyson Rudd
Exhausted by last season’s fantasy emotional rollercoaster I thought I would have a well earned rest. I really believed I would have a FF free campaign but I discover that my ten-year-old son has submitted a team in my name. That’s OK; I can ignore it I say. But I can’t.
And the reason I can’t is because it is performing rather well. Whoo yoo; I am second and so I am embroiled once again. I own Steven Gerrard and Frank Lampard who have to be part of any FF outfit that has pretensions to a title. Maybe I will have more fun than I usually do. All mistakes are down to my son; all victories are mine. Yes, I quite like that philosophy and it is particularly useful because I am still suffering from last year’s experiment.
Winston Palacios, part of my FF side last season, scored against Hull City on Wednesday night. I pouted when I saw his goal. “He never scored for me,” I said. I wonder if real managers feel this way. Do they hate it when a player they sell improves? Does Harry Redknapp hope that Darren Bent vanishes without a trace or does he applaud his former striker’s fine start at Sunderland?
I was not too happy about Glen Johnson either which is curious as I owned him last season and he was a reasonable points scorer and I backed Rafael Benitez’s decision to bring him to Anfield. But for him to make such a marvellous impact when no longer mine peeves me.
I am living in a fantasy shadow. I am as a sad a girl whose boyfriend starts dating someone else but she still thinks they are an item and seethes when she spots them canoodling at the bus stop. I must move on, enjoy my Gerrard/Lampard partnership which is bound to be more effective in fantasy than England reality and basically, get a grip.
Room 4-4-2: Rattles
A real blast from the past this week as the venerable wooden rattle takes its well-earned place in our repository of footballing memories.
The rattle was the first popular noisemaker at football grounds as fans took along single, double or even triple-deckers, spinning them violently to make a loud clacking noise.
Martin Grindley, who nominated the device, says: “As a young boy in the 1950s, a rattle was almost de rigueur on the terraces of Roots Hall in Southend. Almost every crowd photograph will show one somewhere among the hats and Woodbines.”
Rattles were used as early as 1900 but came to prominence shortly after the First World War, during which they had been employed to warn of gas attacks. They had also been used by lifeboats from the Titanic and as an alternative to whistles by Victorian policemen. They fell from favour in the 1960s when fans began to sing to support their teams, drowning out the clicks from the rattles. As hooliganism took hold, it also became difficult to get a heavy, weapon-shaped implement into a ground.
What would you like to see in our ever-growing collection of nostalgic treasure? Send you suggestions to room442@thetimes.co.uk.
Words by Calvin Shulman
Back of the net: Fowl play Down Under
Robbie Fowler has been kicking up a storm with North Queensland Fury, his new club, in Australia. The Liverpool legend has never shied away from controversy, but somehow he escaped censure for his latest misdemeanour: a ninja-style kick at an opponent’s chest during a 5-0 drubbing in the A-League. He might be 34, but the agility is obviously still there as he falls backwards to the ground, springs up into a handstand and kicks out in one smooth, kung-fu action.
The Times Transfer Bulletin: West Ham confident of signing Chamakh
THE NEWS
West Ham are confident of agreeing a deal to sign Marouane Chamakh after raising their offer to about £7 million plus a 20 per cent sell-on clause. The Bordeaux forward, who has been offered a five-year contract, has become more inclined to agree to a move to Upton Park since Arsenal dropped out of the race at the weekend.
Sir Alex Ferguson insists he will not dip into the transfer market before the end of the window despite the disappointing defeat at Burnley. "That is it," the Manchester United manager said. "I have already made the point and I am sure of it. This is a great group of players."
Anthony Stokes has joined Hibernian from Sunderland for an undisclosed fee. The 21-year-old striker has signed a three-year contract at Easter Road.
Alex McLeish, the Birmingham manager, is willing to sell midfielder Gary McSheffrey and striker Marcus Bent. "We've spoken to a couple of players and told them and their agents that we will listen to offers for them," he said.
The Rivals: Tottenham target England goalkeeper
Tottenham to make offer for James - Daily Mirror Harry Redknapp will make a £2 million bid to bring David James, the England goalkeeper, to Tottenham. Gary Jacob's verdict: James wishes. He has been trying to find a new club, but there is no obvious destination, perhaps, apart from Sunderland. Deal rating: 2/10
Distin in if Lescott bails out - Daily Mirror David Moyes, the Everton manager, has made a move for Sylvain Distin, the Portsmouth defender, as a potential replacement for unsettled Joleon Lescott. Gary's verdict: Only Liverpool have made an offer for Distin, but Aston Villa, Manchester City and Everton are all likely to make offers next week. 5/10 (to Everton, but Villa is the more likely destination)
Blues line up £40m Pato bid - Daily Mirror Chelsea plan to bring AC Milan's Brazilian striker to Stamford Bridge next summer in a £40m deal. Gary's verdict: After they failed to capture him and many others this summer... 3/10
Meg’s plea for a quick deal - The Sun Portsmouth are in talks to sign Bolton duo Danny Shittu and Gavin McCann and Gary Megson, the Bolton manager, wants the deals completed quickly so he can bring in replacements. Gary's verdict: Portsmouth’s messy financial position won't help Megson in that regard, unless they can sell David Nugent or Sylvain Distin. 6/10
Toffees in talks for Taylor - Daily Mail Everton have agreed a £6m fee with Newcastle for Steven Taylor, but the England Under-21 international's wage demands could be a stumbling block. Gary's verdict: Taylor would prefer to stay at Newcastle. 5/10
Hungry Hull in Haminu hunt - The Independent Phil Brown is aiming to make Haminu Draman, the Lokomotiv Moscow striker, his fifth signing this summer, with the Ghanaian likely to cost about £3m. Gary's verdict: Stoke were interested in him in January, despite a poor time at Lokomotiv Moscow, but he joined Russia's FC Kuban Krasnodar on loan in February. 4/10
Exit hope for Toon flop Fab - Daily Mirror Espanyol have made a bid to sign Fabricio Coloccini, the Newcastle defender, but want the English club to carry on paying part of the Argentinian's £40,000-a-week wages. Gary's verdict: He appeared close to joining Espanyol at the weekend. Some Italian teams have also shown interest in the centre back. 7/10
Billionaire Carson Yeung makes £81.5m bid for Birmingham City
Carson Yeung, the Hong Kong businessman, has made a £81.5 million offer for Birmingham City Football Club, sending shares in the company soaring by 40 per cent.
Mr Yeung, who made a failed bid for the club in 2007, has made the £1 per share offer through Grandtop International Holdings, his investment company, which is also backed by Shenzhen Capital Group, a state-owned venture capital company.
Mr Yeung had looked set to bid for the club two years ago but an offer failed to materialise, prompting the current owners to challenge him to prove he had the financial muscle to make a firm approach.
Majority shareholders David Sullivan and David and Ralph Gold have always maintained they would not sell the club unless they were confident it was going into safe hands.
The offer represents a 55 per cent premium yesterday’s closing price of 64.5p. Its shares soared by 26p to 90.5p in early trading today.
Grandtop already owns a 29.9 per cent stake in the club, which was promoted to the Premier League earlier this year, and yesterday placed a £3 million deposit with a view to making an offer for Birmingham City.
Mr Yeung owns the Hong Kong Rangers, a first division soccer team in his native Hong Kong.
When he bid for Birmingham in 2007, it caused the departure of then manager Steve Bruce, the former Manchester United player who guided the club to promotion to the Premier League twice in six years. He left for Wigan Athletic after uncertainty about his future if Mr Yeung had taken over.
The first takeover attempt failed owing to a lack of funds, and Birmingham warned shareholders earlier this month that "the issue of the funding of any possible offer will be a major factor in determining how the company responds to the approach".
Grandtop said its has received acceptances from investors that own 80 per cent of the football club’s shares.
There could also be some issues over whether Mr Yeung, who made part of his fortune through gambling interests in Macau, passes the "fit and proper persons" test for Premier League ownership after pleading guilty to charges of failing to declare his interest in a company called Cedar Base Electronic in Hong Kong. He paid a fine after admitting the charges in 2004.
A spokesman for Grandtop confirmed that an application to the FA would be made as soon as possible and said: "We don't believe there is any reason why the application should be refused."
Jenson Button hoping he is back in the fast lane
In the sweltering heat of a Spanish summer, Jenson Button continues his search for that elusive turn of speed that he had but has lost.
Six wins in seven races and then three indifferent performances have left Button still 18½ points ahead of his Red Bull rivals yet no longer sure that glory will be his.
Only a couple of months ago, almost everyone in the Formula One paddock had come to the conclusion that it was no longer a case of if Button and Brawn GP would win the title this year, but when they would do so. Some even suggested it could be here in Valencia, in August.
The reality is that the equation of “when and if” for Button has reversed itself and the British driver is back to the nagging fear that he could yet lose what seemed to be coming to him. He spoke at length yesterday about his hopes that the team have now pinpointed what has gone wrong with the car and that Sunday’s European Grand Prix will see it disappear into the distance on the street circuit around Valencia’s empty America’s Cup harbour.
"We know — we think we know — where we went wrong,” he said. “You never know 100 per cent unless you get on the circuit. But we think we understand the car and the issues we have and hopefully they will be solved at this race.”
He sounded more in hope than expectation and clearly Brawn’s running in two practice sessions today will be critical to the outcome that Button wants.
The suggestions are that the team will run cars in two different specifications — one set up as it was for the Turkish Grand Prix in early June, when it was flying, and the other as it was in Hungary at the end of July, when it was also running in the top ten.
Although Button is coy about the exact nature of the problem, the team are thought to have lost their way with mechanical alterations at the back of the car and it is here that the focus will be directed.
While Button sweats, over at McLaren Mercedes, the world champion is back on his throne. Lewis Hamilton’s team have confounded logic by turning the slowest car into the quickest — at least in Hungary, where he won — and Hamilton’s pride has been restored. “Now you see I’ve got my car — it’s great for people to see that we still have it and I’m still a worthy champion,” he said.
If Hamilton can keep winning and knocking the Red Bull drivers, Mark Webber and Sebastian Vettel, off the top of the podium, he could help Button’s cause. But he ruled out riding shotgun for his fellow Briton. “I have no plans to do that,” Hamilton said. “I’m looking to win races for us as a team ... if that happens to help Jenson with his championship that will be fantastic.”
Essa convocação da Seleção Brasileira para a rodada das Eliminatórias para mim não teve lógica alguma. Respeito o trabalho do Dunga e do Jorginho, mas chamar o Adriano no lugar do Diego Tardelli é no mínimo faltar com critério. Pô, os caras levam o atacante do Atlético-MG para o amistoso na Estônia e uma semana depois esquecem o cara. Ou é muita sacanagem ou, como teve gente levantando essa lebre, ele estava mesmo precisando disso pra ser negociado com o exterior. O Adriano é goleador e tem presença de área, mas, na minha opinião, não vem jogando o suficiente para merecer uma convocação agora.
Outro nome da lista que questiono é o do Lucas, que recentemente terminou a pré-temporada com o Liverpool. Nada contra esse menino, que joga muita bola, mas convocá-lo na reserva do time inglês e esquecer o Hernanes, de volta à boa fase no São Paulo, é outra incoerência do Dunga. Repito: respeito o trabalho dessa comissão técnica, até pelos bons resultados que vem obtendo, agora, tem atitudes que não dá pra entender, né?
Os três gigantes do mercado digital lançam aliança para combater um alegado monopólio do sistema de registro de livros do Google, que, após acordo de direitos autorais, já digitalizou 1,5 milhão de livros
A Amazon, Microsoft e o Yahoo estão formando uma coalizão chamada Open Book Alliance (Aliança para Livros Abertos) que visa combater o acordo feito entre o Google e as principais editoras dos Estados Unidos para a publicação de livros online. O esforço é liderado pela Internet Archive, entidade que há muito tempo critica a atitude do Google que, segundo as empresas, teria o monopólio do sistema de bibliotecas naquele país.
O Google havia conseguido recentemente a um acordo com editoras que acusavam a empresa de violar direitos autorais, por utilizar sem anuência das mesmas os livros digitais. O Google criou, então, a Book Rights Registry. Pagou US$ 125 milhões por isso, de modo que essa entidade renumere as editoras e autores.
A Microsoft e o Yahoo poderiam sofrer danos se a expansão do Google para livros digitais trouxesse ainda mais tráfego para sua página de busca. Até o momento, o Internet Archive já digitalizou 1,5 milhão de livros, que podem ser acessados gratuitamente pelas pessoas.
Hurley told Autosport.com that video media would be “a big part” of what he does with the team.
“I see tremendous potential for all sports to integrate more media, more social connections, connect with the fans and build a fan base,” he said, as reported by Bloomberg.
“Hopefully we can create compelling content that individuals around the world have an opportunity to view and share, and really feel like they are part of the team.”
Hurley will be a primary investor in the new team, and told Autosport.com of his excitement at the prospect.
“I am thrilled to be a part of America’s first Formula One team in more than 40 years,” he said.
“Getting in on the ground floor of a project of this size and scope is a tremendous opportunity, and I look forward to helping shape the US F1 vision and corporate strategy for years to come.”
Hurley made his fortune when YouTube was sold to Google in 2006 for $1.65 billion, and is still the CEO of the company.
Favre signing lights up Vikings ticket sales
NFL team the Minnesota Vikings has sold 3,000 season tickets and 10,000 match tickets since signing American football legend Brett Favre out of retirement yesterday.
“It’s been as active as we’ve been in the ticket department in one day, for sure,” said Vikings vice president of sales and marketing Steve LaCroix, as reported by Bloomberg.
The Vikings sold around 55,000 season tickets last year, but struggled to sell out all its matches, and had to turn to sponsors to get rid of remaining tickets.
Quarterback Favre is the NFL’s all-time leading passer and three-times the league’s Most Valuable Player. This is the second time he has come out of retirement, and the next season will be his 19th professional season.
Tokyo 2016 bid announces 17 local sponsors on board
The organisers of Tokyo’s bid to host the Olympics Summer Games in 2016 have 17 Japanese companies on board as official sponsors.
Asia Sponsorship News reports that the list of sponsors includes Japan Airlines, All Nipon Airways, Yahoo! Japan, courier Yamato Transport, brewer Asahi, toymaker Bandai, and sports goods manufacturers Asics and Descente.
Tokyo-based business industry bodies Japan Business Federation and the Tokyo Chamber of Commerce have also pledged to support Tokyo’s government in its bid. The Tokyo Metropolitan Government is planning a $4 billion fund for the Games.
Wasps land record £1 million sponsorship deal
Rugby union team the London Wasps has agreed a new, two-year sponsorship deal worth £1 million with technology firm EMC.
It is Wasps’ biggest ever sponsorship deal, with the value being delivered both in cash and the provision of IT services. The two parties said they would be working together to use the information that Wasps holds to improve the experience at the club for fans, players, coaches, staff and business partners.
EMC has been official partner of the team for the past two seasons, and the new deal elevates it to the position of club sponsor.
EMC provides information infrastructure technology and solutions and had worldwide revenues of $15 billion in 2008, employing 38,000 people in 60 countries.
Sony to explain value of $305m FIFA partnership
Electronics giant Sony will explain why it believes the FIFA World Cup is one of the most important sponsorship vehicles for the entertainment industry in a session at the Soccerex 2009 conference.
Earl Patton Junior, of the FIFA Partnership Project Office at Sony’s Global Sponsorship Group, will discuss the development and management of the company’s sponsorship portfolio and explain how football fits within its marketing initiatives. Sony Corporation signed a seven-year, $305 million sponsorship deal with FIFA in 2007.
The session is one of ten at the Soccerex conference being hosted by rights-holders and stakeholders in the football industry. Other hosts include Bundesliga & DFL Sports Enterprises GmbH, Tottenham Hotspur & KSS, Manchester City & Endemol Sports, and Glenn Hoddle Academy.
The Soccerex 09 Convention takes place November 30 to December 2 at Johannesburg, South Africa.
O deslocamento de representante do Ministério do Esporte até Budapeste, para participar da entrega de um troféu ao médico que atendeu o piloto Felipe Massa, custou aos cofres públicos R$ 3.402. A quantia seria o suficiente para bancar mais de 11 meses da categoria mais barata do Programa Bolsa-Atleta, a escolar, de R$ 300. O valor é superior ao equivalente a um mês do que recebem pelo programa esportistas de nível olímpico: R$ 2.500. Ricardo Leyser, membro da pasta, estava em Berlim, no Mundial de atletismo.
Contra a faca. O Hospital das Clínicas de São Paulo fez convênio com o Atlético-PR para implementar projeto para redução de lesões no ligamento cruzado anterior. O programa, pioneiro no país, inclui exercícios de postura que trabalham a parte abdominal e a pelve e são conhecidos como "core training".
Exemplo. Segundo o especialista do HC Arnaldo Hernandez, a ideia é pesquisar o programa, utilizado principalmente na ginástica olímpica, e expandi-lo a todos os clubes. Na Escandinávia, onde o "core training" é utilizado, esse tipo de trauma foi reduzido em 50%, conta o médico.
Parceiro. Para assegurar a negociação de 80% dos direitos do argentino Defederico, que custará R$ 7,5 milhões, o Corinthians deu como aval parte de verba que tem a receber da Nike, sua patrocinadora. Além disso, irá parcelar a compra em mais de dez vezes.
Carão. Após perder para o Santo André, o técnico do Botafogo, Estevam Soares, encontrou-se no hotel onde mora no Rio com a delegação do rival, que estava concentrada lá. Enquanto o time do ABC jantava, Estevam explicava a diretores do Botafogo os motivos da derrota em casa.
Bloqueio. A Justiça mandou penhorar conta do Palmeiras no Bradesco que tinha pouco mais de R$ 1 milhão por não pagamento do IPTU. A diretoria do clube, que contesta a cobrança do imposto judicialmente, tenta o desbloqueio do dinheiro.
O outro. Após a derrota para o Coritiba, cartolas palmeirenses avaliam que o grupo de jogadores ainda não está nas mãos de Muricy Ramalho, como estava nas de Jorginho.
Emergência. Sem vencer há quatro jogos, a diretoria palmeirense se reuniu ontem para tentar conter a crise.
Simples. Sem investimento privado, o governo do Amazonas vai modificar parte do projeto do estádio Vivaldão para a Copa-14. Não irá mais fazer a cobertura retrátil e, assim, deixará de gastar cerca de R$ 40 milhões com a obra.
Game. Campeãs em Pequim-08, as atletas da seleção feminina de vôlei viraram personagens do game Super Vôlei Brasil 2, criado pela parceira Olympikus. A CBV promoverá torneio do jogo, e os vencedores terão como prêmio conhecer as jogadoras.
Colaboraram EDUARDO OHATA , PAULO GALDIERI , da Reportagem Local, e SÉRGIO RANGEL , da Sucursal do Rio
XICO SÁ
Tem que ser freira?
De um menino de 13 anos ao técnico Luxemburgo, lições sobre as cruzadas que o futebol enfrenta neste país
AMIGO TORCEDOR , amigo secador, tem que ser freira? Sim, o cara não é dos mais queridos nem nosso tipo inesquecível, mas a pergunta de Luxemburgo sobre a ida do Emerson a uma boate tem lá a sua contribuição em tempos de cruzadas moralistas e religiosas. Poxa, deixa o cidadão tomar o seu uisquinho, o velho cachorro engarrafado, como dizia o Vinícius, em paz. Não está nem no banco. E além disso, mulher, tem outra coisa: a noite de Santos é uma delícia. O mesmo personagem, o nada imaculado Luxa, protagonizou outra situação de cinema, na noite de anteontem, na Vila Belmiro. Ele babava palavrões na gravata, bem ao seu modo, quando recebeu um distinto telefonema. - Alô, filha! - Ô pai, manera. Sim, era a filha, conforme diálogo narrado pelo técnico, pedindo que o papai querido deixasse de gritar palavras obscenas em público. No que o camarada se queixou dos microfones no seu local de trabalho, sua repetida crítica, e desferiu outra boutade: "Futebol não é uma igreja, não é um convento". Não mesmo. O Adriano está aí para comprovar a tese do homem do Peixe. Volta à seleção com direito a ser feliz na favela onde nasceu, como diz o funk entoado pela galera do Mengo. Volta por méritos. Lindo, lindo. Aplausos. Hein, agora eu pergunto: tem que ser freira? Nem noviça voadora. Tem que acabar com essa besteira de pegar em pé de jogador fora do campo, como fez uma boa parte da torcida do Corinthians com o Ronaldo. Como se drinquezinho e muita mulher bonita fizesse mal à vida. Dez, nota dez, como dizia o Carlos Imperial, é fazer como a legião de torcedores são-paulinos que celebrou o retorno do belo futebol do Richarlyson. O cara merece. O que esse rapaz tem vivido é uma desgraça. Preconceito e moralismo sem limite, para voltarmos ao assunto do dia. Sobre o tema, quem escreveu bonito, como ninguém, belíssima crônica de um futuro craque do gênero, foi o Joaquim Lo Prete Porciúncula. Um menino de 13 anos. É só procurar por blog do Joca. Antes, porém, deixo um fragmento da lição para os marmanjos que se recusam a aplaudir o jogador do São Paulo: "Eu não sei se Richarlyson é homossexual. Também não quero saber. Mas sei que ele é um exemplo. Um exemplo para todos que se sentirem mal em momentos difíceis. Pense em como é viver um momento difícil, tendo todos contra você durante mais de três anos seguidos". Que decência, que maravilha!
Terceirona E se o Arapiraca for campeão? É, caros Francis Hime e Chico Buarque, o ASA, homenageado por vocês na música das coisas impossíveis, já está na Série B de 2010 e pode levar outra taça. Tomara que não, pois sou Icasa, outro na luta pelo caneco da Terceirona. Parabéns ainda às torcidas de Guaratinguetá e América-MG, que subiram. Altíssimo nível a Série C deste ano, apesar de vocês, senhores da CBF. Tiveram a inteligência de fazer um torneio que acaba em setembro, forçando os times a paralisarem os trabalhos. Como manter os atletas para a Segundona-2010? Ô, caro Juca Kfouri, que fazer?, como perguntava nosso amigo Lênin.
Cidade da Grande SP faz festa com esportes de ação para festejar seus 456 anos, e skate ganha provas importantes
CARLOS SARLI COLUNISTA DA FOLHA
Q UANDO OS SKATISTAS de São Paulo perderam sua principal pista, a Wave Park, no início dos anos 80, a Prefeitura de São Bernardo do Campo percebeu o poder do skate e acelerou a obra -para ser concluída antes das eleições- daquela que se tornaria a primeira pista pública do Estado de SP. O prefeito foi reeleito, e a pista se tornou o principal polo para a prática de skate nos anos seguintes, embora o bowl "buraco de fechadura", feito na correria numa área meio pantanosa em frente à prefeitura, tenha afundado pouco depois. Após longo período de abandono, no qual os skatistas dividiram o que restou da pista com figuras pouco amistosas, a área foi reformada e ampliada em 2007, até para a prática de outros esportes, num espaço de 21,7 mil metros quadrados que está entre os melhores do mundo. Mantendo a tradição de prestigiar os esportes de ação, a cidade de São Bernardo, em comemoração aos seus 456 anos, promove, com organização da CBER (Confederação Brasileira de Esportes Radicais), o Jump Festival. Até domingo cerca de 300 atletas da escalada esportiva, do motocross freestyle (FMX), do patim in-line, da bike (BMX), do skate, entre outros, competirão em provas válidas inclusive pelo circuito brasileiro de FMX e o nacional de bike e skate. As provas de FMX e BMX são as que contam com atletas de ponta. Para o BMX, que não tinha circuito bem estruturado, as provas da CBER foram bem recebidas. O evento terá também competição de aéreo combinando atletas de bike, in-line e skate, e a entrada é gratuita. Enquanto isso, em Sobral, CE, a Confederação Brasileira de Skate (CBSK) promove a segunda etapa da sétima edição do Brasileiro de street skate até domingo. E na próxima semana, no Gás Festival, em São Paulo, será a vez dos verticais no "bowl" que saiu de Huntington, na Califórnia, e será montado no Jockey Club. Para fechar, foram confirmadas uma etapa do Mundial de street skate no Rio, em novembro, e a segunda edição da Megarrampa no Brasil em São Paulo, em 26 e 27 de setembro.
SELETIVAS DE SURFE O Mormaii Pro Jr, em Garopaba, SC, na próxima semana, começa a definir os sul-americanos que disputam o Mundial sub-20. E no longboard foram anunciadas duas novas etapas, em Salvador, BA, e Maracaípe, PE, em setembro.
CORRIDA DE AVENTURA A etapa paulista do Adventure Camp será neste fim de semana na represa de Guarapiranga, com mais de cem equipes e percurso de 52 km.
MOUNTAIN BIKE Eduardo Ramires, 46, venceu a última prova de preparação para o Mundial Master na França, a partir do dia 25.
O time masculino venceu a Venezuela ontem por 3 a 1 e encara os argentinos hoje, às 21h, pelo Sul-Americano, em Bogotá (COL). O vencedor ganha vaga na Copa dos Campeões, em novembro, no Japão.
SEM MEDO: "ESTOU LIMPO", AFIRMA CAMPEÃO
Usain Bolt não estranhou a suspeita de alguns rivais após a sua vitória nos 200 m e a quebra de mais um recorde mundial -o segundo em menos de uma semana. "É normal eles acharem que há algo estranho quando uma pessoa consegue tempos tão baixos, como eu", disse Bolt. "Não tenho que fazer nada de diferente para provar para essas pessoas que estou limpo. Apenas competir e me submeter aos exames regulares. Afinal, sou testado até a exaustão."
saiba mais
"Show" expõe atleta confiante e marqueteiro
MARIANA LAJOLO
A câmera foca Usain Bolt. Ele cruza os braços, balança a cabeça, pede aplausos, faz pose, grita, pula. Um olho na câmera, outro no telão do Estádio Olímpico, que o saúda. Quanto mais a torcida vibra, mais ele faz gracinhas. O comportamento do jamaicano antes da largada é incomum. Nessa hora, atletas costumam ser mais discretos, sisudos, demonstram certo nervosismo e buscam a concentração. Bolt não. Para especialistas em psicologia esportiva, há duas características do corredor que saltam aos olhos e que talvez expliquem sua atuação: autoconfiança e marketing. Bolt sabe que é o melhor do mundo em provas de velocidade e exibe isso. Enquanto reafirma sua força com um estilo "nem aí", joga pressão sobre os oponentes. "Ele brinca na largada e durante a prova. Para isso, você tem de estar no controle. Ele sabe que sobra, e os rivais também sabem. Parece que disputam para ver quem será o segundo", diz a psicóloga do esporte Kátia Rúbio. Bolt construiu uma imagem midiática e conquistou o público. Quando está na pista, não deixa espaço para mais ninguém aparecer. "As pessoas esperam a prova não só para vê-lo correr, querem saber o que ele fará. Ele é muito teatral. E por trás há grande engrenagem de marketing", diz Márcia Pilla do Valle, especialista em psicologia do esporte. O jamaicano estreou em Berlim com sapatilha laranja. A pose com os braços como se fossem raios já virou produto. No Mundial, não faltam torcedores com os "braços de Bolt" nas costas. A estratégia de intimidação aos adversários e de marketing do jamaicano dá certo. E é preciso muita confiança para copiá-lo. "Se alguém se arriscar a fazer como ele e for mal, terá o resultado associado a isso", afirma Rúbio.
