1 “Eu sabia que Pelé era um Deus como jogador. Agora que o conheci, sei que também é como pessoa” (1979) 2 “O primeiro gol contra a Inglaterra? Foi a mão de Deus” (1986) 3 “Pelé foi um só. Os demais são segunda linha” (Antes do Mundial do México em 1986) 4 Jogar sem público é a mesma coisa que jogar em um cemitério” (Depois da partida entre Napoli x Real Madrid em 1987) 5 “”Aconteça o que acontecer e comande quem comanda, a camisa 10 será sempre minha” (1995)” 6 “Não gosto de comunistas com Mercedes Benz e com um Rolex Presidente no pulso (Em referência a César Luis Menotti, 1989). 7 “Nunca imaginei que tivesse gente que se alegrasse com a minha tristeza” (1990) 8 “Muitas vezes me dizem: Você é Deus. E eu respondo: Vocês estão equivocados. Deus é Deus e eu sou simplesmente um jogador de futebol” (1991) 9 “Sinto como se me tivessem cortado as pernas” (Após a suspensão na Copa de 1994) 10 “Cometi um erro de 1 metro, não me podem dar uma culpa de 30 kilômetros” (Após a suspensão da Copa de 1994) 11 “De Julio Grondona até a tartaruga escapou” (1995) 12 “Um dia os jogadores da seleção vão raspar um huevo (****) e Daniel Passarela vai mandar cortar” (1995) 13 “Eu gosto de enfrentar as pessoas com as duas mãos para cima. Quando as tem baixa, eu gosto de ajudar” (1995) 14 “O futebol deveria ser comandado por jogadores, os dirigentes só desejam roubar o dinheiro dos clubes e sair nas fotos” (1995) 15. “Para todo o mundo fui um drogado, sou um drogado e serei um drogado” (1996) 16. “Se vou ao banco é para sacar dinheiro, fera” (Quando consultado se seria reserva em uma partida. 1996) 17. “Com a cocaína não existo. Sou como Oscar Ruggeri que não sabe fazer dois joguinhos. A droga te deixa duro” (1996) 18. “Eu queria ir para os Estados Unidos, mas (Bill) Clinton não me deixa entrar” (1996) 19. “Eu tenho uma vantagem dos políticos. Eles são públicos e eu sou popular” (1996) 20. “Ben Johnson quer que Maradona seja mais rápido que um espirro”. (Quando o alteta o preparou fisicamente para seu retorno em 1997) 21. “Pelé é um escravo. Vendeu seu coração a FIFA. E depois, quando a FIFA briga com ele, quer ser amigo de nós jogadores.” (1997) 22. “Pelé fez sua estréia com uma criança”. (1997) 23. “Os dirigente do Boca são mais falsos que um dólar uruguaio” (1997) 24. “Os que me queriam morto, se f*”. (1997) 25. “É evidente que eu tenho uma linha direta com o Barba (Deus)” (1997) 26. “Blatter me quer como um filho. Sim… como um filho da p*”. (1998) 27. “Peço mil desculpas aos ingleses, de verdade. Mas voltaria a fazer a mesma coisa mil vezes. Os robei a carteira sem se darem conta” (1998) 28. “Só peço que me deixem viver minha própria vida. Eu nunca quis ser um exemplo.(1998) 29. “Oscar Ruggeri toma leite do gato”. (1998) 30. “Se os namorados das minhas filhas as fazem chorar, duas ou três vezes, vão sofrer um acidente”. (1998) 31. “Aconteça o que acontecer, todo mundo sabe que a camisa 10 da seleção será minha… Para sempre” (1998) 32. “Minhas filhas legítimas são Dalma e Gianina. Os outros são filhos do dinheiro e do equívoco” (1999) 33. “Se alguém pensa que no meu livro eu estou vigilante, que venha buscar em casa. Para ver se eu não pego o taco de beisebol”. (Após a publicação de sua biografia ‘Yo soy el Diego de la gente’, 2000) 34. “Na final de 90, nos roubaram antes de jogar”. (2000) 35. “O site de Joao Havelange se chamará ‘ladrão.com’ “. (2000) 36. “Me drogo, mas não vendo cocaína. Como traficante morro de fome”. (2000) 37. “Ganhar do River é como ser despertado por sua mãe de manhã com um beijo” (2000) 38. “Quando abracei Pelé em Roma, quase o perguntei o que ele sentia por ter sido segundo” (2000) 39. “Eu me equivoquei e paguei, mas o meu futebol não se mancha” (2001) 40. “Chegar na área e não poder chutar ao gol, é como dançar com a irmã” (2001) 41. “Coppola (Guillermo, seu ex -representante) é esperto. Fuma até debaixo da agua”. (2001) 42. “Não, muchachos, hoje tenho menos palavras que um telegrama”. (Ao se negar a dar declarações, 2001) 43. “Não se assustem com Bin Laden, ele foi inventado pelos ianques para combater os russos”. (2002) 44. “Bush é assassino. Prefiro ser amigo de Fidel Castro”. (2003) 45. “Eu cresci em um bairro privado. Privado de água, de luz e telefone”. (2004) 46. “Na clínica tem um que se acha que o Robinson Crusoée. Não acreditam que eu sou Maradona”. (2004) 47. “Não sei o que vou fazer nos próximos quinze minutos. Como vou saber o que vou fazer amanhã? “. (2004) 48. Messi as vezes joga para Messi. Todavia se esquece de seus companheiros. Muitas vezes vira ‘Deportivo Messi” porque joga para ele”. (2008) 49. “Aos que não acreditavam em mim, que la chupen, que la sigan mamando”. (2009) 50. “Este é o aniversário mais triste da minha vida…”. (Maradona, ao comentar sobre seu aniversário de 50 anos. 2010)
Os 50 gols mais bonitos de Maradona (edição do site canchallena.com)
Em jogo tenso, Ricardinho vence Giba, e Vôlei Futuro faz 1 a 0 no Pinheiros
Roberta Nomura
Em Araçatuba (SP)
Ricardinho e Giba protagonizaram o esperado reencontro dentro de quadra neste sábado. Os dois jogadores que atuaram por muitos anos juntos na seleção brasileira, agora estão em lados opostos da rede. No duelo dos ex-melhores amigos, o levantador levou a melhor e comandou o Vôlei Futuro na vitória por 3 a 2 (25-21, 25-22, 20-25, 32-34, 15-8) sobre o Pinheiros/Sky. Com o triunfo em casa, o time de Araçatuba abriu 1 a 0 na série melhor de três da semifinal do Campeonato Paulista de vôlei.
Depois de abrir 2 a 0 no jogo, o Vôlei Futuro permitiu o empate do Pinheiros em um quarto set emocionante, que só foi decidido depois que Ricardinho levou um amarelo, deu um ponto para o rival, e viu os paulistanos fecharem por 34-32. No quinto set, o talento do levantador falou mais alto e, com dois erros seguidos de Maurício, o time de Araçatuba fechou o set em 15-8 e o jogo em 3 a 2
As duas equipes voltam a se enfrentar na quinta-feira, às 18h30, no ginásio do Pinheiros, em São Paulo. Na outra semifinal, o Sesi-São Paulo venceu a primeira partida sobre o Medley/Campinas por 3 a 1 e está a uma vitória em casa da final. Os times duelam na próxima terça-feira, também 18h30.
A intensa procura por ingressos nos últimos dois dias se converteu em ginásio cheio neste sábado. Em quadra, o público presente viu o reencontro de Giba e Ricardinho. Os dois astros haviam se cruzado na apresentação oficial da Superliga, na última terça-feira, mas as tentativas de aproximação soaram forçadas.
Aos poucos, os dois parecem quebrar o gelo criado desde o corte de Ricardinho da seleção em 2007. No treino de sexta, se cumprimentaram de longe. No aquecimento neste sábado, o levantador conversava na rede com Marcelinho e Gustavo – também integrantes da equipe nacional há três anos, mas que não fazem mais parte do grupo de Bernardinho – e Giba fez questão de ir falar com o ex-companheiro.
Neste mesmo ginásio Plácido Rocha, o Vôlei Futuro impôs a única derrota do Pinheiros na primeira fase do Paulista e queria repetir o feito. O duelo ainda não contava com os jogadores da seleção brasileira. Agora, os campeões mundiais Rodrigão e Giba já reforçaram a equipe visitante, enquanto Leandro Vissotto, Lucão e Mário Júnior também fortalecem o clube de Araçatuba.
Com os times completos, o Vôlei Futuro mostrou que a falta de entrosamento ainda é grande. Logo na primeira bola do jogo, Ricardinho errou o tempo de bola do central Lucão. O levantador também falhou ao acionar Vissotto. Mas o time demonstrou também sua força e o talento individual de seus campeões mundiais.
O oposto Vissotto apareceu bem na saída. Mas foi com Ricardinho que a equipe encontrou o caminho para abrir 1 a 0. Um ace colocou o time à frente em momento decisivo (20-19). E o levantador ainda permaneceu no saque para os anfitriões abrirem 22-19. E, de pé, o público acompanhou o 25-21.
Lucão apareceu bem no saque logo nos primeiros pontos do segundo set. E, com isso, o Vôlei Futuro logo abriu vantagem. O Pinheiros assumiu a condição de perseguidor, mas com boa atuação também dos coadjuvantes – Michael teve desempenho destacado no bloqueio -, os donos da casa fizeram 2 a 0.
O terceiro set começou com Ricardinho errando ataque de segunda. O Pinheiros teve o contra-ataque na mão de Giba, mas o levantador se redimiu e bloqueou o ex-companheiro de seleção. Comemorou muito com a torcida, evitando encarar o ponteiro. A equipe paulistana, porém, logo se recuperou no set e ficou na frente do placar até o final, fechando em 25-20 após bloqueio de Giba em Visotto.
O jogo ficou tenso na metade do quarto set. Giba atacou e caiu na quadra adversária por baixo da rede. Dentinho aproveitou para puxar, com a mão, a perna do capitão da seleção, que não gostou. Uma discussão começou na rede e as duas equipes acabaram punidas com cartão amarelo, deixando o jogo paralisado por quase cinco minutos.
Nenhuma das duas equipes conseguia abrir distância de dois pontos, mas o Vôlei Futuro se mantinha à frente pela vantagem mínima. Já nos 29 a 29, o Pinheiros conseguiu passar à dianteira, com o time de Araçatuba virando depois em 32 a 31. Ricardinho comemorou o ponto provocando o time rival, pelo que foi punido com um cartão amarelo. Com Rodrigão no saque, o time paulista fechou em 34 a 32.
No quinto set, o talento de Ricardinho foi diferencial para a vitória do Vôlei Futuro, que não ficou atrás do placar em nenhuma passagem e venceu com facilidade, por 15 a 8.
Super Bowl esgota propagandas de televisão para a edição de 2011
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Jogadores do New Orleans Saints fazem festa pela conquista do Super Bowl de 2010
Maior audiência dos Estados Unidos todos os anos e evento esportivo mais visto do mundo, tirando Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, a edição de 2011 do Super Bowl já não tem mais espaço publicitário para propagandas de televisão.
Foi anunciado na última sexta-feira que a final da Liga de Futebol Americano (NFL), que acontecerá no próximo dia 6 de fevereiro na cidade texana de Arlington, já vendeu todos os spots disponíveis.
Geralmente, existem espaços vagos para propagandas até próximo da realização do evento, mas para a decisão da temporada 2010/11, que está apenas em sua oitava semana, as vendas publicitárias tiveram um ritmo acelerado e contou com uma grande disputa entre montadoras de automóveis.
Entre as empresas já confirmadas que compraram espaço publicitário do Super Bowl estão a norte-americana General Motors, a alemã Audi, além das sul-coreanas Kia e Hyundai. Cada espaço de 30 segundos custou entre US$ 2,8 milhões e US$ 3 milhões.
Lesionada, musa do vôlei italiano deve estar pronta para enfrentar o Brasil
Quem foi à Hamamatsu Arena ver a musa italiana Francesca Piccinini mais uma vez saiu decepcionado. Neste sábado, pela segunda vez seguida, a ponteira não jogou no Mundial feminino de vôlei. O motivo: uma lesão muscular na região abdominal.
Piccinini desfalcou a Itália na estreia do Mundial, na sexta contra Porto Rico, e na suada vitória deste sábado diante da Holanda. A jogadora também não deve jogar no domingo, contra o Quênia, mas pode voltar ao times antes do confronto contra o Brasil.
“Ela tem uma pequena lesão muscular. Acho que ainda não joga amanhã, mas para o jogo seguinte ela deve estar presente”, disse o técnico da Itália, Massimo Barbolini.
Com duas vitórias em duas partidas, a Itália é a segunda colocada do grupo, com quatro pontos. O líder é o Brasil, que venceu os dois jogos que disputou.
Se a previsão de Barbolini se confirmar, Piccinini voltará a jogar na terça-feira, contra a República Tcheca. O jogo contra o Brasil, o último da primeira fase, será na quarta-feira.
José Aldo estreia no UFC e defende cinturão em 1º de janeiro contra Josh Grispi
Do UOL Esporte
Em São Paulo
José Aldo comemora a manutenção do cinturão
Dois dias depois de ter sido anunciado como campeão do UFC com a fusão do maior torneio de MMA do mundo com o WEC, o brasileiro José Aldo já tem o primeiro adversário em sua nova casa. De acordo com os principais sites especializados dos Estados Unidos, ele vai enfrentar Josh Grispi, em 1º de janeiro.
A terceira defesa do cinturão dos pesos penas – antes do WEC, agora do UFC – do lutador da academia Nova União, do Rio de Janeiro, acontecerá no na edição 125, em Las Vegas. Depois de conquistar o título ao vencer Mike Brown em novembro de 2009, Aldo já venceu Urijah Faber e Manny Gamburyan.
Grispi tem 15 lutas em torneio de MMA e apenas uma derrota. Além disso, vem de quatro vitórias consecutivas desde que estrou no WEC.
Essa é a segunda luta do UFC 125 que contará com uma defesa de cinturão. Nessa mesma edição, o campeão dos pesos leves Frankie Edgar defende sua cinta contra Gray Maynard. O vencedor desse combate unificará o título dos leves do UFC com o do WEC contra quem ganhar a luta entre Ben Henderson e Anthony Pettis, em dezembro.
A edição 125 do Ultimate será a primeira desde a fusão entre dois dos maiores eventos de MMA do mundo. O WEC já era dos mesmos donos do UFC, mas contava apenas com categorias mais leves de peso. Agora, o torneio principal também conta com os pesos pena (até 66 kg) e com os pesos pluma (até 61 kg).
José Aldo é considerado um dos melhores lutadores peso-por-peso do mundo na atualidade. Sem rivais a altura na categoria em que é campeão, exista a expectativa de que ele suba para os pesos leves e que a luta contra Josh Grispi seja a última que ele faça dentre os penas.
The Rangers have announced their pregame ceremonies for Games 3 and 4 of the World Series:
• For Game 3, current Rangers president and all-time Major League strikeout leader Nolan Ryan will throw out the ceremonial first pitch to former Rangers catcher and 13-time Gold Glove recipient Ivan Rodriguez.
• Grammy Award-winner Kelly Clarkson will perform the national anthem before the 5:57 p.m. CDT start, the earliest start time for a World Series game in more than 20 years.
• "God Bless America" will be performed during the seventh-inning stretch by actress/singer Martha Plimpton, who has appeared in more than 30 films and recently received her third Tony nomination.
• The colors will be presented by the City of Arlington Police and Fire Department Color Guards. A flyover of four F-16's from the 301st Fighter Squadron of the Fort Worth Naval Air Station will follow the national anthem.
• Rangers Hall of Famer Rusty Greer will accompany Jamara Hogan of the Boys and Girls Club of Arlington and the B&G Clubs National Youth of the Year, to deliver the first game ball to the mound.
• Sunday's Game 4 will start at 7:20 p.m. CDT. The 43rd President of the United States, George W. Bush, will perform the first-pitch ceremonies. President Bush, who was the Rangers' managing general partner from 1989-94 and a member of the team's ownership group from 1989-98, will be accompanied by his father, the 41st President of the United States, George H.W. Bush. Ryan will catch the first pitch.
• Four-time Grammy Award-winning singer/songwriter and Texas icon Lyle Lovett will sing the national anthem. United States combat veterans 4 Troops will perform "God Bless America."
• Wearing the historic uniforms of the U.S. Cavalry, the 1st Cavalry Division Honor Guard from Fort Hood and the 301st Air Force Honor Guard from Ft. Worth will present the Colors of the United States of America.
• Rangers Hall of Famer Tom Grieve will accompany Don Mitchell of the Boys and Girls Club of Dallas to deliver the first game ball to the mound.
The Rangers Ballpark in Arlington parking lots will open six hours before the start of Games 3 and 4 with the Ballpark gates opening three hours prior to first pitch. In addition to the Rangers' normal parking lots, the Cowboys Stadium Lots 4 and 13 parking lots, located at the corner of Randol Mill Road and Legends Way, will be open for cash parking on Saturday.
All cash parking for World Series games is priced at $20.
Rangers to benefit from Vlad's bat in Game 3
ARLINGTON -- Vladimir Guerrero will be back in the lineup for Game 3 with the World Series resuming in the American League city and the designated hitter being used again.
Guerrero started in right field in Game 1, going 1-for-4, and did not play in Game 2 at AT&T Park. He will be the designated hitter with Jeff Francoeur in right, Josh Hamilton in center and Nelson Cruz in left. The Rangers were shut out by the Giants in Game 2 without Guerrero in the lineup.
"Of course, you miss Vlad's bat," manager Ron Washington said. "But we've played games all year where Vlad wasn't in there, and we won. The way Matt Cain was throwing last night, it wouldn't have mattered who was in that lineup. We didn't score any runs. And if I knew beforehand that if I put Vlad up in there that he would drive in three or four runs, I would have done it.
"We didn't get it done, and more than anything else, it was Matt Cain. I'm not looking back on that. That was my lineup, and I expected that lineup to go out there and win, and for a while we hung in that ballgame until they blew it open late."
Washington also said Bengie Molina will be back behind the plate and Mitch Moreland will remain at first base with left-hander Jonathan Sanchez on the mound for the Giants
Commissioner Bud Selig said on Thursday night just prior to Game 2 of the World Series at AT&T Park that this year's matchup between the Giants and Rangers proves that competitive balance is on the upswing in Major League Baseball.
The same two teams haven't played each other in back-to-back Fall Classics since Selig was named interim Commissioner in 1992. That, in fact, hasn't happened since the Dodgers played the Yankees in 1977 and '78. Since 2000, 16 of the 30 teams have represented both leagues in the World Series with no team repeating as champion.
"This is a great story for baseball," Selig told the collective media after Tim Wakefield of the Red Sox was named the winner of this year's Roberto Clemente Award. "If somebody had told you back in March that the Giants would play the Rangers in the World Series, that would've been pretty surprising.
"I told our bankers [during a meeting on Thursday] that it's the most important manifestation of what we set out to do in the 1990s: create as much competitive balance as you can. If you look at the last five to 10 years, the sport has never had this kind of competitive balance. You can talk about it and you can show charts, but when the Texas Rangers are playing the San Francisco Giants, that says it all. And it's great for baseball."
In other areas, Selig said again that matters like expansion of the playoffs and instant replay are to be discussed in various committees during the offseason. He said he was very satisfied with the 10.4 overnight rating FOX garnered for the Giants' 11-7 victory on Wednesday night in Game 1.
FOX drew its highest ratings for Game 1 of Rangers-Giants in the San Francisco market with a 35.9 rating. The Dallas TV market was slightly behind at 33.9 for the Rangers' first appearance in the World Series.
Selig also praised the pending hire of Sandy Alderson as general manager of the Mets. The official announcement is scheduled for New York on Friday. Alderson is a highly regarded former MLB vice president of baseball operations and was the chief executive of the Padres. Most recently, he was rehired by MLB as a consultant working on scouting violations in the Dominican Republic.
"I've known Sandy for 30 years," said Selig, whose relationship with Alderson goes back to when Selig owned the Brewers and Alderson was in the baseball hierarchy of the A's. "I've never given him a project that he hasn't completed and completed well. I have enormous respect for Sandy, both professionally and personally.
"And I will tell you that the job he did for us in the Dominican was extraordinary. In fact, last night I got up in the middle of night wondering how I'm going to replace him. He's a first-rate person and a great executive."
About the constant chatter regarding whether MLB intends to add an extra Wild Card in each league to the playoff mix, Selig reiterated what he's been saying for quite some time. That's a story for another time and place. Michael Weiner, the executive director of the Players Association, said here that there's a division among the players whether to move forward on the concept, but the union is open to talk about it.
Selig said it's possible that the format could change in time for next postseason, but the issue must be collectively bargained and likely will be discussed during next year's negotiations for a new Basic Agreement. The current agreement expires on Dec. 11, 2011.
"That's for later," Selig said about any playoff expansion plans. "I said that I would consider it. We will when this is all over and we begin our offseason meetings. We've got to work out all the details and then we'll take it to all the constituencies, you bet." (source MLB.com)
Fox's call to move up time for World Series Game 3 a bonus for fans
Count Joe Buck and Tim McCarver among those who don't mind seeing game times for the World Series bumped up from what has been the norm for more than 20 years.
During a national conference call this week, the veteran announcers expressed their support for Saturday's early start time for Game 3 between the Texas Rangers and San Francisco Giants.
Fox's pregame coverage begins at 6:30 p.m., with the first pitch scheduled for 6:57 p.m. It's the earliest start time for a World Series game since 1987.
"I love it. Getting to the ballpark a little earlier and getting under way cuts down on the anticipation," said Buck, who is calling his record 13th Fall Classic, surpassing legendary play-by-play announcers Vin Scully and Curt Gowdy. "I can't tell you how many times Tim and I looked at each other before the game and thought, 'God, will this thing get started already.'
"You look at each other for an hour and a half and you're ready to go, but you end up waiting, waiting, waiting."
McCarver, who is calling his 21st World Series and 13th with Buck, agreed.
"I find it very refreshing to start earlier," McCarver said.
"Maybe we can make it a trend for all sports," Fox Sports vice chairman Ed Goren chimed in.
The earlier start time certainly is a bonus for fans who don't want to burn the midnight oil waiting for the final pitch.
Wednesday night's Game 1 started at 7:57 p.m. and lasted 3 hours, 36 minutes. That's not ideal for young fans or anyone who needs beauty sleep.
How the earlier start time affects ratings remains to be seen. Game 1 reportedly attracted a 8.9 overnight rating. That's a decent number, but it's not going to make anyone at the NFL shake in their boots.
Sunday night's Game 4 will go head to head with the Pittsburgh Steelers and New Orleans Saints on NBC. Monday night's Game 5 goes against the Houston Texans and Indianapolis Colts on ESPN.
No one beats the NFL, but that still might not bode well, especially given the fact that a Jacksonville Jaguars-Tennessee Titans game recently attracted more viewers than Game 3 of the Rangers' series against the New York Yankees.
As long as the series isn't a sweep, Goren is confident Fox will continue to generate solid numbers.
"A series builds. There's no question that there is a direct relationship with the number of games you get and your overall rating," Goren said. "If we go six or seven games, we're going to come out of the World Series with strong ratings." (source The Grand Rapids Press)
With the help of a well-placed “swoosh” logo on the undershirts worn by numerous San Francisco Giants and Texas Rangers players and coaches, Nike’s in-broadcast exposure during World Series Game One coverage on Fox totaled nearly $1.3 million to lead all 13 monitored apparel brands.
According to research conducted by Joyce Julius & Associates, Inc., which specializes in measuring the scope of sponsorships across all forms of media, Nike logos appeared clear and in-focus for three minutes, 52 seconds (3:52) throughout the broadcast. Joyce Julius calculates television exposure value by comparing the in-broadcast visual and verbal exposure to the estimated cost of a national commercial during the telecast and applying Joyce Julius Recognition Grading—which takes into account such factors as size and placement of the image on screen, as well as brand clutter and integration of the brand into the activity.
Nearly 81% of Nike’s on-screen time originated from the undershirts, with Rangers Game One starter Cliff Lee’s shirt garnering the most exposure. Meanwhile, Giants starter Tim Lincecum’s undershirt was void of any corporate identity.
Uniform provider Majestic Athletic finished next among the apparel brands in terms of exposure value, with the brand’s logo appearing for 4:09 and earning $637,500. Majestic Athletic garnered 2:36 from the winning Giants’ uniforms and 1:19 from Rangers attire.
In comparison, Nike posted an in-broadcast exposure value of $2.3 million during television coverage of this past season’s All-Star Game and Home Run Derby, while Majestic Athletic’s on-screen time was measured at a combined $1.1 million for the Fox and ESPN telecasts.
Top-10 Appearing Apparel Brands during World Series Game One on Fox:
O atacante Carlitos Tevez, do Manchester City, é a grande estrela de uma promoção lançada pelos refrigerantes Pepsi e 7Up na Argentina. No entanto, o argentino não é usado nas peças comerciais por seu desempenho em campo ou pelo que ele representa. A característica mais ressaltada é a dificuldade do atleta para se comunicar em inglês.
A campanha é chamada de “4x1: a promoção fantástica”, e o texto do comercial diz que se trata de uma ação tão simples que até Carlitos Tevez conseguiria explicar em inglês. O tom é o mesmo do que foi usado em material gráfico das peças.
A promoção da Pepsi é válida até o fim deste ano. Nesse período, tampas de garrafas dos refrigerantes da marca comercializados na Argentina poderão conter prêmios ou poderão ser trocadas por outros produtos da empresa.
Detalhes financeiros sobre a participação de Tevez não foram revelados. A empresa também não revelou se pretende usar o jogador argentino em outras ações para o mercado argentino.
Os dirigentes dos principais clubes brasileiros afirmam que, sem a cláusula de preferência para a Globo, conseguirão turbinar o próximo contrato de venda dos direitos de transmissão do Brasileirão.
Contando TV aberta, pay-per-view e outras propriedades, o acordo atual garante aos clubes cerca de R$ 1,5 bilhão em três anos. A expectativa é a de que esse valor chegue a R$ 1,7 bilhão no próximo contrato, que valerá entre 2012 e 2014, mas já deve ser assinado no começo do próximo ano.
Os dirigentes afirmam que o anúncio do trato feito com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), com o objetivo de estimular a concorrência, já icentivou outras emissoras.
Além da Globo, o Clube dos 13 já foi procurado por representantes da Record e do SBT, que afirmaram ter interesse em entrar na disputa. A ESPN também demonstrou vontade de participar da concorrência para canais fechados.
Os detalhes do processo ainda não foram definidos. Uma ideia é que todas as propostas passem por um processo de padronização para que a única diferença relevante seja o valor. Depois disso, as emissoras entregariam suas ofertas em envelopes fechados. E a mais alta venceria.
Esse critério poderia neutralizar a vantagem da Globo, que tem mais trânsito com os cartolas e já conversa com eles longe do Clube dos 13.
Fifa confirma abertura em São Paulo, mas nega bancar construção de estádio
O imbróglio em torno da abertura da Copa do Mundo de 2014 chegou ao fim. Após reunião realizada na última sexta-feira, em Zurique, a Fifa ratificou que a primeira partida do Mundial será realizada em São Paulo. Apesar disso, a entidade negou ter a intenção de tirar dinheiro dos seus cofres para bancar a ampliação da Arena de Itaquera, provável sede da capital paulista.
Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a decisão sobre a abertura da Copa do Mundo foi tomada após uma reunião em Zurique, na Suíça, envolvendo Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do Comitê Organizador Loca, Jerome Valcke, secretário-geral da Fifa, além de Julio Grondona e Rafael Salguero, membros do Comitê Executivo da entidade.
“Ficou fechado que a abertura será mesmo em São Paulo. Mas cabe ao Brasil agora encontrar uma solução para o estádio”, afirmou Grondona, que também é presidente da Associação de Futebol da Argentina (AFA).
“O estádio do Corinthians está projetado para ter pouco mais de 40 mil lugares. Não se pode ter uma abertura da Copa no estádio do Corinthians com essa capacidade. Mas o compromisso é de que terão de aumentar o local para que possa incluir 65 mil. Caso contrário, outro lugar terá de ser construído do zero”, completou Salguero, outro participante da reunião realizada na última sexta-feira.
A declaração do dirigente vai contra o planejamento do presidente do Corinthians, Andres Sanchez. O mandatário alvinegro já afirmou que o clube não irá bancar a ampliação do estádio, que será erguido em Itaquera. Para essa obra, os corintianos almejavam que a Fifa ou o COL injetassem verba.
Com essas possibilidades praticamente descartadas, poderá recair para o poder público a obrigação de investir na ampliação do estádio do Corinthians, possibilidade esta que também já foi refutada por diversas vezes por representantes de todas as esferas, como o ministro do Esporte, Orlando Silva Jr., além do governador Alberto Goldman e do prefeito Gilberto Kassab.
Mesmo assim, uma comitiva da Fifa, incluindo o presidente Joseph Blatter, irá desembarcar no Brasil no fim de novembro para inspecionar de perto os trabalhos envolvendo a Copa do Mundo de 2014. Na agenda do mandatário da entidade está um encontro com o futuro presidente e também uma reunião com Geraldo Alckmin, governador eleito de São Paulo.
AMBOS JUGADORES ESTÁN LEJOS DE SUS MEJORES NÚMEROS
Benzema y Villa, ¿quién está peor?
Hace un año el asturiano llevaba siete goles y el galo tres
Mourinho salió en defensa de Benzema lanzando un dardo a Villa, aunque sin nombrarle: "Algunos no hacen un gol a nadie y no se habla tanto de ellos". El mensaje hacia el 'Guaje' tiene el refrendo de los números. En Liga, Villa marca un gol cada 305 minutos y Benzema cada 202. Tal para cual. Ambos delanteros están lejos de su mejor nivel. La temporada pasada, el asturiano sumaba siete dianas mientas que el francés ya había logrado tres.
Guardiola le ha dado toda la confianza a David Villa, que ha sido titular los siete partidos que ha jugado -el otro se lo perdió por su roja en San Mamés-. En los 611 minutos que ha disputado en Liga con la camiseta azulgrana, el asturiano sólo ha sido capaz de hacer dos goles ante Racing en El Sardinero y Sporting en el Camp Nou, unas cifras muy alejadas de sus mejores números.
Los cuatro remates a los postes y la falta de puntería han lastrado el inicio de temporada de Villa. Hace un año, cuando militaba en el Valencia, el Guaje llevaba siete goles en la octava jornada, es decir cinco tantos más que esta campaña. Su porcentaje de acierto habla por sí solo: ha necesitado 36 remates para hacer dos goles.
La situación de Karim Benzema es parecida en cuanto a números, aunque Mourinho le ha convertido en carne de banquillo. En Liga, ha jugado al igual que Villa en siete partidos, pero sólo en una ocasión lo hizo de titular ante Osasuna. Su único tanto en Liga llegó en el Bernabéu contra el Espanyol. Total: un tanto en 202 minutos. Hace un año, Benzema ya llevaba tres goles en esta misma jornada. Las cifras de ambos ante el gol no son nada buenas. De hecho, son los delanteros que tienen unas de las peores cifras de la Liga junto a las del rojiblanco Diego Forlán (un gol cada 240 minutos).
La cosa cambia contando la Champions En cuanto a la Liga de Campeones, David Villa se encuentra en una mejor situación que Benzema. El asturiano suma a estas alturas dos goles en en 228 minutos. Así, en el cómputo global entre Liga y Champions, el 'Guaje' ha marcado un gol cada 209 minutos.
El caso de Karim Benzema es bien distinto ya que sólo ha disputado 59 minutos en Liga de Campeones esta campaña, por lo que su promedio sería de un gol cada 261 minutos. Si sumamos los 62 minutos que disputó en Copa del Rey ante el Murcia, Benzema se iría a un gol cada 323 minutos.
PRESIDENTE Y TÉCNICO CELEBRARON EL MIÉRCOLES OTRO ALMUERZO EN EL DOMICILIO DE SANDRO
Segunda cumbre Rosell-Guardiola
Albert Masnou/Tomàs Andreu
Sandro Rosell y Pep Guardiola se comprometieron a fomentar los contactos periódicos para analizar el día a día de la primera plantilla azulgrana. Y así ha sido. Ambos lo cumplieron hace cinco semanas y el pasado miércoles el domicilio privado del presidente del Barça volvió a ser el marco escogido para albergar otra gran cumbre, la segunda. Rosell y Guardiola, acompañados de sus más estrechos colaboradores, disfrutaron de un ágape, pasaron revista al rabioso presente del equipo y esbozaron a grandes trazos algunas de las pautas a seguir de cara a la próxima temporada.
El de Santpedor apura a conciencia el tiempo disponible y no se toma un respiro en su agenda. La plantilla aterrizó de madrugada procedente de Ceuta, apenas si unas horas de descanso y vuelta a los entrenamientos con el resto de jugadores que no viajaron. Una sesión suave y todo a punto para cumplir con su cita marcada alrededor de las 14.00 horas. No hubo demoras. Fueron casi tres horas en las que se compaginó el almuerzo con el trabajo. Fuentes consultadas por SPORT se limitaron a señalar la plena sintonía entre todas las partes tanto en el diagnóstico que rodea al momento actual del equipo como en las líneas maestras sobre las que trabajar de cara al próximo verano.
En este encuentro, Guardiola se mantuvo firme al transmitir su plena confianza en la actual composición de la plantilla. Pep es partidario de apuntalar el equipo con ascensos puntuales procedentes del filial y abandonar la aventura que supone acudir al mercado invernal. Rosell compartió la teoría del técnico. No habrá refuerzos, al menos en cuanto al primer equipo.
Al igual que ya sucedió en el transcurso de la primera cumbre celebrada a mediados del mes de septiembre, Rosell y Guardiola dialogaron sobre cuestiones trascendentales como el futuro del técnico. No se profundizó en la renovación del entrenador pero sí se acordó que el tema se abordará en el momento oportuno y procurando que no interfiera lo más mínimo en el desarrollo del vestuario azulgrana.
Durante las últimas semanas se ha especulado con infinidad de nombres que pueden recalar en el Camp Nou de cara a la próxima temporada. En la cumbre se dedicaron unos minutos a contemplar las opciones que ofrece el mercado futbolístico. Existe plena coincidencia en que la actual plantilla tiene recorrido y sólo es necesario ir ajustando algunas demarcaciones. Habrá altas y bajas selectivas que se concretarán con el transcurrir de la temporada. La cita no sirvió para cerrar nombres, apellidos y precios sobre los que trabajar de forma decidida. Sandro y Pep son partidarios de esperar hasta final de año.
Atendiendo al buen clima que ha presidido ambas cumbres, presidente, entrenador y colaboradores ya se han emplazado para celebrar un tercer encuentro antes de final de año. Ese sí será el momento clave para empezar a hilvanar detalles de cara al futuro. Se considera que con el inicio del año nuevo es necesario irrumpir en el mercado, poner cerco a determinadas operaciones y perfilar el Barça del 2011-12.
El entorno de Sandro y Pep coinciden en destacar que se ha dado con la fórmula
Diego cumple medio siglo y lo comparte en un mano a mano imperdible. Dijo que no lo festejará porque todavía le duele haber perdido la Selección. Les pega a Bilardo y al Checho, elogia a Messi y lamenta no haber tenido un mayor respaldo de sus jugadores.
Qué te acordás de tus cumpleaños de pibe? -Que no teníamos ni torta. Si aparecía una festejaba todo el barrio, ja. Fue muy duro, éramos ocho en la familia... Mis viejos se mataban por darnos de comer, imaginate que si todos queríamos cumpleaños se pudría el rancho...
-¿Te acordás cuál fue el primer cumpleaños que te dio la billetera para festejarlo? -Sí, el primero que tuve regalos y pude hacer un asado para todos, con torta, fue cuando Argentinos me dio el departamento para ir a Villa del Parque. Ahí hicimos el último asado en Villa Fiorito. Fue el cumple de 15.
-¿Cómo es cumplir 50 años para Maradona? -Es el cumpleaños más triste de mi vida. El que no quiero festejar. Me insistieron Dalma, Vero, pero no me quebraron. Tengo algo adentro del pecho que no me deja festejar. Yo digo que voy a estar en lo de mi vieja, vendrán a saludar mis hermanos, suegros y mis sobrinos, pero después me vengo para mi casa... Eso sí, Dalma y Gianinna se pelean para ser la primera en saludarme. Me aprietan de todos lados a mí, ja.
-Vos te imaginabas en la Selección. -Exactamente. Me imaginaba con el buzo de la Selección. Haber quedado sin chances me dolió mucho. Ya cuando quedamos afuera del Mundial yo empecé mi luto íntimo. Después, que se empiecen a decir un montón de cosas cuando no me tomé vacaciones durante un año y medio, cuando fui a ver a los jugadores por el mundo, cuando pagué de mi bolsillos los viajes de Verónica y algunos asistentes... Grondona le había dicho a Vero: "Vos tenés que acompañarlo a todos lados a Diego porque sos su sostén". Pero después, cuando venía el sueldo, me descontaba los pasajes... Yo luché mucho por los jugadores y lo seguiré haciendo aunque muchos no hayan hablado... Los 40 días en Pretoria fueron maravillosos, por eso digo que nos debemos una charla con todos.
-¿Te podrías haber quedado si cambiabas tu gente o estaba todo cocinado? -Yo trabajé con gente muy buena. El Doctor (Villani), Mancu y el Negro Enrique me ayudaron de una manera increíble... Más que Signorini no sabe nadie en este país. Viene Fernando y después todos los PF están en Santiago del Estero... Vilamitjana es bueno de verdad, no un improvisado como me dijeron. Yo no podía dejar en el camino a esa gente. Me hubiera gustado que de la misma manera lo interpretaran los jugadores. Pero tampoco hay que echarles la culpa. Se ve que les dieron un mensaje en la charla que tuvieron con Julio (Grondona) en Irlanda... Del Demichelis que no jugaba porque tenía el tobillo roto al que declaró después de Irlanda hay una distancia abismal del que habló mano a mano con Maradona... Así como digo eso, Carlitos (Tevez) me pareció una explosión de amor cuando llegó allá y después de hablar con Grondona salió como un gatito... Aunque no les quiero caer porque ellos son el reflejo de lo que vos le das. Y si yo no les di lo que querían, es culpa mía.
-Hay cosas que no hiciste bien, entonces, que te reprochás. -No, no, porque yo les di lo mejor que tenía. Si Verón me demostraba que era Xavi, era número puesto. Ahora, si Pastore le sacaba tres cabezas en cada entrenamiento... Yo defendí siempre el equipo. No me arrepiento de haber puesto esos once. Como tampoco de haber entrenado 20 minutos los centros con las marcas que ya sabíamos. Estaban designadas desde el entrenamiento de la tarde anterior. Por eso es muy duro perder 4 a 0. El equipo en las prácticas era una máquina.
-¿Qué aprendiste del Mundial? -Que hay que trabajar y tener el momento justo, porque te puedan abrochar como hizo Alemania, o hacerlo primero vos y terminar ganando. Los muchachos conmigo, cara a cara, se portaron geniales todos. Escuché a Verón decir un par de cosas, pero no le doy bola... Le doy mucha más bola al padre... Porque si tiene que hablar mi viejo... A él lo vinieron a buscar de la CNN... Eso es lo único que no me gustó. Pero con la Brujita tenemos una relación muy buena, no tengo problema en sentarme a hablar y decirle las cosas que le tengo que decir, lo que te estoy diciendo a vos... Si yo le ganaba a Alemania 2 a 0 lo ponía a él para tener la pelota.
-¿Es cierto que hablaste con Messi después del Mundial? -Hablé una vez con Lío. Después, Vero chatea con Antonella, su novia, y yo le mando saludos. Para mí fue un orgullo muy grande haber entrenado a Messi. Que conmigo fue feliz, que no te quepa la menor duda... Yo lo entendí como nadie. Y si el Checho (Batista) dice que ahora Messi es feliz, es porque se disfrazó de Piñón Fijo, porque el Checho no puede hacer feliz a nadie. Que no me jodan. Yo respeto hasta que me faltan el respeto. A Lío, ahora que tengo tiempo, seguramente lo voy a ver a Barcelona y hablaremos como lo hicimos muchísimas veces en mi habitación, mano a mano los dos.
-¿Qué te dijo Messi en esa charla? -A él le pasaban las cosas que me pasaron a mí. A nivel familiar, en los partidos, exactamente igual. Yo le conté mis experiencias. Lío tuvo muchas más situaciones de gol que yo en México 86 y no pudo hacer uno. Yo tuve el culo de que cuando tuve que definir, iba adentro del arco. El lo hacía como yo y si no era figura el arquero, pegaba en el palo... Vendió a todos los arqueros que jugaron en contra nuestra.
-¿Qué te dijo después del Mundial? -Eso lo voy a guardar para toda mi vida. Incluso cuando Grondona hizo la charla en el vestuario, el llanto de Lío era más fuerte que sus palabras. También hablamos en Pretoria. Vino con el Kun (Agüero) y con Maxi (Rodríguez). Me pidieron que me quedara y yo les dije que iba a ver. Vinieron todos... Llegamos acá y parecía que habíamos ganado la Copa del Mundo. Pero a la semana yo ya estaba afuera...
-Nombraste al Kun. ¿Te imaginabas los 50 como abuelo? -Sí, pero más por Dalma que por Gianinna. La gorda me anticipó, ja. El jueves, Benja me dijo "abu, te amo" por el Skype y me quería meter adentro de la computadora... Me lo voy a comer dentro de algunos días. Porque ahora me voy a China y después voy a ver a mi nieto. Viajo a ver el Masters de Londres para conocer a Federer, Nadal y Murray... Me encantaría saludar a los jugadores argentinos, pasar por Marsella para darle un abrazo al Gringo (Heinze). Y también quiero ver si tomo un poco de sol porque Vero está más blanca que la Coca Sarli, ja.
-¿Qué se le regala a Diego Maradona? ¿Es difícil? -No, no. Cuando uno se pone grande no es difícil. Igual, el regalo soñado no lo voy a tener. Porque el mejor regalo hubiera sido la Selección.
-O sea que el regalo soñado era de Grondona. -No, Grondona no te regala nada. -Dijiste que es el cumple más triste. ¿Y el más feliz? - Ojalá sea el 51. Cuando sople las velitas voy a pedir volver a la Selección. -¿Cuál fue el mejor equipo en el que jugaste en estos 50 años? -El Napoli (no duda). -Pensé que ibas decir la Selección del 86. -No, no. Bilardo dijo que él me hizo a mí. ¡El nunca me dio una orden o una forma de jugar! En el 86 fuimos a jugar contra Junior de Barranquilla, y nos dieron un baile que nos dio verguenza. Nos tuvimos que volver al DF. Hicimos una reunión entre los jugadores porque no teníamos el equipo, y no lo tenía Bilardo... No sabíamos de qué jugábamos. Preguntale a Valdano de qué jugaba y no sabía... Le preguntabas a Burruchaga y lo mismo. Me preguntaban a mí y te decía "libre por toda la cancha". Entonces que no le mienta a la gente. El equipo se hizo a través de los partidos y de los hombres que había dentro de la cancha. Porque ni entrenábamos. En el 86, el tipo más importante de la Selección era el Profe Echeverría. Porque lo que decía Bilardo no lo entendíamos, entonces el Profe pasaba por las piezas a traducirnos.
-Ese Napoli era un equipo pobre y sin estrellas. -No querían ir ni los italianos. Paolo Rossi firmó contrato y después lo rompió. Nunca encontré casa, viví siempre en dos departamentos. Hasta que Ferlaino me dio las posibilidades para que le armara el equipo para ser campeón. Dos scudettos para el Sur, Copa Italia y Copa UEFA. Cada día que pasa, en Nápoles nosotros somos más grandes.
-¿Un compañero? -Tuve muchos muy buenos, pero yo digo que me divertí con Caniggia. Y yo lo defendí cuando Bilardo lo quería dejar afuera...
-¿Cuándo? -Me llamó antes del Mundial 90 y me dijo "Cani está afuera". Yo le dije "somos dos". Era el mejor jugador que teníamos y lo quería dejar afuera... Cuando le contesté así metió freno de mano y marcha atrás. Acá mandan los jugadores. Y yo mandaba.
-¿Un club? -Boca. No hay comparación. Haber salido campeón con Boca fue increíble. Le ganamos 1 a 0 al Ferro de Griguol, que era una maquinita. Si no teníamos al Loco Gatti en ese día, era goleada para ellos. Pero ahí se duerme (Mario) Gómez, no cierra, yo le meto la pelota al Mono Perotti y ahí ganamos el campeonato.
-¿Un técnico? -El Flaco Menotti. Y por mucha diferencia. Lo más importante, hoy que soy técnico, es la defensa del jugador y saber perfectamente cuándo hablar y cuándo no.
-¿Qué camisetas fuiste guardando? -Tengo las de la final con Alemania, que me las rescató Dalma y no se las doy a nadie. Ahora guardé la de Riquelme, el Kun, Lío, la de Masche en los Juegos. Y de rivales, tengo de Platini, Cantona, Gullit, Van Basten... Y de mis compañeros Carnevale, Careca, muchachos que me bancaban dentro de la cancha.
-¿El rival? -River. Le quería ganar desde el primer día con Argentinos. Con Boca, ni hablar. Me retiré del fútbol con un desgarro en el aductor, un día de lluvia que perdíamos en el Monumental y lo dimos vuelta con goles de Palermo y Toresani. Me fui por la puerta grande.
-¿Cuál fue el segundo mejor gol de los últimos 50 años? -Hay uno en el Barcelona, al Real Madrid. Me acuerdo que me la dio Carrasco en la mitad de la cancha, eludí al arquero, lo esperé a Juan José y lo dejé pasar de largo... Se rompió los huevos contra el palo y yo la toqué adentro. Después nos cruzamos en la mitad de la cancha y le dije "perdoná, Juan José". Me dijo "vete a tomar por culo". Me mandó a la mierda, ja. Claro, hijo de puta, si podías patear antes, ja.
-¿Y el segundo mejor jugador? -Romario, Ronaldinho, Zidane, Messi, Riquelme, Cani, Baggio, Van Basten... Me gustaba ir a verlos jugar. -¿Cuál fue la mejor frase maradoniana? -"Cabeza de termo", "se te escapó la tortuga"... O "más falso que dólar celeste". Esa le cabe a Bilardo como loco... -¿Qué fue Maradona en este tiempo? -Un jugador de fútbol que salió de lo normal y de todo lo que querían que hiciera. Yo defiendo al futbolista. Después, los que van, abren la heladera y sonríen son unos fantasmas.
-Sorprende que pese a todo eso, a todo lo que te pasó en tu vida, no festejes tu cumpleaños. No tenés la Selección pero estás bien.
-Eso seguro. Yo voy a pensar en Benjamín, mis gordas, Vero, toda la gente que me quiere bien. Y en especial en los argentinos, por eso quiero decirles a través de Olé que dejé mi corazón porque creo que el fútbol argentino se merece mucho más de lo que tiene hoy. Quiero contar, también, que siento mucho la muerte de Néstor (Kirchner) y aclarar que yo fui a verlo porque le debía una charla. No lo visité para pedirle la Selección. Yo no pido nada. El se portó bien conmigo y hoy la presidenta tiene todo mi apoyo.
-Lo último: decirte gracias por abrirte en tus 50 años con Olé. -Yo digo gracias. Me diste la posibilidad de hablar con la gente, de decirle lo que siento. Que no estoy muerto, que me siento entero. Pero no estoy para festejos.
ARLINGTON, Texas (AP) -- Hensley Meulens became the Giants' hitting coach a year ago, facing a daunting question: How to turn around a sluggish offense?
What a job his hitters have done so far in the World Series.
The Giants scored 20 runs in two games at home against the Texas Rangers to take a 2-0 lead, with the Series shifting to Texas for Game 3 on Saturday.
And this is supposed to be a team all about pitching.
"Crazy, right? Anything can happen, especially in the postseason,'' San Francisco second baseman Freddy Sanchez said. "Hopefully we can keep it going.''
This is gratifying to say the least for Meulens, the guy nicknamed "Bam Bam'' during his day for his mighty swing. He jumped right into the job when hired by San Francisco last year, immediately booking trips to Venezuela and Puerto Rico and the Dominican Republic, then back to Arizona and the Bay Area, to meet and begin working with his new hitters. He quickly gained the respect of his players, who were impressed by Meulens' 12-hour work days and never-ending enthusiasm and energy to make them better. Not to mention the fact he speaks five languages.
"I took this job Nov. 2 and I went running and I haven't taken a day off since,'' Meulens said after the Giants' 9-0 victory Thursday night.
The Giants produced a seven-run eighth inning Thursday after getting a six-run fifth the previous night. San Francisco scored six runs or more in an inning just five times during the regular season.
It also marked the first time the Giants scored nine or more runs in consecutive games since a three-game series against Cincinnati on Aug. 23-25.
"It's been nice to have the outburst we did, but we know who we are, and we're a team that has to do little things to score runs,'' manager Bruce Bochy said Friday before his team's workout.
Was it surprising to see the production after the Giants were outscored 20-19 by the Phillies in six games of the NL championship series?
"No, it's not. At some point we had to do it,'' Meulens said with a chuckle. "We're a veteran team. They have a younger team out there.''
The Giants were able to capitalize on mistakes by Rangers ace Cliff Lee - handing him his first career postseason defeat with an 11-7 win in Game 1 on Wednesday -- and then C.J. Wilson. Colby Lewis will try to hold the Giants in check in Game 3.
"We have a clubhouse and bunch of guys that want this really badly,'' Meulens said. "That's what they've shown these two games - the desire, the heart and the spirit to just bring this thing to this city that has waited for so long.''
Meulens was hired to replace Carney Lansford after the Giants finished 88-74 last season, four games behind wild-card winner Colorado - and with 16 more victories than in 2008. But the team had the second-fewest home runs (122) in the majors and drew the fewest walks (392) in '09. They were 13th in the National League in runs.
So, he had plenty of work to do. That makes the World Series so gratifying.
"The hard work is paying off,'' Meulens said.
Bochy has noticed Meulens' influence on the players for months now.
"Bam Bam has done a great job. He's got a great way about him, keeping their confidence and staying behind them, along with having them prepared,'' Bochy said. "He gets there early and always has a game plan for them, has meetings with them. I'm sure he was enjoying us scoring some runs because we're not a team that puts a lot of runs on the board.''
The 43-year-old Meulens spent parts of seven seasons in the big leagues as an infielder and outfielder for the Yankees, Montreal and Arizona, retiring after the 1998 season. He's a career .220 hitter with 15 home runs and 53 RBIs.
He was the Triple-A hitting instructor for the Indianapolis Indians in the Pittsburgh Pirates' organization from 2005-08.
When he was about 15, Meulens was on a softball team with older players and decided to hit left-handed because "I didn't want to mess up my right-handed swing,'' he said. He was a natural from the left side and everybody said he was as strong as cartoon character "Bam Bam'' of the Flintstones.
Meulens has had no problems communicating with his players. He speaks Papamiento, the language of his native island country of Curacao in the Caribbean, Dutch, English, Spanish and Japanese.
Now, Meulens is enjoying every moment of his players' remarkable run.
"It's all a tribute to the guys in the clubhouse, man,'' Meulens said. "They've scored just enough runs all year. It's nice to see them break loose like this on the biggest stage in the world.''
"You just have it or you don't," Young said Friday. "We have it."
Now they have to show how resilient they can really be. Or the first World Series in the franchise's 50 seasons could be over in a hurry.
Texas plays a World Series game at home for the first time Saturday night. Game 3 comes after the Rangers lost the first two games of the best-of-seven series in San Francisco while getting outscored 20-7.
"They're over with. This team has been really good at being a forward-thinking group and the last thing we're going to concern ourselves with is why things went wrong in the first two games," said Young, the longest-tenured Rangers player in his 10th season. "We know how good we are, we know how tough this group is. So we'll be ready to roll for Game 3."
They got out of San Francisco in a hurry, arriving home in the middle of the night and then holding a late afternoon workout at Rangers Ballpark.
Just a week earlier, the Rangers were celebrating their first AL pennant after a Game 6 victory at home over the defending world champion New York Yankees. Now they are back home already trying to dig out of a hole in the World Series.
"What's made us so resilient is these guys have been good at dealing with what is presented to them day to day," manager Ron Washington said. "The key is to make sure that you stay in the moment and just continue to try to do what you're capable of doing."
Texas came back to win the AL championship series after losing Game 1 at home after giving up five runs in the eighth inning of a 6-5 loss. There were consecutive losses in the division series against Tampa Bay after winning the first two, then clinching in Game 5.
"We're resilient because we've been through so much," C.J. Wilson said.
There have been injuries to key players. All-Star slugger Josh Hamilton, the majors' leading hitter at .359, missed 24 games in September after breaking two ribs; Ian Kinsler missed two months with two disabled list stints and Nelson Cruz went on the DL three times and missed 51 games with hamstring issues.
