11h30 – ATP 500: etapa de Basel – Sportv2 12h30 – Campeonato Alemão: Bayern de Munique x Schalke 04 – Espn Brasil 12h30 – Campeonato Alemão: Hoffenhein x Wolfsburg – BandSports 13h00 – Campeonato Inglês: Manchester City x Burnley – Esporte Interativo, Gazeta e Espn 13h00 – Campeonato Inglês: Tottenham x Sunderland – Espn HD 13h00 – Mundial de Ginástica Artística: etapa da Croácia – Sportv (segue as 15h00 no Sportv2) 15h00 – Campeonato Italiano: Catania x Napoli – Espn 15h00 – Campeonato Espanhol: Getafe x La Coruña – Espn HD 15h00 – Liga Espanhola de Basquete Masculino: Fuenlabrada x Valencia – BandSports 15h00 – Copa Paulista de Futebol: Votoraty x São Bernardo – Cultura (SP) e TV+ 15h30 – Campeonato Inglês: Wolverhampton x Arsenal – Esporte Interativo, Gazeta e Espn Brasil 16h00 – Campeonato Gaúcho Série B: Internacional B x Sapucaiense – TV COM (RS) 16h10 – Campeonato Brasileiro Série B: Atlético/GO x Guarani – EPTV (Campinas), PFC e PFC Internacional 16h10 – Campeonato Brasileiro Série B: Paraná x Duque de Caxias – PFC 16h10 – Campeonato Brasileiro Série B: Vasco x Juventude – RedeTV! (menos Porto Alegre), Globo (RJ e DF) e PFC 17h00 – Campeonato Espanhol: Barcelona x Mallorca – Sky
17h00 – ATP 500: etapa de Valência – Sportv2 17h00 – Liga Italiana de Vôlei Feminino: Jesi x Busto Arsizio – BandSports (VT) 17h45 – Campeonato Italiano: Atalanta x Juventus – Esporte Interativo, Gazeta e Espn Brasil 18h30 – Campeonato Brasileiro Série A: Sport x Cruzeiro – Sportv (menos PE), PFC e PFC Internacional 18h30 – Campeonato Brasileiro Série A: Santos x Náutico – PFC 18h30 – Campeonato Brasileiro Série A: Vitória x Avaí – PFC 19h00 – Campeonato Espanhol: Atlético de Madrid x Real Madrid – Espn e Espn HD 19h00 – Copa Paulista de Futebol: Linense x Botafogo – Rede Vida 19h00 – Mundial de Clubes Masculino de Vôlei: semifinais – Sportv2 (VT) 19h30 – Campeonato Português: Vitória de Guimarães x Sporting Braga – BandSports (VT) 21h00 – Campeonato Brasileiro Série B: América/RN x Vila Nova – PFC Internacional 21h00 – Breeders’ Cup Turfe – Espn e Espn HD (em ambas, em andamento) 22h45 – College Football: Clemson Tigers x Florida State Seminoles – Espn HD 23h00 – Campeonato Paulista de Futebol Society: Corinthians x Big – BandSports (VT) 01h00 – Campeonato Francês: PSG x Nice – Sportv2 (VT) *horários de Brasília
No Chelsea onde Felipão fracassou, o discutido Carlo Ancelotti faz bonito
por Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br
Carlo Ancelotti é um vitorioso no futebol. Jogando pelo Milan ganhou duas Ligas dos Campeões, entre outros títulos. Depois, como técnico rossonero, mais um par de conquistas da maior competição de clubes do mundo. E ainda deixou escapar outro, na incrível final de 2005, perdida para o Liverpool nos pênaltis depois dos incríveis 3 a 3 com reação inglesa no segundo tempo.
Apesar de seu currículo, Ancelotti é um sujeito questionado, no Brasil há quem o rotule como retranqueiro. Após temporadas ruins no Milan, deixou o time italiano e desembarcou em Londres. É técnico do Chelsea desde o começo da atual temporada. Nas entrevistas coletivas, ouve perguntas em inglês e as responde no mesmo idioma, mas tem a ajuda de um intérprete quando não compreende direito a questão ou lhe faltam as palavras mais adequadas.
Pois o técnico "defensivista" tem comandando um time dos Blues avassalador. É o segundo melhor ataque da Premier League com 28 gols, atrás apenas do Arsenal, com 32, e mantém a segurança lá atrás com a defesa mais eficiente, apenas oito tentos sofridos. Na Champions League são mais oito gols até aqui. Nada mal. Além disso, os Blues têm 11 vitórias seguidas em casa, em todas as competições que disputam. O Arsenal foi o último a vencer em Stamford Bridge, em novembro de 2008, portanto, há um ano.
O Chelsea venceu seus nove jogos em casa sob o comando de Carlo Ancelotti, e não leva gol em seu estádio desde que Hunt marcou o gol do Hull City nos 2 a 1 na primeira rodada. Já são 782 minutos de invencibilidade da defesa do time azul de Londres. E mais: em 20 jogos foram 28 gols no segundo tempo. E Drogba fez seis nos cinco últimos compromissos. Ele tem 12 na temporada.
Domingo, às 14 horas de Brasília, o Chelsea receberá o Manchester United, jogo que a ESPN Brasil exibirá, ao vivo. Estarei nos comentários ao lado de Paulo Andrade. Será mais um desafio para Ancelotti, o maior em casa, desde que chegou à Inglaterra. Uma vitória pode confirmar o sucesso do ex-treinador do Milan num clube rico onde Luiz Felipe Scolari fracassou. E se o idioma era problema para o brasileiro como muitos alegam, para Ancelotti não é diferente.
Reunião na próxima semana definirá ida de Robinho para o Barça, diz jornal
'Mundo Deportivo' afirma que brasileiro seria emprestado por seis meses, com opção de compra após a Copa do Mundo de 2010
As negociações para a contratação de Robinho pelo Barcelona avançam a cada semana e serão fechadas na próxima, durante uma reunião entre dirigentes do clube espanhol e o dono do Manchester City, xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, em Abu Dhabi.
Segundo o jornal "Mundo Deportivo", Robinho seria emprestado por seis meses a partir de janeiro, com um custo de 3,5 milhões de euros (R$ 9 milhões), com opção de compra que deverá chegar a 35 milhões de euros (R$ 90 milhões), valor que irá variar de acordo com o seu desempenho dentro de campo com a camisa catalã.
De acordo com o diário, Robinho vem perdendo espaço no Manchester City nos últimos meses por causa da recente fratura por estresse no tornozelo e da chegada de astros como Tevez e Adebayor. Aos poucos, o xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan e o técnico Mark Hughes foram se convencendo de que o melhor seria faturar com a venda do jogador e reinvestir o dinheiro em outro jogador de impacto.
Robinho já deixou claro que atuar pelo Barcelona seria um prazer. E o próprio Barça manifestou algumas vezes o desejo de tê-lo em seu elenco. Restava apenas o sinal verde do City.
Ao ser entrevistado pelo "Mundo Deportivo", o brasileiro afirmou nesta quinta-feira que a administração da sua carreira é de responsabilidade do seu pai. E deixou claro mais uma vez o que pretender fazer quando foi informado de que a diretoria do City havia dado sinal verde para a sua venda.
- Se é assim, está bem - afirmou.
Robinho continua se recuperando da fratura. A previsão da comissão técnica é que o seu retorno ao time aconteça no dia 21 de novembro, contra o Liverpool, pelo Campeonato Inglês.
Federer dá show e espanta "zebra" russa na Basileia
O suíço Roger Federer não deu qualquer chance ao qualifier russo Evgeny Korolev e se classificou à semifinal do ATP 500 da Basileia ao vencer por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2, após apenas 55 minutos de disputa. Na próxima rodada, o número 1 do mundo fará confronto inédito pelo circuito profissional contra seu compatriota Marco Chiudinelli, que superou o francês Richard Gasquet.
Atuando com segurança no fundo da quadra, Federer viu Korolev equilibrar o início da partida. No entanto, o russo não teve forças para segurar o suíço no sexto game e acabou tendo seu serviço quebrado. Com a vantagem na mão, prevaleceram a experiência e o melhor jogo do líder do ranking mundial.
Na segunda parcial, Federer manteve o ritmo, conseguiu duas quebras de saque consecutivas e não encontrou dificuldades para fechar o jogo e confirmar seu favoritismo na Basileia.
Chiudinelli também teve vida tranquila para superar Gasquet. Jogando com o apoio da torcida, o qualifier marcou 6/1 e 6/3 depois de uma hora de partida para garantir classificação à semifinal. O principal trunfo do dono da casa foi o saque: conseguiu 13 aces e venceu 90% dos pontos em que acertou o primeiro serviço.
Djokovic vira, vence batalha com Wawrinka e chega à semi
Se na quinta-feira Novak Djokovic não teve o menor problema para avançar no ATP 500 da Basileia, o mesmo não se pode dizer do duelo do sérvio pelas quartas de final, contra Stanilas Wawrinka. Nesta quinta, por muito pouco o número três do mundo não foi eliminado da disputa e só seguiu no torneio graças a um incrível poder de reação para derrotar o experiente rival Wawrinka por 2 sets a 1, parciais de 3/6, 7/6 (7-5) e 6/2.
Para decepção da torcida local, o suíço chegou a sacar com 4/3 no segundo set, mas acabou superado após um disputado tie-break. Abatido com a virada, Wawrinka não conseguiu mais impor o saque na terceira etapa (foram apenas dois aces, contra seis no primeiro set e cinco no segundo). Acabou punido com a eliminação no torneio, após perder quatro games seguidos no início do último set.
O próximo adversário do tenista da Sérvia é o checo Radek Stepanek, que passou pelo croata Marin Cilic por 4/6, 6/3 e 6/3, e tentará impor a segunda derrota em cinco jogos contra o sérvio.
Revista elege Messi o melhor do mundo e põe Ronaldo em 100º
O argentino Lionel Messi encabeça e o atacante Ronaldo fecha a lista dos cem melhores jogadores do mundo divulgada nesta sexta-feira pela tradicional revista inglesa Four Four Two.
A publicação seguiu apenas seus critérios na eleição. Messi, também favorito para ganhar a Bola de Ouro da France Football e o prêmio de melhor do mundo da Fifa no final do ano, é apontado como o melhor.
Cristiano Ronaldo, principal concorrente do craque do Barcelona, aparece na segunda posição, com os barcelonistas Xavi e Iniesta completando os quatro primeiros postos. Kaká, do Real Madrid, é o brasileiro mais bem colocado, surgindo na lista em oitavo.
Vale destacar também a presença de outros 15 brasileiros na lista dos melhores cem do futebol atual. Apenas um representante do futebol pentacampeão mundial ainda atua no Brasil: Ronaldo, camisa 9 do Corinthians, justamente o último nome do top 100.
"A sequência de gols que fez por seu novo clube, o Corinthians, nos lembrou o quanto Ronaldo pode ser bom", diz parte do texto da matéria que se refere à colocação do artilheiro corintiano.
A publicação ainda cometeu um erro grotesco na reportagem, ao apresentar o goleiro Júlio César, da Inter de Milão, como 23º melhor jogador do mundo, uma posição acima de Diego, da Juventus, mas ilustrar a matéria com uma foto de Victor, goleiro do Grêmio, companheiro de Júlio na Seleção Brasileira.
Os outros brasileiros citados na lista são os seguintes: Maicon, da Inter de Milão (17º), Daniel Alves, do Barcelona (25º), Alexandre Pato, do Milan (32º), Marcos Senna, do Villarreal (52º), Robinho, do Manchester City (57º), Felipe Melo, da Juventus (62º), Luis Fabiano, do Sevilla (63º), Thiago Motta, da Inter de Milão (64º), Grafite, do Wolfsburg (69º), Pepe, do Real Madrid (73º), Ronaldinho, do Milan (83º) e Eduardo da Silva, do Arsenal (90º).
Pellegrini: "Raúl es titularísimo y Guti no va porque ha bajado el nivel"
¿Jugará Raúl de titular?
Le tocó jugar mucho anteriormente y ahora por diferentes circunstancias ha empezado los partidos desde el banquillo. No hay ningún problema en ese aspecto. Su rendimiento le avala para seguir siendo titular. Me tiene absolutamente conforme y sigue siendo un jugador titularísimo.
¿Cómo ve que Portugal quiera convocar a Cristiano Ronaldo a pesar de su lesión?
Es un jugador muy importante para nosotros, como para Portugal. Por eso lo está pidiendo, pero el jugador sabe y Portugal conoce que Cristiano Ronaldo no está en condiciones de jugar.
¿Es más difícil el Atlético que el partido del Alcorcón?
El partido más difícil es el siguiente. Es un clásico importante y ojalá podamos superar a un difícil rival que viene de una mejoría.
Ante el Atlético cumplirá 200 partidos en Liga. ¿Los últimos encuentros que ha vivido en el Real Madrid han sido los más difíciles?
No llevo la cuenta, la verdad, pero no han sido mis peores partidos en España. Vuelvo a reiterar, durante todo el campeonato estamos peleando por el primer puesto.
¿Entra Guti en la convocatoria ante el Atlético?
Esta semana no va, aunque aprovecho para desmentir que tenga un castigo y que se lo tenga que levantar.
No es un castigo, pero es difícil de comprender...
Espero que recupere el nivel que tenía, porque estaba muy comprometido y es un jugador muy importante. Pero, para mi gusto, ha bajado en relación al resto. Ni me insultó ni le tengo castigado. Pero por más que uno dice siguen creyendo que uno es mentiroso, pero yo no sé quién miente más.
¿Garay, que acaba de salir de una lesión, está al nivel para jugar?
Van todos los centrales. Garay y Metzelder salen de una lesión y tomaremos la decisión en las próximas horas.
Técnico de Portugal ignora Real Madrid e diz que convocará Cristiano Ronaldo
Carlos Queiroz avisa que craque estará na lista para jogos com a Bósnia, pela repescagem das eliminatórias europeias
O técnico da seleção portuguesa, Carlos Queiroz, afirmou nesta sexta-feira que Cristiano Ronaldo será convocado para as partidas com a Bósnia, pela repescagem das eliminatórias europeias, apesar de o Real Madrid considerar “impossível” a presença do craque em campo.
O meia-atacante sofreu uma lesão no tornozelo direito em de 30 de setembro contra o Olympique de Marselha, pela Liga dos Campeões. Depois, o craque retornou em 10 de outubro, defendendo Portugal contra a Hungria pelas eliminatórias, e voltou a sentir o problema.
Na última quinta, o Real anunciou que Cristiano Ronaldo ficará mais 15 dias parado, pelo menos, e o técnico Manuel Pellegrini afirmou que o jogador não atuará pela seleção na repescagem. Queiroz não se importou com isso:
- Vou convocar Cristiano Ronaldo e espero que ele possa nos ajudar, nem que seja só alguns minutos – disse o treinador de Portugal ao canal “TVI”.
Portugal enfrenta a Bósnia nos dias 14 e 18 de novembro, na última chance de ir ao Mundial na África do Sul. Queiroz espera contar com Cristiano Ronaldo em pelo menos um jogo. A convocação sairá neste domingo.
Eurico Miranda: 'Estou em estado de coma e vou sair dele agora'
Ex-presidente do Vasco garante que não assistiu a um único jogo do time na Série B e se diz feliz por ter mais tempo para curtir a família e os netos
Clícia Oliveira e Thiago LavinasRio de Janeiro type="text/javascript">
Dezesseis meses após ter deixado a presidência do Vasco, Eurico Miranda tem a aparência de outra pessoa. Mais magro e bem menos estressado, ele parece seguir apenas com um velho hábito. Do corredor do escritório de advocacia que mantém no centro do Rio de Janeiro era possível sentir o cheiro da fumaça de seus charutos. Por cerca de duas horas, o ex-presidente do Vasco conversou com o GLOBOESPORTE.COM. Apesar de criticar a administração de Roberto Dinamite, preferiu não falar em derrota política no ano passado. Mas admitiu que prolongou demais a sua permanência no poder do clube. Precisava sair para cuidar da saúde, muito abalada com dois sérios problemas.
- Eu deveria ter saido (do Vasco) até um pouco antes. Hoje eu tenho certeza de que se não tivesse saído do Vasco hoje eu estaria fisicamente muito mal. Essas coisas não acontecem por acaso.
- O Vasco na Segunda Divisão para mim é um pesadelo. Vou acordar dele, com certeza. Não há pesadelo que dure para sempre. Vou acordar e o Vasco vai estar no lugar dele, que é na elite. Estou naquele estágio que a gente fica quando está em coma.
- Não assisto aos jogos. Como disse, estou em estado de coma e vou sair dele agora. Eu me recuso a ver qualquer coisa do futebol na Segunda Divisão. Mas só estou neste estado com o futebol, não em relação ao Vasco como um todo. Só voltei a São Januário para a reunião de beneméritos. Nunca mais voltei lá. Não volto porque me dói ver como se destrói. Construir é difícil, muito difícil. Destruir é fácil - disse.
- Em função do Vasco e da vida que levei eu não vi os meus filhos crescerem como deveria. Tive muita sorte que a minha mulher fez o papel de mãe e pai. E não estava tendo essa oportunidade com os meus netos. Meu neto estava fazendo quase quatro anos e estava difícil de ele me chamar de vovô. Posso sentir essa falta (do Vasco), mas agora posso ver esse lado que estava deixando de lado.
- Normalmente nos dias dos jogos do Vasco (na Série B) eu não estava aqui no Rio. Como não vou estar agora neste próximo jogo. Mas você toma conhecimento (do resultado). Não vejo o jogo completo, mas tomo conhecimento do que aconteceu nas resenhas esportivas na TV ou pela Internet. É impossível ficar alienado no mundo de hoje - disse Eurico, que não tinha dúvida de que o time voltaria para a Primeira Divisão.
- Só a camisa do Vasco, só a camisa do Vasco... pode colocar quem quiser lá dentro dela... só a camisa do Vasco disputando essa competição resolve o problema. Os adversários são tão inferiores como um todo que só a camisa, sozinha, resolve.
- Sou uma pessoa com enormes defeitos, como todo o ser humano tem. Mas com certeza sou abençoado pelo lá de cima. Sou casado com a mesma mulher há 40 anos. Eu criei e casei quatro filhos. Tenho cinco netos. Construí uma família. Tenho uma legião de amigos. E por ter me tornado uma figura pública eu tenho uma legião de inimigos entre aspas, mas que quando começam a me conhecer deixam de ser inimigos. As pessoas não conseguem ficar indiferentes comigo. Ou gostam ou não gostam.
- Um sonho meu é pegar o meu neto mais velho na mão e ir sozinho a um jogo de futebol do Vasco e ver como ele começa a extravasar esse sentimento pelo Vasco. Vai ser a minha grande alegria - disse.
- Sinceramente, eu não tenho essa preocupação. É difícil eu me transformar no meio esportivo em uma pessoa anônima. Não tenho receio nenhum em ir a qualquer lugar pelo fato de ser festejado ou xingado. Vaia, ser chamado de todos os nomes possíveis e imaginários, isso para mim é comum. Assim como ser idolatrado também. Nunca vão apagar a minha passagem pelo Vasco. Enquanto não aparecer uma figura que represente o Vasco como eu, eu não vou ser esquecido. Não há hipótese.
- Quando eu saí, quiseram passar uma situação que me derrotaram no Vasco. Mas eu não fui derrotado no Vasco. Eu não participei de eleição. Apoiei um candidato. Não podia continuar. Já tinha dito que ia sair. Precisava me tratar e tinha que sair de qualquer maneira. Eu não fui derrotado, nem me senti derrotado.
O atacante Vagner Love resolveu mudar a aparência pouco antes do jogo contra o Fluminense, no Maracanã. No treino da tarde desta sexta-feira, na Academia de Futebol, o jogador apareceu sem as tranças verdes que vinha usando no cabelo desde o retorno ao Palmeiras.