Em Valencia, Brawn faz resgate de seu começo
Equipe busca o acerto do início do ano para os pneus
TATIANA CUNHA
Dar passos para trás para voltar a evoluir. É com essa mentalidade que a Brawn GP chega à 11ª etapa do Mundial de F-1, o GP da Europa, às 9h de domingo, cujos treinos livres começam hoje, nas ruas de Valencia. Após vencer 6 das 7 corridas iniciais, todas com Jenson Button, e obter três dobradinhas, a equipe caiu de rendimento. Nas últimas três provas, seu melhor resultado foi o terceiro lugar de Rubens Barrichello na Inglaterra, em junho. Pior, viu a maior rival, a Red Bull, obter duas dobradinhas e encostar no Mundial de Construtores. Enquanto a líder do campeonato somou 18 pontos nesses três GPs, a Red Bull fez 42. Apesar da folga de quatro semanas desde o GP da Hungria, as fábricas foram obrigadas a ficar fechadas por 14 dias. Sem mexer nos carros pelo acordo dos times para cortar gastos, já na segunda passada, na volta das férias, os engenheiros da Brawn foram atrás das falhas. "Chegamos a algumas conclusões", disse Button, que tem 18,5 pontos a mais que Mark Webber, vice-líder do Mundial. "Tivemos evoluções mecânicas no carro que vieram a pedido das mudanças aerodinâmicas que fizemos", falou Barrichello. Para tentar solucionar as dúvidas e os problemas, a equipe usará os treinos livres de hoje para fazer uma avaliação mais precisa. Como os testes durante a temporada estão banidos, todas as análises são feitas com dados de simulações. Ajustes na suspensão, na altura do carro, nas molas, entre outras coisas, serão testadas. Segundo Button e Barrichel- lo, a meta é fazer o rendimento dos pneus voltar ao nível de antes -na Brawn, eles funcionam melhor com temperaturas elevadas, o que não foi o caso de Inglaterra e Alemanha. "Adotamos um caminho porque queríamos ter cautela com os pneus, mas temos que fazer eles funcionarem dentro de uma margem, senão as evoluções aerodinâmicas que colocamos em nossos carros não significam nada", disse o inglês.
The USA Bid Committee today announced the 27 United States cities that passed the third stage of the city and stadium proposal review process and remain under consideration as potential host venues for the FIFA World Cup™ in 2018 or 2022. These cities will continue working with the USA Bid Committee both on the development and promotion of their local and national campaigns.
Officials representing a total of 38 cities received the Requests for Proposal (RFP) and had from June 16 to July 29 to complete their proposals and return them to the USA Bid Committee. The RFPs requested information from city officials covering a vast array of subjects such as tourism, climate, security, transportation, training sites, promotion and more.
“The USA Bid Committee is pleased to have received comprehensive responses from city officials and local organizing committees across the United States,” said Sunil Gulati, the Chairman of the USA Bid Committee and President of U.S. Soccer. “The overwhelming interest and creativity shown by the candidate cities made our extensive review process that much more difficult in narrowing down the list.”
The RFP process resulted in 11 cities being pulled from contention, an important step in the United States’ application that is due to FIFA in May 2010. FIFA and its 24 member Executive Committee will study the bids, conduct site visits and name the two host nations for the 2018 and 2022 tournaments in December 2010, completing a 21-month bid and review process.
The 27 remaining candidate cities offer a wide variety of markets that range in size from New York City to Jacksonville, Fla., as well as vast coast-to-coast geographic strength. Numerous U.S. markets that did not play host to matches during FIFA World Cup in 1994 remain under consideration, including Philadelphia, Cleveland, St. Louis, Denver, Seattle and Phoenix.
The 11 cities removed during this round were: Birmingham, Ala.; Cincinnati, Ohio; Columbus, Ohio; Fayetteville, Ark.; Knoxville, Tenn.; Las Vegas, Nev.; Minneapolis, Minn.; New Orleans, La.; Pittsburgh, Pa.; Salt Lake City, Utah and San Antonio, Tex.
In conjunction with the list of 27 cities announced by the USA Bid Committee, a short list of 32 stadiums still under consideration was also announced today. The venues average almost 74,000 in capacity and represent a wide spectrum of facilities, featuring stadiums typically used for college and professional football, including open-air, domed and retractable roof venues. All 32 stadiums currently exist or are under construction with eight featuring capacities between 80,000 and 108,000 spectators. A list of the finalist cities and stadiums, all of which are vying to be included in the USA Bid Committee’s formal bid book to FIFA in May 2010, can be found at the end of this news release and at the bid’s official webpage, goUSAbid.com.
The current list of venues came as a result of a four-month process that began in April with representatives from 58 stadiums expressing interest in being considered for the USA’s bid. The USA Bid Committee was then able to cut the list to 45 stadiums in 38 cities in mid-June following the review of a detailed questionnaire completed by the candidate venues that incorporated the strict FIFA facility requirements into the evaluation process.
“We will be working closely with officials from all 27 cities, stadiums and host committees over the next few months in our process of identifying the final list of cities that will be included in our bid book to FIFA in May 2010,” said David Downs, the Executive Director of the USA Bid Committee. “The support of the individual cities and their capacity to promote the bid will be crucial to our efforts as we work to maintain the momentum created by the launch of our national campaign and our Web page, goUSAbid.com, last week. With the passion for the game being shown by our fans and the existing infrastructure in place in the U.S., we are confident we have assembled a list of candidate cities that will meet and exceed FIFA’s requirements for hosting World Cup matches.”
FIFA’s criterion requires a candidate host nation to provide a minimum of 12 stadiums and a maximum of 18 capable of seating 40,000 or more spectators. Stadiums with a minimum capacity of 80,000 are required by FIFA for consideration to play host to the Opening Match and Final Match. The U.S. used stadiums in nine cities when it hosted the 1994 FIFA World Cup.
The United States, Australia, England, Indonesia, Japan, Mexico and Russia have formally declared their desire to host the FIFA World Cup™ in 2018 or 2022. Netherlands-Belgium and Portugal-Spain have each submitted joint bids for the 2018 and 2022 tournaments, while Qatar and South Korea have applied as candidates to play host only to the tournament in 2022.
Proposed stadiums, cities and metropolitan markets for further consideration:
The Boston Red Sox, Fenway Sports Group and the Hockey East Association announced Thursday that historic Fenway Park will host a Hockey East doubleheader on Friday, January 8, 2010.
Boston College and Boston University will face off in the men’s game at 7:30 p.m., while Northeastern University and the University of New Hampshire will play in the women’s game at 4 p.m.
“We are very excited to bring college hockey to Fenway Park in this once in a lifetime event. It’s great for the growth of the sport, as we have seen what the Winter Classic has done for the NHL and its fans,” said Hockey East Commissioner Joe Bertagna.
“We are really excited to host the very best of college hockey talent next January at Fenway Park as part of the Hockey East at Fenway doubleheader,” said Fenway Sports Group President Sam Kennedy. “As a born and bred New Englander myself who grew up playing hockey, I am eager to watch the UNH and NU women’s hockey teams face off against each other along with the last two NCAA men’s ice hockey champions, BC and BU, renew their storied rivalry in the shadow of the Green Monster.”
The men’s game between the Eagles and Terriers features the last two NCAA National Champions. The game will mark the 248th meeting in the all-time series in one of the most intense rivalries in all of sports, which dates back to Feb. 6, 1918. BU leads the all-time series with the Eagles, 123-106-17. The Huskies and Wildcats rivalry dates back to 1975, one of the oldest in women’s college history. The game at Fenway will mark the 110th all-time meeting between the two teams.
New England Sports Network (NESN) will broadcast the men’s game live from Fenway Park across New England. The game will mark the first ever women’s college outdoor game and it marks the third men’s outdoor game in the modern era. On October 6, 2001 Michigan and Michigan State played the first college outdoor game with 74,544 fans watching at MSU’s Spartan Stadium. On February 11, 2006, Ohio State and Wisconsin attracted 40,890 fans to the Frozen Tundra Hockey Classic at Lambeau Field.
Tickets will go on sale to the general public on Thursday, September 17 beginning at 12 pm. Tickets for the doubleheader will start at just $5. For more information on the event and details regarding ticket availability, please log on to www.tickets.com/fenwayhockey.
The Buffalo Bills announced a new partnership agreement with SANYO. SANYO will be the official electronics and HDTV provider of the Buffalo Bills.
Other elements of the partnership include the replacement of the Ralph Wilson Stadium club and suite level televisions with SANYO televisions, the ability to showcase SANYO products including their 42” weatherproof LCD televisions at Ralph Wilson Stadium, and in-stadium signage including the largest sign at Ralph Wilson Stadium (Administration Tri-Vision sign).
In addition, SANYO will be the new sponsor of the Buffalo Bills practice jersey which is a new sponsorship element that was added and approved by the National Football League for this season. SANYO will have their logo on the shoulder area of the Bills practice jerseys.
“The Bills have partnered with SANYO because they offer superior technology for weatherproof monitors, and an array of products that are environmentally friendly,” said Bruce Popko, Bills senior vice president of business development. “Our partner is striving to be a leading company for energy and environment, and we felt that the partnership creates a synergy for both parties as we continue to make improvements to the game experience at Ralph Wilson Stadium.”
“We wanted to partner up with the Buffalo Bills because of their rich tradition and success, as well as their presence on the East Coast,” said Mr. Masami Murata, President of SANYO North America Corporation. “We are very pleased to be part of one of America’s successful sports franchises and such a strong team brand.”
USTA launches new programming and fan enhancements for 2009 US Open
The USTA announced a series of expanded fan enhancements and programming for the 2009 US Open. This year’s Opening Night ceremony will celebrate athletes who “give back” with a special appearance by Andre Agassi and other notable athletes. Other on-court ceremonies during the tournament will pay tribute to Arthur Ashe and Pancho Gonzalez. New features at the US Open this year include the recently opened USTA Indoor Training Center that will host an array of US Open activities, hundreds of hours of US Open programming on new cable broadcasters ESPN2 and Tennis Channel, and for the first time a live reveal show of the US Open Draw on ESPNews.
Other fan enhancements include the return of SmashZone, the premier interactive fan experience in tennis, and the return of wheelchair tennis to the US Open. The USTA will host its first-ever Family Day at the US Open, with reserved family courtside seating in Louis Armstrong Stadium. Also at the 2009 US Open, the country’s Best Tennis Town will be announced on-site, and the nighttime order of play will be reformatted so the men take the court before the women during some evening sessions. Instant replay also has been added to the Grandstand, meaning the US Open will now feature the system on all three primary show courts.
The US Open Welcomes ESPN and Tennis Channel: ESPN2 will make its debut as the lead cable broadcaster for the US Open, providing approximately 100 hours of TV coverage and more than 260 hours of coverage on its signature broadband network ESPN360.com. The US Open also will have a major presence on ESPN, ESPN.com, ESPN International, ESPNews, ESPN Deportes and ESPN Mobile Properties. All action on televised courts will be presented in High Definition. Tennis Channel will provide “round-the-clock” coverage of the US Open in 2009, with nearly 250 hours of planned total coverage. In addition to live match coverage, Tennis Channel will bring fans up to speed with post-match highlight shows and next-day preview shows.
Special Opening Night Ceremony: A ceremony celebrating athletes who “give back” will feature two-time US Open champion Andre Agassi, soccer’s Mia Hamm, quarterback Doug Flutie and former San Antonio Spurs center David Robinson. The special ceremony on Arthur Ashe Stadium court also will include an appearance by New York Mayor Michael Bloomberg and feature musical performances by Grammy winner Rob Thomas and Rock and Roll Hall of Famers The O’Jays. The ceremony will be televised live on ESPN2.
Pancho Gonzalez Tribute: On Saturday night, Sept. 5, special guests, including actor Benjamin Bratt, will host a tribute to former U.S. National Champion Pancho Gonzalez on-court in Arthur Ashe Stadium. The tribute will celebrate Gonzalez on the 60th anniversary of his second consecutive victory at the U.S. Championships and will include a video presentation highlighting Gonzalez’ life and tennis career. Gonzalez family members, as well as a number of former players and Hispanic community leaders, will be in attendance.
Arthur Ashe Court of Champions Induction: Arthur Ashe will be inducted into the US Open Court of Champions in a ceremony held Thursday evening, September 10. In 1968, Ashe won the first US Open of the Open Era. An amateur at the time, Ashe became the first African-American man to win the US Open.
25th Anniversary of Super Saturday: On Saturday, September 12, the USTA pays tribute to the first official “Super Saturday,” which took place 25 years ago. The US Open stands alone among the four majors by packaging the Men’s Singles Semifinals and the Women’s Singles Final on the second-to-last day (and evening) of the event. The first Super Saturday was the biggest blockbuster of them all, featuring some of the greatest names in tennis—including Jimmy Connors, Chris Evert, Ivan Lendl, John McEnroe, and Martina Navratilova—with all four matches on Center Court (including the men’s seniors match) going to the limit.
Live US Open Draw Reveal Show on ESPNews: For the first time ever, the US Open draw will be unveiled live from Bristol, Conn., airing uninterrupted on ESPNews from 12:00 p.m. to 12:30 p.m. on Thursday, August 27. Defending champions Roger Federer and Serena Williams will join USTA President and Chairman of the Board Lucy Garvin for a viewing ceremony at The TimesCenter in Manhattan. ESPN anchor Chris McKendry will host with Patrick McEnroe and Mary Joe Fernandez analyzing the draw.
Live Online Streaming: USOpen.org, the official website of the US Open, will offer the most extensive live streaming in the history of the event, airing all matches within the ESPN and Tennis Channel broadcast television windows. Streaming up to five matches simultaneously, US Open.org will make more than 150 matches available for free within the United States. Live streaming also will integrate live match stats updates, fan commenting and picture-in-picture capabilities.
US Open Bracket Challenge: The 2009 US Open Bracket Challenge will make its debut, allowing fans to fill out the US Open brackets online to win prizes. With separate competitions for the men’s and women’s singles draws, the participants compiling the most bracket points in each draw by the end of the tournament will win a trip to the 2010 US Open. Prizes will be awarded to the second through 10th place finishers as well. The challenge can be accessed at USOpen.org and will go live following the US Open draw unveiling ceremony, aired live on ESPNews on Thursday, August 27.
USTA Indoor Training Center: The new 245,000-square-foot indoor building near the East Gate is a state-of-the-art training facility that opened in November and will house the fan-friendly SmashZone, USTA Membership, the Heineken Light Lounge and other activities during the 2009 US Open. Featuring 12 tennis courts, locker rooms, a fitness center and a full-service pro shop, the new building increases year-round access for tennis players to the USTA Billie Jean King National Tennis Center, the world’s largest public tennis facility.
Family Day: The US Open is holding its first-ever Family Day on Tuesday, September 1. Parents accompanied by children 14-and-under can sit together in reserved courtside seating in Louis Armstrong Stadium. The day’s activities will feature contests, giveaways, special entertainment attractions and autograph sessions. An exclusive family breakfast, located in the Corporate Hospitality Pavilion in the Indoor Training Center, is also available as an add-on package with a previously purchased September 1 day session ticket.
SmashZone: The premier fan interactive attraction in tennis, SmashZone will return to the 2009 US Open after a three-year hiatus. Located in the Indoor Training Center, the 20,000-square-foot interactive experience features the QuickStart Tennis play format (tennis scaled to size for kids) on two courts, as well as on “Center Court” where there will be revolving programming each day, including special guest appearances, games, contests and exhibitions. Other activities include a Fast Serve Cage, “American Express Challenge a Pro,” “The Training Zone,” a state-of-the-art electronic backboard, “You Call the Shots” where fans can become sports broadcasters, and tennis video games.
American Express “Challenge a Pro": Using interactive GreenScreen technology, fans are invited to “virtually” play against tennis pros Sam Querrey or Caroline Wozniacki on-site at the US Open “SmashZone.” A unique digital video is captured and then sent to the participant via text, MMS or email, which can also be shared with family and friends and posted to their social networks.
American Express “Rally Experience”: All tennis fans on-site will be able to take their passion for tennis into the gaming world by simultaneously engaging in a virtual tennis match using their mobile phone as a controller with pro players Shahar Peer and Gael Monfils. American Express will donate $1 to the USTA Serves Foundation for every participant that plays throughout the US Open event, up to $10,000. Players and Open attendees can watch as the number of participants is tracked along with the time of each play on a giant LED screen located in the heart of the Open.
Best Tennis Town: On September 6, the much-anticipated winner of America’s Best Tennis Town will be announced on-court in Arthur Ashe Stadium. Representatives from the finalist cities of Independence, Kan., Midland, Mich., and Ojai, Calif., will attend the US Open, with the winner receiving $100,000 for tennis programs in its local area. The nationwide call required towns to self-nominate via application form and submit a five-minute video highlighting the community’s passion for tennis. Ten cities were chosen as semifinalists and then voted on by the general public.
Kids Nightly Anthems: An instant tradition from the past two US Opens, children selected from auditions at the US Open Casting Call held at Radio City Music Hall in early June will perform in Arthur Ashe Stadium. Out of the 225 children who tried out, 15 were selected to perform. The performers hail from the New York metro area, Philadelphia, Florida, Tennessee, and New Jersey. Two singers have performed in all three US Opens and two sisters from Brooklyn, N.Y., will take the stage together.
Record Prize Money: The 2009 US Open purse will top $21.6 million, marking the third consecutive year that the tournament’s prize money has increased by $1 million. Both the men’s and women’s US Open singles champions will earn a record $1.6 million with the ability to earn an additional $1 million in bonus prize money based on their performances in the Olympus US Open Series. The top three men’s and top three women’s finishers in the Olympus US Open Series will together earn up to an additional $2.6 million in bonus prize money and be crowned at the US Open, which provides a potential total payout of $24.2 million.
Instant Replay on Grandstand: The Chase Review electronic line calling system makes its debut on Grandstand, giving the US Open instant replay on all three primary show courts. In 2006, the US Open became the first Grand Slam tournament to use electronic line calling technology, which serves as an officiating aid while increasing the excitement for in-stadium fans and TV viewers.
The Return of Wheelchair Tennis: Wheelchair tennis returns after a 2008 absence due to the Paralympic Games in Beijing. The world’s finest players will take to the courts, as eight men and eight women will compete in the Wheelchair Division in singles and doubles, while four players will take part in the Quad Division in singles and doubles (non-gender specific). Play starts on Thursday, September 10, and runs through Sunday, September 13, with a 33 percent increase in prize money over the 2007 competition. Rules of wheelchair tennis are the same as able-bodied tennis, except that the ball can bounce twice.
New Nighttime Play Format: Breaking the tradition of putting the men’s match in the second half of the nightly doubleheaders, in 2009 there will be a new gender-equality policy under the lights. This year, some evening sessions will start with a men’s match followed by a women’s match.
New Champions Invitational Format: The US Open Champions Invitational returns for its fourth year with a new design—players will compete in the popular World TeamTennis format. Players will be divided into three four-person teams, with each team playing a total of two matches from Wednesday, September 9, to Saturday, September 12. Each match consists of one set each of men’s and women’s singles, men’s and women’s doubles, and mixed doubles. As in past years, each of the players invited for 2009 is either a past Grand Slam singles champion or finalist. This year’s invitees include Tracy Austin, Mary Joe Fernandez, Goran Ivanisevic, Hana Mandlikova, Todd Martin, Ilie Nastase, Stan Smith, Guillermo Vilas and Mal Washington, among others. The team captains will be Pat Cash, Billie Jean King and Ivan Lendl.
Heineken Light Lounge: Adults are invited to visit the Heineken Light Lounge, located in the front of the Indoor Training Center. Fans can relax and enjoy a Heineken in the lounge featuring the Heineken Wisdom Wall and the EA Sports Grand Slam Tennis game on the Nintendo Wii system. Limited edition US Open-Heineken merchandise will be available.
US Open Gallery – International Tennis Hall of Fame & Museum: Each year since 1999, the US Open Gallery features a display from the International Tennis Hall of Fame & Museum. This year’s exhibit is themed, “The Grand Slam: Tennis’ Ultimate Achievement” and showcases the Grand Slam achievement in singles, doubles, mixed doubles and on the junior level. The exhibit will display trophies, photos and artifacts from historic calendar-year Grand Slams, including Rod Laver’s in 1969, Steffi Graf’s in 1988, the doubles Slam of Martina Navratilova and Pam Shriver in 1984, as well as Stefan Edberg’s junior Grand Slam in 1983. The US Open Gallery is open daily and located in the southwest corner of Louis Armstrong Stadium.
US Open Tennis Auction: The US Open will host the first major tennis auction in North America, featuring a wide variety of tennis memorabilia including Bobby Riggs’ “Sugar Daddy” jacket from the historic 1973 Battle of the Sexes with Billie Jean King, trophies won by the legendary Bill Tilden and assorted racquets used by Jimmy Connors. The auction, hosted by the prestigious Guernsey auction house, will take place on Friday, September 11, at 2:00 p.m. and Sunday, September 13, at 11:00 a.m. in the Indoor Training Center. Bidding can take place in person or live at auctioneers.com and guernseys.com. A portion of the proceeds benefit USTA Serves, the philanthropic entity of the USTA.
Green Initiatives: The USTA is expanding its efforts this year at the USTA Billie Jean King National Tennis Center in order to ensure that the US Open will register as little impact on the environment as possible. The NTC grounds will feature 500 recycling bins and all paper products will be made with 30 percent post-consumer waste. Hybrid vehicles will make up 52 percent of the Lexus player transportation fleet (up from 30 percent in 2008) and Constellation Energy, the US Open’s energy provider, will supply Renewable Energy Certificates to offset the US Open’s electricity consumption. A reusable tote bag and organic T-shirts, including one designed by Venus Williams, will be sold on the grounds and a fan awareness campaign which includes player PSAs; an additional PSA from Alec Baldwin will run throughout the tournament.
Depois de acertar com a equipe feminina do Sport, o BMG acertou mais um contrato no vôlei. O banco irá copatrocinar o time masculino do Minas Tênis Clube, cuja cota máster pertence à Vivo.
O logo da instituição financeira será estampado logo abaixo da marca do patrocinador principal na camisa do atual vice-campeão da Superliga. "É uma satisfação ter o BMG como parceiro. Esperamos que esse seja o início de um relacionamento que dê bom retorno em negócios para o banco e em vitórias para o Clube", afirmou Sergio Bruno Zech Coelho, presidente do clube.
Os valores do contrato não foram oficialmente divulgados. Segundo o presidente do BMG, Ricardo Guimarães, o investimento fará com que o Vivo/Minas dispute novamente o título da principal competição nacional de vôlei.
"É um valor expressivo e dará condições à equipe Vivo/Minas de se reforçar mais, para disputar o título com outros concorrentes. O BMG investe em esporte há muito anos e é uma honra colocar nossa marca junto com a do Minas, em uma equipe vencedora. Somos duas instituições fortes e de tradição, e o namoro era antigo. Concretizar essa parceria é motivo de muito orgulho para todos nós", disse Guimarães.
Além dos aportes ao vôlei, o banco anunciou neste mês os patrocínios a Coritiba e Atlético Goianiense no futebol, onde também é parceiro dos mineiros América, Ipatinga e Tupi. Em outras modalidades, o BMG apoia a ginasta Jade Barbosa, o judoca Eduardo Santos e o lutador Vítor Belfort.
O lançamento do longa "Nada vai nos separar - os cem anos do Internacional" não será restrito a Porto Alegre. O início da exibição do filme está marcado para esta sexta-feira, e o time gaúcho decidiu promover a obra também em Curitiba e São Paulo.
O longa narra a trajetória do Internacional desde sua fundação, em 1909. Baseado em imagens de arquivo, o filme apresenta momentos e lances que marcaram a história do clube e alguns dos principais jogadores que vestiram a camisa colorada.
Além disso, há 50 entrevistas com personagens que fizeram parte do centenário do Internacional. No total, a captação gerou 80 horas de imagens, que foram compiladas em 116 minutos de filme.
"Digo com tranquilidade que a torcida colorada pode estufar o peito de orgulho por ter uma história como a nossa, contada dessa maneira. O filme me atingiu de forma avassaladora", disse Jorge André Avancini, diretor de marketing do clube.
O filme é produzido pela G7 Cinema, que já havia realizado uma obra sobre o título do Internacional no Mundial de clubes da Fifa. Uma semana depois do lançamento em Curitiba, Porto Alegre e São Paulo, a obra será levada a cinemas de Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis e Rio de Janeiro.
GUILHERME COSTA Da Máquina do Esporte, em São Paulo
Escolhida pela Fifa como uma das 12 cidades brasileiras que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014, São Paulo elegeu o Morumbi como o estádio que representará seu projeto. No entanto, a perspectiva de realização da competição no Estado deve contagiar outras arenas e aumentar o padrão de qualidade dos serviços no futebol local. Ao menos essa é a aposta da Federação Paulista de Futebol (FPF).
Na última quinta-feira, a entidade apresentou os resultados de um estudo sobre a venda de ingressos em jogos realizados no Estado de São Paulo. O levantamento foi conduzido por uma comissão criada pela FPF, que acompanhou quase 80 partidas desde o ano passado.
A partir dos dados coletados nos jogos, a comissão desenvolverá um guia para a venda de ingressos no futebol paulista. Esse documento reunirá orientações de comportamento e organização que os clubes e seus funcionários devem adotar a partir da próxima temporada para agilizar o processo de comercialização de entradas e aumentar a eficiência das filas.
Entre as medidas propostas pela comissão, a maioria fala sobre mudanças simples. Contudo, também há exigências sobre treinamento de funcionários e obras estruturais nos guichês, coisas que demandarão tempo e investimento dos clubes.
"Sabemos que é uma coisa complicada. Falamos em gasto e mudança de cultura, mas a Copa do Mundo vai criar um padrão diferente no futebol brasileiro. Os clubes vão entender mais claramente que eles perdem dinheiro com um serviço ruim e que a mudança compensa", disse Marco Aurélio Klein, que liderou a comissão criada pela FPF.
Klein acredita que o "clima de Copa do Mundo" vai contagiar até mesmo as arenas que não foram escolhidas para a competição. Por conta disso, o dirigente acredita que as adequações serão realizadas até mesmo por equipes com menos recursos.