Cliff Lee, the ace left-hander acquired July 9, is with his fourth team in two seasons and is a free agent-to-be after the World Series.
Even before the season began, there was Washington's admission to using cocaine once late in the 2009 season after a failed drug test became public during spring training. And the drawn-out sale of the team that became a messy bankruptcy case before Chuck Greenberg and Nolan Ryan finally bought the Rangers in a federal court auction in August.
"We've bounced back a lot of times during the season," Kinsler said. "We've had a lot of injuries. We've had guys constantly pick each other up. We've had different people play well at different times during the season and basically not carry the team, but be a force in the lineup. Right now, we need to do that."
While everybody is relatively healthy now, they aren't hitting. The Rangers have a .227 batting average in the World Series. The big bats of Young, Hamilton and Cruz are a combined 3 for 25 (.120) with two RBIs (both by Cruz).
They're not pitching very well either with a team ERA of 10.69. After Lee got roughed up in Game 1 for his first-ever postseason loss with his shortest outing, four relievers gave up a seven-run inning in Game 2 after there were two outs with no runners on base.
Colby Lewis starts Game 3 for the Rangers, who need him to do what he's done his last two postseason starts - win at home after a Texas loss. The right-hander won Game 2 of the ALCS, then the Game 6 clincher.
Of the 51 previous times a team has won the first two games, the team jumping ahead went on to win the World Series 40 times. That includes the last seven, and 13 of 14. The one that didn't was the 1996 Atlanta Braves against the Yankees.
"I'll never forget the Braves being up 2-0. We all thought it was going to be back-to-back World Series," said Rangers outfielder Jeff Francoeur, an Atlanta-area native. "That thing turned around in a hurry. To me you turn it around by pitching. We have good pitching. Yeah, we had a little meltdown in the eighth inning [Thursday], but I think if you ask anybody in this locker room we have confidence."
This is the first time the Rangers have been down by two games in a series this postseason. They feel like they have only themselves to blame.
"It's frustrating to lose two. The most frustrating part is that we're in the World Series and we really haven't played our best baseball yet," outfielder David Murphy said. "That's the key to focus on in Game 3 - to play our best baseball and see what happens. If we win or lose playing our best baseball, I think we can stomach that a lot better."
Game 2 hero Renteria enjoying last great ride on Series bandwagon
SAN FRANCISCO -- They ask him all the time, of course. They ask him all the time about the famous hit. Edgar Renteria was just 22 then, baby-faced and skinny, when he laced his game-winning RBI single for the Marlins in Game 7 of the 1997 World Series. Yes, his Giants teammates ask him all the time about the most famous hit in Marlins history -- one of the great moments in World Series history -- but when they ask, the shortstop doesn't really have much to say. That's the past, he says to them. "It was a long time ago," he said on Thursday night, standing in front of his locker in the Giants clubhouse. "Thirteen years ago. A long time ago."
Renteria is now 35, and his baseball days are numbered. He's thicker and slower, his bat speed has vanished, his Gold Glove range at shortstop is gone. His body is falling apart. He landed on the DL three times this season. He partially tore his left biceps in August, then completely tore it while swinging a bat against the Braves in the Division Series. But he has played on --- "I'm just trying to survive," he says -- and in the bottom of the fifth inning of Game 2 of the World Series, he delivered the biggest hit of the night for the Giants. With one out in a scoreless game, Rangers pitcher C.J. Wilson delivered an 0-1 fastball to San Francisco's No. 8 hitter, who drove it over the wall in leftfield. With that improbable home run swing, Edgar Renteria became an October hero again.
Yes, Game 2 would eventually turn into a laugher. Yes, the Giants, thanks to a stunning implosion by the Rangers bullpen, would eventually score seven runs in the ugly eighth and win 9-0 to take a 2-0 lead in the series. But make no mistake: Renteria's home run was the biggest moment in a game that was the pitchers' duel everyone expected in Game 1.
Both starters, Matt Cain and Wilson, were rolling and dominant through the early innings. "The way Wilson was throwing, you knew this was going to be a tight game," said Giants manager Bruce Bochy. "Our guy was throwing well, too, and one run could be the difference. When Edgar hit the ball out, you know there's a chance that that could be the game right there the way those two guys were throwing the ball. They both were on top of their game and certainly it did a lot for us to get that home run because we weren't doing much off of them."
In the eighth, Renteria stepped up to the plate and delivered again, with a two-run ground-ball single that broke the game open for the Giants. "He's been playing like he was 10 years ago," Bochy said after the win. Of all the Giants' great postseason stories, from Cody Ross to Juan Uribe, Renteria's is the most improbable. He has always been known as an October hero because of that night 13 years ago in South Florida, but really, most of his Octobers have been full of failure. Over seven postseasons in his 15-year career, he has played in 63 games with 266 plate appearances, and hit just .241. Until Game 2, he had homered just once --- in Game 3 of the 2004 NLDS as a Cardinal. That October, he made the final out for St. Louis in the World Series.
This season, Renteria has been talking a lot about leaving the game. "It's been a tough year for him," says Bochy. "The ups and downs, the injuries, he'd come back and reinjure something else." His body has been telling his that it's time. But it's funny what one beautiful swing in October can do. "It's a good feeling right now," he said on Thursday night with a big smile, as if he were 22 again and playing in his first postseason. "I'm enjoying it. Right now, I feel great."
Series loses one-quarter of TV audience from '09
The Giants' win Thursday night, which gave them a 2-0 World Series lead, got an 8.5 rating and was seen by 14.13 million people, Nielsen Media Research said Friday.
That was down 26 percent from the 11.5 rating for the New York Yankees' 3-1 win over Philadelphia in Game 2 last year. The only lower-rated Game 2 was in 2008, when Tampa Bay's 4-2 victory over the Phillies got an 8.1 rating.
The 2008 Series set a record for the worst rating, with an 8.4 over five games. The rating rebounded to 11.6 last year, with larger markets and the first Series since 2003 extending past five games.
Despite the absence of New York and Los Angeles, there are big television markets involved in this year's Series. Dallas is the fifth-largest in the United States and San Francisco is No. 6, according to Nielsen.
Through two games, this year's Series is averaging an 8.7 rating and 14.6 million. The rating is down 25 percent from the 11.6 average after the second game last year.
ARLINGTON, Texas (AP) -- The San Francisco Giants' 9-0 rout of the Texas Rangers earned the second-lowest television rating for a World Series Game 2, with more then one-quarter the audience disappearing from last year.
Five Cuts: Giants make history, managing flubs plague Rangers
SAN FRANCISCO -- The World Series has provided the coronation of many of the greatest offensive teams in baseball history. Murderers' Row. The '39 Yankees. The Big Red Machine. The M&M Boys. The '98 Yankees. And yet in the 106 World Series ever played, only one team has won the first two games while scoring as many as 20 runs.
Yes, ladies and gentlemen, that would be your 2010 San Francisco Giants, the same team whose No. 4 and 5 hitters in Game 2 were released this summer, had not scored more than six runs in 17 consecutive games entering the World Series, were outscored by more than half the teams in baseball this year and turned the frequent torturous nature of their low-scoring games into the latest counterculture movement of San Francisco. They are the Grateful Dread no more.
It makes no sense -- the Giants becoming the biggest juggernaut through two games in World Series history. It makes no sense unless you believe, as many do wearing the black and orange at AT&T Park, that the story of this postseason already has been written, that the games simply are here to verify that this, at last, is the Giants' time.
"I just said to someone, 'That has to be a record, 20 runs!''' Giants outfielder Mark DeRosa said. "It's incredible what's going on here. I don't know. I just don't know. I told my dad this morning, 'I don't know what is going on here.' It's unbelievable."
The Giants have turned the World Series into a toxic mess only a Giants fan could love: an 11-7 blunder-filled marathon followed by a 9-0 blowout, the most one-sided World Series shutout in a quarter of a century, a score otherwise reserved for official forfeits.
Technically speaking, the Giants, up and down their lineup, are spitting on pitches out of the zone and hammering mistakes. They have too many confident, hot hitters right now for Texas to hold down, a chain gang of locked-in hackers reminiscent of how the 2002 Angels tore through that postseason.
"They're playing as a team," Rangers catcher Matt Treanor said. "They've got all cylinders going. That's something we usually did the whole season. We've got to go out and make sure it doesn't happen again."
Said Texas catcher Bengie Molina, "We need to find a way to find the corners and keep them off balance."
You knew the Giants had the deeper rotation, the better bullpen and the better manager coming into this series, and each of those edges have asserted themselves with clarity in two games. But the shock of this series is that the Giants are pounding the baseball -- like nobody before in World Series history.
2. Things will look up in Texas
Don't expect the series to continue like this in Texas. For one reason, it's difficult to believe the Rangers could play much worse. For another, the series gets out of AT&T Park, where flyball-hitting teams go to die, and into the Ballpark in Arlington, where Texas can assert its offensive personality.
The Rangers are now 0-11 in AT&T Park. Just about every time in Game 2 when they had a key at-bat to get a runner over or in, they made an out in the air. They went 1-for-9 with runners on, making six of those outs in the air.
The worst offenders were David Murphy, who hit a humpback liner to shortstop after a leadoff double in the fifth -- failing to advance the runner -- and Nelson Cruz, who popped up with a runner on third and less than two outs in the sixth.
"I'm lost at the plate," Cruz said. "My timing's not there. I should have done better with that at-bat there."
Watching visiting teams come into AT&T Park and face the San Francisco pitching staff in this environment is like a spoof of a Saturday Night Live skit. Their hitters become a parody of their former selves. The Rangers came to the plate 75 times here and never hit the ball out of the park.
What else is new? The Braves, Phillies and Rangers have sent 259 batters to the plate this postseason at AT&T Canyon National Park and hit exactly two home runs off the Giants -- none with a runner on base.
"That's the thing that makes this place unique," DeRosa said. "It's a tough place to get back into the game. It's a tough park to generate offense if you fall behind."
To that end, the Giants should send thank you notes or a partial share to Brian McCann of the Braves when this is all said and done; it was McCann's double that won the All-Star Game and gave the National League champions the first two games -- and last two, if needed -- in their ballpark.
3. Cain you believe it?
The blowup by the Texas bullpen disguised what for six innings was a 1-0 pitchers' duel between Matt Cain and C.J. Wilson. Cain was brilliant. Just as he did against Philadelphia, another team that devours fastballs, Cain kept the Rangers off balance with sliders and changeups, demonstrating his tremendous growth since he first made his mark in the big leagues as a power fastball/slider guy.
In fact, Cain pitched one of rarest types of games you will find this time of year: a dominating game without swing and miss stuff. Cain won a World Series game without allowing a run while getting only two strikeouts. Only one other pitcher managed to do that in the past 25 years: Greg Maddux, in Game 2 of the 1996 World Series.
"Ah, strikeouts are overrated anyway," Cain said. "They drive your pitch count up."
Cain has not allowed an earned run in the 21 1/3 innings he has pitched in the postseason. He has allowed just 13 hits in this run -- and struck out only 13 -- a strikeout rate (5.5 per nine innings) that is well below major league average (7.1).
Though impressive, Cain was no Babe Ruth. The best Game 2 score in World Series history (97) still belongs to the Babe, of the 1916 Red Sox -- 94 years and counting.
4. Management troubles for Rangers
Where to begin with Texas manager Ron Washington? You begin with Game 1, when I said he was inviting trouble by using up his best power set-up arm, Alexi Ogando, for a second inning in a low-leverage situation (down by four runs) and by not allowing relievers Darren Oliver, Derek Holland and Neftali Feliz to get in work and shake any World Series jitters, even for a batter, while staring at too much rest the next time he really needed them.
So what happened? Washington loses Game 2 apparently without having Ogando available at all (he never got up in the bullpen) and the rusted versions of Oliver and Holland letting the game get out of hand. As for Feliz, if Washington asks him to pitch in a big spot in Game 3, the kid will go to the mound without having faced a hitter in seven straight days.
Poor Holland. The kid is 24 years old, has been primarily a starter, hadn't pitched for eight straight days, was making his first World Series appearance -- and Washington brings him into a 2-0 game in the eighth inning with a runner on. It was set up for disaster. The kid couldn't find the plate. And as he threw ball after ball -- walking three straight batters -- Washington had no one throwing behind him in the bullpen, letting a World Series game get whacked out of shape without even allowing himself another option.
And when Washington finally awoke to the urgency he turned the game over to Mark Lowe, a guy who threw three innings after May in the regular season.
At nearly every turn Washington wound up with key at-bats in which he declined the platoon advantage -- Oliver, a lefty, on Jose Uribe, a righty (result: run-scoring single) and Holland, melting on the mound, on red-hot righty Cody Ross in the eighth (result: run-scoring walk).
Here's the really weird part: as Wilson battled through a long at-bat against Ross leading off the seventh, Washington had his righty specialist, Darren O'Day, warming up. The next hitter was Aubrey Huff; O'Day wasn't coming in to face a lefty. No, the only reason to have O'Day up was to face the hitters after Huff, righthanders Uribe and Renteria. But when Uribe did come up -- with Ross on second base, mind you -- there was no O'Day. Why even bother having him ready?
"Yep, I stayed with Oliver because Oliver is not one of our guys that we bring in to face one batter and go out," Washington said. "He's about to go through the whole lineup."
Hmm. Here are the OPS splits for Oliver this year: against lefties, .529; against righties, .765.
5. Do or die time
Washington and the Rangers should be back in their comfort zone in Game 3 -- he doesn't have to trot out Vlad Guerrero for that vaudeville act in rightfield, well hit flyballs will actually carry over the wall and not just hit the top of it and bounce back (Ian Kinsler, fifth inning), and the crowd in Arlington should be as jacked as the loonies in San Francisco.
But the pressure falls squarely on one man: Colby Lewis. The Rangers starter faces a must-win situation; if Texas loses they are as good as done. And Lewis must do it against a red-hot lineup.
On the other side, Jonathan Sanchez, the Giants' Game 3 starter, can take his turn from a position of comfort. He has no pressure. Sanchez, as he did against Philadelphia, can lose the plate quickly -- but Giants manager Bruce Bochy has been on an impressive run of running games, understanding that postseason games require more urgency than regular season ones.
Sanchez led the league in walks -- continuing an odd trend in the World Series. Until last year, only three pitchers who led the league in walks made a start in the World Series: Bob Turley (1958), Early Wynn (1959) and Al Downing (1964). And suddenly it's happened three times just in seven World Series games: A.J. Burnett in Games 2 and 5 last year, Wilson in Game 2 this year and Sanchez in Game 3.
MIAMI (AP) -- LeBron James stayed fairly quiet when the Orlando Magic questioned his competitiveness this summer.
James and his new team presented an emphatic response Friday night.
Dwyane Wade scored 26 points in Miami's home opener, James had 15 points and seven assists and the Heat scored the first 14 points of the second half to turn a close game into a surprisingly one-sided 96-70 victory over the Magic.
"They came out, they threw an uppercut, and as a team we kind of went down," Magic center Dwight Howard said.
Oh, this was a knockout, all right. The Heat had lost to Orlando 15 times in the last 20 meetings. Of course, all those were before Wade, James and Chris Bosh teamed up in Miami.
They preach defense in Miami, and this is why: The Heat held Orlando to its lowest point total since Dec. 2, 2005, and the 26-point margin matched Miami's biggest ever against the Magic. The 30.4 percent shooting effort was Orlando's worst since Nov. 3, 2003 - a span of 573 regular-season games.
"The guys now can't go back on this," Heat coach Erik Spoelstra said. "They've shown me what we're capable of defensively and I will hold them to this standard now in terms of the effort. The effort was great."
When the Heat acquired James this summer, Magic president of basketball operations Otis Smith uttered a now-infamous-in-Miami line: "I was surprised that he went. I thought he was, I guess, more of a competitor."
They competed, all right, from start to finish.
"We heard everything Orlando had to say about us in the offseason," James said. "It's not like it's satisfying. I'm not relieved, because it's a long season. But they know we're here for the long haul. We know they're going to be there also, but this is a different Miami Heat team. There's only so many words to be said. At this point, the ball has to be thrown up now."
It didn't take long for the trio to provide their first highlight: Bosh grabbed the ball at one end, passed toward midcourt to James, who took one dribble and found Wade for an alley-oop dunk to help Miami take an early 22-13 lead.
"Off to the races," Bosh said.
They were just getting started.
Howard scored all 19 of his points in the first half for Orlando, then fouled out midway through the fourth quarter. Reserve Ryan Anderson scored 12 for the Magic, who got 10 from Jameer Nelson.
Miami's starters - with no points from Joel Anthony - outscored Orlando's first five 59-37.
"Overall, I thought it was just a terrible offensive execution," said Magic forward Rashard Lewis, who was 0 for 9 from the floor.
The first half was fairly back-and-forth with eight lead changes and seven ties, neither team going up by more than nine.
That changed quickly coming out of intermission.
James hit a 3-pointer to open the second half, Wade connected on two more 3s within a 51-second span, and suddenly Miami's lead was 60-45. Orlando coach Stan Van Gundy called timeout, and that didn't change anything - James' jumper about a minute later pushed the lead to 20.
And that, mind you, was against an Orlando team that cruised to a 29-point win over Washington on Thursday night. For a team with no shortage of offensive options, the Magic were icy cold against the Heat.
"It was really exciting - I mean, really exciting," Bosh said. "The fans of Miami have been anticipating this game for a really long time, ever since July."
Vince Carter played just 13 minutes, banging his head and hip on the floor while jostling for a rebound in the second quarter and finishing with four points. Orlando's starting forwards - Lewis and former Heat starter Quentin Richardson - combined for four points and missed all 14 of their field-goal tries. J.J. Redick left for a few minutes in the first half after drawing a charge against James with the right side of his face, which was cut and puffy. Redick needed seven stitches.
Van Gundy wanted no part of the hyperbole surrounding Magic-Heat I - at least for this season - before the game, and certainly didn't want to embrace it afterward.
"Their defense was very good, but I think when the defense is good, that's when our passing problems become evident," Van Gundy said. "I thought our passing was horrendous tonight."
It was over after the third quarter, Miami's best period in all three games so far. The Heat have outscored foes 86-41 in that quarter through the season's first week. And even though the outcome was decided, Wade, James and Bosh all played some in the fourth - not to send a message, but rather to work on continuity, Spoelstra said.
"It's a good win," Spoelstra said, "but we can't get carried away."
NOTES: Wade's girlfriend, Gabrielle Union got a birthday bouquet of flowers in the fourth quarter. ... James said before the game that he doesn't see his high rate of turnovers - he had 17 in the first two games, then just three Friday - as a problem. "I'm still learning my teammates. Teammates are still learning me," he said. ... Celebrities in attendance included Marc Anthony, Chris Brown, Jon Secada and Ludacris. Clarence Clemons performed the national anthem. ... The Magic were without PG Jason Williams, suspended after making contact with an official in the final minute of Orlando's win over Washington
PHOENIX (AP) -- Five months apart, the Los Angeles Lakers have consecutive victories in Phoenix.
The first sent the Lakers to the NBA finals and an eventual championship. This one gave Phil Jackson his 1,100th victory, something only four other coaches have accomplished.
"It's just a number," he said, "but it's kind of overwhelming how many it is."
The Lakers spoiled the Suns' home opener 114-106 on Friday night behind Lamar Odom's 18 points and 17 rebounds in a rematch of last season's Western Conference finalists.
Kobe Bryant scored 25 points and Pau Gasol had 21 in the Lakers' eighth victory over Phoenix in their last 10 meetings. No coach has reached 1,100 victories faster than Jackson, who did it in 1,560 games, winning 11 championships along the way, with some help from Michael Jordan, Shaquille O'Neal and Bryant, among others.
"He's something else, what he's been able to accomplish," Bryant said. "I can't think of any coach who has accomplished what he's accomplished in any sport, outside of John Wooden."
Grant Hill scored 21 points, Robin Lopez had 18 points and 14 rebounds and Jason Richardson added 17 points for the Suns, playing on consecutive nights after beating the Jazz in Utah on Thursday. In three of the last five regular-season games against the Lakers, Phoenix was playing for the second night in a row.
Goran Dragic added 15 for Phoenix. Ron Artest scored 14 points for the Lakers, while Derek Fisher and Matt Barnes added 11 apiece.
The last time the Lakers played in Phoenix, on May 29, they finished off the Suns in Game 6 of the Western Conference finals. This season's Suns have added three new players and lost a significant one, Amare Stoudemire, who signed with the New York Knicks .
The Suns did not come away discouraged.
"I felt coming off the back-to-back, we played hard and competed," said Hill, who also defended Bryant most of the night, "but the Lakers, they're champs. We played hard, but we just lost to a better team."
Coach Alvin Gentry had a similar reaction.
"We just had a couple of little missed shots, a layup here, a layup there, and they would come down and make a big shot," Gentry said, "and, like I said, that's why they're the world champs."
Los Angeles took control with a 19-6 run over the last 3 1/2 minutes of the third quarter and first 2 1/2 of the fourth.
Shannon Brown stole Dragic's pass and scored on an emphatic breakaway stuff to cap an 11-3 Los Angeles run to end the third quarter and the Lakers led 87-79.
Barnes' 3-pointer to start the fourth stretched the run to 14-3 and the Lakers led 90-79. Barnes made another one, from the corner on a pass from Gasol, to put Los Angeles up 95-82 with 8: 48 to play.
With Bryant on the bench, the Phoenix reserves cut it to 97-91 on Dragic's 3-pointer from the top of the key with 7:08 to play. Then Bryant returned the Lakers held off the last gasps of the Suns.
"We're very fortunate here," Bryant said. "We've got a couple of guys that can just stop momentum, me and Pau. Whenever it got close, we just went to one of us."
It was tied at 76 after Hedo Turkoglu, who struggled through most of his debut in Phoenix, made a driving layup, but the Lakers scored the next nine, the last on Steve Blake's 3-pointer to make it 85-76.
Los Angeles finished the first half with an 8-2 spurt to lead 57-50. Bryant started the run with a 3 and Derek Fisher finished it with another.
NOTES: The other coaches to reach 1,100 wins are Pat Riley, Jerry Sloan, Don Nelson and Lenny Wilkens. The Lakers play six of their first eight games at home. ... The Suns had won eight straight regular-season home games. ... Phoenix's starting guards, Steve Nash and Richardson, were 2 of 11 from the field in the first half and 9 of 27 overall. ... Artest made 3 of 4 3-pointers in the third quarter.
SAN FRANCISCO -- The misfits are showing their mojo, and the 1969 Mets come to mind.
The Rangers have been eyewitnesses to the Giants' special brand of magic for two days now, and most of them probably aren't sure what hit them. They've probably never seen such a thing before.
The Rangers are a logical bunch that believes talent and timing have taken them to the World Series, and they continue to believe in themselves. Their iconic team president, Nolan Ryan, does, too. But Ryan has seen this mojo before, in his '69 Mets, when he was a relief pitcher on a team that truly shocked us all with its impossible, amazin' dream.
Ryan said he still likes his Rangers' chances here. Several have compared this Giants team to the 1988 Dodgers for its apparent mojo, but Ryan knows that the better comparison may be the '69 Mets, who, like these Giants, had an excellent pitching staff. (The Dodgers had a nice staff, too, but were carried by a red-hot Orel Hershiser and didn't have the pitching depth of the '69 Mets or these Giants.)
Speaking of the Giants, who have gladly worn the tags of "misfits'' and "castoffs'' that mostly describe their position players, Ryan said in the aftermath of a startling 9-0 Giants victory that gave them a commanding 2-0 lead in the World Series, "They've made some good defensive plays, got some unbelievable pitching and seem to get the big hit.''
Which is what folks who still recall the '69 Mets remember about them, too. "That was the case,'' Ryan said, "pitching, defense and big hits. And that's kind of what they've done so far.''
The Rangers are run by Ryan, who is smart as a whip, and a logical group of Ivy Leaguers, who understand that the game is more than just talent. "Talent, execution and timing,'' Rangers GM Jon Daniels, a Cornell man, said to summarize the formula for victory. "We'll see.''
And Rangers owner Chuck Greenberg, a smart enough guy to have put himself in position to run his team with only a $2 million investment, insisted, "We're going to be fine.'' He doesn't seem to be a believer in mojo, or magic. And as far as momentum, Greenberg insisted, "It's only as meaningful as the quality of the next pitch and the next swing ... We'll be fine.''
The Rangers all put as good a face as possible on their predicament, and Ryan himself said, "We're going home ... so we feel like we're starting a new series.''
They hope, anyway. And they have to hope that the Giants lose their mojo -- for those who believe in that sort of thing, anyway.
Washington's highs and Lowes
Rangers manger Ron Washington pumped up his troops the last time they felt real pressure -- heading into Game 5 of the ALDS vs. the Tampa Bay Rays -- with what he has described to intimates as a "Knute Rockne speech.''
It was actually a rather colorful speech, so colorful that it can't be repeated here. And when Ryan heard it, he had to tell Washington, "I don't think that's exactly what Rockne said.''
No matter. Washington's strengths are his positive outlook and his ability to rally his troops. He probably will need to find some more choice words now.
Washington has his weaknesses, too, and it was very surprising to see him rely on kid left-hander Derek Holland and middle reliever Mark Lowe in what was only a 2-0 deficit late in Game 2 rather than call upon his best reliever, Neftali Feliz, with a day off coming and a 2-0 deficit staring right at them. There's no sense in saving your best reliever at this point, and longtime baseball people agreed that Washington erred by not going to Feliz to keep the score at 2-0.
What's interesting is that Washington saw Yankees manager Joe Girardi make the very same mistake in the round before. Rather than calling upon Mariano Rivera to preserve a 2-0 deficit in Game 3 of the ALCS, Girardi let lesser relievers allow that game to get out of hand.
Girardi didn't have a great postseason, but was rewarded for his overall body of work, which included the 2009 world championship, with a three-year, $9 million contract that includes about $500,000 in incentives for winning the ALCS and World Series. And Washington, who admitted cocaine use last year, will be taken care of by the Rangers, regardless of how this World Series plays out. Washington, whose contract is up in November, will get an extension that will give him a raise, perhaps to about $1.5 million per year. (The exact amount could be affected by the outcome of the Series, but it's nice to see his bosses stand by him time and again.)
Around the Series and the majors
• The Brewers appear to be seriously considering Valentine, who is said to have genuine interest in that job. The issue there will likely be whether they will pay Valentine what it will take. He made more than $2 million a year with the Mets 10 years ago and is believed to have a seven-figure salary with ESPN. While the Brewers are known to be a low-paying team for scouts and executives, owner Mark Attanasio is said to have a concern about ticket sales following two straight losing seasons and may want to make a splash with a dynamic hire, especially considering Milwaukee's TV revenues aren't commensurate with most other teams'. White Sox coach Joey Cora is said to have had a good interview there, but Valentine appears to be the favorite, provided they can work out the finances.
• Curt Young seems to have an excellent chance to replace John Farrell and become Boston's new pitching coach, but the Red Sox will interview a couple in-house candidates, as well. The Yankees are also looking for a pitching coach now. One possibility there could be Rick Kranitz, who was the pitching coach for Girardi in Florida.
• Josh Byrnes could wind up in San Diego whether or not DePodesta leaves for the Mets. Byrnes, who impressed Mets people but surely understood from the start that Alderson was the heavy favorite for the Mets' GM job, is believed to have several opportunities. He is on contract through 2015 with the Diamondbacks, and that deal was made between Byrnes and new Padres owner Jeff Moorad, who is still close to Byrnes.
• Vladimir Guerrero did play 17 games in right field during the regular season, so Washington's call to use him there in Game 1 was not out of the ordinary. But Guerrero appeared to be in pain in the outfield, and some Rangers people think that he may have hurt his bad knees sliding early in the game.
• Giants' Juan Uribe and Edgar Renteria look like they've found the Fountain of Youth. Uribe is becoming a folk hero in San Francisco with his big home runs, despite a bad wrist that was heavily taped in the Giants clubhouse. Renteria suggested the day before the Series that he's likely to retire, and what a bookend this could be to a very nice career, considering it started (at least to the national public) with the Series-deciding hit in 1997 for the Marlins. Renteria and Uribe are providing startling offense as the Giants' Nos. 7 and 8 hitters and are also surprising scouts with their excellent defensive play.
• Scouts say that Cliff Lee had no command of his curveball and limited command of his cutter in Game 1, but his eight-day layoff may not be at fault. Lee has a history of working well after a long layoffs, as he did in last year's postseason.
• Longtime Rangers scout Tom Giordano said on WFAN-660 in New York that Texas believed going into the ALCS against the Yankees that Derek Jeter and Alex Rodriguez had slowed down, and that their arms weren't what they once were. Jeter's shortstop play was solid this year, but some Yankees people are wondering whether Rodriguez's hip may be bothering him after watching his range diminish late in the year.
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Os 30 jovens jogadores mais valiosos no futebol em 2010
A revista Espanhola Don Balon publicou recentemente uma lista com os 100 jovens jogadores mais promissores com menos de 21 anos de idade. Entre os referenciados existem alguns jogadores que já deixaram de ser promessas e são hoje certezas do futebol mundial, como são os casos de Alexandre Pato do AC Milan, Mario Balotelli do Manchester City ou Thomas Muller do Bayern Munique.
Baseado na lista apresentada pela revista espanhola, o Futebol Finance elaborou uma lista com os 30 jovens jogadores mais valiosos de 2010 com menos de 21 anos de idade. Para elaborar o ranking do jogador mais valioso, estimamos o valor mínimo e o valor máximo dos passes de cada jogador em causa, tendo em conta a sua idade, posição, jogos, golos, assistências e valores de transferências anteriores.
Os 30 jovens jogadores mais valiosos no futebol em 2010:
DB.- El Madrid llevaba casi 20 años sin ganar la Liga, hasta que llegó usted y logró cinco Copas de Europa, ocho Ligas, una Copa Intercontinental, dos Latinas… ¿Se considera el artífice de estos logros? -No, lo fue todo el equipo. Los logros siempre han sido por el equipo. Yo siempre he sido de equipo porque no puedes hacer gol si no te ayudan y te dan la pelota. La colaboración es fundamental. Tú tienes que ultimar el esfuerzo que ha hecho el compañero, o los compañeros, porque tú tienes la misión de convertir goles, pero también tratar de defender.
DB.- “Mi mayor ilusión es jugar al lado de Di Stéfano, al que considero el mejor jugador el mundo”, lo dijo Kopa. ¿Qué piensa? -Que yo jugaba bien, pero él jugaba fenómeno. Era un excelente jugador. La pena es que no se ambientó en el país, pero era un gran jugador. Después perdura la amistad, y ahora ya somos ancianos y nos vemos de vez en cuando.
DB.- Durante su carrera deportiva siempre mantuvo el cariño de todo el vestuario, ¿cómo lo consiguió? -Porque yo era buena gente (sonríe). Y aparte de ser buena gente sabía lo que era el esfuerzo y ser humilde porque si no me daban centros cómo iba a hacer goles. En el fútbol hay jugadores de equipo y jugadores que no son de equipo.
DB.- Su último partido fue un Real Madrid- Celtic, en 1966. En el minuto 13, el estadio le ovacionó y usted entregó el brazalete de capitán a Grosso. ¿Cómo se sintió en ese momento, triste o satisfecho? -Completo. Te da pena tener que despedirte del club, y te da pena tenerte que ir a otro lado, pero, en fin, son detalles que hacen mella en uno y hay que tomarlos como vienen, porque en esta vida todo se acaba. Y hay un momento, que lo tienes que dejar. Hay gente que se jubila y todo eso, pero yo no me jubilé porque seguí de entrenador. Soy afortunado porque el deporte es un juego, un goce.
DB.- ¿Qué opina de Zidane? -Que es uno de los grandes... muy grande.
DB.- De los jugadores que están en activo, ¿quién considera que es el mejor? -Ahora, el mejor de todos es Messi.
DB.- Mire que si enfadan en el vestuario del Real Madrid al leerle esto... -(Se ríe) Que se enfaden. Messi lo demuestra jugando todos los partidos con calidad, con esfuerzo, con goles y con humildad. DB.- Don Alfredo, ¿quién ha sido su jugador preferido del Real Madrid? -Rial y Gento.
El lado más íntimo de don Alfredo
-¿Dónde reside su corazón, en Argentina o en España? -Acá un 75 por ciento, y el otro 25 por ciento en Argentina porque tengo todavía mis familiares allá, mi hermana, sobrinos, primos...
-¿Qué es la familia para usted? -La familia te ha aplaudido, te ha alimentado con cariño, con amor, y te ha acompañado siempre. Yo respeto mucho ese panorama; se han preocupado mucho por mi. La familia todavía me llama Alfredito.
-¿Qué consejo daría a todos los jóvenes que debutan a nivel profesional? -Que hagan caso de sus preparadores, que son los que te enseñan. Hay una parte que tienen que comprender: que todo esto es una cosa de compañerismo, de equipo, y no personal. Hay algunos que cuando juegan al fútbol llevan la pelota ‘ta-ta-ta’, pero esos son malabaristas, no son jugadores de fútbol. La pelota cuanto menos se tenga en los pies, mejor.
-En Madrid hay un campo de fútbol que lleva su nombre, ¿cómo fue la inauguración del estadio ‘Alfredo Di Stéfano’? -Fue muy bonita, en Valdebebas. Hay una gran arboleda... ¡qué hermosura! ¡qué barbaridad! Voy todas las tardes, menos los martes, sábados y domingos, a hacer gimnasia en la piscina para la columna. Dos horas y media. Voy a nadar. De la columna me operé dos veces... y yo no me tenía que haberme operado. Estoy dolorido, encorvado, no me puedo poner derecho. Ahora me duele la parte del pulmón y pienso que es de esto (señala el bastón) de apoyarme.
- Enfrentou Hernanes algumas vezes quando comandava o Corinthians e nunca perdeu. Conhece os defeitos do volante-meia. Mano chegou ao Alvinegro em 2008. Coincidentemente, o tabu corintiano que dura até hoje contra o São Paulo começou quando Hernanes virou titular do no segundo semestre de 2007.
- Na Lazio, Hernanes tem bastante liberdade. Mais parece um meia marcador e moderno que segundo volante (é o terceiro homem do meio). Na seleção, há jogadores melhores para ambas as funções.
- Hernanes teria que ser convocado entre os volantes. Mano confia mais noutros atletas da posição. A Argentina é um adversário especial e difícil. Talvez porque o atleta da Lazio tenha sumido várias vezes em partidas decisivas no mata-mata, preferiu outros.
- Tecnicamente, Hernanes é melhor que Elias. Na prática, o corintiano joga mais que o ex-sãopaulino.
Futuramente…
Mano deve chamar Hernanes no futuro. Precisa conversar com o jogador e sentir como ele lida com pressão extrema. Deve fazer isto contra outro adversário.
Hernanes é complemento de alto nível. Mas precisa atuar como segundo ou terceiro volante. Quem sai? Ramires?
Allen Iverson acerta contrato de dois anos para defender o turco Besiktas
O destino do armador Allen Iverson será mesmo a Turquia. Sem espaço na NBA após passagens frustradas por Memphis Grizzlies e Philadelphia 76ers, o veterano jogador acertou um contrato de dois anos e US$ 4 milhões para defender o Besiktas.
“Ele está em êxtase. Está muito empolgado, feliz porque as pessoas na Turquia o querem. As pessoas na Turquia apreciam o que ele traz ao jogo, e ele não pode esperar para chegar lá”, disse o empresário de Iverson, Garry Moore, em entrevista à Associated Press.
Eleito MVP da temporada regular em 2001, Iverson estava sem equipe desde março, quando deixou os Sixers alegando problemas familiares. De acordo com Moore, nenhum time da NBA procurou o armador durante o atual período de transferências.
Iverson é o 17º cestinha da história da NBA, com um total de 24.368 pontos marcados em 14 anos de carreira na liga norte-americana. Ele acumula passagens por Philadelphia 76ers, Denver Nuggets, Detroit Pistons e Memphis Grizzlies, sendo que foi peça fundamental na campanha que classificou os Sixers para as finais da NBA em 2001.
O armador foi a primeira escolha do draft de 1996. Selecionado pelos Sixers, atuou por 10 anos pela franquia e foi quatro vezes o cestinha da temporada, mantendo médias de 26,7 pontos por jogo. Após boa passagem pelos Nuggets, foi para os Pistons, onde sofreu com lesões e teve pouco espaço para atuar.
Na temporada passada, porém, Iverson mostrou estar em decadência. Atuou por apenas três jogos pelo Memphis Grizzlies antes de brigar com o treinador e pedir a rescisão de contrato. O armador chegou a anunciar sua aposentadoria, mas voltou atrás para retornar aos Sixers. Mas o jogador não repetiu as atuações de outros tempos e acabou deixando a franquia por motivos particulares.
Lucas e Fernandinho voltam, e Carpegiani pode escolher time pela 1ª vez
Carlos Padeiro
Em São Paulo
Fernandinho está recuperado de lesão, mas corre o risco de perder a vaga para Fernandão no meio
O São Paulo iniciou nesta sexta-feira uma rotina pouco habitual. Depois de vencer o Atlético-PR por 2 a 1, na noite da última quinta, a equipe tricolor folga no fim de semana e se prepara para encarar o Cruzeiro na quarta, em Uberlândia, mais um confronto direto na disputa por uma vaga na Libertadores de 2011.
Paulo César Carpegiani terá um "problema bom", como costumam dizer técnicos e jogadores quando todo ou boa parte do elenco está à disposição para que os melhores sejam escalados. Ninguém está suspenso. Além disso, Lucas e Fernandinho retornam.
As únicas baixas são atletas com lesões mais complicadas, como Junior Cesar, Bosco e Wellington, que passaram por cirurgia e só retornam em 2011. Jorge Wagner está em fase final de recuperação de uma fratura na mão, mas ainda não participa dos treinos com bola.
Carpegiani não conseguiu repetir uma mesma equipe nas cinco partidas que dirigiu o São Paulo. Agora, poderá escolher a sua formação preferida. Lucas deve recuperar a titularidade, pois é considerado um atleta diferente na sua função. Já Fernandinho corre o risco de perder a vaga para Fernandão.
“O Fernandão ofereceu equilíbrio e gostei. Ele faz o time ter mais posse de bola”, analisou o técnico, logo após o triunfo sobre o Atlético-PR. Com o camisa 15 no meio, a equipe tricolor ficou menos exposta. Já Fernandinho é uma alternativa ofensiva para o ataque contar com dois pontas abertos, ele e Lucas.
Quem corre o risco de perder espaço é Casemiro, que errou o passe no lance que originou o gol de Guerrón, do Atlético. Lucas ficaria com a sua vaga e Carlinhos Paraíba seria recuado para atuar como segundo volante.
“Isso complica a cabeça do treinador, mas ajuda porque ele ganha muitas opções. Antes sempre comentávamos que tínhamos seguidos problemas por lesão e cartão. Será um fator importante”, apontou Rodrigo Souto, sobre as alternativas para montar a equipe.
Na Arena Barueri, o São Paulo também lançou uma camisa especial, comemorativa aos 75 anos da equipe
A nova roupa é praticamente idêntica à utilizada pela equipe em 1940
'Otros delanteros no hacen un gol a nadie y no se habla de ellos'
El partido contra el Murcia no ha dejado ningún "muerto" en la plantilla del Real Madrid. A pesar de que el empate sin goles en la Copa puso en evidencia el mal momento que atraviesa Karim Benzema, Mourinho ha pasado factura al delantero francés y le ha incluido en la convocatoria para el partido ante el Hércules (sábado, 20.00 horas).
"Karim no está jugando bien, pero no está muerto, no está fuera, está convocado. Vamos a trabajar y a intentar que mejore y que alcance un nivel acorde a su potencial", explicó el entrenador del Real Madrid, que descartó que sea el club el que tenga que acudir al rescate emocional del francés. "El principal responsable es el jugador, no es el entrenador el que le tiene que motivar, el entrenador es un colaborador que ayuda, pero tiene que ser el jugador".
Pero a Mourinho no le preocupa en exceso la crisis que atraviesa Benzema, confía en recuperar su potencial y le compara con las estrellas de otros clubes. "Hay delanteros en otros equipos que han costado mucho dinero y no hacen un gol a nadie y no se habla de ellos como de Karim... Antes se habló de Cristiano y ahora hace muchos goles. Hay que trabajar y ya se hablará de los goles".
'Cristiano es un gran jugador de equipo'
El técnico portugués elogió una vez más a Ronaldo, a quien considera "un gran jugador de equipo" como lo ha demostrado en su espléndido mes de octubre: "Jugó con Portugal y ganó los dos partidos y con el Madrid, que también ganó todo. Eso es lo más importante, antes no le conocía persona, sólo conocía al jugador no a la persona. Ahora que le conozco veo un jugador de equipo, que está teniendo un mes fantástico porque su equipo gana".
De cara al partido ante el Hércules, desvela que podría "hacer algún cambio" en el equipo titular, pero no "grandes alteraciones", ya que es un partido "difícil" en el que hay poco margen de error, menos que en la Liga de Campeones, donde presumen de pleno de victorias antes de la visita a Milán del próximo miércoles.
Igual que justificó la habitual suplencia de Benzema como consecuencia del gran momento de Higuaín, Mourinho explicó que la 'culpa' de que Pedro León o Granero no sean titulares es el buen juego de sus compañeros. "Pedro León depende de Di María y Özil. Y si siguen jugando así, es muy difícil que puedan quitarles el puesto, aunque un jugador no puede jugar 60 partidos. Esto nos da garantías de calidad". Algo similar dijo sobre Granero: "Tiene a Khedira o Xabi Alonso que están jugando de un modo que no deja muchas posibilidades".
Así, lo más probable es que la única modificación con respecto a los últimos partidos ligueros sea la vuelta de Sergio Ramos, en detrimento de Arbeloa. "La respuesta física fue positiva, no tiene problemas en la rodilla. Si juega o no, será por mi decisión".
El portugués asegura que "no" ha estudiado el vídeo de la victoria del Hércules en el Camp Nou y eludió referirse al hecho de que Drenthe no pueda jugar el encuentro. "Un contrato es un contrato y cuando lo firmas hay que cumplirlo", opinó sobre la clausula que impedirá al holandés enfrentarse a su ex equipo: "Si paga dos millones juega; si no, no".
Sobre la fecha del clásico: 'Mi opinión no cuenta para nada'
Respecto a la fecha del clásico contra el Barcelona de la jornada 13, Mourinho no quiso pronunciarse sobre la posibilidad de que finalmente se dispute el lunes 29. "Mi opinión no cuenta para nada. Yo juego cuando tengo que jugar, llevo toda la temporada así. Jugamos contra el Ajax en miércoles y el sábado en San Sebastián. Jugamos en Málaga sábado, volvimos a 3 de la mañana y el martes partido contra el Milan", zanjó el portugués.
Mou no quiso confirmar si Zidane se implicará en el trabajo del primer equipo. "No puede ser un simple entrenador el que comunique al mundo futbolístico algo oficial entre Zidane y el Real Madrid. Esperemos que él y el presidente tengan tiempo para comunicarlo, pero todos entienden que estamos llegando rápido a una situación final", explicó.
Los últimos partidos han evidenciado una gran mejoría en el Real Madrid, pero en entrenadro no quiere compararse con el Barcelona. "Yo no entro en si somos mejores o no que el Barça, hoy tenemos un punto más, pero el campeonato termina en mayo. Si entonces somos campeones es que somos mejores. Ahora lo que importa es que estamos llegando a nivel de trabajo", señaló.
De todas formas, avisa de que no se puede creer que van a golear en todos los partidos ligueros: "No somos niños, sabemos que no es seis hoy, seis mañana, cinco hoy y cuatro después; va a llegar el 1-0, 0-0 ó el 0-1. No somos niños para pensar que es hacer 'click' y ganar 6-1. Hay que trabajar, el campeonato es muy difícil y faltan 30 partidos, falta todo", advirtió.
'¿Ha dicho el nombre? Cuando lo diga le responderé'
Pep Guardiola ha confirmado que frente al Sevilla (sábado, 22.00 horas) contará con Xavi Hernández, ausente los dos últimos partidos por culpa de la tendinitis que arrastra desde hace semanas. Al técnico del Barcelona le preocupa la respuesta del centrocampista, no como la sequía goleadora de David Villa, a quien aludió, sin citarle, José Mourinho.
"Xavi se está entrenando con todos y está mucho mejor, aunque no sabremos cómo reaccionará su tendón hasta que juegue setenta u ochenta minutos", ha explicó Guardiola.
El técnico del conjunto azulgrana ha adelantado que, a partir de ahora, el equipo tendrá que acostumbrarse a las apariciones intermitentes del jugador, que no podrá disputar todos los minutos como hacía en temporadas anteriores. "Sabemos que está mucho mejor de lo que estaba hace mucho tiempo y eso me dará la posibilidad de ir usándolo. Cuando veamos que siente dolor y tiene riesgo de lesión, lo pararemos. Pero eso lo marcará el propio Xavi y los entendidos en esto, que son los doctores", ha explicado.
El centrocampista de Terrasa reaparecerá, por tanto, ante un Sevilla que ha cambiado de estilo tras la llegada de Gregorio Manzano y del que Guardiola recela, pese a no estar rindiendo como otros años. "Juegan diferente de cómo lo hacían antes y tampoco juegan como jugaba el Mallorca de Manzano. Veremos cómo plantean el partido y cómo estamos nosotros, pero el Sevilla sigue siendo uno de los grandes del fútbol español y teniendo grandes jugadores. Será un partidazo", ha destacado.
Habrá que ver si David Villa recupera su olfato goleador ante el conjunto andaluz o, por el contrario, sigue sin ver puerta, circunstancia que le ha recriminado el técnico del Real Madrid, José Mourinho, aunque sin citarle, para defender a su delantero Karim Benzema. "¿Ha dicho el nombre? ¿No? Pues cuando lo diga le responderé", manifestó Guardiola cuando le han comentado las palabras del preparador portugués.
El técnico del Barcelona insistió una vez más en que Villa "no está enfadado" por su mala racha sino que "se entrena y compite e intenta que su equipo gane" y se ha mostrado un poco cansado de que siempre se le pregunte por lo mismo. "La respuesta ya la sabéis: ya los marcará, ya los hará, lo ha hecho siempre y seguirá haciéndolo", sentenció.
Interrogado sobre la posibilidad de que el Barça-Madrid de Liga se dispute el lunes 29 de noviembre, algo que no ha gustado al meta azulgrana Víctor Valdés ni al director general del Real Madrid, Jorge Valdano, Guardiola fue tajante. "No importa lo que digan el señor Valdano o el señor Valdés y lo que a mí me importe es relativo. Intuyo que en este asunto nadie quedará contento. En otros países no, pero aquí los que deciden, los que marcan los horarios, son las televisiones, y nosotros jugaremos el día que nos digan", ha apuntado.
Más parco en palabras se ha mostrado cuando le preguntaron sobre un posible interés del Manchester United en contratarle o cuando le recordaron las palabras de Valdés, quien ayer dijo que no se imaginaba un Barça sin Guardiola. "Este club hace más de cien años que existe. Existía antes de Pep y seguirá existiendo muchos años después", indicó.
Neymar admite 'expectativa grande' para pegar a Argentina
por ESPN.com.br com agência GE
Depois de ter ficado ausente da lista de Mano Menezes nos amistosos contra Irã e Ucrânia, o atacante Neymar voltou a ser convocado pelo técnico da seleção brasileira, nesta sexta-feira. O jovem santista estará à disposição do treinador para o amistoso contra a Argentina, dia 17 de novembro, em Doha (no Catar). E, apesar da comemoração discreta no treino - quando sorriu ao receber a notícia e abraçou alguns companheiros -, Neymar se disse muito feliz com a nova convocação para a seleção.
"Estou muito feliz com essa chance de ter sido convocado novamente", disse Neymar, em entrevista ao site oficial do clube. O camisa 11 só não conversou com a imprensa nesta sexta, no CT Rei Pelé, porque teve de deixar o treino antes do seu final. Neymar teve que resolver um problema referente ao seu passaporte, na Polícia Federal, para que não haja problemas no seu embarque para a partida contra os argentinos.
Sobre o duelo com o mais tradicional rival do Brasil, Neymar revelou que está bastante motivado para esse jogo, mesmo em se tratando de um amistoso. "A expectativa é grande para que chegue logo a hora do jogo. Quero trabalhar bastante com o grupo para que nós possamos estar preparados", comentou.
Neymar estreou pela seleção brasileira principal no amistoso contra os Estados Unidos, quando marcou o primeiro gol da vitória de 2 a 0, no dia 10 de agosto, em Nova Jersey (EUA). Na série de amistosos contra Irã e Ucrânia, no início deste mês, o jovem craque ficou de fora da lista, principalmente em razão da polêmica na qual se envolveu com o ex-treinador santista, Dorival Júnior.
O atacante bateu boca com Dorival na vitória alvinegra sobre o Atlético-GO, por 4 a 2, no dia 15 de setembro, na Vila Belmiro. Neymar ofendeu o comandante e o zagueiro Edu Dracena, após ter sido impedido de bater um pênalti, convertido por Marcel. Depois do incidente, Dorival Júnior acabou afastando o jogador, porém, após um desacordo com a diretoria do clube quanto à extensão da punição para o clássico contra o Corinthians, foi demitido.
Me parece que na McLaren não haverá muita discussão. Os dois pilotos têm chances remotas de conquistar o título, e Button tem menos ainda, com seus 189 pontos diante dos 231 de Alonso. Hamilton está com 210, a coisa não é tão feia, mas o desempenho da equipe nas últimas corridas não tem sido muito animador. Assim, considerando as possibilidades de cada um, remotas e remotíssimas, é claro que o time vai ficar com as remotas e, se preciso, Button desce do carro e deita atravessado na pista para ajudar o parceiro.
Mas na Red Bull…
A matemática é implacável. São 11 pontos de Alonso para Webber e 25 para Vettel. Ocorre que o alemãozinho, ao menos no discurso externo, nem cogita desistir da luta para favorecer o companheiro. E o mais lógico, claro, seria oferecer ao australiano todas as condições para brigar ele pela taça, e não o outro.
Como domar Vettel, porém? E como domar Helmut Marko, guru do menino, eminência parda da equipe?
Façamos uma conta besta. Se a Red Bull conseguir duas dobradinhas com Vettel à frente, em Interlagos e Abu Dhabi, Webber fecha a temporada com 256 pontos e Tião Alemão, também. E se Alonso terminar ambas em terceiro, somará 261.
Uma única inversão de posição, com Sebastian abrindo para o Webber, levaria o placar a 263 para ele e o troféu de digníssimo campeão do mundo para a fábrica de latinhas energéticas.
A Red Bull vai ter de fazer sua escolha. Senão, passará a ser conhecida como Red Burra.
Escolha que a Ferrari fez há um bom tempo, naquele GP da Alemanha em que Fernando estava faster than you. E cada vez mais parece que ao final do campeonato teremos todos, nós que crucificamos todos os italianos desde César Augustus, nos dobrar ao pragmatismo de Maranello. Eu continuo achando que equipe faz o que quiser com seus pilotos, desde que eles aceitem. Não gosto, acho desagradável, mas é preciso reconhecer que faz parte do jogo. E como faz, não encontro sentido em tentar impedir essas coisas com regras obtusas que ninguém respeita, mesmo.
Webber ainda é o favorito ao título. Depende só dele, se ganhar as duas leva, e tem carro para isso. No ano passado, a equipe venceu em Interlagos com ele em Abu Dhabi com Vettel. A questão é: como vão reagir coletivamente os rubrotaurinos à tragédia sul-coreana? O time está uma pilha de nervos, e não é para menos. Vislumbra uma possibilidade, que não é pequena, de perder o campeonato mais fácil dos últimos tempos, tamanha a superioridade de seus carros. E isso pesa. Pesa numa largada, na hora de colocar uma porca no pneu, no momento de arriscar uma ultrapassagem.
Felipão se reúne com presidente da Aceesp e planeja encontro para aparar arestas
O técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari, se encontrou com o presidente da Associação de Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (Aceesp), Luiz Ademar, nesta sexta-feira onde definiu que marcará uma conversa com os jornalistas que cobrem o clube para 'aparar as arestas'.
Na última quinta, Luiz Ademar revelou que o encontro aconteceria para os jornalistas presentes na Arena Barueri, mas a assessoria de imprensa de Felipão negou que tal reunião aconteceria. Mesmo com o vazamento da informação, o técnico achou por bem fazer a reunião com a Aceesp para amenizar os problemas com a imprensa.
Apesar do costume de dar entrevista coletiva nas sextas-feiras antes de jogos do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari não falará com a imprensa na Academia de futebol.
A convivência entre Felipão e os jornalistas piorou depois das duas últimas partidas do Palmeiras, contra Corinthians e Atlético-MG. O técnico se irritou com as seguidas perguntas sobre o meia Valdivia, que está com uma fibrose na coxa direita e ainda assim participou de ambos os jogos.