No Maracanã e com o novo visual, Vagner Love tenta reencontrar o caminho do gol. A última vez que o camisa 9 balançou as redes foi no empate contra o Avaí, no Palestra Itália, no começo do mês passado.
Vagner Love realizava uma "manutenção" nas tranças verdes a cada três semanas em um cabeleireiro na capital paulista. O processo tem duração de cerca de 1h30.
Nos próximos dias, Vagner Love deve apresentar uma outra novidade. Para homenagear o uniforme número três lançado pelo Palmeiras no segundo semestre de 2009, jogador declarou que pensava em mudar as tranças para a cor azul. Fica a expectativa se ele irá cumprir a promessa.
Com novo cabelo, Love deve formar diante do Fluminense novamente o ataque alviverde ao lado de Obina. O principal desfalque do setor ofensivo é o paraguaio Ortigoza, que está suspenso pelo terceiro cartão amarelo.
Desde que retornou ao futebol brasileiro, Love balançou as redes em quatro oportunidades. O principal goleador palmeirense no Campeonato Brasileiro é Obina, com 12 tentos.
O Estádio Ninho de Pássaro, um dos complexos de maior destaque dos Jogos de Pequim 2008, começa a preocupar as autoridades chinesas. Está difícil conseguir uma finalidade para o espaço, que realizou poucos eventos desde as Olimpíadas, e há um temor de que o estádio se torne um "elefante branco".
Com capacidade para receber um público de 80 mil pessoas, há uma dificuldade clara para realizar eventos do porte do Ninho de Pássaro.
O Ninho está recebendo a Corrida dos Campeões, que reúne grandes pilotos do mundo como Michael Schumacher, Jenson Button, Tom Kristensen, mas o público ficou aquém do que o estádio comporta. Além da Corrida, outros eventos esportivos já aconteceram, alguns shows, mas, pelo menos por enquanto, o Ninho do Pássaro tem servido mais como atraçao turística.
Que fique mais um alerta para os dirigentes responsáveis pela organização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. Já temos exemplos de dentro de casa - é só olhar alguns dos complexos construídos para o Panamericano 2007 -, mas Pequim só comprova que todos estão sujeitos a isso.
Cabe ao Brasil aprender com os exemplos de fora e se antecipar na elaboração de projetos que deem lastro para os complexos que serão construídos até lá.
YOU CAN'T BECOME A SPORTS IMMORTAL, SAYS DON KING, WITHOUT FOLLICLES OF FABULOUS FECUNDITY
Franz Lidz
The best head of hair in sports leaps from Don King's temples as if galvanized, its fuzzy tendrils intercepting signals from distant galaxies. It seems to jerk his eyes up and his mouth open, though you can't be sure because King's mouth is always open anyway.
I am here to commune with boxing's shock-follicled fabulist about hair and athletics. For days I've been tangled up in hair heritage and hair heretics. I've interviewed female tennis players who pluck hair out and hockey players who have it woven on; swimmers who shave it off and basketball players who have designs shaved in; a pitcher paid to grow a mustache and a first baseman fined for sprouting sideburns. I've tracked down many artistes of the scalp: Barbershop Mike, the silhouette draftsman of Harlem, whose etchings run from Michael Jordan in a reverse jam to Mike Tyson in a half-dozen stances of belligerence; Pasquale Gallo, the Greenwich Village stylist who created the mushroom, a postnuclear 'do that suggests an explosion over Los Alamos, N.M.; and the legendary Gary Bray, who coached the U.S. Ladies Hairdressing Team to a gold medal at the 1984 World Hairdressing Olympics in Las Vegas. I've seen tresses shorn into topiary gardens of staircases, slopes, spikes, fences and Gumbys; flattops you could eat your lunch off; shaggy perms that look like they had caught fire and been put out with Louisville Sluggers.
As it turns out, none of this came close to preparing me for the don of Kings.
SPORTS ILLUSTRATED: Tell the truth. How did you survive the electrocution?King: The truth is that my hair is an aura from God. Until 1971 it was kinky and nappy and burry, like any other black man's. Then one night I was in bed with my lovely wife, Henrietta, when suddenly my head got to rumbling. It felt like a volcanic eruption. Ping! Ping! Ping! Henrietta shook me and said, "Look at your head! Your hair is half up and half down!" And she was right: All them curls was straightening out and straightening up. Each strand stood erect, pristine and beautiful, reaching for the heavens on its own individual stimulation.
SI: What did you make of this hair-raising experience?
King: I was alarmed. Don't you see, I'd been traumatized. I'd just spent four years in prison for manslaughter, and I'm laying there in the free world wondering what direction I'm gonna go in next. I knew it wasn't back to the numbers business, where I came from. So the next morning I went down to the barbershop to get a haircut. The barber put his clippers to my hair, but all he got was static electricity. There were shocks and fiery sparks and I heard a snap, crackle, pop!
SI: Haven't I heard those sounds before?
King: Not in a barbershop! Those clippers were giving me an awful migraine. I had to get out of that barbershop. I had to run. Being a religious person like myself, I looked up the Scriptures and found out the Lord did it to me. I thought, Whaddya know, I've been chosen by God! He made every shank a citadel. He had given my hair abandon that could not be controlled. No one can beat me over the head to make me submit. My hair will not be conquered!
SI: Didn't Samson say that?
King: Indubitably. I am the black Samson. But I don't think the Lord wants me pushing down no temples. He wants me to build them up and demonstrate in this country called America that you can be somebody—in spite of insurmountable obstacles and impediments—as a black American vis-à-vis a white American.
SI: What was your hair like before this awesome power was bestowed on you?
King: I used to have my hair cut off and be glad about it. The barber would clip, clip, clip and snip, snip, snip. But even then, while my hair was dying on the vine, I felt its power. It got under my skin, up around my neck and behind my ears, making me uncomfortable and causing me terrible mental frustration. Oh, the horror! Even after the barber brushed my neck and shook talcum on it, the little hairs would still be crawling around my back, shouting, "Why did you do this to me, sir? Why did you kill me? Come back! I'm still alive! Get me!" Hair that's cut fights back. It rebels! And it always gets the last laugh, continuing to grow even when the rest of you is laid out on the slab.
SI: But hair doesn't grow after death. It's a myth.
King: I'll take your word for it. I sure ain't closing my casket from the inside to find out. Whatever energy remains in the body may make hair look like it's growing after death. Hair is like a fungus, maybe. Fungus grows on dead things, so you never know.
SI: Hair is just strings of dead protein.
King: Dead!?! Hair lives! It's alive! The ads say: "Let your hair breathe!" How can it breathe if it ain't living? Another scam must be going down.
SI: A cabalistic theory in Orthodox Judaism holds that the excess of the mind flows from the head in the form of hair.
King: The activity of the brain is what generates hair growth. That's why a lot of people go bald: They overactivate their craniums and knock their hair out. My own hair stands sentry over a brain that can emulate and imitate any of the great thinkers of yesteryear. Thanks to my hair, I will go down in history as one of the great thinkers. No matter how they look at it, no matter what they say or do, I've had a great career, a phenomenal career. Certainly, I've had my trauma, my travails, my ups, my downs, but still I've persevered, I've prevailed. And I've done it without the gun, the club or the knife. I've done it with wit and cunning and intellect.
SI: Don't forget understatement.
King: I won't.
SI: Roy Blount, the published plumageologist, thinks wild hair caused civilization. According to his hair theory of human evolution, early hominids were always tossing their heads back to get the hair out of their eyes. The longer it got, the more they had to shift their weight to their haunches and kick at their hair with their front feet. Before long, they were standing up. Their brains relaxed and enlarged, and pretty soon the thought occurred to them to cut some of their hair off with a sharp rock. Through technology, they could detach a part of their body and hold it. Blount says this act was fraught with all sorts of symbolic implications. King: Throughout eternity, hair has had symbolic power. It's been a crown of honor, a cloak of comfort. When you're cold, it warms you. When you're hungry, it feeds you....
SI: Feeds you!
King: Indubitably. I lair nourishes me with its intricate power. No question about it. It's an attention-grabber that gives me the opportunity to present whatever story I want, for better or worse. Without that attention, I might not get a chance to say anything. People across the country see what they consider my outlandish—and what I consider my magnificent—coiffure and follow my example. I'm a walking billboard. Joe Louis had to fight 14 years to make the Hall of Fame. Babe Ruth had to hit 60 home runs. Ty Cobb had to hit a triple play! But I made it on hair.
SI: Where is this Hall of Fame?
King: In the minds and hearts of the little mothers—black and white—who say to their babies, "Here comes Don King. I wonder what he wants. I bet something wondrous is about to happen, an extravaganza second to none." With no hair I'd be just like every other nigger walking down the hall or the sideway. If I was bald, people would say, "Do you know Don King?" And I'd say, "Yes." They'd say, "You look a great deal like him, but you don't have The Hair." This way, they know it's me for sure.
SI: There is a striking resemblance.
King: There's a reason for that.
SI: Would anyone listen to a bald Don King?
King: Let me just say that I am an instrument of the Lord, and He is using me as a conduit. He didn't give me any other facial distinguishments. He took me from the pits of despair and through my hair gave me hope, knowledge and international recognition. I'm world-renowned now. In fact, I'm known all over the world. The power of my hair radiates inwardly and outwardly. It fertilizes new thoughts and activates the churning of the cerebellum and the medulla. The poet John Donne said many years ago: "No man's an island, a train to himself. Every man's a member of the continent and a part of the main. And when the death bell tolls, does it not toll for thee?" For whom the bell tolls, bro.
SI: Hemingway was alleged to be a bald-head freak.
King: Margaux or Mariel?
SI: Ernest.
King: What's the name of his hair book?
SI: To Have and Have Not?
King: I must have been thinking of the one he wrote about arms.
SI: I think A Farewell to Hair was just a working title.
King: Indubitably.
SI: Actually, Hemingway shaved his head twice. Once after he got lice in Turkey, and another time on a safari in Africa.
King: Hemingway was a very excellent writer, and his works are certainly historical. He had a brilliant mind, so naturally his hair would have grown to great lengths. That kind of brainpower makes your hair grow. So being a perceptive and ingenious young man, Hemingway readily perceived that the Africans in the bush kept their hair short to avoid problems caused ~by having to go through the vines and leaves and twigs. Imagine all the bugs that might have cohabitated in his hair, making nests in that hot heat. In Africa, there is no long hair. Only in Shakespeare's Egypt do you find the long, flowing locks of Antony and Cleopatra.
SI: One of Antony's lines seems to describe you: "My very hairs do mutiny."
King: How about the Bard's immortal Merchant of Venice, in which Sherlock—or whoever he was—was going to marry What's Her Name. After grabbing her hairpiece and bewigging herself, she defended him in his case of being whatever he was in the most eloquent and articulate fashion.
SI: Indubitably.
King: In the kingdoms and fiefdoms during the Inquisition, a serf's crudest punishment was to have his or her hair lopped off. Bette Davis loved to render her subjects bald.
SI: I didn't know she was around then.
King: I'm talking about the movie. As Queen Elizabeth, she deprived the British underclass of their beauty, their pride, their dignity. It was not unlike the Old South. Slavery in America stripped the black man of his cultural existence, his religious existence, his mythological existence, and cloned him to be a servant of the master. Even in the 1940s and '50s he had to repeat the Big Lie, that he was worthless, shiftless and brainless. He stole, he cheated, he could hardly function. He wished he was white. Black athletes couldn't be white unless their hair was straight and silky. So they went out and conked it with all sorts of lethal and abusive chemicals.
SI: The Afro blossomed in the Sixties as an emblem of unity and ethnic pride.
King: It instilled a much-needed self-determination. The Afro was wild and woolly. It let black athletes rebel against convention while they campaigned for freedom, justice and equality. It proclaimed: "I'm unified, I'm within myself and I'm proud." It made it so the black athlete of today can afford to get his hair cut.
SI: What part, if any, did you play in this scheme?
King: I have to admit that I had a lot to do with the reckless abandon in the hair-growth of people in general and athletes in the specific. My phenomenal success is unique, rare and wonderful. In the jargon of the ghetto—a self-made vernacular we call ghettoese—bad is good. When you say how bad I am, you're really saying how much better I am. The Justice Department has charged me with every known crime and misdemeanor—kickbacks, racketeering, ticket scalping, skimming, fixing fights, preordaining them, vitiating officials and laundering money. The only thing they missed was kidnapping the Lindbergh baby. But the missing link is the burden of factual proof. And while I would be feeling aggrieved and somewhat disgruntled about what they write about me in Newsweek, The New York Times and SPORTS ILLUSTRATED, my people love it. The tirades and salvos of negativism in the media only fill me with positivism, for I defy convention and tradition. Convention is vanity, and vanity is self-destruction. The vain athlete doesn't make rational, reasonable, pragmatic decisions. He survives solely on ego. He doesn't listen to his hair!
SI: What about tennis players like Andre Agassi who constantly preen for adoring fans?
King: That's vanity! He's just telling you he's on a self-destruct course.
SI: So you think Agassi's hair will eventually do him in?
King: Not his hair, his vanity. He primps at the expense of his talent. Nowadays, the first thing many sports figures do after gaining wealth and fame is alter their hairstyle to a more traditional one. It's a way of saying they've made it. They demand, "Get me something that will make me look like the big stars: Clark Gable, Bruce Willis, Jack Paar...."
SI: Jack Paar!?
King: Sure. These big athletes try to emulate and imitate instead of just being themselves. They forget what brought them to what they are: hard work, dedication, tenacity, doggedness. The black athlete says, "I've got a limo, a Rolls, my kids go to private school, but gee, something's missing." They sound out the wife: "Henrietta, what would you think if I get me some of that wavy hair like the white athlete's got?" When they change the hair that got them to where they at they do. That's why Howard Cosell bought a wig. But his hair is man-made. My hair is God-made. That's the difference. But the symbolism is definitely there. In fact, I represent the symbolism.
SI: The first athlete to use his hair symbolically may have been Ernie Holmes, the Pittsburgh Steelers' defensive lineman who in 1975 had his hair sculpted into the shape of an arrow. Holmes said he wanted to know where he was going.
King: It's always good to use your head for something other than a hat rack.
SI: A lot of contemporary athletes have messages shaved into their hair. Boxer Jorge Paez wore NO DRUGS in his hairdo during his April featherweight title bout. Dennis Rodman of the Detroit Pistons had I LOVE ALEXIS, referring to his daughter. How long before we see corporate logos? When will fighters start having DON KING PRODUCTIONS stenciled into their hair?
King: I don't believe a fighter's hair should be tampered with. It's a great ornamental bush that can be pruned, but not chopped to the roots. A naked head is an exposed brain venue. A boxer's venue can be destroyed much more easily if it's without a protective covering.
SI: Are most boxers aware of the power of hair?
King: The sad commentary is that most of them are not. They see hair as a nuisance. They clip it off and toss it away like confetti. Unless you grasp the significance of hair, you cannot know the power instilled in it.
King: He looks at mine and laughs at me. I look at his and laugh at him. He says, "Whaddya laughin' at?" I say, "I'm laughin' because you talk about all the hair on your head when you hardly got no hair on that head." So you see, this brings a repartee and a rejoinder. Through hair, we've got something to banter about, and I can tell him what significance my hair has vis-a-vis his has in significance. Tyson's hair really only becomes a critical factor in training. His opponents become afeared when they see hair budding on his face and under his chin. It tells a talc without him having to open his mouth.
SI: When Tyson lost to Buster Douglas, was his hair unmanageable or just mismanaged?
King: I don't think hair had nothing to do with it. It would only have been a complement. Basically and fundamentally, it was the icing on the cake.
SI: What happens to prizefighters who shave their heads?
King: That great book of parables, the Bible, tells us that if your right eye offends thee, pluck it out. If your right arm offends thee, cut it off. It is far better to lose a part of the body than the whole body. One asks how a blind man can live while unable to see the lilies of the valley, the flowers, the rivers and the flowings. But the body has ways of substituting, of adjusting. Take Marvelous Marvin Hagler. When he balded himself, his body became vulnerable and had to compensate. His mind asked, Should we move in another direction and start other mechanisms to generate the same excitement? Yes, said his central nervous system. So Hagler worked that much harder to be the intimidator he was purporting to be. Hairless, Hagler had to rely on brute strength, physical stamina and a mental aggressiveness. He became a champion unknowingly, and perhaps unwittingly.
SI: Can George Foreman win back the heavyweight title without hair?
King: Foreman is 42. If he didn't have his chrome-dome, he'd be gray. So rather than put the coloration and the dye in it and have people perceive him as older than he really is, he cut it off. Sportswriters had been having a field day writing about Old Man Methuselah and how his being in the ring was a threat to his safety. But as he became more formidable with each outing, they dropped the safety angle and viewed him as an incredible resurrection of what they would like themselves to be at that age.
SI: So Foreman's lack of hair works to his advantage?
King: Yes, but only because it projects intimidation. He's the bald-headed man with the grim eyes who can glare at you and stare at you. Don't forget: that's what he was doing when he had hair. Now he's the Stare Without No Hair. Oddjob, the baldie from that 007 movie. Much more frightening.
SI: How about dreadlocks? John McEnroe once said he feared Yannick Noah's dreads more than his game.
King: Well, you've got to take the boy at his word, even if he was being facetious. If it provoked such a statement, there's got to be some substance to it. Perception is reality to those who don't understand what reality really is. And you find yourself in a very precarious and untenable position of having people perceive you to be something you ain't. So perception has its qualities. And its setbacks.
SI: When swimmers shave down before meets, the benefits are more psychological than physiological. They do it to psych out the opposition.
King: It really depends on how much strength a swimmer has in the various points of resistance on his head, and whether that swimmer's relative strength overcomes it vis-a-vis a person who lacks this resistance. Or whether the swimmer shaved his hair into a mushroom which, when wet, would drag. Over a long time it would take its toll, but in short spurts it could be overcome. The key is what the swimmer thinks. Convince a man against his will, and he'll be of the same opinion still.
SI: It's been said that Chris Evert's hairstyle and tennis game became more aggressive at the same time.
King: The hair itself could have been the derivative from whence her aggression came. It may have made her more intoxicating, more captivating. People would say, "Oh, how wonderful and different you look, Chrissie. I've never seen you so light. Your countenance is coming through so provocatively." All these appraisings could have gotten her adrenaline pumping, so that her hair and her game become indelibly meshed.
SI: Who else has become at one with his or her hair?
King: Donald Trump. He just trims his hair. He don't want a lock to fall out of place. His coiffure is always in place. If you look closely, you'll see that he only wears one suit. He's got a copy in his closet and alternates them every other day. He don't want nothing to change because this is the look that did it, baby. This is the quintessential look: a power suit and a power haircut. Why do they call the lion the king of the jungle? It's because of the magnificent mane he has. That's his hair, his crown and glory. When he barks, everyone listens.
SI: Any athletes with power cuts?
King: I can only think of one.
SI: Who's that?
King: Michael Jordan.
SI: But he's bald!
King: He looks bald, but really there's a thin, thin layer of hair that retains the moisture. He keeps it cropped real close so you can see the thought waves and the way it glistens like flowers in the morning dew. When the light hits, Jordan throws his head right in his opponent's face. The rolling sweat and this dewy glistening have a kind of a mirrored effect, blinding the other team with their beauty. In that instant, Jordan bobs his head, soars through the air and scores! The glare from his little head, shiny-wet with dew on all sides, makes him a powerful man on the basketball court.
SI: If hair harbors so much power, why would you shave your whiskers?
King: The significant part of my power is on my head. The Lord hasn't done any miracles on my beard. If it grew up into my eyes and became part of the total scope, I probably wouldn't cut it, either.
SI: You probably already knew that if you collected all your whiskers for 16 years, you'd have enough to form a one-pound ball.