"Não haverá jogos da Copa do Mundo no interior de São Paulo, por exemplo, mas a cultura da Copa chegará até lá. É uma questão de bom senso fazer as coisas em escala, mas formulamos um documento objetivo e acreditamos que isso pode melhorar as coisas no futebol do Estado", finalizou.
O São Paulo fechou mais uma parceria para o Morumbi Concept Hall, ala que reúne uma série de iniciativas comerciais no estádio da equipe tricolor. Na próxima segunda-feira, o clube paulista apresentará oficialmente um acordo com a rede de academias Companhia Athletica, que abrirá uma filial no interior da arena.
A Companhia Athletica é uma rede de academias oriunda de São Paulo. Fundada há 25 anos, sempre teve atuação ligada ao público de classe alta. No total, atende a cerca de 30 mil alunos espalhados pelo país.
A unidade da academia no Morumbi servirá como camarote em dias de jogos e shows no estádio. O espaço contará com 1.500 metros quadrados, e o número de alunos será limitado.
A criação de uma série de unidades comerciais no Morumbi é uma das principais intervenções que o São Paulo realiza no estádio para adequá-lo às exigências da Copa do Mundo de 2014 - a arena foi escolhida para o projeto de São Paulo, que será uma das 12 sedes e postula o direito de abrir a competição.
GUILHERME COSTA Da Máquina do Esporte, em São Paulo
Há quase quatro meses do término da atual temporada, o Vitória já começou a pensar em 2010. Resignado com a dificuldade para encontrar patrocinadores em virtude da retração que o mercado teve neste ano, o departamento de marketing rubro-negro decidiu focar suas negociações para fortalecer o caixa na próxima temporada.
Esse direcionamento vale tanto para a cota máster de patrocínio, vaga desde o início do ano, quanto para o fornecimento de material esportivo. A despeito de ter rompido o contrato com a Champs, que tinha validade até o término da temporada, o Vitória seguirá usando uniformes da marca neste ano.
O adiamento na definição sobre patrocínios dará ao Vitória a oportunidade de desenhar um plano de marketing diferente e fazer um estudo sobre as pretensões de seus parceiros para a próxima temporada. A ideia da diretoria não é apenas encontrar empresas que desembolsem um bom montante, mas que tenham uma estratégia condizente com os objetivos de comunicação e mercado da equipe baiana.
"A proposta que nós temos para os patrocinadores está mais ou menos casada com o que pretendemos para a temporada, que é buscar um posicionamento como uma das equipes mais tradicionais do futebol brasileiro. Queremos parceiros que tenham projetos de comunicação e fortalecimento da marca. Vamos levar essa proposta para as agências em setembro, e não analisaremos apenas o lado financeiro do que for oferecido", disse Ricardo Azevedo, diretor de marketing do Vitória.
A diretoria do clube baiano já até traçou uma programação sobre os patrocínios para a próxima temporada. Como existe um prazo mínimo de 60 dias para a produção de todo o enxoval de material esportivo, o Vitória espera assinar contratos para 2010 até o dia 30 de setembro deste ano. A data limite para fechar o desenho das novas camisas é 10 de outubro, e o lançamento da coleção deve acontecer em 5 de janeiro.
Quanto ao material esportivo, o mais provável é que o Vitória feche com a empresa italiana Givova, que pretende entrar no mercado brasileiro. A grande preocupação do clube para concluir o negócio, que está em estágio avançado, é ver qual postura a fabricante assumirá no país. "Buscamos saber o posicionamento deles. Se eles forem algo de terceiro nível ou em diante, não temos interesse. Inicialmente, o ponto principal nesse aspecto é a qualidade do material. Esperamos um produto top, diferenciado, com uma grife", relatou Azevedo.
Já a cota máster de patrocínio deve ser preenchida neste ano com acordos pontuais. O Vitória já usou esse expediente durante a temporada, quando expôs a empresa imobiliária OAS-Gafisa e a HDI Seguros.
Os patrocínios pontuais são um paliativo que a diretoria do Vitória encontrou para amenizar a falta de receita pela ausência de patrocínio. A previsão do clube era lucrar R$ 2,5 milhões em 2009 com a cota máster, mas só 20% ou 30% desse valor foi alcançado. A fabricação de material esportivo possuía uma previsão orçamentária de R$ 1 milhão, mas a equipe também só atingiu 40% disso.
"Para nós isso é um problema muito sério. Há um impacto direto no planejamento, e por conta disso as contratações ficaram comprometidas. Temos carência em algumas posições, mas por seriedade da diretoria nós não faremos investimentos. Estamos prontos para assumir os riscos desse tipo de gestão financeira, e a contratação do [técnico] Vágner Mancini faz parte disso. Ele já conhece o grupo e pode explorar o potencial dos garotos. Terminamos a temporada passada com um superávit de R$ 120 mil, sem dívidas, e não gostaríamos de dar um passo atrás. Vamos entender se acontecer porque não existe mágica em negócios, mas tentaremos amenizar", concluiu Azevedo.
Com tempero brasileiro, Juve quer quebrar jejum e impedir penta do Inter
Diego, Felipe Melo e Amauri são parte da espinha dorsal do time de Turim
Maior vencedor do Campeonato Italiano com 27 canecos, o Juventus espera que seu jejum termine neste ano. Sem conquistar o Scudetto desde a temporada 2002/2003, a Velha Senhora abriu o cofre e não economizou na hora de montar um time capaz de impedir o quinto título consecutivo do Internazionale de Milão. E, para obter sucesso nessa missão, a equipe de Turim aposta em um tempero brasileiro, que tem em Amauri, Felipe Melo e, principalmente, Diego os seus principais ingredientes.
Há algum tempo o Juventus não possui um toque tão brasileiro. Diego não acredita que seja uma coincidência, acha que a diretoria foi atrás da qualidade brasuca. No entanto, o importante, segundo ele, é a equipe adquirir um bom entrosamento. - A qualidade dos brasileiros ajuda, mas o nosso pensamento é agregar a nossa capacidade à equipe. E isso temos feito até o momento, Mas depois que a temporada começar oficialmente, precisaremos melhorar ainda mais - afirmou o meia, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.
Diego tem sido tratado como ídolo desde que chegou a Turim. Sua apresentação foi uma bonita festa. E as atuações nos amistosos da pré-temporada colocaram o meia em um lugar ainda mais reservado no coração dos torcedores. Tanto é que a imprensa italiana trata o brasileiro como sucessor de dois dos maiores ídolos da Velha Senhora: Platini e Zidane.
A responsabilidade não incomoda. Diego se sente lisonjeado. E promete empenho para deixar seu nome na história do clube.
- Eu me sinto, em primeiro lugar, orgulhoso por ser comparado a esses jogadores. Eu os tenho como exemplos. Sei que há muito o que ser feito pelo Juventus. Espero um dia obter o mesmo sucesso que eles tiveram com essa camisa. É um desejo grande porque tenho recebido muito carinho e atenção de todos desde que cheguei. A torcida tem sido maravilhosa - explica o meia, que costuma perder alguns minutos depois de cada treino para atender aos pedidos de autógrafos dos torcedores que vão ao centro de treinamento do clube.
Zidane e Platini são referências, mas ambos já penduraram as chuteiras. No atual elenco da Velha Senhora, Diego tem outra inspiração: Del Piero. O italiano, de 34 anos, segue atuando em auto nível, marcando gols e mostrando um comportamento profissional de fazer inveja. Um exemplo para o brasileiro.
- Sim, ele é mesmo, sem dúvida nenhuma. Del Piero é uma lenda no clube. Jogadores como ele sempre têm o que nos ensinar. Ele está no clube há muitos anos e pode me dar sugestões, pode me ensinar os caminhos que terei de seguir para entrar na história do Juventus. Estarei de olho nele sempre que puder - contou Diego, que vê no Internazionale de Milão e no Milan os principais rivais na briga pelo Scudetto.
O Juventus investiu para quebrar o jejum. Diego topou o desafio, mas confessa que esse não é o seu único objetivo. No próximo fim de semana, o brasileiro inicia o caminho para voltar à seleção brasileira. Ele tem uma temporada para mostrar que poderá disputar a próxima Copa do Mundo.
- Ainda penso na seleção, que é meu grande objetivo nesta temporada. Estar na Juventus é bom e me ajudará, mas não é fundamental. O mais importante é estar bem, para que o Dunga possa pensar em me convocar - analisou.
A última convocação de Diego foi em novembro do ano passado, na vitória brasileira por 6 a 2 sobre Portugal. Ele não entrou em campo. Desde então, sequer foi chamado.
- Não tenho problema com o Dunga. Minha relação com ele na seleção sempre foi ótima. Deve ter sido critério técnico, e eu respeito - afirmou.
Confira os jogos da 1ª rodada do Campeonato Italiano
Artilheiro 'desconhecido', Baré é o destaque de time árabe no Mundial
Fora do Brasil desde os 19 anos, atacante do Al-Ahli diz que não é reconhecido nem em sua cidade natal no Rio Grande do Sul
Thiago DiasRio de Janeiro
O nome do Al-Ahli movimentou o noticiário nos últimos dias como interessado em tirar Emerson do Flamengo. No time, o jogador teria a possibilidade de atuar no Mundial de Clubes de Fifa em dezembro nos Emirados Árabes. Mas quem quer o atleta rubro-negro é o Al-Ain. No Al-Ahli, o brasileiro que faz sucesso é Baré, atacante que deixou o Brasil em 2001 e reconhece que não é muito conhecido em seu país de origem.
- Nem mesmo na minha cidade, no interior do Rio Grande do Sul, a imprensa me procura para entrevistas. Seria bom ter o Emerson no Al-Ahli, é um jogador de muita qualidade. Mas o clube só tem eu de brasileiro, que ninguém conhece – disse Baré, rindo, por telefone, ao GLOBOESPORTE.COM.
O atacante de 27 anos está em Dubai desde o meio do ano passado. Marcou 11 gols e ajudou o time a conquistar a Liga dos Emirados Árabes, que deu lugar à equipe no Mundial de Clubes. Como representante do país sede, o Al-Ahli fará a abertura do torneio em Abu Dhabi contra o Auckland City (Nova Zelândia), da Oceania. O vencedor do confronto pega o campeão da Ásia por uma vaga na semifinal contra o Barcelona, da Europa.
- Todo mundo aqui conhece o Barcelona, claro. Estamos todos empolgados e ansiosos com a chance de jogar contra eles. Temos noção da dificuldade também. Não estou já cantando derrota antes da hora, mas sei que será muito difícil – afirmou.
Antes de chegar a Dubai, Baré passou sete anos no futebol japonês, interrompidos apenas por breves passagens pela Dinamarca e Botafogo de Ribeirão Preto. Fez sucesso no Gamba Osaka, campeão asiático na temporada passada, mas acabou não jogando o Mundial de 2009 porque já havia sido negociado com o Al-Ahli por US$ 6 milhões (R$ 11,1 milhões).
- Cheguei ao Japão com 19 anos, na Segunda Divisão. Saí do Gamba antes do título da Liga dos Campeões da Ásia e acabei fora do Mundial. Por felicidade do destino, estou no Al-Ahli agora e vou jogar esse torneio. A expectativa é grande – disse.
O time árabe fez pré-temporada na Europa e Baré embarcou para o Brasil na última quarta-feira, para três dias de férias antes de recomeçar o trabalho em Dubai. No dia 22 de setembro, o Al-Ahli disputa a Supercopa dos Emirados Árabes contra o Al-Ain, que tem Valdivia e está interessado em Emerson. A confusa saída do atacante do Flamengo também deixou Baré em dúvida sobre o destino do rubro-negro.
- Eu li na internet que teve uma oferta por ele, mas depois não era mais do nosso clube. Ele viria para ajudar a gente. Sei que o Al-Ahli quer um outro brasileiro, temos um time forte, com jogadores da seleção do Irã e do Egito. A temporada vai ser dura, teremos seis competições – explicou.
Robinho mostra que ainda não esqueceu críticas e diz que chegou a vez do City
'Ninguém estava interessado em me ouvir um ano atrás. Mas eu acho que eles vão ter de acreditar quando verem o que está acontecendo agora', diz
Robinho acredita que chegou a hora de o Manchester City levantar o caneco do Campeonato Inglês. E será nesta temporada. Em entrevista publicado pelo jornal "Daily Mirro", da Inglaterra, o brasileiro afirma que ficar entre os quatro primeiros é pouco diante de tanto investimento.
Para defender a sua teoria, Robinho chegou a relembrar suas declarações na temporada passada, quando afirmou estar assinando com um clube ansioso.
- Ninguém estava interessado em me ouvir um ano atrás. Mas eu acho que eles vão ter de acreditar quando verem o que está acontecendo com o Manchester City agora. Estamos no caminho de algo especial. Eu quero vencer a Premier League nesta temporada. E acredito que temos todas as condições de brigar de igual para igual aos demais - afirmou.
O brasileiro mostrou certa revolta ao falar sobre as críticas que recebeu quando trocou o Real Madrid pelo City.
- Disseram que eu estava pensando apenas na questão financeira, que eu havia esquecido minhas ambições pessoais por dinheiro. E eu disse na época que eu assinei porque via no Manchester City um clube com chances de brigar por títulos, de se tornar poderoso, não apenas na Inglaterra, como também no mundo todo. E isso está acontecendo - relembrou.
Robinho destaca que a força ofensiva do time poderá ser a base das conquistas.
- O City tem as melhores opções da Premier League. Assinar com Tevez, Santa Cruz e Adebayor significa que eu terei mais chances de mostrar meu futebol, porque meus adversários terão outros perigos para se preocupar - analisou.
Jornal espanhol afirma que primeira proposta foi recusada pelo Schalke
O lateral Rafinha poderá trocar a Alemanha por Barcelona. Segundo o jornal espanhol "Sport", o Schalke já fez uma proposta de 4 milhões de euros, cerca de R$ 10,5 milhões, que foi recusada. Mas o diário afirma que o negócio seria fechado com uma oferta de 10 milhões de euros, aproximadamente R$ 26,2 milhões.
Aos 23 anos, Rafinha estaria com vontade de deixar o clube. A relação com os dirigentes piorou muito depois das Olimpíadas de Pequim, quando ele não foi liberado para defender o Brasil. Apesar da proibição, ele jogou pelo time de Dunga e acabou multado.
Após quatro anos em Gelsenkirchen, Rafinha tem ainda mais um ano de contrato com o Schalke. O brasileiro já recusou ofertas de renovação, o que deixa o clube em uma situação difícil, pois no fim da temporada o perderá sem receber nenhuma compensação.
Além do Barcelona, o Juventus também estaria interessado na contratação do lateral brasileiro.
Lampard: 'Messi é o único que poderia substituir Cristiano Ronaldo no United'
Meia do Chelsea diz que atual tricampeão da Inglaterra terá de ser criativo para superar a ausência do seu principal jogador
Cristiano Ronaldo deixou um vazio no Manchester United depois de ser vendido ao Real Madrid. Em campo, os resultados não têm sido animadores, o que já despertou as primeiras críticas. Para o meia Frank Lampard, do Chelsea, Messi é a única pessoa que poderia fazer a torcida esquecer o português.
- Você não consegue substituir Cristiano Ronaldo, exceto com Messi. Ele é provavelmente o único jogador que poderá fazer as mesmas coisas em campo. É muito difícil substitui-lo. O próprio Alex Ferguson (técnico do Manchester United) já disse isso. Não acredito que ele esteja procurando um substituto. Ronaldo marca muitos gols. Várias vezes você ligou a televisão, viu que ele marcou, e o Manchester venceu por 1 a 0, 2 a 0 - analisou.
A saída para o Manchester United, segundo Lampard, é compensar com o coletivo. Utilizando características de vários jogadores, Alex Ferguson poderá compensar a perda.
- Ele irá tentar fazer o time ser forte como um todo. É a única coisa que eles podem fazer. Essa foi a nossa vantagem nesta temporada. Não perdemos nenhum dos nossos grandes jogadores - afirmou.
Hulk renova contrato com o Porto e ganha cláusula rescisória de R$ 262 milhões
Multa no compromisso do brasileiro é a maior da história do futebol do país
O atacante brasileiro Hulk renovou nesta sexta-feira o seu contrato com o Porto até junho de 2014, e sua cláusula de rescisão subiu de 40 milhões para 100 milhões de euros, aproximadamente R$ 262 milhões. O atacante brasileiro, de 23 anos, passa a ser o jogador com a cláusula de rescisão mais alta da história do futebol português.
A notícia foi confirmada pelo Porto em comunicado oficial. O clube possui 50% dos diretoris econômicos de Hulk, enquanto um grupo de empresários detém o restante.
Em 2008, o clube português pagou 5,5 milhões de euros pela sua parte. Hulk atuava no Tokyo Verdy, do Japão.
A força física e a velocidade de Hulk chamaram a atenção no Campeonato Português, e até mesmo a Uefa se rendeu ao atacante brasileiro, considerado uma das dez "estrelas" emergentes da Liga dos Campeões.
Fora da estreia do Roma no Italiano, Juan agradece a Dunga pela confiança
Convocado para jogos pelas eliminatórias, zagueiro revela em entrevista que ainda faz trabalho de reforço para evitar novas lesões musculares
Rodrigo SiricoRio de Janeiro
Dono de uma das vagas de titular da seleção brasileira desde antes da Copa do Mundo de 2006, o zagueiro Juan começa a nova temporada italiana tentando evitar a rotina da anterior. Perseguido por lesões musculares, o jogador espera dar adeus ao departamento médico até a Copa de 2010. Pensando nisso, a comissão técnica do Roma já avisou que o jogador não vai jogar na rodada de abertura da Série A, quando o Roma visita o Genoa neste domingo.
Nesta entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, Juan fala de suas expectativas para o Campeonato Italiano , revela seus planos para o futuro e também não deixa de falar sobre seleção. O jogador revelou que está em constante contato com o técnico Dunga que, por sinal, incluiu Juan na lista de convocados para os jogos contra Argentina e Chile, no início de setembro, pelas eliminatórias.
Confira abaixo a entrevista:
GLOBOESPORTE.COM: Você teve diversos problemas musculares na temporada passada. Acredita que está totalmente recuperado e pronto para ter novamente uma sequência de jogos?
JUAN: Clinicamente estou recuperado. Nesse momento estou fazendo um trabalho de reforço e prevenção para diminuir o risco de sofrer novas lesões musculares. Sei que é quase impossível evitar que isso aconteça dentro de uma temporada inteira, mas quero fazer o que for possível para diminuir essa possibilidade. Por isso, os médicos do clube resolveram que devo ficar fora da estreia no Campeonato Italiano.
O que Dunga conversa com você sobre sua recuperação? De alguma forma você sente seu lugar na seleção brasileira ameaçado (Juan foi convocado nesta quinta para os jogos contra Argentina e Chile, pelas eliminatórias)?
Sempre converso com o Dunga e com todo pessoal da comissão técnica da seleção. Ele tem pedido para eu me cuidar bem, já que esse ano será muito importante para todos por anteceder a Copa do Mundo. Ele me passa muita confiança e sou grato por isso.
O que podemos esperar do Roma nesta temporada? O time mudou pouco, mas será capaz de uma campanha melhor que a anterior (chegar desta vez ao menos à Liga dos Campeões)?
O Roma ainda tem um grupo forte. O clube não se movimentou muito nesse período de transferências, mas só perdemos o Aquilani. Nossa vontade é voltar a jogar bem para provar que a temporada passada foi atípica. Oscilamos muito dentro da competição e isso acabou sendo crucial no final. Esperamos fazer um bom trabalho e lutar pelas primeiras colocações. O Campeonato Italiano sempre foi muito competitivo e esse ano não será diferente.
Na sua opinião, quais times vão brigar pelo scudetto na temporada?
Quando se fala de futebol italiano, Inter, Milan, Juventus e Roma sempre são os favoritos. Mas isso teoricamente. Todos terão que provar que podem levar o scudetto dentro de campo. Sem contar que sempre pintam algumas surpresas durante a competição. No ano passado Fiorentina e Genoa surpreenderam muita gente. Acredito que esse ano novos times aparecerão correndo por fora.
O Roma é um dos clubes europeus com mais brasileiros no elenco. Quem são seus parceiros mais chegados? E entre os estrangeiros, com quem costuma se relacionar mais?
Todos os brasileiros do time se dão muito bem. Sempre que podemos estamos juntos, por isso, não destaco ninguém em especial. Entre os estrangeiros o Pizarro geralmente fica conosco, e também o Mexes. Ele mora perto de mim e nossos filhos sempre brincam juntos. No geral o grupo é bem unido.
Você está com 30 anos. Em termos de clube, está satisfeito com o que conseguiu na carreira, ou você ainda sonha em vestir alguma outra camisa?
Chega uma idade em que você precisa viver sua realidade. Tenho mais quatro anos de contrato e minha realidade hoje é o Roma. Estou feliz aqui, o clube me oferece o melhor em termos de trabalho e sei que não sou mais um menino para ter esse sonho. O que priorizo para minha carreira nesse momento é estar me aprimorando todos os dias para jogar melhor.
Lesão na coxa tira Ferdinand dos gramados por quatro semanas
Zagueiro desfalca o Manchester United em dois jogos pelo Inglês
O zagueiro e capitão do Manchester Rio Ferdinand ficará fora dos gramados por quatro semanas. Segundo o técnico Alex Ferguson, o atleta sofreu uma lesão na coxa durante o jogo contra o Birmingham na semana passada, pela abertura do Campeonato Inglês.
Além de desfalcar o Manchester nas partidas contra o Wigan e Arsenal, Ferdinand também ficará ausente dos dois jogos da seleção inglesa diante da Eslovência e da Croácia, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, no mês de setembro.
Leo Messi está convencido de que Zlatan Ibrahimovic no tendrá problemas para adaptarse al juego del Barça, dada su "gran calidad" como futbolista.
Aunque no marcó en el Gamper, en su estreno oficial, 'Ibra' dejó muy buenas sensaciones entre sus compañeros. "Era su primer partido y apenas hemos tenido entrenamientos juntos. Yo aún tengo que conocer sus movimientos y él los míos. Pero es un jugador de mucha calidad y se adaptará bien al equipo", añadió Messi.
El argentino pidió que no se compare a Samuel Eto'o con el nuevo delantero azulgrana. "Ibrahimovic tiene que hacer su trabajo y ayudarnos en todo lo que pueda. No se puede pensar en las comparaciones, porque son dos jugadores diferentes. Ojalá Ibrahimovic también nos pueda dar muchas alegrías".
Henry: "No sería bueno compararle con Eto'o"
Su compañero Thierry Henry se expresó en la misma línea: "En el Barça siempre hay expectación con todos los jugadores nuevos, sean de la cantera o no. Ya ha demostrado su clase, estuvo en todas las jugadas y sólo le faltó un poco de suerte para marcar".
Aunque Henry destacó que el hueco dejado por Eto'o será difícil de ocupar -"él ya forma parte de la historia de este club"-, recomendó no comparar a ambos jugadores. "No sería bueno compararles. Ahora tenemos a Ibra y esperamos ganar muchas cosas con él también".
Puyol: "Los rivales no lo tendrán fácil"
Seydou Keita, por su parte, recordó que Ibrahimovic "llevaba mucho tiempo sin jugar", y que no le costará acoplarse. "Él solo no podrá hacer nada, lo que importa es que se integre en el colectivo", comentó.
El capitán, Carles Puyol, recordó que los centrales del equipo rival "no lo tendrán fácil" para marcar a Ibrahimovic. "Es fuerte, rápido y técnico", insistió. "Lástima de su lesión en la mano, que le ha retrasado un poco la adaptación, pero no tardará en acoplarse sin problemas".
Ibrahimovic: "Jugar con Messi es una delicia"
Zlatan Ibrahimovic ya conoce su nueva casa deportiva. El sueco se estrenó en la fiesta azulgrana en un Camp Nou a rebosar que dejó con la boca abierta al artillero. El público, ansioso por ver debutar al nuevo astro del equipo, lo acogió con los brazos abiertos y una calurosa ovación, un gesto que el delantero agradeció profundamente consciente de que el cariño de la afición será básico para escribir sus propias líneas de la historia del Barça. Al final del partido, Zlatan miró a su alrededor, y tuvo una sensación muy agradable. El resultado había sido tan sólo una anécdota, puesto que lo que contaba es la conexión que ha empezado a establecerse entre el jugador y la afición, y entre Ibra y el resto de sus compañeros.
Ibra ha recalado en el considerado mejor equipo de fútbol del momento, con unos compañeros de trabajo que despiertan elogios en todo el planeta. Después de sus primeros 45 minutos como azulgrana, el jugador entiende perfectamente porqué el Barça lo ganó todo el año pasado.
“Jugar con Messi es una delicia, lo hace todo fácil. Juega para el compañero, siempre te deja la pelota en ventaja, siempre. Se la devuelves y siempre la controla. Es de esos jugadores que hacen mejores a los que juegan a su lado”, después del partido frente al Manchester City Ibrahimovic no podía dejar de hablar de Leo Messi, estaba completamente alucinado con lo que era capaz de hacer el mejor jugador del mundo.
El crack de Malmö sabe que para seguir el ritmo de este equipo es necesario tener las pilas cargadas en todo momento y, en ese sentido, explicó que el estilo de juego de Pep Guardiola es distinto al que estaba acostumbrado en el Inter, “es normal que sea diferente, pero me iré adaptando poco a poco. Hoy –por el miércoles– ha sido el primer contacto con los compañeros en un partido y mis sensaciones son buenas, tenía ganas de que llegara este día porque es como un punto de partida”. En realidad, Ibra no ha tenido tiempo material para memorizar todos los automatismos del Barça. Durante la gira americana, tuvo que seguir los entrenamientos desde la barrera mientras se recuperaba de su fractura en la mano. Poco a poco se fue incorporando a las sesiones de Pep Guardiola, pero no es lo mismo entrenar que jugar un partido, “a partir de ahora me iré adaptando más rápido”, prometió en la zona mixta del Camp Nou.
De todos modos, por ahora lo más importante es que el azulgrana ha vuelto a disputar un partido, un mes después de pasar por quirófano. “Tenía muchas ganas de volver a jugar, es importante volver poco a poco, pero sé que tengo que mejorar”.
Ibra no se resintió de sus molestias en su mano, pero aseguró que el hecho de ser una operación reciente le obligó a tomar ciertas medidas de precaución, “aunque intento no pensar en la lesión de mi mano, creo que me ha afectado un poco, aún así, yo juego con los pies no con las manos, lo que me falta es coger ritmo”.