Em Minas Gerais, o treinador disse que a imprensa estava de 'palhaçada' e apontou o dedo ao repórter da Rádio Globo, Raphael Prates, afirmando: "Tu é um dos mais palhaços".
Uefa dá vitória de 3 a 0 para Itália após confusão em jogo contra Sérvia
Das agências internacionais
Em Nyon (Suíça)
Torcedor sérvio Ivan Bogdanov foi detido após atos de violência em jogo entre Itália e Sérvi
Depois de a partida pelas eliminatórias para a Eurocopa-2012 ter sido interrompida por confusão criada por torcedores sérvios, a Itália ficou com a vitória de 3 a 0 na partida que deveria ter acontecido no último dia 12 de outubro.
Além da vitória para o time italiano no torneio classificatório, a seleção da Sérvia também foi punida com a disputa de um jogo das eliminatórias continentais com portões fechado, gancho que pode ser estendida para duas partidas se problema similar voltar a acontecer nos próximos dois anos.
Já a Itália pode receber a mesma punição de uma nova confusão como essa acontecer em algum estádio do país também em dois anos. Além disso, ambas as federações foram multadas: 12 mil para euros a Sérvia e 100 mil euros para os italianos.
Vandalismo dentro e fora do estádio Luigi Ferrari, em Gênova (ITA), de membros radicais da torcida sérvia suspendeu o confronto diante da Itália pelo grupo C. O jogo durou menos de 10 minutos.
O tumulto começou nos arredores do estádio italiano. Aproximadamente três mil torcedores da Sérvia atiraram pedras e fogos de artifício em lojas e contra policias. Dentro do estádio, mais confusão, principalmente por torcedores radicais chamados de 'ultras'.
Com os times em campo, o árbitro Craig Thomson decidiu não dar início à partida por causa da falta de segurança. Com isso, as equipes voltaram para o vestiário.
The Magic-Heat would-be rivalry game headlines tonight’s 12-game schedule. This should be a great rivalry given their geographic proximity, but it has never taken off, partly because the teams haven’t been elite at the same time. Now? They’re two of the four best teams in the league, and the summer was filled with back-and-forth sniping between Stan Van Gundy/Otis Smith and Pat Riley. Tonight we finally get to see the on-court battle. Here’s what I’ll be watching for:
• Guarding Dwight Howard.
Heat worrywarts have fixated on this matchup since Miami signed two star wing players and a power forward with a distaste for playing center — and then filled the roster with Udonis Haslem and a bunch of journeyman bigs. How can this team defend the monstrous Howard?
The Heat will almost certainly have to help center Joel Anthony, who is listed as 20 pounds lighter than Howard but is probably giving up more weight than that. Orlando loves to play an inside-out game and allow its elite three-point shooting to burn opponents that double-team Howard. But if there are two defenders capable of helping on Howard without sacrificing too much team defensive integrity, Dwyane Wade and LeBron James fit that description. They are long, quick and athletic enough to create some chaos without yielding clean passing lanes and uncontested shots.
As I’ve said before, I expect Miami to take a page from the U.S.’ gold-medal winning World Championship team when facing an elite back-to-the-basket big man. That is: Have your most athletic players fly around the court to create confusion and force turnovers. It worked for the United States in Turkey, but it never faced anyone like Howard or a three-point shooting army as accurate as Orlando’s.
Of course, Miami could choose to stay at home and let Howard go to work on its big men. We’ll see.
• Rashard Lewis at small forward.
TNT’s Steve Kerr had a nice description during last night’s Magic-Wizards game of the way Orlando is approaching the regular season. He called the first 82 games “a big-picture regular season” for the Magic, and he’s right. Van Gundy is using the regular season to try new things, some of which will work and make the Magic more unpredictable in the postseason.
The main new tweak: Playing Lewis, the team’s starting power forward, at small forward alongside Brandon Bass or Ryan Anderson. Van Gundy has talked about it in the past but appears serious about trying it for extended stretches this season.
Van Gundy’s concern has always been Lewis’ ability to guard the league’s quickest small forwards. None are quicker than James. LeBron is also strong enough to defend Lewis on the block, where the Magic look to use Lewis on offense against small forwards who are usually at a height or strength disadvantage.
Will Van Gundy dare to use Lewis at small forward against the Heat’s core lineup? Or only when James is on the bench?
• Enter Big Z?
The Heat’s current starting lineup includes two guys to whom the opposing defense has to pay minimal attention — Anthony and point guard Carlos Arroyo. (Note: That sentence actually slights Arroyo, who hit 48 percent of his long two-point jumpers last season — an elite mark. His three-point shooting is a different story, though.) With Anthony in the lineup, Howard will have more freedom than usual to help on drives.
Teams often like to use a jump-shooting center to drag Howard away from the basket. Zydrunas Ilgauskas fits the bill, and he’s been running pick-and-pops with James for years. But is Ilgauskas ready to give Miami major minutes (he played 11 minutes against Boston and nine against Philadelphia)?
• Who does Jameer Nelson guard?
If the Heat go to their point guard-less lineup — James, Wade, James Jones, Chris Bosh and a big man — where does that leave Orlando point guard Nelson? This lineup doesn’t figure to see a ton of floor time, but the Heat have used it already and view it as a crunch time option. The Magic can likely get away with hiding him on the jump-shooting Jones if they want to keep Nelson on the floor against this group, and Nelson will have no trouble guarding Arroyo and Eddie House in other situations.
• The trappin’ Magic
Another small bit of Van Gundy’s preseason evolution that carried over into last night’s regular-season opener: Orlando has been occasionally trapping opponents in the corners when they dribble there or catch a pass. Howard has often been the trapper, and his presence makes a skip pass a dicey thing. Let’s see if Orlando is comfortable trying this out against a team that will often have three stars on the floor.
• Chris Bosh, your time to post up is now
Bosh is a better post-up player than a lot of folks realize, and if the Heat should ever lean on him in the post, it’s when they’re facing an opponent that plays a hybrid guy at the power forward spot. Lewis will start the game guarding Bosh. Let’s see if Bosh can take advantage.
The last time Brett Favre missed an NFL start, Bill Clinton was the governor of Arkansas. Think about that. The man earns his living as a human piñata, but he never misses a day of work.
And now he might miss one. Favre's ankle is suffering from seismic fallapartis -- he has two breaks, and the only question is how severe the breaks are, which just makes me thankful that it's not my ankle. Maybe Favre will play against New England on Sunday and maybe he won't.
But if he doesn't, that will mean one thing:
CONSPIRACY THEORY!
As you have surely heard, the NFL is investigating Favre for trying to organize an illicit huddle with a former New York Jets employee. And if a quarterback who never misses a game suddenly does miss a game ... well, people will talk. They'll gossip. And they'll wonder if he was suspended, or ducked a suspension.
If you believe that spectator sports exist largely to spark conversation, you have to love a good conspiracy theory, which is not the same thing as believing it. Conspiracy theories have been around sports forever -- in ancient Greece, the first Olympic marathon winner supposedly rode a horse for a few miles.
Actually, I just made that up. But it's a good one, isn't it? I almost believed it myself, and I'm the guy who made it up! So today, let's look at a few of sports' favorite conspiracy theories -- and try to take a detached view of how believable they really are.
Conspiracy Theory Babe Ruth missed the first few weeks of the 1925 season because of venereal disease.
Why People Believe It His actual illness was never released. Teammates implied it was ... um, an acquired malady of the loin region.
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
Nine. Really, what's not to believe? Ruth's sexual prowess is well-documented, and he did not have the most discriminating taste -- it's safe to say some of his lady friends got around. The fact that this rumor got out at all, in the shielded sports world of 1925, gives it credence. The fact that nobody has ever come up with another ailment makes me believe it. You don't miss two months of a season because of a stomachache.
Conspiracy Theories Sonny Liston took a dive against Muhammad Ali in 1965, and Mike Tyson took a dive against heavy underdog Buster Douglas in 1990.
Why People Believe It Liston had Mafia ties. Boxing is dirty. Tyson was crazy.
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
Two, total -- two for Liston, zero for Tyson.
The Tyson rumors actually died down over time. The idea that Tyson thought he was invincible and was headed for an inevitable downfall has grown on us. It was surprising at the time, that's all.
As for Liston: I'm no boxing expert, but knowing what we do now, is it really surprising that Ali beat Liston? He was a better fighter. People just didn't realize it in the mid-60s. Ali had already beaten Liston once, in Miami, and Liston's lifestyle did not lend itself to training. It is quite possible that Liston realized he couldn't beat Ali and quit in the second fight -- and yes, even plausible that he was on the take. But knowing what you know now, the result is not surprising.
Conspiracy Theory The NBA fixed the 1985 draft lottery so the Knicks would land Patrick Ewing.
Why People Believe It It's the NBA. It was the first-ever lottery. Ewing was considered the best prospect in years, and he was already an East Coast icon from his years at Georgetown. The Knicks had been lousy and the league needed a boost in New York.
Plus, if you go to the youtube clip of the lottery you'll see that when the fourth envelope is placed in the spinning globe thingie (at around the 4:50 mark), it is slammed against the side of the globe thingie, apparently causing a crease in the envelope. This was the SAME ENVELOPE that David Stern pulled out to determine the No. 1 pick! OMG OMG OMG!
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
Two. If you watch the video, you'll notice that Stern intentionally looks away as he reaches into the globe thingie, and that he picks an envelope in the middle of the pile. How could he know which envelope was bent? What is he, David Copperfield? Besides, when the globe thingie spins around, the envelopes hit the side at least as hard as that first envelope did when it was thrown in there.
If Stern had known that he'd still be answering questions about this 25 years later, he would have gone the ping-pong ball route and nobody would have suspected anything. Oh, who are we kidding? Of course they would. It's the NBA!
Conspiracy Theory Michael Jordan suddenly retired from the Bulls in 1993 to avoid a suspension from the NBA for his gambling.
Why People Believe It Jordan's gambling was a big story in the summer of 1993 -- the first real chinks in his marketing armor. Up to that point, most people thought of Jordan as a combination of Julius Erving and Mahatma Gandhi. There was no good reason for that, and anybody who read Sam Smith's excellent book, The Jordan Rules, knew better. But hey, it was an innocent time.
Then we found out Jordan was a competition junkie who would go to the golf course and bet a stranger $147 million that he could hit his drive in the fairway without breaking his tee. This led to the publication of the book, Michael and Me: Our Gambling Addiction, by one of Jordan's old golf opponents, who was trying to "help" Jordan deal with his addiction. As we all know, if you want to help somebody with an addiction, you write a book about them. Or something like that.
That summer, Jordan's father, James, was murdered, fueling some ugly rumors about gambling debts and enemies and retribution.
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
Two. And it's only a two because every conspiracy theory in the NBA is at least a two. James Jordan was killed in a robbery -- there is zero evidence it was tied to his son's gambling. And speaking of his son's gambling: Jordan was a competition addict, not a gambling addict. There is no evidence that he did anything to compromise the competitive integrity of the NBA other than draft Kwame Brown.
Conspiracy Theory The NBA fixed the 2002 Western Conference Finals so that Kobe Bryant, Shaquille O'Neal and the Lakers would beat the Sacramento Kings.
Why People Believe It In Game 6, the Lakers attempted 40 free throws, including 27 in the fourth quarter. The Kings shot 25 for the game. Several calls seemed awful at the time. Since then, point-shaving ref Tim Donaghy has alleged that the NBA advised two of the three referees in the game to tilt Game 6 toward L.A. so the series would go seven games.
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
I'll give it a five, and let me explain: I don't believe for a second that David Stern tells his officials to fix games. Never, in a thousand years, would I believe that. It would make Stern a felon, and also a moron -- the NBA has far more to lose than gain by doing that. Stern is way too smart and principled for that.
So: why a five? Well, we're talking about believability here, and a lot of people in the NBA are suspicious of referee assignments. They will never say it publicly, but they complain privately.
Certain zebras have reputations for favoring certain teams, or for being unfairly harsh to certain players. It's not about fixing games or even about boosting television ratings. Sometimes it's just about personalities and styles. So the NBA wouldn't have to tell anybody to do anything unethical. It could just assign a certain ref with the expectation he will help the right team.
I'm not saying this happened. I'm saying that, when coaches, executives and players in your own league believe it could have happened, you get a five on the believability scale.
Conspiracy Theory Wayne Gretzky's wife, Janet Jones, took the fall for Gretzky when she was implicated in a gambling ring run by former NHL star Rick Tocchet.
Why People Believe It Men gamble more than women. Tocchet was an assistant coach for Gretzky at the time of his arrest.
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
Eight. Tocchet took bets from several NHL players and ran a huge, nationwide gambling ring. Meanwhile, his boss's wife was placing bets. You'd have to be a fool to think Gretzky had no idea any of this was going on. And it's not a big leap to think Gretzky placed his bets through Jones.
But in the big scheme of scandals, this wasn't as bad as it seems. There were no fixed games and no indication that anybody of consequence bet on hockey. So what we have here, at worst, is a hockey coach betting on football. It's easy to believe, but hard to blow up into a big deal. However, it is worth noting that authorities called their investigation "Operation Slap Shot," which is awesome.
Conspiracy Theory The Chinese female gymnasts in 2008 were, like, 10 years old.
Why People Believe It
They looked like 10-year-olds.
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
A 10. They were, like, 10 years old.
Conspiracy Theory LeBron James tanked in last year's playoffs because he knew he would ditch Cleveland for Miami.
Why People Believe It Mr. James's credibility has eroded a wee bit in the past few months. Plus, he shot a free throw with his weak hand against Chicago and looked stunningly listless in the Cavs' Game 5 home loss to Boston.
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
A five. BUT HOLD ON! We need to explain this one, too.
It's not that LeBron wanted to lose, or tried to lose. In order to lead your team to a championship in any sport, you need to absolutely believe that you are destined to win, with a fervor that borders on irrational. Magic Johnson and Michael Jordan expected to win every single year they played, no matter what their roster looked like.
So: by Game 5 of Cavs-Celtics last spring, did James believe it was his destiny to win a championship in Cleveland? I think we can agree that no, he did not. Did that affect his play? It had to affect his play. Did he give up? Maybe not. But did he give in to impending failure? Well ...
Conspiracy Theory Brett Favre will miss the Vikings' game against the Patriots as a de facto suspension.
Why People Believe It Favre's streak might be the most impressive in the history of sports. If it ends because he sent obscene photos or left an inappropriate voice mail, that would be like the Roman Empire falling apart because one of the guards was reading a pornographic stone tablet.
Upon Further Review (On a scale of 1 to 10, how believable is this?)
To be determined. But for right now: Zero. Come on, people! Let's think this through. Favre has not missed a game in 18 years. He prides himself on showing up on Sundays, maybe more than anybody else in history. Let's wait to see if he actually misses a game before we wonder why, OK?
And if the NFL wants to suspend him, why not just ... you know, suspend him? The end of Favre's streak would not hurt the league's bottom line a bit. But covering up a suspension would be a huge story if it ever got out. Roger Goodell, like David Stern is not stupid.
Mostly, though, it's not like Favre just thought up this ankle injury yesterday.We knew about it, discussed it, and speculated about it for many months before these allegations surfaced. Whatever else you think of Favre, give him credit for playing this much with that injury. And don't be shocked to see him on the field Sunday
Ferguson unsurprised by Hernandez's rise to prominence
Alex Ferguson is confident that Javier Hernandez will be a success at Manchester United, with the Mexican having struck four goals in his last four games.
Following the news that Michael Owen faces a five-week lay-off and Wayne Rooney could spend longer on the sidelines than first thought, Hernandez has the chance to cement his place in the United side.
Ferguson has been impressed by the way he has settled since his move from Guadalajara but never had any doubts he would succeed.
"We are not surprised because we identified a lot about him before we signed him. We did a lot of work on him," Ferguson said.
"Seeing him in pre-season and training we thought he would do well. He is young and wants to learn and he comes from a really good football pedigree. He speaks the language and that is important. Everything is in his favour."
The 22-year-old Mexico international struck twice, including a late winner, in last weekend's crucial Premier League victory over Stoke, followed with another decisive goal against Wolves in the Carling Cup.
"We are all pleased," he said. "Everyone is really excited to have him at the club. He has done really well. His winning goal on Tuesday demonstrated again that he is a very good finisher.''
Ferguson needs Hernandez to maintain his current form, and Dimitar Berbatov to reproduce his performances of the early campaign, to keep the spotlight away from Wayne Rooney's lack of goals.
Rooney had struggled for form all season before getting injured, netting just once for United in the first two months of the campaign
Sir Alex Ferguson says Manchester United forward Wayne Rooney could be sidelined for longer than an initial three weeks due to an ankle injury sustained in training.
Rooney suffered the injury following a tackle from Paul Scholes prior to United's Champions League victory over Bursaspor on October 20.
It appears his return to the first team will be delayed for the time being as he continues his recovery from the injury. Rooney has been in Dubai with his wife, Coleen, in recent days.
The news means that Rooney may miss the derby against Manchester City on November 10. Ferguson also rued the news that Michael Owen has suffered a hamstring injury, while Owen Hargreaves looks to have regressed yet again in his lengthy recuperation following knee surgery.
When asked if three weeks remained the prognosis for Rooney, Ferguson replied: "I think it may be longer. There is no recovery, it is just rest. Before he went away we did his remedial in terms of what we could do at the time. Thereafter, rest - we're quite happy with that.
"Ryan [Giggs] should start training on Monday, I think he's progressed quite well now. Michael Owen unfortunately picked up a hamstring injury in training. That's disappointing for him and he'll be out for four or five weeks.
"Wayne is still injured and resting, and Owen Hargreaves is still recovering from a long-term injury. I can't see [him playing in the next few weeks]. He was making very good progress when he first came back, but it seems to have stalled a little bit and he is back with the physios now.
"They're the only injuries we have at the moment and we have quite a strong squad at the moment. We hope it stays that way."
When Rooney suffered the injury his future was still in considerable doubt at Old Trafford, though he has since signed a new five-year contract to reaffirm his commitment to the club.
Rooney angered United fans when expressing a desire to leave the club and is yet to play for United since publicly questioning the club's ambition.
Darío Conca é destaque no Diário 'Olé' (Foto: Reprodução / Olé.com)
"Conca Redentor": essa é a definição do site do diário "Olé", um dos mais conceituados da Argentina, a respeito do meia do Fluminense e de sua atuação nesta quinta-feira, contra o Grêmio, no Engenhão. O meio-campo e maestro do time não só marcou os dois gols da vitória por 2 a 0, como também vem se destacando no Campeonato Brasileiro, tendo disputado todas as partidas da campanha tricolor.
"Em um campeonato tão parelho, os pequenos detalhes fazem as grandes diferenças". É com esta frase que o site hermano resume a importância do baixinho de pouca fala para o Fluminense na busca do título que não conquista há 26 anos. E destaca os 59% de aproveitamento do Tricolor das Laranjeiras na competição nacional e a disputa com Cruzeiro e Corinthians.
No entanto, ao comentar sobre a pressão da torcida pela renovação do contrato de Conca com o Flu, o site do diário cometeu uma gafe ao afirmar que a estátua do Cristo Redentor fica em São Paulo, quando, na verdade, está localizada no Rio de Janeiro.
Liga: 57,5 millones por la publicidad en las camisetas
M. Jesús Luengo |
La Liga española ingresa 57,5 millones de euros por la publicidad en sus camisetas esta temporada 2010-11. Son 8,9 millones más que la temporada pasada, según el informe realizado por la consultora internacional en marketing deportivo Sport+Markt. Este incremento se debe principalmente a la renovación del contrato entre el Real Madrid y bwin, valorado en 23 millones (8 más que la temporada pasada).
Pero a pesar de la subida, España ocupa el quinto lugar en el ránking de los seis mercados europeos más importantes (Inglaterra, Alemania, Italia, Francia, España y Holanda). La Premier encabeza la lista con 128 millones por el patrocinio de sus 20 equipos. Los ingleses han visto incrementados sus ingresos esta temporada en 45 millones de euros, sobre todo por la inversión de la aseguradora AON, en el Manchester United, y el banco Standard Chartered, en el Liverpool. Italia es el único campeonato que ha visto mermados sus emolumentos, debido sobre todo a que dos de los clubes más populares, Lazio y Fiorentina, se encuentran aún sin patrocinadores.
La camiseta más cara, es decir el club al que proporciona más beneficios es el Manchester, que recibe 23,6 millones de AON. Le sigue el Liverpool, con la misma cifra y tercero el Real Madrid, con 23. Por detrás del club blanco, el Bayern y los 22 millones de Deutsche Telekom y el Chelsea, con 16,3 de Samsung.
Este informe que analiza el patrocinio en camisetas de los seis campeonatos más fuertes de Europa comenzó a hacerse en la temporada 2000-01 y de los 234, 6 millones de entonces, se han pasado a los 470,7 de la actual campaña. Cifras que aumentan por la mayor presencia de bancos, aseguradores y casas de apuestas.
El Atlético, segundo en España
En la Liga española el primer puesto lo ocupa el Real Madrid, con los mencionados 23 millones de la casa de apuestas bwin. Le sigue el Atlético de Madrid con 10 millones por el patrocinio de la marca de coches KIA. Valencia recibe 3,5 millones fijos más variables de Unibet. Tres millones de euros percibe el Sevilla de 12bet. también una casa de apuestas. De todas formas, la clasificación de la Liga en este ránking de Sport+Markt podría cambiar si el FC Barcelona tuviera un patrocinador en su camiseta que pagara. El equipo blaugrana luce la publicidad de UNICEF (Organización de las Naciones Unidas para la Infancia) de un modo completamente altruista
Zubizarreta: “Afellay es excelente y termina contrato”
Sin abandonar la prudencia que ha demostrado desde que accedió al cargo de secretario técnico del Barça, Andoni Zubizarreta reconoció ayer que la opción de incorporar al centrocampista holandés del PSV Eindhoven Ibrahim Afellay es real porque se trata de un “excelente jugador” y cuyo contrato termina el próximo 30 de junio. “Parece que hay bastantes clubes de primer nivel interesados en él”, añadió ‘Zubi’, que apeló al “respeto hacia el PSV” para no profundizar más en las negociaciones que el club ya ha abierto para incorporar al jugador, tal y como adelantó SPORT. De hecho, Zubizarreta no negó que el Barça ya haya preguntado por Afellay. En otros casos, como el posible interés en Javier Pastore, del Palermo italiano, el ex portero vasco fue contundente. “No hemos preguntado por él”, sentenció en una entrevista concedidad a ONA-FM.
Sobre el posible refuerzo para la portería, Zubizarreta recordó que el Barça “cuenta ya con dos grandes porteros”, aunque, preguntado por Gorka Iraizoz admitió que el Barça mira “todo el mercado” y que el meta navarro “es un buen jugador”. En líneas generales, desveló que la agenda de futuribles “no es tan larga como parece porque no hay muchos futbolistas en el mundo que puedan jugar en el Barça”.
Además, Zubizarreta confirmó que las renovaciones de Alves, Busquets y Bojan son la prioridad de la dirección deportiva para las próximas semanas. El lateral brasileño, con contrato hasta junio de 2012, será el primero en renovar. “Hemos hablado con él y buscamos puntos de encuentro, ojalá podamos firmar antes de final de año y en todo caso, mañana mejor que pasado, por la tranquilidad de todos”.
Busquets y Bojan serán los siguientes: “aún no hemos abierto conversaciones, pero las abriremos, aunque como es costumbre, lo haremos con discreción y no a través del Facebook”, advirtió. Zubizarreta también ratificó que el club intentará recuperar la fórmula de los contratos basados en el 60 por ciento de los ingresos fijos, con el 40 por ciento por incentivos. “Queremos mantener el nivel competitivo alto y ajustarnos a un cierto funcionamiento económico siendo sensibles a las necesidades del club”.
Aboga por mejorar las relaciones con Cruyff y pide calma con Pep
En su repaso a la actualidad del club, Zubizarreta admitió que todavía no ha hablado con Johan Cruyff desde su llegada al cargo de secretario técnico, “pero existe un gran respeto hacia él”, y se mostró partidario de normalizar las relaciones, aunque recurrió a un ejemplo curioso. “Ojalá las relaciones entre israelíes y palestinos fuesen mejores”, dijo. Además, ‘Zubi’ insistió en que el barcelonismo no debe temer por la continuidad de Pep Guardiola. “Tenemos toda la tranquilidad del mundo, el momento de renovar será el mejor para el club”, apuntó, antes de admitir que la próxima temporada sigue viendo a Guardiola al frente de la primera plantilla.
Quenianas realizam sonho e ganham admiração do Brasil
Dentro de quadra, Quênia ofereceu pouca resistência à Seleção Brasileira na derrota por 3 a 0 na madrugada desta sexta, no Japão. As jogadoras do time africano, porém, vibravam muito a cada ponto que conquistavam na estreia no Mundial Feminino de Vôlei, ganhando assim a admiração do time que é o atual campeão olímpico.
"Foi muito legal ver como o time do Quênia jogou. Elas jogam com amor, alegria, vibram a cada ponto", observou o técnico José Roberto Guimarães. "É muito bacana ver um time da África, que não tem tanta tradição no vôlei, evoluindo dessa forma. Elas estão de parabéns", completou, destacando que a equipe evoluiu tecnicamente com o técnico japonês Hidehiro Irisawa.
Para as quenianas, o simples fato de enfrentar o Brasil foi motivo de festa. "Eu admiro muito a Fabiana. Enfrentar o Brasil e jogar contra ela era um sonho. Ela é uma jogadora muito boa e bonita", afirmou Moim, maior pontuadora da equipe queniana na partida.
A capitã Khadambi também ficou satisfeita. "É sempre muito bom jogar contra um grande time como o Brasil, conhecido no mundo todo. Aprendemos muito e estamos felizes por enfrentá-las", destacou
Dono da Lazio, Hernanes já impressiona Itália e lembra Verón
Dassler Marques
Juan Sebastián Verón passou por vários clubes médios, como Estudiantes, Parma, Sampdoria e Lazio, sendo que no último particularmente construiu em duas temporadas uma história de glórias. Foram quatro títulos nesse período, incluído um dos dois únicos títulos italianos da história dos torcedores laziale. Ao partir para o Manchester United, sepultou em Roma a fama de jogador que elevou a camisa celeste a outro patamar.
É exatamente isso que vem fazendo o brasileiro Hernanes em seus primeiros meses de futebol italiano. Segunda maior contratação da Lazio desde 2001, o ex-são-paulino custou 12,5 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões), mas tem feito valer cada centavo. Líder do Italiano com uma equipe modesta, vem elevando os planos de um clube que se daria completamente por feliz em terminar entre os quatro primeiros.
Para uma parte considerável da imprensa italiana, Hernanes é o melhor jogador da competição que, na verdade, está apenas no início. Não se tira do brasileiro, deslocado para a função de meia-atacante, o mérito de em pouco tempo ter transformado as ambições da Lazio. Exatamente como fez Verón entre 1999 e 2001.
Em entrevista exclusiva ao Terra, ele conta mais sobre esse sucesso no futebol italiano. Confira na íntegra:
Terra - O presidente Claudio Lotito diz ter perdido algumas noites em claro para te contratar. Você era um sonho pessoal dele? Hernanes - Não foi nesse sentido. É que realmente a negociação foi um pouco difícil porque havia muitas pessoas participando, que tinham direito, era muita gente. Tivemos que sentar com todo mundo e não foi fácil. Realmente ele passou noites em claro para formalizar minha contratação.
Os direitos de Hernanes eram repartidos por ele próprio, o empresário Joseph Lee, o São Paulo (dono de 75%) e a Traffic
Terra - O investimento realizado pela Lazio na sua contratação também é muito alto para os padrões de um clube médio da Itália. Você sente uma responsabilidade maior? Hernanes - Encaro tranquilo, porque me encontrava em uma fase mais experiente e amadurecido para uma nova etapa como essa.
Terra - O impacto de sua chegada já é comparado ao de Verón, que liderou o time para o título italiano em 2000. Como recebe isso? Hernanes - Fico feliz de ser comparado a um grande jogador, que fez história. Mas sempre tenho uma convicção: cada jogador tem suas características pessoais. Por mais que se compare a função e a técnica, é um pouco diferente.
Terra - Depois da última vitória, a Lazio já tem seu melhor início de Campeonato Italiano na história, melhor até do que da temporada de título em 1999/2000. Não se imaginava o time brigando pelo título. Já mudou a expectativa do clube após esses oito jogos? Hernanes - Apesar de termos começado muito bem, são oito jogos e ainda faltam 30. É muita coisa. Mas nos dá motivação para continuar nesse caminho. É ir jogo a jogo, tentando continuar com esse bom desempenho e com a mesma vontade dentro de campo.
Terra - É possível explicar objetivamente por que as coisas têm dado tão certo para você e para a Lazio? Hernanes - Objetivamente, não dá. Se parar para pensar, tem muitas coisas que somam. São alguns ingredientes misturados, mas vamos lá: acima de tudo, minha fé em acreditar nos meus princípios e fazer as coisas certas.
Também acho que saí na hora certa, estava experiente e maduro, cheguei e fui muito bem recebido por todos. E minha mulher tem sido uma guerreira, chegamos aqui e não tinha ninguém para ajudar. Ela cuida das coisas e me deixa tranquilo para trabalhar.
Terra - Você é apontado como o principal jogador do time. Já assumiu essa responsabilidade e entra em campo consciente disso? Os outros jogadores te procuram em campo quando a coisa aperta? Hernanes - A responsabilidade está bem dividida. O time é de muita qualidade, os jogadores são de muito alto nível. Por isso a equipe toda está muito bem.
Terra - Como é o treinador Edy Reja, que está no ápice da carreira aos 65 anos? Hernanes - É um excelente treinador. Como se diz, sabe conduzir o grupo, sabe manter a disciplina e acho que isso é importantíssimo. No trabalho de campo, tem sido muito inteligente, tem colocado o time ofensivamente. É um grande treinador e, como pessoa, nem se fala. O cara é um gentleman.
Terra - Você vem jogando mais à frente, nem tanto como volante. Como ele tomou essa decisão? Ele sabia que você jogava mais atrás no futebol brasileiro? Hernanes - Conversamos sobre isso. E nos treinamentos, ele começou a me colocar, foi dando certo e aí encarei bem. Porque eu queria melhorar em algumas coisas, como o cabeceio e a performance jogando de costas para a marcação. Essa é a oportunidade que estou tendo para melhorar.
Terra - No São Paulo, quando você precisou jogar mais avançado, não rendeu tanto quanto de segundo volante. Na Lazio, deu certo. Por que não funcionou no Brasil? Hernanes - Muito devido à minha inexperiência. Quando eu jogava na frente, ficava preocupado, achava que não daria certo jogando de costas, e essa preocupação acabou me minando. Agora estou mais experiente, mais maduro. Se tiver que jogar de costas, de frente, na lateral ou no meio, sei que vou ajudar a equipe, vou render. Essa preocupação me tirou um peso grande e fico tranquilo para jogar.
Terra - Dizem que o André Dias te indicou para a Lazio. Ele tem essa moral toda por aí? Hernanes - Realmente, ele está muito bem aqui e faz um belo campeonato. Ele teve uma participação porque o pessoal quis tirar informação e ele falou positivamente a meu respeito. Tenho que dar uma porcentagem para ele (risos).
Terra - Vem se comentando que o Miranda poderia ser o próximo. O que há de verdade nisso? Hernanes - Há muita notícia sim, mas até agora não houve nada de mais concreto. Até agora não houve mais do que isso.
Terra - Você realmente teve propostas da Inter e do Milan antes de ser negociado com a Lazio? Hernanes - Teve algumas conversas, mas não sei o que realmente aconteceu. Mais do que isso não posso falar.
Terra - Quais foram os jogadores que você viu em ação e te impressionaram na Itália? Hernanes - Com Robinho, Ronaldinho e Pato, já havia jogado. Mas houve o Ibrahimovic, que eu gostava muito e fez um dos gols mais bonitos que já vi. Pirlo e Seedorf, que são grandes jogadores, e o Gattuso também eu já admirava.
Terra - O que se fala do início do Phillipe Coutinho na Itália? Hernanes - Estive com ele na Seleção, é um grande jogador. Quando tem entrado, joga bem. Mas estou sem televisão em casa, sem canal de jogos. Estou como vocês do Brasil, só leio as coisas na internet.
A evolução nos números de Hernanes no São Paulo
2007 - 45 jogos, 5 gols e 1 assistência 2008 - 53 jogos, 7 gols e 3 assistências 2009 - 57 jogos, 10 gols e 17 assistências 2010 - 42 jogos, 10 gols e 7 assistências
Mano convoca bem, mas Hernanes não pode ficar de fora
por Leonardo Bertozzi, blogueiro do ESPN.com.br
O início de trabalho de Mano Menezes à frente da Seleção Brasileira é merecedor de elogios, tanto por sua postura na observação de jogadores, dentro e fora do Brasil, quanto pela disposição em renovar o elenco. No entanto, é impossível olhar para a lista de convocados para o amistoso contra a Argentina e não sentir a falta de Hernanes.
Com todo o respeito ao bom Douglas, por exemplo, o ex-jogador do São Paulo é hoje o melhor meia brasileiro atuando na Europa. Sim, meia, jogando como homem de criação na Lazio, muitas vezes se aproximando da área adversária. Seu desempenho na Serie A o credenciaria facilmente a ser o reserva imediato do lesionado Ganso.
Hernanes está, neste momento, mais credenciado até que Ronaldinho, que atuou discretamente nos dois jogos do Milan vistos por Mano na Europa e viu Robinho ter bom desempenho em seu lugar quando desfalcou os rossoneri por contusão. E digo isso como um defensor de nova - e derradeira em caso de fracasso - chance ao gaúcho com a camisa amarela.
Como já foi dito neste blog, outra ausência difícil de explicar é a de Marcelo, do Real Madrid, que não apenas deveria estar no grupo, como deveria também ser titular.
No ataque, a opção por André se justifica cada vez menos, com o ex-santista raramente entrando em campo no Dynamo Kiev. Não é nem o melhor atacante brasileiro do time ucraniano, que conta com Guilherme, ex-Cruzeiro. Neste caso, ainda há o atenuante da idade olímpica, mas o fato é que Nilmar, Hulk e até Jonas seriam melhores opções.
Ressalvas feitas, Mano segue merecendo créditos. Tem ideias bastante claras, um time-base forte e capaz de fazer uma grande partida contra a Argentina - para quem o amistoso de 17 de novembro vale muito, já que o técnico Sergio Batista joga sua permanência no cargo.
Selig to consider MLB playoff expansion for next season
SAN FRANCISCO (AP) -- Baseball commissioner Bud Selig is willing to consider expanding the playoffs as early as next year.
Speaking on Thursday before Game 2 of the World Series, Selig said a larger postseason might not have to wait for collective bargaining with the players' association.
Union head Michael Weiner said earlier this week that any potential changes adding playoff teams wouldn't be implemented until at least the 2012 season.
"Obviously, we have to talk to the union," Selig said. "These are all details we have to work out. While I've spent a lot of time thinking about it, we have a lot of different opinions on the subject - how to do it, if to do it."
Since 1995, eight of the 30 baseball teams have made the playoffs. In the NFL, 12 of 32 teams make the playoffs. In the NBA and NHL, 16 of 30 teams advance to the postseason.
In recent months, Selig has appeared increasingly open to adding more wild-card teams.
"We've got to work out a lot of detail, see what interest there is and why, and then we'll take it to all of the constituencies," he said.
Weiner said his members are open to more playoff teams and to possibly extending the division series to a best-of-seven as part of negotiations on the labor contract to replace the one expiring Dec. 11, 2011.
Selig said expanding the first round would be difficult because of weather concerns - he mentioned how it had snowed in Minneapolis this week.
"We'll look at everything," he said, "but look, I'm already concerned."
Also speaking before the game, Rangers president Nolan Ryan said he was in favor of eliminating the designated hitter in order to standardize rules between the leagues.
"It's a big challenge with the players' association because you would be taking a high-paid player off a team if you did away with the DH," the Hall of Fame pitcher said.
Selig said AL teams remained in favor of the DH and NL teams were against adding it. Changes to the DH are not on management's collective-bargaining agenda.
"That is not in the long list of things that I have discussed with clubs," Selig said.
Selig said baseball will discuss adjustments to instant replay for umpires during the offseason. Given the lack of controversial calls in the World Series opener, he didn't want to talk about it now.
"I don't want to jinx anything," he said.
He spent part of Thursday meeting with baseball's bankers, and told them the World Series matchup was a demonstration of the sport's competitive balance.
"It is the most important manifestation of what we set out to do in the '90s - create as much competitive balance as you can," he said. "When the San Francisco Giants are playing against the Texas Rangers, that says it all, and it's great for baseball."
Cain takes simple approach to life, stifling Rangers hitters in Game
SAN FRANCISCO -- The beautiful thing about Matt Cain is there's nothing vague about him, nothing obscure, nothing theoretical. Ask him a question, he gives you an answer. Approach him with something offbeat, and he has nothing to say. "Haven't thought about it." Give him a baseball, he pitches it directly -- fastball, curveball, slider, change-up -- until the manager takes the baseball away from him.
And if you give him a baseball in a World Series (San Francisco going mad, everybody watching, baseball history on every pitch!) he still pitches it directly -- fastball, curveball, slider, change-up -- until the manager takes the baseball away from him.
"Execute your pitches," he says when asked the secret. Cain is having a postseason for the ages. He threw 7 2/3 shutout innings Thursday in the Giants first-tense-then-absurd 9-0 victory over Texas in Game 2 of the World Series. He threw seven shutout innings last time out against Philadelphia in the National League Championship Series. He threw 6 2/3 innings without allowing an earned run in the NLDS against Atlanta the time before that. That's 21 1/3 innings without allowing an earned run.
What is the secret? Magic? Voodoo? Luck?
"Execute your pitches," he says.
Here's a scene from Thursday's game, back when it was a game, fifth inning, neither team had scored, Ian Kinsler led off for the Rangers. He smashed a long fly ball to center. Cain knew that it was probably gone. Two strikes, and Cain had thrown a 91-mph fastball up and away -- key word there being "up," he had left that pitch up -- and Kinsler jumped on it, and yes Cain looked and thought it was gone. He saw it soar to center and saw it hit something and come back into the field of play. Great. Rangers 1-0.
"I thought it hit something behind the wall," he would say. "I thought it was a home run. So I cashed it in as one run."
This is how he pitches. Home run. OK. Time to move on. Only then he turned back around and saw Giants centerfielder Andres Torres throwing the ball back in. The ball, preposterously, had hit the very top of the wall and bounced back into the field of play. It was a 1-in-10,000 moment, a ridiculous thing. Kinsler was stuck on second base. There was nobody out, so Kinsler still had an excellent shot of scoring the first run of game.
Matt Cain surrendered only two walks and four hits in 7 2/3 innings against the Rangers.
Pool/Getty Images
And, of course, he didn't score. Cain teased David Murphy into chasing an outside slider and popping out to short. One out. Cain threw three straight pitches -- slider, slider, change-up -- to almost precisely the same spot on the outside corner and Rangers catcher Matt Treanor grounded the last one to short. Two outs. After an intentional walk, Cain got opposing pitcher C.J. Wilson to to ground out to first and that was the end of that.
"He made his pitches," Rangers manager Ron Washington would say.
Made his pitches. Executed his pitches. Bore down. Hit his spots. Didn't give in. Cain doesn't just speak in cliches, it seems that the only way to speak about him is in cliches. That might be because Matt Cain as a pitcher is kind of a cliche -- he's a "bulldog," a "gamer," a "horse" who "packs his lunch pail" and "guts it out" and "never gives in" and "keeps you in the game." The Fox scouting report before Thursday's game was simply this: "Cain is a pitcher, not a thrower." OK, then.
There has been quite a bit of talk about Cain in the statistical community this postseason because of a little statistic called xFIP. That stands for Expected Fielding Independent Pitching, which sounds complicated but is actually pretty easy to explain. The xFIP concept is that pitchers can control three things and only three things -- home runs allowed, walks (and hit-by-pitches), strikeouts. The rest, according to the theory, is a blur of luck and defense and other things that are beyond a pitcher's control. So xFIP measures a player based on those three things (with a few adjustments).
It's a fascinating concept -- a concept with both fanatical supporters and fanatical critics -- and year after year xFIP suggests that Matt Cain isn't especially good. The xFIP is supposed to more or less match ERA, but while Cain's career ERA is 3.45, his career xFIP is 4.43. Every single year, his ERA has been lower, usually substantially lower, than his xFIP.
The New York Times, in their postseason blog, created a bit of a Twitter stir by saying that Cain, based largely on his xFIP numbers, looked more like a "league-average innings eater than a shutdown star."
But, as Bugs Bunny once said about defying gravity because he never studied law, Cain seems quite willing to keep getting people out despite the various theories that suggest he can't. Is he an anomaly? Is he on an absurdly lucky hot streak that will soon come crashing to an end? Is he simply doing what traditional baseball people say he should be doing which would include "inducing contact" and "challenging hitters" and, of course, "executing his pitches?"
And it takes us all the way back to the beautiful thing about Matt Cain: You know he is not thinking about it. The manager gives him the ball. He takes it. He pitches it. He follows the plan. It's a job -- a fun job, a challenging job, an exciting job, sure, but a job.
The Rangers had runners on second and third, one out, sixth inning, and it was time to go to work. He threw the best fastball he had on the inner half to Nelson Cruz, who was looking for something outside and popped out to first. He challenged Kinsler with another high fastball and Kinsler flew out. Three outs. End of inning. Job done.
"I mean, he executed his pitches," Giants catcher Buster Posey would say.
The Rangers are in big trouble here in the series, no question about that now. They blundered through Game 1 with their star, Cliff Lee, starting. And they were overwhelmed by Lee, and then they they simply melted down in Game 2. The game was 1-0 going into the seventh -- a terrific pitching battle between Cain and C.J. Wilson -- when Rangers manager Ron Washington began to make inscrutable moves such as allowing lefty Darren Oliver to face righty Juan Uribe with a runner on second (his righty, Darren O'Day had been warming for two innings). Uribe blooped in a run-scoring single. He might have done that against O'Day too.
But there's simply no explaining the eighth inning: O'Day started the inning, struck out the first two batters of the inning and then allowed a soft ground ball to Buster Posey that became a single. And then Washington pulled O'Day to match up his lefty, Derek Holland, against the Giants lefty Nate Schuerholz. That would be Nate Schierholtz, who hit .242 and slugged .366 this year. Washington had to get the match-up advantage there.
Well, Holland threw 12 balls in 13 pitches -- making World Series history by becoming the first pitcher to throw 10 or more pitches and throw only one strike. Why didn't Washington have someone up in the bullpen throwing? "I thought he would correct himself," Washington said.
Holland's third walk scored a run, giving the Giants a 3-0 lead. Washington, realizing then that a course-correction was not coming, brought Mark Lowe came in. He walked Juan Uribe and gave up a single to Edgar Renteria. That made it 6-0. At this point, in came lefty Michael Kirkman, which sparked Giants manager Bruce Bochy to bring in right pinch-hitter Aaron Rowand. He hit a triple. Andres Torres followed with a double. And that's how we got to 9-0.
"Did you consider using Neftali Feliz," a reporter asked Washington -- Feliz being the Rangers' closer and best reliever.
"I didn't at all," Washington said. And Feliz, having not pitched in Game 1 or 2, will be well-rested for the Texas portion of the series.
Yes, the Rangers are in big trouble. Of course, things can turn as the series shifts back to Texas, but history is against the Rangers. The Giants became the first team in World Series history to score 20 or more runs in winning the first two games. They were a below-average offensive team the entire year. But, no matter what the names may look like, they don't look like a below-average team now. The Rangers sent their two best pitchers out there. And they still cannot figure out how to get the Giants out.
Of course, Cain remains grounded through it all. We're in good position, he said. There's a lot of baseball left, he said. We've been lucky, he said. He wants to stay ahead in the count, he said. Simple. Real. Tangible. The questions in the postgame conference were about the intangible -- Cain's place in history and whether or not he has ever pitched this well and all that sort of thing. He shrugged it off. At one point someone asked him if he would come up with a nickname for himself. "We don't nickname ourselves," he said.
And as he talked, I was reminded of my favorite Matt Cain answer of the postseason. It was on Wednesday, and the talk was about nerves, and the question was this: "How do you sleep the night before a start in the World Series?"
And Matt Cain's answer was this: "Close your eyes."
One announcement: SI.com's Andy Gray will be Tweeting out classic photos (like the one above) of athletes dressed up for Halloween all day, so follow him here. Now on to the links... Top NFL-inspired halloween costume ideas. ... How some of your favorite athletes are dressing up for halloween. ... Which NFL players should dress up as Jersey Shore cast members? ... Last, but not least, watch a 1,200-pound pumpkin get dropped onto a car.
You know what the best thing is about Minka Kelly being named Esquire's Sexiest Woman Alive? Of course you do. It's this video. But another great thing about giving Derek Jeter's stunning girlfriend the honor is that Esquire had a party for Minka and now we have new pictures and a new video.
Mourinho niega le haya puesto la cruz al francés y confía que salga de su mala racha.
José Mourinho, técnico del Real Madrid, negó que haya puesto la cruz al delantero francés Karim Benzema, de quien admitió que "no está bien, pero no está muerto" y al que trasladó la responsabilidad de recuperar su mejor nivel. "Se habla mucho de Benzema, pero poca cosa de lo que se dice es verdad. No escondemos la realidad. No está jugando bien, pero no está muerto ni está fuera de la convocatoria. No entra ningún delantero del Castilla por él", aseguró hoy Mourinho en rueda de prensa.
"Continuamos trabajando para que mejore y alcance un nivel de acuerdo a su potencial. Hay otros equipos que tienen jugadores que han costado mucho dinero, como Karim, y no le hacen un gol a nadie y no se habla tanto de ellos", lamentó.
El técnico madridista apoyó sus argumentos en las rachas que suelen vivir los delanteros y recordó cómo al inicio de temporada el portugués Cristiano Ronaldo no marcaba. "Hace un mes se decía que Cristiano no marcaba a nadie y ahora lo hace en todos los partidos. El fútbol es así para los delanteros cuando no marcan. Tenemos una relación personal muy positiva, sin problemas. Espero que mejore estos días", manifestó.
Para esa mejoría trasladó Mourinho la responsabilidad al propio Benzema. "Siempre soy de la opinión de que el principal responsable es el propio jugador. No es el entrenador quien tiene que recuperarle y motivarle. El entrenador es una colaborador, da una pequeña ayuda a la situación del jugador, pero tiene que ser él", subrayó.
El regreso de 'Zizou'
Zidane vuelve pero, ¿para qué?
El francés asesorará a Mourinho en Liga de Campeones, pero sus funciones restan de lo más difusas.
Jorge Valdano, director general y adjunto a la presidencia del Real Madrid, confirmó que ya está cerrado el acuerdo con Zinedine Zidane para que el francés comience a trabajar como enlace del club con el primer equipo, cerca del técnico José Mourinho, y se estrenará en el viaje a Milán de la próxima semana.
"Zidane va a ir descubriendo sus funciones según vaya participando de la aventura futbolística del equipo a lo largo de la temporada", manifestó Valdano en el Foro Marca Ballesteros. "Nos va a acompañar ya en Champions, lo hará toda la temporada, y en algún partido de Liga. No se va a sentar en el banquillo y va a ayudar a Mourinho en su relación con el primer equipo, no en tareas técnicas". Valdano añadió que Zidane "aportará su experiencia estando cerca del técnico, con quien tiene muy buen feeling. El madridismo está muy identificado con él y a la inversa".
Hace ya cerca de dos años, el nombre de 'ZZ' salió de nuevo a la luz pública con el regreso de Florentino Pérez a la presidencia del Real Madrid. El presidente blanco incorporó al marsellés a su campaña y le diseñó un cargo de asesor presidencial que hasta la fecha había sido de lo más inocuo. Ahora 'Zizou' vuelve a la acción para ayudar a José Mourinho en unas tareas no demasiado identificadas. La idea es hacer de Zidane el Manel Estiarte de los de Chamartín pero, ¿creéis útil el regreso del '5' madridista?
El Liverpool se sume en la decadencia
La decadencia del Liverpool comenzó en realidad el 25 de mayo del 2005, el mismo día que Steven Gerrard alzó la Champions League en el estadio Ataturk de Estambul después de remontar memorablemente tres goles en contra, igualar el partido, sobrevivir en la prórroga y ganar a los penalties. Allí precisamente se inició la cuesta abajo, aunque en realidad los síntomas de la enfermedad ya existían, ocultados tan sólo por los éxitos europeos (dos años después los mismos equipos repitieron final en Atenas, y ganaron los italianos 2-1).
¿Cómo podía hablarse de crisis en un equipo que lucía su pedigrí europeo, y que con Benítez al timón llegó a dos finales del torneo más cotizado del mundo a nivel de clubs? Pues sí, las semillas de su desmoronamiento estaban sembradas, porque el éxito continental era la tapadera de los fracasos a nivel doméstico, y el Liverpool no gana la Liga –que por algo se llama en todas partes el torneo de la regularidad- desde la temporada 1989-90, habiendo visto cómo su marca de 18 veces campeón ha sido igualada desde entonces por el United.
El legado de Benítez Triunfos europeos al margen –y en la victoria de Estambul los ángeles estuvieron del lado del Liverpool- hace ya seis años los hinchas más exigentes de los ‘Reds’, buenos conocedores del fútbol, expresaban su preocupación por la falta de ambición del equipo, por la indiferencia con que trataba los torneos ‘menores’ (y para Benítez todo torneo que no fuera la Champions era menor), por las alineaciones exóticas, las rotaciones innnecesarias, los fichajes absurdos y las pocas ganas de sufrir en estadios incómodos como el del Sunderland, el Bolton o el Blackburn Rovers. Se había convertido en un equipo ‘señorito’, reservado como los buenos vinos para las grandes ocasiones, ya fueran los memorables duelos contra el Chelsea o los derbys contra el Everton y el Manchester United.
Rafa Benítez dividió a la afición del Liverpool, y su legado todavía es objeto de debate. Su mayor pecado, hasta cierto punto imperdonable, es no haber ganado la liga, y en ello se ceban sus enemigos. Pero también tiene aún hoy admiradores de su panaché continental, de sus condiciones de estratega, de la capacidad para anular a equipos como el Barcelona, el Real Madrid o el Milan, y sacar lo mejor de sus jugadores en las grandes ocasiones, cuando el mundo entero los observaba como en la final de Estambul.
El Liverpool de Benítez tuvo sus buenos momenos, qué duda cabe, pero el técnico manchego se marchó dejando la casa en el más absoluto desorden, con tres o cuatro jugadores de primera categoría mundial en Fernando Torres, Pepe Reina, Steven Gerrard y Dirk Kuyt, pero muchos futbolistas tan sólo regulares que podrían destacar en el Fulham o el Wolverhampton, pero insuficientes para pretender competir por la liga (y no digamos por la Champions): Fabio Aurelio, Lucas, Agger, Skrtel, N´Gog, Poulsen, Kyrgiakos, Babel...
A nivel deportivo, el Liverpool ha perdido categoría a nivel interno (el año pasado quedó séptimo en la liga, fuera de los puestos de Champions), pero ha mantenido su prestigio europeo gracias a la conquista en Estambul de su quinta Copa de Europea, y a buenas actuaciones en el torneo. Pero los problemas adquirieron una dimensión mucho más grave a partir del 2007, cuando los norteamericanos George Gillett y Tom Hicks compraron el club dentro de la oleada de oligarcas extranjeros que invirtieron en la Premier League antes de que estallara la burbuja financiera.
Cambio de dueños
La situación económica y las diferencias entre ellos desataron una crisis institucional que ha estado a punto de llevar al orgulloso Liverpool a la suspensión de pagos, y que tan sólo se resolvió hace unos días en los tribunales de justicia, ratificando la venta de la institución por 350 millones de euros a un consorcio llamado New England Sports Ventures (NESV), propietario del equipo de beisbol de los Medias Rojas, que ha asumido la importantísima deuda con el Royal Bank of Scotland, y prometido una inversión sustancial en jugadores para recuperar el lustre perdido. La afición ve por fin la luz al final del túnel. Y la primera gran decisión de los nuevos dueños, cuya cabeza es un empresario llamado John Henry, es qué hacer con el entrenador Roy Hodgson, sucesor de Benítez, que tiene al equipo en la zona baja de la clasificación y que sumó tan sólo seis puntos en las primeras ocho jornadas del campeonato doméstico.