King: I doubt the hairs on my head go the full 16 ounces. I'm not going to mow them just to weigh them. I need to keep a lot stored up so that when I don't have much left, I'll still have some in escrow. Part of the reason men shed their hair is that they work themselves so hard that they knocked out the room in their brains for the roots. Poor Cosell got to the age where he was no longer self-sustaining in the hair-growth department. He didn't prepare for the inevitable. Maybe if he hadn't had all those haircuts, his hair would be around today.
SI: Cosell's toupee has a life of its own. On TV, it almost seemed to be moving. King: He may tell it like it is, but he should have left it like it was. Which reminds me of a poem I wrote:
Little spider on the wall, Ain't got no hair at all. Ain't got no comb to comb his hair, So what it care? Ain't got no hair.
SI: What reminds you?
King: That Howard's got no hair. He had to go out and get an artificial substitute. You can buy hair, but you can't buy its power.
SI: Toupees don't secrete power?
King: They do, but it's dead power. Bald men moan, "My head's got to have hair! I can't live without it!" The urge becomes so all-consuming that they're willing to paste mats onto their scalps and have weavers prick at them with needle and thread. Can you conceive of the pain and misery a man must endure to have hair stitched into his skull? And then to have it look like you're wearing a muskrat pelt on your head.
SI: Jon Miller, a Baltimore Orioles' broadcaster, once wore a hairpiece so hideous that people stopped him to ask if he'd consider wearing a hairpiece.
King: That's the power of the want of hair, Jack. That's dead power.
SI: What do you think of athletes who wear curlers?
King: Male or female?
SI: Male, actually. When Dock Ellis was pitching for the Pittsburgh Pirates in the '70s, he sometimes worked out in curlers. The story goes that he was warming up for a game when a teammate said, "I've been meaning to ask you—why is your hair in curlers?" To which Ellis replied, "Oh, after the game I'm going out."
King: In those cases, an athlete must make sure his sport doesn't mess with his head. Dock didn't want his hair to get caught up with the ball or the bat. Instead of having to get it reset in a beauty parlor, he just waited for the game to end, removed the netting and left for the races or wherever. Simultaneously, his date—if she ain't at the ball game—was probably somewhere else getting her hair curled for this gala evening.
SI: What's your position on the role of hair spray in sports?
King: It depends. I don't use nothing on my hair. All I do is wash it and oil it up. Each hair spray is destined to do something unique and extraordinary. So I guess they do the job psychologically as to what you are brainwashed to do before they are even applied. In fact, the word brainwash may have been derived from the hair spray.
SI: Jherri curls?
King: The problem with them is that they are not au naturel. My hair is. I don't know how it got here, I don't know why it's here, but I'm trying to find out. The cosmic rays of the sun mold it into a pyramid every morning at five. That's the most powerful time of the day. The skull turns into a subterranean cavern where all the vital brain germs cogitate and congeal and the mechanism and the machinery and the power of the thing dwells. You have the part of the mind for those who are visionary, the part for those content to accept whatever happens, and the part for those who know what it was yesterday, what it is today and can prognosticate about what it will be tomorrow. This machinery operates under the great protective shield of hair.
SI: All this happens at five in the morning?
King: Yeah, five or six. While others dream, my hair parts like the Red Sea, opening my mind to the magnetic fields of the solar system.
SI: How does it feel?
King: S.K.D., which in the ghetto means Something Kinda Different.
Os Jogos Pan-Americanos voltarão ao Canadá pela terceira vez. A Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa) escolheu nesta sexta-feira a cidade de Toronto para sediar o evento em 2015. Winnipeg organizou a competição em 1967 e 1999.
Toronto venceu a disputa contra Bogotá (Colômbia) e Lima (Peru) com 33 votos. As concorrentes receberam, respectivamente, 11 e sete votos. A última edição do Pan foi realizada no Rio de Janeiro, há dois anos. Em 2011, será a vez de Guadalajara, no México, receber os atletas.
O projeto canadense conta com o apoio dos três níveis governamentais e um investimento de US$ 1,4 bilhão. A segurança financeira foi um dos principais fatores que levaram a Odepa a escolher Toronto, principalmente depois da série de contratempos enfrentados por Guadalajara no processo de preparação para os Jogos.
No documento enviado à Odepa, Toronto afirma que investirá US$ 720 milhões em gastos operacionais e outros US$ 700 milhões em instalações esportivas, entre as quais se destaca a vila pan-americana com capacidade para 8,5 mil esportistas em uma área de 80 hectares. O espaço já começou a ser erguido.
Reconhecida internacionalmente por sua limpeza e ambiente fraterno, Toronto foi qualificada como a cidade mais segura do hemisfério ocidental. Nos esportes, a sede do Pan de 2015 já sediou o Mundial de atletismo em 1993, o Mundial Sub-20 da Fifa em 2007 e jogos MLB neste ano.
It was not just the Yankees' money (the most in the majors), mojo (plenty) and talent (the game's best) that pushed the defending champion Phillies to the edge, it was a relentlessness not seen since the days of the last pinstriped dynasty
TOM VERDUCCI
Sunday night, midnight approaching, and Mariano Rivera, glove in pitching hand, head bowed ever modestly, jogged across the outfield grass in that familiar, slightly pigeon-toed canter, the universal baseball symbol of closing time. It could have been just about any autumn in the last 14 autumns, the tableau and the pitcher's greatness equally unchanged, as if preserved in amber. Upon his entry in the ninth inning of Game 4 of the World Series, Rivera had appeared in more World Series games, 23, than any other pitcher in baseball history. ¶ Off to the New York closer's right, a less familiar scene unfolded, one that made this Yankees postseason look strikingly different from all Yankees postseasons before it. Shortstop Derek Jeter paused on his way to his position to talk with third baseman Alex Rodriguez, who in the top of the ninth inning had broken a 4--4 tie with what he would call the biggest hit of his life, a confidently struck two-out double off Phillies closer Brad Lidge. That hit would give the Yankees a 3--1 lead in the Series. The Phillies would force the Series back to the Bronx with an 8--6 win behind the continued excellence of Cliff Lee (1.56 postseason ERA) and the Reggie-like display of Chase Utley (a record-tying five home runs against the Bombers), but the Yankees left town having won two of three games against a club that had won 11 of its previous 12 postseason games at home.
Jeter and Rodriguez chatted easily about the pitch A-Rod hit, a fastball Lidge had thrown after offering a fastball on the first pitch, and about how Rodriguez knew it was coming. They both knew it, they confirmed to one another, because teammate Johnny Damon had been standing on third base, and Lidge would not dare throw his slider and risk sending home the tie-breaking run with a wild pitch. Two pinstriped postseason colossi—one long established, the other freshly minted—shared a joyful, relaxed moment, standing there knowing three outs from Rivera would put them one win away from the world championship. Jeter and Rodriguez were, at long last, Lennon and McCartney, collaborators of different kinds of genius.
Five years after the Yankees traded for Rodriguez, six years after they last played in a Series, nine years since they last won the Fall Classic (and one year after they failed to make the playoffs at all), the Yankees rediscovered their groove. What was it about this Yankees team that enabled it to succeed when the previous five had failed, scarred by a 4--13 postseason record since the great 2004 ALCS collapse to Boston?
In a hallway off the visiting clubhouse at Citizens Bank Park, the question was put separately to the chief lieutenants of the Yankees' Old Guard, Jeter and his alter ego, catcher Jorge Posada, who, with Rivera, have been there throughout the dynasty, its fall and its great awakening. Jeter and Posada have played more postseason games since 1996 than any other active players, the shortstop with his coolheaded acuity and the catcher a furnace blast of emotion. True to their yin and yang, Posada and Jeter explained these new, remade Yankees very differently.
"Heart," Posada said. "We have a lot of heart. We don't die. We keep coming. We just keep coming at teams."
"Pitching," Jeter said. "Pitching, pitching, pitching. Pitching is the key any way you look at it. I've been saying the same thing for years, and people probably all thought I sounded like a broken record. But the one thing we always had when we won championships was pitching. And having the pitching this year is the difference. It's that simple."
The 2009 World Series has brought back a measure of grandeur to the Fall Classic. The previous five World Series were completed in a combined 22 games, just two more than the minimum. Not a single Series extended beyond five games. Too many flukes, wild cards and hot-at-the-right-time teams were crashing baseball's gala, like Valparaisos of the diamond. Television ratings dropped almost in half from 2004 to 2008. The weather was often abysmal.
The Phillies-Yankees matchup was the first since 1926 to pair the top home-run-hitting teams from each league (with 13 home runs between the two clubs through Game 5, the Series had lived up to its slugfest billing). It was the first matchup of division winners with at least 93 wins each since 1999, when the Braves and the Yankees met. It featured 10 players who had won either the Cy Young Award or a regular-season or postseason Most Valuable Player Award.
Also restored was the Yankees' brand. For the last nine years, only their payroll had set a high bar. Even this season, while opening a $1.5 billion palace in which the ticket prices drew more attention than the architecture, New York's consumption—coming in the teeth of a crippling economic downturn—was conspicuous. In Game 4, for instance, the Yankees started the highest-paid pitcher in baseball (CC Sabathia), ended it with the highest-paid closer (Rivera), jumped in front with a run by the highest-paid shortstop (Jeter) and salted the game away in the ninth when the highest-paid catcher (Posada) drove in the highest-paid first baseman (Mark Teixeira) and baseball's highest-paid player (Rodriguez).
But these Yankees set themselves apart in the cool, relentless manner in which they played the game. In between losses to Lee the Yankees fell behind in Games 2 and 3 and blew a 4--3 lead with four outs to go in Game 4, but won each time. Even down 8--2 in Game 5, they made a furious push.Their feral intensity was neatly reflected by Damon's at bat in the ninth inning of Game 4.
With the bases clear and two outs, Lidge was one strike from putting away Damon and giving his team a chance to win the game in the bottom of the ninth. With the count 1 and 2, Damon fouled off a slider, took two fastballs, fouled off two more fastballs and, on the ninth pitch of the at bat, a fifth straight fastball, dumped an opposite-field single to left.
"Wow, Johnny," Phillies first baseman Ryan Howard said to Damon. "That was some professional at bat."
"I went back and looked at the tape." Yankees hitting coach Kevin Long said afterward. "That was an at bat for the ages. It's the at bat that will define this team."
Damon didn't stick around for long at first base. He took off for second on the next pitch, knowing Lidge is notoriously poor at holding runners. Damon stole the base easily, but catcher Carlos Ruiz stubbornly threw the ball anyway to third baseman Pedro Feliz, who took the throw at second because Philadelphia was in a defensive overshift against Teixeira. As Damon popped up from his slide, he noticed that third base wasn't being covered. He dashed away from an unprepared Feliz as Lidge and Ruiz played bystanding rubes. Damon was credited with two stolen bases. After Lidge hit Teixeira, Rodriguez broke the tie with a double on the pitch he and Jeter knew was coming.
That Ruiz threw the ball at all, that no one covered third base, and that no conference took place when Damon reached first base to review a defense for such a possibility were outrageous mistakes. Then again, it was just the latest blunder by a Yankees opponent in a postseason full of them. The breakdowns included major baserunning mistakes by Carlos Gomez and Nick Punto of the Twins in the ALDS, eight errors and 38 walks by the Angels in the ALCS, and a mental meltdown by Phillies starter Cole Hamels in Game 3 of the Series.
Hamels turned a 3--0 lead into a 5--3 deficit in the eyeblink of eight batters. Rodriguez accounted for two runs with a fourth-inning home run that bonked off the lens of a television camera that hung slightly over the rightfield wall. Umpire Jeff Nelson, thinking the ball hit the wall, originally ruled it in play, and Rodriguez stopped at second base with a double. After the first World Series use of instant replay, the umpires overturned the call and awarded Rodriguez a home run. It was an M.C. Escher moment: using a camera to view a baseball hitting another camera.
More difficult to figure was Hamels's brain lock in the next inning. Hamels thought Yankees pitcher Andy Pettitte would bunt with the tying run at second and one out, so he threw him a high curveball to try to induce a pop-up. "It's a bunting situation," Hamels insisted after the game.
"No, that's not a bunting situation," Phillies manager Charlie Manuel said later. "No way. Not with one out. Runner on first? We bunt there. Runner at second? No, we don't bunt. Cole said that?"
Given a soft, high pitch, Pettitte knocked a single into centerfield to tie the game, the first postseason RBI by a Yankees pitcher in 45 years. ("Baseball is very, very difficult to understand sometimes," Hamels would say, still baffled about why Pettitte was not bunting.) Hamels's mental gaffe was a turning point in the Series. Within four pitches New York had scored three times; Jeter followed Pettitte's single with one of his own, then came a two-run double by Damon, a regular Johnny-on-the-spot in the Series.
Just like old times, going back to championships in 1996, 1998, 1999 and 2000, Jeter and Posada each hit safely in the Yankees' wins in Games 2, 3 and 4 while scoring or driving in eight runs; Rivera obtained the last outs of all three wins (and 11 outs in all without a run scoring); and Pettitte, with six yeoman innings, got his record 17th postseason win in Game 3.
Schedules tell different stories for Ravens, Saints; what to watch for
Three things on my mind entering the line-of-demarcation week of the 2009 NFL season:
1. Beware Baltimore. Ravens coach John Harbaugh has an interesting philosophy about the schedule that's turning into the toughest in football. "We're in a stretch where we play seven of eight against teams that, right now, are either in first place or tied for first,'' he said. "But I've told our team that's exactly the way we want it. Because if we win, we gain a game on a team we're battling for the playoffs.''
When Baltimore beat Denver 30-7 on Sunday, a couple of things were evident: The Ravens are mixing up their blitzes better to try to get more pressure on the quarterback, so they can cover up their deficiencies at cornerback. Jarret Johnson, in particular, came alive, and if he and Terrell Suggs can be the bookend pass-rushers the rest of the year that they were against Kyle Orton, Baltimore will be a better defense.
Also, the Ravens' 2008 draft is panning out superbly. Joe Flacco is the league's 11th-rated quarterback and Ray Rice the ninth-ranked rusher. Rice has been a revelation. The Ravens thought knew he was a between-the-tackles back with a little burst; he's that, plus good at blitz pickup (excellent leverage) and receiving. The Ravens are certainly one of the best six teams in the AFC and should make the playoffs, but that depends so much on my next point ...
2. This is the time of year when the schedule starts to play a major role in who plays in January. The Chargers and Ravens have the same record, 4-3, and Baltimore won head-to-head in Week 2 at San Diego. But the Chargers have Kansas City, Cleveland, Tennessee and Washington remaining; Baltimore's relative gimmes are Cleveland, Detroit and Oakland -- and the Ravens have the unbeaten Colts and both division games with Pittsburgh in the final seven weeks of the season. If the Ravens do make the playoffs and aren't too injured when they get there, I think they'll be a very tough out.
3. "Do you think the Saints (or Colts) will go undefeated?'' The other night, on ESPN, Stuart Scott asked Matt Millen if he thought New Orleans would go undefeated. Millen said absolutely not -- which is the same thing I believe. But this is what we do in the media. We do stories too fast, before they make sense.
I think the Saints are the best team in football, and I understand the Saints have the easiest schedule down the stretch -- they face only three tough teams (New England and Dallas at home, Atlanta on the road). But the Saints, to me, don't pass the smell test of a 16-0 team, at least right now. Two weeks ago, New Orleans was down 24-3 to a decent Miami team. If the Saints get to 11-0, then we'll talk ... because then they'll have beaten the Patriots, and will have only two serious challenges the rest of the way. By the way, New England's margin of victory after eight perfect weeks of 2007: 26.4. New Orleans' margin through eight weeks: 17.0.
Under Pressure
Matt Schaub, QB, Houston.
Schaub is playing in rarefied air through eight games -- in the Peyton Manning altitude, leading the NFL in passing yards (2,342) and touchdown passes (16, tied with Brett Favre), with one game in hand over Manning. But sooner or later the Texans -- 1-13 all-time against the big, bad Colts -- have to start beating them, and the only way they'll do that Sunday in Indy is by scoring 24 or more.
With the run game struggling, it's going to fall to Schaub. Houston didn't trade two second-round picks and give Schaub $8 million a year so he could play close games. They got him and Mario Williams and some good linebackers so they could beat the team that's dominated the division since the Texans were born seven years ago. Adding to the weight on Schaub this week: He'll be without tight-end targets Owen Daniels and James Casey, both injured.
Ten Things I'll Be Watching For This Weekend
1. The most important game of Miami's season. Although there's a soft underbelly of the schedule ahead, there's too much traffic ahead of a 3-5 team -- Miami's record if it loses Sunday in New England -- to have a serious chance at the playoffs. The Dolphins lose the Wildcat element of surprise here; they scored four times out of the direct-snap option formation at Foxboro to lead a rout last year.
2. The decision of Ryan Clark. The Pittsburgh safety has a rare blood disease that is exacerbated by playing in high altitude, and the Steelers are in mile-high Denver on Monday night. The Steelers appear to be leaning toward keeping him out of the game. "If I were him, I wouldn't play,'' said Hines Ward.
3. Dallas playing for its first significant road win in 14 months. Since winning at Green Bay in September 2008, the Cowboys have lost to Arizona, the Giants, Pittsburgh, Philadelphia and Denver away from home. A win at the Linc would go a long way toward the Cowboys making the playoffs.
4. Eli Manning trying to lift his team off the canvas. The Giants' season is spiraling out of control, as is Manning's. In the Chargers' first road game with the Giants in 14 years, New York needs to stop pointing fingers and start playing like a smart Tom Coughlin team.
5. An interesting battle for the NFL midseason rushing lead. I like this. Adrian Peterson's got competition. I thought it would come from Matt Forte (18th in rushing) or Steve Slaton (28th). But here's the top four rushers entering the weekend, with Peterson's Vikings having a bye: Chris Johnson 824, Peterson 784, Steven Jackson 784, Cedric Benson 720. Peterson could be 150 yards behind when he reports back to work Monday morning in Minnesota.
6. Ryan Moats wreaking havoc with Fantasy Football GMs nationwide. I hear the Texans are not only down on Steve Slaton because he's been turning it over. I hear they also think Moats runs harder and is a better option in a big game at Indy. Slaton: 3.1 yards per rush, five lost fumbles. Moats: 4.8 yards per rush, zero lost fumbles. I mean, what's the decision?
7. The Colts adjusting to defensive injuries. This week the Colts learned that safety Bob Sanders will be out indefinitely because of elbow surgery and that linebacker Tyjuan Hagler and cornerback Marlin Jackson are out for the year.This is not a good time to be facing, in order, Matt Schaub, Tom Brady, Joe Flacco and Schaub in the next 23 days.
8. What John Fox has up his sleeve. We're not supposed to talk about point spreads in this space, but I'll give you two hints about the line in the New Orleans-Carolina game, which has the Saints heavy favorites. It's a very lucky number. And A-Rod wears it. OK?
I'm not a big fan of this line because of what we saw last week in Arizona. The Cards were coming off a bruising win at the Giants, bruising in that the Giants couldn't get their vaunted running game going to win it. Now, if I were Saints defensive coordinator Gregg Williams, I'd be a little worried about this game. Carolina rushed 44 times for 270 yards last week, and you can be sure the Panthers will have the same formula planned this week -- because it worked last week, and because they want to play keepaway from Drew Brees.
9. What Randy Lerner has up his sleeve. I'd be worried about making a positive impression on my new boss if I were Eric Mangini. The new boss is the next boss, the football czar Lerner intends to bring into the organization. Whether it's Ernie Accorsi or Mike Holmgren or someone else, you can be sure that person is going to have a lot of input on Mangini's future after this season.
10. Malcolm Floyd and Vincent Jackson versus the suspect Giants secondary.Norv Turner told me in August that other coaches wonder if he's fielding an NBA team when they look out in warmups and see the Chargers wideouts. Floyd and Jackson are 6-foot-5 and 230 pounds. And athletic. And Philip Rivers throws a very good deep ball. Don't say you weren't warned, Giants.