El delantero se sintió cómodo sobre el césped del Camp Nou, aunque deja en manos del míster la decisión de participar en el partido de vuelta de la Supercopa de España este domingo. Ibrahimovic dijo que “depende del entrenador, si es por mí, yo siempre quiero jugar, pero reconozco que físicamente todavía me falta aún ponerme a tono, llevo mucho tiempo parado”.
SINTONIA CON LA GRADA
En su primer partido en el Camp Nou, Zlatan quedó alucinado con el ambiente de las gradas y reconoció que “nunca había jugado ante tanta gente, ha sido una experiencia muy bonita y emotiva”. Los más de 94.000 espectadores acogieron al jugador con un sonoro aplauso durante la presentación de la plantilla e Ibrahimovic está dispuesto a devolverles la confianza con goles y buen juego, pero sobre todo dando lo mejor de él.
“No me he sentido nervioso en el debut, lo que estaba era contento e impaciente por volver a jugar”, explicó el artillero quien tiene muchas ganas de llegar a formar una pareja letal con Leo Messi. De momento, más allá de adaptarse al nuevo sistema de juego impuesto por Guardiola y establecer una buena conexión con sus nuevos compañeros, Zlatan tiene otra preocupación a la que hacer frente. “Me estoy adaptando a la ciudad, al calor y a los compañeros de equipo, de momento estoy en proceso de ello, pero me temo que me va a llevar un tiempo, me lo tengo que tomar con calma”, confesó el jugador que a día de hoy todavía no ha decidido dónde va a ubicar su residencia durante los próximos cinco años, durante los que tiene contrato como jugador del FC Barcelona.
Los 45 minutos de juego fueron como un pequeño caramelo para el sueco quien está ansioso por recuperar el tono físico y empezar a trabajar al cien por cien, para poner todo su talento a disposición del esquema de juego de Guardiola y contribuir de manera activa a ampliar la trayectoria gloriosa que el equipo azulgrana inició la temporada pasada.
"MÁS PRESIÓN QUE YO NO SE LA PONE NADIE", DICE
Ibrahimovic no teme la 'sombra' de Eto'o
Preguntado por los más de 30 goles que Eto'o marcó la temporada pasada, el sueco señaló que la presión se la pone él mismo para hacerlo "bien y rápido", aunque ha remarcado que todavía debe adaptarse a la Liga española.
"Es normal que haya presión de todos, de los medios de comunicación, de los aficionados, de los compañeros, del club, pero más presión que la que me pongo yo mismo no hay, porque quiero hacerlo bien y rápido. Pero el campeonato es largo y debo tomarme mi tiempo para adaptarme a él", comentó 'Ibra'.
Ibrahimovic se mostró "contento" por sus primeros 45 minutos con la camiseta del Barça, en el Trofeo Joan Gamper, si bien ha dicho que no pudo rendir "al cien por cien" por las molestias que acarrea en la mano.
Asimismo, el sueco va adaptándose a los mecanismos que exige el técnico Pep Guardiola para compenetrarse con el resto de compañeros y para recuperar el balón mediante la presión.
"El entrenador quiere que presionemos rápido cuando perdemos el balón. Me gusta mucho la presión que ejercemos porque nos permite recuperar el balón rápido para iniciar jugada", ha afirmado Ibrahimovic.
El delantero no se ha mostrado preocupado por marcar su primer gol como azulgrana en el próximo partido con el Barça, el domingo en la vuelta de la Supercopa de España frente al Athletic.
"Si llega la posibilidad, lo haré lo mejor posible para poder marcar, pero lo importante es recuperarse de la mano y encontrar mi físico en las mejores condiciones", ha señalado Ibrahimovic.
Campeonato Espanhol com Real e Barça nos canais Espn
Na reprise de Real Madrid x Borussia Dortmund na Espn Brasil, pode acompanhar o depoimento do narrador João Palomino, a respeito do novo acordo que os canais Espn fecharam com a Sky, concernente ao Campeonato Espanhol 2009/2010.
De acordo com ele, Palomino deixou claro que a cobertura será sim, mas ampla como já divulgamos e que a cada rodada, pelo menos um jogo do Real Madrid ou do Barcelona será exibido. E haverá rodada que os jogos dos dois principais clubes espanhóis estarão na tela dos canais Espn.
Entretanto, lamenta o nosso leitor, ele sentiu na fala do Palomino que os clássicos Real Madrid x Barcelona não serão exibidos, ou quando muito, serão mostrados apenas pelo canal HD, o que acredito que realmente venha a acontecer.
El Príncipe habla de lo que más le gusta: el fútbol. Dice que Messi tiene más para dar, que le gustaría que Riquelme estuviera en la Selección y pone en el cielo a Bolatti. Mirando al Real, respalda a Pellegrini y aplaude a Kaká. El jamás la tira a la tribuna.
En la última entrevista con Olé dijiste que te costaba encontrar tu lugar. ¿Ya lo encontraste?
-Si la pregunta es si voy a trabajar dentro del fútbol, sinceramente no lo sé. Vocación de entrenador sigo convencido de que no tengo... Aunque es algo que no me preocupa puntualmente. Estoy bien y el fútbol igual es mi gran pasión. Veremos si en un futuro hay algo que me estimule y yo esté dispuesto, porque una cosa es la teoría y otra el día a día. Asumir un montón de cosas. Te lleva mucho tiempo, y ése es un espacio que se lo sacás a la familia. Hoy estoy bien así, tranquilo.
-¿Por qué no entrenador? ¿La pasan muy mal?
-Después de haber jugado, ser director técnico es lo más cercano. Y está bueno que un equipo interprete tu manera de ver el fútbol, debe ser placentero. Pero para eso hay que tener vocación, estar dispuesto al día a día. Y hoy no lo estoy.
-Verón te veía como un buen manager. ¿Y vos?
-Difícil verme en un despacho, qué sé yo...
-¿Sólo te interesa jugar?
-Puede ser... Ahora surgió jugar al showbol, como el Súper 8. La gente del Showbol hacía tiempo me había hablado. En su momento me invitaron Diego y Mancuso, pero no coincidía por mi estancia (sic) en el país. De un tiempito a esta parte coinciden las fechas y la idea es un proyecto serio, con continuidad. Y es jugar, que es lo que me gusta. Entonces, encantado. Jugué un formato muy similar con los veteranos del Madrid, en césped sintético. Es muy competitivo, dinámico. La verdad, me entusiasma.
-¿Cómo son tus días?
-No hay un día igual y me gusta que sea así. Me ocupo de mis cosas, mucho de mi familia, de mi tiempo libre, mis obligaciones fuera del fútbol, que no tienen la menor importancia...
-¿Mirás fútbol? ¿Te atrapó el fútbol de Huracán?
-Sí, a Angel (Cappa), además de mucho afecto le tengo un gran respeto. Me dio gusto Huracán, como ver al Barcelona... Yo soy madridista pero ver a un equipo jugar así, te sentás y dan ganas. Como otros partidos te aburren y no te llevás nada, haber visto a Huracán el campeonato pasado dio gusto.
-¿Te dieron ganas de ir a la cancha a verlo?
-No soy mucho de ir a la cancha, prefiero disfrutarlo tranquilo en casa. Pero miro fútbol, me gusta.
-Una satisfacción es que se seguirá hablando sin ser campeón. Mejor salir primero, claro, pero Huracán dejó una marca.
-Sí, obviamente todos jugamos para ganar y salir campeón. La realidad es que se puede ganar y perder, no hay una lógica y no siempre gana el mismo, hay imponderables... Pero ese fútbol no te lo quita nadie. Lo que pudimos ver, disfrutar a los jugadores y al mismo Angel. Eso es lo más valioso.
-¿Qué te pareció Bolatti, el eje de ese equipo?
-La verdad es que yo no lo había visto. Y me gusta mucho. Es un jugador que entiende bien el juego, algo muy importante. Es un futbolista que recupera sin necesidad de hacer faltas, lo hace naturalmente porque se ubica muy bien en la cancha. Y también lo hemos visto hasta definir. No sólo elabora bien y es preciso en el toque y simple cuando tiene que serlo, sino que también es contundente adelante, cabecea bien y ha pateado desde afuera... Yo miro ese tipo de jugadores. Quizá al ser centro (se frena)...
-Estuviste a punto de tirar un viejazo: ¡centrohalf!
-Exacto, ja. Pero ahora es más difícil verlos. Como Bolatti, poquitos... Hoy para destacar en el fútbol argentino está Bolatti y lo haría en el Barcelona con Xavi e Iniesta, que son el motor del equipo. Ellos dan la pauta de que no hace falta ser físicamente superdotados, que se trata de inteligencia y mentalidad. Y de los conceptos futbolísticos, de cómo te formaste, creer en eso, tener gente que te apoye. Si tenés de DT a Guardiola, que se formó en el Barcelona con Cruyff, con un estilo de juego muy definido... Por eso te gusta que a esos equipos les vaya bien. Disfrutás. Cuando jugás bien la fortuna cuenta en un mínimo porcentaje. De diez partidos ganás nueve.
-El problema es que quizá perdiste el que necesitabas para salir campeón.
-Bueno, si mirás Vélez-Huracán, sin desmerecer a Vélez que hizo un gran campeonato, en el partido decisivo hay errores que no tienen que ver con los equipos sino con el árbitro. Y te lo definen... Es lo que tiene el fútbol. Ahora, a la larga, si te dan la posibilidad de ese partido jugarlo cinco o seis veces, yo creo que gana el mejor. En la sumatoria...
-O sea que creés que si lo jugaban cinco o seis veces lo ganaba Huracán.
-Yo creo que sí.
-El Barsa es el mejor del mundo por lo que decís.
-Sí, hoy en día sí. Vos lo ves y tiene grandes individualidades pero también funcionamiento, y eso es lo importante. Todos juegan a lo mismo. Hay cosas que son simples y en el fútbol no se hacen simples. El Barsa en eso es abc. Después, de tres cuartos en adelante si no tenés brillantez es difícil desnivelar, necesitás creatividad pura, más concepto para crear los espacios y poder profundizar, claro. El Barsa arranca por una punta y si está encerrado, no es que quiere forzar; hace tac tac y sale rápido por el otro lado. Me encanta verlo.
-¿Qué es Messi dentro de ese Barcelona?
-Es el jugador desequilibrante. El motor son Xavi e Iniesta, ellos generan para que Messi defina, desequilibre, rompa con todo.
-¿Es el mejor del mundo?
-Y, está ahí... Yo creo que Messi tiene mucho más todavía. Sobre todo porque esperamos verlo en el Mundial, ¿no? Es un jugador que a mí me sorprende, además de la habilidad y la velocidad con la que lleva la pelota, la capacidad de definición que tiene. Me sorprende lo bien que define. Una tranquilidad... Eso es muy difícil.
-¿Con quiénes compite en el podio de los mejores?
-Me gusta mucho Kaká. Si bien es un jugador diferente a Messi, también es desequilibrante. No es un Zidane, un creador de juego; él te lo va a desequilibrar. Esa es su gran virtud. Y después es lindo verlo porque es simple también. Hace cosas muy difíciles de manera que parecen fáciles.
-¿Y Cristiano Ronaldo?
-Es un jugador con muchísimas condiciones, creo que todavía tiene que madurar en su juego, es mi opinión personal. Y que a veces el desgaste que hace en determinados sectores del campo por ahí resulta innecesario, debería aprovecharlo más en otro lado.
-En el 06, Valdano dijo que a veces confundía exhibición con competición.
-Pero también le pega bien de afuera, cabecea bien, es rápido y potente. Va a estar lindo el torneo español, porque el Madrid está en proceso de formación, hay que ver si encuentra el equipo, pero trajo grandes jugadores. Contrató a Xabi Alonso, que es un gran jugador, interpreta el juego; y lo vi a Granero, que es de esta generación de mediocampistas españoles de la última etapa. Del estilo Xavi, Iniesta... Lo ves al tipo y antes de recibir ya sabe dónde jugar, y es muy preciso. Importante en un equipo.
-¿Conocías a Pellegrini?
-No, no lo conozco. Desde afuera me da una muy buena impresión. Creo que tiene la prestancia y la solvencia para conducir situaciones que un Madrid te pueden desestabilizar.
-¿Y cómo lo ves a Maradona en la Selección?
-Lo veo bárbaro, muy estimulado. Y a los jugadores también. No tengo dudas de que, si bien tenemos partidos fundamentales, Argentina estará en el Mundial. Y espero que ése sea el momento en que el equipo explote. Que puedan trabajar y que el equipo aparezca en el Mundial. Es lo que todos deseamos. Aunque hace mucho que no hablo con él.
-¿Que haya empezado el equipo por Mascherano enaltece el puesto?
-Qué sé yo. El 5, el centrocampista, el mediocentro, o como lo llamemos tiene una importancia, dentro de la columna vertebral está ese puesto. Dentro de los equipos que realmente juegan bien hay jugadores que son importantes en ese puesto. Yo lo entiendo así el juego. -Siempre se habla del 10. -Todas las piezas son importantes y no todas tienen que ser iguales. De eso se trata formar un equipo.
-¿Con Brasil deberá verse el plus del jugador argentino? Diego dice que ahora ligan y tienen arquero.
-Considero que en un Argentina-Brasil, más allá del momento que esté pasando cada equipo, no hay un favorito. Argentina va a hacer pesar su localía y la calidad de sus jugadores, sabiendo también acomodarse en el partido. Será interesante.
-¿A la Selección le hace falta Riquelme o está terminada la discusión porque ya renunció?
-Son situaciones muy respetables. Ahora, si me preguntan por Riquelme, yo lo quiero en la Selección. Quiero a los mejores. Me alegro de que esté Verón y me gustaría que estuviera Riquelme. Pero soy muy respetuoso.
-¿Decís Verón por lo futbolístico o su historia?
-Por todo. Lo básico es que se lo merece por la clase de futbolista que es. Y un poco también porque me parecía injusto lo que se había generado en el Mundial 2002.
-¿Cómo viviste la salida de Basile de la Selección?
-La verdad es que no sé los motivos. Y por eso no puedo hablar. Esas cosas hay que entenderlas y respetarlas. Es una decisión de Coco. Ahora espero que haga una gran campaña en Boca.
-¿Y el equipo del que sos hincha: Independiente?
-Espero que se rearme. Ahora que paso más tiempo en la Argentina estoy deseando ver a Independiente jugar bien al fútbol y conseguir resultados. Hay intenciones de la dirigencia de armar un gran equipo y recuperar la historia de Independiente, que tiene que ver con ganar y con el buen juego.
Rio ganha adeptos e é favorito para levar disputa por Jogos de 2016, diz agência
Segundo fonte, projeto carioca passa o de Chicago na preferência do COI
As chances de que as Olimpíadas de 2016 aconteçam no Rio de Janeiro são grandes. Pelo menos é o que disse a agência de notícias AFP nesta quinta-feira. Segundo uma fonte de dentro do Comitê Olímpico Internacional (COI), o projeto brasileiro agradou e ganhou espaço entre os membros da entidade.
Chicago seria a principal rival do projeto do Rio 2016, mas a cidade norte-americana estaria perdendo espaço com o crescimento da candidatura carioca. De acordo com a agência, Madrid e Tóquio ainda teriam chances, mas precisariam conquistar mais votos até a escolha da cidade-sede, no dia 2 de outubro.
Para a AFP, a candidatura do Rio fez grandes avanços após o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, ter feito uma apresentação “passional e efeciente” diante do Comitê Olímpico Europeu em Instambul, em novembro do ano passado. Além disso, as garantias do presidente Lula de que o país está preparado para receber os Jogos também ajudaram no processo.
Mesmo pontos negativos, como a violência e os jogos Pan-Americanos de 2007, considerados caóticos pelos membros do COI, não parecem ser empecilhos para a candidatura carioca.
- Querem falar sobre violência. Bem, a Copa do Mundo de futebol sera na África do Sul, lugar não exatamente conhecido por suas ruas tranqüilas – disse a fonte.
Também pesa a vontade do presidente do COI, Jaques Rogge, que deixa o comando da entidade em 2013.
- Rogge deixa o cargo em 2013 e o que ele realmente quer é deixar um legado. Ele estava na presidência quando Pequim organizou com sucesso os Jogos, apesar do ceticismo de todos. Que melhor legado do que ver a América do Sul ganhar o direito de hospedar os Jogos pela primeira vez em seu mandato? – avalia a fonte.
A indústria desportiva e em particular a do futebol espera que o Mundial 2010 na África do Sul possa significar um impulso considerável na sua economia e afastar definitivamente os reflexos negativos causados pela crise mundial. A marca de equipamentos desportivo Puma é líder do mercado Africano, segundo o seu chefe-executivo Jochen Zeitz o continente Áfriano foi responsável por 3% dos 2.500 milhões de Euros (cerca de 75 milhões de Euros) das receitas da Puma no ano de 2008.
A Puma irá enfrentar grande concorrência da Nike e da Adidas na disputa da liderança do mercado Africano durante o mundial de futebol, embora com um investimento em publicidade bastante inferior ao dos seus adversários, que apresentaram recentemente orçamentos de marketing fantásticos tendo em vista o Mundial 2010, a Puma é uma marca consolidada no continente, equipando 11 selecções de futebol e contribuindo de forma positiva para o desenvolvimento Africano, ao comprar o algodão para os seus produtos a produtores locais.
Estando na terceira posição no ranking mundial das marcas desportivas, a Puma não vive dias de abundância, o que se reflectiu nos resultados financeiros da empresa respeitantes ao primeiro trimestre de 2009 onde a empresa não obteve lucros. Em resposta a esta estagnação a Puma lançou um programa de reestruturação no valor de 110 milhões de Euros. O programa foi um sucesso e nas contas do segundo semestre a empresa apresentou lucros no valor de 63 milhões de Euros.
Num mercado muitas vezes esquecido pelas grandes marcas desportivas mundiais a Puma manteve-se sempre como a marca preferida dos Africanos, no entanto a ofensiva será grande por parte dos concorrentes e veremos depois do evento qual das 3 marcas conseguiu mais sucesso. Para já a a Puma conta com um reforço de peso nas suas fileiras, Samuel Etoo o actual melhor jogador Africano.
Governo e federação argentina selam acordo para exibir jogos na TV aberta
Estado pagará 600 milhões de pesos (aproximadamente R$ 287 mi) para transmitir os jogos do campeonato nacional em seu canal
Das agências de notíciasBuenos Aires
A presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, assinou nesta quinta-feira um acordo entre o Governo e a federação local de futebol (AFA, em espanhol) para a transmissão dos jogos da Primeira Divisão pela televisão aberta, a começar pelo próximo Torneio Apertura. O acordo terá validade de dez anos e foi oficialmente anunciado na sede da AFA, nos arredores de Buenos Aires. Estiveram presentes o presidente da federação, Julio Grondona, e o ex-jogador Diego Maradona, técnico da seleção.
Cristina Kirchner disse que a medida faz parte de um projeto de lei apresentado pelo Governo há cinco meses, que inclui o acesso ao esporte mais importante da Argentina para toda a população.
- O futebol é uma indústria muito importante, que não necessita de subsídios. É um grande negócio, cujos lucros devem ser divididos também com os que têm menos oportunidades e aqueles que não podem pagar para ver os jogos - afirmou.
A presidente assegurou que o Governo "não quer fazer negócio" com o futebol. Por isso, todos os ganhos com a comercialização dos direitos de televisão serão distribuídos em partes iguais entre a AFA e o comitê olímpico local.
- Precisaremos também de um grande esforço de todos os dirigentes, porque o saneamento das finanças dos clubes é fundamental. O sistema de comercialização dos direitos será de absoluta transparência - comentou a presidente.
Grondona agradeceu ao Governo e disse que "esta é uma oportunidade inigualável".
- A paixão do futebol sempre me surpreende com fatos como este, que significa o desafio de uma nova ordem em nosso esporte, que é um fato cultural em nosso país - ressaltou.
Maradona deu de presente à presidente uma camisa da seleção argentina. Também eram vistos cartazes com dizeres como "obrigado pelo futebol gratuito", "futebol de graça para todos" e "futebol pela televisão para todos os argentinos".
Há duas semanas, a AFA adiou o início dos torneios profissionais em razão das dívidas dos clubes com os jogadores, exigindo à empresa detentora dos direitos de televisão um aumento superior a 100% em relação ao valor pago anualmente.
A empresa Televisión Satelital Codificada (TSC) negou o pedido e ofereceu um adiantamento para que os clubes pagassem suas dívidas. A AFA decidiu então romper o compromisso, válido até 2014 e que contemplava apenas a tv paga, e acertou com o Governo.
A TSC pagava 268 milhões de pesos por temporada (cerca de R$ 128 milhões), ao passo que o Estado dará 600 milhões (aproximadamente R$ 287 mi).
O Torneio Apertura começará amanhã e os dez jogos da primeira rodada passarão no canal 7, de propriedade do Estado - nenhum deles começará no mesmo horário. Posteriormente serão negociados compromissos com quatro redes abertas para distribuir a programação.
Máfia do Apito: eles venceram
por andre.rizek
Como já era esperado (para quem lê este blog), nesta quinta-feira foi anunciado o trancamento da ação criminal que envolve os sete acusados da chamada Máfia Apito, grupo responsável pela manipulação de resultados no Brasileiro e no Paulista de 2005 – e que tinha a participação de dois ex-árbitros, Edílson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon.
O Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que não há crime nos atos praticados pelo grupo (“reprováveis”, segundo o próprio advogado de um dos réus). Que manipular resultados e enganar torcedores que pagam ingressos, clubes que pagam os árbitros, jogadores que entram em campo etc não se configura “estelionato” (e conseqüentemente formação de quadrilha), como sustentava o Ministério Público de São Paulo.
Entrevistei o promotor que denunciou o grupo, José Reinaldo Guimarães Carneiro. Abatido, ele concedeu a seguinte entrevista ao Primeira Mão:
Como o senhor encara a decisão do Tribunal? Respeito, como qualquer decisão. Mas acho lastimável, levando-se em conta a gravidade e a repercussão dos fatos, que inclusive passou as fronteiras do país. Lamento que as milhares de páginas com provas sequer tenham sido analisadas, que sequer tenha havido um julgamento do mérito.
O senhor não acha que essa decisão passa uma mensagem de impunidade? Que árbitros desonestos podem se sentir encorajados a repetir o que fizeram Edílson e Danelon, já que para a Justiça brasileira vender resultados não é crime? Entendo que isso cria uma dúvida na cabeça das pessoas da nossa população, sim. Dúvida esta que eu, como promotor, não sei como responder neste momento. Me desculpe.
O Ministério Público dá o caso como encerrado? Foi um golpe muito duro. Cabe recurso (desanimado), mas é algo muito demorado. O MP vai estudar…
Traduzindo: fim de jogo. Se o recurso der certo, em daqui a… 5, 10 anos anos, a ação criminal seria retomada. As testemunhas seriam chamadas (mas nem sem lembrariam mais dos detalhes), o caso já estaria mais esquecido do que está hoje etc etc etc.
Eles venceram…
Em tempo:
1) Tramita no Congresso um projeto de lei para transformar manipulação de resultados em crime.
2) Na Alemanha, os juiz Robert Hoyzer, que vendeu resultados de jogos de futebol para apostadores, quase na mesma época de Edílson e Danelon, foi preso e condenado a dois anos e cinco meses de prisão. Ele já cumpriu sua pena.
Carrasco de 98 e 06, Zidane vem ao Brasil em outubro
Craque francês será o padrinho de uma competição sub-12 em São Paulo
O francês Zinedine Zidane visitará o Brasil em outubro, para prestigiar uma competição sub-12 que será realizada no Pacaembu. O ex-jogador eleito três vezes o melhor do mundo (1998, 2000 e 2003), marca só igualada pelo atacante Ronaldo, do Corinthians, será o padrinho das finais da Copa Danone.
Zizou foi o grande destaque da final da Copa do Mundo da França, em 1998, quando marcou dois gols de cabeça na vitória dos anfitriões sobre o Brasil por 3 a 0. Oito anos depois, o camisa 10 dos Bleus deu passe para o gol de Henry na vitória por 1 x 0 dos franceses sobre o Brasil na Copa da Alemanha.
Em março do ano passado, Zidane veio ao Brasil para participar da inauguração de uma quadra no Heliópolis, em São Paulo, e chegou a disputar uma partida de futebol na cidade.
A fase decisiva da Copa Danone sempre ocorreu na França e pela primeira vez será realizada fora da Europa. A fase final terá a representação de 40 países de todo o mundo, com destaque para os estreantes Chile, Colômbia, Coréia do Sul, Emirados Árabes, Nova Zelândia e Senegal. O CFZ (Clube de Futebol do Zico), que conta com Tom Veloso, filho de Caetano, será o representante do Brasil.
Confira os jogos desta quinta-feira pelos play-offs da Liga Europa:
Kosice (Eslováquia) 3x3 Roma (Itália) Baku (Azerbaijão) 1x3 Basel (Suíça) BATE Borisov (Belarus) 0x1 Litex Lovech (Bulgária) Teplice (Rep. Tcheca) 1x2 Hapoel Tel-Aviv (Israel) Bnei Yehuda Tel-Aviv (Israel) 0x1 PSV (Holanda) Guingamp (França) 1x5 Hamburg (Alemanha) Trabzonspor (Turquia) 1x3 Toulouse (França) NAC Breda (Holanda) 1x3 Villarreal (Espanha) CSKA Sofia (Bulgária) 0x0 Dynamo Moscou (Rússia) PAOK (Grécia) 1x1 Heerenveen (Holanda) Metalurg Donetsk (Ucrânia) 1x2 Austria Viena (Áustria) Rapid Viena (Áustria) 1x0 Aston Villa (Inglaterra) Sturm Graz (Áustria) 1x1 Metalist Kharkiv (Ucrânia) Dinamo Bucareste (Romênia) 0x2 Slovan Liberec (Rep. Tcheca) Steaua Bucareste (Romênia) 3x0 Saint Patrick's Athletic (Irlanda) Sivasspor (Turquia) 0x3 Shakhtar Donetsk (Ucrânia) Slavia Praga (Rep. Tcheca) 3x0 Estrela Vermelha (Sérvia) Twente (Holanda) 3x1 Qarabag (Azerbaijão) Vaslui (Romênia) 2x1 AEK (Grécia) Partizan (Sérvia) 1x1 Zilina (Eslováquia) Sarajevo (Bósnia) 1x1 Cluj (Romênia) Brondby (Dinamarca) 2x1 Hertha Berlim (Alemanha) Lech Poznan (Polônia) 1x0 Club Brugge (Bélgica) Sion (Suíça) 0x2 Fenerbahçe (Turquia) Ajax (Holanda) 5x0 Slovan Bratislava (Eslováquia) Benfica (Portugal) 4x0 Vorskla Poltava (Ucrânia) Galatasaray (Turquia) 5x0 Levadia Tallinn (Estônia) Racing Genk (Bélgica) 1x2 Lille (França) Genoa (Itália) 3x1 Odense (Dinamarca) Lazio (Itália) 3x0 Elfsborg (Suécia) Maribor (Eslovênia) 0x2 Sparta Praga (Rep. Tcheca) Werder Bremen (Alemanha) 6x3 Aktobe (Cazaquistão) Dinamo Zagreb (Croácia) 4x0 Hearts (Escócia) Everton (Inglaterra) 4x0 Sigma Olomouc (Rep. Tcheca) Fulham (Inglaterra) 3x1 Amkar Perm (Rússia) Stabaek (Noruega) 0x3 Valencia (Espanha) Nacional da Madeira (Portugal) 4x3 Zenit St. Petersburg (Rússia) Athletic Bilbao (Espanha) 3x2 Tromso (Noruega)
Ingresso contra o Ipatinga traz homenagem aos 111 anos do Vasco
Partida no Maracanã faz parte das comemorações do clube cruzmaltino
A diretoria do Vasco resolveu produzir um ingresso especial para a partida contra o Ipatinga, no sábado, às 16h10m, no Maracanã. Em homenagem ao aniversário do clube, comemorado nesta sexta-feira, 21 de agosto, o bilhete traz a imagem de um jogador vestindo a camisa 111 estampada no verso. Com isso, os torcedores poderão guardar uma lembrança da data
Lucas: 'Sempre trabalhei com o objetivo de retornar à seleção'
- Sempre trabalhei com o objetivo de retornar à seleção brasileira e só quem convive comigo sabe o quanto estou feliz por isso. Quero agradecer a todos que torceram pela minha volta e acho que isso tudo aconteceu por causa do momento que vivo no Liverpool. Fiz uma pré-temporada maravilhosa e estou cumprindo com meu objetivo principal que era jogar no time titular com mais regularidade. Com certeza passo pelo meu melhor momento desde que cheguei à Inglaterra – disse Lucas através de sua assessoria.