Objetivo reconstruir No todo es culpa del técnico, dado el estado convulso de la institución, la desmoralización consiguiente de la plantilla, y la baja forma de Fernando Torres. Pero una cosa es dirigir al Fulham, cuya máxima aspiración es conservar la categoría y cuya aventura europea del año pasado fue como un inesperado dulce para la afición, y otra muy distinta estar al frente de un equipo que necesita ganar títulos, y cuya afición exige un fútbol no sólo bien organizado sino atractivo. Un jugador español de los ‘Reds’ se lamenta de que los entrenamientos son ‘primitivos’, y ha habido un retroceso de décadas a nivel táctico.
La profesión oficial de fe en Hodgson sólo es papel mojado, como casi todo en el fútbol, y la presión sobre el técnico inglés es enorme tras las derrotas en casa frente al recién ascendido Blackpool, y en el derby de Merseyside frente al Everton. Pero pase lo que pase en el banquillo, y con las ambiciones para esta temporada pasadas por el agua de un desastroso comienzo de campaña, el gran objetivo en los despachos de Anfield es devolver la ilusión a Fernando Torres y Steven Gerrard, y persuadirles de que se queden para reconstruir el equipo en torno a ellos. Cualquier otra cosa sería un desastre.
Ferguson se cuelga la medalla
El escocés afirma que sin su experiencia, Wayne Rooney hubiese abandonado el Manchester United.
El técnico del Manchester United, Sir Alex Ferguson, considera que su experiencia fue crucial para conservar al delantero Wayne Rooney en el equipo y advierte de que el entrenador que lo suceda no debería ser un novato. "Siendo honesto, no creo que el Manchester United pudiera ser conducido por un técnico joven", indicó Ferguson, que lleva 24 años al frente de la plantilla de los "Diablos Rojos", en declaraciones a a la emisora de radio neoyorquina Sirius.
El entrenador escocés, casi septuagenario, reconoció que el episodio vivido por el contrato de Rooney, jugador que expresó en la misma semana su deseo de abandonar Old Trafford y su alegría por la firma de un nuevo acuerdo con el club para cinco años más, ha teñido el negocio futbolístico de una cierta mala fama.
No obstante, Ferguson cree que su amplia experiencia en el puesto demostró en las negociaciones de ese nuevo contrato que su sucesor no debería ser un entrenador joven, sin apenas trayectoria como entrenador. "Es un trabajo que necesita mucha experiencia en el juego de alto nivel. Ahora saco partido de haber estado en el club tanto tiempo y de haber vivido tantas cosas", aseguró.
"En el Manchester United, nunca te puedes ver sorprendido. Siempre ocurre algo en la entidad y hay asuntos que solucionar y sobre los que negociar", explicó Ferguson.
In FourFourTwo this month: the ultimate lowdown on the world’s biggest club, as we go behind the scenes at Barcelona.
Ahead of one of the most exciting clasicos in years, FourFourTwo has delved deep into the Nou Camp. On one hand, giants of world football: exclusive interviews with David Villa, Sergio Busquets, Pedro and Andres Iniesta, who gives his personal insight into Barça’s key players. On the other, a proud history but a dark present: behind closed doors, the real Barcelona.
And if Barcelona don’t tickle your tiki-taka, the January issue offers much, much more:
* The incredible truth behind George Best’s favourite club: his nightclub. We speak to the mad men who agreed to run a drinking establishment with Bestie.
* Does the average Premier League player earn too much? Yes, say 85 per cent of you – but 85 per cent want your son to be a footballer. The 2010 Fan Census results revealed, in a graphic-tacular exclusive
* Did you hear about the team who had to flee a volcano? We track down the Montserratian national football team to find out why FIFA say they’re the worst in the world
* Times are tough for Football League managers, with impatient chairmen forever sharpening their knives. We ask the experts what it takes to survive
* We explore the art of substitutions. It’s not pure guesswork, y’know...
* For the first time ever, Hertha Berlin take on Union Berlin in a titanic Teutonic derby... in the second division? Does one of Europe’s most impressive cities have a problem in its football?
* And, if that’s not enough, we put your questions to the one and only Chris Kamara. Could he have played for England? What was Vinnie Jones like as a roommate? And how does he keep that tache in shape?
This issue of FourFourTwo includes interviews and insight from: Andres Iniesta, Pedro, Sergio Busquets, David Villa, Ricky Villa, Chris Kamara, Jeff Stelling, Saloman Kalou, Scott Carson, Zlatan Ibrahimovic, Michael Owen, John Coleman, Rivaldo, Romario, Wes Brown, Paul Hart, Javier Zanetti, Ashley Williams, Emmerson Boyce, Phil Parkinson, Barney Ronay, Ulrich Hesse, Ian Taylor, Reuben Hazell, Magno Vieira, Aaron McLean, Darren Huckerby, Richard Bevan, Clicker Bacon, Leon McSweeney, Matthew Warburton, Mike O’Callaghan, Malcolm Wagner, Ben Foster, Kenny Dyer, the Montserrat national football team and YOU, the readers...
Raio X dos Federistas e Nadalistas do blog. Em que time você está?
Por onde andam Federer e Nadal
Tênis sem as duas feras hoje em dia está cada vez mais difícil de aturar. Eu sou do tipo que adoro ver Tsonga, Monfils, Nalbaldian e muitos mais, mas os dois deixam saudade cada vez que pegam umas semaninhas de descanso.
Pelo que li o Federer deve jogar esta próxima semana, Nadal continua fora. Pensando no esporte é incrível como os dois monopolizaram e chamaram para si a responsabilidade de encantar, vender ingressos e criar uma boa rivalidade. Mesmo sem se enfrentar tanto este ano todo mundo fala de uma possível final, pergunta quem é melhor e se um dia o Nadal vai superar os números do Federer. Sem dúvida eles conseguiram segurar e aumentar os amantes do nosso esporte nos países deles e aqui no Brasil.
Por isso quando eles não jogam, os torneios são diferentes e sem tanto brilho.
Nunca imaginei que dois tenistas estrangeiros pudessem fazer tanto pelo nosso esporte. Hoje até aqui no blog vemos dois times de torcedores. Vejam se concordam e se vocês se enquadram em algum desses estilos.
Os Federistas: São mais confiantes, falam com mais elegância, acham que o Seu Federer vai ganhar quando quiser e se quiser, falam com indiferença e um pouco de sarcasmo sobre a possibilidade do Nadal ser melhor que o Federer nos números.
Os Nadalistas são mais passionais, aguerridos e usam dos números para discutir. Acreditam que em alguns anos o espanhol vai conseguir ser o maior de todos os tempos. Usam e abusam da estatística do espanhol ter vencido mais no confronto direto, defendem o estilo e a estratégia do seu ídolo e vê como inveja o que se fala dos problemas físicos dele.
Não escrevi para que o blog se transforme em um duelo, apenas escrevi porque cada vez mais percebo que a galera tem seu preferido e sua característica.
Os dois times são engraçados e participativos. Os dois times conseguem trazer coisas incríveis para as discussões. Quem ganha com isso sou eu que tenho cada dia mais prazer em escrever e debater com vocês.
Dado o caráter místico do simpático animal, pouco tempo foi necessário para que vicejassem pelos quatro cantos deste mundo redondo teorias acerca do passamento do oracular polvo Paul. Muitos levantaram a pertinente questão: saberia, ele Paul, do dia e circunstâncias da sua morte, vidente experimentado que era?
Por certo que não teremos nunca essa resposta. Paul não deixou registros escritos de suas profecias, contrariando o hábito consagrado de seus pares profetas, e é bastante provável que suas adivinhações se limitassem apenas ao âmbito futebolístico. Caso tenha suposto sua própria morte, este é um segredo que levou para o seu encharcado túmulo.
Foto: Wolfgang Rattay/REUTERS
Outros sugeriram que a morte de Paul foi uma vendeta orquestrada por qualquer torcida renegada pelas previsões molusculares. Há que se lembrar que, em dada altura da Copa, as previsões do polvo eram tidas como fato consumado, e o seu julgamento dos resultados dos jogos passou a irritar as torcidas apontadas como derrotadas. Uruguaios juraram o molusco de morte, garantiram que fariam dele sushi depois de, corretamente, Paul ter anunciado que daria Alemanha na cabeça na decisão de terceiro e quarto lugares.
Nenhuma autoridade se declarou sobre as teses e não corre nenhum inquérito de natureza policial que vá a fundo acerca das causas do falecimento do polvo vidente. Nenhuma requisição de imagens dos torcedores uruguaios, por exemplo, foi feita.
E para abastecer ainda mais os rumores em torno do fim do cefalópode, uma cineasta chinesa, Jiang Xiao, que se ocupa em filmar a vida de Paul num documentário, “Quem matou Paul?”, declarou que o polvo teria morrido em 9 de julho, antes da final do Mundial, que deu-se em 11. Jing Xiao alega que, depois de muitas investigações sobre o polvo, está “70% certa de que ele morreu em 9 de julho e de que os alemães estão encobrindo isso desde então”. Os responsáveis pelo aquário de Oberhausen apenas declararam que, nada disso, ele morreu mesmo dia 25 de outubro, “numa morte tranquila e serena”.
Sendo verdade a tese de Xiao, há muito que se esclarecer. Foi noticiado que o polvo não tinha vida sexual declarada, as previsões lhe tomavam tempo demais, e não deixa herdeiros. Paul teria um discípulo? Pois vale lembrar que, na hipótese de ter sido necessário um sucessor, este novo vidente acertou também os resultados dos dois últimos jogos. O que nos leva a supor que polvos teriam uma insuspeita capacidade de adivinhar resultados de jogos? Se houve um substituto, teria sido ele que morreu nesta semana? Ou apenas foi retirado de cena, gozando de merecida e discreta aposentadoria, com nomes e paradeiros ignorados, em algum aquário do mundo?
Muitas perguntas e poucas respostas acerca do fim que teria levado Paul e o que teria acontecido em 9 de julho e em 25 de outubro no aquário de Oberhausen.
Abaixo, dois vídeos. O primeiro é a previsão de Paul para as semifinais. E no segundo, a previsão que, segundo Jiang Xiao, foi feita pelo impostor a respeito da final da Copa:
A carioca Chloé Calmon foi a única representante brasileira no Campeonato Mundial de Longboard, que aconteceu em Biarritz, na França, em julho. Conpetidora mais jovem da competição, com apenas 15 anos, ela caiu na bateria com a campeã de 2009 e bicampeã mundial, Jennifer Smith, e foi eliminada. Mas conquistou os franceses com seu talento e carisma, e já conseguiu vaga para o Mundial do ano que vem. Confira a entrevista completa com as histórias que Chloé trouxe na bagagem.
Por Thaís Meinicke
Como começou a surfar? Meu pai sempre me levou à praia desde pequenininha. Com 11 anos, ganhei minha primeira prancha, uma funboard. Em 2007, quando tinha 12 anos, peguei o longboard dele e gostei muito. Logo depois comecei a competir.
E como você entrou nesse meio das competições? O ano de 2007 foi muito rico em competições aqui no Rio de Janeiro. Sete etapas do campeonato estadual aconteceram na Praia da Macumba. Eu sempre via o palanque montado para as competições, até um dia em que quis participar também. Mas comecei a competir mais no ano passado, quando viajei quatro vezes para fora do Rio. Não dá pra eu ficar viajando muito porque, sempre que viajo, a família inteira me acompanha. Então temos que encontrar um meio termo.
Como é a sua rotina? Como concilia os treinos com os estudos? Eu estudo de manhã. Depois do colégio almoço e vou treinar na praia, depois vou para a academia. Às segundas e quartas também tenho curso de inglês.
E como surgiu a vaga para participar do Mundial na França? Meus patrocinadores já estavam tentando a vaga para mim, já que eu sou patrocinada pela mesma marca que patrocina o campeonato, a Roxy. Mas aí no ano passado eu fiquei em primeiro lugar no circuito brasileiro, com o segunda lugar entre as amadoras e o primeiro entre as profissionais, e aí consegui a vaga.
Como foi a preparação para o Mundial? No último mês antes da viagem eu entrei numa rotina de treinamento intensa, de domingo a domingo. Treinava todo santo dia e ainda assistia a vários vídeos para analisar as ondas e as adversárias junto com meu treinador.
Sua família te acompanhou, né? Qual foi a importância de tê-los por perto? Eu não me vejo em uma competição sem o meu pai. Ele sempre me guia antes das baterias, me diz onde estão as melhores ondas. O Campeonato Mundial sempre foi um sonho, foi muito bom realizá-lo junto com a minha família.
Seu pai é seu maior incentivador? É. Tudo o que eu sou hoje, sou graças a ele, ele que me ensinou. Gosto muito de surfar com meu pai. Desde pequenininha, ele já me colocava na prancha junto com ele.
Como era a rotina durante o campeonato? Durante os quatro dias, a minha rotina era acordar, tomar café e ir para o campeonato. Mas ele não acaba por aí, depois da disputa principal, ainda tem outras competições, de manobra mais radical, manobra de bico e onda mais criativa. Tem umas meninas que surfam fantasiadas, com bóia... Foi a coisa mais divertida que eu já fiz em competições.
E o que você achou da cidade e das ondas de lá? A cidade é demais, dá para ver que lá todos respiram surfe, tem várias escolinhas de surfe. Sempre quis conhecer Biarritz, por causa da tradição do campeonato mundial e por que lá tem altas ondas. O campeonato sempre acontece no feriado do dia 14 de julho, que é a data da queda da Bastilha. As ondas são bem parecidas com as do Rio de Janeiro. Achei que fossem ser diferentes, mas não são.
Como foi competir entre as melhores do mundo? Sempre sonhei em ir para o Mundial, mas nunca achei que seria tão rápido. Só de conseguir a vaga, já me sinto vitoriosa. Lá, caí na bateria contra a minha maior ídola, a Jennifer Smith, que é bicampeã mundial e venceu no ano passado. Fui eliminada, mas foi muito legal. Foi a bateria com maior cobertura da mídia e, quando saiu da água, ela me esperou para me dar um abraço.
Como as atletas mais experientes trataram você? Todas eram muito amigas. Tinha o grupo das havaianas, das japonesas, das francesas... Mas todas me trataram muito bem desde o dia em que houve a apresentação das atletas.
Você já conseguiu vaga para o Mundial do ano que vem, né? Sim. Durante a competição, eu fiquei muito próxima da team manager da Europa e da assessora do campeonato. Dei várias entrevistas e elas gostavam do que os jornalistas conseguiam coletar e publicavam sobre a competição. Também fiz vários catálogos para a Roxy. Elas gostaram de mim e já me convidaram para o próximo Mundial.
Como avalia a sua participação no Mundial? Para uma primeira bateira, achei ótimo. Mas, no fundo, você sempre quer passar, conseguir fazer mais coisas. O nível lá é muito acima do que a gente está acostumado aqui no Brasil.
E quais são as próximas competições? Recebi convites para competir no Havaí e na Califórnia. Quero muito competir lá fora, porque acho que indo para esse campeonatos é que dá para evoluir melhor. Mas já perdi muita aula este ano, etão tenho que ver se vou poder viajar.
Campeão da Liga Europa e da Supercopa Europeia diante da Inter de Milão, o Atlético de Madri prometia enchouriçar a vida de Barcelona e Real. Tese reforçada com o desempenho mostrado na Copa pelo uruguaio Diego Forlan, eleito o melhor do Mundial.
Mas, a 7 pontos dos conterrâneos merengues na tabela e colecionando tropeços, Los Colchoneros estão longe de acabar com o jejum no Campeonato Espanhol, que dura desde a temporada 1995-96.
Um dos motivos pode ser a auxiliar técnica do comandante Quique Flores. Orsi Fehér, namorada do treinador, dá alguns pitacos. “Acho que tenho uma grande influência sobre Quique. Discutimos muito sobre futebol. Como foi o jogo, o que funcionou e o que deu errado. Também falamos sobre os jogadores”, revelou a húngara de 27 anos.
Ela, que é irmã de Miklós Fehér, atacante do Benfica que faleceu subitamente em campo em 2004, é apresentadora de TV em Portugal:
Se espera que Iverson firme su nuevo contrato este fin de semana y que se incorpore al equipo turco dentro de unos diez días
Madrid (Europa Press).- El escolta estadounidense Allen Iverson, MVP de la NBA en 2001 y una de las estrellas más rutilantes de la liga norteamericana en la última década, ha decidido dar el salto a Europa a sus 35 años y fichar dos temporadas por el Besiktas turco.
Según informa la web de la NBA, se espera que Iverson firme su nuevo contrato este fin de semana y que se incorpore al equipo turco dentro de unos diez días.
Iverson estaba sin equipo desde el pasado marzo, cuando abandonó los Sixers por problemas familiares. The Answer cuenta con un amplio recorrido en la NBA, en la que es el decimoséptimo máximo anotador histórico tras casi tres lustros de carrera en Philadelphia, Denver, Detroit y Memphis.
Maradona está completando 50 anos. Ele representa a glória e a agonia do futebol argentino. Como jogador, transformou, sozinho, seu país em uma potência da bola. A Argentina até conseguiu levantar a Copa de 78 sem Maradona. Mas foi uma vitória em casa, no auge do governo militar, é possível que o país fosse varrido do mapa futebolístico se Maradona não tivesse aparecido logo depois.
Diego foi o primeiro grande craque da era moderna. O primeiro a combinar extrema habilidade à competitividade. Não foi apenas um driblador maluco. Ele liderou o Argentino Júniors, Boca, Napoli e Seleção também com passes, com sua apurada noção tática. Um gênio que dominou os anos 80 e até um restinho dos anos 90. A Argentina ficou enorme por causa dele.
Só que um dia as pernas cansaram e ele precisou parar. A Argentina desde então procura o novo messias. Até encontrou um Messi, mas não é a mesma coisa. O futebol argentino ruiu sem Maradona. A Seleção forma boas equipes que perdem. Os clubes já não são tão relevantes. Maradona, sempre contraditório e polêmico, tentou se reinventar como técnico. O país apostou nele e perdeu. Com a sua presença, os hermanos foram protagonistas. Nenhum argentino imaginava que a sua ausência seria tão danosa para o futebol argentino. Feliz aniversário, Dieguito.
Revista acusa Ferrari de ter mandado Massa ajudar Alonso no GP da Coreia
Publicação britânica diz que equipe novamente deu ordens ao brasileiro para que o piloto espanhol, líder da temporada e perto do título, fosse favorecido
Por GLOBOESPORTE.COMLondres
Revista acusa Ferrari de ter feito jogo de equipe para favorecer Alonso (Foto: agência EFE)
A vitória de Fernando Alonso no GP da Coreia do Sul, no domingo, levantou suspeitas de que a Ferrari novamente fez jogo de equipe para favorecer o espanhol. Segundo a revista especializada britânica “Autosport”, o brasileiro Felipe Massa teria recebido ordens, assim como aconteceu no GP da Alemanha. Alonso pode ser campeão no dia 7, em Interlagos.
O espanhol da Ferrari teve um problema na roda dianteira direita durante um dos pit stops e perdeu cerca de quatro segundos. Massa teria, então, recebido ordens para segurar o ritmo, a fim de que o companheiro, que saiu dos boxes em terceiro, tivesse mais chance de retomar a segunda colocação, o que aconteceu depois de um erro do britânico Lewis Hamilton, da McLaren. Alonso contou com a sorte, e faturou a vitória após um problema no motor do alemão Sebastian Vettel, da RBR, na 46ª volta.
Pelo jogo de equipe na Alemanha, a Ferrari recebeu multa de US$ 100 mil.
Elena Dementieva retires from tennis at WTA Championships
Elena Dementieva has announced her retirement after bowing out of the WTA Championships.
Dementieva, who has struggled with injuries in 2010 and was eliminated on Thursday from reaching the semifinals, made her announcement in a tearful ceremony surrounded by her fellow rivals.
Elena ended her 12-year career, marked by two Grand Slam finals, by losing to French Open champion Francesca Schiavone 6-4, 6-2.
A imprensa está fazendo um fuá danado sobre a declaração do Alex Silva, que disse que fará o possível para o Corinthians não ser campeão. Mas qual o problema nisso? Ele não joga no São Paulo? O São Paulo não é rival do Timão? Pois é, então que mal há nisso? Não vejo nenhum tipo de provocação nessas entrevistas. Após a vitória contra o Atlético-PR alguns jogadores andaram deixando claro que o sucesso no clássico seria um prazer extra para todos. E estão errados? Claro que não.
O problema do futebol é que existe muita hipocrisia no meio esportivo. Admitir o óbvio muitas vezes causa um impacto desnecessário.
Para mim o que o zagueiro quis dizer é que no clássico que será disputado em breve ele pretende anular o ataque alvinegro e fazer gols. Esse papinho de que o Tricolor entregaria o jogo para o Cruzeiro é conversa fiada!!!
Com Robinho, Pato, Ronaldinho e Ibra, Milan lembra último scudetto
por Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br
A Lazio é sensação da temporada no Calcio, lidera a competição com seis vitórias e uma só derrota, justamente na estreia, em visita à Sampdoria. Com isso, poucos percebem a boa campanha do Milan, que não tinha começo de campeonato tão bom desde a temporada 2004/2005, quando terminou em segundo, no campo, em campeonato anulado devido aos escândalos fora dele.
Campanha melhor do que a atual só em 2003/2004, ano do último scudetto dos rossoneros. Se imaginarmos que o time pode embalar com Robinho, Pato, Ronaldinho e Ibrahimovic, seus jogadores acima da média, concentrados do meio para a frente, as perspectivas são interessantes.
A retaguarda milanista é o problema, embora, até aqui, o time tenha a segunda melhor defesa do certame ao lado da Lazio e atrás apenas da Internazionale. São seis gols sofridos contra quatro dos rivais. Veja as campanhas mais recentes do time preto e vermelho.
Milan após oito rodadas: 2010/2011 - 17 pontos - é o 2º 2009/2010 - 12 pontos - final, 3º 2008/2009 - 16 pontos - final, 3º 2007/2008 - 10 pontos - final, 5º 2006/2007 - 15 pontos - final, 4º 2005/2006 - 16 pontos - final, 3º 2004/2005 - 17 pontos - final, 2º 2003/2004 - 20 pontos - final, 1º
Confira no vídeo abaixo o derby de Milão que fez parte da série de oito jogos iniciais na campanha do título de 2003/2004. Pippo Inzaghi fez 1 a 0, Kaká ampliou, ambos de cabeça, e Shevchenko fez o terceiro. Oba-Oba Martins marcou o tento de honra da Inter. Final, Milan 3 a 1.
Mudança da CBF impede que convocação atrapalhe times no Brasileirão
Do UOL Esporte
Em São Paulo
Mano Menezes convocou oito jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro, que está a seis rodadas do fim. Só que, por conta de uma mudança promovida pela CBF na 35ª rodada, os clubes lembrados não serão prejudicados pelo amistoso contra a Argentina, no dia 17 de novembro.
COMO FICOU A 35ª RODADA
10/11
Ceará x Botafogo
13/11
Corinthians x Cruzeiro
Santos x Grêmio
Atlético-MG x Flamengo
14/11
Vasco x São Paulo
Guarani x Vitória
Inter x Avaí
Atlético-GO x Palmeiras
Fluminense x Goiás
Atlético-PR x Prudente
O ofício publicado pela entidade na última quinta-feira desmembra a rodada em questão, que antecede a data do jogo da seleção no Catar. Dos dez jogos em questão, previamente marcados para o dia 14, um domingo, três vão para o sábado (13) e um para a quarta anterior, no dia 10 (ver box ao lado).
“Não fizemos negociação [com os clubes] para essa partida. É um jogo [Brasil x Argentina] isolado, vai ser em uma quarta, quando não existe rodada do Brasileiro. Todas as questões foram encaminhadas dentro da seleção para não causar prejuízos aos clubes”, disse Mano Menezes.
Grêmio, Santos, Botafogo, Corinthians, Atlético-MG, que cederam selecionáveis, estão entre os clubes que tiveram a data alterada. Apenas o Atlético-PR, do goleiro Neto, segue com partida marcada para o domingo que antecede o jogo da seleção, contra o Grêmio Prudente.
Depois dos jogos do dia 14, o Campeonato Brasileiro só volta a acontecer no dia 21 de novembro, também em um domingo. Tudo indica, então, que nenhum jogador desfalcará sua equipe no Campeonato Brasileiro por conta da seleção.
Réver, do Atlético-MG, é a exceção, já que pode perder a partida do seu clube na Copa Sul-Americana caso este avance à semifinal.
De volta ao Brasil, Felipão resgata estilo polêmico e 'catimbeiro' no Palmeiras
Brigas com a imprensa, expulsões e truques para confundir os adversários. Bastaram três meses no futebol brasileiro para o técnico Luiz Felipe Scolari reviver o estilo cheio de controvérsias que o consagrou. De volta ao comando do Palmeiras, o pentacampeão mundial já coleciona uma série de episódios inusitados e chama a atenção pelas polêmicas à frente do time alviverde.
O assunto do momento envolvendo Felipão é a lesão de Valdivia. O evento teve início quando a comissão médica estipulou um período de duas semanas para recuperar o meia de uma fibrose na coxa esquerda.
O treinador, no entanto, surpreendeu a todos e escalou o chileno apenas cinco dias depois, deixando o atleta em campo durante todo o duelo contra o Universitario de Sucre.
Scolari voltou a escalar Valdivia na partida seguinte diante do Corinthians, mas o camisa 10 só conseguiu permanecer em campo durante parte do segundo tempo. O problema voltou a se repetir no jogo da última quarta, contra o Atlético-MG. Só que desta vez, o chileno atuou por apenas 18 minutos antes de voltar a sentir a lesão e pedir para sair.
"Vocês estão de palhaçada comigo. Por que não vão perguntar para os médicos o que aconteceu? Porra, todos vocês estão de palhaçada”, esbravejou Felipão após ser indagado sobre o assunto.
O problema é que em seguida o médico Otávio Vilhena se recusou a conversar com os jornalistas. No dia seguinte, ele não quis confirmar se foi proibido pelo próprio treinador de dar entrevistas depois do jogo. “Não vou comentar sobre isso”, limitou-se a dizer
Mas as polêmicas recentes de Felipão no Palmeiras não param por aí. Só neste Brasileiro, ele já foi expulso duas vezes por brigar com os árbitros – nos jogos contra Atlético-PR e São Paulo. Consequentemente, ficou ameaçado de pegar 12 jogos de suspensão, mas acabou liberado da punição no STJD.
E não foi somente com bate-bocas que Scolari marcou seu retorno ao Palestra Itália. O treinador também chamou a atenção por voltar a usar artimanhas pouco usuais às vésperas de jogos importantes.
Antes do clássico contra o Corinthians, ele surpreendeu ao relacionar o suspenso Márcio Araújo para o duelo com a premissa de que a CBF teria computado um cartão amarelo a mais para o meio-campista, o que não aconteceu. Era tudo jogo de cena de Felipão.
Para completar, o responsável pelo assunto no Palmeiras também foi proibido de comentar sobre o caso. “Recebemos ordens internas para não falarmos desse assunto. Houve uma reunião, mas não vamos comentar”, declarou o gerente administrativo Sérgio do Prado. No fim, Márcio Araújo não foi para a partida.
Vale lembrar que as fortes declarações e o uso de truques não são novidade na carreira de Scolari. Antes da final do Brasileiro de 1996, por exemplo, ele fez o lateral Arce andar na frente dos jornalistas com a perna engessada. Mas tudo não passava de uma armação, e o paraguaio defendeu o Grêmio normalmente na decisão contra a Portuguesa.
Com Ronaldo, Corinthians segue invicto e tem média superior à do líder Fluminense
Os quase R$ 2 milhões que Ronaldo recebe mensalmente de salário (grande parte bancado por patrocinadores) não são por acaso. De volta ao time após longo período inativo, o Fenômeno lamenta não ter ajudado o Corinthians da maneira como gostaria. Mas o pouco tempo em que esteve em campo foi de grande valia ao time alvinegro neste Brasileiro. Com o camisa 9 atuando, o clube ainda está invicto e possui média superior à do Fluminense.
A presença de Ronaldo no gramado faz o Corinthians elevar consideravelmente o aproveitamento de pontos. Dos 18 pontos disputados no Nacional, Ronaldo conquistou 12, equivalente a 66,6% dos pontos. Em uma hipotética comparação, esse percentual é superior ao aproveitamento de pontos do líder Fluminense, que obteve 59% dos pontos.
Ronaldo soma três vitórias, além de três empates, sendo um deles ainda não digerido pelo atacante – Guarani 0 a 0, em que teve dois gols anulados pela arbitragem.
Na ausência de Ronaldo, o Corinthians não foi o mesmo. A equipe do Parque São Jorge conquistou 53,8% dos pontos – 42 dos 78 pontos disputados.
Apesar de decisivo, Ronaldo não necessariamente aumenta o volume ofensivo corintiano. Ao contrário. O clube marca menos gol com Ronaldo em campo, média de 1,1 gol por jogo. Sem Ronaldo, o time tem média de 1,8 gol.
"O Ronaldo fez muita falta. O retorno dele foi muito importante para o Corinthians. O Ronaldo sabe o que faz quando tem o domínio da bola. Mas ele também abre espaço quando não está com a bola. Sempre tem dois zagueiros marcando ele", elogia Elias.
Ronaldo troca a quantidade pela eficiência. Em seis jogos, o camisa 9 finalizou apenas 11 vezes, conforme levantamento do Datafolha. No empate contra o Flamengo, 1 a 1, no Engenhão, Ronaldo finalizou somente uma vez, justamente a do gol marcado no primeiro tempo. São três gols marcados no torneio.
"O Ronaldo vai evoluir. A sequência de jogos e o trabalho feito no clube farão com que ele melhore. Isso é importante", destaca o técnico Tite.
São Paulo encontra novo estilo de jogo e vê Libertadores como realidade
Libertadores mais palpável
Se a derrota para o Ceará, no último domingo, jogou um balde de água fria na pretensão dos são-paulinos de brigar por uma vaga no G-3, o convincente triunfo sobre o Atlético-PR revigorou os ânimos.
A distância ao G-3 caiu de nove para sete pontos, e os próximos adversários são Cruzeiro (dia 3, em Minas) e Corinthians (dia 7, no Morumbi), justamente rivais diretos por uma vaga no torneio continental.
“Eu acredito, pela maneira que está o campeonato... O Prudente venceu o Santos, de virada. As equipes lá de cima não terão jogo fácil. Com cinco vitórias até o final, a gente consegue a vaga”, decretou Fernandão.
Até mesmo Carpegiani, que costuma ser cauteloso quanto ao assunto, demonstrou confiança. “O campeonato está aberto ainda, apesar de o pessoal estar lá em cima. Não dá para frisar quem vai ser campeão. Em relação à Libertadores, tem gente rateando e é possível chegarmos.”
A situação ficará mais fácil se um clube brasileiro não for campeão da Copa Sul-Americana. Assim, o G-3 vira G-4. Os são-paulinos, porém, apostam que isso não acontecerá. “Nosso esforço é brigar mais em cima”, apontou o treinador.
Brincadeira no treinamento termina em confusão entre Neymar e Marcel
Centroavante não gosta do pedido de companheiro para pegar leve com o aniversariante Zé Eduardo e inicia bate-boca após treino no CT Rei Pelé
Por Tiago LemeSantos, SP
No dia em que foi convocado novamente para a Seleção Brasileira, Neymar deixou o treinamento com um sentimento bem diferente do que ele mesmo poderia esperar. Em vez da felicidade por vestir a amarelinha mais uma vez, o atacante santista ficou revoltado com uma confusão no gramado do CT Rei Pelé, nesta sexta-feira. Tudo começou com uma brincadeira, mas acabou com os ânimos exaltados, até a turma do deixa-disso acalmar a situação.
Assim como é normal com os aniversariantes no Santos, Zé Eduardo - que completou 23 anos nesta sexta-feira - foi alvo dos companheiros após o rachão. Foi amarrado em uma das traves e recebeu ovadas, farinha, terra, água e boladas. No momento em que os jogadores chutavam bolas contra o atacante, Neymar entendeu que Marcel estava exagerando na brincadeira ao abusar na força dos chutes e foi tirar satisfação com ele, pedindo para o centroavante pegar leve. Marcel não gostou, se exaltou, tomou a iniciativa e foi para cima de Neymar.
Aí a confusão começou. Os dois se desentenderam e chegaram a trocar empurrões e muitos xingamentos. Os outros jogadores chegaram para apartar a briga, e o lateral Pará conseguiu segurar Marcel. Logo em seguida, Neymar deixou o gramado e foi para os vestiários do CT.
Apesar dos pedidos dos jornalistas, Neymar não concedeu entrevistas após o treinamento. A versão oficial do Santos é que o atacante estava com pressa para renovar o passaporte para ir ao Qatar, já que o time viaja para Porto Alegre ainda nesta sexta.
Sem patrocínio, Tony Kanaan anuncia saída da Andretti
O brasileiro Tony Kanaan anunciou nesta sexta-feira que não vai mais defender a equipe Andretti, pela qual corre desde que ingressou na Fórmula Indy. A parceria foi iniciada em 2003.
"É triste, pois queria estar lá na Andretti. Foi minha casa por anos e tenho muitas grandes memórias. Mas é a vida, e agora tenho de encontrar uma nova casa", comentou o baiano ao canal de TV Speed Channel.
O motivo que culminou no fim do acordo foi a perda do patrocínio da 7-Eleven. "Não concordo com algumas coisas e é muito decepcionante, mas não tenho nenhuma mágoa", afirmou o campeão da IRL de 2004.
Para a temporada 2011, ele diz que sua preocupação não é o dinheiro. "Quero um carro competitivo para vencer corridas", destacou o piloto, que também não descarta voltar à Andretti no futuro.
Zé Roberto elogia Sassá e promete "segurar" Natália
Com dores no ombro direito causadas por uma tendinite, a ponteira Natália sequer foi relacionada para a estreia do Brasil no Campeonato Mundial Feminino de Vôlei. A atleta, porém, foi bem substituída por Sassá, que terminou a partida contra o Quênia como a atacante mais eficiente da equipe (50% de aproveitamento).
Tal desempenho rendeu elogios do treinador. "Com a Sassá é assim. Ela está sempre disposta a ajudar. Sempre pronta para atender quando a equipe precisa. Ela sacou bem, deu equilíbrio ao time e chamou a responsabilidade", afirmou o técnico.
Com 202 jogos vestindo a camisa verde-amarela, Sassá ressaltou o bom resultado. "Sou um pouquinho mais velha e meu papel é passar segurança e tranquilidade para as outras atletas. A equipe sentiu um nervosismo natural por causa da estreia, mas o importante é que começamos com vitória", comentou a jogadora.
Questionado se Natália volta ao time na próxima partida, Zé Roberto adotou um discurso de cautela. "A Natália está com dores no ombro desde ontem. Vamos segurar até que ela possa voltar bem", afirmou o bicampeão olímpico, que também deixou a oposto titular Sheilla, com dores nas costas, no banco de reservas. "Foram medidas de prevenção. Não havia necessidade de arriscar", justificou.
"Azarado", Dodô abdica do marketing pessoal e coleciona torcedores "inimigos"
Dodô já tentou combater a própria personalidade. Em uma bela tarde de sua longa carreira, o atacante comemorou um gol como um gladiador sedento de sangue. Pulou alambrados, sacudiu os braços com força, arregalou os olhos e proferiu gritos de guerra. Tentou repetir a coreografia, mas sentiu náuseas. Alheio às campanhas de autopromoção, tão difundidas entre as estrelas do futebol, Dodô, atualmente na Portuguesa, disse em entrevista ao UOL Esporte que não apoia jogadores marqueteiros e só não conquistou mais títulos por ser uma “pessoa muito azarada”.
A frieza demonstrada por Dodô em campo foi talvez sua maior inimiga. Apelidado de "Dodorminhoco" pelas torcidas paulistas, o atacante ganhou mais adversários do que fãs na capital paulista. "Não era fácil. Tinha que ter sangue frio. Eu mal entrava em campo e a torcida já gritava: 'Acorda Dodô, o jogo já começou!' Não era fácil suportar", disse o atacante, que considera a torcida do Palmeiras a mais chata que já conheceu.
No início de carreira, sob o comando de Telê Santana, o atacante viveu o encanto de ser considerado um dos jogadores mais promissores do futebol brasileiro, quando ainda defendia o São Paulo no final dos anos 1990. Em 97, chegou a ser convocado por Zagallo para defender a seleção brasileira. Porém, dez anos depois, atuando pelo Botafogo, viveu o maior drama de sua carreira, após ter sido flagrado no exame antidoping por ter utilizado a substância fenproporex (anfetamina) em partida contra o Vasco. Em 2008, a Corte Arbitral do Esporte acatou recurso da Fifa e da Wada (Agência Mundial Antidoping) e o suspendeu por dois anos dos campos.
“Fui utilizado como um exemplo”, disse. “Não tem como duvidar de uma coisa (um remédio) que o clube te passa, principalmente se esse clube é o Botafogo. Levei uma punição que nenhum jogador de futebol havia levado.”
Veja, em vídeo, opiniões de Dodô e, logo abaixo, o melhor da entrevista com o centroavante:
UOL Esporte: Você já defendeu seis dos oito maiores clubes do eixo Rio-São Paulo. Qual a torcida mais chata que você teve que aguentar? Dodô: A do Palmeiras. Entrar no Palestra Itália era complicado. Se o time não correspondia, eles (os torcedores) vinham fortes, pegavam no pé. Você vê a torcida do Botafogo, do Vasco e Fluminense. Elas são maravilhosas. No Rio, acho que por ser uma cidade mais habituada com artistas, o trabalho é mais tranquilo. Em São Paulo, a cobrança, tanto da torcida quanto da imprensa, é mais rigorosa.
UOL Esporte: Mas na sua época de Palmeiras o time foi rebaixado... Dodô: Sou meio azarado, caraca meu.. O time do Palmeiras daquele tempo (em 2002) era razoável. Tinha jogadores como Zinho e Arce. No Bota, antes de chegar ao Palmeiras, eu estava numa fase espetacular. E estreei bem pelo Palmeiras. Ganhamos do São Caetano e pensei: ‘Agora vai. O time vai reagir’.Mas nada. Veio o Levir, e nada. E posso garantir que não tinha racha, não tinha briga. Um jogador motivava o outro: 'Vamos lá’!. Mas não tinha solução. Tem jogo que você martela, insiste e não adianta nada. Inexplicável.
UOL Esporte: Você sempre jogou em clube grande, mas não conquistou muitos títulos. Atribui isso ao fato de ser ‘azarado’ como disse? Dodô: Fico triste porque poderia ter ganhado. Ao mesmo tempo, eu não jogava sozinho. Cansei de ser artilheiro e ver meu time perder. Um Paulista e um Carioca é muito pouco para a minha carreira, para os times que eu joguei. Você olha minha carreira e percebe: tem muito vice-campeonato! O São Paulo de 1997 e 1998, na minha opinião, não se compara ao São Paulo de hoje, que ganhou tudo. Aquele time do São Paulo era melhor. O Santos do meu tempo era um timaço, mas não ganhava também.
UOL Esporte: Você nunca gostou de comemorar muito os gols. Não faltou um pouco de marketing? Dodô: Eu escutei muito isso. Já tentei fazer gol e subir no alambrado, mas aí você faz uma, duas vezes e cansa. Voltei ao normal. É coisa minha, prefiro dar crédito a quem passa a bola. Hoje tem marqueteiro demais. Já cheguei a clubes em que na reunião, antes de fechar o contrato, algumas pessoas falavam que eu tinha que ser marqueteiro, que faltava isso para mim, que tinha que fazer algo extra, além de jogar futebol. Mas ser marqueteiro e falar alguma mentira não são coisas para mim.
Longa carreira, mas títulos...
Apesar de ter defendido seis dos oito maiores times do eixo Rio-São Paulo (São Paulo, Santos, Palmeiras, Fluminense, Botafogo e Vasco), Dodô, 36 anos, soma apenas três títulos regionais em seus 18 anos como profissional. A primeira conqusita foi o paranaense de 1996, pelo Paraná. Dois anos depois, ganhou o Paulista pelo São Paulo. Em 2006, faturou seu último caneco: o Carioca pelo Botafogo.
UOL Esporte: Você sempre pareceu muito calmo. É difícil ser tranquilo assim no futebol profissional? Dodô: Já vivi muita coisa no futebol e sei que não adianta se empolgar muito quando o momento está bom. Da mesma maneira, quando está ruim, você não pode se afogar. No futebol, você tem sempre um outro dia para mostrar o que você sabe fazer.
UOL Esporte: Você disputou cinco jogos e marcou dois gols na seleção. Por que não foi mais longe? Dodô: Fiz o que eu podia. Havia jogadores melhores do que eu na minha época. Talvez eu também não tivesse correspondido em alguma coisa. Lembro que eu estava muito bem, mas tinha Ronaldo, Romário, Edmundo e Rivaldo. Estava quase conseguindo uma brechinha, mas a concorrência era pesada. Em 98, tinha Ronaldo e Romário. Em 2002 estave em ótima fase, mas o Felipão fechou o grupo. Porém, posso garantir que não sofri demais por não ter tido mais chances na seleção. Nunca foi aquela coisa tipo: 'ai, meu Deus, a seleção’. Meu filho me pergunta se ainda não vou para Copa. Aí eu coloco meu videozinho com a camisa da seleção e está tudo certo.
UOL Esporte: Por que não jogou na Europa? Dodô: Tive muitas propostas. No São Paulo, o Denílson era o grande jogador do momento e saiu porque o clube recebeu uma proposta irrecusável. Tive ótimas propostas, mas o São Paulo falou: ‘Você vai ficar, a gente aumenta seu salário’. Naquele tempo, quem estava sob contrato não conseguir sair com facilidade. Eu fiquei tranquilo. Tinha 22, 23 anos e ganhava muito bem para quem atuava no Brasil. Quando defendi o Santos, tive proposta do Sevilla, mas o clube também naõ me liberou. Depois, com 26, 27 anos, ficou mais difícil.
UOL Esporte: Você teve seu grande momento no Botafogo. Pensa em encerrar a carreira lá? Dodô: Não tenho muitos títulos importantes, mas acho que a recompensa que tive da torcida do Botafogo poucos jogadores tiveram. A torcida foi maravilhosa comigo. Mas não quero terminar a carreira lá. O Botafogo passou, foi muito bom, mas passou. Quero terminar aqui na Portuguesa. Tive proposta de jogar Série A em outros clubes fora do eixo Rio-SP, mas não quis. Quano percebi que estava complicado ficar o Vasco, eu mesmo liguei para a Portuguesa e perguntei:: 'Vocês ainda estão interessados em me contratar?" E eles estavam.
UOL Esporte: Você prefere atuar no futebol de São Paulo ou do Rio de Janeiro? Dodô: Difícil dizer. Tem muitas coisas boas no Rio. Adorei a cidade. Já pensei em morar lá para o resto da minha vida. Mas aqui em São Paulo, estou perto do meu pai, da minha família. Meus amigos podem aparecer sempre no Canindé para acompanharem uma partida minha.
O Telê (Santana) pediu minha contratação do juniores. Mas ele falou: "Pô, falaram que vinha um cara bom e veio você?! Não sabe cabecear, bater na bola!" Fiquei com vergonha. Mas isso só me ajudou. Treinávamos muito
UOL Esporte: O que você pensa em fazer quando encerrar a carreira? Dodô: Está perto. Acho que posso jogar bem até 2011, depois não sei. Acho que seria um bom gerente de futebol, vi muita injustiça, coisa errada. Não vou mudar o futebol mundial, mas teria preparo para fazer as coisas certas. Quem sabe na Portuguesa, sem querer roubar emprego dos caras que estão aqui, claro né....
UOL Esporte: O que você já viu de errado? Dodô: No futebol tem que jogar o melhor. O treinador não pode estar propenso a fazer outras coisas. E diretor de futebol não pode privilegiar A ou B. Já vi jogador que não era melhor para a posição e ser beneficiado pelo clube. Tem bastantes coisas que acontecem. Acho que eu tenho olho bom para esse trabalho. Adquiri muita experiência durante esse anos.
UOL Esporte: Você foi idolatrado, mas também ganhou apelidos como o Dodominhoco. Como encarava isso? Dodô: Ficava puto. A torcida cantava ‘acorda Dodô, o jogo começou!’. O jogo nem tinha começado. Vida de jogador não é mole. Depois eu marcava um gol, dava 'bananas' e eles reclamavam. Tentava responder na bola. Nesses momentos eu tentava jogar, fazer alguma coisa boa em campo. A única solução era responder na bola.
UOL Esporte: Em quem você vai votar para presidente? Dodô: Meu título deu problema, não ficou pronto e não vou poder votar.
UOL Esporte: Mas caso você fosse votaria, escolheria quem? Dodô: Votaria no Serra. Tenho mais afinidade com ele do que com a outra. Mas sem campanha, pelo amor de Deus.
Cansei de ser artilheiro e ver meu time perder. Você olha a minha carreira e percebe: tem muito vice-campeonato!
UOL Esporte: Quando não está treinando, o que costuma fazer no seu dia a dia? Dodô: Vou sair daqui e vou encontrar minha esposa na igreja porque hoje tem culto. As crianças estão em casa. Às vezes, saímos para jantar, vamos ao cinema, que ela gosta bastante, e teatro. Coisas assim, sempre com a família. A gente leva muito as crianças onde tem brinquedo. Também levo as crianças na escola. Sou super paizão.
UOL Esporte: E o que faz na concentração? Dodô: Vejo TV ou leio. Pego joguinho do meu filho escondido. Gostava muito de novela, mas ultimamente não estão tão boas. Mas adoro revista de fofoca. É coisa de muito tempo desde a época de São Paulo. Não assino mais, mas vou para os hotéis e peço pra pegarem Contigo, Caras, leio tudo.
Para repatriar 'sueco', CBT tenta reestruturar programa de incentivo
Projeto que atende atletas de até 18 anos pode ser ampliado para jovens de até 23 anos e incluir Christian Lindell, carioca que vem defendendo a Suécia
Por Alexandre CossenzaSão Paulo
Desde a última semana, o brasileiro mais bem ranqueado com menos de 20 anos é um sueco. Ou melhor, um carioca que defende a Suécia no circuito mundial. Christian Lindell, que recebe apoio do país europeu há dois anos, está em ascensão e, graças à boa campanha no Challenger de São Paulo nesta semana, deve aparecer entre os 360 melhores do mundo no próximo ranking divulgado pela ATP - depois de começar a temporada na 945ª posição.
Vendo o sucesso de Lindell, nascido no Rio de Janeiro e torcedor do Flamengo, a Confederação Brasileira de Tênis (CBT) se movimenta para tentar repatriar o jovem de 18 anos. A primeira medida é uma tentativa de reestruturar um de seus programas para incluir Lindell.
- O Roberto Burigo (diretor-executivo da CBT) já fez contato com o pai dele e com o Pardal (Ricardo Acioly, que treina Lindell quando o jovem está no Brasil) para ver se ele se enquadra em algum dos projetos da CBT no ano que vem. Vamos ver quanto teremos de verba e quanto disso poderá ser disponibilizado - explicou o presidente da CBT, Jorge Lacerda.
Um destes programas da entidade é o que vem sendo gerenciado pelo argentino Patricio Arnold no departamento infanto-juvenil. Em 2009, a CBT investiu R$ 800 mil em viagens e treinos para os futuros profissionais do país. Este ano, a verba subiu para R$ 1,5 milhão. Caso haja ainda mais dinheiro em 2011, a ideia é expandir o apoio, hoje dado para jovens de até 18 anos, para atletas de até 23. Neste caso, Lindell seria beneficiado.
- Na Suécia, depois dos 18 anos eles não recebem mais dinheiro para viajar. Ganham apenas o treinamento - explica Lacerda, alegando que o custeio de viagens pode ser o trunfo da CBT.
Por enquanto, livre para escolher
Em entrevistas durante o Challenger de São Paulo, Lindell falou muito bem não só da estrutura de treino que encontra na Suécia, mas também do tratamento que recebeu de ex-atletas. Além de treinar com grande nomes, como Thomas Enqvist, Magnus Larsson e Magnus Norman, o carioca mantém boa relação com o número 5 do mundo, Robin Soderling.
Até hoje, como não defendeu nem a Suécia nem o Brasil em competições internacionais, Lindell pode escolher por que país atuar. Caso decida voltar a ter o "(BRA)" ao lado de seu nome nos placares, basta enviar um e-mail para a ATP. A situação mudará, no entanto, assim que Lindell aceitar uma convocação para a Copa Davis, o que não parece estar muito longe de acontecer. Na semana que vem, ele já será o número 4 da Suécia.
Depois de representar um país, fica difícil mudar de pátria. Depois de, eventualmente, jogar pela Suécia, Lindell precisará ficar dois anos sem competir pelo país europeu até que possa ser chamado para defender o Brasil na tradicional competição entre países.
Maradona x Pelé: dez capítulos da briga entre os dois camisas 10
Vinte anos mais novo que o Rei, argentino não perde oportunidade para provocar o brasileiro. Mas Pibe também já elogiou o Atleta do Século
Por GLOBOESPORTE.COM
A tabelinha de cabeça no palco do programa "La Noche del Diez", no dia 15 de agosto de 2005, parecia ter colocado fim à guerra entre Diego Maradona e Pelé. Os dois maiores camisas 10 de Argentina e Brasil trocaram elogios, cantaram juntos e se abraçaram. Mas os ídolos chegam aos 50 e 70 anos brigando mais do que nunca.
Geralmente, o ataque parte do argentino. Quase sempre, o brasileiro responde. Considerado o maior de todos pelos hermanos, Maradona ganhou o respaldo que precisava em 2000, quando venceu o Rei em eleição no site da Fifa. Diego já chamou o rival de Deus, mas também de escravo. Também nunca deixou de lembrar a entrevista do Atleta do Século sobre sua primeira experiência sexual. Abaixo, dez exemplos da língua afiada de Maradona ao falar sobre Pelé:
Mano diz que Corinthians não será prejudicado por ter atletas na lista
Por Márcio IannaccaRio de Janeiro
- Não fizemos negociação para essa partida com a Argentina porque não vamos interferir no Campeonato Brasileiro. É um jogo isolado que vai ser disputado em uma quarta-feira e não existe rodada do Brasileiro. A rodada sofreu a sua definição de marcação de horário para sábado, domingo, e teremos um jogo na quarta anterior que é Ceará e Botafogo. Tudo foi encaminhado para priorizar a Seleção, mas sem causar prejuízo aos clubes envolvidos no Brasileiro - afirmou Mano.
- É um jogador que conheço muito bem, com quem trabalhei no Corinthians. É um meia que reúne características de armação, de posse de bola, de saber reter a bola. É mais forte fisicamente para um jogo que o contato de marcação será mais duro. Ele tem produzido bem no Grêmio, não faríamos sua convocação em função de um jogo só - explicou o treinador.
Mano elogia Messi, mas diz: 'Vamos nos preparar para pegar a Argentina'
- É um jogador que se você der espaço é difícil de contê-lo. Ele conduz a bola com velocidade, tem habilidade. Temos que diminuir os espaços, marcar zona, ser inteligentes no posicionamento e neutralizá-lo. Mas a Argentina é mais do que o Messi e temos que nos preparar para enfrentar a Argentina - afirmou Mano.
- Não enfrentaremos a Argentina de Rosário. Não teremos a mesma liberdade daquela partida. Já a Argentina que enfrentou a Espanha era diferente. Eles tinham uma composição mais forte no meio-campo e uma grande chegada no ataque. Acho que esse será o jogo proposto por eles contra o Brasil. A Espanha teve dificuldade para entrar no sistema defensivo da Argentina e é isso que não vamos fazer - explicou Mano, afirmando que a derrota na derrota para o Japão os argentinos não estavam com o grupo completo.
- Na projeção do trabalho de momento, a Argentina está um pouco adiantada em comparação com a nossa Seleção. Eles têm jogadores com experiência nesse tipo de jogo. Na projeção para 2014, me parece que nós estamos levando vantagem. A nossa probabilidade de sucesso é maior. Jogadores como o Zanetti e outros vão ter dificuldade de chegar em 2014 e jogar uma Copa do Mundo. Podemos ter um pouco mais de dificuldade, mas vale a pena correr esse risco agora. Foi assim que se estabeleceu a filosofia do projeto da Seleção para essa primeira parte, mas isso não quer dizer que não teremos condição de enfrentar a Argentina como deve ser e vencer o jogo - disse o comandante canarinho.
- Não sei como é jogar com a Argentina. Mas não tem dificuldade para dormir porque procuro trabalhar forte, com consciência do que precisamos para poder dormir com tranqüilidade e ter segurança naquilo que a Seleção pode produzir em um jogo grande como esse. Não acho que o resultado seja determinante para um lado nem para o outro, mas é importante. A base foi mantida. Seria mais fácil trazer jogadores mais rodados, traria mais segurança ao treinador, mas não estou atrás disso.