O campeão Manchester United FC (de Nani) quer dar uma lição ao Chelsea FC (de Deco, Ricardo Carvalho, José Bosingwa, Paulo Ferreira e Hilário), líder da Premier League, enquanto o FC Bayern München precisa de recuperar o terreno perdido na Alemanha e Madrid prepara-se para o derby da cidade. Em Milão, o FC Internazionale Milano recebe a AS Roma. O uefa.com faz a antevisão dos principais jogos do fim-de-semana nas ligas europeias, sendo que poderá acompanhar toda a acção em directo através do MatchCentre.
Inglaterra: Chelsea FC - Manchester United FC (domingo, 16h00) Prevê-se uma grande partida em Stamford Bridge este fim-de-semana, em que o United, detentor do título da Premier League, tentará quebrar o bom momento do Chelsea, líder da tabela. Uma vitória colocaria os homens de Sir Alex Ferguson no comando e o treinador escocês conta com os regressos de Nemanja Vidić, Ryan Giggs e Dimitar Berbatov, apesar de Rio Ferdinand estar ainda em dúvida. "Quando me perguntam que partida quero mesmo vencer esta temporada, respondo que é contra o Chelsea em Stamford Bridge", afirmou o defesa-esquerdo Patrice Evra, cujo objectivo passa por deter o ataque dos "blues", que soma 19 tentos nos últimos cinco encontros disputados. O United não sofreu golos em apenas oito dos 17 jogos realizados, mas estará determinado em infligir um duro golpe psicológico na equipa orientada por Carlo Ancelotti.
Alemanha: FC Bayern München - FC Schalke 04 (sábado, 14h30) O Bayern está desesperado para iniciar o processo de recuperação, depois de a segunda derrota contra o FC Girondins de Bordeaux, na terça-feira, ter deixado os bávaros à beira da eliminação da UEFA Champions League. O jogo em casa contra o surpreendente Schalke será uma boa oportunidade. "Os jogadores estão frustrados e não dormiram bem", comentou Louis van Gaal, treinador do Bayern, equipa que ocupa a sexta posição na Bundesliga. "Agora estamos totalmente concentrados na partida contra o Schalke, que também é importante e queremos vencer". Dois lugares acima do anfitrião na tabela, o Schalke tem tentado manter os pés assentes na terra e o guardião Manuel Neuer afirmou: "Ainda nem chegámos a meio da época. Temos ainda muitos jogos difíceis pela frente".
França: Olympique Lyonnais - Olympique de Marseille (domingo, 20h00) Moralizado pela vitória por 1-0 sobre o AS Saint-Etienne a 31 de Outubro e pelo empate a uma bola frente ao Liverpool FC, o Lyon quer terminar uma semana quase perfeita com um triunfo na recepção ao Marselha, também a atravessar um bom momento após a goleada alcançada na UEFA Champions League. O Lyon garantiu lugar nos oitavos-de-final da principal competição europeia de clubes pela sétima temporada consecutiva ao conquistar um ponto na quarta-feira, mas foram os comandados de Didier Deschamps a registar o resultado mais volumoso da jornada: 6-1 ante o FC Zürich. Com cinco pontos de atraso para os "les gones" na Ligue 1 e sete em relação ao líder FC Girondins de Bordeaux, Benoît Cheyrou afirma que a equipa não vai descansar sobre os louros. "Este resultado trouxe muita confiança", afirmou. "Mas isso não chega para ganhar ao Lyon. Temos de dar mais do que o que demos contra o Zurique".
Espanha: Club Atlético de Madrid - Real Madrid CF (sábado, 21h00) O português Simão Sabrosa, do Atlético, pediu aos companheiros de equipa que se inspirem na exibição que permitiu alcançar um empate a dois tentos diante do Chelsea na UEFA Champions League para acabarem com o fraco registo em casa diante do Real Madrid (de Pepe e Cristiano Ronaldo), segundo classificado do campeonato. Actualmente na zona de despromoção, os "rojiblancos" não vencem o seu rival no Vicente Calderón há dez anos, tendo nesse período sofrido 18 golos em oito jogos em casa. "Queremos vencer o Real de uma vez por todas no nosso estádio", insistiu Simão. "Temos de abordar o encontro com confiança e esperança, tal como frente ao Chelsea, partida em que lutámos muito e tivemos os adeptos do nosso lado".
Itália: FC Internazionale Milano - AS Roma (domingo, 19h45) Quando o Inter (de José Mourinho e Ricardo Quaresma) faz bons campeonatos, tem tendência para não corresponder a nível europeu, mas a Roma espera que essa tendência se inverta, uma vez que os "nerazzurri" passaram a liderar o Grupo F da UEFA Champions League Group após a vitória sobre o FC Dynamo Kyiv, na quarta-feira. A equipa de Claudio Ranieri não poderá contar com o capitão Francesco Totti, o defesa brasileiro Juan e Rodrigo Taddei frente ao líder da Serie A, mas o internacional chileno David Pizarro, ainda assim, afirma querer conquistar os três pontos para "evitar mais problemas". Os "giallorossi" ocupam a 14ª posição e não podem voltar a desiludir os adeptos. "Estamos em má posição na tabela e queremos recuperar, a começar já este fim-de-semana", acrescentou o jogador de 30 anos.
Mano Menezes recua e acha que Roberto Carlos 'valeria a pena'
por ESPN.com.br com Agência GE
Mano Menezes falou pela primeira vez com entusiasmo sobre a possibilidade de contar com Roberto Carlos em 2010. Diferentemente da época em que praticamente havia descartado a contratação do veterano, nesta sexta-feira o técnico aprovou a sua provável solução para a maior carência no elenco do Corinthians.
"Ele valeria a pena para a lateral-esquerda do Corinthians", disse Mano, que não se importa sequer com a idade avançada de Roberto Carlos (completará 37 anos no próximo dia 10 de abril). "Não gosto de discutir particularidades de um profissional, por respeito. Mas, no custo-benefício, não me interessa absolutamente a idade o jogador, e sim a sua capacidade de atender as expectativas."
Com proposta para defender o Santos, Roberto Carlos se mostrou empolgado com a chance de jogar a Copa Libertadores da América no ano do centenário do Corinthians. Seu amigo Ronaldo, com quem atuou no Real Madrid e na seleção brasileira, recomendou a contratação ao presidente Andrés Sanchez.
Além de Roberto Carlos, Mano poderá ganhar reforços de outros "medalhões". O destaque da lista de atletas que interessam ao Corinthians é o meia Juan Román Riquelme, do Boca Juniors. "Isso depende de muitos fatores, de alinhavarmos situações específicas. A única coisa que posso falar é que prefiro o Riquelme a favor", sorriu o comandante.
Enquanto Roberto Carlos (ou outro jogador da posição) não chega ao Parque São Jorge, Mano Menezes improvisa na lateral esquerda do Corinthians. O paraguaio Balbuena passou a ser o titular após os testes com Diego, Marcinho e Marcelo Oliveira. O argentino Escudero e o jovem Dodô também ganharão oportunidades até o final do Campeonato Brasileiro.
Muricy pede punição a são-paulinos: 'Foram agressões'
A probabilidade de o zagueiro Danilo ser denunciado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por um lance que rendeu apenas cartão amarelo no clássico contra o Corinthians traz grande irritação ao Palmeiras. Como resposta, o técnico Muricy Ramalho exige rigor nos julgamentos dos principais adversários ao título.
"Acho que eles (STJD) precisam ver esses jogadores expulsos esses dias atrás, foram agressões", citou o comandante alviverde, claramente em referência aos cartões vermelhos dos são-paulinos Jean, Borges e Dagoberto no empate frente ao Grêmio, no Olímpico.
Em relação à falta de Danilo no corintiano Jorge Henrique, no final do primeiro tempo do jogo em Presidente Prudente, Muricy Ramalho é claro: "Não vi nada demais com aquele lance, o jogador não foi expulso", questionou.
Muricy Ramalho ainda lembrou que, em sua opinião, o Palmeiras perdeu injustamente o atacante Vagner Love por dois jogos devido ao cartão vermelho no empate contra o Avaí. O Artilheiro do Amor ficou de fora da derrota contra o Náutico e do triunfo em casa frente ao Goiás.
"Antigamente essa interferência do STJD não existia, quem mandava era apenas o árbitro e valia o que estava escrito em seu relatório", reclamou Muricy Ramalho. -
Lloris frente ao Liverpool FC, a surpreendente época do Sp. Braga na Liga portuguesa e a boa disposição de Totti estão entre as principais histórias da última semana, que o uefa.com agora lhe recorda.
A equipa: AIK Solna A decisão do título de campeão da Suécia durou até à última jornada, na qual estiveram frente-a-frente os dois primeiros, separados por apenas um ponto. Na liderança da classificação, o AIK necessitava de um empate na deslocação ao terreno do IFK Göteborg, segundo classificado, para carimbar a conquista do seu primeiro título desde 1998, mas foi para o intervalo a perder por 1-0. Na segunda parte, contudo, a história foi outra e o AIK chegou mesmo à vitória, com golos de Antônio Flávio e Daniel Tjernström. "Foi uma sensação indescritível", referiu Tjernström, de 33 anos. "Foi o meu primeiro golo da temporada. Escolhi mesmo a altura certa para o marcar".
O jogador: Hugo Lloris (Olympique Lyonnais) O guardião, de 22 anos, manteve a sua baliza inviolável no triunfo por 1-0 do Lyon no derby do passado fim-de-semana, com o AS Saint-Etienne, e voltou a exibir-se a grande altura no empate 1-1 com o Liverpool, que permitiu à sua equipa carimbar o passaporte para os oitavos-de-final da UEFA Champions League. Lloris efectuou defesas extraordinárias a remates de Fernando Torres, Dirk Kuyt e Andriy Voronin durante o primeiro tempo e, depois do intervalo, mostrou fantásticos reflexos ao negar o golo a Lucas. Apenas um sensacional remate de Ryan Babel conseguiu bater o guarda-redes francês, mas as defesas heróicas de "Super Hugo" acabaram por não se revelar em vão, com Lisandro a restabelecer a igualdade para o Lyon no último minuto da partida. "O Hugo está cada vez melhor", afirmou o médio Ederson.
O golo: Sergio Agüero (Club Atlético de Madrid) O jovem internacional argentino está a realizar uma temporada discreta, tendo em conta o seu valor, mas no empate de terça-feira, 2-2, com o Chelsea FC, voltou ao seu melhor nível. Um sinal, talvez, de que as coisas poderão em breve melhorar para um Atlético em grandes dificuldades nos últimos tempos. Um corte incompleto, de cabeça, de John Terry, e Agüero, que havia saltado do banco minutos antes, rematou de primeira sem deixar a bola cair no chão, não dando hipóteses de defesa a Petr Čech. E, para provar que não tinha sido por acaso, voltou a marcar no último minuto da partida, batendo de forma superior um pontapé livre directo para dar o empate à sua equipa. Clique aqui para ver.
A surpresa: Sp. Braga Quem pensava que os surpreendentes líderes da Liga portuguesa começariam a perder gás à medida que o Inverno se aproximasse, viram-se forçados repensar esta ideia com a vitória de sábado do Sporting de Braga na recepção a um Benfica em grande forma. Os bracarenses bateram a formação da capital por 2-0 e lideram o campeonato com apenas dois pontos perdidos ao fim de nove jornadas, provando estar na luta pela conquista do primeiro título de campeão da sua história. "Vai ser muito complicado manter este nível até ao final, mas prometemos que vamos fazer tudo e trabalhar muito para segurar a liderança", afirmou Hugo Viana, autor do primeiro golo da partida, aos sete minutos, na transformação de um livre directo.
Campeões: FC Pyunik e SK Liepājas Metalurgs O AIK não foi a primeira equipa a celebrar a conquista do título esta semana. O Pyunik sagrou-se campeão da Arménia pela nona temporada consecutiva, enquanto o SK Liepājas Metalurgs carimbou do seu segundo título de campeão da Letónia, a uma jornada do final da prova. No último fim-de-semana, também o Bohemian FC teve motivos para festejar, ao revalidar pela primeira vez o título de campeão da Irlanda, com uma vitória por 3-1 sobre o Sligo Rovers.
Reis das recuperações: SSC Napoli Desde que substituiu Roberto Donadoni no cargo de treinador, Walter Mazzarri conseguiu uma notável série de resultados à frente do Nápoles, que conquistou dez pontos em 12 possíveis nas últimas quatro jornadas da Serie A. Mas ainda mais assinalável é a forma como esses pontos foram conquistados, com o Nápoles a marcar, sucessivamente, no final dos encontros diante de ilustres adversários. Golos ao cair do pano deram à formação napolitana vitórias sobre o Bologna FC e ACF Fiorentina e permitiram-lhe recuperar de uma desvantagem de 2-0 diante do AC Milan, a 28 de Outubro, graças a dois golos já para lá do minuto 90. No passado sábado o Nápoles fez ainda melhor, ao voltar a recuperar de uma desvantagem de 2-0 frente à Juventus para, desta feita, alcançar um triunfo por 3-2. Uma derrota que o técnico da formação de Turim, Ciro Ferrara, descreveu como "muito dolorosa, um autêntico murro no estômago".
Desvantagem numérica preciosa: SK Slavia Praha Mas estes feitos do Nápoles podem até parecer trabalho de amadores quando comparados com o que o Slávia protagonizou esta quinta-feira, na recepção ao Valencia CF. Último do seu grupo na UEFA Europa League, a perder por 2-0 e reduzida a dez elementos a 11 minutos do final da partida, o panorama estava longe de ser o melhor para formação checa. Mas Petr Janda e Peter Grajciar não se conformaram e, com golos nos instantes finais da partida, ofereceram à sua equipa um inesperado empate. Duas horas mais tarde, o CFR 1907 Cluj quase conseguia fazer ainda melhor - curiosamente diante do grande rival do Slávia, o AC Sparta Praha - quando, com dois elementos a menos em campo, chegou à igualdade aos 91 minutos, mas viu o adversário reagir e marcar o emocionante golo da vitória aos 95 minutos.
A frase: Serban Dacian Varga (FC Unirea Urziceni) "Falo sempre com a minha mãe antes dos jogos. Ela é tudo para mim e nunca se mostra realmente satisfeita com a forma como eu jogo. Não me dá conselhos tácticos, mas o que me dá é muito importante para mim, dá moral e deixa-me bem disposto". O jogador de 25 anos desempenhou um papel crucial na conquista do primeiro título da sua equipa, na temporada passada, apontou o primeiro golo do clube na UEFA Champions League e estreou-se esta temporada ao serviço da selecção principal da Roménia - mas parece haver uma pessoa que espera ainda mais dele.
O brincalhão: Francesco Totti Quando as coisas se complicam, uns escondem-se enquanto outros, como o capitão da AS Roma, Francesco Totti, ligam para programas de rádio. Sempre brincalhão, Totti tentou esta semana aliviar a pressão sobre a sua equipa com um telefonema para uma estação de rádio local, onde se fez passar por um adepto do clube da capital italiana. "Sempre que assisto a um jogo da Roma fico bastante emotivo", afirmou, antes de a sua voz ser reconhecida pelo apresentador do programa. Totti não é novo no panorama humorístico. Em 2003 lançou um livro de anedotas sobre si mesmo e publicou um segundo em 2004, angariando mais de 300 mil euros para a UNICEF. A sua anedota preferida? "A biblioteca privada de Totti desfez-se em chamas; tinha dois livros. Desesperado, o jogador lamentou: Ainda não tinha acabado de colorir o segundo!"
Alonso visita fábrica da Ferrari pela primeira vez e é recebido por Montezemolo
O espanhol Fernando Alonso fez sua primeira visita à fábrica da Ferrari, na manhã desta sexta-feira, em Maranello. De acordo com a escuderia italiana, o encontro ocorreu de forma não-oficial, pois o bicampeão mundial ainda está sob contrato com a Renault.
Alonso aproveitou a visita para conversar com alguns mecânicos e foi recebido pelo presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, que fez questão de recepcionar o mais novo piloto da escuderia italiana em um encontro de meia hora.
O bicampeão mundial, que acertou um contrato de três anos com a equipe italiana, também deu algumas voltas no circuito privado de Fiorano, a bordo de uma Ferrari 458 Itália. Ainda visitou o túnel de vento da escuderia e aproveitou para sentar no cockpit do carro de 2010.
A Ferrari será a quarta equipe de Alonso na Fórmula 1. O espanhol debutou na categoria em 2001, na Minardi. Foi bicampeão mundial com a Renault, em 2005 e 2006, além de uma passagem pela McLaren, em 2007.
Ross elogia Senna: "Fiquei impressionado com ele"
Ross Brawn, dono e chefe da equipe que leva seu nome, apoiou a chegada de Bruno Senna à F-1 e afirmou que uma carreira de sucesso do sobrinho de Ayrton Senna seria "um impulso" para a categoria.
Curiosamente, caberia justamente ao dirigente britânico promover a estreia do brasileiro caso a Honda não tivesse fechado as portas.
Bruno realizou testes com o time japonês no fim de 2008 e, em uma espécie de "vestibular" com o compatriota Lucas Di Grassi, levou a melhor e ficaria com a vaga que, no fim das contas, foi de Rubens Barrichello. Dias depois, a marca japonesa anunciou sua saída da F-1.
"Sempre fiquei muito impressionado com o Bruno. Acho que ele fez um bom trabalho para nós", disse o inglês. "Ele foi, sem dúvida, o melhor dos candidatos que tivemos."
"Acho que é uma grande oportunidade para ele e estou ansioso para ver o quão bom ele pode ser. É importante que ele tenha um bom desempenho porque, obviamente, o sobrenome pesa."
"Seria uma pena não vê-lo ter um bom desempenho. Como a maioria dos jovens pilotos modernos que levam todo o trabalho muito a sério, eles podem fazer todo o treinamento e também trabalhar em simuladores, o que ajuda bastante", prosseguiu.
"Mas ele vai precisar de alguma quilometragem e precisa encontrar uma maneira de pilotar ainda durante o inverno. Michael Schumacher sempre costumava passar muito tempo andando de Kart, o que ajusta os reflexos e as habilidades do piloto", completou.
Recentemente, Senna foi anunciado como um dos pilotos da Campos para 2010 e fará sua estreia na F-1 pela nova equipe espanhola.
Massa convida Nelsinho para Desafio das Estrelas, que terá 21 inscritos em 2009
Lista ainda pode crescer para 26, com cinco vagas ainda abertas no grid. Jacques Villeneuve, campeão da F-1 em 1997, está perto de ser confirmado
Rafael LopesRio de Janeiro
O Desafio das Estrelas de kart, evento organizado por Felipe Massa no final da temporada em Florianópolis, já tem seus primeiros 21 pilotos confirmados. Cinco vagas ainda estão disponíveis e Jacques Villeneuve, campeão da Fórmula 1 em 1997, está próximo de confirmar sua vinda ao Brasil para a competição, que será disputada no novo Kartódromo Internacional de Santa Catarina, no bairro de Canasvieiras, construído especialmente para o evento, entre os dias 27 e 29 de novembro.
Além de Felipe Massa, um dos organizadores do evento, Michael Schumacher, Giancarlo Fisichella, Luca Badoer, Vitantonio Liuzzi, Lucas di Grassi e Nelsinho Piquet são os pilotos confirmados que estão ou estiveram na Fórmula 1 recentemente. Além deles, pilotos como Tony Kanaan, da F-Indy; Bia Figueiredo, da Indy Lights; Antonio Pizzonia, da F-Superliga; Max Wilson, Luciano Burti, Popó Bueno, Marcos Gomes, Ricardo Zonta e Xandinho Negrão, da Stock Car, disputarão o evento.