- Jogar com a Argentina nunca é fácil, ainda mais fora de casa. Mas a seleção brasileira conta com grandes jogadores, vive um momento excepcional e tem totais condições de sair de campo com a vaga assegurada para a Copa do Mundo. Nossa equipe é bastante experiente e saberá lidar com a pressão da torcida - concluiu.
Gail Hunter, Senior Vice President, Events and Attractions, NBA
Professional
“I use what I learned playing basketball and volleyball competitively in every situation in life, both business and personal.”
WhatI like …
An insight: “Necessity is the mother of invention.”
An influential person in my career: Chuck Armstrong, president, Seattle Mariners.
An out-of-the-box idea: Twitter. Who knew people cared about people eating popcorn at home in front of their TV?
A timeless idea: Krazy Glue. Never be without it.
A sports facility: Safeco Field, where baseball is meant to be enjoyed.
A sports event: NCAA Final Four (1982, 1993, 2005, 2009).
A sports promo: ESPN commercials. I’m particularly fond of the Boston Celtics’ “Three Amigos” spot.
A business decision: No bonuses for company executives if the company is not profitable.
A TV ad campaign: Budweiser Clydesdale commercials. They remain timeless and have the ability to make us laugh, cry and salute our heroes.
A print ad campaign: Absolut vodka.
A brand: Starbucks. What does the word “Venti” mean other than one really large cup of Starbucks coffee?
A trend: Social networking.
A decision-maker: Rick Welts, president and CEO, Phoenix Suns.
A competitor’s idea: The NHL’s outdoor game.
A story that bears watching: Sponsor identification on team jerseys.
An idea or invention I wish I had thought of: Netflix.
A fantasy job: Broadway lighting designer.
WhatI Like about …
My job: The variety of people and assignments that I come into contact with.
Sports: The fact that, most times, practice and study results in improved performance. I use what I learned playing basketball and volleyball competitively in every situation in life, both business and personal.
Sports media: The ability to break down a single play into a thousand pieces and explain it.
College sports: The passion that stays with fans throughout their lives.
WhatI Would Like To …
Change in my sport: Less one-on-one basketball and more running of plays, pick and rolls, give and gos.
See: More playgrounds, green space, and children outside running and playing.
See more of in sports business: More women getting into the business.
See less of in sports: Performance-enhancing drugs.
See different: How people treat children. We need to nurture hearts and minds and provide guidance.
Reintroduce: The use of the turn signal when driving.
Eliminate: Racism and bigotry.
WhatI Don’t Like …
Pet peeve: Misspelled words in documents where spell check is readily available.
In business: A work force that is unwilling to work hard and appreciate that raises and promotions should be earned.
In media: Big media can be too commercial. It’s more about audience demographics and less about news critical for us to know.
In technology: How quickly the latest gadgets are replaced by the next version.
In Sports venues: Expensive, bad food.
Personal
WhatI like …
People: Funny people who can laugh at themselves.
That would surprise those who know me: I have been a fan of “All My Children” since its first show in 1970.
Heroes: My father.
Players: Tiger Woods, Chris Paul, Larry Doby, Roger Federer, Hank Aaron, the Williams sisters, John Havlicek, Bob McAdoo, Pete Maravich, Oscar Robertson.
Teams: Seattle Mariners, Buffalo Bills, North Carolina Tar Heels.
City: Seattle.
Possession: Rocks from my daughter.
Time of year: Summer. There is nothing better than shorts, flip flops and dinner on the back deck.
Books: “Bonfire of the Vanities,” “A Prayer for Owen Meany,” “Native Son,” “The Stand,” “Rabbit, Run,” “Where the Wild Things Are,” “Catcher in the Rye.”
Gadgets: The rabbit corkscrew, multi-use remotes.
Hobbies: Reading, exercising, playing piano.
Movies: “Shawshank Redemption,” “West Side Story,” “Crash,” “The Birdcage,” “Remember the Titans,” “Glory,” “The Color Purple.”
Basketball is still the most popular team sport among children and lacrosse the fastest growing, according to the latest study conducted by the Sporting Goods Manufacturers Association.
The report, compiled from 41,000 surveys taken in January 2009, states that 26.2 million children ages 6 and older played basketball in 2008. Finishing a distant second and third were baseball with 15 million and outdoor soccer with 14.2 million.
Basketball benefits from the low cost of equipment needed to play the sport.
Basketball, which has topped the survey since SGMA started compiling the data in the late 1980s, benefits more than any other sport from the number of informal pickup games and the relatively low cost of equipment.
Lacrosse has grown steadily since the turn of the millennium, more than doubling from 518,000 participants in 2000 to 1.1 million in 2008. The only other sports measured by SGMA that posted substantial increases over the same span were paintball and cheerleading.
Fred Engh, founder of the National Alliance for Youth Sports and author of the book “Why Johnny Hates Sports,” attributes the spike in lacrosse participation to the influx of girls playing the sport.
“Like a lot of things, all of a sudden it catches on and it’s the ‘in’ thing to do, particularly with girls,” Engh said. “They now have a sport that they latch on to.”
Lacrosse is still primarily a regional sport, with most teams in the Northeast and Southeast, but it is slowly spreading to other parts of the country, Engh said. The 1.1 million who play the sport is equal to field hockey and about a third as many cheerleaders and wrestlers.
Ultimate Frisbee showed the second-largest year-over-year gain, a 21 percent increase from 4 million to 4.9 million participants. It was followed in percentage growth by indoor court volleyball (17 percent, from 7.0 million to 8.2 million). Rugby and indoor soccer each increased 12 percent from 2007.
SGMA did not chart sports such as indoor and outdoor soccer, rugby and ultimate Frisbee in 2000, so eight-year trends were unavailable.
Lacrosse participation has more than doubled since 2000.
The team sports that fell the furthest in participation numbers over the eight-year stretch were roller hockey (down 60 percent), slow-pitch softball (down 28 percent) and ice hockey, beach volleyball and gymnastics (each down approximately 20 percent).
In its analysis, SGMA states that growth in team sports over the last five years has primarily come from increased female participation. However, SGMA found women are still 40 percent less likely to play team sports than the general population.
Soccer and lacrosse are widely viewed as the sports with the most growth potential over the next five years. Engh expects outdoor soccer to overtake baseball as the second most popular sport among kids. Jeff Hennion, chief marketing officer at Dick’s Sporting Goods, expects soccer and lacrosse equipment to lead sales of equipment for youth team sports.
Troublesome to directors of youth sports organizations is the declining total numbers of active children, which has been blamed on everything from the increasing number of leisure activities such as video games, to inadequate physical fitness programs in schools. Some directors also cite the rising cost of playing youth sports as a reason for the decline.
“It’s worrisome to all of us in youth sports,” said Jon Butler, executive director of Pop Warner. “I think it’s an ominous sign.”
A marca de energéticos Gay Up, bebida direcionada ao público gay distribuída em mais de 30 países, fez uma proposta de patrocínio ao Málaga, time da primeira divisão do Campeonato Espanhol. As informações são do diário "Marca".
A empresa tem sede na cidade de Málaga e pretende usar um eventual acordo para passar a mensagem de integração por meio do esporte.
"Somos um grupo empresarial inovador e achamos que muitos dos nossos valores empresariais estão alinhados ao clube. Málaga é a razão de ser do nosso produto, nosso compromisso com o crescimento da equipe não será circunstancial", afirmou José Maria Terrón, dono da Gay Up.
"Vamos estudar qualquer forma de colaboração econômica proposta pelo presidente Fernando Sanz. Não tenho dúvidas de que o Málaga se tornaria o time favorito de milhões de gays em todo o mundo", completou o executivo, que não revelou os detalhes da oferta feita ao clube.
PRISCILA BERTOZZI Da Máquina do Esporte, em São Paulo
A Band obteve sua melhor audiência de quarta-feira no Campeonato Brasileiro ao cravar 7 pontos com a transmissão da derrota do Palmeiras para o Coritiba por 1 a 0, válido pela segunda rodada do returno do torneio. O índice só havia sido alcançado durante a Copa Kia do Brasil nos jogos disputados no meio da semana em 2009.
Na contramão da Globo, onde o Ibope geralmente é mais alto às quartas-feiras, a melhor marca da emissora no Nacional foi registrada no dia 26 de julho, um domingo, no clássico entre Corinthians e Palmeiras. A partida teve média de 11 pontos.
O recorde negativo da Band na competição também pertence a um jogo do Palmeiras. No dia 15 de julho, o duelo contra o Flamengo rendeu apenas 3,5 pontos ao canal.
Na última quarta-feira, o canal paulista não teve a concorrência da Globo, que optou pelo confronto entre Internacional e Corinthians. O jogo manteve o índice da semana passada, com 27 pontos.
Cada ponto no Ibope equivale a 54 mil domicílios na Grande São Paulo, região de referência para o mercado publicitário.
André Santos marca e deixa Fenerbahce perto da vaga
Minutos depois de receber a notícia de mais uma convocação para a Seleção Brasileira, o lateral esquerdo André Santos, ex-Corinthians, novamente fez a diferença em uma vitória do Fenerbahce. O jogador deixou a sua marca no triunfo por 2 a 0 sobre o Sion, na Suíça, e deixa os turcos muito próximos de confirmar a classificação à fase de grupos da Liga Europa.
Em grande fase no clube após deixar o Corinthians no meio de julho, André Santos tem se mostrado eficiente no ataque e vive momento de artilheiro na nova equipe. Nesta quinta-feira, o lateral titular da Seleção de Dunga abriu o placar no último lance do primeiro tempo e garantiu boa vantagem para os visitantes no reinício da partida.
Já aos 30min da etapa final, foi a vez de Kazim-Richards aumentar para o Fenerbahce, que agora pode até perder por um gol de diferença em Istambul, na próxima quinta-feira, que mesmo assim garante classificação para a fase de grupos do segundo mais importante torneio de clubes do continente.
Nesta quinta-feira, pouco antes de entrar em campo contra os suíços, André Santos recebeu a notícia da convocação para a Seleção Brasileira para os compromissos contra Argentina e Chile, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010. Titular desde a campanha vitoriosa na Copa das Confederações, disputada na África do Sul no mês de julho, o ex-corintiano terá como "sombra" o jovem Filipe, que defende as cores do La Coruña.
Sevilla contrata Negredo, do Real Madrid
Clube merengue tem direito de recompra do atacante por dois anos
Depois de muita especulação sobre a transferência do atacante Álvaro Negredo, do Real Madrid, o Sevilla passou na frente de todos os concorrentes e acertou o acordo para contar com o jogador nas próximas duas temporadas. Em um comunicado oficial em seu site, o clube merengue anunciou que ainda terá o direito de recompra dos direitos do atacante nos próximos dois anos.
Negredo retornou no início desta temporada para o Real, depois de dois anos emprestado ao Almeria. Ele ainda passou pelo Real Madrid B antes de ser emprestado.
Dunga: 'Adriano recuperou a alegria e por isso voltou à seleção'
Argentina
-Todas as partidas são importantes, mas esta é uma partida apimentada e cada um usa as suas armas. A nossa é apenas dar continuidade ao nosso trabalho, como fazemos desde o início", minimizou o treinador da seleção. Já Jorginho provou que os auxiliares estão com o discurso mais 'apimentado' antes do duelo. '
-Creio que este é um modo de o Maradona motivar sua equipe e trazer algum tipo de terror para o Brasil. Mas não vamos entrar naquilo que ele deseja, desafiou o ex-lateral.
- Quanto mais competidores de grande nível, melhor. Será ótimo para a Copa do Mundo que seleções do nível da Argentina consigam a classificação. Seria bom dentro de campo e fora também, por causa da parte comercial. Não acredito que a Argentina fique fora da Copa - afirmou o treinador.
-Para nós é sempre melhor enfrentar os melhores. Mesmo quando ganhamos deles, aliás, o pessoal fala que um está velho, o outro não joga bem", ironizou, antes de reforçar a torcida pelo adversário. "A Copa, por ser o maior evento do futebol, tem que receber as seleções mais representativas.
- Vamos fazer tudo do jeito que fazemos quando temos um jogo fora de casa. Viajaremos na quinta à noite. A apresentação será na segunda - disse.
- Cada um vai tentar fazer o melhor para o seu time. Ele lá, eu aqui. Eu sofri por quatro anos por causa daquela eliminação diante da Argentina, mas depois fui campeão do mundo. Isso ninguém tem como tirar. Meu sofrimento terminou ali. O jogo se resolve em campo. Não podemos dar atenção para essas coisas que se falam pela imprensa. Quem decide são os jogadores, não é o gramado ou a torcida - afirmou
Adriano
- Não é preciso falar da qualidade do Adriano. Tivemos de esperar pela recuperação dele, pela sua resposta. Foi um período sem treinos e jogos, por isso não poderíamos convocá-lo. Quando ele superou o momento difícil fora de campo e voltou a corresponder, decidimos chamá-lo. O Adriano está mostrando no Brasileirão que tem potencial para contribuir com a seleção. Ele recuperou a alegria, por isso foi chamado - analisou Dunga.
- Nos clubes pelos quais jogou e na própria seleção brasileira, o Adriano já mostrou que é um problema para qualquer time. Não seria correto convocá-lo apenas por causa do seu histórico contra a Argentina. Ele veio para a seleção por causa do seu momento positivo pelo Flamengo - afirmou.
Ryan Decenzo pagando o preço Crédito da imagem: Red Bull
Os praticantes de esportes de ação conhecem bem o termo "ossos do ofício". Principalmente os profissionais. Todas atividades físicas tem seus riscos. Até caminhar na rua é arriscado, ainda mais nas esburacadas calçadas brasileiras. Mas, surfar, andar de skate, motox, ski, snowboard, wakeboard, bike e lutar aumentam as chances de lesões. Para esse nicho, uma empresa dos EUA criou o primeiro convênio médico para esportistas de ação da América do Norte (talvez do mundo), a Xtreme Sports Insurance (XSI). Os planos são para profissionais e amadores, crianças e adultos, e custam a partir de 20 dólares.
Tomara que alguma empresa brasileira crie algo do gênero. Com preço acessível, claro!
O meia Matías De Federico não se mostra preocupado com a relutância do Huracán em cedê-lo ao Corinthians. Carlos Babington, presidente do clube argentino, garante ter recebido propostas melhores para negociar o jogador, que já promoveu até uma festa para comemorar a sua transferência para o Brasil.
"Já me despedi dos meus companheiros e não vou mais treinar no Huracán. Agora é só viajar para o Brasil. Na sexta-feira ou no mais tardar no final de semana, realizarei exames físicos para poder me apresentar no Corinthians", garantiu De Federico, em entrevista à Rádio Jovem Pan.
À imprensa argentina, Carlos Babington ironizou a programação do jogador: "Se De Federico viajar, será para ir à praia". O presidente do Huracán afirma que um agente ofereceu € 5,3 milhões para comprar 100% dos direitos econômicos do meia (60% pertencem ao clube e 40% ao empresário Alejandro Bouza) e levá-lo ao futebol inglês. O dirigente ainda poderia mantê-lo em seu time até o final do ano, como pretende.
A proposta do Corinthians é inferior, de US$ 4 milhões para adquirir 80% dos direitos econômicos de De Federico - Bouza continuaria com 20% - e assinar um contrato válido por quatro anos. O pagamento seria efetuado em 18 parcelas, com o dinheiro de patrocínio que o clube brasileiro tem a receber da Nike (R$ 16,5 milhões anuais) como garantia.
Para dar como certa a ida de De Federico ao Corinthians, os empresários Fabiano Ventura e Wagner Martinho se baseiam em uma procuração que receberam do Huracán para negociar o jogador. O time brasileiro atingiu o valor que os argentinos pretendiam receber, segundo o documento. Restaria apenas um atestado liberatório da Associação de Futebol Argentino (AFA) para a transação ser consumada.
"Estamos chamando o Corinthians porque há um problema formal e legal. Já recusamos uma oferta anterior de um clube russo. Mas somos um clube com credores e aqui é o juiz Eduardo Malde quem tem a última palavra", lamentou o presidente do Huracán, em conversa com o jornal Olé.
De Federico não se assusta com os argumentos de Babington. "Ele está dizendo essas coisas, mas tudo fica mais no discurso. Não tenham dúvidas de que chegarei ao Brasil até o final de semana. Não haverá problema nenhum", assegurou mais uma vez.
Carlos Babington, no entanto, já deixou até as portas do Huracán abertas para um improvável retorno do meia. "Entendo a postura dele porque passei por uma situação similar na minha época de jogador. Mas às vezes nos esquecemos rápido das coisas. Aumentamos o salário dele em 100% há menos de um mês. Creio que ele possa voltar. É ao técnico que confiou nele e ao plantel a quem dele deve desculpas, não a mim", discursou.
A disputa de bastidores por De Federico é justificável. O jogador de 19 anos foi vice-campeão argentino pelo modesto Huracán e já começou a ser apontado como um "novo Messi" em seu país. "Temos características parecidas", orgulhou-se, sempre animado com a possibilidade de jogar com outro atleta consagrado. "Todos sabemos que o Ronaldo é uma fera, um grande jogador. Será um prazer atuar ao lado dele no Corinthians."
O técnico Mano Menezes também está ansioso para recepcionar De Federico no Parque São Jorge. Mas demonstra cautela com a negociação. "Não cuido dessa parte. O jogador já disse que gostaria de ser treinado por mim, e eu tenho vontade de treiná-lo. Vamos esperar as coisas se resolverem. Enquanto o contrato não estiver assinado, não podemos garantir nada", comentou.
Mozart, a fonte de inspiração para o sonho da sinfônica palmeirense?
Há quase um consenso nas alamedas do velho Palestra Itália: Mozart dificilmente conseguirá emplacar uma simples nota na partitura da orquestra dos periquitos em revista até o final de 2010.
O maestro ‘Muriçoca’ Ramalho foi claro em seu discurso nos últimos dias: há outros músicos bem melhores e mais afinados para tocar a bola no meio-campo do que o paranaense, que foi apresentado em abril como “novo regente do time” pelo erudito cartola Genaro Marino.
Mas se dentro de campo não justificou nem um dó ou ré do cartaz do compositor austríaco, e muito menos o holerite de R$ 145 mil, Mozart pode ter servido, com seu nome, de fonte inspiradora para o chafariz de ideias do presidente-economista Luiz Gonzaga Belluzzo, embora confesse ser um ‘beethoveniano’.
O mandachuva e trovoadas do Parque Antártica sonha com os acordes de uma Orquestra Sinfônica do Palmeiras. De acordo com a colunista Sonia Racy, do ‘Estadão’, Belluzzo já tenta captar recursos por meio da Lei Rouanet.
A batuta da filarmônica verde-limão ficaria a cargo de Júlio Medaglia. Um maestro que, no final dos anos 90, ganhou as manchetes ao montar uma orquestra de nível internacional em plena floresta amazônica. Ele é palmeirense roxo.
Aos amigos, Belluzzo confidenciou que se sentiria nas nuvens se, ao final da temporada, o Palestra Itália se transformasse num imenso palco, um teatro municipal, para comemorar a conquista do pentacampeonato brasileiro com um baile de ‘Muriçoca’ & Cia. ao som da sinfônica palmeirense. Ele até distribuiria convites vips aos coirmãos são-paulinos, santistas e corintianos. ##### Ecos da rodada 1. Antes que os 'patrícios' reclamem de perseguição: segundo turno começa sem a torcida conhecer o campeão do primeiro - hilariante; Grêmio caranguejo não perdoa: dança mais uma fora de casa e mantém incrível regularidade - dois empates e oito derrotas; Ganso coloca a cabeça para funcionar e termina com jejum do Peixe na Vila Belmiro - não vencia desde 22 de julho; após cinco jogos, Vitória volta a vencer e acaba com o brilho da estrela do delegado Antonio Lopes no Furacão; Sport toma gol no último minuto, sofre a sexta derrota consecutiva, mas torcida respira aliviada com a luz no fim do túnel de um vaga-lume.
Ecos da rodada 2. Palmeiras de 'Muriçoca' Ramalho na rota do título: três pontos em 12 disputados; catadão corintiano mata a saudade do recreio do Beira-Rio, mas volta para casa lamentando que ainda não viu a cor do prêmio da Copa do Brasil; Estevam Soares, o professor Pardal do Engenhão, acertou na mosca ao dar um coletivo entre titulares e reservas fantasmas antes da rodada - Santo André, 2 a 1; Fluminense festeja mais uma rodada no caldeirão do diabo: se chover Xuxa, cai macaco Tião nas Laranjeiras; Jason tricolor segue implacável: conquista a sétima vitória seguida e ainda ganha um reforço importante na luta pelo tetra - o apito amigo de Freddy Krueger em Curitiba e Porto Alegre.
Twitter. Há que se desculpar a noitada de Emerson, 33 anos, numa boate de Santos. O volante chegou à Vila Belmiro esbanjando vitalidade: 98 quilos. Seu peso ideal gira entre 80 e 82 quilos.
Folha seca. A renovação do ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo continua em ritmo hardcore. Depois do fraldinha Emerson, a mais nova descoberta do ‘mestre dos mestres’ atende por Sérgio, jovem goleiro de 39 anos, um superstar do showbol.
A vida é bela. Enquanto Vasco, Flamengo e Fluminense festejam com pires na mão um rombo de quase R$ 1 bilhão, a assessoria do Circo Brasileiro de Futebol lamenta comunicar ao distinto público que somente em patrocínios a seleção renderá parcos R$ 180 milhões no próximo ano.
Santos Dumont. É um pássaro? Não. É Ronaldo. Mas não voando em campo. O Fenômeno quer comprar um jatinho. Na surdina, visitou a Labace, a mais badalada feira de aviação executiva da América Latina. A sexta edição reuniu 98 expositores em Congonhas. Ronaldo ficou dividido entre os modelos da Embraer e da canadense Bombardier.
Check-in. Com o apoio total do site ‘Chance de Gol’, o regiamente mal pago instituto DataLetra apurou que o lanterna Sport Recife encontra-se numa situação privilegiada, merecedora de rega-bofe na Ilha de Lost: menos de 0,01% de chance de conquistar o título e a vaga para a Libertadores; 1,1% de chegar à Copa Sul-americana; e 90,9% de mergulhar no caldeirão do diabo da segundona.
Rota 66. Bastaram apenas sete rodadas e três gols com a camisa do Goiás para Léo Lima já sentir saudade da Cidade Maravilhosa das balas perdidas. Tanto que sonha com um objetivo: nunca mais defender um time carioca. Faz até alguns sacrifícios: receber em dia no time goiano e se comportar como profissional. Balada? Só em novela. Rio? Apenas nas férias ou para cobrar o Vasco, que lhe deve uma grana desde os tempos do capitão gancho Eu-rico Miranda.
Gilete press. Deu na coluna ‘Gente Boa’, de Joaquim Ferreira dos Santos, em ‘O Globo’: “O pessoal do espetáculo ‘Curso livre para aprendiz de marginal’ reestreou com Romário de paraninfo. Preso por não pagar a pensão dos filhos e com dívidas de R$ 17 milhões, o ex-jogador foi eleito por ‘seu exemplo de conduta e perspicaz relação com o dinheiro’.” Pano rápido!
Tititi d’Aline. Usain Bolt, o homem-bala, provocou maior auê numa lanchonete alemã. Depois de bater o recorde mundial dos 100m, o jamaicano saiu à procura do prato preferido: nuggets de frango. A funcionária que atendeu Bolt guardou o prato, com restos de comida, como souvenir. Logo, logo vai colocá-lo em leilão.
Pombo-correio. “É duro torcer num torneio em que a TV pede e a CBF, com o rabo preso, atende e transfere jogos” – do internauta Lucas José Delázari Alves.
Bola de ouro. Richarlyson. Discriminado por vândalos da Independente, o polivalente voltou a jogar muito com o 'francês' Ricardo Gomes.
Bola de latão. Luxemburgo e Brum. A picuinha entre o ‘pofexô’ e o volante virou guerra santa na Vila Belmiro. Lamentável.
Bola de lixo. Ricardo Teixeira. Na apresentação do novo patrocinador da seleção, o rei da bola deitou falação sobre os problemas do Circo Brasileiro de Futebol como se não tivesse nada com o peru. Até parecia um ET.
Bola sete. “Qual é o problema de um jogador, num dia de folga, tomar um uísque ou uma cerveja? O cara não é freira. Isso aqui não é convento” (do ‘pofexô Vanderlei Luxemburgo, defendendo o volante Emerson, acusado de encher a cara numa boate de Santos).
Dúvida pertinente. Quem vai apagar a luz no Fluminense?