Muitos milhões no bolso, mas também muita responsabilidade fora do dia de trabalho propriamente dito. A WTA, associação das tenistas profissionais, fez um vídeo acompanhando um dia na vida de Caroline Wozniack, número 1 do mundo, durante o Aberto da China, disputado na primeira semana de outubro.
Reparem que, na rotina da jogadora, mesmo durante o torneio, os compromissos extra-quadra são gigantescos. Reflexo do desenvolvimento do esporte como negócio. E a armadilha para o atleta, nesse caso, é exatamente a grande dificuldade que ele tem em conciliar as duas agendas. Esse equilíbrio é fundamental para manter a conta bancária em dia e o resultado esportivo em ordem.
A criação, lá em 2007, da Lei de Incentivo ao Esporte, tinha sido vista por muitos como uma espécie de tábua de salvação para o esporte nacional. Com o benefício da renúncia fiscal, muitos acreditavam que rios de dinheiro seriam destinados a projetos envolvendo os mais diferentes tipos de modalidade e, melhor, o esporte de base.
Três anos depois, a realidade continua a ser cruel com o esporte. São poucos os projetos aprovados, seja por incompetência de quem os escreve, seja por lentidão da burocracia do Ministério do Esporte em aprová-los. Levantamentos informais de escritórios que se especializaram em fazer projetos via Lei de Incentivo mostram que menos da metade das propostas que entram na fila para serem aprovadas consegue a liberação dentro do prazo estipulado e/ou passam pelo crivo da comissão responsável.
Vencida a barreira burocrática, a face mais cruel de todo o trâmite, assim como em todo projeto esportivo, é a captação dos recursos. Por incrível que pareça, aprovar a proposta é fácil. Difícil, realmente, é convencer a empresa a adotar à renúncia fiscal para colaborar com a proposta.
E é aí que a Lei de Incentivo promove um desserviço ao marketing esportivo.
Na essência, a ideia da norma é boa. Ajudar o esporte de base a partir de projetos que tenham como contrapartida a renúncia fiscal.
Mas, na prática, o que tem acontecido é que diversas empresas abriram mão de investir no esporte pelos benefícios que ele pode trazer para a marca. Em vez de buscar se associar a alguma modalidade por enxergar um retorno nisso, as empresas decidem só aportar recursos onde, na prática, não precisa gastar dinheiro.
Com isso, a Lei acaba trazendo algo de ruim para o mercado esportivo. Sem interesse em investir no esporte a não ser para abater parte do dinheiro que seria gasto com o Imposto de Renda, as empresas deixam de ver o marketing esportivo como algo estratégico dentro da plataforma de comunicação da marca.
Um exemplo disso foi dado nesta semana, pela Petrobras. Ao anunciar o aporte de mais de R$ 20 milhões anuais em modalidades “carentes” de investimento, a empresa deixou claro que não está preocupada com visibilidade de marca (leia a matéria aqui). Antes dela, o Bradesco já vinha investindo no esporte apenas via projetos incentivados.
A Lei de Incentivo ao Esporte, no curto prazo, resolve o problema de modalidades com poucos recursos. Mas, no longo prazo, não contribui para que o esporte seja visto como uma plataforma de negócios para uma empresa. A partir do momento em que isso acontece, o marketing esportivo fica enfraquecido. E, consequentemente, o esporte perde uma grande oportunidade de crescer como um produto comercial.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) determinou que a Globo não pode mais exercer o direito de preferência na renovação do contrato de cessão dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. Essa cláusula mágica foi o que sempre deixou nas mãos da emissora o principal torneio de futebol do país que só respira futebol na TV aberta.
Mas o que, de fato, muda com essa decisão?
Muito pouco, para não dizer que nada se altera.
O processo corria desde 1997, quando a Band ficou a ver navios na disputa pelos direitos de transmissão. Hoje, a realidade da venda desses direitos já é um pouco diferente, muito mais próxima daquilo que o Cade disse que tem de “começar” a ser.
Na última vez que o Clube dos 13 negociou os direitos do Brasileirão, em 2008, a venda já era “fatiada” por diferentes mídias. Tanto que houve concorrência de diferentes veículos, mas a Globo acabou oferecendo melhores ofertas e levou o pacote completo do Brasileirão.
Na TV aberta, inclusive, a disputa com a Record, tão aguardada pelos clubes, sequer existiu. A emissora paulista não chegou a apresentar sua proposta, causando indignação entre membros do C13 e da própria Globo à época.
Agora, a novidade é que a Globo não pode esperar a oferta dos outros para então fazer a sua.
Considerando que, para 2011, a emissora aumentou o quanto vai faturar em publicidade na transmissão do futebol, a tendência é de que dinheiro não seja problema quando houver a retomada de negociações do Campeonato Brasileiro 2012.
Panini America has launched the first officially licensed NFL sticker album and sticker collection.
The sticker collection has all of the NFL superstars a fan would look for; Brady, Manning, Peterson, Favre, etc. Also featured? Rookies like Tim Tebow. Albums are available for purchase at various retailers across the nation including Walmart, Target, Toys ‘R’ Us, and of course NFL.com.
“Collecting and trading stickers is the basis of the global Panini brand,” said Panini America CEO Mark Warsop. “We are very excited to launch our first officially licensed NFL sticker collection and hope that sticker collecting will become a favorite pastime of sports fans and families across the U.S. as well.”
As a promotion, Panini will distribute more than 20,000 NFL sticker albums ot Pop Warner programs nationwide. The first program to complete two full sticker albums will win a helmet and an appearance by a local NFL player, all in an effort to raise awareness for on-field safety and concussion prevention…even at the pop warner level. Panini has also partnered with the Boston Globe; they will insert 460,000 NFL sticker albums into their October 24th paper, followed by another 1.4 million sheets in Sunday editions between October 31st and November 14th.
“We felt a promotion that encourages and introduces NFL Sticker collecting should also include an effort to promote safety on football fields at the youth level – the ability to utilize stickers and raise awareness of the seriousness of concussions in football is a win-win situation,” said Jason Howarth, Panini America’s Vice President of Marketing.
Panini’s official 72-page NFL sticker album retails for $2, and packs of eight stickers retail for $1. The collection includes 560 unique stickers – 400 glossy, 100 holographic foil and 60 silver foil stickers
TNT’s NBA ad sales pace 30-40% higher than 2009, in part thanks to social media
Its like a recession never happened.
Sports Business Daily’s John Ourand is reporting that TNT’s NBA ad sales are pacing 30-40% over 2009 ad sales. Furthermore, TNT has already sold essentially all of its fourth quarter inventory, according to David Levy (President of Sales, Distribution and Sports for Turner)
“I’m 48 years old, and I can’t remember an opening night game being this important. That kind of excitement is spilling over into a lot of our business models.”
Levy points out the explosion of social media (hey, this internet thing is apparently catching on!) to help explain the surging increases in live television ratings for sporting events. Higher ratings, obviously make it that much easier to sell ad space for those events. Users of Twitter and Facebook constantly discuss and debate live sporting events, or alerting others to an event or a particular play not only sparks interest, it really creates a complex, engaging experience for the fan. Even if you believe social media has no effect on ratings for live sporting events, something is certainly having an effect: Major League Baseball is setting television ratings records for baseball games televised on cable, and the NFL is pulling +20 million for Sunday Night Football.
If you are a member of the “social media effects ratings” camp, NBA ratings should make for an interesting case study in 2010. According to the New York Times, the NBA has 5.3 million Facebook fans, 2.1 million fans on twitter, and NBA videos have been viewed more than 438 million times on YouTube (this should be taken with a grain of salt though, when you look at how strict the NFL is with their video). All 30 NBA teams have a presence on twitter — nearly 200 players, 40% of the league — and between Twitter and Facebook, the NBA has a combined 60 million followers.
60 million followers. Yeah, that may be a large enough number to boost ratings…at least a little
In a lot of ways, Sandy Alderson comes to the New York Mets out of central casting. A Marine, Vietnam vet, Harvard Law grad, architect of a winner, and a baseball ambassador charged to stamp out fraud and drug use in the game's Dominican Republic pipeline.
Who would dare reject that resume? Alderson sounds more like a commissioner of a first-rate sport than a general manager of a second-rate team. In fact, maybe a quick fix of the Mets puts him in line to succeed Bud Selig.
But when he steps to the microphone Friday as Omar Minaya's replacement, Alderson should take the time of offer an apology. He should say he's sorry for being an enabler at a time when baseball desperately needed a whistle-blower and a leader.
He should say he's sorry for allowing the monstrous steroid culture to grow fangs on his watch.
Alderson put together the Oakland A's of Jose Canseco and Mark McGwire, the Bash Brothers who slugged their way to three consecutive World Series appearances from 1988 to 1990 before ultimately taking their heavy lumber to baseball's good name. Of course, Canseco and McGwire admitted to using steroids, effectively nominating Oakland as a ground zero for the performance-enhancing plague.
Alderson declined to comment Wednesday about the A's and their role in a grand pharmacological hoax, but the Mets' GM-to-be is on record saying he suspected Canseco, not McGwire, as a steroid user back in the day. During his 2005 appearance on "60 Minutes Wednesday," after Canseco had already talked to Mike Wallace about the steroid allegations in his book, Alderson was asked by Wallace if he had confronted Canseco about his suspicions.
"No," Alderson said. "There were a number of occasions when he publicly denied that he was using steroids. And you know, the notion that he was going to admit to me what he had already denied on many occasions, I think was not likely."
On the same program, Alderson's manager in Oakland, Tony La Russa, admitted Canseco often joked about his steroid use and how clean teammates were wasting their time working out in the gym. "Our players knew it," La Russa said of Canseco's drug use.
Asked why La Russa wouldn't share that information with his direct supervisor, Alderson said, "That's a question, I guess, you'll have to ask Tony."
Weak answers from a strong man.
As far back as 1994, baseball had information that a steroid dealer had supplied his pills and potions to Canseco and other Oakland A's. Curt Wenzlaff was the dealer, and Greg Stejskal was the longtime FBI agent who provided that information to baseball's security chief, Kevin Hallinan, at a conference at the FBI academy in Quantico, Va.
Years later, Alderson's response to Stejskal's story in the New York Daily News was all over the map, and included the claim that Hallinan didn't recall any such meeting. Whatever. Asked by phone Wednesday if it would've been hard for an executive to run those A's teams without being aware that players were using steroids, Stejskal said, "Yeah it would. I would find that difficult to believe, especially with someone as smart and street-wise as Sandy Alderson.
"And we knew it wasn't a problem only in Oakland. With the way players and trainers move around, we knew the problem had to be just as bad elsewhere in baseball."
Only the game's overlords had to recover from a players strike and the cancellation of the World Series, and allowing comic book-sized sluggers to fill seats and swat balls to the moon seemed like a pretty good place to start.
Meanwhile, Stejskal was part of an international probe that resulted in more than 70 convictions -- including dealers who supplied drugs to college athletes -- and the seizure of more than 10 million dosage units of steroids.
All of which begs the question:
What if baseball had listened to Stejskal's warning?
"They were probably thinking, 'What we don't know can't hurt us,'" Stejskal said. "They figured the players' union wouldn't let them test, so there was nothing they could do about it and they let it go.
"Maybe it was a good decision economically in the short run, but it wasn't a good choice in the long run. But they were aware [of steroid use]. How could you not be aware of it?"
Baseball was painfully slow to find religion. In 1997 Alderson reacquired Canseco, who, at that point, was practically a walking neon advertisement for steroid use. Jason Giambi was just starting to emerge as the A's next great slugger, destined to be the game's next chemically-enhanced cheat.
Canseco was the godfather of them all, and after he came clean (or dirty) in his book, "Juiced," Alderson told the Associated Press that Canseco's claims were "a terrible thing for anyone to allege," and said, "I'd be surprised if there was any significant follow-up."
Congress then imposed the most significant follow-up in baseball history. (source Ian O’Connor – ESPN New York)
Per NFL policy, Sunday’s game between the Chargers and the Tennessee Titans will not be shown live in the Chargers’ television market.
The League’s long-standing policy requires all games not sold out 72 hours prior to kickoff to be blacked out in the local market. This includes all signals within a 75-mile radius of the stadium and those areas whose television signal reaches within that 75-mile zone. The league’s policy affects all telecasts, including cable and satellite.
More than 8,000 general tickets and a wide selection of Club seats remain available at Gate C at Qualcomm Stadium, www.Chargers.com,
In a media conference call Thursday, Ultimate Fighting Championship® President Dana White announced the UFC is adding two new championship divisions at bantamweight (135lbs.) and featherweight (145lbs.), while also announcing a new television deal with the VERSUS Network to air four UFC fights in 2011.
“As the UFC continues to evolve and grow globally, we want to be able to give fans title fights in every weight division,” said White. “This is a big day for the sport and the athletes who will have the opportunity to fight on the biggest stage in the world.”
The two new divisions feature WEC featherweight champion Jose Aldo who will now be recognized as the reigning UFC featherweight champion, and WEC bantamweight champion Dominick Cruz. White confirmed that the winner of the Dec. 16 lightweight title fight between WEC champion Ben Henderson and top contender Anthony Pettis live on VERSUS will take on the winner of the UFC 125 main event title bout between champion Frankie Edgar and Gray Maynard. This upcoming fight will serve as a UFC lightweight title unification bout to be held next year.
White also stated the UFC is expanding its presence on the VERSUS Network in 2011, and will increase its number of UFC events from two to four per year. Versus is scheduled to air the two remaining live WEC events in 2010 on Nov. 11 and Dec. 16. The Nov. 11 event in Las Vegas will feature “The California Kid” Urijah Faber’s debut at bantamweight as he takes on Takeya Mizugaki, while the Dec. 16 event in Glendale, Ariz. will feature Henderson-Pettis and a bantamweight title clash between Dominick Cruz and challenger Scott Jorgensen with the winner becoming the new UFC bantamweight champion.
“We have a great relationship with the VERSUS network, and we look forward to working with them to give UFC fans even more free fights in 2011,” said White.
Saturday night can’t help but be a bittersweet moment for former Texas Rangers owner Tom Hicks. Hosting its first ever World Series game is the Texas Rangers, a team owned by Hicks between June 1998 and earlier this year when Chuck Greenberg and Nolan Ryan rescued the franchise from the financial turmoil Hicks’ ownership of the team had evolved into. In a similar state are the Premier League’s Liverpool franchise and the National Hockey League’s Dallas Stars, all professional sports teams owned by Tom Hicks, each either having collapsed or on the verge of collapse as a result of Hicks alleged management issues in the last few years. Still, Saturday evening Hicks will be little more than a paying spectator when the Rangers meet the San Francisco Giants in game three of the World Series in Arlington.
"I'm excited about this," Hicks told ESPN. "I do take some personal pride in it. I figured out there were no shortcuts. We started this plan five years ago and JD has been able to really turn things around. The Mark Teixeira deal was the key and it went from there."
Hicks had hoped he'd still be the owner of the team when the plan finally came together.
"I'm happy, but it's bittersweet. There's no denying that," Hicks said in the ESPN report. "I tried the last few years to pay of HSG's debt, but the only way to do it was to sell the teams. I never thought it would turn into the fight in court, but I wonder what might have happened had we not done what we did in June."
Hicks bought the Rangers from former United States President George W. Bush and
Edward W. Rose on June 16, 1998. Hicks was in his 13th season as owner and chairman of the board of the Texas Rangers and served as the team's representative on Major League Baseball's Board of Governors. During his ownership, the club had captured two American League West Division titles, winning a franchise record 95 games in 1999. At one time he was also on the board of directors of Major League Baseball Advanced Media, the internet-based subsidiary of Major League Baseball.
Hicks is founder, chairman and chief executive officer of Hicks Holdings LLC, a Dallas-based family office that owns and manages the Thomas and Cinda Hicks family's sports, real estate and corporate assets and investments. Hicks Holdings' sports ownership assets at one time included Major League Baseball's Texas Rangers Baseball Club, the Dallas Stars Hockey Club of the National Hockey League, a 50% interest in the American Airlines Center, and a 50% interest in Liverpool Football Club, an English Premiership League team known as " Britain's Most Successful Football Club."
Purchasing the Stars in February 1996, Hicks was the team's chairman of the board and the club's representative on the NHL Board of Governors. He also served on the NHL Executive Committee and the NHL Audit and Finance Committee. The Stars won the 1999 Stanley Cup and were Stanley Cup finalists in 2000. The team won the NHL's Presidents' Trophy for the best regular season record in both 1997-98 and 1998-99, and has captured seven division titles under Hicks' ownership.
In addition, Hicks Holdings is a partner with Hillwood Development Company in the Victory Park project in downtown Dallas, and co-developer of Glorypark, a 75-acre urban town center adjacent to Rangers Ballpark in Arlington, neighbouring the new Dallas Cowboys Stadium. Hicks Holdings is also developing Champions Park, a 40 acre office/retail development in Frisco, Texas, adjacent to the Dr Pepper Ballpark and Dr Pepper StarCenter, and is a venture partner in four hotel/residential projects currently under development, including the "W" Hotel and Residences at Hollywood and Vine in Los Angeles. Through Hicks Trans American Partners, Hicks Holdings also selectively makes corporate and real estate investments in South America.
Hicks and George Gillett (the former owner of the NHL’s Montreal Canadiens) were forced to sell their interests in the Liverpool football club two weeks ago, ironically to John Henry and the Boston Red Sox ownership group. Hicks is doing whatever he has to, to sell the Dallas Stars. The days of Tom Hicks owning professional sports teams have come to a shameful end for a man who at one time had to be considered one of the most powerful owners in sports.
The end arrived for Tom Hicks and his sport properties, called “Hicks Sports Group,” at the start of the 2009 baseball season (April 9, 2009) when as FINalternatives and many other media reported (SportsBusinessNews.com has featured the saga since it began) Hicks defaulted on more than $550 million in outstanding loans (debt) Hicks Sports Group was carrying at the time.
Hicks Sports Group at the time the group defaulted on their sports related loans, as had been noted in this report owned baseball’s Texas Rangers and hockey’s Dallas Stars, failed to make its interest payment on $525 million in syndicated bank loans on Monday. The Liverpool Football team collapsed as well, as a direct result of the debt load Gillett and Hicks had carried since they had purchased the franchise.
Hicks made his billions on leveraged buyouts, founding private equity firm Hicks Muse Tate & Furst, now HM Capital, in 1989. He retired from the firm in 2006.
According to sources, who has seen original documents relating to the loans, Hicks defaulted on a $350 million bank term loan, $100 million second-lien loan and a $75 million revolving credit facility.
Days before the banks announced that Hicks had defaulted on the loans, Hicks had hired Merrill Lynch to explore the sale of a minority stake—of up to 49%—in the Rangers. That, of course, failed and Hicks was forced to sell his entire interest in the Rangers.
The Hicks default was and for the most part still is regarded as the most dramatic manifestation of the economic crisis on the sports world.
Hicks’ sale of the Rangers was anything but a smooth process. On January 23, 2010 it was announced Hicks had agreed to sell the Rangers to a group led by Chuck Greenberg and Nolan Ryan. Hicks would have been a minority share holder in the new ownership group.
Prior to bids being placed by potential buyers, Hicks told the media the Rangers were operating under normal business with no interference from MLB. Regarding the Rangers' inability to sign 2009 first round pick Matt Purke, Hicks told MLB.com at the time, "We were disappointed that the family insisted on $6 million. The Texas Rangers were not willing to do that. It had nothing to do with MLB restrictions. There is a clear misimpression we didn't sign Matt Purke because MLB wouldn't let us. That's not true. We didn't because of Tom Hicks, Nolan Ryan and Jon Daniels. We were not willing to go to $6 million."
After his group had completed the purchase agreement, Nolan Ryan told the media the Rangers were not able to offer the 1st round pick the 6 million dollar signing bonus both parties had agreed to verbally after the draft because MLB, who were strictly overseeing the Rangers budget by this time, wouldn't approve the amount needed to sign Purke.
After the announcement of the pending sale by Hicks Sports Group, several additional hurdles occurred which had to be remedied before the sale of the team could be finalized. Several of the lenders, who were owed over $500 million, vocally objected to the deal accusing Hicks of rejecting a higher offer by Jim Crane and stated they would not sign off on the deal. Hicks was sued by 3 different parties over the land adjacent to the stadium that was sold in a separate transaction as a part of the purchase by Greenberg and Ryan.
On May 24 Hicks and HSG filed for Chapter 11 bankruptcy protection/separation of the Texas Rangers from HSG and asked the courts to approve of the sale of the Rangers to the group headed by Chuck Greenberg and Nolan Ryan. The move was made to expedite the sale and resolve the sale prior to the MLB trade deadline and draft signing deadline
As the stalemate between HSG and its creditors continued, on May 24, 2010 the Texas Rangers filed for Chapter 11 Bankruptcy.[23][24] As of that date, the Rangers and HSG had an estimated debt of $575 million.[24] Much of the unsecured debt was owed in back salary. Officially, New York Yankees third baseman Alex Rodriguez topped the list of unsecured creditors with an estimated $24.9 million owed by the Rangers.[24] Additionally, the Rangers also owed Baltimore Orioles pitcher Kevin Millwood $12.9 million, and current Rangers third baseman Michael Young $3.9 million.[24] At a press conference, the Greenberg-Ryan group proposed to buy the team for $575 million.[24] The sale would repay all the team’s creditors, including players owed back salary.[24]
After several attempts to resolve the deal fell through, the bankruptcy court ordered a public auction to be held on August 4. The Greenberg/Ryan bid would be the opening bid, and other offers (subject to MLB approval) would have to be submitted by the prior day in order to be considered. At the auction, only one other MLB-approved group submitted an offer – Radical Baseball LLC, a group formed by Houston businessman Jim Crane (who was previously unsuccessful in buying the Houston Astros) and Dallas Mavericks owner Mark Cuban (who was previously unsuccessful in buying the Chicago Cubs). The auction lasted until the early morning of August 5, with the winning bid submitted by Greenberg/Ryan. The bankruptcy court approved the bid later that morning and the bankruptcy case closed. The sale to Greenberg/Ryan was approved by all 30 MLB owners at the owners meeting in Minneapolis on Thursday August 12.
When the sale was completed and approved by Major League Baseball none of the official releases referred to Hicks – he was largely part of the team’s forgotten past. Is that the price Hicks paid for driving the Rangers into bankruptcy? The Rangers had to borrow more than $40 million to meet payroll (as a direct result of Hicks’ ownership issues) and had to first deal with MLB in regard to the team's need for some payroll flexibility to acquire players needed for a playoff run. (General manager Jon Daniel’s decision to acquire Cliff Lee on July 9 from Seattle is one example of a trade that had to be first approved by MLB).
"I tell you what, in some ways it's been kinda fun," Daniels told The Dallas Observer of dealing with the financial constraints attached to the bankruptcy. "It's been challenging. It forces you to think about things a little differently."
"Tom's taken a pretty significant public hit, and I understand some of it, but, in my opinion, he's been a very good owner," Daniels says.
A spokesperson for the Hicks Sports Group tired to explain what went wrong in a report published by The Dallas Observer.
HSG in 2006 aimed to land a better interest rate and terms for the debt related to the purchase and "enhancement" of both the Rangers and Stars and their assets, along with generating new capital to support operations.
The refinancing and teams' modest payrolls still weren't enough to enable HSG to pay the interest on the notes, so Hicks sunk more than $300 million of his own money (as opposed to the more than $100 million figure cited in court documents) into HSG, which the spokesperson says he "does not expect to be repaid."
"After loaning the teams and HSG millions to make interest payments and meet operating shortfalls, Mr. Hicks finally said he could not do that anymore," the spokesperson says of why he made the decision to default on the loans on March 31, 2009.
Hicks spun the failure to pay as a calculated tactic to negotiate with the 40 lenders and said in a statement that HSG had been "impacted" by the global credit crisis. He also began seeking investors to buy up to 49 percent of each team so he could retain majority ownership.
"The whole thing from the beginning has been nothing but negotiations," says Rustin Polk, a Dallas bankruptcy lawyer not involved in the case but who has followed along closely because he's a baseball fan. "By playing hardball, he gets a better deal for himself."
Still one has to wonder how Tom Hicks, who lost untold hundreds of millions of dollars (a reported $85 million in the last three years alone) feels as he watches his Rangers in the World Series – essentially coming up a year short on the dream of every sports owner, being a part of a championship run.
“Tom ran into the perfect storm for a leveraged sports asset: The economy falling apart, fans go away and corporate sponsors go away,” said Mike Cramer in a New York Times report, who invested in some of Hicks’s nonsports deals before becoming the president of the Southwest Sports Group, the holding company for the Rangers and the Stars. “All of a sudden, if you’re running a small deficit with a team that is performing O.K., now you’re running a larger deficit, and it’s harder to pay the bills.”
The Dallas Stars won two Stanley Cups while Hicks owned the NHL franchise. For better or for worse he did sign Alex Rodriguez and bring him to Dallas, a calculated risk at the time that failed.
“The mistake I made with the Rangers was I tried to catch up with the Yankees,” Hicks said. “I had to invest $50 million, because we lost more than that and finished in last place. You can’t change quickly, because you’re locked into contracts.”
“I can’t do anything about having too much debt like thousands of other companies in this financial crisis,” he said. “I’ve transitioned.”
“There were several people interested, but he was a big figure in Dallas, and he made it obvious that he was going to be an aggressive bidder,” said Craig Stapleton, who was part of the ownership group with George W. Bush that sold the team to Hicks for $250 million, which at the time was the second-most ever paid for a professional baseball team. “No one questioned his financial ability.”
If the Rangers win the World Series should Tom Hicks receive a World Series ring? Would he? Absolutely, he paid a price. Hicks was in San Francisco for games one and two and will certainly be at Rangers Ballpark in Arlington this weekend. At the heart of the matter is that Tom Hicks is a true entrepreneur. He may have failed but at least he tried. He had the courage and the conviction, it just didn’t work out as well as Hicks might have hoped it would.
Laurent-Eric Le Lay tells Kevin Roberts how technology is at the core of Eurosport's pan-regional offering.
When James Cameron’s 3D film Avatar opened in Paris, Laurent-Eric Le Lay, Chairman and CEO of Eurosport, was at the head of the ticket queue.
Not that the 43-year-old head of Eurosport was interested in booking two seats together in the back row. Instead he booked the entire cinema in a special Friday morning showing for many of Eurosport’s 700 or so Paris-based staff. Le Lay saw the Avatar experience as a glimpse of the future and was determined to share that vision with the staff who help keep Eurosport in the technical vanguard of sports media.
It was, say the people who work with him, typical of the man. Le Lay may be the heir to a pioneering French broadcasting family, but his focus is firmly fixed on the future. His staff say he never ceases to be excited about the way that technology is impacting on the way the public can share the sporting experience - both in terms of quality and depth of coverage.
When senior staff were recently issued with company iPads, their instructions were neither proscriptive nor designed to limit and control their use. Instead they were encouraged to go out and discover for themselves what the machines could do and how they could help them do their jobs. It is this enthusiasm for the possibilities of technology and the ways they can be employed that has distinguished Le Lay’s years at the head of an organisation which has, he believes, become more than simply a broadcaster.
Le Lay joined Eurosport in 1993 after protracted birth pangs which had seen it launch in 1989 as a joint-venture with the European Broadcasting Union and go off the air in 1991 before being re-born under its current owners TF1. Today Eurosport operates six channels, is seen in 59 countries and is available simultaneously in 20 languages. Perhaps ironically for a broadcaster which carries the geo-defining Euro prefix, it has become a global brand with Middle Eastern and Asia-Pacific operations….so far. And there’s more.
Eurosport has become a significant event promoter in areas such a motorsport and continues to play a central role in introducing its far-flung audiences to new sports. The sum of all this equates to something that rather defies the limiting definition of “sports broadcaster”. Instead, today’s Eurosport is a true “multi-media” platform that places huge value on innovation and improving the experience of its audience. In the potentially intense and sometimes bloody financial battles for exclusive sports rights to the world’s major properties, Eurosport is more or less a non-combatant.
At the negotiation table, Eurosport does not enter into inflationary bidding situations for certain sports rights such as major domestic football league rights, for example, but it does continue to deliver a vast portfolio of sports content across its broadcast, mobile and online platforms. In doing so it has contributed significantly to the popularity of HD and the development of 3D TV while remaining one of the few places viewers can be sure of finding a broad range of Olympic sports outside Olympic years.
You want biathlon, for example - you know you can find it on Eurosport. Le Lay has fundamental beliefs in Eurosport as an entity, its mission, and the growing role of sport. “Major sports events are becoming more than just sport - they are important social events and media is playing a key role of reinforcing the value of these events,” he says.
“Interest is growing everywhere. Fascination for sport used to be confined to smaller groups, but now everybody is part it - whole nations become involved. Because of this I feel sport is more important than ever before. Today sport is not just about the match itself. It is about the press conference, the build-up and everything else that goes with it. That is where new media and social networking become so important. They help create more and more interest - and this places more responsibility on the role of the players and the federations.
“Sport is no longer just a game. It affects the lives of people. We all know of the research that puts national mood swings down to sporting performance and says sporting success generates a feel-good factor. Politicians have come to understand this and that is why, in many countries, sport is at the centre of national life. They understand the power of sport and what it can achieve for their countries and their people.”
And Eurosport’s focus on technology is seen as a way of unlocking the power of sport and bringing it closer to a broad, pan-continental audience. “For us technology is always an opportunity. It is in our DNA,” adds Le Lay. “We were one of the first sport-specific channels, one of the first to broadcast events extensively and we never stop trying to introduce people to new sports. We are about all sports for the whole family and our aim is always to maximise the experience.”
The England bid to host the 2018 World Cup is to withdraw its complaint to FIFA over alleged derogatory comments made by Alex Sorokin, chief executive of the rival Russia candidature, that London has the highest crime rates and alcohol consumption level among young people in Europe.
Sorokin denied a formal apology over the comments, saying it was a “misunderstanding”, but Russian sports minister Vitaly Mutko delivered an apology England officials thought satisfactory.
“Mr Mutko approached the bid team with a genuine apology in an honourable manner,” said an England spokesman.
“We have no desire to say we are better than any other bid. I have great respect for the England bid and for Geoff Thompson [England's Fifa ExCo member]” Mutko later said. “We like England and we hope England like Russia.”
In a separate development, the joint Portugal/Spain bid to host the 2018 FIFA World Cup dismissed allegations it has agreed a vote-trading deal with the Qatar candidature to stage 2022 tournament. According to Spanish sports daily Marca, FIFA was tipped off about a possible collusion by the England 2018 bid last week
UEFA takes legal action against “no evidence” whistle-blower
UEFA has opened a legal case against former board member of the Cypriot Football Association, Spyros Marangos, for claiming the election which chose Ukraine and Poland as hosts of Euro 2012 was rigged.
Marangos failed to meet UEFA’s deadline of last Wednesday to provide evidence that payments of €9.15 million were made to at least four voting executive committee members
“We are in the process of opening legal proceedings against him to protect the corporate image of UEFA and also to force his hand to show us what evidence he has,” said UEFA spokesman Rob Faulkner. “He said it was too short notice for him to travel to Switzerland [by Wednesday] and he wanted us to go there [to Cyprus].”
Two European newspapers, Sueddeutsche Zeitung in Germany and Gazzetta dello Sport in Italy, have run articles this week giving more detail of Marangos’ claims
Tecnologia e esporte se encontram na Fórmula 1 e na internet
por fabiokadow
Sempre gosto de citar aqui bons exemplos de “branding content”, que, resumidamente, ocorre quando uma marca se apropria de um conteúdo, de preferência exclusivo, para se relacionar com o público. E geralmente é na internet onde temos os melhores casos, como neste canal sobre automobilismo e tecnologia.
A Fórmula 1 é provavelmente a categoria do esporte onde a tecnologia de ponta está mais presente. Milhões de dólares são investidos por ano pelas escuderias e parceiras em busca da perfeição. Para quem gosta do assunto, a Lenovo, aproveitando a proximidade do GP de Interlagos, lançou a versão em português do site Tech 1 Grande Prêmio Lenovo, que traz vídeos e textos didáticos sobre como são desenvolvidos os programas da equipe McLaren, que são fundamentais nas questões de telemetria, aerodinâmica, impacto ambiental, entre outros.
Aproveitando o contrato de patrocínio que tem com a escuderia, alguns vídeos foram produzidos na própria McLaren e trazem imagens exclusivas sobre como e onde são feitos os constantes testes que fazem com que os carros da equipe ganhem segundos preciosos nas pistas do circuito mundial. Além disso, o site reúne fotos de bastidores da equipe e traz atualização em tempo real dos perfis dos pilotos no Twitter, o que faz do canal uma diferente (dos veículos tradicionais) e importante fonte de notícias sobre a Fórmula 1. Blogueiros do mundo todo também estão presentes com suas opiniões sobre a disputa entre os pilotos da McLaren, Red Bull e Ferrari pelo título da temporada.
Outro atrativo para os fãs é o concurso cultural em que o usuário deve responder uma pergunta em até 15 segundos, com o vencedor recebendo uma viagem de uma semana para a Inglaterra, com direito a visita ao circuito de Silverstone, e mais um laptop da marca. O prazo de inscrições se encerra no dia 21 de novembro.
O valor das mídias sociais na NBA: 60 milhões de seguidores
por fabiokadow
A temporada da NBA começou esta semana e os times não param de anunciar novos acordos comerciais (Miami Heats com T-Mobile, NJ Jets com Aeroflot, NY Knicks com Boos Mobile…), mas o que chamou a atenção nesta semana foi um estudo da revista Fast Company sobre quais times tem mais valor nas mídias sociais, segundo critério de relacionamento, ferramentas e trabalho realizado junto ao público.
Entre todas as ligas, a NBA é a que tem mais seguidores no Twitter, mais fãs no Facebook, página mais visita do Youtube e dá um show nos aplicativos de celulares. No ranking da publicação estão os cinco principais times no mundo digital:
1. Los Angeles Lakers: a terceira maior força do esporte nas mídias sociais do mundo todo, perdendo apenas para a própria NBA e o Barcelona. 2. Phoenix Sun: realiza constantes entrevistas com os atletas no Twitter e tem um canal próprio para os fãs que causa inveja aos outros times 3. Boston Celtics: 1,5 milhão de fãs no Facebook e um banco de dados com mais de 50 mil emails de consumidores graças a um aplicativo lançado 4. Cleveland Cavaliers: contato direto e constante com os torcedores por uma rede social própria e um blog que narra os jogos, bastidores, faz promoções… 5. New Jersey Nets: crescimento de 350% no Facebook e 300% no Twitter nos últimos meses. Até próprio russo Prokhorov, novo dono do time, posta vídeos para a torcida.
Existem ainda outros casos de destaque como o Golden State Warriors, que convidou 10 seguidores do seu Twitter para participar do tradicional “Annual Media Day” de 2010, evento até então fechado apenas para profissionais das “mídias tradicionais”.
Para se ter uma ideia da força das mídias sociais na NBA, de acordo com o New York Times a liga de basquete tem 5,5 milhões de fãs no Facebook, 2,1 milhões de seguidores no Twitter e os vídeos postados no Youtube já foram vistos mais de 450 milhões de vezes. Todos so 30 times estão presentes no Twitter e cerca de 200 atletas (40% do total) também. Ou seja, somando tudo isso, entre Twitter e Facebook, estima-se que a NBA tem 60 milhões de seguidores nas redes sociais, que tal?
Os 10 maiores salários de jogadores da Ligue 1 09/10
Tal como em todas as ligas europeias a crise financeira também chegou à Ligue 1 de França, mas apesar disso nos últimos anos os salários dos jogadores da Liga Francesa têm vindo a aumentar. No entanto temos a certeza que nenhum dos clubes da Ligue 1, ou mesmo da Ligue 2 gasta em pagamento de salários montantes acima do que lhes é permitido, muito graças ao modelo de fiscalização financeira implementado, onde a DNCG – Direcção Nacional de Controle e Gestão, assegura eficazmente o cumprimento das obrigações financeiras dos clubes.
Existem algumas curiosidades na lista dos jogadores com maiores salários da Liga Francesa de 2009/2010, a primeira é que o jogador mais bem pago é um defesa lateral, o argentino Gabriel Heinze do Marselha, facto pouco comum nos dias que correm onde médios e avançados lideram os rankings salariais. O segundo facto de destaque é que a soma dos 10 maiores salários da Ligue 1 (cerca de 36,5 milhões de Euros) é quanto aufere anualmente Lionel Messi, isto se juntar-mos o seu salário anual as receitas que obtêm em prémios e campanhas de publicidade.
Os 10 maiores salários de jogadores da Ligue 1 em 2009/2010 (valores anuais / valores mensais)
Gabriel Heinze – Argentina (Olympique Marselha) – 4,5 milhões de Euros / 375 mil Euros mês
Yoann Gourcuff – França (Bordéus) – 4,4 milhões de Euros /366 mil Euros mês
Lucho Gonzalez – Argentina (Olympique Marselha) – 4,3 milhões de Euros / 358 mil Euros mês
Cris – Brasil (Olympique Lyon) – 4,2 milhões de Euros / 350 mil Euros mês
Lisandro Lopez – Argentina (Olympique Lyon) – 4,1 milhões de Euros / 341 mil Euros mês
Mamadou Niang – Senegal/França (Olympique Marselha) – 3,8 milhões de Euros /316 mil Euros mês
Kim Kallstrom – Suécia (Olympique Lyon) – 3,7 milhões de Euros / 308 mil Euros mês
Claude Makelele – França (Paris Saint-Germain) – 3,6 milhões de Euros / 300 mil Euros mês
Bafétimbi Gomi – França (Olympique Lyon) – 3,5 milhões de Euros / 291 mil Euros mês
Michel Bastos – Brasil (Olumpique Lyon) – 3,4 milhões de Euros / 283 mil Euros mês
Nota:Os valores dizem respeito aos salários brutos dos jogadores (antes de impostos), que naturalmente não incluem contratos de publicidade, prémios de jogo, prémios de assinatura, ou outros tipos de remunerações extra.
Sánchez Llibre: "Tendremos un gesto de agradecimiento a Iniesta"
Daniel Sánchez Llibre reveló ayer que el Espanyol tendrá un gesto de agradecimiento hacia Andrés Iniesta, iniciativa que se celebraría durante el próximo derbi en Cornellà-El Prat (18 ó 19 de diciembre). "Es una posibilidad. No lo puedo decir ahora. Pero algo hemos pensado y algo haremos. Ya está diseñado", avanzó el presidente ayer en declaraciones a RAC 1. Y al hilo añadió que "supongo que la afición hará lo suyo".
Siguiendo con el derbi, Sánchez Llibre aseguró que "las relaciones con el Barça vuelven a ser normales, como siempre, menos con Laporta de presidente. Pero si en alguna parte lo veo, lo saludaré". Y confirma que "a la actual directiva la invitaremos a comer y a los actos habituales, como siempre".
Sobre la posible entrada de la familia Pozzo en la entidad, el presidente explicó que "me he reunido dos veces con Gino Pozzo en el último año y no me ha dicho nunca que si entran sea para mandar. Ellos saben mucho de fútbol y si entran sus consejos les pueden ir bien a la dirección deportiva".
Pese a todo advierte que "no es seguro que entren. Pero si lo hacen, la gente puede estar tranquila". Dani saca pecho por el actual buen momento del equipo y rompe una lanza por la cúpula deportiva. "Desde hace dos años hay mucha tranquilidad por el buen trabajo de De La Cruz, Planes y Pochettino. Para poner la guinda falta tener un premio. No quiero decir el nombre, pero todos pensamos en la zona alta de la clasificación".
Se siente cómodo y no duda en afirmar que "posiblemente es el momento de más estabilidad deportiva desde que soy presidente. Yo con Pochettino y Planes voy a muerte. Debemos tener claro que hay que seguir así si en el futuro los resultados no son buenos".
Roque Santa Cruz, ¿futurible?
Se acerca el mercado de invierno y renacen los rumores. Según el Daily Mirror, el Espanyol podría estar interesado en la cesión del ariete paraguayo Roque Santa Cruz, del Manchester City
HABLA DEL POLÉMICO ADELANTAMIENTO DEL ESPAÑOL A MASSA EN HOCKENHEIM
Mosley: "Si Alonso gana el campeonato por menos de siete puntos, se devaluaría"
El ex presidente de la Federación Internacional de Automovilismo (FIA), Max Mosley, está convencido de que si Fernando Alonso gana el Campeonato del Mundo de Fórmula 1 por menos de siete puntos, su triunfo estará devaluado.
El bicampeón del mundo lidera el Mundial con 11 puntos de ventaja sobre el australiano Mark Webber, pero su triunfo en Alemania estuvo marcado por la polémica ya que las órdenes de equipo obligaron a su compañero Felipe Massa a dejarse adelantar cuando iba líder. Ferrari tuvo que pagar una multa de 100.000 dólares, pero no perdió puntos.
"Mis días en la Fórmula 1 han acabado y ahora estoy pendiente de otras cosas. Aunque lógicamente lo veo con interés"
"Los puntos extra que ganó Alonso por adelantar a Massa siguiendo órdenes de equipo, se le deberían haber restado. Eso es lo mínimo. Porque si gana por menos de esos siete puntos que logró ilegítimamente en Hockenheim, se devaluaría el campeonato. Pero ése es mi punto de vista", afirmó en declaraciones a 'BBC Radio'.
Por otra parte, aseguró que su posible vuelta al 'gran circo' son sólo rumores. "Mis días en la Fórmula 1 han acabado y ahora estoy pendiente de otras cosas. Aunque lógicamente lo veo con interés, pero uno no debe volver nunca atrás", apuntó. Para el británico, que fue sustituido al frente de la FIA por el francés Jean Todt, son "rumores" los que le sitúan de vuelta y reconoció que ni siquiera echa de menos el deporte. "Lo sigo vagamente, ahora soy un simple aficionado", añadió.
Por último, deseó suerte a Todt al frente de la FIA. "Yo apoyé mucho a Todt y sólo quiero que triunfe porque soy bastante responsable de que esté donde está. Pero yo no quiero interferir en lo que está haciendo. Debe tener la oportunidad de hacer las cosas a su manera", finalizó.
"Por lo que se ha dicho en el Comité, no parece que las candidaturas deban tener algún problema en llegar al día de la elección", aseguró el representante guatemalteco.
EFE | 29/10/2010
El presidente de la Federación guatemalteca de Fútbol y miembro del Comité Ejecutivo de la FIFA, Rafael Salguero, afirmó hoy a EFE que la candidatura conjunta de España y Portugal y la de Qatar, investigadas por presunta confabulación para intercambiarse votos, seguirán en liza hasta el final.
"Por lo que se ha dicho en el Comité, no parece que las candidaturas deban tener algún problema en llegar al día de la elección", aseguró Salguero tras participar en la reunión ordinaria del Comité Ejecutivo de la FIFA, en la que se discutió el estado de los preparativos de la elección de la sede de los mundiales del 2018 y 2022, el próximo 2 de diciembre.
La FIFA investiga una posible confabulación entre dos candidaturas y una de las pruebas aportadas es un vídeo publicado por el rotativo inglés "The Sunday Times" y filmado en secreto el pasado agosto en el que el ex secretario general de la FIFA Michel Zen-Ruffinen habla de un acuerdo entre la candidatura Ibérica y la de Qatar.
Con respecto a los dos miembros del Comité Ejecutivo sancionados, Salguero dijo que "existen posibilidades de que puedan quedarse fuera de la votación del día 2".
El pasado día 20 la Comisión Ética de la FIFA apartó provisionalmente durante 30 días -prorrogables otros 20- al francés Reynald Temarii y al nigeriano Amos Adamu.
La suspensión de ambos se produjo nada más abrirse la investigación a consecuencia de las informaciones del "The Sunday Times", que los filmó con una cámara oculta mientras pedían dinero a cambio de su voto en la elección de las sedes de los mundiales de 2018 y 2022.
Reporteros del mencionado diario se hicieron pasar por miembros de la candidatura de Estados Unidos y los directivos de la FIFA les aseguraron haber recibido ofertas de entre 10 y 12 millones de dólares por parte de otros dos países candidatos.
"está teniendo un octubre fantástico, y espero que siga así"
Mourinho: "Cristiano es un gran jugador de equipo"
José Mourinho analizó la actualidad del Real Madrid antes de visitar Alicante (mañana a las 20 h. en MARCA.com, GolT y C+L) y destacó que "Cristiano sólo se preocupa por ganar". Además habló sobre Drenthe, ahora jugador del Hércules: "Si paga, juega; si no, no juega". "Benzema no está muerto, está convocado, pero no está jugando bien. Hay equipos que tienen jugadores que también han costado mucho y que tampoco le hacen un gol a nadie", añadió.
Mou analizó el gran momento de forma de Cristiano. "Hemos trabajado con él con total normalidad. Ante todo, es un gran jugador de equipo. Ha jugado con Portugal, ha marcado y ha ganado los dos partidos, y con el Madrid los ha ganado casi todos y ha hecho muchos goles. Antes no le conocía, pero ahora le conozco como persona y veo a alguien que sólo se preocupa por ganar. Está teniendo un mes de octubre fantástico por eso, porque su equipo gana y porque él es un jugador del equipo. Espero que siga así".
En cuanto al otro gran nombre de la semana, Karim Benzema, el técnico quiso poner paños calientes, aunque dejó claros algunos mensajes: "Yo soy de la opinión de que el principal responsable de lo que haga un jugador es el jugador. No es el entrenador el que tiene que recuperar o motivar a un jugador. El entrenador colabora, pero es el jugador el que tiene que darlo todo. Se ha escrito mucho y se ha hablado mucho de Benzema, y poco de todo ello es verdad. No está jugando bien, no vamos a esconder la realidad, pero no está muerto, está convocado para mañana y no hay ningún delantero del Castilla en la lista. De todas formas, seguimos trabajando para que dé un nivel más acorde con su potencial".
'PALO' A VILLA
"¿Benzema? No está jugando bien, pero hay equipos que tienen jugadores que también han costado mucho dinero y que no le hacen un gol a nadie, y no se habla tanto de ellos"
Mou, incluso, llegó a comparar la situación de Benzema con la de David Villa, aunque sin nombrar al delantero del Barça: "Hay equipos que tienen jugadores que también han costado mucho dinero y que no le hacen un gol a nadie, y no se habla tanto de ellos. Antes se hablaba de Ronaldo, ahora de Karim...".
Más sobre el Barça, con el que, a estas alturas, no quiso "entrar en comparciones. Ahora tenemos un punto más, y si terminara la Liga hoy seríamos campeones y por tanto mejores. Pero no termina hoy, sino en mayo. Estamos bien, trabajando bien, pero no somos niños. Sabemos que no vamos a ganar todos los partidos por cinco o seis goles, sabemos que van a llegar los empates a cero, los 1-0. Nosotros seguimos trabajando para ganar partidos, para ganarlos jugando bien y marcando el mayor número de goles posible. Pero el Campeonato es muy difícil. Faltan 30 partidos. Falta todo".
LA FECHA DEL CLÁSICO
"A mí me da igual, pero no veo que sea un drama jugar un miércoles y luego dos días después"
Sí hubo recadito al Barça a la hora de hablar sobre la fecha del Clásico. "No tengo opinión. Yo juego cuando tengo que jugar, y ha sido así desde el principio. Jugamos con el Ajax un miércoles y luego un sábado, jugamos un sábado a las diez de la noche en Málaga, volvimos a Madrid a las tres de la mañana, y jugamos el martes con el Milan... A mí me da igual, pero no veo que sea un drama jugar un miércoles y luego dos días después".
Mourinho, que no quiso valorar las palabras de Mourinho sobre la construcción, por parte del luso, de "un Madrid de autor", sí comentó que "el partido ante el Hércules es más importante que el partido de Champions ante el Milan. En Italia podemos perder puntos, pero en Liga no. Queremos ganar para seguir líderes y por eso convoco a los que pienso que están mejor. El equipo será el mismo de los últimos partidos y el mismo de los siguientes, sin grandes alteraciones. ¿Sergio Ramos? Su respuesta física ha sido positiva. No tiene problemas en su rodilla. Si juega o no es por decisión mía, no por un problema físico".
BALANCE PROVISIONAL
"A estas alturas, el trabajo es más importante que los resultados. Personalmente me encuentro bien, contento, adaptado. Me encantaba el Inter, pero no puedo decir que lo eche de menos, porque estoy feliz en el Madrid"
Mou aseguró no esperar una ayuda del Sevilla, "sino de mis jugadores para ganar los tres puntos de Alicante, porque, si lo hacemos, el domingo seremos líderes" e hizo balance de estos primeros meses de blanco: "A estas alturas, ser primero, segundo o tercero no es un gran diferencia, como tener 9, 8 ó 7 puntos en Champions. Lo importante es dónde estamos llegando a nivel de trabajo, a nivel de club. Estamos contentos con la manera en la que estamos trabajando, en la que estamos organizados. La estructura es lo más importante. Luego, el equipo está bien, jugando muy bien para tan poco tiempo de trabajo, y el hecho de ir primeros te da una seguridad en lo que haces. Personalmente me encuentro bien, contento, adaptado. Me encantaba el Inter, pero no puedo decir que lo eche de menos, porque estoy encantado en el Madrid".
Pese a ello, Mourinho no se ve como el futuro Alex Ferguson del Madrid, básicamente por una cuestión de "cultura. En la nuestra es muy difícil. Es muy difícil en Portugal, Italia o España, imposible en Brasil o Argentina, pero normal en Inglaterra. Depende de la cultura; en Inglaterra hay algunos entrenadores que siguen años y años, incluso sin ganar nada. En nuestra cultura, un entrenador que está muchos años en un club tiene que ganar siempre, y eso es imposible. Pero el hecho de pensar en una estabilidad, hablar de cuatro años como una primera meta, es algo muy positivo en nuestra cultura. Si los cumplimos, significaría que hemos trabajado bien y que hemos tenido resultados positivos".
El entrenador del Real Madrid habló, por último, de la posible entrada de teóricos suplentes en el equipo titular. "¿Pedro León? Depende de Di María y Özil. Si ellos siguen jugando como están jugando, es difícil que les quiten el puesto. Pero durante la temporada un mismo jugador no puede jugar 60 partidos, y Pedro nos da garantías de calidad. En cuanto a Granero, es un jugador de la plantilla que ahora tiene otros por delante, como Benzema o Albiol. Hay jugadores que están jugando de un modo que no dan muchas opciones a los demás, como Alonso, Khedira, Özil... Granero en Murcia cumplió, como todos. No hizo nada del otro mundo, pero estuvo aceptable y por eso está convocado", concluyó.
“As pessoas tem que entender que Maradona não é uma máquina de dar felicidade” Diego Armando Maradona em seu livro ‘yo Soy el Diego de la Gente”
Em 21 anos de carreira, Diego Maradona passou por cinco Copas do Mundo, foi cortador da primeira (78), eliminado pelo Brasil na segunda (82), foi o grande personagem da terceira (86), caiu na final na quarta (90), e ‘teve as pernas cortadas’ na última (94). Após se aposentar, foi comentarista em 1998 e 2006, não pode ir para a Copa do Japão em 2002, e comandou a Argentina em 2010.
A maior desilusão da vida
No dia 19 de maio de 1978, faltando apenas 13 dias para o início da Copa, que seria realizada na Argentina, o treinador César Luis Menotti daria a lista dos 3 cortados para a competição. Nesta época, com pouca mais de 1 ano como profissional e com 17 anos, Maradona já mostrava seu potencial e estava entre os 28 convocados pré-selecionados para a competição.
- Os que saem são Bravo, Maradona e Bottaniz – anunciou Menotti, para desespero de alguns, e principalmente o de Maradona.
O corte da primeira Copa, principalmente por ela ocorrer na Argentina, foi um duro golpe na vida de Diego, que não quis permanecer com o grupo e logo abandonou a concentração, em José Paz, para voltar ao conforto de sua família.
- Este dia é o mais triste da minha carreira, jurei que teria revanche. Foi a maior desilusão da minha vida, e que me marcou para sempre. Eu sentia em minhas pernas, em meu coração e em minha mente que eu iria demonstrar que poderia jogar muitas Copas – declarou Maradona em sua biografia.
Apenas dois dias após ser cortado de sua primeira Copa, Maradona voltou a campo e mostrou que tinha condições de estar com o elenco da albiceleste. Marcou dois gols, na goleada por 5 a 0 em cima do Chacarita, e levou nota 10 da Revista El Gráfico. O final da competição todos sabem, a seleção argentina conquistou a taça, e Maradona, mesmo sem ter atuado boa parte das partidas do Metropolitano, terminou como goleador do campeonato.
Para ganhar, tem que jogar
A seleção argentina chegou na Copa de 1982, na Espanha, com a base da seleção campeã de 75 – Passarella, Kempes, Fillol, Gallego e Bertoni – e com o reforço de Ramón Díaz e Diego Maradona, havia feito uma ótima temporada com o Boca Juniors e acabado de se transferir para o Barcelona por 8 milhões de dólares.