- Foi uma atitude muito feia, né? Uma atitude de um piloto... Muito feia em geral. De uma equipe chegar e dizer que você tem que bater para renovar seu contrato. Um piloto que sabia que ia ser mandando embora. O Nelsinho tinha certeza que seria mandado embora. Jovem, errou, assumiu o erro. Acredito que assumir o erro é bom, porque o cara contou a verdade, tudo bem. Não deveria ter esperado tanto tempo para contar a verdade. Contou porque foi mandado embora, isso não é legal - disse, na ocasião.
Novo traçado de Florianópolis foi criado por Felipe Massa
O novo traçado, de 1.027 metros, foi idealizado por Felipe Massa contou com o auxilio do irmão Dudu, de Lucas di Grassi e do heptacampeão Michael Schumacher. Outros pilotos, como o americano Jeff Gordon e os brasileiros Thiago Camilo, Popó Bueno e Marcos Gomes, ajudaram na concepção.
Confira a lista dos primeiros pilotos confirmados no Desafio das Estrelas:
Felipe Massa (BRA/Fórmula 1) Rubens Barrichello (BRA/Fórmula 1) Vitantonio Liuzzi (ITA/Fórmula 1) Lucas di Grassi (BRA/Fórmula 1) Giancarlo Fisichella (ITA/Fórmula 1) Luca Badoer (ITA/Fórmula 1) Michael Schumacher (ALE/ex-Fórmula 1) Nelsinho Piquet (BRA/ex-Fórmula 1) Christian Fittipaldi (BRA/ex-Fórmula 1) Tony Kanaan (BRA/Fórmula Indy)
Ronaldinho corre risco de desfalcar Milan em partida contra Lazio
O Milan está ameaçado de ficar sem Ronaldinho para enfrentar a Lazio, neste domingo, pelo Campeonato Italiano. O meio-campista não participou do treino realizado pela equipe nesta sexta-feira.
O brasileiro se machucou durante o treinamento feito pelos rossoneri na quinta-feira-feira. A equipe médica do Milan reavaliará as condições de Ronaldinho neste sábado.
O clube italiano confirmou que Gennaro Gattuso sofreu uma lesão muscular na coxa. O meio-campista está fora do jogo contra a Lazio. Segundo a imprensa italiana, o jogador ficaria cerca de duas semanas afastado dos gramados.
Caso a previsão se confirme, Gattuso também perderia os amistosos da seleção italiana contra Holanda e Suécia, nos dias 14 e 18, respectivamente.
Dicas de Dunga
Adriano Galliani, vice-presidente do Milan, revelou a inspiração do esquema tático usado por Leonardo nas últimas partidas. "Ele foi muito bem com essa ideia, mas há algum tempo, Dunga também tinha me dito que o Pato podia jogar à direita e Ronaldinho à esquerda", afirmou.
O dirigente elogiou o trabalho do técnico brasileiro. "Sempre tivemos uma vocação ofensiva e temos um treinador que nos faz jogar bem. Estou muito contente com Leonardo, que encontrou um belo esquema tático", completou.
Diawara: "Lo siento por Cristiano pero volvería a hacer la misma entrada"
"Es verdad que voy duro y rápido al choque, pero las imágenes de televisión reflejan que toco el balón", dijo
El defensa del Olympique de Marsella, Diawara, siente la lesión de Cristiano Ronaldo pero "volvería a hacer la misma entrada. El juego es así y no dudaría en hacerlo otra vez". El central lesionó a Cristiano Ronaldo en un partido de Liga de Campeones y desde entonces el jugador portugués está arrastrando molestias en su tobillo que le impiden regresar a la competición.
"Es verdad que voy duro y rápido al choque, pero las imágenes de televisión reflejan que toco el balón", dijo Diawara. Sobre su temporada que está realizando en el Olympique de Marsella, el jugador reconoció que "estoy teniendo altibajos y puedo hacerlo mejor".
El Barça asegura que siempre pacta con los jugadores los salarios brutos
El Barcelona siempre negocia con sus jugadores salarios brutos y, por ello, en el club no se muestran excesivamente preocupados por la normativa que aumentará hasta el 43 por ciento el tipo impositivo para los futbolistas extranjeros que fichen por un equipo español
Joan Oliver, director general del Barça, ha asegurado esta tarde que la política de la entidad es "pactar siempre las retribuciones en bruto y no salarios netos" y que, en cualquier caso, los jugadores que tributan como nacionales conforman "el peso de la masa salarial de la plantilla", por lo que la incidencia de esta ley sería menor en el caso de los azulgranas que en el de otros equipos.
De hecho, en la actualidad sólo hay ocho futbolistas extranjeros a los que se les podría aplicar el nuevo régimen fiscal y, salvo Zlatan Ibrahimovic, ninguno de ellos se encuentra entre los que más cobra.
La comisión delegada de la junta directiva del Barcelona se ha reunido esta tarde para analizar, entre otras cuestiones, las consecuencias que podría tener para el club catalán el cambio de normativa fiscal.
Al mismo tiempo, la Liga de Fútbol Profesional (LFP) celebraba otra reunión en Madrid para tratar este asunto, motivo por el cual el presidente del Barça, Joan Laporta, no ha podido estar presente en la misma.
En cualquier caso, Oliver se ha mostrado satisfecho con el acuerdo al que ha llegado la LFP, que ha optado por crear una comisión para negociar el contenido exacto de la nueva ley con el Gobierno antes que convocar, de forma precipitada, una huelga.
"El Barça comparte totalmente la decisión que ha tomado la Liga. No tendría ningún sentido en estos momentos organizar huelgas ni cosas parecidas y sí hablar para ver si las cosas se pueden mejorar", ha comentado Oliver al respecto.
El director general del club azulgrana ha preferido no profundizar en las consecuencias que tendría para el Barcelona el cambio de normativa. "Aquí no hacemos las leyes, nos dedicamos a cumplirlas", ha sentenciado.
EL 21 DE DICIEMBRE
El Barça cobrará 1,7 millones por jugar un amistoso en Kuwait
Aprovechando su presencia en los Emiratos Árabes Unidos para disputar el Mundial de Clubs que organiza la FIFA, el Barcelona disputará el 21 de diciembre un amistoso en Kuwait por el que cobrará 1,7 millones de euros
El director general del club catalán, Joan Oliver, afirmó que esa es la cantidad que pagará el Kazma Sports Club kuwaití, que ya ha adelantado 600.000 euros, por enfrentarse al vigente campeón de Europa.
El Mundial de Clubs se celebrará en Abu Dhabi del 11 al 19 de diciembre, fecha en la que se disputará la final. Dos días después, el Barça jugará el citado amistoso, pero lo hará sin seis de sus mejores futbolistas, que ese mismo día ya estarán en Zúrich para participar en la gala del 'FIFA World Player'.
Este contratiempo, ya conocido de antemano por el Kazma, impedirá a los aficionados kuwaitíes ver en directo a Leo Messi, Andrés Iniesta, Xavi Hernández, Zlatan Ibrahimovic, Thierry Henry y Carles Puyol, quienes optan al premio al mejor jugador mundial de 2009.
"ESTOY CONTENTO CON 'IBRA' Y A MESSI NO LE PASA NADA"
Guardiola: "Jugamos mejor que el año pasado"
El entrenador del FC Barcelona, Pep Guardiola, reivindicó este viernes el potencial de sus jugadores al asegurar que su equipo juega "mejor que el año pasado en muchos aspectos", y prometió que no se moverá "ni un centímetro" de su patrón de juego pese a los dos últimos empates cosechados.
Guardiola contrarrestó las críticas que está recibiendo su equipo tras no ser capaz de ganar a Osasuna (1-1) ni el Rubin Kazán (0-0) y destacó las virtudes de sus jugadores: "En muchas cosas, somos mejor equipo que el año pasado, algo por otra parte normal porque nos conocemos mejor".
Aunque el Barça está en riesgo de quedarse fuera de la Liga de Campeones -es tercero del grupo F-, Guardiola ironizó con la situación de su equipo en Europa -"también estamos en peligro de clasificarnos para octavos, ¿no?"- y recordó que el conjunto azulgrana depende de sí mismo.
"Si después de los dos partidos que quedan estamos fuera, será culpa nuestra. Pero si lo superamos, estoy convencido de que nos hará más fuertes. Y lo que está claro es que no nos moveremos ni un centímetro del camino marcado", dijo.
En su intento de subrayar los aspectos más positivos del Barça, Guardiola insistió en que el equipo ha ofrecido "buena imagen en todos los partidos de Champions", en los que ha "tenido buenos porcentajes de posesión y ocasiones de gol".
En defensa de Messi e Ibrahimovic
Aunque el Barcelona sólo ha marcado tres goles en sus cuatro últimos partidos a domicilio, Guardiola confió en la capacidad goleadora de su equipo. "Ya entrarán. Lo que importa es generar ocasiones", según el técnico, encargado también de negar que a sus jugadores les falte chispa o velocidad.
Cuestionado por el rendimiento de Ibrahimovic, Guardiola se declaró "muy contento" con el papel del sueco, y también aseguró que a Lionel Messi, más apagado que de costumbre en los últimos partidos, "no le pasa absolutamente nada".
Guardiola también insistió en que no ha pensado "ni medio segundo" en fichajes porque tiene una "fe indestructible" en su equipo y admitió que la exigencia en el Barça es siempre máxima. "Aquí sólo vale ganar. Si no ganas, Robinho es portada de los diarios", dijo.
Sobre el Mallorca, rival mañana del Barcelona en Liga, el entrenador catalán avisó del peligro del equipo balear, "uno de los más goleadores de la Liga" y recordó que el año pasado "todos los partidos contra ellos nos costaron mucho".
El preparador del Barcelona también felicitó a su ex entrenador, Johan Cruyff, por su reciente nombramiento como seleccionador catalán. "Es una buena noticia para él y para la Federación", sostuvo.
Laporta potencia a Sala i Martín y lo hace tesorero
Ivan San Antonio - Sport.es
Joan Laporta sigue mirando al futuro en clave electoral. El último movimiento de piezas realizado por el presidente del Barça va en ese sentido y la figura de Xavier Sala i Martin aparece como figura clave. El economista, hasta ahora directivo del área económica, pasa a ser tesorero del club, responsabilidad que hasta ahora recía en Joan Boix, vicepresidente económico.
Será en la junta directiva del próximo viernes 13 de noviembre en Perpinyà cuando se hagan oficial los cambios, que afectan a todos los vicepresidentes menos uno, Rafael Yuste, que es el responsable del área deportiva y lo seguirá siendo. El resto verán incrementadas o disminuidas sus atribuciones en el club. Los que salen ganando son, además de Sala i Martin, Joan Boix y Alfons Godall. El primero, pese a que pierde la tesorería, gana el área de márketing, media y de patrimonio, por lo que será responsable de una macrovicepresidencia. Godall, por su parte, seguirá al frnte del área social y sumará a sus atributos el área institucional. Y es que dos son las grandes víctimas de todo este proceso: Jaume Ferrer y Joan Franquesa. El primero sigue viendo, poco a poco, como pierde protagonismo en la entidad. De ser el responsable de márketing y media pasa a ser vicepresidente de la secciones profesionales. De todas, menos de básquet, que sigue siendo parecela de Josep Cubells. Franquesa tampoco mantiene la vicepresidencia de patrimonio y se encargará a hora de la vicepresidencia de la Fundació. Joan Oliver, director general corporativo, aseguró tras la Delegada de ayer que “el presidente ha anunciado que habrá cambios, existen conversaciones entre directivos para ver cómo se enfocan, pero hasta que no esté todo hecho, no diremos nada. Será después de la junta directiva del próximo viernes.
Gamper, el numero uno
Otro de los temas que se tocó durante la Junta Delegada es que el fundador del club Joan Gàmper, será eternamente el socio número uno de la entidad, lo que convierte al número dos en el más antiguo a todos los efectos, con todo lo que ello comporta a nivel de reconocimiento institucional.
En otro sentido, Marcelo Claure –organizó con el Barça el fallido aterrizaje en la MLS,– propietario del Bolívar, llegará a Barcelona con todo el equipo para realizar un stage durante siete días en el CAR de Sant Cugat. También realizarán un entrenamiento con el primer equipo el 18 de noviembre. Oliver confirmó también el amistoso del 21 de diciembre en Kuwait frente al Kazam, por el que cobrarán 1,7 millones de euros, de los que el club ya ha cobrado 600.000 euros.
Mais um brasileiro pode entrar no caminho de Fedor
por Gleidson Venga, blogueiro do ESPN.com.br
Antônio Pezão ou Fabricio Werdum podem enfrentar Fedor Emelianenko no Strikeforce Crédito da imagem: Combat Lifestyle.com
Tudo depende de uma vitória de Fedor Emelianenko neste sábado, no Strikeforce, contra Brett Rogers, mas o russo pode enfrentar um brasileiro em 2010.
O vencedor do combate entre Fabricio Werdum e Antonio Pezão, que também acontece neste sábado, deve enfrentar quem vencer a luta entre Fedor e Rogers.
A informação foi divulgada pelo presidente do Strikeforce, Scott Coker.
E mais, se o campeão dos pesados, Alistair Overeem, não estiver apto para defender seu título, o combate deverá valer o cinturão da categoria.
Talvez por ser um lutador muito grande, Pezão pode ser um adversário mais difícil para Fedor, além de Werdum ter um estilo que lembre o de Minotauro, já vencido pelo russo.
Porém, o chão apurado de Werdum, com vários títulos mundiais de Jiu-Jitsu e do ADCC, pode complicar a vida do “padeiro” caso o combate vá para o chão.
Mas, como sempre, Fedor seria o favorito.
E, não custa nada lembrar, primeiro ele tem que vencer Rogers neste sábado.
Desde Shogun x Griffin, eu prefiro não dar um palpite com 100% de certeza, mas alguém acredita que Fedor não se sairá vitorioso no sábado?
Façam suas apostas.
*Pra terminar, duas notas rápidas: - O evento deste sábado não terá transmissão para o Brasil, mas você poderá ficar por dentro de tudo que acontecer no show aqui no ESPN.com.br - E meu twitter, vale lembrar, é o @gvenga
Schiavi estava irregular na Libertadores, denuncia jornal uruguaio
O jornal uruguaio El País afirmou nesta quinta-feira que o zagueiro Schiavi, do Estudiantes, atuou de maneira irregular na Libertadores.
Na ocasião, a Fifa confirmou que o jogador não poderia jogar o torneio e a Associação Uruguaia de Futebol (AUF) consultou a Fifa sobre a questão, a pedido do Nacional, antes das semifinais contra o time de La Plata.
A matéria apresenta uma declaração do Secretário Executivo da AUF, Hernán Navascués, confirmando o parecer da Fifa a favor dos uruguaios.
"A resposta da Fifa confirma que o jogador não estava habilitado à disputa da Libertadores. Havia um problema com o contrato do jogador. Demorou alguns meses, mas nossos argumentos junto à Conmebol foram confirmados pela Fifa", disse o dirigente, ao El País.
Mesmo diante das denúncias, Hernán não acredita que o resultado da competição, que teve o Estudiantes como vencedor, será alterado.
"Eles não vão se retificar, porque a competição já está consolidada. Mas é um corretivo que queremos aplicar, pois os argumentos usados naquela época eram válidos. Não se deve agir assim", declarou.
O Cruzeiro se pronunciou por meio do presidente Zezé Perrella. O dirigente disse que o clube acompanhou a informação revelada pelo jornal "El País" e que os procedimentos serão encaminhados ao departamento jurídico.
Confira na íntegra a carta do presidente do clube publicada no site oficial na tarde desta sexta-feira:
O Cruzeiro Esporte Clube está analisando, nas últimas horas, a notícia divulgada pelo jornal El Pais, do Uruguai, sobre a consulta que a Associação Uruguaia de Futebol (AUF) fez junto à Fifa em relação à participação irregular do argentino Schiavi na Copa Santander Libertadores deste ano, pelo Estudiantes.
Todos os dados levantados pela diretoria estão sendo encaminhados ao Departamento Jurídico do Clube, que vai analisar o episódio.
Caso o Departamento Jurídico do Cruzeiro Esporte Clube entenda que cabem recursos junto às entidades esportivas, medidas imediatas serão tomadas.
O Cruzeiro Esporte Clube vai pedir à CBF que também acompanhe o caso de perto para que possa defender os direitos do futebol brasileiro.
Assim que o Departamento Jurídico tiver uma posição sobre o assunto, a diretoria vai se manifestar para dar satisfações à imprensa e à nossa torcida.
CINCINNATI BENGALS X BALTIMORE RAVENS – Rivais da divisão AFC Norte, os dois times se enfrentaram há um mês, em Baltimore, com vitória dos Bengals. O time de Cincinnati divide a liderança com o Pittsburgh Steelers e Baltimore precisa da vitória para equilibrar o confronto direto. Atrás de sua quarta vitória em jogos dentro da divisão, os Bengals confiam no RB Cedric Benson, que mês passado foi o primeiro atleta em 40 jogos a atingir 100 jardas terrestres contra a defesa dos Ravens. Benson e Chris Johnson, do Tennessee Titans, são os dois únicos RBs da liga com média superior a 100 jardas por partida. As três derrotas de Baltimore na temporada foram por até um TD de diferença e o time vai para o duelo com um ânimo renovado, depois de acabar com a invencibilidade do Denver Broncos no último fim-de-semana. Tida como uma das melhores da NFL nas últimas temporadas, a defesa dos Ravens que agora não tem mais o coordenador Rex Ryan (técnico dos Jets) fraquejou nas primeiras rodadas do campeonato, mas teve uma ótima performance contra Denver, permitindo apenas 200 jardas ao ataque adversário.
CHICAGO BEARS X ARIZONA CARDINALS – Os Cardinals vão atrás de sua quarta vitória fora de casa consecutiva, algo que não acontece há 27 anos. O time de Kurt Warner vem de derrota em casa para o Carolina Panthers, em que o veterano QB sofreu 5INTs e ainda perdeu m fumble. Uma dúvida para o jogo é o WR Anquan Boldin, que agravou uma contusão no tornozelo contra os Panthers. Os Bears vinham de duas derrotas seguidas mas conseguiram a recuperação no último domingo, atropelando o fraco Cleveland Browns por 30-6.
ATLANTA FALCONS X WASHINGTON REDSKINS – Os Falcons venceram quatro dos primeiros cinco jogos, mas sofreram duas derrotas seguidas para Dallas e o invicto New Orleans Saints. A chance de reabilitação nesta semana é boa. O QB Matt Ryan sofreu 7INTs nos últimos três jogos e acumula nove na temporada, contra um total de apenas 11 em 2008, quando ganhou o prêmio de melhor calouro de ataque da liga. Os Redskins venceram apenas dois jogos até agora e acumulam três derrotas seguidas, mas tem uma defesa boa contra o passe, permitindo apenas 6TDs aéreos em sete rodadas. Um dos principais responsáveis por isso é o CB DeAngelo Hall, que foi a dois Pro Bowls defendendo os Falcons e agora reencontra seu ex-time. Washington vai mal contra o ataque terrestre, cedendo média de quase 119 jardas por jogo. Boa notícia para Michael Turner, principal RB de Atlanta, que teve seu melhor jogo da temporada contra os Saints, com 151 jardas e um TD. Ofensivamente, Washington tem problemas, com o quinto pior ataque da NFL (13,7 pontos por jogo). A linha ofensiva sofre com as contusões do LT Chris Samuels e do RG Randy Thomas, que não jogam mais em 2009.