Na décima-terceira rodada, o São Paulo empatou com o Internacional, em Porto Alegre, por 2 x 2. Foi o ponto da virada. Nessa noite e duas rodadas antes, ao perder do Atlético Mineiro por 2 x 0, no Mineirão, o Tricolor teve sua distância mais longa para o primeiro colocado: 13 pontos. Em sete partidas, com sete vitórias consecutivas, o São Paulo subiu para a segunda posição, antes do final da rodada, e a um ponto do líder. Rodada a rodada, veja o caminho da recuperação são-paulina:
1a rodada -17o colocado - 0 ponto - (3 do líder Cruzeiro) 2a rodada - 17o colocado - 1 ponto - (5 do líder Internacional) 3a rodada - 16o colocado - 2 pontos - (7 do líder Internacional) 4a rodada - 8o colocado - 5 pontos - (7 do líder Internacional) 5a rodada - 12o colocado - 6 pontos (7 do líder Internacional) 6a rodada - 11o colocado - 7 pontos (7 do líder Internacional) 7a rodada - 15o colocado - 7 pontos (10 do líder Atlético Mineiro) 8a rodada - 11o colocado - 10 pontos (7 do líder Atlético Mineiro) 9a rodada - 14o colocado - 10 pontos (10 do líder Internacional) 10a rodada - 14o colocado - 11 pontos (10 do líder Atlético Mineiro) 11a rodada - 15o colocado - 11 pontos (13 do líder Atlético Mineiro) 12a rodada - 12o colocado - 14 pontos (11 do líder Atlético Mineiro) 13a rodada - 14o colocado - 15 pontos (13 do líder Atlético Mineiro) 14a rodada - 11o colocado - 18 pontos (10 do líder Atlético Mineiro) 15a rodada - 11o colocado - 21 pontos (10 do líder Atlético Mineiro) 16a rodada - 8o colocado - 24 pontos (10 do líder Palmeiras) 17a rodada - 5o colocado - 27 pontos (8 do líder Palmeiras) 18a rodada - 5o colocado - 30 pontos (6 do líder Palmeiras) 19a rodada - 4o colocado - 33 pontos (4 do líder Palmeiras) 20a rodada - 2o colocado - 36 pontos (1 do líder Palmeiras * )
* O líder ao final da rodada pode ser o Goiás e o São Paulo ficar a dois da liderança, em terceiro lugar
Los poderosos clubes del norte serán una vez más los grandes favoritos de la Serie A, donde el Inter de Milán decreta la ley desde hace cuatro temporadas. Pero la principal sensación de la entretemporada, por primera vez desde hace muchos años, ha sido un mercado de traspasos más llamativo en el sentido de las salidas que en el de las llegadas. En efecto, los dos grandes astros del calcio, el brasileño Kaká y el sueco Zlatan Ibrahimovic, han emigrado a España, nueva tierra prometida de las estrellas en el Viejo Continente, reclamados respectivamente por el Real Madrid y el FC Barcelona.
Con todo, el Inter partirá una vez más con el marchamo de favorito en el ámbito doméstico, aunque el Juventus de Turín, subcampeón el año pasado con diez puntos de diferencia respecto al líder, ha efectuado un reclutamiento muy completo que debería permitirle recortar gran parte de esa desventaja.
El campeón "Somos más fuertes y estamos mejor equilibrados", afirma José Mourinho sin morderse la lengua en referencia al nuevo perfil del Inter, "un grupo que me gusta". Hay que decir que el portugués, a quien se ha encomendado la misión de construir una escuadra competitiva en Liga de Campeones de la UEFA, ha cortado por lo sano y ha emprendido una pequeña revolución en sus filas al dejar marchar, además de a Ibrahimovic, a históricos como Julio Cruz (Lazio), Hernán Crespo (Génova) y Luis Figo (fin de contrato).
En compensación, Mourinho contará con Lúcio, ex zaguero brasileño del Bayern de Múnich, para hacer jugar a su defensa más arriba, compactar las líneas y aliviar la presión sobre Júlio César, que se postula más que nunca para el título de mejor guardameta del mundo. Thiago Motta será el enlace con los dos delanteros, uno de los cuales será su antiguo compañero en el Génova, Diego Milito, autor de 24 goles en el curso anterior. La asociación de este último con Samuel Eto'o se anuncia demoledora, especialmente después de constatarse su complementariedad en los encuentros de fogueo.
"Antes todo giraba en torno a Zlatan. Con este equipo, que jugará más arriba, podremos controlar mejor el juego y abrir en profundidad para los dos puntas que evolucionarán en registros diferentes", explica El Especial, quien por lo visto tiene planeado alternar entre un 4-3-1-2 y un 4-3-3 resueltamente más ofensivo.
Los demás favoritos El Juventus se ha reforzado considerablemente pese al adiós de Pavel Nedvěd. Ciro Ferrara ha sido confirmado en el cargo de entrenador a sus 42 años y ha hecho reconstruir la columna vertebral de la Vecchia Signora con un énfasis particular en la defensa. El regreso del "viejo" Fabio Cannavaro, de 35 años, le va a permitir emparejarlo con Giorgio Chiellini y alinear la bisagra de centrales de la Nazionale. Como bastión de reserva actuará el uruguayo Martín Cáceres, prestado por el Barça.
En el centro del campo, el brasileño Felipe Melo, proveniente del Fiorentina, se encargará de las labores de limpieza y dejará las llaves del juego a un trío de ingenieros: el eterno Alessandro del Piero, por la banda izquierda; Diego, hasta hace poco cerebro del Werder Bremen, por el eje central; y Amauri, por la derecha. Ferrara, entrenador joven pero viejo zorro del catenaccio, no dudará en recurrir a un esquema defensivo más riguroso si se hiciera necesario. Por lo demás, las aportaciones de Sebastian Giovinco, David Trezeguet y Nicola Legrottaglie, que aspiran asimismo a un puesto de titular, convierten a los Bianconeri en un efectivo bien abastecido, bien capaz de poner fin al monopolio del Inter.
En su debut al mando del AC Milan, el brasileño Leonardo, de 39 años, tiene como tarea hacer olvidar a Kaká. Al mismo tiempo, deberá pasar la página del cuarentón Paolo Maldini, cuya reciente jubilación ha dejado un enorme vacío en la defensa milanesa. Seguro que le servirá de ayuda el retorno milagroso de Alessandro Nesta, repuesto de sus recurrentes lesiones, que se entenderá en la zona central de la zaga con el brasileño Thiago Silva o el estadounidense Oguchi Onyewu, procedente del Standard de Lieja.
Para reemplazar a Kaká, la fórmula es más osada. Según parece, ha habido un pacto de honor con Ronaldinho, discreto en la campaña anterior, con el propósito de que recupere la reverberante forma que desplegó en sus mejores tiempos en el Barcelona. Sobre el papel, el tridente Ronaldinho-Klaas Jan Huntelar-Alexandre Pato da miedo a cualquier defensa, pero todavía hace falta que la mayonesa cuaje, lo que no ha ocurrido durante los compromisos de pretemporada: el balance hasta la fecha es de una única victoria en diez partidos y 9 goles a favor por 17 en contra. "La motivación marcará la diferencia. Acuérdense de 2007. Pensaron que el equipo estaba acabado y ganamos tres trofeos", arguye Leonardo para motivar a sus tropas.
Otros aspirantes Como de costumbre, el AS Roma depositará su confianza en su capitán, Francesco Totti, que una vez más ha prolongado su contrato con el club de su vida. El Fiorentina, pese a sus numerosas modificaciones, procurará revalidar su meritorio cuarto puesto del último ejercicio con Alberto Gilardino y Adrian Mutu como puntas de lanza. Por último, se seguirá con expectación el desempeño del Nápoles y de su flamante delantera, conformada por Ezequiel Lavezzi y Fabio Quagliarella.
Jugadores a seguir La mezcla Milito-Eto'o se prevé explosiva, Crespo irá a Génova con ganas de desquite, y el joven prodigio Giovinco espera disponer de más minutos para merecer una plaza en la lista de los 23 italianos que concurrirán a Sudáfrica.
Messi: "Empieza una nueva etapa con Ibra y ojalá nos de muchas alegrías"
"No le va a costar adaptarse porque es un jugador de mucha calidad", afirma Leo
MundoDeportivo.es -
El delantero argentino del FC Barcelona Leo Messi aseguró hoy que, tras jugar anoche en el Joan Gamper por primera vez al lado del fichaje estrella de la temporada, Zlatan Ibrahimovic, empieza "una nueva etapa" en el club barcelonista y añadió que, junto al sueco espera que el ciclo de "muchas alegrías".
"Él tiene que hacer su trabajo y ayudarnos en todo lo que pueda, dentro de la cancha también, y no pensar en las comparaciones. Creo que son dos jugadores diferentes y no hay que compararlos. Ahora empieza una nueva etapa con 'Ibra' y ojalá nos de muchas alegrías también", aseguró el argentino sobre su nuevo compañero. En cuanto a la compenetración entre ambos, pues ayer ya se asociaron en distintas ocasiones, aseguró que el tiempo hará que la unión sea fructífera. "Estuvo bien. Obviamente, era nuestro primer partido y tuvimos muy pocos entrenamientos juntos, también", comentó.
Además, añadió que es «difícil» conectar desde el primer momento. "Era el primer partido pero a poco a poco nos vamos a ir conociendo más. Tengo que conocer los movimientos de él, él los míos para entendernos más todavía", comentó. "No le va a costar adaptarse porque es un jugador de mucha calidad", sentenció al respecto. Sobre el partido de ayer, que perdieron por 0-1 ante el Manchester City en el Gamper, quitó importancia a la derrota. "Son los primeros partidos que estamos jugando, nos tocó empezar perdiendo ayer. Queríamos remontar rápido, porque estábamos delante de nuestra gente, en el partido de presentación, y quizá por eso estábamos un poco nerviosos, pero no hay que preocuparse", matizó.
Optimista para la Supercopa de Europa
Por ello, es optimista de cara a la vuelta de la Supercopa de España, el domingo ante el Athletic en el Camp Nou, y también para la Supercopa de Europa, el próximo viernes ante el Shakhtar Donetsk. "Son competiciones diferentes. Sabemos que tenemos que seguir de la misma manera que lo hicimos el año pasado, también como en Bilbao porque va a ser muy difícil", explicó.
Chygrinskiy, "un gran jugador"
Precisamente, allí se encontrará con Chygrinskiy, central pretendido por Josep Guardiola para esta temporada pero cuyo fichaje parece difícil. Para Messi, es un "gran jugador". "Sale muy bien con la pelota, le pega muy bien con las dos piernas. La verdad es que le vi poco, solo en los dos partidos que jugué contra él, y solo conozco lo que nos dijo el míster sobre él", comentó. Por último, aseguró estar "muy contento" en el club, ante la nueva mejora de su contrato, y restó importancia al hecho de que él acuda con Argentina antes de lo previsto, perdiéndose el primer partido de Liga, mientras que Alves irá después de dicho encuentro. "Somos diferentes, tenemos maneras distintas de pensar, y creí que lo mejor para mí era ir antes", espetó.
Tras la noche de presentación del equipo de esta temporada y de la disputa del trofeo Joan Gamper ante el Manchester City los directivos han comenzado a trabajar en una tarea que, aunque parezca que no será complicada, es fundamental para delinear el futuro futbolístico de la institución azulgrana. Según Ona fm, esta misma mañana se produjo la primera toma de contacto entre el club y el representante del técnico.
Pep Guardiola, arquitecto del ‘triplete’, acaba contrato el próximo junio. Obviamente, la intención de la actual directiva, que confió en él cuando todavía era un inexperto entrenador del filial, es prolongarle el crédito. Sin embargo, la emisora afirma que la prioridad es trabajar en cerrar la plantilla con las incorporaciones que todos coinciden en que son necesarias. Por lo tanto, hasta que no se cierre el mercado no se avanzará, aunque ya existió un contacto y ambas partes tienen conocimientos de sus intenciones.
Por el lado de Guardiola, el entrenador no tiene ninguna prisa por cerrar el tema. El factor económico no se presenta como un punto conflictivo. Las pretensiones del de Santpedor, según Ona fm, pasan por otro lado: desea tener un mayor poder de decisión en los fichajes y en el fútbol base. También pretende un contrato que se valide año tras año, en lugar de uno largo, y que Manel Estiarte, actual Director de Comunicación y amigo personal de Pep, pase a ser uno de sus más directos colaboradores, su mano derecha.
Tras la primera reunión el horizonte se antoja optimista. De esta manera, más allá del recambio de la cúpula que podría producirse tras las elecciones, el proyecto tendría una continuidad que todos creen que es un factor importante. La piedra angular del éxito futbolístico de la última temporada se quedará en ‘Can Barça’.
Xavi: "No caeremos en los errores del pasado"
Xavi Hernández, en declaraciones a Catalunya Ràdio, el día después del Gamper que: "El equipo jugó bien, dominamos durante todo el partido pero el balón no quiso entrar". "Los tuvimos embotellados", añadió el de Terrassa.
Sobre el próximo compromiso oficial del FC Barcelona, la Supercopa Xavi cree que la derrota en el Gamper no afectará al equipo ya que "era un amistoso" y dejó claro que "lo importante es lo del domingo".
También comentó la motivación del equipo y las ganas que tiene la plantilla. Sobre la relajación del equipo después de la consecución de la Champions en París, Xavi dijo: "De lo negativo se aprendre".
"Tenemos muchos retos por conseguir, somos inteligentes y no caeremos en los errores del pasado", dijo el '6' del FC Barcelona.
TV3 dará la Champions y el Madrid-Barça
La televisión autonómica catalana, TV3, se ha hecho con los derechos televisivos de la Liga de Campeones por un periodo de tres años, hecho que le va a permitir la emisión de un partido en exclusiva cada jornada, siempre los miércoles, desde las fases clasificatorias hasta una de las semifinales y la final.
Según ha explicado hoy la cadena, también han renovado por tres temporadas el contrato que poseían por la Liga BBVA y la Copa del Rey, con lo que TV3 retransmitirá un máximo de ocho partidos de liga del Barça y del Madrid, y el horario normal de emisión serán los sábados a las 22.00 horas.
Una de las novedades del nuevo contrato es que la cadena autonómica recupera la emisión en abierto del partido entre Barça y Madrid, concretamente el que se celebrará durante la segunda vuelta, el 10 de abril del 2010.
De la mano de los nuevos contratos, TV3 ha creado un nuevo programa -"Esportclub"- para dar cobertura informativa a toda su oferta televisiva.
El magazine-informativo se emitirá cada tarde sobre las 20.15 horas a partir del 24 de agosto, situará el foco de atención en el Barça y la 'Champions', y estará presentado por Xavier Valls, con la colaboración regular de Àlex Corretja, así como otras caras conocidas de la cadena.
Pero la oferta informativa no se limitará solamente al citado programa, sino que durante los fines de semana se emitirá, por TV3 y por "Esports 33", el programa "Champions Magazin", mientras que "Hat Trick" seguirá en pantalla los domingos.
"ME ENCANTA VERLO JUGAR"
Redondo elogia al Barça y dice que Messi aún tiene más para dar
Messi "es el jugador desequilibrante" del Barcelona, afirmó Redondo en una entrevista publicada en el diario deportivo ‘Olé’. El ex jugador del Real Madrid y del Milan aclaró, no obstante, que "los motores son Xavi e Iniesta, ellos generan para que Messi defina, desequilibre, rompa con todo".
Sobre Leo, Redondo sostiene que el delantero argentino "está ahí" de ser el mejor del mundo. "Yo creo que Messi tiene mucho más todavía, sobre todo porque esperamos verlo en el Mundial. Es un jugador en el que sorprende, además de la habilidad y la velocidad con la que lleva la pelota, la capacidad de definición que tiene. Me sorprende lo bien que define. Una tranquilidad... Eso es muy difícil", elogió.
El ex centrocampista cree que Kaká es el mayor rival de la ‘Pulga’ en el podio de los mejores jugadores. "Si bien es un jugador diferente a Messi, también es desequilibrante. Y después es lindo verlo porque es simple también. Hace cosas muy difíciles de manera que parecen fáciles", describió. Redondo cree que el portugués Cristiano Ronaldo "todavía tiene que madurar en su juego". "A veces el desgaste que hace en determinados sectores del campo por ahí resulta innecesario, debería aprovecharlo más en otro lado", señaló.
Por otra parte, no ahorró en tanto elogios para el Barcelona: "Yo soy madridista, pero ver a un equipo jugar así, te sentás y dan ganas. Tiene grandes individualidades, pero también funcionamiento, y eso es lo importante. Todos juegan a lo mismo. El Barça en eso es abc. Después, si no tenés brillantez es difícil desnivelar, necesitás creatividad pura, más concepto para crear los espacios y poder profundizar. El Barça arranca por una punta y si está encerrado, no es que quiere forzar; hace tac tac y sale rápido por el otro lado. Me encanta verlo", aseguró.
El ex jugador argentino, que desarrolló los mejores años de su carrera en el fútbol europeo, se mostró ilusionado con el Real Madrid a cargo del chileno Manuel Pellegrini y auguró una liga española muy atractiva. "Va a estar lindo el torneo español, porque el Madrid está en proceso de formación, hay que ver si encuentra el equipo, pero trajo grandes jugadores". Sobre Pellegrini aseguró que "tiene la prestancia y la solvencia para conducir situaciones que pueden desestabilizar".
Al ser consultado sobre el fútbol argentino, Redondo destacó al técnico de Huracán, Ángel Cappa: "Además de mucho afecto le tengo un gran respeto. Me dio gusto Huracán, como ver al Barcelona", sostuvo
Ibrahimovic: "He tenido buenas sensaciones, pero hay que ir poco a poco"
Zlatan Ibrahimovic vivió sus primeros 45 minutos como jugador del FC Barcelona. Y tras el encuentro explicó sus primeras impresiones. "Estoy muy contento. He tenido buenas sensaciones y el público ha estado fantástico. Intento no pensar en mi dolor en la mano. Me estoy recuperando de una operación y tengo que ir poco a poco", empezó diciendo.
Preguntado sobre lo que suponía jugar al lado de Leo Messi, se deshizo en elogios hacia su nuevo compañero. "Messi es un jugador fantástico, te da unos balones pecisos y tiene una técnica increíble".
Por último, insistió en sus impresiones. "Estoy muy contento por los aficionados y por todos. Ahora debo coger más físico y ritmo de juego. Todo llegará..."
'Ibra': "La gente disfutará con Messi, Henry y conmigo"
Sin embargo es el día del debut de Zlatan Ibrahimovic, un fenómeno de masas en Suecia cuya relevancia y poder mediático crecen día tras día desde que fichara por el equipo que lo ha ganado todo y que no cede en su ambición de seguir haciendo historia.
Horas antes de disputar su primer partido como culé, Ibrahimovic reconoce en una entrevista a TV4 Sport, estar "un poco nervioso" al mismo tiempo que admite confiar en si mismo y confiar al cien por cien en sus posibilidades.
Respecto a su mano, operada hace algunas semanas dice lo siguiente: "Me molesta un poco, tengo que jugar con una protección y no me gusta, pero, lo tengo que aceptar e intentar olvidar de que la llevo".
Ibrahimovic se está dando cuenta de lo que es jugar en el Barça. "Aquí no sólo hay que ganar sino hacerlo jugando bonito, algo que me motiva verdaderamente".
El nuevo delantero culé tiene ganas de gustar y se nota cuando expresa su deseo de dar siempre su mejor versión. "Intento hacerlo siempre lo mejor que puedo y quiero devolvérselo al publico porque pienso que gran parte del fútbol es el público, ellos son los que vienen al estadio, ellos son los que te apoyan y los que compran las entradas tan caras para verte jugar".
Al ser preguntado sobre el temible tridente que formará junto a ‘cracks’ de la talla de Messi o Henry señala que "la gente disfrutará mucho con nosotros tres".
Mascaró: "Ibrahimovic se adaptará bien al estilo del Barça"
Mascaró quita trascendencia a la derrota ante el Manchester City ya que, en su opinión, "el Barça del Gamper no se parecerá en nada al de la Liga". Y destaca la aportación de Ibrahimovic en los 45 minutos que el sueco, recién recuperado de una lesión en el brazo, estuvo sobre el terreno de juego.
"Ibrahimovic se adaptará fácil al estilo del Barça. Tendrá muchas oportunidades. Será difícil hacer olvidar a Eto'o, pero puede conseguirlo y convertirse en el nuevo referente ofensivo del Barça", explica el director adjunto de SPORT.
Mascaró considera que la actual plantilla azulgrana es corta de efectivos, y aboga por incorporar "dos o tres fichajes de alto nivel" para reforzar las demarcaciones de central, lateral derecho y extremo izquierda.
EL ZAGUERO NO HA CONVENCIDO A PEP Y EL CLUB PRETENDE CEDERLO A UN EQUIPO ESPAÑOL
No cuentan con Henrique y le buscan un destino
A medida que se acerca el cierre del mercado de fichajes, el Barça trabaja para buscar una salida a los jugadores que Pep Guardiola no ve en el primer equipo. En esta tesitura están Henrique (Zaragoza y Racing han preguntado por él) y Jeffren Suárez (caso de irse, la Real Sociedad se ha unido al interés de un Racing con el que tenía el acuerdo casi cerrado).
Tras jugar la pasada campaña en calidad de cedido en el Bayer Leverkusen, el central brasileño tenía todos los números para quedarse en el primer equipo... pero no ha convencido a Pep Guardiola a lo largo de la pretemporada y se ha dejado ganar el puesto por los canteranos Marc Muniesa y Andreu Fontàs. Por tanto, el club le busca una salida a préstamo, “un equipo español, para que lo podamos seguir”, explicó recientemente Guardiola.
En este sentido, Zaragoza y Racing se solicitado ya su cesión y en los próximos días se resolverá el futuro de un Henrique que no seguirá en el Barça. Incluso apareció entre los cedidos de cara a la próxima temporada durante la exposición de Txiki Begisristain en la Asamblea de ayer.
PREDESTINADO A SER CAPITÁN
Muniesa, condenado por sus genes a ser un crack
Quién es el chaval ese que está al lado de Guardiola?”, preguntaba un periodista en el Open Media Day, un entrenamiento en el Camp Nou organizado por la UEFA, previo a la final de la Champions en Roma. “Muni, ¿quién va a ser?”, respondía otro, casi indignado.
Esa misma pregunta ofendería a cualquiera que haya pasado por el fútbol base del Barça. Marc Muniesa siempre ha destacado por encima del resto, está acostumbrado a ser señalado con el dedo. “Es ése, ése es Muniesa”, ha oído siempre que ha vestido la camiseta blaugrana en las categorías inferiores.
Está condenado genéticamente a ser grande. Sólo el hecho de ser un central le ha evitado ser enfocado desde los medios mucho antes, como sí les ha pasado a otros jugadores, como Bojan, ya en el primer equipo, Gai Assulin, de camino, o Deulofeu, aguardando paciente. Por eso sólo se ha dado a conocer al gran público cuando Pep Guardiola lo ha querido.
No existe un técnico en el organigrama del fútbol base, o que siga de cerca la cantera blaugrana, que no enumere, cuando cita al de Lloret de Mar, todas y cada una de las características que se le suponen al central titular de un equipo como el Barça: velocidad, salto, técnica, visión de juego, explosividad, reflejos, personalidad, fuerte mentalmente, capacidad de liderar, inteligencia táctica... En definitiva, todo. “Va a ser una leyenda, el mejor central que haya dado nunca La Masia. Será el capitán y pondrá el Camp Nou a sus pies”, vaticina uno de los entrenadores que ha podido disfrutar de él.
No tardó ni un día en hacerlo. Con ese perfil, su primera experiencia en el Camp Nou no podía pasar desapercibida. Debutó en la Liga, ante Osasuna, y acabó llorando. Rubinos Pérez tuvo la culpa, al expulsarlo por una entrada dura que el colegiado consideró excesiva. Y puso el Camp Nou en pie, pañuelo en mano y al grito de “fuera, fuera”. Entonces, nadie preguntó ya “¿quién es ese chaval que se va llorando?”. El árbitro logró unanimidad entorno al jugador. Algún día, quizá, deberá incluso estarle agradecido.
Su ficha
Fecha de nacimiento: Lloret de mar 27/03/1992 Altura: 181 centimetros Peso: 72 kg Dorsal: 33 Debut: 23 mayo 2009 Barça-Osasuna (liga)
Trayectoria: CF Lloret de mar FC Barcelona Alevin, Cadete y Juvenil FC Barcelona Atletic
Marcos e o penalty do Youtube: avanço ou falta dele
Um dado, um fato, só se transforma em informação quando é utilizado por quem interfere no jogo
Olá amigos,
Na última semana, o goleiro Marcos, do Palmeiras, voltou a ser notícia de destaque, após pegar um pênalti contra o Atlético-MG, e, principalmente, pelo que disse após defender a cobrança.
Marcos disse: "Estudamos o que cada um faz. Quando a paradinha era novidade, tudo bem. Era bom para os atacantes, mas hoje em dia não é. Hoje existe internet, YouTube e nós podemos observar os batedores".
Pode-se dizer que não é um fato extremamente novo no futebol. É curioso e, talvez, inédito no Brasil, mas existem outros exemplos de goleiros que se utilizam de recursos tecnológicos para mapear os estilos e cobranças de seus adversários.
No fim do ano passado, o goleiro Marco Amelia, do Palermo, da Itália, após defender uma penalidade de Ronaldinho Gaucho, afirmou que, no momento da cobrança, o atleta brasileiro executou movimentos muitos similares aos de um jogo de videogame.
“Foi como se estivesse jogando contra Ronaldinho no Playstation. Ele fez o mesmo movimento, a mesma corrida para a bola, muito estranho. No último instante, vi que ele havia mudado o canto e, então, mudei também o movimento, indo na bola e fazendo a defesa. Olhei nos olhos dele e pensei que ele iria bater no outro canto, mas quando o vi mudando a posição do pé, percebi que ele decidira mudar a batida”. Amelia quase defendeu outro pênalti, no mesmo jogo, também cobrado por Ronaldinho.
No começo deste ano, na final da Copa da Liga Inglesa, o goleiro Foster, do Manchester United, disse ter utilizado vídeos, desta vez por meio de um Ipod, para identificar o estilo dos batedores.
“Tentamos descobrir tudo sobre o adversário. E pouco antes do início das penalidades, eu olhei vídeos em um iPod com Eric Steele, treinador de goleiros. Acompanhei algumas cobranças de jogadores do Tottenham, inclusive, de O'Hara”.
Devemos espetacularizar a iniciativa de Marcos, e desses outros goleiros?
Por um lado podemos dizer que sim, que mostra o quão envolvidos os atletas estão com o jogo, estudando os adversários, se preparando com vídeos, colhendo informações e o que for possível sobre determinado jogador. Isso ressalta a qualidade e justifica o porque de um goleiro como Marcos ter o sucesso que tem, para além do carisma, sustentado por resultados.
E, porque eu acredito que, por outro lado não deva ser encarado como um aspecto positivo? Única e exclusivamente por se restringir a profissionais e craques de futebol que fazem de sua dedicação o diferencial.