Só que a primeira participação do Pibe em uma Copa do Mundo não foi das melhores, e ficou longe da expectativa criada. Jogou cinco partidas, das quais ganhou 2 e perdeu 3, marcou dois gols e saiu expulso justamente na derrota para o maior rival da seleção argentina, o Brasil.
- Cada vez que vejo esta partida em vídeo – Brasil 3 x 1 Argentina -, mas me convenço de que não fomos menos do que eles. E também teve um pênalti em cima de mim. Terminou mal, eu sei, mas poucos sabem que o chute que dei não era para ser em Batista, mas sim em Falcão. Não aguentei uma jogada que eles fizeram no meio. Quando voltei, vi um e meti o chute, no calor da partida… Pobre, era Batista – confidenciou Diego em seu livro.
A glória, o sonho realizado
A preparação de Maradona para a Copa de 1986, sua grande Copa, que o colocou de vez no hall dos grandes jogadores do Mundo, começou pouco depois da eliminação de 1982. Quando se recuperava da hepatite, em 1983 na Espanha, recebeu a visita de Carlos Bilardo, novo treinador da seleção, e ficou sabendo que seria o capitão da equipe.
A partir deste momento, o Pibe tratou de se preparar para chegar da melhor forma no México. Não conquistou nenhum título neste intervalo de tempo, mas sabia que dependia apenas de si para poder apagar a impressão deixada em 82, e conquistar seu primeiro título. E Maradona fez acontecer.
De se lembrar os dois gols contra a Inglaterra, em uma partida que tinha um valor que ultrapassava as quatro linhas de campo, mesmo com os jogadores declarando que não.
- Para nós, por tudo o que representava, jogamos uma final contra a Inglaterra. Porque era como ganhar de um país, não de uma equipe de futebol. Apesar de termos dito que o futebol não tinha nada que ver com as Malvinas, sabíamos que eles tinham matado muitos pibes como passarinhos e isso era uma revanche, era… Recuperar as Malvinas – Maradona.
Na final também contra a Alemanha também foi o grande homem do jogo, e terminou a partida coroado ainda como o melhor jogador da competição.
A revanche alemã
Desta vez a seleção já não estava tão redonda como no México. Maradona havia começado a competição com uma forte gripe, e com toda torcida italiana contra si, devido ao seu clube, o Napoli. Sua relação com o Bilardo já não era a mesma e estava abalada, principalmente pelo treinador não querer utilizar Caniggia, um dos homens pedido por Maradona.
Perdeu a primeira partida para Camarões, por 1 a 0. Na segunda, venceu a União Soviética por 2 a 0, e conseguiu a classificação para a próxima fase graças ao empate com a Romênia na última partida.
Pegou o Brasil, no famoso jogo da água batizada, e só venceu devido a um passe genial para Caniggia. Sofreu contra a Iugoslávia, e na semi-final contra a Itália, que não havia sofrido gols em 5 partidas. Na final enfrentou a Alemanha, desta vez os alemães levaram a melhor e Diego protagonizou mais uma polêmica, ao se esquivar de João Havelange, na hora de receber sua medalha.
- Éramos carne de canhão, porque tínhamos eliminado a Itália. Não nos iam perdoar, nós tínhamos arruinado o negócio da final contra a Alemanha… No dia em que fomos reconhecer o estádio antes da final, Grondona comentou comigo que tinha um mal pressentimento, que estávamos fora. Me esquentei com ele, não podia acreditar que ele tinha falado isso
Lhe cortaram as pernas
Após ter sido chamado de última hora para salvar a seleção nas Eliminatórias, na partida de repescagem contra a Austrália, foi convocado para disputar a competição nos Estados Unidos. Estava bem acima do peso, com 89 quilos, e fez um grande plano para conseguir baixar.
Mas, a grande despedida do Pibe dos Mundiais, durou apenas duas partidas. No Estados Unidos, tomou Ripped Fuel, ao invés de Ripped Fast, remédio que já estava tomando para ajudar a emagrecer, e foi pego no controle antidoping por uso de efedrina.
- Me cortaram as pernas – declarou Maradona após a decisão final da FIFA de o afastar dos gramados e da competição.
Maradona não podia acreditar, que mesmo após ter se preparado tanto e conseguido entrar em forma, tinha feito apenas duas partidas e marcado um gol. A seleção argentina foi eliminada, não conseguiu se recuperar do trauma de ter perdido seu principal jogador, e Maradona se despedido da competição que lhe consagrou, da pior forma possível.
Voltou como comentarista, mas foi sentir o gosto de estar dentro do campo somente depois de 16 anos, quando foi contratado como treinador da seleção argentina. Tinha Messi como seu ‘Maradona’, mas viu o jogador ser criticado como ele mesmo foi em 82. O Pibe chamou mesmo a atenção por seus gestos a beira do gramado, e pelo modo com que matava cada bola que chegava perto do banco de reservas, com a mesma qualidade de quando era jogador.
- Francis (seu primeiro treinador) sempre dizia que eu podia estar em uma festa de gala, com um traje branco, mas se vinha uma bola em minha direção, a parava no peito. Diego Armando Maradona
Diego Maradona sempre foi uma figura enigmática que, por onde passou, ou fez com as pessoas o amassem ou odiassem. E, para tentar desvendar, entender, ou apenas explicar o amor das pessoas pelo Pibe, surgiram alguns filmes nos últimos anos sobre o maior camisa 10 da seleção argentina. Dois documentários – Amando a Maradona e Maradona by Kusturica – e o filme ‘El Camino de San Diego’, de cineasta Carlos Sorín, podem ser considerados os principais.
O mais recente deles é Maradona by Kusturica, de Emir Kusturica, cineasta e músico sério, lançado em 2008. Logo no início o cineasta mostra que este é um documentário frio e distante, ao aparecer na primeira cena com sua banda em Buenos Aires se auto-proclamando o Maradona do cinema.
- Kusturica assume que Maradona é ele. Para demonstrá-lo, busca paralelos entre seus filmes e a vida do jogador. Em especial, cita Gato Branco Negro para dizer que Maradona foi sempre seu pior inimigo, mas sobreviveu para contar a própria história e ser incensado como Deus vivo – crítica de Luiz Carlos Merten no jornal O Estado de São Paulo do dia 23/06/2010.
O documentário foge dos padrões convencionais e é assomadamente passional e pessoal, nada referencial. No entanto, apesar de construir um mito em seu documentário, Emir mostra um Diego humano, que reconhece seus erros, e desconstrói a imagem de uma pessoa arrogante, muitas vezes pintada em Maradona.
– Existe um monte de coisas das quais sinto uma culpa terrível, dentro de mim. Podem falar que estou bem, que estou melhor ou que estou melhor que antes. Mas isto não está dentro de mim. Eu sei a culpa que tenho, e isso não posso mudar. Emir, sabe que jogador eu teria sido sem a cocaína? Que jogador nós perdemos! O que me amarga a boca é que eu poderia ter sido mais do que sou. Te garanto. – Diego Maradona no documentário.
Amando a Maradona, de Javier Vázquez, cineasta argentino, segue uma linha diferente da de Emir, e como o próprio subtítulo diz, “é um filme sobre o amor incondicional”. Reúne imagens pouco conhecidas do craque, depoimentos de pessoas que cresceram com Maradona, de fãs e do próprio jogador, enquanto se recuperava em Cuba.
Durante todo o documentário, declarações de amor ao jogador são feitas por torcedores que já o tatuaram no corpo. Sua identificação com as torcidas do Napoli e Boca Juniors, principalmente, são exploradas pelo cineasta, que aproveita para explicar como funciona a Igreja Maradoniana.
Talvez o mais sensível, imparcial e verdadeiro dos três seja o único que é ficção. El camino de San Diego, do diretor argentino Carlos Sorín, tenta mostrar a fascinação dos argentinos pelo Pibe, sem colocar Maradona uma única vez na tela.
Tatí Benítez, um jovem adorador de Maradona e morador do interior da Argentina, encontra uma raiz de árvore parecida com seu ídolo. Só que Tatí descobre que Maradona está internado na Clínica Suiço Argentina de Buenos Aires, e resolve atravesar o país para entregar a escultura para Maradona.
O filme passa durante o período em que o ex-jogador esteve internado, após ficar muito perto da morte e comover toda uma nação, e mostra, que não importa o local, a situação, ou até mesmo o sexo, Diego Maradona sempre moverá paixões.
L os culés están de enhorabuena. Don Andrés, el héroe de Stamford Bridge que abrió la puerta a los históricos seis títulos en el primer año y medio de Pep Guardiola en el banquillo, ha vuelto de forma espectacular. Su arranque de temporada no ha podido ser mejor y justo cuando se cumplen ocho de su debut oficial con el primer equipo blaugrana parece disparado a demostrar que su mejor versión aún está por llegar.
Su calvario arrancó en el último tercio de la temporada 2008-09. Una lesión muscular sufrida en el partido en el que se frustró el alirón liguero ante el Villarreal fue el origen de los problemas. Su compromiso con el club le llevó a jugar lesionado en la final de Roma y, pese a no poder ni chutar a puerta, fue decisivo para levantar el título ante el Manchester United. El jugador pagó el esfuerzo y pasó “el peor verano de mi vida”, como él mismo confesó, antes de afrontar la siguiente problema.
A Andrés le costó mucho arrancar en la campaña 2009-10 y necesitaba cambios en su preparación para ganar en confianza. Los preparadores del club le hicieron cambiar algunos hábitos para prevenir su musculatura. El centrocampista realizó un trabajo más específico en zonas de riesgo y, por ejemplo, potenció los estiramientos. Otro aspecto de su físico que potenció fue el tren superior. Iniesta empezó a realizar dos sesiones semanas de musculación con la intención de fortalecer su cuerpo y no ser tan frágil. Ello se traducía en el campo con menos caídas y mayor resistencia ante la brusquedad que podría ser víctima por parte de los rivales.
El jugador siguió a rajatabla el plan y se cuidó al máximo. Por ello, la rabia volvió a apoderarse de él cuando en el último tercio de la pasada temporada volvió a lastimarse y se perdió la semifinal de la Champions ante el Inter de Milán. Andrés luchó al máximo para recuperarse a tiempo en caso de acceder a la final del Bernabéu. El manchego logró su propósito, pero el Barça no pudo con los italianos. De todos modos, el futbolista fue recompensado participando en el partido del alirón ante el Valladolid.
Otra gran suerte para recuperarse de tantos infortunios ha sido contar con un entorno muy favorable. Su familia siempre ha estado a su lado desde que se trasladó a Sant Feliu de Llobregat y gracias a su pareja Anna ha encontrado una estabilidad que le hace sentir muy feliz. El próximo año estrenará paternidad en un nuevo paso que reafirmará su madurez personal.
El grupo de amigos y compañeros también le han ayudado en todo momento a sobreponerse. Los otros capitanes del equipo, Puyol, Xavi y Víctor Valdés, han estado siempre muy cerca de él, de la misma manera que otros miembros del vestuario como el recuperador Emili Ricart, el jefe de relaciones externas, Manel Estiarte o el responsable de la atención al jugador, Pepe Costa, si bien por encima de todos predomina la figura de Pep Guardiola. El de Santpedor le ha arropado de forma incondicional y siempre le ha demostrado una confianza infinita. Guardiola ha sido clave para impedir que el jugador pudiera venirse abajo cuando las lesiones le maltrataban. A nivel médico, el doctor Ramon Cugat ha sido otra de las figuras claves en su recuperación. El galeno le ha hecho un seguimiento constante y uno de sus consejos primordiales fue que se levantara siempre con una sonrisa, con ganas de trabajar y así le resultaría más fácil sobreponerse.
Un mensaje de optimismo que ha recibido desde Barcelona y también desde la Federación Española. Los culés pueden estar más que tranquilos por el trato que reciben sus futbolistas cuando están en la selección. Vicente del Bosque los trata a todos con mucha atención y se ha centrado especialmente en el caso de Iniesta. Con independencia del estado físico en que se encontrara a lo largo de la pasada campaña, el salmantino siempre contó con él y le transmitió que sería clave en el Mundial. Incluso, Fernando Hierro viajó a Barcelona para expresarle la máxima confianza.
En Sudáfrica, Andrés prácticamente no entrenó. Sólo jugaba y realizaba recuperación para cuidar sus piernas y respondió marcando el gol de la final en Johannesburgo. Su éxito en la cita mundialista fue el espaldarazo definitivo que necesitaba para enterrar las dificultades anteriores. De las lesiones no quedan ni rastro en un principio de temporada en el que ha asumido el papel de líder.
Sus buenas prestaciones le han llevado a ser titular en todos los partidos de Liga y Champions. En total, Iniesta ya acumula 986 minutos, mientras que la pasada campaña sólo había jugado 503. El jugador disfruta de continuidad y explica que “me siento fino, lo que no era normal era lo del año pasado. Cuando estás bien físicamente puedes sacar tu mejor juego”.
El de Fuentealbilla está como un tiro y su moral se refuerza no sólo en su entorno, sino cuando el Barça juega a domicilio. Las ovaciones ya son una tradición más del campeonato.
"NUNCA OLVIDARÉ SON LAS PALABRAS DE VAN GAAL"
Hoy se cumplen ocho años del debut de Iniesta en Brujas
Van Gaal fue el técnico que le dio la alternativa. Su primer consejo: “Sé tú mismo”
Jordi Gil
El 29 de octubre del 2002 es una fecha que quedará en los anales de la historia del Barcelona. Y es que ese día Andrés Iniesta se vestía de corto para jugar su primer partido oficial, concretamente en la ciudad belga de Brujas. Fue el holandés Van Gaal, en su segunda etapa en el banquillo blaugrana, quien le dio la oportunidad, aprovechando que el equipo ya estaba clasificado para la siguiente fase de la Champions. El holandés puso un equipo titular lleno de jóvenes -la media de edad era de 22,6 años-, entre los que destacaba un pizipireto chavalín de Fuentealbilla, que en aquel entonces contaba con 18 añitos. Le acompañaban en el once titular jugadores como Fernando Navarro, Rochemback, Dani, Geovanni, Gerard, Riquelme, Puyol, Dani Tortolero, que también debutaba, y el tristemente fallecido, el portero alemán Robert Enke. En la segunda parte saltaron al campo David Sánchez y Sergio García, que también se estrenaron con el primer equipo. El encuentro acabó 0-1 a favor de los blaugrana, con un gol de Riquelme. Iniesta jugó el partido entero, dando ya muestras de su talento y magia especial.
SPORT le entregó a Andrés unas fotos del partido de su debut para que evocase aquel instante. “Lo que nunca olvidaré son las palabras de Van Gaal que me dijo antes de saltar al campo: que estuviese tranquilo, que jugase como yo sabía y que fuera yo mismo”, recordó el manchego, visiblemente emocionado.
POR SU GESTO EN EL MUNDIAL HACIA JARQUE
¡El Espanyol le prepara un homenaje a Iniesta!
Jordi Gil/Javier Miguel
El presidente del Espanyol, Dani Sánchez-Llibre, confirmó ayer a los micrófonos de RAC1 que el club blanquiazul tiene pensando tener un gesto hacia el de Fuentealbilla. La razón es, precisamente, el gesto que tuvo Iniesta en la final del Mundial, cuando, tras marcar el gol que dio el título a España, mostró una camiseta en la que recordaba al desaparecido central del Espanyol, Dani Jarque.
Ambos eran muy amigos y el blaugrana no dudó en dedicarle el tanto. Es por ello que el máximo representante blanquiazul explicó que la entidad se lo quiere agradecer de alguna manera. Será en el Espanyol-Barça de Liga que se disputará el fin de semana del 18 y 19 de diciembre en el estadio de Cornellà-El Prat.
La afición, por su parte, parece que también tiene previsto agradecer el trato que siempre le ha dado Andrés Iniesta a la figura del ex capitán del Espanyol, con el que mantenía una gran amistad que iba mucho más allá de lo futbolístico. El blaugrana vivirá momentos muy emocionantes en el estadio del rival ciudadano.
Guardiola: "Veremos como está Xavi cuando juegue 90 minutos"
Sport.es
El técnico de Santpedor está muy concienciado de cara al próximo partido liguero ante el Sevilla, del que expresó que ha mejorado mucho con la llegada de Gregorio Manzano.
Pese a que había más preguntas referentes a la fecha en la que se jugará el, Pep zanjó el tema con una frase tajante: "Ahora mismo el Madrid es cero preocupación".
"El de mañana (por este sábado), es un partidazo y tenemos muchas ganas de jugarlo", señaló. Pese a que todo parece indicar que Xavi podría ser titular, Guardiola reconoció que pese a encontrarse "mucho mejor, habrá que ver como responde cuando juegue 90 minutos".
"El Sevilla siempre es un rival difícil, con gente que lleva muchos años jugando juntos y con defensas contundentes como Martí o Alexis", destacó del cuadro hispalense.
Preguntado sobre la sanción de Pinto, el entrenador no quiso pronunciarse y dijo que una vez tengan los motivos firmes de la sanción "lo valoraremos", ya que todavía no se tienen.
Asímismo, Guardiola dejó entrever que quizá suban a algún jugador del filial al primer equipo en el mercado de invierno para completar la plantilla.
Guardiola na mira do Chelsea, afirma imprensa espanhola
Chefão dos Blues, Roman Abramovich, prepara uma proposta ao treinador do Barcelona em 2011
Depois do Manchester United, o Chelsea estaria de olho em Pep Guardiola, treinador do Barcelona. O contrato do técnico com o clube catalão termina em 30 de junho de 2011. Com isso já desperta cobiça dos grandes na Inglaterra.
O Manchester United vê em Guardiola o sucessor ideal para Alex Ferguson.José Mourinho foi um dos primeiros nomes falados para o comando técnico dos Red Devils, mas a chegada do português ao Real Madrid este ano não sugere uma mudança em curto prazo.
Agora, é a imprensa espanhola que revela o desejo de Roman Abramovich, proprietário do Chelsea. O milionário prepara uma proposta para convencer Guardiola a se transferir para Londres em 2011
Na temporada passada, Guardiola renovou com o Barcelona por um ano, tendo uma cláusula contratual entre as partes, que o compromisso se renovaria automaticamente todos os anos sempre que o treinador assim o solicitasse.
De olho na renovação, Daniel Alves não descarta saída do Barcelona
Porém, o lateral está confiante em acertar seu novo contrato até 2015, apesar do interesse de uma equipe da Inglaterra
Por GLOBOESPORTE.COMBarcelona, Espanha
Daniel Alves com a camisa do Barcelona (Foto: Reuters)
Daniel Alves, lateral do Barcelona, revelou que está confiante em assinar um novo contrato com o clube catalão. Porém, admitiu que o Barça está um pouco distante de aceitar o seu pedido. O atleta não veria problema de sair, revelando que houve interesse de um time da Inglaterra.
- Eu deixei o Sevilla e fui para o Barcelona, e poderia sair do Barça para outra equipe. Não tenho nenhum problema em não estar aqui. Obviamente eu adoraria ficar aqui o máximo possível, e tento trabalhar duro todos os dias para fortalecer essa relação. Sei que está chegando algo da Premier League, mas isso é com o meu agente. Eu estou aqui para jogar - disse.
Daniel Alves foi comprado pelo clube em 2008 por € 32 milhões (cerca de R$ 75 milhões). Seu compromisso termina em junho de 2012. Segundo o jornal "Mundo Deportivo", a diretoria quer renovar contrato até 2015.
- Meu objetivo é cumprir meu contrato até 2012. Se o clube acredita que eu ainda sou útil, ficarei mais. Se eles acham que eu não tenho mais utilidade para o grupo, eu saio e nada acontece, o futebol é assim - explicou.
Apesar de o acerto ainda não ter acontecido, Daniel Alves acredita que em breve assinará um novo contrato com o Barcelona.
- Estou confiante de que vamos chegar a um acordo, mas ainda estamos um pouco distante do que eu quero. No momento, estamos discutindo, mas ainda não houve progresso da outra parte. Agora existem diferenças. O que eu quero é o valor da minha atuação no campo - finalizou.
Boas atuações no Milan rendem a Ronaldinho nova chance na Seleção
Mano convoca o jogador para amistoso contra a Argentina após observá-lo em ação na Europa; desempenho do brasileiro contra os hermanos é discreto
Por Lucas LoosRio de Janeiro
Robinho e Ronaldinho Gaúcho voltarão a fazer dupla na Seleção Brasileira (Foto: AFP)
Após mais de um ano e meio, Ronaldinho Gaúcho está de volta à Seleção Brasileira. Fora da equipe desde primeiro de abril de 2009, quando encarou o Peru pelas eliminatórias da Copa de 2010, o meia-atacante do Milan foi convocado por Mano Menezes nesta sexta-feira para o amistoso contra a Argentina, no dia 17 de novembro, em Doha, no Qatar. Se não voltou a mostrar o desempenho da época em que foi eleito o melhor do mundo, em 2004 e 2005, o jogador de 30 anos vem apresentando uma regularidade na Itália, que representa uma nova chance com a amarelinha.
Para ganhar o voto de confiança, Ronaldinho recebeu um acompanhamento especial de Mano. Há duas semanas, o treinador foi à Europa e viu o jogador em ação pelo Milan em duas oportunidades: contra o Chievo, pelo Campeonato Italiano, onde o brasileiro se destacou; e na derrota rossonera para o Real Madrid, por 2 a 0, pela Liga dos Campeões, no Santiago Bernabéu..
Se a chance após boas atuações não apareceu após a Copa do Mundo, o jogador precisou mostrar mais consistência para ganhar uma nova oportunidade. No Calcio, Ronaldinho vem formando o ataque do Milan ao lado de Ibrahimovic e Pato, e o time rossonero é o vice-líder, com 17 pontos, atrás apenas do Lazio, de Hernanes. Na Liga dos Campeões, a equipe de Massimiliano Allegri ainda não deslanchou e ocupa a segunda posição do Grupo G, que tem o Real Madrid na ponta. O meia-atacante, no entanto, brilhou na única vitória dos italianos na competição, sobre o Auxerre, e participou dos dois gols de Ibrahimovic no duelo.
Ronaldinho chega para somar em um grupo que venceu os três jogos que disputou até agora sob o comando de Mano Menezes, contra Estados Unidos, Irã e Ucrânia. E, para facilitar a adaptação em um elenco que está buscando entrosamento desde agosto, o jogador vai encontrar Robinho e Pato, seus companheiros de Milan, no ataque da Seleção.
Ronaldinho tem desempenho apenas regular contra hermanos
Boas exibições com a camisa do Milan renderam nova chance na Seleção (Foto: Getty Images)
Contando os jogos pela Seleção principal e pelas Olimpíadas, Ronaldinho participou até agora de seis partidas contra a Argentina, e o desempenho é apenas regular. São três vitórias e três derrotas com a amarelinha. Um dos resultados positivos, no entanto, é mais do especial. Na decisão da Copa das Confederações de 2005, o jogador marcou o terceiro gol do triunfo de 4 a 1, que deu o título ao Brasil.
Do outro lado da moeda, a derrota mais sentida foi a eliminação das Olimpíadas de 2008, quando a Seleção perdeu por 3 a 0 e desperdiçou mais uma vez a chance de ganhar o ouro olímpico, que ficou com os hermanos. Além desse duelo, a estreia do meia-atacante pela Seleção contra a Argentina também foi com um revés, dessa vez por 2 a 0, em 99, em um torneio amistoso em Buenos Aires. A outra derrota foi em junho de 2005, por 3 a 1, em duelo válido pelas eliminatórias da Copa.
Com Ronaldinho em campo, as outras duas vitórias da Seleção contra a Argentina já estão completando uma década que aconteceram. A primeira foi em 99, por 4 a 2, no Beira-Rio, em um amistoso, enquanto o Brasil voltou a levar a melhor um ano depois, por 3 a 1, no Morumbi, dessa vez pelas eliminatórias. O meia passou em branco nas duas oportunidades.
Adiada para segunda reunião para a escolha do técnico argentino
Imprensa argentina diz que Sergio Batista, atual interino, será o escolhido
Por Das agências de notíciasBuenos Aires
Sergio Batista deve ser mantido como técnico da Argentina (Foto: EFE)
A primeira reunião prevista para esta sexta-feira da comissão de seleções da Associação do Futebol Argentino (AFA), para escolher o sucessor de Diego Maradona como técnico, foi adiada para segunda-feira. O adiamento se deve ao luto oficial pela morte do ex-presidente do país Néstor Kirchner, ocorrido na quarta-feira.
Segundo a informação oficial, a comissão, formada por seis dirigentes, receberá do diretor-geral de seleções, Carlos Bilardo, uma lista com os candidatos ao cargo, trâmite que inúmeros meios de comunicação locais consideram um teatro já que o escolhido será o atual interino, Sergio Batista.
Dois dos membros desse grupo, os vice-presidentes do Boca Juniors, Juan Carlos Crespi, e do River Plate, Dirgo Turnes, disseram nos últimos dias à imprensa que o único candidato é Batista. A ratificação de Batista no cargo poderia ser anunciada na próxima terça-feira, quando o presidente da AFA, Julio Grondona, retorna de Zurique (Suíça), cidade em que participou de um Congresso da Fifa.
Após a Copa do Mundo da África do Sul, Batista convocou os jogadores e comandou a seleção argentina nos amistosos contra Irlanda, Espanha e Japão. O próximo amistoso da Argentina será com o Brasil em 17 de novembro no Qatar.
Maradona revela sonho de treinar time da Premier League
Ex-treinador da Argentina espera convite de algum time inglês
Por GLOBOESPORTE.COMLondres
Maradona sonha com a Premier League (Foto: Reuters)
Perto de completar 50 anos de idade, o ex-treinador da seleção da Argentina Diego Maradona revelou nesta sexta-feira que tem um sonho de treinar um time da Primeira Divisão da Inglaterra. O craque argentino espera um convite de um time da Premier League.
- Sempre admirei o Campeonato Inglês pela sua competitividade e o espírito com que a Inglaterra vive o futebol. Sim, se surgir uma hipótese de treinar um bom clube, aceitarei na hora. O problema é que todas as equipes de que gosto têm excelentes treinadores - disse El Pibe ao "Sky Sports".
O treinador aproveitou para negar sobre a possibilidade de treinar o Aston Villa.
- Nunca me convidaram, nem nunca me ofereci. Não é esse o meu estilo de fazer essas coisas - concluiu.
Para alegria da mulher, Marcos está perto de voltar e 'adia' aposentadoria
Goleiro, que já está mais animado para atuar na temporada de 2011, diz que a esposa não o aguenta mais em casa. Ele pode voltar contra o Goiás
Por Carolina Elustondo e Julyana TravagliaSão Paulo
Há 15 jogos fora do Palmeiras, Marcos não chega a ser pressionado por Luiz Felipe Scolari para voltar à meta. Preocupado com a saúde do atleta-amigo, o treinador acompanha a recuperação do goleiro alviverde de uma artroscopia no joelho esquerdo com muita atenção. A pressão, porém, está em outro lugar. Em casa! A atriz Sônia Almeida, esposa do goleiro de 37 anos, é quem sempre questiona sobre seu retorno. E existe a possibilidade de que isso ocorra neste sábado, quando o time enfrenta o Goiás, pelo Campeonato Brasileiro. Um último teste no treino desta sexta-feira pode ser determinante para a escalação do ídolo.
Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, Marcos afirmou que as dores já não o atrapalham tanto. Mas comenta que se fosse necessário ir para o sacrifício, aceitaria, embora não veja necessidade. Além da lesão, o camisa 12 do Palmeiras fala sobre a possibilidade de prorrogar a sua aposentadoria por ver o Alviverde reforçado e acreditar que, em 2011, o time pode ser mais competitivo. “Isso me anima”.
Marcos treinará nesta sexta para ver se pode enfrentar o Goiás (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
GLOBOESPORTE.COM - Você tem condições de jogar neste sábado, contra o Goiás? Marcos - Esta é a primeira semana que estou treinando com bola. As dores no joelho melhoraram muito, não me atrapalham tanto agora, mas quem decide é o Carlão (Pracidelli, preparador de goleiros) e o Felipão. Não sei se sábado posso estar à disposição porque depende do treino desta sexta-feira. Acho que aí define.
Mas você já se sente bem para voltar a jogar? Acho que isto tem de ser conversado, porque não existe motivo para sacrifícios. O Deola está bem. Ele precisava de desse tempo como titular para se destacar. Nós acreditamos nele e no Bruno (terceiro goleiro). Você só consegue ver um grande goleiro quando ele tem 15, 20 jogos na sequência. Ele pegou confiança, e acho que o Palmeiras não teve resultado pior contra o Atlético-MG porque ele fez grandes defesas. Temos jogadores no elenco agora que são mais importantes do que eu, como o Valdivia, o Kleber, o Assunção. Se tivesse necessidade... "Nossa, você precisa jogar. Dá?" Dá. Mas tem necessidade? Não tem. Às vezes você volta de uma lesão e não percebe se está bem ou mal. Mas o cara que chuta a bola nos treinos, como é o caso do Carlão, pode falar se dá ou não. Vai ser definido por ele.
Marcos faz graça com as bolas do Paulistão 2011 (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
A Sul-Americana é uma prioridade agora para o Palmeiras por ser o caminho mais viável para a vaga na Libertadores hoje? Não é que estamos dando prioridade. A vaga no Brasileiro está mais longe, é algo que não depende só de nós. Mesmo que vençamos as sete partidas que restam, ainda temos de torcer para um monte de gente perder. E, talvez, esses outros ganhem e tirem as nossas chances. Isso não quer dizer que a Sul-Americana é menos difícil. Ainda temos de passar pelo Atlético-MG, que não vai ser fácil e, se passarmos, pegar Goiás ou Avaí. Temos mais condições de chegar pela Sul-Americana, mas a prioridade continua sendo os dois, pelo menos até que não dê mais pelo Brasileiro.
Você tem acompanhado os jogos do Palmeiras no estádio? Não vou ao jogo porque fica difícil de achar um lugar sossegado. Toda hora tenho de ficar dando autógrafos ou tirando fotos (risos) e eu gosto de ver a partida mesmo. Assisto a todos os jogos, de todos os times. Agora, minha participação tem sido mínima. Fico mais conversando e motivando o grupo. Estou me limitando a ficar quieto nas reuniões e apenas apoiar o time. E apoiar o Lenny (atacante lesionado). Estamos brigando para ver quem vai demorar mais para voltar. Acho que vou ganhar dele (risos).
Você conhece bem o Felipão. Ele mudou muito desde a Copa de 2002? Nós conversamos mais sobre mim, mas ele não mudou nada. Ele vai sempre ao departamento médico saber como estamos, isso é muito legal. Mas está interessado em saber não para colocar em campo. É porque ele não descuida mesmo, se preocupa com a saúde dos jogadores. Acho que a única coisa que mudou nele foi a conta bancária (risos). No jeito, ele é o mesmo. Dá as duras, cobra... Sempre falávamos na Seleção Brasileira que era a família Scolari porque ele cria esse clima mesmo. Se você faz as coisas certas, ele está do seu lado. Mas quando você vai mal na escola, aplica o castigo, manda treinar mais, dá dura. Dentro de campo, tomar bronca é comum. Por mais que você seja mais velho, isso acontece, é normal. Foi assim com o Vanderlei (Luxemburgo), com o Muricy (Ramalho) e com o Antônio Carlos. Cobrar faz bem para o jogador porque aí ele não se acomoda.
A única coisa que mudou no Felipão foi a conta bancária (risos). No jeito, ele é o mesmo"
Marcos
Depois de tantos anos como titular e após alcançar a condição de ídolo, aceitaria sentar no banco de reservas? Jogo há muitos anos aqui porque sempre fiz o simples. Nunca me coloquei em alguma posição diferente dos outros. Sempre procuro respeitar o momento de cada um. Quando você se machuca, dá brecha para outro jogador. Mesmo sendo um ídolo, cada um tem de viver o seu momento. Se alguém chegasse e me mandasse para o banco, iria aceitar, sem ficar emburrado. Seus direitos vão até onde começam os dos outros. Se tiver que ficar no banco para o Deola não tem problema nenhum.
Este ano você declarou que pensava em se aposentar em dezembro, depois recuou. E agora? Minha cabeça funciona mais ou menos como funciona o time. Se vejo que vou ter que jogar um ano com time sem condições de ser competitivo e eu terei que dar entrevista falando que ainda pode chegar ao título, desanimo, porque sei que estou contando uma mentira. Agora mudei porque vejo o Palmeiras contratando Kleber, Valdivia, Assunção, Lincoln, Ewerthon, Edinho... Além de um treinador de ponta como o Felipão, que não vai ficar acomodado. Isso me faz mudar de opinião. Não sei se vamos ganhar algo, mas temos um time competitivo, a responsabilidade é dividida. Acho que no ano que vem eu volto para disputar posição, se estiver bem. E isso me anima de novo.
Marcos já pensa em jogar em 2011 (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
E no dia que a aposentadoria chegar você ficará mais tranquilo por saber que tem um goleiro como o Deola para ficar no seu lugar? Sabia que ele seria um bom substituto. Desde juvenil víamos qualidade nele, assim como no Bruno e no Diego Cavalieri, que esteve aqui anteriormente. Mas também sabemos que ninguém sai do banco e logo vira ídolo. E não dá para cobrar o jogador por um ou dois jogos. Se eu voltasse hoje no lugar do Deola iriam pedir o retorno dele, pois eu precisaria adquirir ritmo. Quando ele começou a jogar e estava sendo criticado, pensei muitas vezes em ir até a sala de imprensa e defendê-lo, mas respeitei o momento dele. Quando isso acontece, o jogador se defende, dá entrevistas, e não é correto um cara chegar lá e falar por ele. Mas eu sabia das condições dele, duro é ter paciência com goleiros. Esse é o segredo: paciência: goleiro precisa de confiança e ritmo de jogo. Quando o Deola joga bem assim não é surpresa para mim.
Vendo o Deola em destaque e após tantos jogos afastado, tem receio de voltar? Não tenho medo não, mas me sinto pressionado, que é uma coisa que todo atleta está acostumado. Quando o jogador entra em campo pressionado você pode ter certeza de que ele vai jogar bem, porque estará atento, concentrado. Nas vezes que cometi erros não foi porque estava pressionado, mas por estar confiante demais. Pressão é normal na nossa posição. Quando eu ia para a Seleção, ficava na reserva do Dida, e o Sérgio entrava aqui e fechava o gol. Os caras não queriam que eu voltasse (risos). Eu jogava pressionado para ir melhor do que o Sérgio, isso é natural.
Você dá conselhos para o Deola? Ele é um 'menino' de 26 anos, já rodou por aí. Não dou conselhos, mas conversamos bastante. O Carlão, que está no dia a dia, ajusta os erros e acertos dele. Somos goleiros e procuramos sempre conversar. O grande ponto da história de goleiros do Palmeiras é que todos torcem para o titular como se estivessem ali. Ninguém torce para o outro tomar frango para poder assumir o lugar. Essa amizade grande faz com que qualquer goleiro do Palmeiras jogue tranquilo.
Até onde esse Palmeiras de agora pode chegar? Acho que se perguntasse para alguém do Flamengo do ano se o time poderia ser campeão, iam até falar que sim. Mas não iam sentir isso verdadeiramente. Deve ser difícil ser comentarista, por exemplo, pois ninguém sabe o que vai acontecer. Temos a intenção de chegar próximo (dos líderes), mas é difícil. Pelo lado otimista, temos grandes chances de chegar à Libertadores. Mas podemos não entrar de novo, dependerá dos últimos jogos. Por isso a preocupação do preparador físico do Palmeiras em deixar os jogadores bem para as duas competições.
Não classificar para a Libertadores seria frustrante sim. No ano passado já foi terrível"
Marcos
Seria frustrante não classificar novamente para a Libertadores, como em 2009? Não classificar para a Libertadores seria frustante sim. No ano passado já foi terrível. Para o clube é péssimo tentar manter jogadores de nível sem a Libertadores. Você quer contratar, analisa, mas o atleta sempre quer saber qual competição vai jogar. Se tem Libertadores fica mais fácil montar um grupo forte. E sem a vaga também fica difícil para o clube trazer recursos.
Falando em recursos, o Palmeiras ainda está com problemas de atrasos de salários? Não tem nada de dívida hoje. Foi tudo pago. Os clubes passam por dificuldades para contratar e manter elencos grandes, com salários altos, para a disputa do Brasileiro. Por isso batalham para entrar na Taça Libertadores, pois podem melhorar os contratos de patrocínio, contratar jogadores melhores...
Desta vez Marcos se saiu bem como malabarista... (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Depois de tantas partidas fora do time, já está cansado de ficar em casa? Minha mulher sempre me pergunta quando eu vou voltar (risos). Ela está mais preocupada do que o Felipão! Não somos acostumados a ficar em casa. Agora estou fazendo mais ou menos a programação do time. Antes eu chegava às 8h e saía às 20h. Fazia seis horas de fisioterapia. O resto era resenha com o pessoal do CT, almoçando com os funcionários na cozinha. Nada contra a minha esposa, mas não vejo a hora de ir embora de casa. Até falo que, quando parar de jogar, vou passar uns dois anos indo ao CT só para conversar (risos).
Estos son días en los que los diarios deportivos, y también los que no lo son, están dando relevancia a varios delanteros que parece que atraviesan unos momentos delicados. El protagonismo es para la sequía de Villa, la apatía de Benzema y el descontento de Forlán, entre otros nombres de goleadores con menor trascendencia mediática.
En lo relativo a Forlán se vuelve a repetir la historia. Por estas fechas hace un año la afición del Atlético pitaba al uruguayo, que lo fallaba todo y no parecía enchufado al objetivo de reflotar un equipo que con Abel Resino se hundía en la Liga. Así empezó la temporada 09-10 y recuerden cómo la terminó ‘el Cacha’... con miles de aficionados aclamándole en la fuente de Neptuno.
Las suplencias y las ausencias de Forlán las maneja Sánchez Flores a conciencia, aunque al jugador no se lo parezca y quiera jugar los 90 minutos de los 60 partidos que puede llegar a tener el Atlético. Pero al ‘7’ rojiblanco hay que dosificarlo en este arranque de campaña, tal y como está haciendo su técnico, porque por muy profesional que sea, que lo es, y por mucho que se cuide, que lo hace, es un futbolista de 31 primaveras.
Mientras se espera que el ariete 'resucite' como hace un año, es justo reconocer lo que es obvio, que el Balón de Oro del Mundial de Sudáfrica no ha empezado fino en el apartado físico ni en el capítulo de la puntería. El cansancio no preocupa a orillas del Manzanares porque sigue un plan específico de recuperación
Brasil tira as Rainhas do trono e vence o Quênia na estreia no Mundial
O apelido "Rainhas" era das quenianas, que encheram seu país de orgulho ao superaren dificuldades dentro fora de quadra para irem ao Mundial do Japão. Mas o Brasil, atual campeão olímpico, não se importou em quebrar o protocolo e tirar delas a coroa. Natália, Adenízia e Sheilla, poupadas, não participaram da "rebelião", mas, fora da quadra, incentivaram com gritos de guerra, junto com a torcida, que, mesmo em número pequeno, fez sua parte. Não foi uma nobre atuação, a seleção pecou em erros bobos, consequências do nervosismo da estreia. No fim, um terceiro set digno da realeza verde e amarela e a vitória por 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/16 e 25/11, na arena de Hamamatsu.
A seleção volta à quadra na madrugada deste sábado, às 2h (de Brasília). A adversária será a República Tcheca, que estreia no Mundial contra a Holanda ainda nesta sexta-feira.
Por Mariana KneippDireto de Hamamatsu, Japão
Seleção feminina de vôlei comemora a vitória sobre o Quênia (Foto: Divulgação / FIVB)
O clima era de festa para a seleção do Quênia, país que domina as corridas de longa distância no atletismo. Jogar contra o Brasil era um sonho para as rechonchudas jogadoras de vôlei. Marcar o primeiro ponto da partida, então, era motivo de muita alegria. E foi o que aconteceu. Depois de duas tentativas de ataque, Joycinha parou no bloqueio africano, e as Rainhas comemoraram muito, com pulos e gritos em quadra.
Mas o entusiasmo logo mudou de lado. Do banco, Adenízia, com um pirulito na boca, gritou para Sassá:
- Vamos lá, bom saque!.
A resposta veio imediatamente. Ace da ponteira para colocar o Brasil na frente do placar, 2 a 1, e, de lá, ela não saiu até marcar mais dois pontos. O bloqueio brasileiro começou a funcionar, com Thaisa, e logo matou a jogada mais usada pelo Quênia. A levantadora Wairimu não mudava suas opções e forçava muito a entrada de rede, com Maiyo e Mercy. Com isso, a seleção abriu quatro pontos de vantagem e relaxou. Tanto que Camila Brait fez careta para Natália, que estava nas cadeiras de imprensa, assistindo ao jogo.
Quenianas comemoram ponto na partida (Foto: Divulgação/FIVB)
Mas o ritmo mudou. O time brasileiro perdeu a concentração e mostrou falhas de comunicação em quadra. Erros de recepção e levantamento levaram o Quênia a crescer no jogo e diminuir a diferença para apenas um ponto.
A torcida incentivou, e Jaqueline respondeu. A ponteira voou na quadra e mostrou sua força com bons ataques na entrada de rede, apesar do entrosamento com Dani Lins ainda mostrar falhas. Em seguida, Thaísa foi para o saque. Conseguiu um ponto direto e abriu caminho para o segundo, o ponto do set. Errou na terceira tentativa, mas Jaqueline, que terminaria como a maior pontuadora do jogo, com 12, garantiu a vitória no primeiro set por 25 a 15.
Bloqueio queniano dá trabalho às brasileiras
Na volta à quadra, as brasileiras perderam a concentração novamente e viram as quenianas passarem à frente no placar pela primeira vez, com Maiyo (3 a 2). O Brasil reagiu com Joycinha e virou para 9 a 6. Mas o poder ofensivo não estava em seu melhor momento. Muito marcado pelo bloqueio adversário, o ataque parou, e as africanas marcaram três pontos seguidos.
Jaqueline foi para o saque e deu trabalho para as Rainhas. A recepção teve muitos erros e permitiu que o Brasil abrisse oito pontos de vantagem. Com novos ataques da número 12 e Sassá, a seleção fechou em 25 a 16.
Jaqueline cresce no terceiro set
A melhor atacante do Grand Prix apareceu na última parcial. Tanto na entrada de rede, como no meio, Jaqueline conquistou pontos decisivos para o Brasil no jogo. A vantagem chegou a 16 a 4, e o caminho para a vitória já estava aberto. O técnico José Roberto Guimarães aproveitou para dar ritmo de jogo às reservas. Camila Brait, Fabíola e Fernanda Garay fizeram suas estreias em Mundiais. Sassá foi para o saque, e, novamente, deu trabalho para a recepção queniana. Erro de saque das Rainhas, e 25º ponto. Fim de jogo, primeira vitória rumo ao título inédito conquistada.
Mano esquece medalhões, mas reunirá Ronaldinho e Neymar contra a Argentina
Três meses depois de assumir a seleção brasileira, Mano Menezes segue sem dar espaços aos chamados “medalhões”. Após uma viagem pela Europa, o técnico ignorou nomes como Julio Cesar e Maicon, pilares da era Dunga, mas chamou Ronaldinho Gaúcho, que vai se reunir à nova estrela Neymar para a partida contra a Argentina, no dia 17.
A lista do treinador tem 23 nomes:
Victor - Grêmio Jefferson - Botafogo Neto - Atlético Paranaense Daniel Alves - Bacelona Rafael - Manchester United Thiago Silva - Milan David Luiz - Benfica Alex Costa - Chelsea Rever - Atlético Mineiro André Santos - Fenerbahçe Adriano - Barcelona Lucas - Liverpool Jucilei - Corinthians Sandro - Tottenham Elias - Corinthians Ramires - Chelsea Douglas - Grêmio Philippe Coutinho - Internazionale Ronaldinho Gaúcho - Milan Robinho - Milan Neymar - Santos Alexandre Pato - Milan André - Dínamo de Kiev
Com lesão mais grave do que o esperado, Rooney deve adiar volta aos gramados
Wayne Rooney pode ficar mais tempo afastado dos gramados por um período maior do que o previsto. Inicialmente, o atacante do Manchester United ficaria sem jogar por três semanas devido a uma lesão no tornozelo, mas o problema parece ser mais grave.
“Acho que pode ser maior [o período de afastamento]. Ainda não há recuperação, apenas descanso”, afirmou Alex Ferguson, treinador do Manchester United, em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira.
Rooney se machucou ao se chocar com Paul Scholes durante um treino realizado pela equipe na última semana. O jogador, de 25 anos, recebeu permissão para viajar para Dubai (Emirados Árabes) e comemorou seu aniversário lá, ao lado de sua esposa Coleen.
Na ausência de Rooney, Dimitar Berbatov e Javier “Chicharito” Hernández veem aumentar a pressão para substituir o atacante inglês na equipe titular.
Na semana passada, Rooney assinou um novo contrato de cinco temporadas com o clube. Antes, ele se envolveu em uma polêmica: o atacante chegou a manifestar seu desejo de deixar o Manchester United após se desentender com Ferguson, mas decidiu renovar seu vínculo
Parceira da CBF vira agenciadora de jogadores de futebol, mas nega conflito
Parceira da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na organização dos amistosos da seleção brasileira, a Kentaro vai expandir sua área de atuação. Além de participar da escolha dos adversários do time de Mano Menezes, a empresa agora trabalha com agenciamento de jovens jogadores brasileiros.
O projeto começou há pouco menos de um ano, e é tocado pelo advogado Marcelo Pereira, representante da Kentaro no país. Segundo Pereira, que ainda pretende se tornar um agente Fifa, as operações da empresa no Brasil nada têm a ver com o Brazil World Tour, como é chamado o calendário de jogos da seleção.
O próprio advogado diz que o projeto com jogadores é muito incipiente. Segundo ele, a Kentaro trabalha com apenas “cinco ou seis” jogadores, sendo a maioria do Rio de Janeiro. Nenhum deles passa da faixa dos 16 anos, portanto está longe do futebol profissional e de uma possível convocação para a seleção brasileira.
Alguns deles, porém, já estão sendo chamados para os times de base da CBF. Questionado sobre um possível problema ético por conta da relação que a Kentaro mantém com a entidade, Pereira não mostra preocupação.
“Essa é uma coisa na qual nós pensamos. Mas se você for ver por esse campo, vai ver que todo mundo tem relação com todo mundo. Você sempre vai ver que tem um sobrinho que trabalha não sei aonde e pode ter sido ajudado. Se criarem essa suspeita, podem tentar provar”, disse Pereira.
A Kentaro é a responsável pelos amistosos da seleção brasileira desde 2006. Entre as atribuições da empresa, está a participação na escolha dos adversários e dos locais dos jogos, além da renda gerada pelas partidas.
Matt Cain domina rebatedores e San Francisco abre 2 a 0 contra os Rangers
Estrela das finais da Liga Nacional, o arremessador Matt Cain voltou a brilhar na madrugada desta sexta-feira e garantiu a segunda vitória do San Francisco Giants nos World Series da Major League Baseball (MLB) contra o Texas Rangers, desta vez por 9 a 0.
E a festa do Texas Rangers pela sua primeira vez disputando os World Series na temporada em que a franquia completou 50 anos ficou complicada, já que agora basta à equipe da Califórnia obter mais dois triunfos nas próximas cinco possíveis partidas da decisão.
Com Matt Cain nos arremessos, nenhum rebatedor do Texas Rangers foi capaz de pontuar para a equipe. E o desempenho que já havia dado ao arremessador o apelido de “Senhor Outubro” nos playoffs voltou a se justificar.
“É um pouco de tudo [incluindo descanso e adrenalina]”, afirmou Cain sobre seu domínio nos arremessos. “Buster [Posey] está colocando seus dedos para baixo e a defesa atrás de mim tem sido inacreditável. Eles estão fazendo um grande trabalho por trás”, completou Matt Cain citando o catcher de sua equipe.
A chance de recuperação para o Texas Rangers será no sábado, quando a equipe joga sua primeira partida em casa na série após perder os confrontos iniciais em São Francisco, na Califórnia. Já para o San Francisco Giants, será a chance de ficar a apenas um triunfo do título da MLB
Ganso quer salário triplicado em troca de 30% de imagem e 'sim' ao projeto
Convencer Paulo Henrique Ganso a aceitar o projeto do Santos não será fácil. Na contraposta feita ao clube, o meia requer valores bem acima do prometido. Só assim, o camisa 10 está disposto a assinar um novo contrato e ceder parte dos direitos de imagem para que o clube alvinegro possa lucrar.
O atual salário de Ganso gira em torno de R$ 150 mil. O valor pretendido pelo jogador para aceitar a reformulação contratual é três vezes maior, e pode atingir R$ 500 mil caso todas as exigências sejam cumpridas.
Na oferta feita pelo Santos, Ganso receberia cerca de R$ 275 mil mensais, tendo o salário inalterado, e o restante sendo o pagamento de R$ 1,5 milhão, diluídos em 12 prestações referentes a um patrocínio para a omoplata (ombro) do uniforme. O Santos promete arrecadar R$ 3 milhões com um anunciante, e dividir todo o montante entre o meia e Neymar.
O staff de Paulo Henrique Ganso chegou a conclusão de que sairia em desvantagem caso aceitasse a proposta em troca de 30% dos direitos de imagem do meia. Em campanhas publicitárias realizadas recentemente, Ganso lucrou mais do que o os R$ 125 mil mensais prometidos.
Após a recusa do jogador à proposta, o Santos deu o assunto como encerrado. No entanto, o clube voltou atrás na decisão ao perceber a repercussão negativa gerada com o fato. Cautelosos, os dirigentes prometem reformulações nos valores, e reiniciaram as negociações massageando egos.
Na quarta-feira, o presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro convocou familiares e assessores do jogador para um encontro. Na reunião, nada de citação aos valores. A intenção era a de selar a paz, já que dirigentes do clube fizeram diversas críticas aos representantes de Ganso na semana passada.
“Não posso comentar nada sobre o que aconteceu, ou o que modificaremos. A conversa foi entre o Luis Alvaro e os representantes do Ganso. Liga para ele. É a única pessoa que pode te falar sobre o caso”, disse o diretor de marketing Armênio Neto, o mentor do primeiro projeto elaborado pelo clube.
O UOL Esporte tentou entrar em contato com Luis Alvaro, porém o presidente não atendeu aos telefonemas.
Contra 'estigma' de musa, Kyra Gracie aposta em sobrenome e se vê como exemplo
Dificilmente alguém pensa em jiu-jitsu brasileiro sem se lembrar de um Gracie. A arte marcial criada e desenvolvida pelos patriarcas Carlos e Hélio segue como grande legado da família e com Kyra não é diferente. Aos 25 anos, ela é a mais famosa lutadora dentre as mulheres do clã e já está ciente da responsabilidade que tem.
“Sempre querem que um Gracie seja o melhor. Já estou acostumada com isso, pois desde pequena é assim”, explicou Kyra Gracie ao UOL Esporte. Mais que isso, ela assumiu o papel de embaixadora do jiu-jitsu entre as mulheres. O plano é muito simples: quer usar toda sua visibilidade para ajudar no crescimento do esporte. “Quero mostrar que as mulheres podem lutar sem deixar de serem femininas.”
Para isso, ela tem um trunfo na manga, além de sua qualidade técnica – ela já é bicampeã mundial, penta pan-americana e penta brasileira, além de bi mundial sem quimono. Kyra até tenta fugir do estigma, mas reconhece: é uma das musas do esporte brasileiro. “Toda mulher gosta de elogios. Lógico que tem esse lado, mas meu primeiro plano é ser lutadora e estou me esforçando para isso”, explicou.
Bisneta de Carlos Gracie, sobrinha-neta de Carlson Gracie e sobrinha de Renzo Gracie, Kyra ainda fala na entrevista exclusiva abaixo sobre os planos de sua carreira, uma possível mudança para o MMA, da relação com sua família e ainda conta como usa o jiu-jitsu para se livrar de engraçadinhos nas baladas.
UOL Esporte - Como você está agora? Kyra Gracie - Meu último campeonato foi o Mundial, em junho, mas machuquei o joelho. Estou com um estiramento no ligamento não posso competi. Volto em janeiro, que já tem o Europeu, depois vem Pan-Americano, Brasileiro e o Mundial em seguida.
Você está lutando sem quimono também? Luto submission apenas no ADCC (Abu Dhabi Combat Club, maior evento do mundo na modalidade), que é de dois em dois anos. Ganhei duas edições, mas fiquei de fora da última por causa de uma lesão. Ano que vem tem e novo e pretendo competir.