SEATTLE SEAHAWKS X DETROIT LIONS – Os Seahawks recebem o Detroit Lions e devem voltar a vencer depois de duas derrotas seguidas. O time que foi ao Super Bowl há quatro temporadas ganhou apenas seis dos seus últimos 23 jogos. Nesta semana, o time dispensou o veterano CB Travis Fisher e o RB Edgerrin James, que vinha sendo ineficiente. O QB Matt Hasselback ficou fora de alguns treinos por causa de fratura nas costelas durante a semana, mas deve ir para o jogo. Ele e o WR T.J. Houshmandzadeh não parecem na mesma sintonia. Os dois discutiram depois de um passe incompleto no duelo contra o Dallas Cowboys. O ataque terrestre também vai mal, com a quarta pior performance da liga e sem anotar um TD pelo chão há três partidas. Mesmo assim, Seattle não deve ter problemas contra o pior time da NFL na atualidade. Os Lions ganharam só dois dos últimos 31 jogos disputados e vêm de perder para o Saint Louis Rams por 17-10 num duelo que poderia facilmente ser considerado o “Super Bowl do Porão” da temporada 2009.
NEW ORLEANS SAINTS X CAROLINA PANTHERS – Os Saints defendem a invencibilidade contra o time que é a grande decepção da Conferência Nacional até agora depois de ter sido o melhor time da NFC em 2008. Mais uma vez, a equipe de Nova Orleans terá a seu favor o Superdome, onde o time conseguiu quatro vitórias por uma vantagem média de 15,3 pontos. A última vítima foi o Atlanta Falcons, no último Monday Night, que caiu por 35-27. Desta vez, os Saints encaram uma equipe que vem de sete vitórias seguidas no hostil Superdome, onde o torcedor de New Orleans faz muito bem o seu papel de 12º jogador do time, principalmente quando o time é atacado, graças ao barulho infernal que fica ainda maior pela acústica de um estádio coberto. No ataque, Drew Brees vai comandar o melhor ataque aéreo da NFL, que terá pela frente a melhor defesa contra o passe. A boa notícia é que os Saints também contam com um produtivo trio de RBs: Pierre Thomas, Mike Bell e Reggie Bush, que comandam uma unidade que produz 153,3 jardas terrestres por partida, quarta melhor marca da liga. Na defesa, os Saints já interceptaram 16 passes, retornando cinco deles para TD. Esses números com certeza são motivo de preocupação para o QB dos Panthers, Jake Delhomme, que produziu apenas 5TDs e já foi interceptado 13 vezes.
SAN FRANCISCO 49ERS X TENNESSEE TITANS – Duelo entre os jovens QBs Vince Young e Alex Smith, que foram selecionados muito bem no draft e tentam ressurgir depois de um início de carreira difícil na NFL. Em seu primeiro jogo como titular em 2009, Young comandou os Titans à sua primeira vitória na temporada, 30-13 sobre o Jacksonville Jaguars. Ele teve uma participação eficiente no jogo, acertando 15/18 passes para 125 jardas e um TD. O destaque daquela partida foi, na verdade, o RB Chris Johnson, que quebrou o recorde da franquia com 228 jardas em apenas 24 tentativas (média de 9,5 jardas por corrida), anotando dois touchdowns. A performance fez Johnson saltar da quinta para a primeira posição entre os RBs da liga em total de jardas. O duelo desta semana promete ser interessante, pois ele terá pela frente a segunda melhor defesa da NFL contra o jogo terrestre.
NEW YORK GIANTS X SAN DIEGO CHARGERS – Primeiro duelo entre Philip Rivers e Eli Manning, envolvidos em troca na noite do draft de 2004 que fizeram um ir para San Diego e o outro aterrisar em Nova Iorque. Eli foi selecionado na primeira posição daquele recrutamento e foi trocado com os Giants, que mandaram de volta Philip Rivers (quarto selecionado no geral) e mais duas escolhas que se transformaram no LB Shawne Merriman e no kicker Nate Kaeding. Os Giants começaram muito bem o campeonato, mas vêm de três derrotas. Eli Manning sofreu 6INTs no período, contra apenas três passes para TD. A defesa dos Giants também não está jogando bem: nestas três derrotas, o time levou 112 pontos (média de 37 por jogo) e permitiu aos adversários um total de 1172 jardas (média de 390!). San Diego tem quatro vitórias, todas contra times que acumulam mais derrotas do que vitórias (Miami, Kansas City e duas diante de Oakland). Quando pegou adversários mais fortes, quebrou a cara, com derrotas para Baltimore, Pittsburgh e Denver. Aposto em recuperação dos Giants.
TAMPA BAY BUCCANEERS X GREEN BAY PACKERS – Depois da dolorosa derrota em casa para Brett Favre, os Packers precisam da vitória para continuar com chances de classificação para os playoffs. Aaron Rodgers jogou muito bem contra os Vikings, com 287 jardas, três TDs e nenhuma interceptação. Só não foi ainda melhor porque a linha ofensiva permitiu seis sacks e Rodgers, por causa deles, sofreu uma torção no pé. Ele deve estar em campo contra os Bucs, único time sem vitórias na liga em 2009. Além disso, Tampa Bay não consegue pressionar os QBs adversários, com a quarta pior marca em sacks da NFL. A defesa de Green Bay também não é brilhante neste quesito. Nos dois jogos contra os Vikings, não conseguiu derrubar Brett Favre uma vez sequer. A performance tem gerado críticas de veteranos do time – como o defensive end Cullen Jenkins e o CB Charles Woodson – contra o esquema 3-4 implantado pelo coordenador defensivo Dom Capers. O ataque de Tampa deve ser liderado pelo novato Josh Freeman, que fará seu primeiro jogo como titular na NFL. Nas primeiras sete rodadas, os Bucs foram comandados por Byron Leftwich e Josh Johnson, conseguindo uma média inferior a 14 pontos por jogo.
NEW ENGLAND PATRIOTS X MIAMI DOLPHINS – Nos últimos dois jogos, os Patriots anotaram 94 pontos e tomaram apenas sete, com o QB Tom Brady completando nove passes para TD. Os WRs Wes Welker e Randy Moss fizeram a festa, produzindo juntos um total de 33 recepções e seis TDs. Depois de atropelar os frágeis Titans e Bucs, New England se prepara para um mês difícil, em que terá pela frente os ainda invictos Indianapolis Colts e New Orleans Saints, além dos duelos de divisão contra New York Jets e Miami Dolphins. No ano passado, o Miami lançou mão da formação “wildcat” para ganhar dos Patriots em pleno Gillette Stadium por 38-13, resultado que encerrou uma seqüência de 21 vitórias de New England em jogos de temporada regular. Naquela partida, o ataque dos Dolphins conseguiu um total de 461 jardas. Miami vem de bater os Jets por 30-25 em Nova Iorque, com 21 pontos anotados no terceiro quarto sem que o ataque tivesse tocado na bola.
JACKSONVILLE JAGUARS X KANSAS CITY CHIEFS – Depois da derrota para o San Diego Chargers há duas semanas, o RB Larry Johnson saiu atirando para todos os lados em Kansas City: sobrou para o técnico Todd Haley, para os gays e até para a imprensa. Ele foi inicialmente suspenso por dois jogos pelos Chiefs, mas a pena acabou reduzida para uma partida. LJ não joga neste domingo, adiando por pelo menos uma semana a chance de superar Priest Holmes e se tornar o RB com mais jardas na história dos Chiefs. Faltam só 75 jardas terrestres para o recorde. Mesmo com ele em campo, o ataque de Kansas está entre os piores da liga tanto em jardas quanto em pontos por jogo. Larry Johnson está com a pior média da carreira em 2009, só 2,7 jardas por tentativa. O RB titular neste jogo será Jamaal Charles, que vai começar uma partida na NFL pela quarta vez na sua carreira. Se o ataque dos Chiefs é fraco, a defesa dos Jaguars também não inspira confiança. Na semana passada, derrota para o Tennessee em que Jacksonville permitiu 305 jardas terrestres ao adversário. No ataque, o jogo terrestre do time da Flórida tem Maurice Jones-Drew, que produziu o recorde da carreira (177 jardas) e 2TDs em apenas oito tentativas contra os Titans. Já no jogo aéreo, David Garrard teve problemas: foi sacado três vezes, interceptado outras duas, perdeu um fumble e produziu só 139 jardas. Os Chiefs vão muito mal fora de casa, com derrotas em 13 dos últimos 15 jogos como visitante. Na minha opinião, vão perder mais uma.
INDIANAPOLIS COLTS X HOUSTON TEXANS – Os Colts defendem a invencibilidade contra o Houston Texans, que vem de três vitórias seguidas. Curiosamente, no último jogo de Indianapolis o QB Peyton Manning levou seu time à red zone adversária quatro vezes, sem conseguir nenhum TD. O único passe para TD do ataque dos Colts na vitória por 18-14 sobre o San Francisco 49ers foi feito por Joseph Addai – que jogou como QB na adolescência – para Reggie Wayne, em conexão de 22 jardas. Até agora, a tabela dos Colts foi relativamente tranqüila, com duelos diante de times como Seattle, Tennessee e Saint Louis. Daqui para a frente, o caminho será mais complicado, com um duelo contra New England em casa e visitas a Baltimore e Houston. Os Texans têm cinco vitórias em oito jogos, melhor início de temporada da história da franquia. A última vítima foi o Buffalo Bills, que caiu por 31-10 no último domingo. Matt Schaub vem na melhor temporada da carreira, com 16TDs até agora. A má notícia é que seu alvo favorito, o tight end Owen Daniels (40 recepções, 519 jardas e 5TDs) sofreu uma grave lesão no joelho e não joga mais em 2009. A solução para o ataque pode ser o jogo terrestre, que parece ter encontrado uma nova boa opção: trata-se de Ryan Moats, que substituiu Steve Slaton no jogo contra os Bills após o quinto fumble do RB titular e correu para 126 jardas e 3TDs. Mesmo com os desfalques importantes do CB Marlin Jackson e do LB Tyjuan Hagler, titulares da defesa que estão fora da temporada, os Colts levam.
PHILADELPHIA EAGLES X DALLAS COWBOYS (ESPN ao vivo, domingo 23h) – Duelo importante, que vale a liderança da divisão Leste da NFC. As duas equipes estão empatadas, com campanha de 5-2. Será o centésimo jogo da história entre os rivais. No ano passado, o duelo do Lincoln Financial Field valia uma vaga nos playoffs e o time da casa atropelou Tony Romo e companhia por 44-6, graças a cinco turonvers dos Cowboys. Os Eagles foram ao mata-mata com a vitória e uma improvável combinação de resultados. Os Eagles vêm de uma de suas melhores performances no ano, vitória por 40-17 sobre o New York Giants na última rodada. Mesmo sem o RB Brian Westbrook, que volta nesta semana, Philadelphia produziu 180 jardas terrestres. Donovan McNabb deve sofrer muita pressão, porque a defesa de Dallas anotou 17 sacks nos últimos 18 quartos de jogo. DeMarcus Ware anotou cinco nos últimos três jogos, depois de passar em branco nas primeiras quatro partidas. Se conseguir passar a bola, McNabb terá como seus principais alvos os jovens DeSean Jackson e Jeremy Maclin. Jackson é o WR mais explosivo da liga, com 6TDs de pelo menos 50 jardas. O recorde da NFL em uma única temporada é de nove. O ataque de Dallas também tem uma arma importante: Miles Austin, que em três jogos como titular antotou 5TDs e acumulou 482 jardas aéreas, melhor marca de um atleta da NFL nas três primeiras partidas como titular na carreira.
DENVER BRONCOS X PITTSBURGH STEELERS (ESPN ao vivo, segunda 23h30) – O atual campeão do Super Bowl patinou no começo da temporada, mas agora está jogando em alto nível. O time visita o Denver Broncos no Monday Night Football em busca da quinta vitória seguida em 2009. Na última partida, há duas semanas, os Steelers passaram pelo Minnesota Vikings por 27-17, acabando com a invencibilidade do time de Brett Favre. A defesa fez a diferença no placar, anotando dois TDs no último quarto. Além disso, os defensores conseguiram derrubar o veterano armador de Minnesota quatro vezes e limitando o RB Adrian Peterson a apenas 89 jardas terrestres. A defesa de Pittsburgh. melhor contra o jogo pelo chão, tem como tarefa agora parar a dupla Knowshon Moreno/Correll Buckhalter. No ataque, o QB Ben Roethlisberger é o número 3 na liga, com 2062 jardas aéreas e 11TDs. Ele encara uma das melhores defesa da NFL, que acaba de ter sua pior performance no ano. O time que cede uma média de 86,1 jardas terrestres por partida permitiu 125 aos Ravens. Desta vez, o combate será contra Rashard Mendenhall e Willie Parker. Parker foi poupado de alguns treinamentos nesta semana em razão de uma febre, mas deve ir para o jogo.
O melhor Flu do Brasileiro contra a pior fase do Palmeiras
por Paulo Calçade, blogueiro do ESPN.com.br
O melhor Fluminense do Campeonato Brasileiro enfrenta o pior Palmeiras da competição.
O time de Cuca está invicto há seis partidas no campeonato nacional, período em que obteve três vitórias e três empates, ganhou 12 dos 18 pontos disputados (67% de aproveitamento).
Já a equipe de Muricy, também nas últimas seis partidas, mostrou futebol inconsistente, resultado de desfalques e de queda de confiança.
Venceu apenas um jogo e perdeu três, ganhou cinco de 18 pontos disputados (28% de rendimento).
O Flu tem a seu favor o fator psicológico. A vitória sobre a Universidad de Chile, por 1 a 0, pela Copa-Sul-Americana, confirmou o bom momento.
O time carioca ainda é grande candidato ao rebaixamento, mas não entra mais em campo de cabeça baixa, ataca, confia.
A favor do Palmeiras pesa o cansaço do adversário, que jogou na quinta-feira no Chile e encarou viagem bastante cansativa.
As últimas rodadas não têm produzido jogos técnicos, bonitos, mas a partida do Maracanã promete ser emocionante.
Atlético-MG e Flamengo se enfrentam no Mineirão em partida que pode colocar o Fla definitivamente na disputa pelo título ou mandar o Galo para a liderança, se o Palmeiras não vencer.
Embate Globo e clubes se aproxima de um final feliz
Parece que está perto de um final um pouco mais feliz o velho embate entre Globo e clubes de futebol pelo fim do "close-up" na cara do entrevistado depois de um jogo ou treino. Um acordo selado entre emissora e Clube dos 13 ontem parece que fará com que, nas três rodadas finais do Brasileirão, tenhamos finalmente o panorama da TV mais aberto, permitindo a vizualização das marcas patrocinadoras no segundo plano.
É o início de um final um pouco menos infeliz para a velha queda-de-braço entre as emissoras e o esporte. Nessa batalha, quem puxa a fila no Brasil é sempre o futebol, que alcança as maiores audiências e, assim, faz a coisa andar um pouco mais em favor do esporte.
O Campeonato Brasileiro deste ano já teve o final do "close" no Sportv. Agora, na reta final, parece que a TV aberta vai entrar na história. O processo repete o que já aconteceu nos Estados Unidos, Canadá e Europa, onde a indústria do esporte está mais desenvolvida.
O próximo passo é o nome do patrocinador que compra o direito de batizar um evento ou é dono de um time ser respeitado. Mas isso é algo para mais alguns bons anos de debates e embates. O fato é que podemos ter, em breve, o indício de mais um passo rumo à profissionalização da gestão do esporte no país.
E agradeço ao leitor marcelpompiani pela sugestão do post.
Ainda sobre o Corinthians e a venda de ingressos
Acho que faltou, realmente, contextualizar mais o comentário sobre a venda antecipada de ingressos do Corinthians para a Libertadores-2010. Em resposta aos comentários dos leitores TED, M.Jaco, Matheus Fattori e Tambelini, seguem os links para alguns posts mais antigos sobre a visão que tenho a respeito do sócio-torcedor e da maneira como esse tipo de programa é tratado no Brasil (a sequência se completa com três posts: "O sócio-torcedor"; "O torcedor e o clube - parte I"; e "O torcedor e o clube - parte II").
O fato é que o Corinthians só concedeu o benefício de compra antecipada ao sócio-torcedor. Ok, é um direito que tem. Mas e os demais torcedores? Eles deveriam ter uma carga menor de ingressos, mas também deveriam ter direito a essa compra com antecedência. Do contrário, o problema da venda de ingressos continua. A diferença é que o clube se ausenta do confronto numa bilheteria...
Não é errada a ação do Corinthians, pelo contrário, ela é boa. Mas não pode ser confundida como solução para o problema da venda de ingressos. Antecipar venda e receita é a maneira correta de bem atender ao torcedor. Mas isso não significa que só quem paga a mais por isso pode ter direito ao serviço.
Em uma temporada, Beckham ganhou mais de US$ 16 milhões em patrocínio nos EUA
por fabiokadow
David Beckham quer disputar a Copa de 2010 e por isso já anunciou que, assim como fez recentemente, vai se transferir para o Milan mais uma vez no fim da temporada da Major League Soccer, o campeonato norte-americano de futebol. O atleta entende que a liga local não favorece a sua preparação, por causa do baixo nível apresentado pelas equipes.
Realmente a MLS está longe de competir com o campeonato italiano. Na verdade, com a maioria dos campeonatos europeus e alguns sul-americanos. Mas bastou uma temporada completa disputada por Beckham em 2008 para render meros US$ 16,5 milhões em patrocínios pessoais para o jogador.
Os números foram revelados no balanço da empresa do próprio atleta, a Footwork Production, que declarou um lucro de US$ 20 milhões, um aumento de 91% com relação ao ano anterior. Desse total, US$ 16,5 milhões vieram dos patrocinios pessoais do atleta. Vale dizer que os US$ 5,5 milhões de salários que ele recebe não estão inclusos nessa conta, muito menos a verba relacionada ao merchandising gerado por acordos com o Los Angeles Galaxy.
O técnico de atletismo, Nilson Duarte Monteiro, um dos debatedores neste espaço, volta ao caso Daiane dos Santos apresentando as normas oficiais sobre os pedidos de atletas para usar medicamento considerado doping.
Os texto ele obteve na página da Confederação Brasileira de Atletismo, mas vale para todos os atletas olímpicos, pois são normas da Agência Mundial Antidoping (Wada).
A dúvida é: será que tais normas foram observadas por Daiane e a Confederação Brasileira de Ginástica?
Confira o que diz a legislação da Wada.
Isenção de Uso Terapêutico (IUT)
Uma Isenção de Uso Terapêutico (IUT) é emitida quando um atleta tem um problema de saúde e, após a utilização dos métodos tradicionais de tratamento para esse problema, ele necessita utilizar um medicamento que contém uma substância proibida, tudo isto sob prescrição médica.
Quando essa necessidade existir, deverá ser apresentada uma solicitação de IUT para a confederação específica ou para a confederação brasileira do atleta, e o tratamento somente pode ser iniciado após a concessão da IUT ser aprovada.
Para quem solicitar a IUT?
- Para a federação internacional da modalidade à qual pertence o atleta: todos os atletas inclusos no Grupo de Atletas Registrados para Testes da mesma, ou seja, todos que estiverem entre os 20 primeiros do ranking mundial de suas provas (incluídos todos os brasileiros nessa condição)
- Para a confederação brasileira da modalidade do atleta: todos os atletas brasileiros, com exceção dos inclusos no item acima.
Tipos de IUT
Existem dois tipos de Isenção:
Abreviada – solicitada quando forem ser utilizados os chamados beta 2 Agonistas (tratamento de asma).
Padrão ou Normal – solicitada para uso de todas as demais substâncias da lista de proibidas.
Concessão da IUT
As IUTs internacionais são concedidas pelas federações internacionais das respectivas modalidades dentro de critérios próprios das mesmas.
As IUTs nacionais são concedidas pela confederação respectiva após análise da solicitação pela Comissão de IUT, formada por três médicos.
Como solicitar a IUT
Deve ser preenchido o respectivo formulário de solicitação, disponíveis nas respectivas confederações, os quais deve ser impressos, preenchidos em original e enviados a quem de direito (confederação brasileira ou federação internacional da modalidade do atleta).