Seria riquíssimo se todos os atletas agissem como Marcos, mas muito mais do que isso, que os clubes tivessem uma estrutura e os profissionais que gerenciam, planejam e desenvolvem os trabalhos nas equipes dessem valor a questões como essa que, conforme defendemos em outros textos, fazem parta de uma Central de Inteligência de Jogo (CIJ).
A CIJ deveria ser uma estrutura do clube, assim como os aparelhos de musculação. Uma estrutura que permitisse coletar, armazenar e interpretar as informações de jogo, sejam elas vídeos, estatísticas, scout, relatórios, depoimentos, ou o que quer que possa ser transformado em estratégia. Talvez seja a falta de um profissional com a qualidade de observar fatos e transformá-los em informações, mas enfim, investir em capacitação profissional é também investir na estrutura do clube.
Algumas agremiações, que justiça seja feita, já possuem um Data Center, ou uma central de vídeos. Mas, mais do que isso, é importante que essa estrutura seja realmente aplicada, que faça parte da “filosofia de jogo” das comissões técnicas.
Ouvi, certa vez, o professor João Batista Freire (não me recordo os atores referenciados à época), falando sobre pedagogia do movimento, explicar que uma empresa ou um adulto podem construir um belo e dinâmico brinquedo, mas que esse só vai se tornar realmente um se a criança utilizá-lo e transformá-lo em objeto de sua brincadeira. É ela que vai fazer o uso, que quase sempre difere daquela ideia bruta e inicial de quem o desenvolveu.
É imprescindível que os técnicos queiram brincar. Um dado, um fato, só se transforma em informação quando é utilizado por quem interfere no jogo, por quem brinca.
E para não assustar aqueles que ainda acham que o futebol corre o risco de ficar extremamente tecnológico e sem graça, lembramos que o papel que o Youtube ou o Ipod desempenharam para Marcos e Foster era muito bem desempenhado pelo preparador ou goleiro reserva que ficava atrás do gol com um papel com as anotações sobre os batedores. Só que hoje, além da informação, é mais fácil memorizar o estilo com a facilidade de armazenamento da imagem.
Copa do Mundo: uma propaganda de 30 dias para a África do Sul
por fabiokadow
“As empresas pagam fortunas para comprar espaços publicitários na TV que duram apenas 30 segundos. Esse é o formato mais comum. Agora, a Copa de 2010 será um evento único no país, uma oportunidade histórica. Pensem na Copa do Mundo como uma propaganda de 30 dias, com uma audiência de bilhões de pessoas, do mundo todo. Esse é o tamanho da oportunidade que a população tem para mostrar quem é a África do Sul de maneira efetiva.”
A frase acima é Irvin Khoza, presidente do Comitê Organizador da Copa de 2010. Para Khoza, vai depender dos próprios cidadãos qual será a mensagem que o país vai passar durante esses 30 dias. A audiência televisiva acumulada deve passar de 26 bilhões de pessoas (número registrado no torneio de 2006, disputado na Alemanha). É, de longe, o maior evento esportivo do mundo.
Pesquisas recentes feitas pela Fifa demonstram que a confiança dos africanos em realizar um grande evento vem aumentando cada vez mais (77% acreditam no sucesso, 88% sentem um grande orgulho por serem o primeiro país do continente a receber uma Copa do Mundo e 89% disseram que o evento trará benefícios para a população).
GUILHERME COSTA Da Máquina do Esporte, em São Paulo
A Federação Paulista de Futebol prepara ainda para este ano o lançamento de um guia com instruções para a venda de ingressos para jogos de futebol no Estado. O trabalho será feito a partir dos dados coletados por uma comissão que a entidade criou em agosto do ano passado, liderada por Marco Aurélio Klein.
Klein havia trabalhado como coordenador-executivo da comissão Paz no Esporte, que desenvolveu um plano de ação para o Ministério do Esporte a fim de melhorar o clima entre torcedores nos estádios nacionais. O relatório desenvolvido por esse grupo guiou uma série de propostas para o guia da Federação Paulista.
Entre agosto e setembro do ano passado, a comissão criada pela entidade estadual fez reuniões ordinárias para estruturar um conjunto de medidas a serem tomadas sobre a venda de ingressos. Desde então, o grupo monitorou cerca de 80 jogos em todo o Estado para medir a qualidade do trabalho de comercialização de entradas.
"O resultado é que o serviço é muito ruim. Basicamente, a venda de ingressos é ineficiente e desrespeita o torcedor", sentenciou Klein nesta quinta-feira, em apresentação realizada na sede da FPF.
A apresentação de Klein abriu uma série de eventos para divulgar os resultados das análises realizadas por sua comissão. Nas próximas semanas, o grupo fará encontros com autoridades, fornecedores e clubes para apresentar as sugestões.
O plano de ação para venda de ingressos é sustentado por cinco esferas: responsabilidade, organização, ação, gestão e transparência. Com esse intuito, Klein mostrou uma série de sugestões que a FPF fará a seus filiados, que vão desde a organização de filas até uma engenharia para facilitar o troco e agilizar as vendas.
A maioria das ações propostas demanda apenas mudança de procedimento e organização. As exceções são o treinamento de funcionários responsáveis pela venda e a instalação de câmeras e vidros nos guichês. "Não é simples mudar hábitos arraigados, mas o fato é que a tecnologia para isso existe. Só falta planejamento", encerrou o responsável pela comissão estadual.
A ideia da FPF é apresentar o guia de venda de ingressos aos clubes em outubro deste ano. Com isso, as mudanças mais simples já devem ser exigidas a partir do Estadual da próxima temporada, com início previsto para janeiro.
Clubes bancarão novo sistema de vendas
GUILHERME COSTA Da Máquina do Esporte, em São Paulo
A Federação Paulista de Futebol (FPF) tomou a frente e estruturou um plano de ação para padronizar a venda de ingressos dos jogos realizados no Estado a partir da próxima temporada. Os custos, contudo, não serão da entidade. A despeito de isso ainda não estar totalmente definido, a expectativa é que os clubes assumam totalmente os gastos com adequações e obras.
"Eles é que devem zelar pelo que vendem. As equipes estão percebendo, gradualmente, que a bilheteria é uma receita importante. E se você organizar as coisas, só vai aumentar os ganhos com isso", opinou Marco Aurélio Klein, que coordenou uma comissão criada pela FPF para analisar a venda de ingressos no Estado.
Formada em agosto do ano passado, a comissão esteve em quase 80 jogos a fim de avaliar todo o processo de compra. Segundo Klein, alguns clubes já participaram dessa fase do processo e demonstraram disposição para levar as mudanças adiante.
"Não estamos propondo nenhuma coisa absurda. Basicamente, são mudanças que passam pela organização e por um novo comportamento na venda dos ingressos. Isso não exige um grande investimento por parte das equipes", completou Klein.
Depois de ver os jogos, a comissão estadual desenvolveu um plano de ação. Nos próximos meses, apresentará essas medidas a diferentes esferas da sociedade (torcedores, autoridades, fornecedores e clubes, nessa ordem). O cronograma prevê a adoção da maioria das medidas já no Campeonato Paulista de 2010.
PRISCILA BERTOZZI Da Máquina do Esporte, em São Paulo
A TV Esporte Interativo fechou contrato com a TV Cultura para a transmissão do Campeonato Italiano. O pontapé inicial será dado neste domingo, às 13h, com o confronto entre a tetracampeã Inter de Milão e o Bari, que venceu a última edição da Série B.
Pelo acordo, válido para a temporada 2009/10, o canal da Fundação Padre Anchieta terá prioridade na escolha do jogo em relação à TV Gazeta, também parceira da Esporte Interativo, dona dos direitos do torneio para a TV aberta.
A Cultura, no entanto, mostrará apenas as rodadas realizadas aos domingos, totalizando 34 partidas até maio de 2010.
A equipe de transmissão ainda não foi definida pela emissora, que volta a exibir um torneio europeu depois de três anos. Na temporada 2006/07, a TV Cultura foi a responsável pelo Campeonato Português na rede aberta. Entre os canais fechados, o Italiano irá ao ar pela ESPN.
PRISCILA BERTOZZI Da Máquina do Esporte, em São Paulo
O verde-limão que tomou conta das arquibancadas do Palestra Itália nas últimas duas temporadas será substituído pela cor azul. Essa é a proposta da Adidas, fornecedora de material esportivo do Palmeiras, que apresentou nesta quinta-feira o novo terceiro uniforme do clube, em alusão à seleção italiana de futebol.
Com a nova tonalidade, a marca alemã quer repetir a façanha alcançada com a coleção anterior, que virou uma espécie de talismã para time e torcida. Os números de venda são mantidos em sigilo pela empresa.
"Foi um número muito bom, não foi surpreendente porque nossa expectativa sempre foi muito positiva. Hoje, o que nós estamos percebendo é uma ansiedade muito grande da torcida para conhecer esse novo uniforme, e uma grande aceitação do projeto que nos levou à cor azul", afirma Luciano Kleimann, diretor de marketing esportivo da Adidas.
A escolha da nova cor tem duas estratégias envolvidas. A primeira, que inspirou a criação, foi fazer uma homenagem às raízes do Palmeiras, que completará 95 anos de fundação na próxima quarta-feira, dia 26 de agosto. A segunda, segundo o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, é a tentativa de atrair a seleção italiana às dependências do Palestra Itália durante a Copa do Mundo de 2014, a ser disputada no Brasil. O dirigente compareceu ao evento de lançamento ao lado dos jogadores Wendel e Diego Souza, além do ídolo Ademir da Guia.
A camisa traz ainda a Cruz de Savoia estampada ao lado esquerdo do peito e na manga direita. O escudo, brasão oficial da família Real Italiana no século XIX, foi o primeiro símbolo da história do clube.
O atual emblema do Palmeiras e a bandeira da Itália aparecem no canto direito inferior do uniforme. A cruz também aparece no calção branco e com três listras azuis, que compõe a nova indumentária palmeirense.
"Existe um diferencial marcante nessa camisa azul porque ela faz parte da história do Palmeiras, relembra as origens do Palestra Itália. O Palmeiras não teria a grandeza que tem hoje sem um passado nobre, e foi isso que tentamos resgatar", completa o executivo da Adidas.
A estreia do modelo está marcada para o dia 22 de agosto, contra o Internacional, em jogo válido pela segunda rodada do returno do Campeonato Brasileiro. Com o lançamento da camisa azul, a versão verde-limão está momentaneamente aposentada, segundo Kleimann. "A coleção antiga sai de linha a partir de agora, mas poderá retornar em linhas futuras. Não descartamos voltar com o verde-limão em algum tempo".
O preço sugerido de venda da camisa alviverde é de R$ 199
Em menos de uma semana, a ascensão à segunda divisão do Campeonato Brasileiro de futebol já rendeu frutos ao ASA. O time de Arapiraca terá apoio estadual para disputar a Série B em 2010, a despeito de o volume desse investimento ainda não ter sido divulgado.
Nesta semana, em solenidade organizada para comemorar o título do ASA, o governo local colocou à disposição o estádio Rei Pelé, que fica em Maceió e passará por uma intervenção de cerca de R$ 8 milhões. Além disso, sugeriu a criação de um convênio entre prefeituras da região para reformar o Coaracy da Mata Fonseca, arena de Arapiraca.
Além da questão do estádio e de um aporte financeiro, o governo ainda não definiu de que formas poderá colaborar com o ASA. Um projeto com esse intuito será desenvolvido até o fim desta temporada.
Flamengo e Cruzeiro entraram no campeonato como favoritos. Mas foram se desmantelando. A queda do Cruzeiro tem explicação mais simples: trauma da perda da Libertadores, venda de jogadores fundamentais (como Ramires e Wagner). As oscilações do Flamengo (jogos brilhantes seguidos de partidas horríveis) são mais complicadas de entender. O clube da Gávea vive um caos político às vésperas de eleição. Já teve dois presidentes, dois supervisores e dois treinadores no mesmo campeonato. Isso sem contar o entra-e-sai de jogadores e o departamento médico sempre lotado. Nada leva a crer que os dois times tenham chance de título este ano. Uma vaga na Libertadores já seria grande coisa. No Maracanã, o Flamengo jogará com seu meio-campo e seus laterais reservas. O ataque deve ser titular: Adriano e Emerson, isso se o segundo não for negociado até o começo da partida. O Cruzeiro, que tem o pior ataque do Brasileirão (18 gols) e uma defesa instável, está mais inteiro para o jogão, mas nem por isso pode ser apontado como favorito.
Análise tática
Com tantos desfalques no meio, o Flamengo vai para o 3-5-2. O lado esquerdo, com o apoio de Everton é muito mais forte que o direito, com o xará Everton Silva. Curiosamente, o lado esquerdo do Cruzeiro também é o ponto forte da equipe, com o jovem Diego Renan e o veterano Gilberto.
FLAMENGO
Ponto forte: Adriano. O artilheiro do campeonato resolve, por vezes, a parada sozinho para o seu time. No Maracanã, costuma estar ainda mais inspirado. Vai enfrentar uma dupla de zaga inconstante, formada por Leonardo Silva e Thiago Heleno.
Ponto fraco: Setor de criação. O meio-campo do Mengão já teve Willians, Kléberson e Ibson, além de Léo Moura e Juan pelas alas. Hoje, nenhum deles estará em campo. Será que a bola vai chegar minimamente redonda para o Imperador concluir?
CRUZEIRO
Ponto forte: Kléber. De volta, o Gladiador promete agora seqüência de jogos. O Cruzeiro garante sua permanência até o fim do ano. Se ele voltar a jogar o futebol dos tempos da Libertadores, Kléber pode fazer o time reagir bem na tabela.
Ponto fraco: Lado direito. A idéia de Adílson Batista é formar o setor com Jonathan e o equatoriano Guerrón. Os dois estão fora hoje. O problema maior é a lateral direita. Com Jancarlos voltando de lesão, pode sobrar o improviso de Marquinhos Paraná.
Goleiro Gomes vai desfalcar o Tottenham por seis semanas
Brasileiro lesiona músculo da coxa em jogo do Campeonato Inglês
O goleiro Gomes vai ficar fora de combate nas próximas rodadas do Campeonato Inglês. O brasileiro machucou a coxa direita ao chutar uma bola na partida do Tottenham contra o Hull City, nesta quarta-feira, pelo Campeonato Inglês (vitória do time de Gomes por 5 a 1).
- Fiz um exame que apontou lesão no (músculo) adutor longo. A previsão de volta é de seis semanas. Iniciei tratamento intensivo e espero me recuperar logo - disse o goleiro.
Gomes participou da Copa das Confederações pela seleção brasileira, em junho, e foi o reserva de Julio César no amistoso do Brasil contra a Estônia, semana passada (vitória brasileira por 1 a 0). Na convocação que Dunga fez na tarde desta quinta, Victor, do Grêmio, foi o escolhido para usar a camisa 12 da seleção.
Liverpool chega a acordo para contratar o zagueiro Kyrgiakos
Jogador, que estava no AEK Atenas, custaria € 2,3 milhões (R$ 6 mi) aos cofres do clube inglês
O Liverpool chegou a um acordo com o AEK Atenas para contratar o zagueiro grego Sotirios Kyrgiakos. O valor da transação estaria em torno de € 2,3 milhões (R$ 6 mi).
O ex-jogador do Rangers escocês fará exames médicos esta semana, a fim de completar a transferência ao Liverpool antes do jogo contra o Aston Villa, pelo Campeonato Inglês.
No site do clube inglês, o treinador do Liverpool, Rafael Benítez, elogiou as aptidões do zagueiro, de quem destacou que é um jogador "com experiência, que poderá ajudar o grupo na defesa". O técnico também leva em conta que Kyrgiakos "é bom nas jogadas aéreas, forte e agressivo", além de ser um jogador com "experiência no futebol britânico", devido a sua passagem pelo Glasgow Rangers.
A chegada do grego será muito bem recebida no clube inglês, diante das baixas no grupo, no qual estão lesionados Daniel Agger, com um problema nas costas, e Martin Skrtel, com a mandíbula lesionada.
O jogador grego comentou em seu site pessoal que a contratação pelo Liverpool era "o maior desafio" de toda sua carreira.
Governo da Noruega proíbe Valencia de jogar com seu uniforme oficial
Patrocínios ligados a jogos de apostas são proibidos pela legislação do país
O time do Valencia já está em Bakkestua, na Noruega, onde enfrenta nesta quinta-feira o Stabaek, na primeira partida dos play-off da Liga Europa, mas não poderão utilizar o uniforme oficial do clube.
Segundo o jornal “AS”, da Espanha, o governo norueguês emitiu um comunicado à federação de futebol do país proibindo que o clube espanhol estampe a marca do site “Unibet” em sua camisa, já que apostas pela internet estão proibidas no país.
Tanto o Valencia quanto o patrocinador já entraram em contato com a Uefa para solucionar o problema, mas a entidade máxima do futebol europeu, que aprovou o uniforme há alguns meses, não quis se intrometer no assunto e espera que as partes envolvidas cheguem a um acordo.
Diversos clubes na Europa são patrocinados por sites de aposta, inclusive gigantes como o Milan e o Real Madrid. A “Unibet”, que também patrocina outros times, não entende por que está proibição surgiu agora, já que diversos times da Polônia jogaram na Noruega com o mesmo tipo de patrocínio, sem nenhum problema.
O Valencia já enviou para Oslo camisas sem a publicidade.
Da Itália, Thiago Silva lamenta outra derrota do Flu: ‘Nada dá certo’
- É até difícil falar agora, dar palpite. O momento do Fluminense é esse, nada dá certo. O time tenta fazer alguma coisa e acontece o contrário. Já passei por isso, sei muito bem como é. A equipe tem que estar concentrada naquilo que está fazendo e trabalhar. A única forma de mudar isso é trabalhando – disse o “Monstro”, por telefone, de Milão.
- Tenho certeza que o time vai dar a volta por cima com o retorno do Branco e do Renato. O Fluminense tem uma grande equipe e tem tudo para sair dessa situação – afirmou Thiago, revelando que pediu o número de telefone de Renato a Berna para mandar uma mensagem de apoio ao treinador.
- Eu mudei de telefone recentemente e perdi o número dele. É um grande amigo, espero que o time consiga se recuperar.
Diego manda recado aos rivais: 'Juventus não deve temer ninguém na temporada'
Meia brasileiro aponta Velha Senhora como favorita ao título italiano
Misturando um pouco do português, espanhol e italiano durante entrevista aos jornalistas em Turim, nesta quinta-feira, o meia brasileiro Diego, do Juventus, colocou seu time no seleto grupo dos favoritos para conquistar o título italiano da temporada 2009/2010, com início marcado para o próximo fim de semana.
- Se vamos brigar pelo título italiano? O Juventus sempre estará entre os favoritos e não deve temer ninguém na temporada, mas existem outras equipes – disse Diego.
Diego aproveitou para mandar um recado aos principais rivais (Inter e Milan).
- Eu não estou interessado e nem preocupado com o Inter e o Milan. Temos que pensar apenas em jogar bem nas competições. Penso que não devemos estabelecer limites. Entraremos para ganhar, e não apenas para participar das competições. O Juventus é um grande time e esperamos obter importantes resultados. No entanto, é evidente que temos ainda de melhorar em muitos pontos – finalizou.
Bolt supera expectativa, bate recorde mundial dos 200 m e faz história
O jamaicano Usain Bolt escreveu de vez o nome dele na história do atletismo mundial. De forma avassaladora, ele ganhou o ouro nos 200 m rasos e impôs o novo recorde mundial da distância, com o tempo de 19s19, na final do Campeonato Mundial, em Berlim.
A EVOLUÇÃO DO RECORDE
26/05/1951
Andy Stanfield (EUA)
20s6
16/10/1968
Tommie Smith (EUA)
19s8
12/09/1972
Pietro Mennea (ITA)
19s72
23/06/1996
Michael Johnson (EUA)
19s66
01/08/1996
Michael Johnson (EUA)
19s32
20/08/2008
Usain Bolt (JAM)
19s30
20/08/2009
Usain Bolt (JAM)
19s19
Bolt melhorou em 0s11 a marca anterior, que ele mesmo havia estabelecido há exatamente um ano nas Olimpíadas de Pequim-2008. Ironicamente, nos 100 m rasos, quando fez 9s58, o velocista também derrubou o recorde na final do Mundial, um ano após o triunfo olímpico, e com a mesma margem de vantagem (0s11).
A marca superou a expectativa de um dos maiores nomes da história da prova: o norte-americano Michael Johnson, justamente o último detentor do melhor tempo do mundo até a chegada de Bolt. Poucas horas antes da prova, Johnson explicou que o cansaço iria impedir o jamaicano de estabelecer a marca.
"Qualquer hora que Usain Bolt entre na pista, você pode ver um recorde...mas não acredito que ele baterá o recorde mundial hoje. Ele está cansado", comentou, antes de assistir da tribuna Bolt surpreendê-lo. O jamaicano tornou-se agora o único a quebrar o recorde nos 100 m e 200 m no Mundial. Nas Olimpíadas, ele também foi o primeiro a obter este feito, mas que foi estendido também ao 4 x 100 m rasos.
Na prova do revezamento, Bolt ainda terá a chance de bater a marca, mas só deve disputar a final. Ele mesmo anunciou que será poupado das eliminatórias, que serão nesta sexta-feira. Se a Jamaica obtiver a classificação, ele buscará o terceiro ouro e o terceiro recorde, um feito sem precedentes na história do Mundial, que jamais havia visto um mesmo atleta bater dois recordes no mesmo evento.
Bolt dominou todas as rodadas que disputou dos 200 m rasos, porém não dava indícios que poderia superar o recorde. Até esta tarde, sua melhor marca no evento fora 20s08 na semifinal, a 0s78 do recorde anterior.
Porém, nesta quinta, ele se superou. Após os primeiros 25 m, o jamaicano já liderava e passou a ampliar a diferença. Sem adversários, sua luta passou a ser contra o limite que ele mesmo estabeleceu há um ano. E Bolt cravou o novo recorde para delírio da torcida, que praticamente lotou o estádio Olímpico e aplaudiu o jamaicano de pé.
O panamenho Alonso Edward ficou com a medalha de prata, com 19s81, apenas 0s04 na frente do norte-americano Wallace Spearmon. O único brasileiro na prova, Sandro Viana, foi eliminado ainda na primeira fase. - Fernando Narazaki -Em Berlim (Alemanha)
FX mostra jogos de brasileiros pela Copa Sul-Americana
A Copa Sul-Americana estará na tela do canal FX na próxima semana. E o melhor, com dois jogos envolvendo clubes brasileiros.
N terça-feira, 25/08, às 20h00, a emissora do Grupo Fox mostra a partida entre Coritiba x Vitória, definindo uma vaga na próxima fase da competição. No dia seguinte, será a vez de Atlético/MG x Goiás se duelarem no Mineirão a partir das 21h50.
O FX iniciou sua cobertura na Copa Sul-Americana nesta quarta-feira com a transmissão de River Plate x Lanús. De acordo com o nosso colaborador Rafael Barbosa, Maurício Bonato foi o narrador e Fábio Piperno fez os comentários.
Rubinho: "Nelsão foi bom piloto, mas filho é melhor pessoa"
Em entrevista aos jornalistas brasileiros nesta quinta-feira, em Valência, Rubens Barrichello afirmou que não se incomodará em ser o único piloto do país no grid do GP da Europa e, ao falar de Nelsinho, fez uma dura crítica ao tricampeão Nelson Piquet.
"Solitário", o piloto da Brawn passou por situação semelhante no GP dos EUA de 2002 e disse que só se incomodará nos momentos em que os pilotos se reúnem, como nos briefings. "Isso não é uma pressão maior", disse.
"Mas eu diria que os momentos solitarios vão ser no briefing, onde os três sentavam juntos. Mesmo sabendo que os dois estão bem e estarão guiando daqui a pouco. Na pista, é fechar a viseira e fazer o melhor possível."
Barrichello também aproveitou para comentar a situação dos dois colegas ausentes. Sobre Piquet, o piloto aposta em uma volta por cima, mesmo com a situação ruim atravessada no momento, com a demissão no meio da temporada.
"O Nelsinho é difícil falar. É difícil ter um pai tricampeão. Não sei como foi feito o contrato, ser mandado embora no meio do ano não é bom para a carreira dele. Mas existem três times novos e ele tem a chance de refazer a carreira", continuou Rubinho, que ainda cutucou Nelson Piquet, seu antigo desafeto.
"Ele [Nelsinho] mostrou que tem o coração bom e não teve a chance ideal... Em poucas palavras, o Nelsão foi um grande piloto e tem muito o que aprender como pessoa. Com o Nelsinho, é o contrário", comentou.
Já sobre Massa, o piloto de 37 anos disse esperar seu retorno para o GP do Brasil, em outubro. "O Felipe está muito bem, mas esse 'muito bem' não é o de um médico, que pode dizer que ele vai voltar tal dia. Acredito que, como amigo, ele está pronto para andar agora. Espero que ele esteja pelo menos no GP do Brasil. não sei como vai ser."
Outro assunto polêmico foi a declaração de Rubinho sobre a ausência de Schumacher. Por meio do Twitter, Barrichello disse que a desistência do alemão do GP da Europa não teria sido apenas por causa das dores no pescoço.
"Dei só uma apimentadinha, e depois o pessoal ficou procurando resposta. Quis dizer que minha opinião não era simplesmente o pescoço, mas devem ter problemas que envolviam Ferrari. Ele tem uns problemas por causa do acidente na moto, mas na minha visão tem coisa a mais que não cabe a mim procurar."
Por fim, para a corrida deste fim de semana, Barrichello revelou que a Brawn terá evoluções. "Temos evoluções mecânicas que vêm a pedido das evoluções aerodinâmicas. Achamos que os erros estão ali. Minhas reclamações são semalhantes às do Jenson."
After suffering only one labor stoppage in the last 10 years, the major American sports leagues are headed into a time of unprecedented uncertainty. Each is dealing with its own complex set of issues between owners and players, including some points that have been controversial nearly from the day the previouscollective-bargaining agreements were signed.
And all of the leagues are dealing with an economy that has proved to be the worst in more than a generation and has affected nearly every corner of the business.
On top of that comes something no one at the four leagues or the four unions can remember happening before, the equivalent of a full solar eclipse on the sports labor calendar: All four major team sports have collective-bargaining agreements expiring in the same year, 2011.
It adds up to a lot of unknowns. A series of interviews by SportsBusiness Journal with top negotiators on both sides of the table in all four sports reveals hope from all sides that deals can get done, as well as frank acknowledgments that there could be a work stoppage in at least one of the sports.