Como estão seus planos de lutar MMA? Na verdade, o MMA feminino está crescendo muito. Venho treinando boxe há algum tempo e tive algumas propostas de eventos nos Estados Unidos, que estou estudando. Não tem nada certo, mas esse crescimento mexe comigo. Quem sabe uma boa oportunidade pode fazer eu me decidir de vez.
Como é o peso de carregar o sobrenome Gracie? Na verdade, quando eu vou lutar, tento não aumentar a pressão sobre mim, mas é claro que a expectativa é maior. Sempre querem que um Gracie seja o melhor. Já estou acostumada com isso, pois desde pequena é assim. Por isso penso que tenho de dar o exemplo, mostrar que somos donos do esporte. Tenho essa responsabilidade. Ali não sou só a Kyra, sou toda uma família que já passou pelo tatame.
Acho que toda mulher gosta de elogios, faz bem para o ego. Lógico que tem esse lado, mas meu primeiro plano é ser lutadora e estou me esforçando para isso.
Quando comecei a lutar profissionalmente, até por ser uma Gracie, meu objetivo foi aproveitar essa mídia, passar uma crítica sobre tudo isso, mostrar que as mulheres podem lutar sem deixar de serem femininas
Espero realmente ter conseguido mostrar que uma mulher da família também pode carregar esse sobrenome.
Isso é só com você, ou toda sua família sente o mesmo? Todo mundo da família sente isso, mas nos acostumamos. Tentamos não por tanta pressão. Mas essa adrenalina é algo que aprendemos a conviver desde pequenos e tentamos melhorar nosso rendimento com isso.
Você está em alta na mídia e é praticamente a única lutadora que aparece. Como você vê essa posição de embaixadora das lutas entre as mulheres? Esse é um ponto muito importante para mim. Na verdade, o jiu-jitsu feminino não tinha espaço nem na mídia especializada, não tinha crédito nenhum. Quando comecei a lutar profissionalmente, até por ser uma Gracie, meu objetivo foi aproveitar essa mídia, passar uma crítica sobre tudo isso, mostrar que as mulheres podem lutar sem deixar de serem femininas.
Como é para você ser apontada como musa do esporte? (Muitos risos) Acho que toda mulher gosta de elogios, faz bem para o ego. Mas não quero que isso seja prioridade na minha vida, não quero ser lembrada primeiramente por isso. Lógico que tem esse lado, mas meu primeiro plano é ser lutadora e estou me esforçando para isso.
E já recebeu alguma proposta para posar nua? Meus tios me matariam! (Gargalhadas)
Falando em tios, os Gracie continuam muito unidos? Com certeza e nem teria como ser diferente. Todo mundo trabalha com a mesma coisa, meus tios e primos mais velhos são meus treinadores, sempre estamos juntos, assistimos competições, no córner um do outro. Por sermos do mesmo meio, aproveitamos toda a experiência que podemos transmitir uns para os outros.
Mas entre as mulheres da família, você segue sendo a única lutando profissionalmente, não? Todo Gracie sabe alguma coisa de jiu-jitsu ou já treinou em algum momento na vida. Eu comecei aos poucos também, mas no início, os meninos não me incentivam. Comecei vendo minha mãe treinando, mas depois ela parou e eu continuei. Escutava eles falando para eu largar, deixar isso com eles, mas agora são meus maiores incentivadores!
Então você é um exemplo na família? Hoje em dia, já tem outras mulheres da família treinando. Espero realmente ter conseguido mostrar que uma mulher da família também pode carregar esse sobrenome. Vejo primas minhas mais novas treinando, umas tias... Espero que daqui algum tempo possam surgir novas Kyrazinhas (risos).
Uma curiosidade: Você já precisou usar algum golpe de jiu-jitsu contra algum rapaz mais abusado? (Risos) Aqui no Rio de Janeiro, quando você vai em alguma festa ou balada, o pessoal tem mania de te segurar pelo braço, para conversar à força, te agarrar, te beijar... Eu tenho um movimento de defesa pessoal, que é uma defesa de pegada, que sempre uso quando preciso sair desse tipo de situação. Já até ensinei para as minhas amigas. Pessoal está esperto, mas sempre aparece um desavisado... (mais risos)
Família impede Ganso de negociar sozinho com o Santos
O Santos planejava voltar a negociar diretamente com Ganso, sem intermediários, um novo contrato com o jogador, oferecendo-lhe um plano de carreira semelhante ao de Neymar. Mas não deu certo. Na última quarta-feira, os pais do meia procuraram o presidente do clube, Luís Álvaro Ribeiro, e disseram que o atleta nunca participou de negociações contratuais. E não será agora que isso vai acontecer.
A família aceitou ouvir uma nova proposta de plano de carreira, já que a primeira foi recusada, desde que o atleta seja representado pelos pais e pelos funcionários da DIS, empresa que tem participação nos direitos econômicos do atleta. A diretoria aceitou a exigência e ficou de marcar uma nova reunião.
O principal motivo para Ganso ter recusado a primeira oferta é que o estafe do jogador não gostou da proposta do clube em relação à exploração dos contratos de marketing. O Santos quer ficar com 30% do que Ganso faturar com publicidade, mas terá de gastar mais do que pretendia para convencer o meia a aceitar essa cláusula.
Sem conseguir tirar da negociação o pessoal da DIS, certamente a diretoria terá mais trabalho para convencer Ganso. Se bem que o rodado agente Wagner Ribeiro participou das conversas dos dirigentes com a família de Neymar, que acabou desistindo da oferta do Chelsea.
Fluminensee Grêmio, diferentemente de Flamengo e Corinthians, fizeram o jogo que se esperava deles no Engenhão (13.592 pagantes).
Aberto, franco, com os dois times buscando o gol, a vitória, custe o que custar.
E o Flu saiu-se melhor na primeira metade do jogo porque tem Conca, autor de um golaço de virada e de fora da área, aos 19 minutos.
Um gol que lembrou o de D’Alessandro no último Gre-Nal e os gremistas deveriam saber que não se pode deixar esses belos gringos com espaço.
O Flu deu uma recuada depois do gol e o Grêmio pressionou o que pôde, até que por muito pouco, em bolas que rasparam a trave tricolor carioca, Souza, de fora da área, e de André Lima, de cabeça, depois de linda jogada de Jonas.
Verdade que por muito pouco Washington não ampliou num gol que seria espírita, inteiramente sem ângulo.
Mas o Flu foi para o vestiário com três pontos de vantagem sobre o Cruzeiro, que jogará no sábado, em Presidente Prudente, contra o Grêmio local, e sobre o Corinthians, que já jogou.
É claro que o Grêmio foi para cima no segundo tempo e só deixou o contra-ataque para o Flu.
Que, aos 10, quase deu o segundo gol, quando Júlio César aproveitou um lançamento de Diguinho e tirou tinta da trave.
A resposta gremista foi imediata, mas André Lima desperdiçou, livre, leve e solto, uma cabeçada imperdível, que ainda raspou o cucuruto do travessão.
E, aos 20, um lance fatal: Leandro Eusébio atropelou Jonas dentro da área e o apitador ignorou.
Não satisfeito, nos três minutos seguintes amarelou três gremistas: Rafael Marques, Souza e Douglas.
Júnior Viçosa, então, entrou no lugar de André Lima, aos 26.
O Grêmio apertava o líder como se fosse um torniquete e o Flu só fazia se defender.
Aos 30, Fábio Santos deu lugar a Gilson, enquanto, no Flu, Fernando Bob saiu para entrar Valencia.
Souza foi embora, Clementino chegou no Grêmio, e, no Flu, Tiaguinho substituiu Júlio Cesár, aos 35.
E para uma linda homenagem, aos 36.
Tiaguinho, de cara, lançou Washington, que bateu cruzado.
A bola deu a impressão de que entraria e de que não entraria.
Na dúvida, Conca cutucou para fazer o segundo gol do Flu e correu para levantar o artilheiro que segue em jejum.
Belletti entrou no lugarde Diguinho.
Um jogo para 28 jogadores.
Depois de cinco jogos sem vencer, o Flu venceu: 2 a 0.
Depois de nove jogos sem perder, o Grêmio perdeu.
Na Arena Barueri (16.480 pagantes) foi curioso.
Ricardo Oliveira marcou um golaço para o São Paulo, de bico, estufando a rede do Furacão, depois de dar um drible da vaca num zagueiro atleticano, pela esquerda, aos 12.
Eis que pois, aos 26, pela direita, Guerrón fez quase o mesmo gol, com a diferença de que não chutou com o bico esquerdo, mas de pé direito, e em bola rasteira.
O empate não era bom para os dois e o segundo tempo prometia mais emoções.
E depois de cinco minutos de intensa pressão logo no recomeço do jogo, Miranda, de cabeça, botou de novo o tricolor paulista na frente: 2 a 1.
Para justa ira dos rubro-negros, não bastasse a vitória parcial do time de PC Carpegiani, o gol nasceu de cruzamento de Dagoberto.
Aos 11, uma jogada de cinema que, se entra, valeria placa em Barueri: Marlos, de cavadinha pela direita, deu no pé de Ricardo Oliveira que bateu de primeira, cruzado, mas para fora.
Dez minutos depois, Rogério fez milagre em chute de Paulinho à queima-roupa.
Mas, aos 36, Neto não deixou por menos e fez outro milagre, em cabeçada de Ricardo Oliveira.
Aos 47 Ilsinho ainda perdeu um gol incrível para o São Paulo.
Sim, o São Paulo poderia ter vencido por mais gols e ganhou com justiça.
Mas, sim, o Atlético Paranaense poderia ter empatado.
São Paulo e Atlético têm os mesmos 47 pontos, mas os tricolores está na frente.
E por falar em tricolores, a noite foi deles: dos cariocas e dos paulistas, para tristeza dos gaúchos
The NBA has put their time and energy to good use and have taken a stand against one of the most outrageous things in sports: The league has told all players they are no longer allowed to wear headbands upside down. Thank God for this important ruling.
Lovely Lady Of The Day
Taylor Cole :: Maxim
Taylor Cole was given LLOD honor in early August, but since her new show, The Event has debuted, I've been bombarded with e-mails to feature her. Since she just did a new shoot for Maxim, this seems like a good time.
Go Daddy's commercials for the 2011 Super Bowl are far from being approved, in fact, they haven't even been filmed yet, but CEO and Founder Bob Parsons declared Go Daddy will advertise in the big game for a seventh consecutive year. Go Daddy has purchased two 30-second spots in the Super Bowl and a single 30-second pre-game commercial on FOX -- all to be produced by Go Daddy Productions.
Parsons also said, like every other year, the ads will be GoDaddy-esque -- meaning edgy, fun and slightly inappropriate -- but this year will be different because Go Daddy Girls Danica Patrick and newcomer Jillian Michaels will both be featured.
"Jillian has the power ... Danica has the speed! Together, our dynamic duo of Go Daddy Girls add up to sheer Super Bowl magic," Parsons said. "Hopefully the FOX network won't keep commercial creativity on such a short leash this time around. For 2011, Go Daddy is going to be as edgy as ever -- in fact, our goal is to 'out Go Daddy' ourselves!"
Go Daddy, the world's top Web hosting provider and domain name registrar, has leveraged the Super Bowl to its advantage over the last six years by using edgy 30-second commercials to attract millions of Internet visitors to www.GoDaddy.com. This year, an estimated 100 million people are expected to watch the Super Bowl.
"It doesn't get much bigger than being in a Super Bowl commercial," Jillian said with a big smile. "I think shooting a spot with Danica Patrick is going to be a blast. Go Daddy certainly knows how to create buzz around Super Bowl time -- I'm looking forward to being a part of this new Go Daddy campaign!"
Danica has been featured in four Go Daddy Super Bowl campaigns to date. She starred in Go Daddy's "Baseball" commercial, ranked as the Most-Watched Super Bowl Ad in 2009, according to TiVo.
When it comes to Go Daddy's plan to use both her and Jillian in this year's Super Bowl commercial, Danica had two words: "Girl Power!"
"Go Daddy takes some heat for their edgy commercials, but if you watch the ads I'm in, they're actually all about Girl Power," Danica said. "Adding Jillian to the campaign creates a whole new range of possibilities."
Go Daddy's Super Bowl legend began six years ago when FOX yanked Go Daddy's ad before its second airing during the 2005 Super Bowl. That censorship triggered a post-game controversy which some believe puts Go Daddy under extra scrutiny with television executives each year.
"I agree with Bob," Danica asserted. "Censors really need to lighten up! Aren't Super Bowl commercials supposed to be about having a little fun?!"
The Super Bowl broadcast is set for Feb. 6 on FOX, the television network on which Go Daddy's original controversy ignited.
NFL primetime games set a pair of viewership milestones in Week 7.
Vikings-Packers on NBC drew 25.7 million viewers marking the most-watched Sunday night game in history. In addition, SNF was the week’s most-watched show among all programs on television – the seventh time in the season’s seven weeks that an NFL game telecast topped the weekly charts.
This week’s Monday night game on ESPN (Giants-Cowboys) posted 18.0 million viewers to rank as the most-watched cable program of 2010.
NFL games account for the 12 most-watched programs on television since the NFL season kicked off on Sept. 9, according to The Nielsen Company. This compares to NFL games accounting for the seven most-watched shows at this point last season and none of the top 15 shows five years ago.
Following are the most-watched programs on television since the beginning of the NFL season:
Program
Viewers
1. FOX Sunday National (mostly Packers-Eagles), 9/12
28.0 million
2. NBC Thursday Night Kickoff Game (Vikings-Saints), 9/9
27.5 million
3. CBS Sunday National (mostly Patriots-Jets), 9/19
27.0 million
4. FOX Sunday National (mostly Cowboys-Vikings), 10/17
26.0 million
5. NBC Sunday Night Football (Vikings-Packers), 10/24
25.7 million
6. NBC Sunday Night Football (Cowboys-Redskins), 9/12
25.3 million
7. CBS Sunday National (mostly Colts-Broncos), 9/26
23.1 million
7. FOX Sunday National (mostly Redskins-Eagles), 10/3
23.1 million
7. NBC Sunday Night Football (Giants-Colts), 9/19
23.1 million
10. FOX Sunday Single (mostly Cowboys-Texans & Eagles-Jaguars), 9/26
22.2 million
11. CBS Sunday National (mostly Patriots-Chargers), 10/24
21.9 million
12. CBS Sunday Single (mostly Jets-Broncos & Ravens-Patriots), 10/17
21.5 million
13. Dancing with the Stars, 9/27
21.4 million
14. Dancing with the Stars, 9/20 (season premiere)
21.3 million
15. NBC Sunday Night Football (Bears-Giants), 10/3
LeBron and the Heat will be (and LeBron will again be popular)
LeBron James and the Miami Heat are set to make their South Florida debut Friday night when the Heat hosts their Florida NBA cousins the Orlando Magic at the American Airlines Arena. 2010 will in part be remembered by sports fans as a year when the image of professional athletes took a tremendous negative hit. While both Pittsburgh Steelers quarterback Ben Roethlisberger faced alleged sexual related allegations, and was suspended for the first four games of the NFL season, Brett Favre is facing allegations that hurt his image – both Favre and Roethlisberger are dealing with bad personal choices. The Tiger Woods saga began 11 months ago but was front and center throughout 2010 – again poor personal choice hurt his image and how people look at professional athletes.
For reasons that have nothing to do with “behaviour” and lifestyle choices Tiger, Ben and Brett will (and still might be) highly respected – unlike professional sports own Lucifer, LeBron James who set the sports world on fire when he decided to hold an hour long press conference to announce where he would play basketball this year. LeBron, a free agent at the end of the 2009-10 NBA season, made a great basketball decision leaving Cleveland for Miami. How he made his announcement is what should forever be regarded as one of the worst public relations decisions an athlete has ever made (in terms of announcing where he wanted to take his considerable athletic skills). Examined in that context LeBron made a mistake that many thought he might never recover from – his image is forever tarnished. History should be telling sports fans: never say never when it comes to an athlete with a bad image. Sports fans properly educated can and will forget, move forward and once again embrace an athlete they had once despised.
Nike, LeBron’s most important sponsor, embarked on an ambitious campaign to help re-educate the public and how they look at LeBron James. Dubbed “Rise” by the Nike spin masters, they have created a masterful multi-media campaign featuring James speaking in his own voice. In the film, he addresses his off-season controversy head-on and focuses on the road ahead.
Rise features several sides of LeBron’s personality: athlete, competitor, comedian and businessman. It opens with him sitting in a chair in front of the backdrop of “The Decision” asking, “What should I do?” Throughout the film LeBron rhetorically asks everyone for their opinion and each scene reflects opinions that have been expressed. A notable scene includes LeBron saying, “I am not a role model,” borrowing a famous line from fellow Nike athlete Charles Barkley. LeBron also humorously asks, “Should I try acting?” He gets advice from Don Johnson, an actor best known for his role as Detective Sonny Crockett on the iconic 80’s TV series Miami Vice, who advises him that things will get better with time. LeBron also reads part of a soulful poem written by world-renowned poet, Dr. Maya Angelou. The film ends with LeBron driving to the net and saying in response to everyone, “Should I be who you want me to be?”
“In Rise, Nike amplifies LeBron’s voice,” said Davide Grasso, Vice President of Global Brand Marketing. “We’re celebrating his courage to forge his own journey even when others may have disagreed with his decisions. It’s this Just Do It spirit that defines LeBron and Nike as we strive to inspire all young athletes.”
The campaign debuted globally with a 90-second film on YouTube on Monday, October 25th and subsequently aired on TNT Tuesday, October 26, during the Heat’s season opener in Boston against the Celtics. The campaign will also air during sports and entertainment broadcasting across national networks into November with the main placements to include TNT, ESPN, and Sports & Youth Cable (BET, Comedy Central, MTV2 Fuse, Adult Swim, Fox Sports, ESPN Family, TNT NBA, NBA TV).
As noted the spot was featured during TNT’s broadcast Tuesday night. The game was a ratings record for TNT, a powerful ratings winner doubleheader that opened with the Heat – Celtics game and ended with the Los Angeles Lakers home opener (and pregame ceremony that honoured their 2010 NBA World Championship).
TNT’s doubleheader coverage of opening night of the 2010-11 NBA season delivered record-setting ratings and audience for the network, averaging a 3.5 US rating, 5,493,000 total viewers and 4,025,000 households.
The opening game, featuring the Miami Heat vs. Boston Celtics, earned a 4.6 US rating and delivered 7,433,000 total viewers and 5,339,000 households, making it the most watched regular season NBA game on cable of all-time (topping the Chicago Bulls vs. LA Lakers on Feb. 2, 1996).
Game two of the doubleheader, featuring the Houston Rockets @ Los Angeles Lakers at 10:30 p.m. (ET) delivered a 2.4 US rating, 3,719,000 total viewers and 2,823,000 households, making the doubleheader the most watched NBA Opening Night doubleheader in Turner’s 27 years of tipping off the season.
Other highlights from TNT’s exclusive doubleheader include:
TNT’s opening night doubleheader saw double digit growth in ratings, total viewers, households and all key demos over last year’s record setting exclusive openers (Celtics/Cavaliers, followed by LA Clippers/LA Lakers).
Locally the games delivered huge audiences in their home markets of Miami (15.5 HH rating), Boston (17.1 HH rating), LeBron James’ former home market of Cleveland (10.6 HH rating), Houston (7.4 HH rating) and Los Angeles (9.7 HH rating).
Joyce Julius & Associates, who determine accurate measurement and evaluation of sponsorships and promotional programs, offered some very interesting insight into the impact LeBron had Tuesday night.
While the Boston Celtics may have been victorious on the court during its opening night matchup with the new-look Miami Heat, it was LeBron James who was most on the minds of the TNT broadcast crew, as the iconic player’s name was mentioned 157 times during the telecast—41% more than the next most-mentioned player, Dwyane Wade.
According to research conducted by Joyce Julius & Associates, Inc., the Miami power trio of James, Wade and Chris Bosh were mentioned individually on 333 occasions throughout the broadcast.
Meanwhile, Boston’s version of the Big Three—Kevin Garnett, Ray Allen and Paul Pierce—had their names referenced just 174 times, or some 90% less than their Heat counterparts. Boston free agent signee Shaquille O’Neal provided the star power for the Celtics, collecting 78 TV announcer mentions.
The Boston Celtics won the game and were accordingly mentioned 17 more times than the Miami Heat, 174 to 157, respectively.
Nike has been consistent in their support of athletes in troubling times. Nike was steadfast earlier this year in their support of Tiger Woods. Nothing has changed as to what Tiger did and that his marriage is over. He’s had a terrible year on the golf course. However he did play well at the Ryder Cup and it appears Tiger is on his way back. He may never manage to become the icon he once was but it doesn’t seem like everyone is angry with Tiger Woods these days. Is he a better man? No, that hasn’t changed, but Tiger Woods wasn’t the first and won’t be the last professional athlete or the last man or woman to pay a price for making a terrible decision in regard to his marriage.
CNBC’s Darren Rovell put Nike’s LeBron James commercial in proper context – at the end of the day it’s all about Nike’s bottom line, the selling of shoes. According to Rovell, in the first two hours of its release Monday afternoon on YouTube, approximately 9 out of every 10 people who posted Nike LeBron commercial on their Twitter account felt that the ad was good.
ESPN reported Wednesday The first Heat cards of James and Chris Bosh that were found in packs of officially licensed NBA cards have fetched as much as $42 in online auctions tracked by Beckett Media.
According to the ESPN report those are prices paid for just standard basketball cards, not ones that include an autograph or a piece of a game-used jersey on the card. That's not bad at all, according to Beckett Senior Market Analyst Keith Hower, and that's the kind of interest that should remind basketball collectors of another elite player.
"The last time a team change for a marquee player had such an impact on the hobby was the return of Michael Jordan in a Washington Wizards uniform," Hower told ESPN. "A Jordan Bulls card would typically trade for around $5, but the new uni saw his first Wizards cards selling for upwards of $25 per."
Both Bosh and James made their Heat debuts in the 2009-10 Panini Season Update set, which was the final product before this season's cards arrived. Bosh's card in the set has sold in online auctions for anywhere from 30 cents to $14 with a typical high of about $10.
James' card has proven to be a bit more pricey -- but still as volatile -- as it has sold for as low as $17 and as high as $42. Hower said a majority of the sales fell between $15 and $30, which is where the card presently sits in Beckett's price guide.
Just in case Heat fans didn't have enough cards to look out for, though, Panini America, the lone licensee of NBA cards, just recently tipped off its season with 2010-11 Panini Prestige. That product includes more than 20 cards of James and more than a dozen different Bosh cards that just might be hotter once the season is in full swing.
LeBron and company, according to Bloomberg Media, have been very good for Miami’s economy.
“We’re well aware that the eyes of the world will be on Miami, and we wanted to put our best foot forward,” said Marc Sarnoff, chairman of the Miami Downtown Development Authority and a city commissioner in a Bloomberg Media report. Heat owner “Mickey Arison probably gave us a better stimulus package than 10 Barack Obamas combined.”
“Everything that could have been done within the timeframe before the Heat opening night has pretty much been done,” said Sarnoff.
James may create as much as $21 million in new economic activity to Miami, less than 1 percent of the city’s overall tourism revenue, said Chris Lafakis, an economist at Moody’s Economy.com.
“There’s absolutely going to be more people coming from out of town,” he said in a telephone interview. “But given the size of Miami’s economy, it’s not going to be a noticeable boost.”
“My guess is that the Heat is not going to play to too many empty seats on the road,” NBA Commissioner David Stern, said at a news conference last week. “It’s certainly not a zero-sum game. There’s been an addition because many teams are selling the Heat as part of a package, part of a grouping of games.”
As the Bloomberg report pointed out when James uttered these words during his televised special “taking my talents to South Beach,” LeBron’s choice of words and how he made the announcement hurt his image. A Seton Hall University Sports Poll found that 22 percent of respondents view James less favorably because of how he handled the free-agent process, with just 2 percent viewing him more favorably.
James mistakes included not telling the team he had played the first seven years of his career for, the Cleveland Cavaliers (James was born and raised in nearby Akron). It wasn’t Chutzpah on James’ part – it was a public relations mistake. It’s worth saying it again – he made the right basketball decision, he just went about announcing his decision the wrong way.
When it comes to the rise, fall and resurrection of a basketball superstar the rise, fall and resurrection of Kobe Bryant can serve as exhibit A and, like Ben Roethlisberger and Brett Favre, Bryant faced sexual related allegations, far different from what LeBron James is guilty of – bad media management. The Miami Heat are a team no one other than their fans in South Florida appear to like – but they’ll sell out their season (home and away) generate GREAT ratings and deliver brand recognition to the NBA – and that is good for business and LeBron James.
For SportsBusinessNews.com this is Howard Bloom. Sources cited and used in this Insider Report: ESPN
Hipótese de doping em Copa do Mundo de 1954 é levantada com estudo alemão
Instituto Federal de Ciências Esportivas da Alemanha aponta de novo antiga hipótese de que atletas do país atuaram de maneira irregular
Equipe Universidade do Futebol
Compõe o imaginário e os bastidores do futebol a história de que alguns atletas da seleção alemã, campeã do Mundial de 1954, disputado na Suíça, teriam consumido substâncias ilegais para melhorar seu desempenho. Mais de meio século depois, um estudo do Instituto Federal de Ciências Esportivas da Alemanha (BISp) trouxe a antiga hipótese novamente à tona.
Segundo fragmentos do levantamento científico, realizado pela Universidade Humboldt, em Berlim, há indícios sustentáveis de que alguns jogadores receberam pervitina, uma espécie de metanfetamina dopante.
As bases do uso desse estimulante para o esporte aconteceram nas décadas 1930 e 1940, em pesquisas sobre a funcionalidade para melhorar o rendimento dos soldados alemães durante a Segunda Guerra Mundial. Logo após isso, na Alemanha Ocidental, pesquisas sobre anfetaminas acabaram ocorrendo.
A investigação do BISp em conjunto com a Confederação do Esporte Olímpico Alemão (Dosb) e as universidades de Münster e Berlim se refere à história do doping no leste e o oeste da Alemanha a partir de 1950.
As suspeitas iniciais se amparam no trabalho dos médicos da seleção alemã de futebol, os quais revelaram que vários atletas receberam injeções antes das partidas mais importantes, embora tenham garantido que se tratava de doses de vitamina C.
Críticas duras no país foram expostas, justamente pelo fato de que se apresentou à opinião pública os primeiros resultados de um projeto de pesquisa que ainda está no começo e que deverá ser encerrado apenas em 2013.
De olho na Copa, Ministério do Turismo lança oficina contra a exploração de jovens
Exploração sexual é motivo de preocupação na realização do Mundial em 2014
Equipe Universidade do Futebol
Levando em consideração o potencial turístico da Copa do Mundo e o possível aumento de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes, o Ministério do Turismo está realizando, em todas as cidades sedes da competição, uma oficina de prevenção a este tipo de crime.
Com término no último dia 26, Brasília recebeu a primeira das 13 oficinas que serão realizadas. Conforme divulgado no portal oficial da Fifa, a intenção é formar 390 agentes multiplicadores, de preferência envolvidos com o setor turístico, que atuem para garantir os direitos dos jovens. Até agora, 163 agentes foram formados e já atuam na prevenção.
Segundo números do Ministério, são aguardados cerca de 600 mil turistas durante o período em que o país receberá a Copa do Mundo. Além das 12 sedes, a cidade de João Pessoa também receberá a oficina.
Confira o cronograma:
Salvador (3 e 4/11) Fortaleza (9 e 10/11) Manaus (9 e 10/11) Recife (10 e 11/11) Rio de Janeiro (17 e 18/11) João Pessoa (17 e 18/11) Natal (24 e 25/11) São Paulo (24 e 25/11) Porto Alegre (24 e 25/11) Cuiabá (1 e 2/12) Curitiba (1 e 2/12) Belo Horizonte (1 e 2/12)
Bancos devem ter mais de 800 agências no País e R$ 100 bilhões em ativos
O Comitê Rio 2016 antecipou o início do processo de escolha de parceiro para serviços financeiros e seguros, primeira das 40 categorias de empresas parceiras a iniciar a disputa pela chancela oficial de patrocinadores dos Jogos Olímpicos Rio 2016. O objetivo foi atender o interesse do mercado.
Os bancos habilitados a participar devem ter mais de 800 agências no Brasil e R$ 100 bilhões em ativos. Eles receberão um ofício informando sobre o início do processo. Os interessados deverão comparecer ao Comitê para registro e retirada da documentação necessária.
Na semana passada a Topper estreou uma nova campanha publicitária. A peça, seguindo a linha de "diversão" da empresa, brincava com a invencibilidade do time de futsal do Brasil, patrocinado pela marca e então há 158 jogos invencível na modalidade. Praticamente na mesma época, a Pepsi colocou no ar a peça que tem como o garoto-propaganda de maior destaque Paulo Henrique Ganso, jogador do Santos, afastado dos gramados por lesão no joelho.
Os dois casos mostram o risco que há para a propaganda ao investir no esporte. No caso da Topper com o futsal, o improvável aconteceu. Depois de 163 partidas, o time brasileiro perdeu. Toda a campanha foi por água abaixo após o jogo da manhã de domingo contra a Espanha.
Já com a Pepsi, a repercussão que a peça publicitária teria caso Ganso não estivesse no estaleiro sem dúvida seria maior. O rosto do atleta, também, seria mais facilmente reconhecido por um público que não é do esporte.
A oscilação da imagem de garotos-propagandas do esporte conforme o seu desempenho é um dos maiores entraves para um maior investimento em atletas e clubes como motes de campanhas publicitárias. Com o cenário de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, a tendência é que se busque mais fazer campanhas com a temática esportiva. Mas o risco é quase sempre maior por conta do desempenho do atleta. Risco alto, porém, muitas vezes significa ganho alto quando o negócio é bem-sucedido.
O negocião da escolha de uma sede de megaevento
O escândalo que abala a escolha das candidaturas das Copas do Mundo de 2018 e 2022 nada mais é do que um reflexo do grande negócio que se tornou, desde a década de 2000, receber grandes eventos esportivos. Sob o discurso do legado que esses eventos proporcionam, esconde-se uma grandiosa cadeia de investimentos que recebe o país que abriga um megaevento.
A Fifa vive, agora, o mesmo momento mais do que delicado pelo qual passou o Comitê Olímpico Internacional com a escolha de Salt Lake City como sede dos Jogos Olímpicos de Inverno em 2002. Um processo longo de escolha da sede, marcado pela participação de um bom número de candidatos que por sua vez tinham livre acesso aos avaliadores do COI. Uma década depois, o escândalo passa a ser da Fifa, que tentava manter sempre a aura de "lisura" em suas escolhas para sede de Copa do Mundo.
A Fifa que, é importante lembrar, havia feito um estardalhaço pelo acordão político que fez do Brasil único candidato à Copa de 2014. Joseph Blatter criticou a falta de outra alternativa para a América do Sul e apontou esse fato como motivo para, já em 2007, os países lançarem suas candidaturas para as Copas de 2018 E 2022. Com isso, o argumento do dirigente era de que os países teriam mais tempo para se preparar e, mais importante, o rodízio de continentes acabaria.
Na prática, a Copa de 2018 voltará para a Europa, enquanto que o torneio de 2022 poderá ocorrer na Ásia, América do Norte ou Oriente Médio. E essas definições foram abrindo espaço para muita bajulação e algo a mais sobre os delegados da Fifa que escolhem onde será o grande evento de futebol do planeta.
A grandiosidade desses eventos deu espaço para a falta de ética. Hoje, um país recebe bilhões de dólares em investimento para organizar um evento desses. A economia local fica aquecida por cerca de uma década por conta da competição. Diversos políticos se elegem por conta disso, vários empregos são criados, setores econômicos estagnados voltam a ver crescimento, etc. Além disso,o evento gera mídia espontânea do país organizador para todo o mundo, abrindo espaço para realização de novos negócios.
Sendo assim, abre-se caminho, infelizmente, para a manipulação de votos. Vale qualquer preço para que um país seja escolhido como sede de um evento monstruoso como uma Copa ou Olimpíada. Soma-se a isso uma estrutura corrompida como a do esporte e o que era para ser um grande negócio vira um "negocião" para poucos.
Patrocínio não é caridade
Daniele Hypólito colocou em pauta, via Twitter, uma interessante discussão para o esporte. Um dos principais nomes recentes da ginástica artística brasileira, Daniele desabafou que não consegue um patrocínio, mesmo tendo bons resultados esportivos. Tamanha desilusão fez com que a ginasta também questionasse o futuro dos atletas no país e, mais do que isso, qual o legado que os Jogos Olímpicos de 2016 deixarão ao país.
É absolutamente justo Daniele colocar o dedo na ferida e expor uma situação delicada que ela passa, mas desde que tenha sentido fazer esse desabafo. Sim, ela é uma dos maiores nomes da ginástica brasileira, tem em seu currículo muitas vitórias, excelentes resultados no passado e bom desempenho na atualidade. Mas será que ela é um bom produto para uma empresa investir?
Essa é a grande questão que tem de ficar na cabeça de quem busca o patrocínio. Por que uma empresa deve se associar a um atleta ou a um clube?
Patrocínio não pode ser encarado como caridade. Nem de um lado, nem de outro. Com a evolução do esporte como ferramenta de comunicação para as empresas, naturalmente não será mais uma ajuda que uma marca dará ao seu patrocinado, mas sim a busca de resultados que ele possa alcançar. Nesse sentido, nem sempre é o desempenho esportivo o que mais conta. Uma empresa pode buscar no esporte algum atributo que aquele atleta ou aquela modalidade traz. E isso não está atrelado necessariamente ao desempenho.
Um bom exemplo disso é a ex-tenista Anna Kournikova, uma das mais ricas do circuito sem ao menos ter vencido um torneio individual. Para as marcas, a imagem que ela representava era mais importante do que o desempenho em quadra. Da mesma forma, as gêmeas do nado sincronizado Bia e Branca Feres conseguem muito dinheiro explorando o lado sensual e a comunicação com o público jovem do que pelo que fazem nas piscinas.
Rooney's new contract can't paper the cracks at Man United
What a week for Manchester United. There can’t have been too many times in the last 20 years when a Champions League game has seemed less significant at Old Trafford than the 1-0 win over Bursaspor, with Wayne Rooney and his PR men stating the player’s desire to leave the club just hours before kick-off.
Despite Rooney ultimately signing a new five-year deal with United, nobody comes out of this unseemly saga smelling of roses. Rooney has left a large swathe of Manchester United supporters disillusioned, risking damaging six years of goodwill at the first sign of trouble (if you believe his statement that is).
Sir Alex Ferguson comes out of it having been portrayed in a different light – an old-school disciplinarian struggling to keep a leash on the braying beast that is player power in modern football.
His press conference, though a masterclass in PR worthy of the Labour Party he is known to support, was such because it showed the Scot in a new light. Hurt, vulnerable, let-down, bemused. Of course he had the final say, with Rooney sheepishly having to apologise to both his team-mates and the manager before signing a new deal, but this saga has underlined in thick red ink that player power now rules in football. The new rules of engagement apply even to a great like Ferguson.
Finally, the club itself. For everyone associated with Manchester United, from the fans to the Glazers, this has been an uncomfortable week.
Whether legitimate reasons for claiming to want out or a well-packaged piece of PR spin, Rooney’s decision to pin it all on United’s lack of ambition points a finger squarely at the Glazers. After years of smokescreens and denials, the focus finally rests on a board of directors whose annual net spend since seizing control in 2005 is £1.9 million per season.
Though the whole saga may well all blow over, Rooney's statement, no matter how disingenuous, calls into question Manchester United's long-term strategy and their ability to attract world-class players under the reduced financial muscle of the Glazers.
Will Rooney and Fergie's relationship ever be the same?
Was a lack of ambition at United really the reason behind Rooney’s decision? Who knows. Many will have their doubts - and in light of him signing a contract under 48 hours later, it doesn't appear so. But if it was, perhaps he has a point.
Since Sheikh Mansour took over at Manchester City, United’s cross-town rivals have spent £219 million net. In that same time, United have spent - £18.4 million. Though David Gill claims sizeable funds remain available, the £80 million raked in for Ronaldo has for all intents and purposes been spent on debt-servicing interest payments.
The club is leaking money, and Ferguson’s attempts to put lack of investment down to ‘no value in the market’ have now been exposed by one of his own.
While United continue to tick along in the league (they remain the only unbeaten Premier League team), a dip in quality has been evident. A lacklustre 1-0 win over Bursaspor did nothing to disprove Rooney’s claims and the Red Devils have certainly failed to display their customary strength and vigour so far this season. United are traditionally slow starters, true. But this feels different.
'É impressionante o que estão fazendo para tirar o título do Corinthians', diz Elias
O Corinthians sequer é líder do Campeonato Brasileiro, mas mesmo assim é o time mais visado na briga pelo título da competição. Essa é a impressão que o volante Elias teve após o empate por 1 a 1 com o Flamengo, nesta quarta-feira, no Engenhão. Na volta a São Paulo, ele reclamou da divisão desigual da tabela e minimizou as provocações do são-paulino Alex Silva.
"Só Corinthians e Flamengo jogaram na quarta-feira. O Fluminense (primeiro colocado) vai ter um dia a mais para descansar antes de jogar. É impressionante o que estão fazendo para tirar o título do Corinthians", disse o atleta, revoltado. Inicialmente, a partida contra o rubro-negro, assim como os demais jogos do nacional, seriam realizados no final de semana.
No próximo domingo, no entanto, será disputado o segundo turno das eleições 2010. Assim, a CBF adiantou o duelo entre as equipes de maiores torcidas no Brasil. Nesta quinta-feira jogam Fluminense e Atlético-PR, que brigam pelas primeiras colocações - contra Grêmio e São Paulo, respectivamente. O terceiro colocado Cruzeiro só entra em campo no sábado, para pegar o Grêmio-SP.
"Como não conseguimos fazer a nossa parte fora de casa, agora vamos ter que torcer contra os outros", afirmou Elias, ciente de que o número de pessoas que está 'secando' o Corinthians também é grande. O último a admitir abertamente que não quer o título do alvinegro foi o zagueiro Alex Silva, do São Paulo - os clubes da capital se enfrentam em clássico na 34ª rodada, em 7 de novembro.
"A verdade é que ninguém quer ver o Corinthians campeão. Nossa rivalidade não é com o Alex Silva, mas temos uma rivalidade natural entre Corinthians e São Paulo, assim como existe entre Corinthians e Santos", minimizou o jogador. O capitão William concorda com Elias: "O Corinthians incomoda bastante gente mesmo, mas seria estranho se ele dissesse o contrário".
Os altos e baixos em mais de cinco anos na Europa parecem fazer parte de um passado distante para Andrés D’Alessandro. Em excelente fase no Internacional há quase três temporadas, ele não apenas reconquistou o prestígio que ficara abalado por passagens irregulares por Wolfsburg, Portsmouth e Zaragoza como se tornou ídolo da torcida colorada e ainda voltou a fazer parte da seleção argentina nos últimos amistosos contra Espanha e Japão.
Aos 29 anos e com grandes ambições, D’Alessandro se diz maduro, focado na carreira e pronto para seguir aproveitando o grande momento que atravessa. E aproveitar, neste caso, significa ganhar novos títulos com o Inter, um deles que engrandeceria ainda mais seu currículo: o da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, em Abu Dhabi.
Em entrevista exclusiva ao FIFA.com, o meia revelou esta meta e ainda mostrou toda sua gratidão ao clube gaúcho, que, segundo ele, tem responsabilidade direta na nova chance que ganhou na seleção de Sergio Batista. Seleção que, aliás, ele espera defender no amistoso contra o Brasil, em 17 de novembro.
FIFA.com - Você considera esta fase como a melhor de sua carreira? D’Alessandro – É uma fase muito boa, não sei se a melhor. Mas é boa por que conquistei títulos, que são os grandes objetivos de um jogador. Fiz um bom trabalho na Libertadores e, no Campeonato Brasileiro, as coisas também estão indo bem. É um momento que certamente tenho que aproveitar.
Você passou mais de cinco anos na Europa, voltou à Argentina e agora está bem de novo no Brasil. Quanto acha que amadureceu nesses anos? Os anos passam e a gente vai crescendo em todos os aspectos, pessoalmente e como atleta. Sei que amadureci bastante nestes dois níveis. Há dez anos jogo como profissional, mas tenho humildade e continuo aprendendo a cada dia, dentro e fora do futebol. Estou no momento certo da minha vida, jogando bem. Venho cumprindo os meus objetivos e conquistando títulos, que são essenciais para te fazer crescer.
Em relação à Copa do Mundo de Clubes da FIFA, você pode enfrentar alguns companheiros de seleção se o Inter enfrentar a Internazionale na final. Já conversou com eles a respeito? Conversamos bastante, principalmente agora na viagem ao Japão. Mas foi sempre em tom de brincadeira. Conheço o Cambiasso, o Milito, o Zanetti e o Samuel também, são excelentes jogadores. A gente se sente orgulhoso por ter esta oportunidade. Mas, no meu modo de entender, as equipes estão em outro nível na Europa. Vamos ver como nos sairemos. Temos um jogo na semifinal e só depois poderemos pensar neles. De qualquer forma, estamos trabalhando bastante para que esse duelo aconteça e não vamos dar nada de graça.
Qual a importância deste torneio? É hoje sua maior ambição jogando por clubes? Já conquistei a Libertadores e, sem dúvida nenhuma, este seria o título mais importante agora para minha carreira. Em nível de clubes é a maior competição que temos para disputar.
Depois de um bom tempo você voltou à seleção. O quanto a fase no Inter ajudou nisso? Ter voltado à seleção é algo que esperava há muito tempo. E todos sabem que essa oportunidade depende do momento que você atravessa no clube. Por isso, o Inter tem uma boa porcentagem, por me oferecer uma excelente estrutura. Não era chamado há mais de dois anos, mas fiz um bom trabalho e acho que foi merecido. Voltar era meu maior objetivo, agora quero ter continuidade.
Você foi uma das maiores promessas no país, mas nunca disputou uma Copa do Mundo da FIFA. É uma conta pendente em sua carreira? Sem dúvida nenhuma o maior sonho de um jogador profissional é disputar uma Copa do Mundo e nunca pude realizá-lo. Fiquei perto duas vezes, mas não fui. Então não posso e não quero pensar nisso agora. Hoje, meu foco é no Inter e no Mundial. Quero seguir trabalhando bem para me manter em boas condições e ter mais chances de estar na seleção.
Desde que o Riquelme deixou a seleção parece que a Argentina sente falta de um grande nome para a sua posição. Você acha que pode ser o meia que falta na equipe? A verdade é que a Argentina não vem criando muitos jogadores na minha posição como antes. Mas temos outros com muita experiência. Tudo depende do treinador, do jeito que ele quer jogar, da tática que pretende impor. O (Sergio) Batista tem uma ideia do futebol que eu concordo. Ele não quer ter um estilo fixo e pode jogar com ou sem um meia específico. O mais o importante é que o jogador esteja preparado para as possíveis mudanças e saiba se adaptar. O que vem me ajudando agora é o fato de ter atuado na Inglaterra e na Espanha em várias posições diferentes. Não posso ficar preso ao fato de ser meia e, se tiver que atuar de outra forma, vou dar o máximo. Tudo isso é importante para que o treinador tenha mais armas nas mãos.
A Argentina enfrenta o Brasil em novembro. Como encara a possibilidade de defender a seleção sendo ídolo no país rival? Já joguei contra o Brasil, mas não estava aqui no Inter. Agora seria mesmo diferente. O brasileiro olha para mim de um jeito especial, por que estou no país há um bom tempo. Sou muito agradecido pela forma que todos me acolheram. Até por isso não vai ser algo fácil, um jogo entre Brasil e Argentina é sempre algo importante.
Copa do Mundo da FIFA. Logo cedo, porém, viu que suas metas não eram tão simples. Seguidas lesões limitaram seu tempo de jogo na Espanha. No Mundial, mesmo com os três gols, deixou a competição com a sensação de impotência ao ver a Holanda virar nas quartas de final.
Com pouco tempo para se recuperar do baque pela eliminação, o atacante voltou ao Sevilla em meio a rumores de transferência e com o futuro incerto. A fase conturbada o levou ao banco ao mesmo tempo em que a nova Seleção Brasileira de Mano Menezes iniciava seu projeto para 2014 com vitórias e boas apresentações.
De fora, Luís Fabiano reconhece que a renovação era necessária, mas não desiste e diz que pode ser útil à Seleção mesmo próximo de completar 30 anos. Para isso, tem uma receita que parece simples: “Tendo uma sequência no Sevilla voltarei a marcar gols e a ser o Luís Fabiano de antes. Ainda posso contribuir muito para a Seleção”, garante o jogador, em uma entrevista exclusiva ao FIFA.comna qual relembra momentos da África do Sul e analisa outros da atual fase no Sevilla. Confira.
FIFA.com: Antes da Copa, mesmo com algumas lesões, você manteve a boa média de gols. Depois, ela caiu. Como está o apetite do Luís Fabiano no momento? Luís Fabiano: O apetite está o mesmo ou até maior. Depois da Copa do Mundo não fiz uma pré-temporada e não tive uma boa preparação. Agora venho trabalhando para recuperar minha forma e voltar ao normal, que, para mim, é jogar e fazer gols. Estou me sentindo bem, mesmo que meu momento não seja o ideal, sem os minutos que gostaria de ter em campo. Mas acredito que, com uma sequência, voltarei a ser o Luis Fabiano de antes da Copa.
Há alguns dias você manifestou publicamente que não gostava de ficar na reserva. Ainda pensa desse jeito? Minha opinião segue a mesma. Eu sou um jogador que tem ambição, que nunca se acomoda e que não gosta de ficar no banco, principalmente depois do que fiz nas últimas temporadas. Mas em muitos times tive momentos de dificuldades e dei a volta por cima. Sei que tenho essa força e vou provar que continuo o mesmo.
O Sevilla perdeu a oportunidade de jogar a Liga dos Campeões da UEFA. Até onde esta equipe pode chegar nesta temporada? Ela pode incomodar o reinado de Barcelona e Real Madrid na Espanha? A eliminação da Liga dos Campeões foi uma grande perda para o clube e para os jogadores. Por outro lado, o clube é estável e, mesmo de fora, não vai sentir muito. Em relação ao Campeonato Espanhol, brigar com Barcelona e Real Madrid ainda é muito difícil, mesmo que o Barcelona não esteja como antes e que o Real ainda esteja em construção. O objetivo do Sevilla é o mesmo de antes: se der para lutar pelo título, vamos até o fim. Mas a obrigação mesmo é ficar em terceiro e se classificar de novo para a Liga dos Campeões.
Você já tem 95 gols em mais de cinco anos no Sevilla. Acha que pode marcar seu nome de vez na história do clube? Tendo uma sequência sei que vou chegar aos 100 gols pelo clube ainda neste ano. Esta é minha meta, até para ficar entre os cinco primeiros artilheiros do Sevilla. Depois do São Paulo, quero deixar meu nome gravado na história de mais um clube.
Em relação à Copa do Mundo, o que ficou claro era que, até as quartas de final, o clima da Seleção era de ânimo, de esperança. Depois da derrota, o que ficou foi uma imagem ruim. Uma eliminação tem esse poder de fazer tudo mudar tão rápido? Tem, com certeza. Perder uma Copa do Mundo vestindo a camisa da Seleção Brasileira é, sem dúvida, a maior frustração de uma carreira. Dentro do grupo havia um clima agradável com as vitórias. Depois da derrota tudo mudou e foi uma tristeza total. A gente estava lá, se dedicou e não ganhou. O ânimo muda mesmo. Mas a camaradagem não terminou e seguimos como um grupo unido, mesmo sabendo que, para muitos, não haverá uma nova chance de disputar outra Copa.
Dá para fazer uma análise dos acertos e erros dessa campanha? A campanha teve 90% de acertos. Os 10% de erros talvez tenham sido o segundo tempo contra a Holanda, que foi fatal. Até ali tudo era perfeito. A gente fez tudo da melhor maneira, se dedicou ao máximo, treinou... Mas dois erros custaram a vaga, e depois ficou muito duro reagir. Quando não ganhamos algo, parece que tudo estava errado. Até então, nossa trajetória na Copa América, na Copa das Confederações, nas Eliminatórias era perfeita. Sabíamos que estávamos no caminho certo. Mas, infelizmente, no futebol nem sempre o melhor ganha.
Em termos pessoais, como você analisa sua participação? Jogar uma Copa foi tudo aquilo que você esperava? Acho que poderia ter chegado na Copa em momento diferente, um pouco melhor fisicamente. Mas eu vinha de lesões, tinha parado alguns meses e, quando voltei a treinar, tive outra lesão que me atrapalhou muito. Durante a preparação tive que cuidar dela, perdi treinos, me sacrifiquei para recuperar o tempo perdido. Foram esses meses que me prejudicaram. Mas, na medida do possível, tenho que ficar satisfeito, porque ainda fiz três gols que nos ajudaram a chegar um pouquinho mais longe.
Acha que o Mundial e a derrota influenciaram nessa sua fase atual? Demorou um pouco mais para entrar no ritmo do que em outros anos? Sim, com uma derrota como essa demora muito para recuperar a autoestima. Só quem disputou uma Copa e perdeu sabe o quanto dói. Foram 20 dias de férias, muito pouco tempo para sair daquela pressão e esquecer aquelas imagens do aeroporto, de quando você chega e vê o povo brasileiro triste. Tudo isso pesa. Mas a partir do momento que cheguei aqui (na Espanha) procurei deixar tudo para trás.
Com o Mano Menezes no cargo houve um processo de renovação natural, e o estilo de jogo mudou bastante. Como você vê esses primeiros passos da Seleção após a Copa? Essa fase de reformulação é absolutamente normal, com jogadores novos e pensando já em 2014. Quando uma seleção não vence, existe a obrigação de mudar e de reformular. Por isso esse período é natural. As competições oficiais vão chegar, o Brasil irá bem e aí vão falar que a Seleção está pronta. Tudo isso acontecerá. Mas não adianta nada se não vencer a Copa do Mundo. Para ser de novo respeitado é preciso ser campeão, não tem outro jeito. É preciso jogar bem e, na hora da verdade, ganhar. Só assim vamos voltar a ser o número 1. A Espanha, por exemplo, tinha aquela sina de nunca ganhar nada. Hoje, está a mil maravilhas, é a melhor do mundo, melhor de todos os tempos (risos).
Você está perto de completar 30 anos e vai ter 33 na Copa de 2014. Ainda se considera na briga? Como vê seu ciclo na Seleção? Sei que tenho totais condições de disputar uma Copa com 33 anos. Muitos jogadores que participaram da última tinham até mais e estavam jogando bem. Eu sou um cara que se cuida e, com certeza, estarei em boa forma. Ainda posso contribuir muito para a Seleção e nunca vou pensar em deixá-la. Sempre trabalharei no Sevilla para, se tiver uma oportunidade, poder voltar e seguir minha história com a Seleção.
O Mano tem usado o Alexandre Pato como o atacante principal. Mas, nestas primeiras convocações, ele não testou jogadores de área como você. Acha que essa sua característica é um trunfo para uma eventual volta? O que preciso mostrar mesmo são meus gols. Esse é meu negócio. Em relação a características, cada um tem a sua. Hoje está jogando o Pato, com o Robinho. São grandes jogadores e se completam. Ele também testou o André, que é mais um centroavante. Mas insisto: acredito que, fazendo gols e estando bem, minha oportunidade de voltar à Seleção pode pintar de novo, independentemente da característica.
Para terminar, muitos jogadores de sucesso têm voltado ao Brasil. Acha que é uma boa saída? Você toparia em breve uma volta? Olha, hoje seria quase impossível voltar. Mas, daqui a três anos, quando acabar o contrato, posso pensar. Sou apaixonado pelo Campeonato Brasileiro e tenho certeza que um dia jogarei de novo por um clube do país.
This 1981 picture shoes Argentine soccer star Diego Armando Maradona, being carried by fans after winning the 1981 local Championship with Boca Juniors at La Bombonera stadium in Buenos Aires. Maradona celebrates on October 30, 2010 his 50th anniversary, bitter after his performance as Argentine coach and former President Nestor Kirchner decease. (Photo by Diario Popular/na Argentina Out To Go With Afp Story Restricted To Editorial Use/AFP/Getty Images)
Del Bosque convocó al centrocampista del Villarreal para los partidos contra Lituania y Escocia.
''A Cristiano le va mejor el fútbol inglés''
DB.- Ya sabe que Del Bosque vigila con atención sus evoluciones... -Sí, claro, y por eso estoy muy contento y muy feliz. Llegar hasta la selección es un sueño para todos los jugadores desde pequeñitos. Trabajando he llegado aquí y voy a seguir haciéndolo para seguir teniendo recompensas por parte del seleccionador.