Os formulários podem ser escaneados e enviados por e-mail, para agilização do processo, mas é imprescindível que a documentação original seja encaminhada.
Os formulários de IUT internacional podem ser enviados para a confederação brasileira da modalidade para encaminhamento à respectiva federação internacional.
Os formulários e seus anexos devem ser enviados em envelope lacrado e assinado como “confidencial”.
A Lei de Responsabilidade Fiscal, que limita o endividamento de estados e municípios, é um dos entraves para obter recursos do BNDES destinados às obras nos estádios de futebol, rumo à Copa 2014.
Até agora, nenhum empréstimo foi solicitado.
As informações estão na reportagem de Guilherme Guimarães, publicada no jornal Brasil Econômico, mostrando, também, como o governo poderá driblar as dificuldades.
Em outra reportagem, o repórter entrevistou o advogado Joseph M. Leccese, de um escritório norte-americano especializado em financiamentos de estádios e direito esportivo.
O especialista falou sobre a realidade das arenas brasileiras diante das exigências do Mundial de Futebol.
Em busca de vaga na F-1, Kobayashi mostra preferência pela Lotus
Sem vaga na equipe Toyota, que anunciou nesta semana o encerramento de suas atividades na Fórmula 1 após oito anos, o piloto japonês Kamui Kobayashi ainda busca o seu espaço para poder correr em 2010. Na falta de dinheiro para pagar por uma vaga, ele espera ser chamado por uma das novas escuderias, de preferência a Lotus.
Apesar das dificuldades em encontrar vaga em uma equipe, o piloto de 23 anos acredita que haverá opções nas novatas. "Há quatro novas equipes e ainda com opções. Se eu pudesse escolher uma equipe, eu escolheria a Lotus", afirmou o piloto japonês à imprensa francesa.
No caso, se for escolhido pela nova Lotus, ele poderá voltar a ser companheiro do italiano Jarno Trulli, a quem superou na Toyota em suas duas corridas como titular. Trulli é um dos pilotos preferidos de Mike Gascoyne, diretor da Lotus. O problema para Kobayashi é que o mesmo dirigente já afirmou querer uma dupla de pilotos experientes em sua equipe.
Enquanto o japonês tem apenas duas corridas na categoria, concorrentes como o austríaco Christian Klien e o canadense Jacques Villeneuve, campeão mundial de 1997, carregam mais provas e categorias no currículo, além de poderem levar patrocinadores para a Lotus, o que dificilmente deverá ocorrer com Kamui Kobayashi.
Formado pelo programa de pilotos da Toyota, assim como o compatriota Kazuki Nakajima, Kobayashi agradou aos dirigentes da equipe japonesa e estava próximo de acordo para correr no ano que vem, quando soube do anúncio do fim da escuderia.
"Obviamente, meu lugar na Toyota foi perdido. Eu estava próximo de assinar um contrato para 2010", lamentou Kobayashi, que se não conseguir uma vaga na Fórmula 1 deverá voltar a trabalhar fazendo sushi no restaurante de seu pai, no Japão.
Ex-chefe do Balco: doping ainda prospera no esporte
by Steve Keating
O doping ainda está muito presente no esporte apesar dos avanços nos testes, e mais da metade dos velocistas que estarão nas semifinais da Olimpíada de Londres 2012 provavelmente terá utilizado substâncias proibidas em algum estágio da preparação, disse o homem por trás de um dos maiores escândalos de doping de todos os tempos.
"Se eu penso que ainda existe muito doping no esporte? Sim", disse à Reuters o norte-americano Victor Conte, fundador do laboratório Balco, que foi responsável em 2003 por um enorme escândalo de uso de esteróides.
Perguntado quantos dos 16 semifinalista dos 100 metros dos Jogos de Londres podem ter feito uso de doping, em sua opinião, Conte disse: "Vou usar o termo ''maioria esmagadora''."
"Não vou dizer que na competição haverá doping no corpo deles. Mas durante o ano anterior, em algum ponto durante a preparação para os Jogos, com os 16 semifinalistas, acredito que a maioria dos atleta terá usado algum tipo de substância ou método proibido."
O pequeno laboratório de Conte perto de San Francisco se tornou o marco zero de um grande caso de uso de esteróides que até hoje tem consequências e destruiu muitas carreiras — incluindo a dele.
Ex-músico que montou um império de doping com seus conhecimentos sobre nutrição, Conte passou quatro meses na prisão após ser condenado pela distribuição de esteróides.
Entre os clientes de Conte estavam alguns dos grandes nomes do esporte, incluindo os velocistas Marion Jones e Tim Montgomery, que conquistaram medalhas olímpicas e recordes mundiais com a ajuda de produtos do Balco.
Ele disse que os exames antidoping melhoraram, mas que ainda há brechas que podem estar sendo usadas.
"É um jogo de gato e rato, e talvez eu seja o maior rato que já existiu", disse Conte. Mas eu sei como os ratos pensam. É isso que eu fiz por muitos anos — descobrir onde estão as falhas e como derrotar as políticas e procedimentos (antidoping)", disse.
"Tive sucesso fazendo isso por muitos anos. Acho que ironicamente isso me classifica para fazer uma contribuição."
Segundo Conte, os usuários de doping ainda levam vantagem em relação aos controles realizados nas competições, incluindo Jogos Olímpicos, apesar dos esforços da Agência Mundial Antidoping (Wada).
"Ainda é fácil enganar as políticas e procedimentos antidoping hoje, mesmo na Olimpíada", disse Conte, acrescentando que a Wada e a Agência Antidoping dos EUA desperdiçaram milhões de dólares testando atletas que sabiam que seriam alvo.
"O que está se fazendo agora não é efetivo. Eles precisam pegar esses dólares e viajar para muitos países que não têm agências independentes antidoping e testar esses atletas fora de competição", afirmou.
"Testar atletas nas competições é mais um teste de QI do que um teste antidoping, porque o atleta precisa ser muito estúpido para ser flagrado numa competição. Você usa esteróides durante a pausa da temporada, porque é quando você constrói a base de sua força, e isso serve para vocês por meses e meses adiante durante as competições", disse.
"Tem que se aumentar os testes no quarto trimestre, que é quando os atletas usam as drogas. Mas, em vez de aumentar o número dos testes no quarto período, como eu aconselhei, eles reduzem pela metade. Ou eles estão promovendo o uso de doping ou eles são ignorantes."
Ceni pega uma partida de gancho, mas está livre para atuar
O técnico Ricardo Gomes recebeu uma boa notícia na tarde desta sexta-feira. O goleiro Rogério Ceni foi julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, em função da expulsão no clássico contra o Santos, mas está livre para seguir defendendo o São Paulo no Campeonato Brasileiro.
Denunciado com base no artigo 250 (praticar ato desleal ou inconveniente), o goleiro foi advertido com a pena mínima, de uma partida de suspensão. No entanto, como já cumpriu o gancho automático na rodada seguinte ao clássico (diante do Internacional), Rogério Ceni está liberado para a sequência do Nacional.
Após o duelo com o Santos, no dia 25 de setembro, o goleiro se mostrou inconformado com o árbitro Carlos Eugênio Simon. Na ocasião, o capitão afirmou que estava sendo perseguido pelo apitador. No entanto, a declaração não agravou a situação de Rogério Ceni, que recebeu o cartão vermelho por cometer falta fora da área sobre o atacante Jean.
Desta forma, Ricardo Gomes segue com ''apenas'' três desfalques por suspensão para o jogo contra o Vitória, dia 14, no Morumbi. Borges, Dagoberto e Jean foram expulsos contra o Grêmio e terão de cumprir pena automática.
David Beckham earned nearly $16.5 million from personal sponsorship deals during his first full season with the Los Angeles Galaxy in 2008.
Newly released accounts from the official British company registry show that Beckham's income from his Footwork Productions company in the year ending Dec. 31, 2008, soared by 91 percent from the previous year.
The company's gross profit of $20 million only includes income from personal endorsements and is believed to account for two-thirds of Beckham's sponsorship income.
A separate company receives his $5.5 million basic salary from the Galaxy, the share of the merchandising he generates for the MLS team and joint endorsements with his wife, Victoria.
LFP: el fútbol aporta 9.000 millones de euros y 85.000 empleos
Según la patronal de los clubes, el fútbol es la "decimoséptima economía mundial" y "la primera industria del ocio en España".
La Liga de Fútbol Profesional (LFP) defendió hoy el peso que el fútbol tiene en España, con una aportación de 9.000 millones de euros a la economía y 85.000 empleos directos e indirectos, además de ser la primera industria del ocio que capta la atención de más del 50 por ciento de la población.
La asamblea de la LFP, que esta mañana descartó de momento hacer huelga en protesta por la subida del IRPF del 24 al 43 por ciento a los futbolistas extranjeros que ingresen más de 600.000 euros anuales y acordó por unanimidad crear una comisión para negociar con el Gobierno y el Parlamento esta medida, respaldó su rechazo a la misma con datos sobre la relevancia del fútbol en la sociedad española.
Según la LFP, el fútbol es la "decimoséptima economía mundial" y "la primera industria del ocio en España", que genera "42 empresas, 2.117 millones de presupuesto de ingresos, 1.947 millones de presupuesto de gastos, 85.000 empleos directos e indirectos" y hace una "aportación a la economía de 9.000 millones".
Las cifras, extraídas de informes de la Comisión Nacional de la Competición y de 'Deloitte Football Money League' en junio y febrero de 2008, respectivamente, señalan que "14 millones de personas acuden a los campos y 10 millones de personas siguen cada jornada la liga en los estadios o en la tele". "174 millones de personas ven por la televisión" la Liga española, que se sigue en "160 países", es la "competición más vista en Europa y Latinoamérica" y "la segunda más vista en China".
La LFP recordó que en aspecto social "el fútbol contribuye a la igualdad entre los ciudadanos", "favorece la inserción social y la solidaridad", "promueve paz y entendimiento entre naciones y culturas" y "facilita la educación de los jóvenes (ideal olímpico)".
"El fútbol profesional es un fenómeno social y económico en continua expansión", una "fuente de entretenimiento global" que "traspasa fronteras, plataformas, tecnologías y barreras socio demográficas", además de ser "el contenido informativo más buscado" y tener "influencia directa en otros sectores, principalmente textil, hotelero, ocio, multimedia y telecomunicaciones".
El Barómetro del Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS) de mayo de 2007 reflejó que el 54,3% de los preguntados dijo que el fútbol es el deporte que más le interesa y que el 66,8% admitió tener simpatía por algún equipo de fútbol.
Según la LFP, "la Ley del IRPF en la que se incluye la modificación del régimen de impatriados data de 2006 y su finalidad es atraer talento extranjero de cualquier ámbito que beneficie el desarrollo del país y no se desarrolla para el fútbol".
"En el sector del fútbol profesional la Ley ha tenido la aplicación y el desarrollo para los que fue redactada y ha cumplido sus objetivos. La Liga es considerada por muchos como la mejor del mundo y los clubes cuentan en sus plantillas con las más grandes figuras del fútbol mundial", añadió la patronal.
Tras afirmar que "la modificación eliminará una ventaja competitiva del fútbol español en el mundo y pondrá en dificultad y riesgo la contratación de las grandes figuras capaces de mantener el estatus de la Liga y su expansión internacional", la LFP recordó que otros países tienen "su propia idiosincrasia y beneficios".
Entre éstos mencionó la "llegada de capitales extranjeros", la "no obligación de emitir fútbol en abierto" y la de "no ceder resúmenes de partidos gratuitos", además de contar con un "IVA reducido", aspectos que pueden ser objeto de análisis por parte de la comisión negociadora constituida hoy.
La misma, que espera entablar "un diálogo urgente y eficaz con los poderes públicos pertinentes", estará formada por el presidente de la Liga, José Luis Astiazarán, los presidentes de Real Madrid, Florentino Pérez, Sevilla, José María del Nido, Numancia, Francisco Rubio, y Gimnástic de Tarragona, Xavier Salvadó.
Mesmo desfalcado, São Paulo terá nove titulares ante o Vitória
São Paulo e Vitória jogam apenas no outro sábado, dia 14, daqui a nove dias, no Morumbi. E o time tricolor estará bastante desfalcado, já que Borges, Dagoberto e Jean estarão suspensos, Rodrigo e Zé Luis, lesionados, e Richarlyson segue como dúvida enquanto luta contra o tempo para se recuperar de estiramento no adutor.
Mesmo com vários desfalques, a principal e possivelmente única dúvida se refere ao companheiro para Washington no ataque. Ricardo Gomes diz que já tem o time quase pronto, mas como Dagoberto vinha jogando em sequência, ele vai aproveitar o longo período de treinos para 'descobrir' um atacante.
"Temos uma base muito boa e o time está muito próximo de ser definido. Quero aproveitar este período para ver quem poderá jogar ao lado do Washington. Vamos avaliar algumas as situações de jogo e definir", disse.
Ricardo adiantou que Marlos e Hugo são os mais cotados a entrar no time. "O arremate do Hugo é muito bom e isso pesa a seu favor. O Marlos é mais veloz, se assemelha mais ao Dagoberto. Eles têm mais chances porque vêm entrando mais", explicou.
Oscar, Henrique e Mazola também podem ser aproveitados. "Eles têm muita qualidade. A dúvida que fica é qual será a reação de cada um deles ao errar a primeira bola com 60 mil pessoas no estádio. Preciso ter calma e ao mesmo tempo passar confiança aos mais jovens, porque eles podem entrar no jogo", ressaltou.
O restante do time Gomes praticamente confirmou. A defesa e o meio-campo serão exatamente iguais ao que enfrentou o Grêmio: Rogério (que ainda aguarda resultado do julgamento), Renato Silva, André Dias, Miranda, Arouca, Hernanes e Jorge Wagner. Além deles, Junior Cesar e Washinton, titulares, no Sul, também serão mantidos. Desta forma, apenas Adrian Gonzalez entra na direita e Marlos ou Hugo no ataque. Caso se recupere a tempo, Richarlyson também entra na briga.
O site de apostas 188Bet é o novo parceiro comercial do Liverpool. O clube cederá sua marca para ações e serviços do portal a partir do próximo ano, mas os valores do acordo e o tipo de iniciativa que será desenvolvida não foram divulgados.
"Como uma companhia global, ligar nossa marca a um produto tão forte como a Premier League é algo perfeito", disse Andy Scott, diretor-executivo do site de apostas, em entrevista coletiva.
O Liverpool é o quinto clube inglês a acertar uma parceria com a 188Bet. Em agosto deste ano, o site anunciou acordo semelhante com o Aston Villa - nos casos de Bolton e Wigan, o negócio inclui exposição da marca do portal nos uniformes das equipes.
Odepa acrescenta pelota basca entre modalidades do Pan de 2011
A Assembleia Geral da Organização Desportiva Pan-americana (Odepa), que acontece em Guadalajara (México), aprovou hoje a entrada da pelota basca como modalidade nos próximos Jogos Pan-americanos, que serão realizados na cidade mexicana em 2011. O esporte fez parte da programação de um Pan pela última vez em 2003, em Santo Domingo (República Dominicana).
Nesta sexta-feira, a notícia foi comemorada pela Federação Internacional de Pelota Basca (FIPV), com sede em Pamplona (Espanha), que classificou a inclusão como "uma excelente notícia não só para as federações das Américas, como para os praticantes em todo o mundo".
A entidade acrescentou que os Jogos Pan-americanos "são, para o continente americano, o equivalente aos Jogos Olímpicos", por isso a pelota basca "estará no mesmo nível que os demais esportes".
Thousands of people streamed into Lower Manhattan on Friday to help the Yankees celebrate their 27th World Series championship with a ticker-tape parade.
It was the Yankees’ first return to the Canyon of Heroes since their last title, in 2000.
The parade started at 11 a.m. at Battery Park Place and finish roughly two hours later at City Hall Park, where the Mayor Michael R. Bloomberg was to give the team keys to the city.
For the Yankees and many of their fans, the parade was a long-awaited celebration. People began lining the streets early in the morning — with crowds as large as 20 people deep in some spots — and toilet paper and confetti littered the streets hours before the official festivities began. Construction workers took in the view while standing above the crowd on scaffolding.
Yogi Berra was among the participants, drawing cheers as he sat in a convertible that was near the lead of the parade. Mayor Bloomberg joined Manager Joe Girardi on the lead float, which also featured the World Series trophy.
The mayor’s office said that it expected anywhere from 500,000 to 1 million people to attend the parade. Performers like the cast of the Broadway hit “Jersey Boys” were scheduled to entertain the crowd at City Hall. It will be a rare day of celebration in an area of the city that has been severely affected by the economic downturn.
The filmmaker Spike Lee got cheers as he walked down the parade route, and stopped to slap hands and take pictures. “I knew they were going to win,” he said before referring to pitchers A. J. Burnett and C. C. Sabathia. “We got A. J. and C. C. and Nick Swisher and I knew they felt bad at not making it last year. So I knew it this year.” But while the famous were there, the majority of the crowd was made up of regular fans. Cincy Calca, Marilyn Corona and Daniela Reynoso made the trip from an Army base in Teaneck, N.J., leaving at 6 a.m. They were in Iraq with the national guard before returning this spring.
“We’re veterans, we spent many late nights watching games over there,” Corona said, drawing nods from the other women. She described getting up at 3 or 4 in the morning to catch a game before going out on patrol.
“I told them ‘Let’s come in uniform, maybe it will get us through some barricades,’ “ Corona said.
Christopher Gregorio, 23, a student who lives in Pennsylvania, made the trip in the spirit of his grandmother Connie, a big Yankees fan who passed away during the All-Star Game break.
“She would have loved to have been here,” Gregorio said. “She waited nine years for this. But since she passed, every time they were down we’d ask her for one more run. And she did it.”
Apesar de elogiar Raúl, técnico do Real não o confirma no clássico
Merengues encaram o Atlético de Madri no Vicente Calderón
O técnico Manuel Pellegrini, do Real Madrid, evitou nesta sexta-feira confirmar a escalação do atacante Raúl como titular no clássico deste sábado, contra o Atlético de Madri, no Vicente Calderón, pela 10ª rodada do Campeonato Espanhol. Mas não deixou de elogiar o jogador.
– Ainda não decidi quem vai começar a partida. Amanhã vocês saberão – disse um enigmático Pellegrini, para quem Raúl, "por todas as suas qualidades", é "titular indiscutível, até quando está na reserva.
O experiente atacante, de 32 anos, ficou no banco nos dois últimos confrontos da equipe, mesmo com o afastamento, por lesão, do português Cristiano Ronaldo.
Campos vai apresentar oficialmente Bruno Senna na próxima terça-feira
Brasileiro irá até a sede da equipe, na cidade espanhola de Múrcia
A Campos, única equipe espanhola da Fórmula 1 e que estreará na temporada 2010, apresentará oficialmente Bruno Senna como seu piloto na próxima terça-feira. O evento acontecerá na sede do time, localizada na cidade espanhola de Múrcia. Na ocasião, espera-se que o nome do compenheiro do brasileiro seja revelado. Pedro de la Rosa, Vitaly Petrov e Pastor Maldonado estão cotados.
A apresentação será realizada às 17h locais (14h de Brasília) no Parque Tecnológico Fuente Alamo de Múrcia. Adrian Campos, dono do time, receberá o sobrinho de Ayrton Senna no local, após meses de negociação. O time deverá contar com um patrocínio forte da prefeitura da cidade, que pretende investir na imagem do turismo da região.
- Estou absolutamente contente de realizar o sonho de uma vida. Agora é hora de estabelecer novos objetivos. O projeto que a Campos desenvolveu foi concebido para ser bem-sucedido tanto dentro quanto fora das pistas - disse Bruno após a confirmação da notícia.