The commissioners and some team owners in the NFL and NBA, both of which have begun formal bargaining, have made it clear that they are looking for changes in their salary cap systems, which regulate what they pay their most critical employees, their players. Those on the labor side of the table say major changes typically mean major concessions.
In the NHL, players are unhappy with the CBA they ratified in order to end the 2004-05 lockout. And despite numerous concessions from players, NHL owners are not entirely satisfied with it either.
In Major League Baseball, the MLB Players Association is investigating whether owners colluded to drive salaries down in the last free agent market. Both union and league officials say it is too early to say what will happen in 2011.
“We could have peace in all of them,” said Bob Batterman, who serves as outside labor counsel to the NFL and NHL as a partner at the powerful Proskauer Rose law firm. “We could have war in all of them, [although] I think that is very unlikely.”
But the heads of the two unions that have begun negotiations, NFLPA Executive Director DeMaurice Smith and National Basketball Players Association Executive Director Billy Hunter, both say they believe owners may be preparing to lock their members out.
“I have been through the lockout,” Hunter said. “I can see a fight coming into this one. I don’t want it. But you play the hand that is dealt to you.”
‘The world has changed’
For many of those coming to the bargaining table, everything starts with the recession.
“I think that our players understand completely that the world has changed,” said NBA Commissioner David Stern. “They look outside. They live in Detroit. They live in Phoenix. They live in California. They understand unemployment is at 11 percent, that office vacancies abound. The players understand those are our fans, the ones who aren’t working, who are in foreclosure, who don’t have jobs in offices.”
Revenue for professional sports leagues has increased regularly over the years, and that increase has made it easier for deals to be made between leagues and players unions. In the last 10 years, only the NHL has suffered a work stoppage, the lockout of 2004-05.
But in most leagues that revenue growth has run into a brick wall in the form of the recession, which could make new agreements much more difficult to reach, labor experts say.
Hunter and Stern, who shook to end the 1998- 99 NBA lockout, again face tough issues.
Howard Ganz, Batterman’s partner at Proskauer Rose, who serves as outside counsel to the NBA and to Major League Baseball, said the current economy is the biggest issue for owners and leagues as they prepare for collective bargaining with players unions.
Ganz said the economy’s overall effect on sports leagues isn’t yet clear because many of the leagues’ biggest revenue-generating deals were made when times were better and stretch over multiple years.
“Those arrangements will be coming to a conclusion over the next year or two. And who knows whether sponsors are going to continue to spend lots of money on sports promotion,” he said. “At the same time costs have not declined.”
Batterman said the economy is affecting how sports team owners look at their costs of doing business, and players’ salaries make up the majority of costs in all of the leagues. “The feeling among all the owners and all the senior management teams in all the leagues is the business is changing,” he said.
Owners are questioning whether growth opportunities for revenue are going to continue “or do we need to revisit the revenues or shares [guaranteed to players] as a result?” Batterman said. “ I don’t know that there are any answers yet, but I think that question is being raised all over.”
At the same time, they say their expenses outside player salaries also continue to rise.
“You’ve got a lot of costs with sponsorship, with fulfillment, our fans are asking more. Our business partners are asking more,” said NFL chief legal officer Jeff Pash.
Before the recession, sponsors and advertisers increasingly were asking leagues and clubs what return on investment they would get in a deal. Now “it seems like you get those questions much more quickly and that there is a lot more rigor in the analysis that goes into it,” Pash said.
But NFLPA officials say the NFL has not provided them with any information about their costs. “The union thus remains in the dark as to what the owners consider to be the main items for the negotiations,” NFLPA outside counsel Jeffrey Kessler said after two formal bargaining sessions with the NFL.
And the NBPA’s Hunter noted that the NBA bought a full page ad in The Wall Street Journal touting the league’s third-highest attendance ever and increases in television viewership. “So you tell me what they mean,” Hunter said.
Although other issues often emerge in CBA negotiations, like age limits and marketing rights, negotiators on both sides of the table say that in this round of talks, the main issue is players’ share of league revenue. “It’s about dividing up the Benjamins,” Hunter said.
The economy, and whether it improves between now and 2011, is also a wild card. Labor experts say that a bad economy favors owners seeking concessions, but negotiators on both sides of the table said it is much easier to get a deal done in good times versus bad.
Update for salary cap?
The salary cap system that exists today in the NFL, NBA and NHL, in which team payrolls are capped at a percentage of league revenue, was invented by Stern in 1982, when he was executive vice president of the NBA.
But now, there is talk from Stern about a whole new system.
“As we begin [negotiations] there may be just a completely different way of doing it that doesn’t involve any percentage or salary cap,” Stern said. “I don’t know. We’ll have to see. There may be a system the players suggest to us that brings our teams to profitability that isn’t … a system we are familiar with.”
And in the NFL, the salary cap system that began in 1993 is not working for owners anymore, said Pash, who is leading negotiations for the owners. “It may have been perfectly sound in 1993 when it was entered into, but it has not evolved in a way that reflects the operations of the National Football League in 2009,” Pash said. Among other things, Pash said that system does not take into account owners increased costs, including more privately financed stadiums and debt service.
The 2004-05 NHL lockout was the only major sports work stoppage in the last 10 years.
But on the players side, no one seems convinced that there is a need to throw out the salary cap system for a new system that they believe would further restrict players’ earnings.
Speaking before the Sports Lawyers Association in Chicago earlier this year, MLB Players Association Executive Director Donald Fehr — who has led the baseball players’ successful fight for 25 years against a salary cap — questioned why team owners, who sold the salary cap in the first place, were now saying the system was not working.
“One of the benefits of the salary cap system that has been in effect in the other sports has been the suggestion that it automatically adjusts for economic conditions,” Fehr said. “Players do better when the games do better… everyone sees a decline when revenues decline, and therefore, we don’t have to continually rebargain everything.”
“It doesn’t surprise me — although I think it is inconsistent with the basic philosophy as expressed for the cap — that when revenues go down, management wants to revisit the cap … because it doesn’t do what they said,” Fehr said.
Management side sources say the traditional cap is not working anymore because it was based on an old cost structure, and that cost structure has significantly changed in the last few years.
Stern, who recently revealed that fewer than half of the 30 NBA clubs are profitable, said the current cap in the NBA doesn’t take care of the problem of a decline in revenue, in part because the cap is set after the revenue has declined. Stern said. “I mean, if it takes care of it, presumably there wouldn’t be any losses.”
No ‘pattern bargaining’
Unless deals are cut before the leagues reach their deadlines, the CBAs will expire near the end of each quarter in 2011. The NFL’s deal is up in March, the NBA is next in June, the NHL is third in line in September, and Major League Baseball is last in December.
Though no one can predict what will happen in the labor talks between the four leagues and the unions, there is an oft-repeated sentiment that nothing ever gets done in labor negotiations until there is a deadline. The expiration of the CBAs is the major deadline, since players can not strike and owners can not lock out until the labor deals expire.
The timing is unprecedented, but all league and union officials interviewed for this story agreed that no one conspired to engineer the timetable. At the same time, sports management and labor leaders aren’t sure what it will mean, other than a greater emphasis by the mainstream sports media on sports business and labor issues.
“Obviously, all the sports look at what is going on in the other sports,” said Rob Manfred, MLB executive vice president, who leads labor negotiations for the clubs. But the sports industry does not engage in “pattern bargaining” like the auto industry, in which the first labor deal struck dictates successive labor deals, he said. Kessler, who serves as outside counsel to both the NFLPA and NBPA, said one negotiation may have little or no effect on another negotiation in another sport because the CBAs and the issues associated with them are so different.
“The amount of revenue sharing in the four sports is vastly different, the amount each sport depends on national revenues; the average career length in the four sports is different; the overall financial health in the four sports is different,” Kessler said.
There is, however, what Kessler calls a “psychological intersect” in which owners in one sport will be mindful of how negotiations are going or labor tactics are being used in another sport. “If one strategy is successful in one sport, people might think it could be successful in another sport,” he said.
Other industry experts noted that because there is cross-ownership among the sports, owners who win a labor victory in one sport could push harder for gains in another sport.
The sports unions, too, have historically supported each other, at least verbally, in times of labor unrest.
Hunter said the expiration of all four deals in the same year was something he discussed at length with Gene Upshaw, his good friend and the former NFLPA executive director, before Upshaw died unexpectedly last year.
“If it resulted in any one group being locked out, I think he sort of saw himself at the front because the NFLPA agreement is the first to expire.” Hunter said. He has not yet addressed this issue with Upshaw’s successor, Smith.
Upshaw, Hunter said, “thought it provided an opportunity that I guess we could all … unify if we all kind of took a universal position about the concerns of our players.”
Even as the NFL and the NFL Players Association have begun collective-bargaining talks more than a year and a half ahead of the March 2011 CBA expiration, hopes for an early deal seem to be vanishing.
The NFLPA’s negotiating team, led by NFLPA Executive Director DeMaurice Smith, and the league’s team, led by chief legal officer Jeff Pash, have held two formal negotiating sessions in the last two months, but league negotiators have not “come forward with a serious proposal so that we can begin fruitful negotiations,” said NFLPA outside counsel Jeffrey Kessler.
“While De remains optimistic that the parties can reach a deal this year, thus far the owners have apparently not been in a position to … move the ball forward.”
NFL players have said publicly in the last few weeks that they expect to be locked out. And last month, the union posted on its Web site a story in which Smith told players in locker rooms that “I am absolutely convinced that the default plan is to lock us out in 2011.”
NFL officials say the league doesnot want to talk lockout. “I don’t know what [Smith] is telling players … but we are a long way from anything,” Pash said.
What the NFL does want to talk about is what it sees as a need for a new economic system. The salary cap, which gives NFL players a percentage of NFL revenue, has been the basis for 15 years of labor peace, but Pash said it is no longer working.
Things have changed for the league since 1993, when it began using a cap, he said. Among them: NFL stadium projects are less likely to get public funding, and the costs of attracting and maintaining corporate sponsorship partners are rising.
DEADLINE: 3/2011
AT THE TABLE
LEAGUE
UNION
ROGER GOODELL
NFL COMMISSIONER
DEMAURICE SMITH
NFLPA EXECUTIVE DIRECTOR
JEFF PASH
NFL CHIEF LEGAL OFFICER
RICHARD BERTHELSEN
NFLPA GENERAL COUNSEL
Multiple sources said what the NFL is looking to do is have players recognize some of those costs by deducting them from the total revenue figure that is divided between players and owners under the current CBA. The NFL now gets credit or deducts for certain costs, but the league is looking for more. Sources asked for anonymity because they were not authorized to speak publicly about CBA negotiations.
“We do believe that the system has to account for the costs associated with making investments that generate revenue, which certainly includes stadiums,” Pash said. “If we can promote a pro-growth, pro-investment economic structure, players will certainly earn more money under a new system, not less.”
Pash did not elaborate on how players would earn more if they pay more of the upfront costs, but sources said gains could come in the future if players, instead of taxpayers, shoulder some of the costs of building new stadiums that generate more revenue. The salary cap might even go up under the system, but players’ share of the revenue — which is now about 60 percent — would go down, sources said.
The NBA is also advocating that a new system be found, but NBA Commissioner David Stern announced in July that fewer than half of the NBA’s 30 clubs are profitable. The NFL’s selling job may be more difficult.
“We are not contending that the NFL is not a profitable business,” Pash said.
One issue that has come up early in the NFL negotiations, as well as with the NBA, is the question of financial disclosure by the owners. Unlike the NFL, the NBA has pledged to fulfill the players’ request for financial disclosure. “We think if you are saying to your players you want a different model, the best way to get there is to share the data,” Stern said.
Smith says financial disclosure is the first step in making a deal and the best way for the league to demonstrate whatever financial hardships it may be facing. “It seems to me that if they are not pleading poverty, what is it?” Smith asked.
Pash noted the NFL has extended the CBA five times without providing the audited financial statements the union is seeking. “Agreements can get done, and there is substantial history to support that,” Pash said.
As Smith has begun negotiations for a labor deal, he says, he also has planned strategies to combat a lockout, including decertifying the union.
If the NFLPA were able to decertify, players would be allowed to bring an antitrust lawsuit to challenge any lockout as a group boycott, as well as sue for damages, a strategy that has worked for the NFLPA in the past.But the NFL is expected to challenge any decertification under existing law, and a future U.S. Supreme Court decision could provide another roadblock. The Supreme Court has agreed to hear a case brought by former NFL licensee American Needle against the league, and if the court rules that the league is a single entity rather than 32 businesses competing with one another, the players could lose the ability to sue under certain antitrust laws, making decertification a less attractive option. (However, labor law experts say a broad Supreme Court decision for the NFL that applies to labor is unlikely.)
Smith has other strategies he wouldn’t elaborate on, but one of them may involve Congress. The day after the league and the union had their second bargaining session in July, Smith and about 20 players went to Capitol Hill to talk to lawmakers. Smith has indicated that the NFL’s antitrust exemption to sell its broadcast rights on a pooled basis could be an issue.
“If you are using that monopoly status to get television contracts and you are using that monopoly status to share revenue and that status is a gift to you from the American people, the question is, should you be allowed to use those gifts to hurt the businesses that would be affected in a lockout?” Smith said.
Former White House press secretary Ari Fleischer, who now runs his own sports PR firm, said Smith’s trip to Congress was “an aggressive move,” especially since the two sides are in the early stages of bargaining.
Sports and Congress can be a double-edge sword, because legislative gains can be offset by public perception that lawmakers have more important things to do than regulate sports, Fleischer said, but “showing a flair for bold, political public relations is an interesting tactic.”
Another variable: New leadership
Will new leadership change the tenor of the talks?
The NFLPA’s executive director, DeMaurice Smith, is new to sports. NFL Commissioner Roger Goodell has spent his entire career with the league but will be overseeing his first collective-bargaining sessions as its leader.
At the NHLPA, Executive Director Paul Kelly, who was elected in 2007, will be leading CBA negotiations for the first time. In baseball, the executive board of the MLBPA recently voted to name longtime general counsel Michael Weiner to replace Don Fehr as executive director, although the move is not official until the entire union membership votes on it.
Many say that neither Weiner nor Goodell should be viewed as new to the process, since both have been involved in labor negotiations for decades. Veteran baseball agent Tom Reich said of Weiner, “He is about as new in labor negotiations as I am in contract negotiations.”
But others think the new relationships between leaders on opposite sides in every sport but basketball could increase the time it takes to hammer out a deal.
“It is very difficult to make a deal with people who haven’t dealt with each other previously,” said NBA agent David Falk, who added that he thinks the process could be “extremely long” in the NFL, where both leaders are new.
But the NFL’s Jeff Pash said he doesn’t see the changes at the top as a problem if both people share good will and a common goal.
The NHLPA’s Kelly said new leaders could be a good thing, “particularly in our sport, when we went through such a tough time, back in ‘04 with the lockout,” he said. “I think new faces mean fresh ideas, a new start.”
The National Basketball Players Association’s Hunter said there’s much to be said for experience.
“I understand the nuances and the whole dynamic of a lockout, the pressures the players experience, the downside, the damage both sides suffer,” he said. “That is an experience that you now have that you didn’t have before.”
But, he said, “My stomach won’t have the butterflies in it that it had the first time.”
Proskauer Rose has a seat at every table
By LIZ MULLEN
In a first-of-its-kind quadruple play for sports labor, the four major team sports leagues head into negotiations all represented by the same firm: vaunted New York-based practice Proskauer Rose. Partner Howard Ganz represents the NBA and MLB, and partner Bob Batterman represents the NFL and the NHL.
Proskauer has been advising the NBA, NHL and MLB for many years but more recently added the NFL as a labor client. Covington & Burling, from which former Commissioner Paul Tagliabue and current top legal counsel Jeff Pash hail, had been the NFL’s exclusive outside counsel for decades, and also continues to represent the NFL in labor talks.
As outside labor counsel, Batterman and Ganz provide advice on strategy, as well as on issues that can emerge during talks, such as the legality of using replacement players, legal experts say. Both stress that they only advise their clients and do not set policy.
Labor sources say privately that the presence of either signals a tough negotiation.
Ganz has been through several lockouts, including the one that halted the NBA during 1998-99. “I principally deal with the inside lawyers, the principle people who are in charge of bargaining, Rob Manfred and Dan Halem (another former Proskauer lawyer) at baseball and Joel Litvin and Rick Buchanan of the NBA,” he said. “But there are certainly times where I am consulted by or get yelled at by David Stern or Bud Selig.”
Howard Ganz (left) and Bob Batterman provide strategic advice to their league clients.
Batterman (who also represents Major League Soccer, where the collective-bargaining agreement is set to expire in January) was principal outside counsel to the NHL when it shut down an entire season and emerged with a new CBA widely viewed as the most owner-friendly in sports.
Batterman has an almost mythical reputation, which only grew when the NFL hired him quietly — some would say secretly — in 2007.
When SportsBusiness Journal reported nearly a year later that he had been hired, in March 2008, the NFL did not provide much of an explanation as to why he had been brought on, but the late, former NFL Players Association Executive Director Gene Upshaw saw it as an effort by the NFL to replicate what happened at the NHL Players’ Association during the 2004-05 NHL lockout, when a divided players union acceded to owners’ demands.
Ian Pulver, who was NHLPA associate counsel during the lockout and is now an NHL agent, said, “I would urge any group who is negotiating with Batterman to respect, understand and appreciate their adversary.”
Pulver would not comment specifically on his dealings with Batterman while at the NHLPA. But when asked whether Batterman breaks unions, he said, “Bob Batterman is a hard-nosed, smart management attorney who leaves no stone unturned. He will do his best to attempt to execute the orders of his clients including, but not limited to, breaking unions if necessary.”
Batterman, told of the comment, said, “I would be proud to have that on my epitaph.”
NHL Deputy Commissioner Bill Daly, who led the negotiations with Batterman as principal outside labor counsel during the lockout, said the notion that Batterman is overly aggressive is overblown.
“He is only a hawk to the extent that his clients’ position needs to be hawkish,” Daly said. “He is a function of what his client wants, and that’s what lawyers do. In terms of his personal interaction, he is extraordinarily engaging; he is a very friendly guy who gets along with everybody.”
Although Batterman and Ganz both serve as outside counsel, Batterman, especially in recent years, has tended to be at the bargaining table more than Ganz.
Rob Manfred, MLB executive vice president of labor, who leads negotiations for the league, said that Ganz was at the table some of the time in 2002 and less so in 2006. But Manfred added, “He is deeply involved whether he is at the table or not.”
Proskauer Rose was one of the first full-service Wall Street firms to get into the business of labor law and represents only management. The firm boasts about 800 lawyers, about 150 of them labor lawyers. Two league commissioners, the NBA’s David Stern and the NHL’s Gary Bettman, started their careers at Proskauer.
No early talks planned for baseball, where neither side is making many calls for change
By LIZ MULLEN
Could it be that Major League Baseball, which has endured eight work stoppages, more than any other sport, is the league most likely to come to a peaceful settlement? Ironic as it may seem, sports industry and labor experts say that could happen.
Unlike the other leagues and unions, there are no plans by MLB or the MLB Players Association to begin labor negotiations years before their deal expires in December 2011.
DEADLINE: 12/2011
AT THE TABLE
LEAGUE
UNION
BUD SELIG
MLB COMMISSIONER
MICHAEL WEINER
MLBPA GENERAL COUNSEL
ROB MANFRED
MLB EVP, LABOR
GENE ORZA
MLBPA COO
Rob Manfred, MLB executive vice president of labor, would not comment on potential bargaining objectives for MLB club owners in 2011, but he indicated they were pleased with the deal in place.
“The current collective-bargaining agreement has operated well from an economic perspective,” Manfred said. “I think the combination of revenue sharing, competitive balance tax and the debt service rule has allowed us to get the kind of financial stability and competitive balance we have been looking for.”
MLB Players Association general counsel Michael Weiner said it was too early to anticipate what challenges the players may face in 2011. (The MLBPA executive board voted in July for Weiner to succeed Donald Fehr as executive director, but that vote still must be ratified by the full membership.)
“If the current economic environment is still in place when we begin bargaining, I would expect it would have some effect on management’s demands here,” Weiner said. “Having said that, our system is a market-based system. And you would think a market-based system has the flexibility to respond to different economic environments.”
Unlike the other three leagues, there haven’t been many public statements from either side calling for changes to baseball’s system.
The union is investigating whether it wants to bring a collusion case against the league, which could damage relations between the two sides, but a decision had not been announced as of last Wednesday. It’s not clear what effect a collusion case might have on collective bargaining.
Some note that baseball owners still haven’t gotten what owners in the other three leagues have achieved: a salary cap. The MLBPA, historically viewed as the strongest of all the major sports unions, has successfully beaten back efforts to install a cap system.
Nevertheless, MLB owners “have been trying for one for 20 years,” said labor-side attorney James Quinn, outside counsel to the National Basketball Players Association and the NFL Players Association, who has worked for all four major players unions. “I am sure they will try again.”
Stern says he’s working on revenue sharing
By LIZ MULLEN
Before formal bargaining sessions began this month in the NBA, Commissioner David Stern said he had already begun trying to solve one of the stickiest problems standing in the way of a new labor deal: creating a plan for big-market clubs to share more revenue with small-market teams.
Stern acknowledged that increased revenue sharing among clubs, as well as financial disclosure — things that National Basketball Players Association Executive Director Billy Hunter has called for — were key to a new labor deal.
Not only is Stern willing to give the union all the financial information players have requested, “I have begun working … quite assiduously to assure that there is more revenue sharing,” Stern said. “I am going to reach agreement with my owners.”
Stern is willing to hand over the financial details in order to convince players that the current salary cap system, which guarantees them 57 percent of league revenue, isn’t working. Under that system, Stern said, fewer than half of the 30 NBA clubs are now profitable.
But as Stern was appealing to owners to share more revenue, Hunter was working on a plan of his own: to remind the NBA’s more tenured team owners about the 1998-99 lockout and to tell the newer ones just how painful it was.
DEADLINE: 6/2011
AT THE TABLE
LEAGUE
UNION
DAVID STERN
NBA COMMISSIONER
BILLY HUNTER
NBPA EXECUTIVE DIRECTOR
ADAM SILVER
NBA DEPUTY COMMISSIONER
JEFFREY KESSLER
NBPA OUTSIDE COUNSEL
“What we will make clear in the meetings … is the import of a lockout: what it really means and how people are affected,” Hunter said. “It took us, like, five years to kind of rebound.”
The NBA’s 11-member executive committee includes five owners or owners’ representatives who were not in the league, let alone at the bargaining table, during the lockout, which stretched more than 200 days.
Hunter, before the first bargaining session, was clearly wary of the owners’ claim that they needed a new deal. And the economic crisis was not a reason, not in Hunter’s mind.
“I would think in this economy, the last thing anyone would want to be talking about is a damn lockout,” he said. “Why? Because it could kill the business.”
Stern said, “The owners don’t want a lockout,” but did cite the economy as a reason for pressing for a whole new system. The players would see, too, there needs to be change.
“We are going to sit around together and say, ‘Look, guys, here are the facts. We have this great game. It’s very successful. It continues to be successful. It’s enormously fan-pleasing. There’s one little issue. It’s not currently profitable,’” he said.
Revenue is not growing at the same rate as the salaries of NBA players already under contract, Stern said. Gate receipts are softening and the NBA’s television contract is set to increase at 3 percent, at the same time that player contracts are increasing at 8 percent (for players going to new teams) and 10.5 percent (for those who stay with their old teams), Stern said.
Hunter says the real problem is that the NBA’s revenue-sharing model is the weakest of all the big leagues and that big-market clubs are making money while the small-market clubs struggle to keep up.
He has recommended the NBA adopt a revenue-sharing plan closer to the NFL model, in which visiting teams get a share of the home team’s gate. He also wants big-market clubs to share some of the money they get from local TV and radio deals.
“Our position is the players, they can’t be the fall person solely responsible for helping these owners in these small markets maintain viable operations,” Hunter said.
Going into bargaining, Stern seems to resemble an eager suitor, ready and willing to do anything for the players, including completely opening the NBA’s books. The players, Stern said, could actually be the party that comes up with solutions to the NBA’s current financial problems. We are so open to suggestions from players,” Stern said.
But at the same time that Stern is talking about openness and partnership, there have been shots fired across the bow by both sides, including a memo the NBA issued in July projecting a steep decline in the salary cap in 2010-11. Hunter returned the volley by publicly threatening the league with a collusion case. “If it turns out this is all a smoke screen, I intend to take action,” Hunter said last month.
Stern said that the league issued the memo, projecting a 2.5 percent to 5 percent decline for the season after next, something the league has not done before, “because teams were asking us what the story was going to be and we wanted to tell them, these are our best estimates.”
The rhetoric began in earnest this spring, soon after Stern and Hunter revealed at the All-Star Game that they had begun meeting privately to talk about collective bargaining.
Then in April, Stern made statements indicating that owners might be seeking a rollback in the 57 percent of revenue that players now get under the CBA. “I think even the 57 percent number is somewhat on the high side. So there’s tough negotiations coming,” he said then.
Hunter disagreed with Stern’s assessment that 57 percent was too high. “His position is that it is and our position is that it isn’t,” Hunter said. “The system works.”
In July, Stern did not want to talk about the 57 percent figure. Instead, he was touting the league’s willingness to be open in order to get a deal.
“The players will know more about the NBA’s finances than they ever wanted to know because we are going to complete disclosure,” Stern said.
Will the players have access to team’s profits and losses? “Absolutely,” Stern said. Will the players know NBA owners’ take? “Everything,” Stern said. Will the NBA fulfill the NBPA’s request for information in full? “Oh, yes.”
Because the NBA collective-bargaining agreement does not expire until June 2011, there is a question of what incentive the players have to meet owners’ demands for concessions now.
Stern said NBA players may want to consider a deal now, instead of two years from now, because now they could have what he calls “a soft landing.”
“They have the opportunity to consider changes that will allow a system change to be implemented over a period of time,” Stern said.
Hockey owners and players both have some issues; escrow and TV still on union’s mind
By LIZ MULLEN
The NHL collective-bargaining agreement could have expired next month, but the NHL Players’ Association extended the deal in January.
That could give the impression that players are content with their deal — now set to expire in September 2011 unless the players decide to extend it one more year — but they’re not.
“I think that the players are very unhappy with some aspects of the deal,” said NHLPA Executive Director Paul Kelly. “They clearly believe the players’ share [of NHL revenue] could be more generous.”
DEADLINE: 9/2011
AT THE TABLE
LEAGUE
UNION
GARY BETTMAN
NHL COMMISSIONER
PAUL KELLY
NHLPA EXECUTIVE DIRECTOR
BILL DALY
NHL DEPUTY COMMISSIONER
IAN PENNY
NHLPA GENERAL COUNSEL
The percentage of league revenue that players receive is based on the total revenue figure. The percentage for 2008-09 has not been determined, but it is expected