DB.- ¿Cómo llegó al Real Madrid y cómo le fue? -Antes jugué en Torrejón y en el Villa Rosa. Por el Real Madrid fiché con 11 años, y fui escalando pasito a pasito por las distintas categorías hasta que llegué al filial... para mí aquello fue la ‘leche’.
DB.- Después debutó con el primer equipo. -Sí, lo conseguí. Primero fue en un amistoso y después jugué en Copa del Rey y en Champions League. El entrenador era Fabio Capello.
DB.- El problema es que no pudo mantenerse en la primera plantilla madridista... -Todos sabemos que si es difícil llegar, más difícil es mantenerse. Esto me va a pasar ahora en la selección porque el grupo de futbolistas habituales de los últimos años están haciendo las cosas muy bien, por lo que mantenerte en la selección ahora mismo es muy complicado, pero por mí no va a quedar. Seguiré trabajando en mi equipo para que el seleccionador vuelva a confiar en mí.
DB.- Estese tranquilo, que Del Bosque mira mucho hacia el Villarreal... -Quizá sea una casualidad que en la última convocatoria acudiéramos cinco compañeros... pero la verdad es que el equipo ha empezado muy bien esta temporada y por eso hemos llamado la atención del seleccionador. Nosotros estamos ahí y vamos a seguir trabajando para que nos tengan en cuenta.
DB.- ¿Qué tal en su nuevo equipo? -Creo que, por mis características, es un equipo que me viene muy bien por la idea de fútbol que tiene. De momento, en este inicio de temporada me encuentro muy contento y ojalá que nos siga yendo igual de bien.
DB.- ¿Fue ese estilo de juego lo que le hizo elegir el Villarreal entre las ofertas que tenía? -Es verdad que por suerte en verano tuve varias ofertas, y me decidí por el Villarreal por la fuerza que puso el club en ficharme y, sí, como usted dice, por ese estilo de juego que tiene, en el que trata de mantener mucho la posesión del balón para, con esta base, ir a hacer daño al rival.
DB.- Si brilla con su equipo Del Bosque le seguirá abriendo las puertas de la selección porque ha demostrado que el suyo no es un bloque cerrado pese a los éxitos logrados... -El míster ve en cada momento qué necesita la selección y toma las decisiones que cree oportunas. A Del Bosque yo le conozco desde que llegué al Real Madrid porque entonces su cargo era el de director de la cantera. Recuerdo que bajaba mucho a vernos entrenar y que nos daba charlas citando también a nuestros padres.
DB.- La cantera del Real Madrid es muy productiva, pero no para el primer equipo... -En todos los equipos de España hay jugadores que se han formado en la cantera del Real Madrid... Negredo, Mata, Filipe Luis, Jurado, Soldado... Lo de tener jugadores en el primer equipo creo que va por ciclos.
DB.- Y ahora el ciclo es claramente de color azulgrana... -Es que sus canteranos están siendo cracks dentro de su equipo, y eso es muy complicado, lo que quiere decir que han trabajado bien con la cantera.
DB.- Hay canteranos que salieron y volvieron, como Granero o Arbeloa, ¿se ve usted en esa tesitura? -En el momento que te vas sólo puedes volver por la puerta grande, como han sido los casos de Granero, De la Red y Arbeloa. Cuando yo salí del club era por fin de contrato y el Real Madrid no tenía ninguna opción de recompra.
DB.- ¿Negredo y Soldado son inferiores a Benzema e Higuaín? -Yo diría que tanto Negredo como Soldado son jugadores muy válidos, pero el Real Madrid decidió que prefiere a Higuaín y Benzema. Por suerte para Negredo y Soldado han tenido buenos equipos donde ir.
DB.- ¿Tiene una espina clavada por ser usted un canterano que no ha triunfado en el primer equipo del Real Madrid? -No porque comprendí que el Real Madrid es de los clubs más grandes del mundo y es complicado para un canterano tener la oportunidad de entrar en esa plantilla. Lo normal es que el Real Madrid fiche jugadores consagrados porque es un club que siempre quiere triunfos inmediatos. De cualquier manera, lo que yo tengo es mucho agradecimiento hacia el Real Madrid porque en ese club me han enseñado prácticamente todo al estar en él once años. Aunque es pasado, lo llevo en el corazón.
DB.- Y al RCD Mallorca también le debe algo, ¿verdad? -Algo no, mucho. Primero, este club me dio la oportunidad de debutar en Primera División, y después volvió a confiar en mí. Gregorio Manzano ha sido el entrenador con el que más tiempo he trabajado en Primera, y él me dio mucha confianza para jugar como juego ahora.
"En el campo empiezo por la derecha pero luego ya casi no aparezco más por ahí"
DB.- ¿Cuál es el techo del Villarreal esta temporada? -El tiempo lo dirá. Por ahora nos va bien, pero aún es pronto para saber qué puede pasar con nosotros, aunque vamos a intentar estar lo más arriba posible el máximo tiempo posible.
DB.- Están a la altura del Sevilla, del Atlético de Madrid... -A priori, me parece que sí, pero prefiero no encasillarnos porque la Liga es larga y da muchas vueltas.
DB.- ¿Cómo es Juan Carlos Garrido? -Es un entrenador que le echa mucha ilusión a su trabajo. Tiene tantas ganas como cualquier jugador de que lleguen los partidos. En los entrenamientos le pone mucha pasión porque quiere que estemos metidos en el trabajo que hacemos, concentrados. Nos dice que el trabajo diario es el que va a hacer que el fin de semana el equipo esté bien.
DB.- Tiene toda la razón. -Además él sabe tratarnos psicológicamente. El míster sabe como ‘enchufar’ a la gente, y a los más jóvenes, que esta temporada hay muchos en la plantilla, sabe cómo motivarlos para que estén a tope.
DB.- Garrido le sitúa a usted de falso interior derecho, ¿verdad? -Sí, en el dibujo empiezo por la derecha pero cuando comienzan los partidos por ahí ya prácticamente no aparezco más. El míster prefiere que juegue por dentro y me da libertad para que me mueva por donde quiera.
DB.- Los que están a tope cara al gol son Nilmar y Rossi... -Sí, y es que uno juega con la selección brasileña y el otro con la italiana. Yo les considero unos cracks. Futbolistas así hacen que la Liga sea mejor.
DB.- Pone a sus compañeros por las nubes... -Es que fácil entenderse con jugadores de este nivel. Nilmar es más rápido y va directo a la portería, mientras que Rossi es más regateador por su calidad. Tener gente así arriba nos viene fenomenal a los centrocampistas porque sabemos que cualquier pase sólo medio bueno que les des, lo van a ‘enchufar’ a gol.
DB.- El que todavía da pases buenos es ‘el abuelo’, Marcos Senna... -Está muy bien. Es el jefe dentro del vestuario. Se nota que tiene peso dentro del equipo y a mí me parece justo porque tiene las ideas clarísimas. Marcos sabe lo que necesita el equipo en cada momento y sabe cómo mantener despierto al vestuario para dar el máximo en cada partido.
DB.- Y por esa zona del campo también juega Bruno, el internacional más desconocido... -Es un jugador increíble por la cantidad de balones que roba. A un equipo tan ofensivo como es este Villarreal le viene fenomenal tener un jugador como Bruno, que hace un trabajo un poco más oscuro que los demás al lado de Marcos Senna.
DB.- ¿Qué conclusiones obtuvo de su paso por la Premier League? -Cuando llegué tenía un estilo de juego y ahora tengo otro. Me fui siendo un jugador de calidad y volví de allí siendo un jugador más aguerrido, presiono más, robo más balones... Inglaterra hizo madurar mi fútbol porque la Premier me lo exigía; muchos rivales eran duros y había que agarrar, chocar y pelear.
DB.- Contra el Manchester United ya tomó conciencia de quién es Cristiano Ronaldo... -No voy a descubrir yo a Cristiano Ronaldo, pero creo que el estilo de fútbol de la liga inglesa le va mejor por sus características. Allí se ‘rompen’ los partidos y hay más espacios, lo que a él le viene muy bien porque es rápido y potente. En España las líneas están más juntas y las defensas están más cerrada.
En el horizonte aparece ya el clásico. Restan siete partidos, pero el Barça-Real Madrid asoma y, como no puede ser de otra manera, empieza a despuntar con su intensidad habitual. El duelo, siempre esperado, cobra especial interés esta temporada por los focos que acaparan los banquillos y las estrellas de ambos cuadros y, obviamente, por los últimos cuatro ‘meneos’ que le ha dado el FC Barcelona a su eterno rival, tanto en el Camp Nou como en el Santiago Bernabéu. Llega el clásico y, con él, la emoción, el acaloramiento y esa multitud de sensaciones inherentes a un cara a cara entre estos dos gigantes del fútbol español y mundial. Hoy por hoy, el Barça-Real Madrid, que todavía no tiene fecha adjudicada, se presentaría muy parejo. El equipo blanco aventaja al blaugrana en el campeonato doméstico por un solo punto. Una diferencia que desde la Corte se empeñan en agrandar por las recientes goleadas del caudro blanco y las sufridas victorias del equipo catalán. Pese a todo, sólo un punto entre uno y otro. Una diferencia que, viendo lo que les aguarda a ambos conjuntos de aquí al clásico, parece que se puede mantener sin excesivas dificultades. El Barça recibirá la visita del Sevilla y Villarreal y viajará a Getafe y Almería. El Madrid, por su parte, se desplazará a Alicante y Gijón y jugará como local ante el Atlético de Madrid y el Athletic Club. De seguir tanto uno como otro equipo como hasta ahora, la lógica indica que puede llegarse a la 13ª jornada, la del clásico, con el Real Madrid sumando 32 puntos y el FC Barcelona 31. Pero atención al Barça-Villarreal y al Real Madrid-Atlético, las citas que podrían complicar más a los dos favoritos.
Otros frentes abiertos
Además de recorrer el camino liguero hacia el clásico de finales de noviembre, Barça y Madrid, igualmente, deberán pelear en los otros dos frentes que tienen abiertos: Champions League y Copa del Rey. En competición europea dominan sus respectivos grupos y, salvo contratiempos, ambos estarán en octavos como primeros de grupo. El Barça se jugará la primera plaza el martes 1 en Copenhague y el Madrid un día después, el 2, en Milán. Tendrán otra oportunidad en este torneo antes del choque de trenes. El Barça en Atenas, contra el Panathinaikos, y el Madrid en Amsterdam, ante el Ajax.
Precisamente, después de esta jornada europea, llegará el momento de la verdad. Y aquí el Madrid tendrá una ligera ventaja dado que jugará en martes en Holanda mientras que el Barça lo hará en Grecia. Así, el equipo merengue dispondrá de 24 horas más que el catalán para preparar el choque. A estos partidos hay que añadir los de la competición del KO.
El Barça inició el torneo con un triunfo en Ceuta (0-2), mientras que el Madrid lo hizo empatando a cero contra el Murcia. Y para cargar todavía más las piernas de los jugadores, en el camino (17 de noviembre) aparece una nueva jornada FIFA en la que España se medirá a Portugal. Un amistoso que, como los recientes en México DF y Buenos Aires llega en el momento más inoportuno. Más horas de viaje, concentración y, sobre todo, más cansancio...
Ocho partidos, cuatro de Liga, dos de Champions League, uno de Copa del Rey y otro de selección, 720 minutos por delante para la gran mayoría de jugadores para ambos equipos. Una elevada carga que puede pasar factura a alguno de los protagonistas a un mes vista del esperado choque.
Choque, por otra parte, que puede marcar un punto de inflexión para el cuadro que se haga con el triunfo. El Barça asume que será entonces cuando deberá asaltar el liderato y el Madrid tratará de conservarlo, siempre y cuando llegara al Camp Nou en lo más alto de la tabla.
La estrategia de ambos equipos pasa por ir paso a paso, por no dejarse cegar por la luz que desprende el clásico de la decimotercera jornada, un partido en el que, al fin y al cabo, se pondrán en juego tres puntos. No seis o nueve... Por esta razón, ni Pep Guardiola ni José Mourinho van a perder ni un solo segundo en hablar de este partido. Sólo lo abordarán cuando sea el momento. Es decir, después de acabar el Almería-Barça en el caso del catalán y después del Madrid-Athletic en el caso del portugués. Nada ni nadie van a perturbar el día a día de ambos clubs hasta que llegue el día ‘H’.
En cualquier caso, empieza la cuenta atrás para el primer clásico de la temporada, un partido largamente esperado en el que se podrá comprobar si el Barça sigue siendo más que el Real Madrid o, por el contrario, si el Real Madrid ha podido levantarse.
NEW YORK (AP) -- The Heat's new Big Three earned big television ratings.
The debut of LeBron James, Dwyane Wade and Chris Bosh in Tuesday's opener drew the most viewers for an NBA regular-season game in cable history.
TNT said Wednesday that Miami's 88-80 loss to the Boston Celtics had a 4.6 rating and was watched by 7.4 million people. The rating is second only to the 4.9 for the Bulls-Lakers game on Feb. 2, 1996, when Michael Jordan and Magic Johnson met for the first time after both came out of retirement. That game had a smaller audience because of population growth.
Ratings represent the percentage of all homes with televisions tuned into a program. Tuesday's game actually earned a higher rating in Boston (17.1) than in Miami (15.5). It drew a 10.6 in James' jilted former home of Cleveland
Carmelo Anthony addressed his interest, or lack thereof, in staying with the Nuggets on Wednesday. "They want to sit down and talk, but my thing is it's way beyond this year," Anthony told Yahoo! Sports after scoring a team-high 23 points in the Nuggets' victory. "It ain't got nothing to do with the new GM, Josh, the players. For me, I feel it's a time for change. If I do nothing now, I'm never going to do anything. I feel like my time is now to make a decision if I want to leave or if I want to stay." League sources still expect the Nuggets to try to trade Anthony rather than risk losing him for nothing when he can opt out of his contract at the end of the season.
Botafogo homenageia Garrincha: 'Maior de todos os tempos'
Em seu site oficial, clube alvinegro lembra data em que o craque completaria 77 anos
Por GLOBOESPORTE.COMRio de Janeiro
No último sábado o mundo comemorou os 70 anos de Pelé, considerado o melhor jogador de futebol da história. Mas no Botafogo, a unanimidade é Garrincha, que no último dia 18 completaria 77 anos e que morreu em 1983. Em seu site oficial, o Alvinegro prestou uma homenagem intitulando o jogador de “maior de todos os tempos”.
Pelo Botafogo, Garrincha disputou 612 partidas e marcou 243 gols. Com a camisa alvinegra, conquistou três títulos do Campeonato Carioca (1957/61/62) e dois do Torneio Rio-São Paulo (1962/64), entre outros. Na Seleção Brasileira, sagrou-se campeão das Copas de 1958 e 62.
Valdano: "Mou tiene el desafío de cambiar la historia del Madrid"
Jorge Valdano fue el protagonista del décimo cuarto FORO MARCA Ballesteros, en el que analizó la actualidad del Real Madrid, desde Mourinho a Benzema, pasando por el Real Madrid - Barça, Zidane, Fernando Llorente, Raúl o el equipo de baloncesto.
Sobre el entrenador portugués, el hispano-argentino señaló que "Mourinho tiene el desafío de cambiar la historia del Real Madrid. Creo que quiere hacer un Real Madrid de autor, en el que el entrenador sea el más importante de su historia", afirmó. También ha reiterado que la elección de Mourinho como entrenador no va contra sus principios futbolísticos: "Necesitábamos la figura de un entrenador dominante y personalidad desbordante, con trayectoria ganadora, que tuviera fortaleza en el vestuario. Su figura creaba más consenso que ningún otro dentro del club y yo soy hombre de consenso".
Asimismo, sobre la posibilidad de quedarse sin ningún título esta temporada, Valdano afirmó que "estamos ante un gran Real Madrid en ciernes, extraordinariamente joven y que llegará a su tope en dos años. El club tiene que acompañarles con paciencia, ya que, por plantilla, es el mejor Madrid desde el de la novena Copa de Europa", afirmó.
"Jugar el Clásico el lunes sería un desprestigio para el fútbol español"
En lo que respecta al delantero francés Karim Benzema, declaró que "Benzema no está sentenciado", y que "le sobra tiempo en el Real Madrid para demostrar quién es". Además, confirmó que todos los estamentos del club se han puesto en marcha para ayudar al internacional galo: "Ahora necesita atención porque la presión a su alrededor crece. Queremos darle el ámbito que necesita para demostrar todo el talento que ha demostrado en Francia. Si sabemos hacerlo, demostrará su categoría"
"Benzemá no está sentenciado. Tiene tiempo de sobra para demostrar su categoría"
Sobre otro tema de actualidad, la posibilidad de jugar el F.C Barcelona - Real Madrid en lunes, Valdano fue tajante: "No hemos recibido ninguna petición oficial, pero que se juegue un lunes sería la mejor manera de desprestigiar al fútbol español ante el mundo".
Además, cuestionado sobre un futurible del equipo blanco, el jugador del Athletic de Bilbao, Fernando Llorente, el director general del Real Madrid ha afirmado que no está en los planes de momento, ni para diciembre ni para la temporada siguiente. "La plantilla está armada para el próximo lustro o década, por lo que sólo se harán retoques cuando sea necesario, y no tiene por qué ser en el puesto de delantero centro". Respecto a posibles salidas en diciembre, como la de Kaká o el propio Benzemá, aclaró que nadie saldrá en diciembre del Real Madrid.
"Creían que CR7 animaría la noche y sólo se ha dedicado a animar los partidos"
Jorge Valdano se deshizo en elogios sobre Cristiano Ronaldo, al que ve como "ejemplo y bendición para el resto de la plantilla". Asimismo, sobre su profesionalidad, explicó que "muchos creían que animaría la noche y los partidos y que finalmente sólo ha animado los partidos", para concluir que "Cristiano Ronaldo se parece al Real Madrid"..
Sobre otros jugadores de la plantilla, como el brasileño Kaká, Valdano afirmó que "Kaká por edad tiene que mostrarnos aún lo mejor de su carrera deportiva. Un jugador de su categoría tiene un orgullo proporcional a su categoría y no se va a resignar a tener un papel secundario", explicando que su vuelta no supondría un problema, sino una solución, al ocupar el puesto de Ozil y Canales.
Raúl y Zidane
Valdano aclaró en el FORO MARCA Ballesteros las funciones de Zinedine Zidane en el club: "Nos va a acompañar en Champions, siempre, y en algunos partidos de Liga. No se va a sentar en el banquillo y ayudará a Mourinho en su relación con el primer equipo, no en la labor técnica, pero sí colaborando aportando su experiencia estando cerca de entrenador y equipo".
"Zidane no se sentará en el banquillo. Nos acompañará en Champions y, a veces, en Liga".
Preguntado por si Raúl se merecía una salida así del Real Madrid, el hispano-argentino negó que fuera una falta de respeto: "Raúl no dejó el fútbol. Un partido de despedida es para jugador que dice adiós al club y al fútbol. Siempre habrá tiempo para agradecerle todo lo que hizo por el club. La historia de Raúl con el Real madrid acaba de empezar, sus caminos se volverán a encontrar, ya que el Real Madrid necesita la inteligencia y el conocimiento de Raúl", concluyó.
Sobre el equipo de baloncesto, aclaró que "la temporada pasada, por la ansiedad de ganar, se hizo una plantilla demasiada alta en edad. Este año se ha bajado y nuestro entrenador, el mejor de Europa, ya lleva un año aquí y sabrá descifrar mejor la complejidad de este club. La idea es competir sin complicar el presupuesto", aclaró.
El futuro de Kaka vuelve a presentar interrogantes. Y no porque el jugador o el Real Madrid los alimenten. Lo hace el Milan, el club en el que se consagró como estrella mundial, y que hace temporada y media lo vendió a los blancos por 65 millones de euros.
Desde ese verano de 2009, Kaka no ha sido el jugador que se convirtió en una estrella mundial vistiendo la camiseta 'rossonera', lo que ha salpicado su estancia en el Madrid de rumores sobre su posible vuelta al Milan.
De hecho, este mismo miércoles, el vicepresidente de la entidad lombarda, Adriano Galliani, dejaba caer un mensaje inquietante en las páginas de 'Tuttosport': "¿La vuelta de Kaka? Nunca digas nunca".
¿Podría tratarse de una nueva versión del famoso 'never, never, never' de Florentino Pérez antes del fichaje por el Madrid de David Beckham? Quién sabe. Lo que es cierto es que Galliani ha elevado el tono de sus declaraciones sobre Kaka tras el duelo de Champions entre Real Madrid y Milan.
"No es posible formular hipótesis sobre su regreso al Milan por el momento", dijo Galliani tras el clásico europeo. Este martes, fue más allá, en un corrillo con periodistas a la salida de una reunión en la sede de la Lega Calcio: "A Hernanes y a Pastore los seguimos en el pasado, pero ya teníamos un gran mediapunta que se llamaba Kaka. ¿Si va volver? No lo sé, de verdad".
Robinho presiona El 'asunto Kaka' es una constante en cualquier información relacionada con el Milan en Italia. Hasta el punto de que su compatriota Robinho también habló del asunto en una entrevista concedida a Sky Sport 24: "Es un grandísimo jugador, que ha jugado muchos años en el Milan y que ha dejado huella. Si vuelve, mejor para nosotros".
Robinho se diz feliz no Milan, elogia Ronaldinho e almeja longo futuro na equipe
A passagem de Robinho começou de forma tímida, mas aos poucos o atacante ganha destaque na equipe. Após deixar sua marca nas redes de Chievo Verona e Napoli, o brasileiro disse se sentir “muito bem” no clube e almeja passar muitos anos na equipe italiana.
“Estou melhor fisicamente e feliz. O Campeonato Italiano é difícil. O Milan é um time muito bom e tem a possibilidade de ser campeão. Espero ficar aqui por muitos anos”, afirmou Robinho, em entrevista à emissora de TV Sky Sport.
Robinho elogiou Ronaldinho e deseja que o meia retorne logo à seleção brasileira. “Ele é um jogador fantástico e espero que volte [à seleção]. Com a qualidade e a experiência dele, para nós é importante tê-lo em campo”, analisou.
O atacante também falou sobre os boatos de um possível retorno de Kaká ao Milan. “É um grande jogador que atuou vários anos no Milan e deixou sua marca. Se ele voltar, melhor para nós”, comentou Robinho.
O brasileiro não quis opinar se prefere atuar ao lado de Ronaldinho ou de Alexandre Pato na equipe italiana. “O ataque do Milan é o mais forte. Todos querem jogar bem. Trabalho para ficar em campo 90 minutos, então o técnico decide. Estou acostumado a jogar no ataque, mas sigo as indicações do meu treinador”, disse, referindo-se às escolhas de Massimiliano Allegri.
Por fim, Robinho falou sobre o processo de renovação da seleção brasileira. “Estamos construindo uma equipe mais jovem, mas com qualidade. Estamos fazendo bem. Penso no Mundial que será disputado no Brasil; será belíssimo”, completou.
Wozniacki vence italiana em Doha e fecha a temporada como número 1 do mundo
A dinamarquesa Caroline Wozniacki, líder do ranking mundial, se recuperou da derrota sofrida para Samantha Stosur e fechou sua participação no grupo Marrom do WTA Championships, em Doha, com um triunfo de virada nesta quinta-feira, contra a italiana Francesca Schiavone, por 2 sets a 1, com parciais de 3-6, 6-1 e 6-1, após 2h01min de partida.
O triunfo assegurou a tenista dinamarquesa como número 1 do ranking mundial feminino até o final da temporada, já que ela não pode mais ser alcançada pela russa Vera Zvonareva, única rival que poderia lhe tirar a liderança.
Com a vitória e a garantia da liderança do ranking, Caroline Wozniacki também garantiu sua classificação para a semifinal do torneio que reúne as melhores da temporada em Doha. Com a primeira posição do grupo Marrom já garantida pela australiana Samantha Stosur, a dinamarquesa não pode ser alcançada pela italiana Francesca Schiavone e leva vantagem contra russa Elena Dementieva no confronto direto.
Caso Dementieva vença por 2 sets a 0, vai igualar a campanha da dinamarquesa, mas perde a vaga por ter sido derrotada no confronto direto com a líder do ranking. Dementieva venceu nesta quinta-feira a australiana Samantha Stosur por 2 sets a 1, com parciais de 4-6, 6-4 e 7-6(7-4), após 2h42min de partida.
São Paulo lança camisa inspirada na década de 1940
O goleiro Rogério Ceni, que nesta quinta-feira completa o seu jogo de número 700 como capitão do São Paulo, utilizará um uniforme especial durante a partida contra o Atlético-PR, na Arena Barueri.
A patrocinadora do clube tricolor lançou uma camisa do torcedor inspirada na década de 1940. O modelo é similar ao terceiro uniforme de 1944, utilizado em dois clássicos – vitórias por 4 a 1 sobre a Portuguesa e 3 a 2 sobre o Corinthians.
A camisa apresenta listras verticais pretas e brancas, com detalhes vermelhos na gola e nas mangas. A venda nas lojas começam já nesta semana.
Liga BBVA – As receitas TV dos clubes Espanhóis 09/10
Na temporada de 2009/2010, o valor proveniente da venda direitos de transmissão televisiva dos 20 clubes da Liga Espanhola atingiu um total de 602,2 milhões de Euros, sendo que Real Madrid e FC Barcelona juntos arrecadaram quase metade do valor total, cerca de 280 milhões de Euros.
Isto sucede porque tal como em Portugal, em Espanha, os direitos de transmissão televisiva são vendidos individualmente por cada clube, tendo a Mediapro um papel dominante no sector detendo os direitos TV de todos os clubes.
Em 2009 a Mediapro colocou à venda os direitos de transmissão de todos os jogos da Liga Espanhola das temporadas de 2009/10 a 2011/12, no entanto foi o seu próprio canal de televisão, o “ La Sexta”, que adquiriu o pacote de jogos. O “La Sexta” é obrigado a libertar 1 jogo por jornada a um canal de sinal aberto, actualmente transmitido pelo Canal Plus da Sogecable, propriedade da Prisa, mas fruto de um acordo entre a Mediapro e a Prisa, os restantes jogos são também transmitidos pelo Canal Plus e Digital Plus para os seus assinantes em canal fechado.
Os 602,2 milhões de Euros que os 20 clubes da LigaBBVA recebem, significam uma média de 30,1 milhões de Euros em direitos TV por clube, no entanto este valor é francamente desequilibrado devido aos 140 milhões de Euros cada, que Real Madrid e FC Barcelona arrecadam.
Liga BBVA – As receitas TV dos clubes Espanhóis 09/10:
1
Real Madrid
140.000.000 €
8
At.Bilbao
17.000.000 €
15
R.Santander
12.500.000 €
2
Barcelona
140.000.000 €
9
Zaragoza
14.000.000 €
16
Almeria
12.500.000 €
3
At. Madrid
42.000.000 €
10
Deportivo
14.000.000 €
17
Tenerife
12.000.000 €
4
Valencia
42.000.000 €
11
Espanhol
13.700.000 €
18
S.Gijon
12.000.000 €
5
Villarreal
25.000.000 €
12
Maiorca
13.700.000 €
19
Málaga
12.000.000 €
6
Sevilha
24.000.000 €
13
Osasuna
13.000.000 €
20
Xerez
12.000.000 €
7
Getafe
18.000.000 €
14
Valladolid
12.800.000 €
Clube com maior receita – 140 milhões de Euros
Clube com menor receita – 12 milhões de Euros
Média de receita por clube – 30,1 milhões de Euros
Nota: Os valores apresentados representam os valores anuais recebidos por cada clube com a venda dos direitos de transmissão da liga, não significando receita TV total gerada anualmente por cada um. Isto significa que os clubes obtêm mais receitas TV, através dos jogos das taças nacionais, competições europeias, canais de televisão próprios, etc…
Flamengo comemora Dia do Flamenguista com distribuição de cards dos jogadores
O dia 28 de outubro marca o "Dia do Flamenguista". Data comemorada de forma diferente a cada ano, com a diretoria do clube visando sempre presentear os aniversariantes. Desta vez, o clube resolveu disponibilizar gratuitamente em bares, restaurantes, academias, lanchonetes, teatros, universidades e escolas de Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, 15 mil cards exclusivos dos jogadores. Ao todo, serão 89 estabelecimentos envolvidos no Rio de Janeiro, 52 na capital federal e 16 na capital paulista.
Os cards, criação do departamento de marketing do Flamengo, são produzidos em papel reciclável e já fazem sucesso entre torcedores e jogadores. Foram produzidos 1.500 para cada atleta e todos foram entregues aos mesmos para distribuição gratuita aos rubro-negros. Apenas o capitão Léo Moura e o goleiro Marcelo Lomba receberam um total de 3.000 cards.
Card do lateral-direito Léo Moura, o camisa 2 e um dos ídolos da torcida do Flamengo
Além de impresso, o site oficial do clube disponibilizou os cards de todos os atletas para que o torcedor possa fazer o download das imagens de forma gratuita. À noite, uma missa na capela do Gávea será celebrada para comemorar o também dia de São Judas Tadeu, padroeiro do Flamengo.
Acostumado ao assédio dos fãs, seja nas ruas ou pelas redes sociais da internet, o goleiro Marcelo Lomba comemorou a iniciativa do clube, já que pode presentear os torcedores com mais um item.
"Isso é importante. Tudo o que é feito para aproximar a torcida do clube e dos jogadores é fundamental. Afinal, o torcedor é o grande patrimônio do Flamengo", explicou.
Média de receitas dos patrocínios nas camisolas 09/10
Segundo informação da Reuters, o valor total das receitas de patrocínio nas camisolas das 5 maiores ligas Europeias (Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França) caiu 2,6% para os 365 milhões de Euros na temporada de 2009/10.
Em termos de média de receitas provenientes de patrocínios nas camisolas, os clubes da Bundesliga continuam a liderar, sendo que em média cada clube arrecada cerca de 6,3 milhões de Euros por ano neste género de patrocínio, o que significa um aumento de 5% em relação à temporada anterior.
Estes valores significam também que a Bundesliga bate mais uma vez a Premier League Inglesa, uma vez que os clubes ingleses registam uma média de 4,8 milhões de Euros em patrocínios nas camisolas, uma queda de 10% em relação à temporada de 2008/09.
Média de receitas provenientes de patrocínios nas camisolas das 5 maiores ligas de futebol Europeias:
Bundesliga - Em 2008/09 os clubes alemães obtiveram em média 5,97 milhões de Euros em receitas provenientes dos patrocínios nas camisolas. Em 2009/10 a média subiu para os 6,26 milhões de Euros, um aumento de 4,9%.
Premier League – Em 2008/09 os clubes Ingleses obtiveram em média 5,33 milhões de Euros em receitas provenientes dos patrocínios nas camisolas. Em 2009/10 a média desceu para os 4,81 milhões de Euros, uma queda de 9,8%.
Serie A – Em 2008/09 os clubes Italianos obtiveram em média 3,62 milhões de Euros em receitas provenientes dos patrocínios nas camisolas. Em 2009/10 a média desceu para os 3,52 milhões de Euros, uma queda de 2,8%.
La Liga – Em 2008/09 os clubes Espanhóis obtiveram em média 2,50 milhões de Euros em receitas provenientes dos patrocínios nas camisolas. Em 2009/10 a média aumentou para os 2,64 milhões de Euros, um aumento de 5,6%.
Ligue 1 – Em 2008/09 os clubes Franceses obtiveram em média 2,46 milhões de Euros em receitas provenientes dos patrocínios nas camisolas. Em 2009/10 a média desceu para os 2,19 milhões de Euros, uma queda de 11,0%
Em termos dos sectores que mais investiram em publicidade nas camisolas dos clubes pertencentes às 5 maiores ligas da Europa, o sector das Apostas Online foi o que mais gastou em patrocínios com 67,5 milhões de Euros, um aumento de 36,1% em relação ao ano de 08/09, seguido dos sectores da Energia 47 milhões de Euros (+3,8%), Transportes 44 milhões de Euros (+16,4%), Finanças 42,7 milhões de Euros (-21,3%), Automóvel 41,2 milhões de Euros (-4,2%) e Telecomunicações 32,6 milhões de Euros (-7,4%)
Liverpool manager Roy Hodgson has told Manchester United that goalkeeper Jose Reina is not for sale amid reports the Spain international is attracting interest from Old Trafford.
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Pepe Reina: Signed a six-year contract in April
United have been linked with a move for Reina as they bid to find a long-term replacement for 40-year-old Edwin van der Sar, who is considering retiring at the end of the season.
However, World Cup winner Reina, 28, only signed a six-year contract in April and Hodgson has no intention of letting one of his most prized assets leave as Liverpool look to turn around their season under new owners New England Sports Ventures.
"We have heard nothing from Manchester United and, more to the point, we don't want to hear anything from Manchester United," Hodgson told the Liverpool Echo.
"If [Sir Alex] Ferguson is looking around at the end of the season and he has got lots of money to replace Van der Sar, he might very well want Pepe Reina because he is the best around.
"But we do not want to sell him. I would like to think that we are going to become a successful club once again and Pepe is crucial to that."
Hodgson said the transfers rumours were "disappointing and annoying" and went on to heap praise on Reina, who has been a key figure since he joined Liverpool from Villarreal in 2005.
"Pepe is fantastic here, he is a lifeblood of this team," Hodgson said. "Everything he does around the club is excellent - he is always lively in the dressing room, he is always first class in training and he always wants to do more to improve.
"He demands better from those around him, he is always pushing people on. He is a player who we hold in the highest esteem."
Meanwhile, the Daily Mirror claimed on Thursday that both Reina and star striker Fernando Torres have negotiated "secret get-out clauses" in their new contracts that would allow them to leave Liverpool in January.
Carlos Tevez has flown home to Argentina amid fears he could miss Manchester City's derby test against Manchester United because of the injury he picked up in his side's 3-0 loss to Arsenal on Sunday.
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Carlos Tevez has flown home to see his family
After scans revealed Tevez's thigh injury would keep him out for around two weeks, City boss Roberto Mancini saw an opportunity to allow Tevez to spend time at home while he recovers.
Tevez's team-mate Roque Santa Cruz said this week Tevez was homesick and missing his children, who live in Argentina, so the theory is the striker will come back refreshed and happy early next week. He is expected to undertake an intense rehabilitation schedule while he is away to boost his chances of recovering in time for the November 10 Manchester derby.
Tevez, who has been ruled out of the weekend's game against Wolves, is all but certain to miss City's upcoming Premier League game against West Brom as well as their Europa League fixture against Lech Poznan next week. The return of Mario Balotelli from injury and the form of Emmanuel Adebayor, who scored a hat-trick in Europe last week, should help ease City's striking woes but Mancini will be desperate to have Tevez back to face United since the City captain has scored three goals against Sir Alex Ferguson's men since leaving Old Trafford for Eastlands.
Mancini was keen to rest Tevez in upcoming matches anyway since his skipper has been playing out almost every match as a lone striker in the absence of injured team-mates. He limped off in the second half against Arsenal but it was initially thought he had a dead leg and would not miss any matches. He has scored seven goals in nine Premier League matches this season.
Sob a sombra de Fofão, levantadoras do Brasil encaram primeiro desafio
Desde a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, o técnico José Roberto Guimarães tem uma preocupação: achar a substituta ideal para a levantadora Fofão. Nesta sexta, a seleção começa o Mundial com as duas jogadoras da posição sem estar 100% preparadas e sob a sombra da antecessora.
No ciclo olímpico iniciado após os Jogos na China, Zé Roberto testou Ana Tiemi, Dani Lins e Fabíola na posição. Nenhuma das três conseguiu se tornar inquestionável na equipe. Zé Roberto decidiu então convocar Dani Lins e Fabíola para o Mundial, mas reconheceu que as duas precisam adquirir mais experiência internacional.
Agora, tanto Dani Lins quanto Fabíola querem provar que estão à altura do desafio. Para isso, precisam realizar um excelente Mundial. O primeiro passo será dado na madrugada desta sexta-feira, às 2h30 (de Brasília), contra o Quênia.
A primeira a ter a oportunidade de mostrar o seu valor é Dani Lins, titular da seleção. “É gratificante substituir a Fofão. O trabalho é longo, mas a gente está no caminho certo”, disse a jogadora.
Já Fabíola mostra um pouco menos de confiança. “Não sou a substituta da Fofão. Tem eu e a Dani. E a Fofão é insubstituível. Ainda não dá para substituí-la, temos muito que trabalhar”, disse.
O próprio técnico Zé Roberto acredita que as duas jogadoras ainda precisam evoluir para chegar ao nível de Fofão. Antes da viagem para o Japão o treinador disse que as atletas ainda não estavam 100% prontas.
“Elas ainda não estão totalmente prontas. Esse tempo em que elas estão conosco e os próximos campeonatos vão servir de preparação para os Jogos de Londres-2012. O crescimento vai vir da experiência nesses campeonatos, mas elas ainda estão se preparando”, afirmou o treinador.
No início da preparação para o Mundial, Zé Roberto tentou convencer Fofão a abandonar a aposentadoria da seleção. Mas a jogadora foi irredutível.
O “fantasma” da Fofão parece não incomodar Dani Lins. “Se eu tivesse que sair ou não seria a opinião dele (Zé Roberto). Mas estou treinando bastante para tentar fazer tudo bem feito, para ninguém sentir a falta da Fofão”, disse.
Nos treinos, as levantadoras são as jogadoras mais exigidas. Não foi diferente nesta quinta, no reconhecimento da Arena Hamamatsu, local dos jogos do Brasil na primeira fase. Dani Lins e Fabíola ouviram as maiores broncas de Zé Roberto, com direito até a alguns palavrões.
Sara Carbonero recebeu no sábado o prêmio ‘Antena de Oro’ de jornalismo esportivo na categoria de televisão, concedido pela associação dos profissionais de imprensa da Espanha. A namorada de Casillas, do Real Madrid, no discurso de agradecimento, lembrou da família, mas em especial das suas amigas. O goleiro não estava presente na cerimônia, pois no momento estava enfrentando o Racing Santander pelo Campeonato Espanhol.
Cristiano Ronaldo lançou nesta quinta-feira sua nova chuteira chamada ‘Nike Safari Boots’. O modelo, que é exatamente o mesmo que havia vazado esta semana na internet, foi apelidado de ‘leopardo’. Achei um pouco exagerados os desenhos, mas o craque luso ficou bem satisfeito. A estreia do novo equipamento será no dia 7 de novembro no Santiago Bernabéu no clássico entre Real Madrid e Atlético.
“O desenho safari expressa meu estilo’, disse Cristiano Ronaldo.
A divulgação da nova chuteira foi cercada de mistério…
Dana anuncia fusão do WEC com o UFC; Aldo é confirmado campeão do Ultimate
Depois de ter sido especulada desde o início deste ano, o presidente do UFC, Dana White, confirmou nesta quinta-feira em uma entrevista coletiva a fusão do maior evento de MMA do mundo com o WEC, que já era dos donos do Ultimate, mas contava apenas com categorias mais leves de pesos.
“Quero anunciar que agora o UFC conta com as categorias peso pena (até 65 kg) e peso galo (até 61kg) e os campões do WEC nessas categorias, [o brasileiro] José Aldo e Dominick Cruz, respectivamente, são reconhecidos como campões do UFC”, explicou o mandatário do evento, também lembrando que os leves (até 70 kg) do WEC se unirão aos leves do Ultimate.
A fusão entre os dois torneios começa a valer a partir de 2011 e o WEC ainda terá dois eventos este ano, em 11 de novembro e 16 de dezembro. No segundo, Dominick Cruz defenderá seu cinturão contra Scott Jorgensen, definindo o campeão do UFC entre os galos.
Na entrevista, ele ainda confirmou quais serão as primeiras lutas importantes de ex-lutadores do WEC na nova casa. José Aldo defenderá seu cinturão dos penas em 1º de janeiro, no UFC 125, mas o adversário ainda não foi definido.
Já vencedor de Ben Henderson contra Anthony Pettis, na disputam do cinturão dos leves do WEC em 16 de dezembro, vai enfrentar quem sair de Frankie Edgar x Gray Maynard, que lutam pelo título dos leves do UFC. Eles farão um combate pela unificação dos dois cinturões.
Crescimento
Dana White explicou que o motivo da fusão é a expansão do UFC, que pretende fazer mais eventos e ir a novos países no próximo ano. “Vamos fazer ainda mais shows em 2011 e vamos para cada vez mais países e vamos precisar desses caras. O tempo certo de fazer isso foi esse."
“É um caminho que começou quando compramos o WEC, aumentamos a exposição na televisão, colocamos em mais cidades nos EUA e agora faz sentido trazê-los para junto de nós. Sabíamos que esses caras fariam sucesso, que essas lutas explodiriam no mundo do MMA e queríamos colocá-los no plano global. Não sabíamos como isso ia funcionar e funcionou inacreditavelmente bem”, completou.
O cartola também anunciou que o UFC terá pelo menos quatro eventos transmitidos em TV a cabo nos Estados Unidos, não apenas em pay-per-view, pelo canal Versus, que já tinha os direitos do WEC. “Acho que quem já assistia WEC na TV é o próprio público do UFC, é o fã de MMA. Agora que eles virão para o UFC, vão fazer parte da maquina.”
BRASIL: TRÊS CAMPEÕES DO UFC AGORA
Com a fusão do UFC com o WEC, o brasileiro José Aldo (ao centro) foi anunciado como campeão dos pesos penas do maior torneio de MMA do mundo. Com isso, o país passa a ter três campeões no evento. Além do próprio Aldo, Anderson Silva (a esquerda) é o dono do título dos pesos médios, e Maurício Shogun (a esquerda) no meio-pesado.
José Aldo fará sua primeira luta no Ultimate em 1º de janeiro, no UFC 125, ainda sem adversário definido, sendo sua terceira defesa de cinturão. Anderson luta no evento seguinte, na edição 126, em 5 de fevereiro, contra o também brasileiro Vitor Belfort, podendo ficar com o cinturão pela sétima luta seguida. Já Shogun ainda não tem combate confirmado para sua primeira defesa de título
CBF descarta amistoso contra a Espanha na reinauguração do Maracanã
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) descartou nesta quinta-feira que a seleção irá enfrentar a Espanha na reinauguração do Maracanã, fechado para as reformas visando a Copa do Mundo de 2014. O duelo aconteceria meses antes do principal torneio de futebol.
Segundo nota oficial no site da CBF, tanto o presidente da entidade, Ricardo Teixeira, como o presidente da Real Federação Espanhola, Villar Llona, desmentiram o acordo.
Ambos estão em Zurique, na Suíça, participando de reuniões do Comitê Executivo da Fifa. Os encontros terminam nesta sexta-feira.
A notícia da possível partida surgiu justamente da federação espanhola, mais precisamente do diretor Fernando Hierro. “Agora todo mundo quer jogar contra nós e ganhar do nosso time. Com o Brasil estamos conversando sobre algo para a reinauguração do Maracanã para o Mundial de 2014. É o enfrentamento que todo mundo quer ver”, disse o ex-jogador da Fúria.
Last night’s World Series Game 1 between the San Francisco Giants and the Texas Rangers drew a 10.4 rating, down 25% from last year’s first game between the Yankees and the Phillies. This is probably respectable given the market size discrepancy.
But this isn’t the biggest worry for Major League Baseball. In somewhat of a strange scheduling anomaly, two World Series games will go head to head against NFL primetime broadcasts. Game 4 of the World Series will go up against a Sunday night broadcast of the Pittsburgh Steelers versus the defending Super Bowl champion New Orleans Saints.
And it doesn’t get any easier. Game 5 (if necessary) will face off at the same time the Indianapolis Colts (and Peyton Manning) play a key divisional game on Monday night against the Houston Texans.
A World Series with the Yankees might have stood a fighting chance, but the Giants and Rangers will be fighting for every viewer.
La plantilla azulgrana se implica para llenar el Camp Nou
Los jugadores del FC Barcelona hacen un llamamiento a la afición azulgrana para que les acompañe en todos los partidos en casa. "Nos dejaremos la piel" vuelve a ser el eslogan de la campaña de venta de entradas del curso 2010/11 que el club pone en marcha este jueves.
A través de esta campaña los futbolistas piden el apoyo inestimable de la afición y a cambio aseguran su compromiso a la hora de defender los colores del Barça. Para ello se utiliza la misma frase del año pasado ('Nos dejaremos la piel'), que deja patente la implicación de los jugadores del equipo de Pep Guardiola.
A diferencia del spot de la temporada pasada, en esta ocasión los jugadores no mostrarán tatuajes para dejar patente esta dedicación, sino que se verán fotografías con rostros y camisetas sudadas de los futbolistas.
Pedro, Iniesta y Messi son los primeros protagonistas de la campaña, aunque para más adelante, también está prevista la participación de otros jugadores de la plantilla como Xavi, Puyol, Villa, Alves, Piqué y Valdés. La campaña se podrá ver en Barça TV, el sitio web del club, diarios generalistas y deportivos, televisiones, radios, pancartas publicitarias y en soportes exteriores del Camp Nou.
Ministério do Esporte turbinou com verbas municípios de seus candidatos
Os cincomunicípios que mais receberam recursos do Ministério do Esporte em 2009 tiveram candidatos intimamente vinculados ao Ministério do Esporte, na eleição de 3 de outubro.
Confirma-se com esses dados oficiais que a máquina do governo trabalha, efetivamente, em favor de seus funcionários-candidatos.
Repete-se a história do "é dando que se recebe".
Alguns têm sucesso. Outros...
Confira quem-é-quem:
1º) Campinas (SP)
Valor: R$ 10.035.239,92
Candidato: Ricardo Petta, a deputado federal pelo PCdoB. Petta foi presidente da UNE, ex-secretário de Esportes de Campinas (até abril de 2009); é irmão da mulher do ministro Orlando Silva, Ana Cristina.
Eleição 2010: 28º suplente, com 60.156 votos;
2º) Araraquara (SP)
Valor: R$ 9,8 milhões
Região de influência de Ricardo Petta;
3º) Manaus (AM)
Valor: R$ 4,7 milhões
Candidata: deputada Vanessa Grazziotim, PC do B
Eleição 2010: eleita senadora com 672.920 votos;
4°) Juiz de Fora (MG)
Valor: R$ 4 milhões
Candidato: Wadson Ribeiro, ex-presidente da UNE que largou a faculdade de medicina para ser secretário executivo do Ministério do Esporte até abril deste ano.
Eleição 2010:candidato a deputado federal teve 54.494 votos, em 14ª suplência
5º) Maringá (PR)
Valor: R$ 3,7 milhões.
Região de influência de Ricardo Gomyde (PCdoB), ex-assessor do ministro Orlando Silva.
Eleição 2010: com 44.560 votos é o 12º suplente à Câmara dos Deputados
Na reta final por 2018, briga esquenta entre Inglaterra e Rússia
Uma briga que começou com muitos personagens e agora, na reta final, se resume a apenas Rússia e Inglaterra, com Espanha/Portugal correndo por fora. Este pode ser o resumo da disputa que definirá o país sede da Copa do Mundo Fifa de 2018. Possíveis rivais de outros continentes abriram mão da disputa para que o torneio em 2018 fique na Europa e então EUA, Austrália e Quatar vão concorrer por 2022. Lembrando que a Fifa promete divulgar o resultado dos dois processos no mesmo dia, agora em dezembro.
E o clima entre Inglaterra, tida como favorita, e Rússia não está nada amistoso. Depois das denúncias de corrupção que estão assolando a Fifa, a Rússia resolveu partir para a linha de combate, criticando a candidatura inglesa. Viacheslav Koloskov, membro do comitê da Fifa, da Uefa e da campanha russa, qualificou o rival como “primitivo” e “cômico”.
A reação de Koloskov é, na verdade, uma tréplica. Tudo começou quando o chefe do comitê russo, Alexei Sorokin criticou a forma como os ingleses estariam negociando votos, fato que ficou explícito na matéria que denunciou a corrupção na organização. A Inglaterra não gostou nada e fez uma reclamação formal contra o modo de agir de Sorokin na Fifa, exigindo um pedido de desculpas. Foi então que Koloskov entrou em cena.
“Isso mostra como a campanha deles vai mal. É cômico. A imprensa mostra uma situação destas e eles se preocupam em atacar um membro nosso, pedindo sanções. É uma maneira primitiva de agir dos ingleses, atacando os outros, ao invés de valorizar os pontos positivos”, disse o dirigente.
A Fifa, que no momento está sem moral alguma, disse que recebeu o pedido inglês, entrou em contato com ambos e está analisando o caso, mas que a situação ainda é “pendente”.
Após vender ações do Lakers, Magic Johnson pode ter seu próprio time
fabiokadow
Durante esta semana o ídolo e ex-astro da NBA Magic Johnson anunciou a venda das suas ações do Los Angeles Lakers, time onde conquistou diversos títulos na carreira. Johnson tinha 4,5% das cotas e, apesar dos valores não terem sido divulgados, estima-se que ele arrecadou cerca de US$ 27 milhões com a negociação. “Minha decisão não afetará de nenhum modo a minha dedicação e apoio ao Los Angeles Lakers. Sou e sempre serei Lakers durante toda a minha vida”, disse ele em comunicado oficial divulgado no dia. Sem dúvida ele continuará frequentando seu luxuoso camarote no Staples Center.
Porém, na quarta-feira, apenas um dia depois, o ex-atleta vendeu também suas 105 franquias de lojas da Starbucks que era dono por mais de US$ 100 milhões. E estas duas operações em apenas dois dias intrigaram o mercado norte-americano de esporte. Afinal, quais os planos de Magic Johnson?
Os boatos mais fortes indicam que ele quer seguir os mesmos passos de Michael Jordan (dono do Charlotte Bobcats) e também ter seu próprio time, apesar da declaração de amor feita ao Lakers. Golden State Warrios e Detroit Pistons são as maiores apostas dessa brincadeira de pura adivinhação, já que em nenhum momento Johnson deu declarações neste sentido. O Orlando Magic também já foi cogitado. Até times da MLB e NFL entraram na pauta, apesar dele nunca ter frequentado jogos de baseball ou futebol americano.
Aos 51 anos, Magic passou a ser um importante homem de negócios logo após a sua aposentadoria das quadras e sempre demonstrou competência nas decisões (ele é dono também de academias e outros restaurantes). Ele pode estar apenas se desfazendo de duas propriedades que acredita que vão se desvalorizar num futuro próximo para investir em outros mercados. Porém, apaixonado por esportes como é, não é de se espantar se ele realmente comprar alguma franquia para ser o sócio majoritário. Resta saber qual time, já que poucos acreditam que Magic Johnson compre um time apenas por comprar, ele teria que ter alguma ligação com seu destino. Qual a sua aposta?
Depois de inovar, Juventus finalmente fecha patrocínio para o uniforme dois
Há cerca de seis meses a Juventus de Turim havia anunciado que iria negociar o patrocínio prinicpal do uniforme de forma separada, com uma empresa para a parte da frente do tradicional uniforme listrado em preto e branco e outra para a camisa de jogo número dois. A estratégia, segundo os dirigentes, iria ajudar nas negociações durante um momento de crise e, posteriormente, poderia até render mais do que um contrato apenas.
Na época, a Juve fechou um contrato de 16 milhões de euros por duas temporadas com a empresa de apostas online Betclic, para todos os jogos, nacionais e internacionais, em que o time usasse o uniforme principal. Uma mudança já considerável, pois há muitos anos que o grupo Fiat, também natural de Turim, era o patrocinador do time.
Agora, já com o campeonato na oitava rodada, o clube fechou contrato de 3 milhões de euros com a Balocco, uma conhecida confeitaria italiana, para estampar a marca no uniforme número dois da Juve em 2010/11 e também por espaços publicitários no estádio Olímpico de Turim, onde o time manda seus jogos enquanto a nova arena não fica pronta. Por sinal, a mesma crise econômica que forçou este novo modelo de negociação de patrocínio é a que impede o time de fechar o contrato de naming rights para o estádio.
A Balocco atua em 50 mercados e, segundo seus diretores, a oportunidade de juntar-se a um time que é um dos maiores representantes do futebol italiano foi o que motivou a assinatura do contrato. Não foi divulgado se existe um acordo sobre a quantidade mínima de jogos que a Juve deve usar a segunda camisa. O time continua não empolgando nos campos e focando todo o investimento nos últimos detalhes do novo estádio, que deve estar pronto no próximo ano.
O mercado dos livros de esporte e os mais vendidos nos EUA
fabiokadow
Literatura sobre o mundo do esporte costumava aquecer somente em tempos de Copa do Mundo no Brasil, e este ano não foi diferente, mas felizmente o mercado editorial parece ter acordado para o tema nos últimos anos e diversos títulos ganharam às prateleiras, principalmente sobre futebol.
Infelizmente, a maioria dos títulos se resumem a listas do tipo “os grandes times”, “os grandes jogos”, “os artigos dos últimos anos”, etc, que não deixam de ter a sua importância, mas a ausência de boas histórias, ou até biografias (com suas devidas exceç&otil