Fábio Costa revela: fosse há alguns anos, sua carreira estaria ameaçada
Goleiro fala sobre a lesão que sofreu no pé direito e comemora os avanços da medicina. Ele também abre o jogo sobre polêmicas e a fama de mau
Adilson Barros e André HernanSão Paulo
Afastado dos gramados desde o dia 21 de junho, quando sofreu uma grave lesão no pé direito durante jogo contra o Atlético-MG, o goleiro Fábio Costa, do Santos, vem acompanhando de fora a má campanha que o time vem fazendo no Brasileirão. E admite: está sofrendo demais. O jogador assiste a todos os jogos em seu camarote na Vila Belmiro e fica triste por não ver a equipe deslanchar. Faltam cinco rodadas para o fim do campeonato e o Alvinegro está em 13º lugar, com 42 pontos.
O goleiro é conhecido por ter um temperamento forte, por cobrar duramente os seus companheiros e por ser bastante competitivo. Em conversa com o GLOBOESPORTE.COM e com o SporTV, no escritório de seu advogado, em São Paulo, na última quinta-feira, o capitão santista admitiu que é ruim demais ficar fora dos jogos sem poder ajudar o time. Em compensação, afirma que está aproveitando o tempo livre para aprender inglês, a cozinhar e para brincar com seu filho, Fabinho.
Na conversa, o goleiro falou também sobre a gravidade da lesão. Disse que se fosse há alguns anos, ele corria o risco de não poder mais jogar. Fábio Costa falou também sobre os recentes episódios polêmicos de sua carreira. Respondeu às críticas de que não confia no Departamento Médico do Santos e que buscou tratamento por conta própria. Garantiu que acertou suas diferenças com o zagueiro Fabiano Eller, com quem chegou a trocar sopapos no vestiário durante intervalo do jogo contra o Marília, no Paulistão. Ele revela que, hoje, ele e Eller têm bom relacionamento. Tanto que suas famílias passam férias juntas.
O capitão aproveitou para dar de ombros a quem acha que ele tem privilégios no clube, como vaga privativa no estacionamento do CT Rei Pelé. Ele garante que merece tudo o que conquistou. Por fim, aproveitou para dar um recado a quem o critica.
- Não toco a minha vida tentando fazer com que as pessoas gostem de mim, tentando agradar os outros. Eu penso apenas em fazer o que considero correto para mim e a minha família.
Confira os melhores lances do papo com a Fera da Vila. Assista também à entrevista do goleiro no SporTV News, que começa às 23h (horário de Brasília).
Você é um jogador que está acostumado a conquistar títulos, a estar sempre jogando. Como é ficar fora nesse momento, é muito difícil? Fábio Costa: Na verdade é angustiante ver toda aquela movimentação do pré-jogo, participar da conversa de vestiário, e, na hora em que tudo mundo vai entrar em campo, ter de pegar o elevador pra ir pro camarote. É frustrante, mas faz parte da minha profissão.
E como você vê o momento do Santos? Pelo segundo ano consecutivo, o time se limita a fugir do rebaixamento. Fábio Costa: No futebol, às vezes as coisas não encaixam. Fico triste porque sei que esse time tem potencial. Pelos jogadores que temos, poderíamos ter feito uma campanha muito melhor. O Santos teve problemas de planejamento, tivemos três treinadores diferentes durante o ano. Realmente, isso prejudica. Mas acredito que no ano que vem vai ser diferente.
Você se machucou em junho, mas só operou em setembro. Por que houve tanta demora? Não seria melhor ter operado logo?
Fábio Costa: Nesse período, eu ouvi coisas que me deixaram muito chateado. Que eu demorei a operar por opção minha, que eu desrespeitei o clube por ter vindo me consultar com um médico em São Paulo. Mas quero deixar claro que eu não sou o único que me consultei com o Joaquim Grava. Todo jogador no Santos que tem lesão grave e que precisa de cirurgia é encaminhado ao Grava. Já é uma prática comum no clube. O problema é que quando é comigo, as coisas tomam outra proporção. Houve demora porque, num atleta de alto nível, a cirurgia é sempre o último recurso. Num primeiro momento, os médicos preferiram esperar dois meses. Infelizmente, não houve regressão. Então, sentamos à mesa para uma reunião: eu, o presidente do clube (Marcelo Teixeira), o técnico (Vanderlei Luxemburgo) e os médicos. Todos acharam melhor eu esperar mais um mês. Foi aí que se passaram três meses após lesão. Após esse período, não houve melhora e partimos para a cirurgia. É preciso explicar também que, operando antes ou depois, eu só voltaria em 2010 mesmo. Por isso, optamos por esperar.
E qual é a verdadeira gravidade da lesão? Houve demora no diagnóstico? Fábio Costa: Num primeiro estágio, a lesão não foi detectada. A princípio, acharam que era apenas um traumatismo mais forte. De fato, houve esse traumatismo, só que aconteceu também a ruptura de um ligamento muito sensível do peito do pé. É o tipo de lesão que acontece muito em acidentes de carro ou moto. Mas no futebol é alto muito raro.
É verdade que houve um receio de que você não pudesse mais voltar a jogar?
Fábio Costa: Existe sempre a possibilidade de ficar um tempo maior do que o esperado. Trata-se de um local muito delicado, muito usado na impulsão, o que para goleiro é fundamental. Agora, se fosse há alguns anos, se não fosse a evolução médica que se tem hoje, realmente seria uma lesão difícil de ser curada. Existia a chance (de abandonar a carreira) se houvesse também uma fratura. Mas não houve. Foi só o rompimento do ligamento que já está totalmente reparado.
E agora qual é a sua situação? Quando você espera voltar a jogar?
Fábio Costa: Tenho um planejamento para voltar a correr em meados de dezembro. Quero iniciar a minha preparação antes dos outros jogadores para estar bem na pré-temporada. Sobre jogar, que seja logo. Mas não quero estabelecer muitos prazos, pois me cobro muito e não quero me decepcionar. Mas posso garantir que não corro mais risco de não jogar. Tenho absoluta certeza de que poderei voltar a jogar normalmente, pois estou cercado de médicos muito competentes.
Muito se fala em privilégios que você tem no clube. Você conta mesmo com coisas que outros jogadores não têm?
Fábio Costa: Acho que cada um encara as coisas de uma forma. Não vejo como privilégios. São coisas que conquistei: respeito e carinho das pessoas do clube. Quem me critica e acha que eu tenho privilégios, precisa pensar no que já fiz pelo Santos, os títulos que conquistei, tudo o que doei ao clube. Já joguei com mão quebrada, costela quebrada. Disputei semifinal de Libertadores (em 1997, contra o Grêmio), com um dedo quebrado. Isso ninguém avalia. Só dizem que tenho regalias. Não vejo assim.
Você teve problemas com o preparador de goleiros Eduardo Bahia e com o zagueiro Fabiano Eller (hoje no Internacional). Esses problemas foram superados? Fábio Costa: Problemas todos têm. Todo dia, em qualquer grupo, tem discussão dentro ou fora de campo. É que infelizmente, ou felizmente, dependendo do ponto de vista, as coisas comigo tomam uma proporção maior do que deveria. Meu problema com o Eduardo foi uma divergência normal dentro do vestiário (eles discutiram antes do jogo contra o Atlético-MG, quando o goleiro se machucou. O preparador queria adiantar o aquecimento dentro de campo e Fábio queria mais tempo para se alongar). Eduardo é meu amigo e amigos também discutem. Com o Eller, foi discussão de jogo. Passamos realmente do ponto, mas serviu de aprendizado. Conversamos e nos acertamos. Hoje em dia, talvez eu seja muito mais amigo dele do que de outros jogadores do próprio elenco santista. O episódio nos aproximou, nossas famílias viajam juntas. Pessoas maduras sabem resolver os seus problemas. Prefiro ter problema e zerar, conversando cara a cara, a ser hipócrita, como outros, que dão tapinhas nas costas e depois saem falando mal.
Você tem mais amigos ou inimigos?
Fábio Costa: Se tenho inimigos, não sei. Eles não me falam (risos). Agora, não tenho muitos amigos. Até porque considero “amigo” uma palavra muito forte. Sou muito seletivo, rigoroso mesmo, nas escolhas de amizades. Tanto quer moro em Santos há dez anos e só uns três ou quatro casais frequentam a minha casa.
Esses poucos amigos que você tem são do futebol?
Fábio Costa: Tenho pessoas no futebol em quem confio. Mas são muito poucas. Me dou muito bem com o Roberto Brum (volante que hoje atua no Figueirense) e com o Adaílton (zagueiro santista). Mas não tenho um grande amigo no futebol. Só Deus.
Isso não lhe confere uma fama de antipático? De briguento?
Fábio Costa: As pessoas se enganam. Pensam que o Fábio Costa é brigão, é turrão. Mas se eu fosse tão bruto e ignorante como as pessoas pensam, eu não atrairia tanta atenção das crianças. Hoje, 80% dos meus fãs são garotos e garotas. Recentemente, eu participei de uma tarde de autógrafos em Santos. Na fila, só havia crianças. Esse é o maior elogio que eu posso receber, porque sei que da criança vem o pensamento puro, sem preconceitos. Isso me deixa tranquilo.
Agora que está machucado, você tem muito tempo livre. O que tem feito?
Fábio Costa: Tenho procurado fazer muitas coisas. Estou jogando muito videogame com meu filho, tenho aulas de inglês com professor particular e estou aprendendo a cozinhar. Também estou criando um site que vai oferecer uma linha de produtos específicos para crianças. Tem sido um tempo bom para ficar mais perto da família.
E na cozinha, qual sua especialidade?
Fábio Costa: Por ser baiano, gosto de peixe, uma boa moqueca. Agora, o que gosto de preparar mesmo é uma boa costela.
Mas só para os amigos? Fábio Costa: Claro. É coisa para poucos.
Whether Dan Henderson will have a signed Strikeforce contract when he appears to work the corner of Rameau Thierry Sokoudjou is another matter entirely. A source close to the situation told Yahoo! Sports on Monday that Henderson had signed with Strikeforce, spurning the Ultimate Fighting Championship, for whom he has fought since 2007. Strikeforce CEO Scott Coker on Tuesday admitted to having talks with Henderson, but denied he has been signed. Enter into the fray UFC president Dana White, who had been personally involved in the negotiations with Henderson. White said Wednesday, "I guarantee you 1,000 percent that Dan Henderson is signed by Strikeforce."
Técnico do Barcelona nega ter pedido contratação de Robinho
Jogador poderia ser emprestado por seis meses com opção de compra depois da Copa do Mundo. Guardiola diz ter ‘fé inabalável’ no elenco
O técnico do Barcelona, Josep Guardiola, afirmou nesta sexta-feira que "em nenhum momento" pensou em pedir contratações - entre elas a de Robinho, do Manchester City - na próxima janela de transferências do futebol europeu, em janeiro, por ter "uma fé inabalável" em sua equipe.
– Aqui apenas as vitórias interessam. Se elas não vêm, Robinho é capa dos jornais no dia seguinte – disse, referindo-se às especulações de que o atacante brasileiro será contratado pela equipe catalã no início do próximo ano.
Em entrevista coletiva após o treino do Barça, nesta sexta-feira, Guardiola demonstrou ter confiança no potencial de sua equipe, ao dizer que ela tem atuado "melhor do que no ano passado". Criticado após os empates contra o Osasuna (1 a 1), pelo Campeonato Espanhol, e Rubin Kazan (0 a 0), pela Liga dos Campeões da Europa, o treinador não cogita, por enquanto, mudar o sistema tático do time.
– Melhoramos como equipe em relação ao ano passado, mas por outro lado, nossos adversários nos conhecem melhor. Nossas bolas voltarão a entrar no gol, o importante é criar oportunidades, como temos feito – afirmou o treinador, em relação à má pontaria de seus atacantes nos últimos jogos.
Italy rugby coach prefers Rome, despite San Siro sell-out
The coach of the Italian rugby team has said he wants his side to remain based at decaying Rome stadium Stadio Flaminio, despite the 80,000 crowd predicted to attend an Italy-New Zealand match at the San Siro in Milan.
"Flaminio is a very attractive stadium for Italian rugby to play in and also for other teams to come to. It's good for international rugby when you've got Paris, Rome, London etc," said Nick Mallett, as reported by Reuters.
The north of the country is Italian rugby’s heartland. Mallett said he was still surprised at the level of interest in the November 14 clash with the All Blacks.
"That has been an incredible achievement for Italian rugby and it shows what a strong brand New Zealand are," he said.
"Arguably South Africa are the best side in the world but for an Italian, the All Blacks for some reason have managed to build this brand. Jonah Lomu must have something to do with it.
"I don't think rugby has ever had a crowd like this. We took a bit of a risk given the size of the stadium but it's really worked out well."
Euro 2012 TV rights sold in Portugal
Portuguese pay-broadcaster Sport TV has acquired the pay-television rights for the Euro 2012 football championship in a deal with UEFA
Sport TV has rights for all 31 matches, including exclusive rights for 12 group stage matches. Free-to-air rights in Portugal for the competition will be sold at a later stage.
Sport TV’s rights package includes rights for magazine and highlights programmes, HD rights, and internet and mobile rights.
Sky Italia’s Serie A rights deal blocked by court
An Italian court has blocked a deal agreed by Italian pay-broadcaster Sky Italia for a package of rights for Italian league football for the 2010-11 and 2011/12 seasons.
Rival broadcaster Conto TV had challenged the deal, which was for the ‘Platinum’ package of rights covering all Serie A matches. The award was made by Lega Calcio.
Reuters reports that Rupert Murdoch-owned Sky Italia said it was surprised by the decision and would challenge the deal.
Sponsor gives US golfer ownership stake instead of cash
US golfer Ryan Moore, the 2004 US Amateur champion, has signed an unusual agreement with sponsor Scratch Golf that will see him take a stake in the company, with the opportunity to earn performance bonuses and additional payments.
Moore played on the US PGA Tour last year without a club endorsement deal – the recession has caused many large club manufacturers to cut back on endorsements. Scratch Golf chief executive Ari Techner told Bloomberg that his company could not afford to spend millions of dollars sponsoring Moore, but saw their new deal as a long-term investment that would hopefully see him using the clubs for the rest of his career.
Moore’s father told Bloomberg that the golfer was simply betting on his own success as a way to improve the company’s sales.
“He saw that they could help him and he believes that he can help these guys gain presence in the world of golf,” Mike Moore said. “Most folks have never heard of this company.”
JC Decaux está tendo prejuízo com furto e danificação de bicicletas do projeto Vélib
O projeto Vélib, que aluga bicicletas em Paris, está saindo caro para a empresa de outdoor JC Decaux, porque cerca de 80% das 20,6 mil unidades foram ou roubadas ou danificadas.
O programa é financiado pela própria empresa, como parte de um pacote que inclui a propriedade sobre 1,6 mil outdoors na capital francesa. Embora as bicicletas não tenham publicidade, os outdoors trouxeram cerca de US$ 30 milhões para o primeiro ano da operação, que se iniciou em meados de 2007.
O contrato é de 10 anos e a JC Decaux negocia com a cidade um acordo mais justo, no qual o poder público arcaria com parte dos custos de vandalismo. As bicicletas podem ser alugadas por US$ 1,5 por dia ou US$ 7,3 por semana.
Para dar conta, a JC Decaux emprega 400 pessoas na manutenção, mantendo 10 veículos elétricos de reparação. Até o momento, houve 63 milhões de alugueis, com média de 20 bikes encontradas abandonadas por dia e 1,5 mil com necessidade de reparos. Existe até um mercado negro de Vélibs furtadas no Leste Europeu (Vélis é uma mistura entre velo (bicicleta) e liberté (liberdade).
Elas têm sido vítimas de uma tendência conhecida como "Vélib Extreme", na qual vídeos do Youtube mostram usuários barbarizando e usando as bicicletas até o limite de sua capacidade (veja aqui).
A Postobón, maior fabricante de refrescos da Colômbia, foi confirmada como a nova patrocinadora da federação de futebol local, superando as ofertas feitas pela Coca-Cola, sua maior rival no país, e pelo banco espanhol BBVA.
A empresa pertence ao magnata Carlos Ardila Lulle e produz os refrigerantes Colombina, Hipinto, FresKola, Popular, 7Up e Pepsi-Cola, além dos sucos Hit e Tutti Frutti, do energético Peak, e da água Cristal.
A Federação Colombiana de Futebol (FCF) já havia acertado verbalmente a parceria com a Coca-Cola, mas voltou atrás após ver a proposta da Postobón. Segundo a agência "AFP", a empresa pagará US$ 22,4 milhões pela parceria, contra US$ 18 milhões oferecidos pela multinacional norte-americana.
Válido por cinco anos, o acordo entrará em vigor em janeiro de 2010, substituindo a Protabaco - dona das marcas Mustang e Premier - , que patrocinou a liga colombiana nas duas últimas décadas. A empresa teve de suspender o apoio ao futebol do país em função de uma lei que proíbe publicidade de tabaco em eventos culturais e esportivos, sancionada em julho.
A organização Ardila Lulle é dona do clube Atlético Nacional, da primeira divisão, e da rede de rádio e televisão RCN, que detém os direitos de televisão aberta do torneio.
Formado em economia pela Unicamp, empresário de 46 anos é o responsável pelas marcas Arena e Babolat no Brasil
A fabricante de material esportivo italiana Arena, especializada no mercado de natação, lançou oficialmente sua operação no Brasil. O evento aconteceu no dia 27 de outubro, em São Paulo, e contou com a presença do nadador Cesar Cielo, que é patrocinado pela marca.
A presença de Cielo diz muito sobre a estratégia da Arena para o país. Campeão dos 50 metros livres em Pequim, o brasileiro teve desempenho ainda melhor no Mundial de natação de Roma, neste ano, no qual conquistou a mesma prova e os 100 metros livres, com direito a recorde mundial.
Os resultados recentes transformaram Cielo em uma das maiores estrelas do esporte brasileiro. E com isso, abriram espaço para a Arena no país. Não por acaso, toda a comunicação da empresa em pontos de venda e mídias convencionais, sobretudo em outdoors e anúncios na TV fechada, terá o nadador como protagonista.
Entretanto, a aposta não é motivada apenas pelo desempenho de Cielo. Ela tem ligação direta com a formação da Arena, que no Brasil será representada pela mesma empresa que introduziu a marca Babolat na região.
Assim como a Arena, a Babolat é uma fabricante de material esportivo de nicho - no caso, o tênis. Isso faz com que a aposta tão contundente em Cielo lembre, evidentemente, o quanto o mercado de raquetes e bolinhas cresceu quando surgiu Gustavo Kuerten, outro fenômeno no país, e o quanto isso ajudou a consolidação da Babolat.
"O país vendia uma média de 50 mil raquetes, e subiu para 160 mil na época do Guga. A natação é um esporte muito mais barato, e é natural que um ídolo do porte de um Cielo, um Guga ou um Ronaldo contribua para mexer com a massa. É muito claro para nós que a empresa precisa estar preparada para aproveitar esse crescimento", disse Fabian Palmieri, presidente da empresa que representa Babolat e Arena no Brasil, em entrevista à Máquina do Esporte.
Em conversa realizada em dois tempos (a primeira parte ao vivo, no evento de lançamento da Arena, e a segunda parte por e-mail), Palmieri deslindou a estratégia da marca para o início de suas atividades no Brasil. Entre outras coisas, explicou que o objetivo não é concorrer com a Speedo, líder mundial do mercado de natação, mas sim obter no país a participação que a empresa italiana possui globalmente.
Confira a seguir a íntegra da entrevista:
Máquina do Esporte: Qual vai ser o perfil da comunicação da Arena no início das operações da marca no Brasil? Fabian Palmieri: Nosso planejamento de marketing vai ser dividido em três tipos de ações. Teremos um marketing de guerrilha nas lojas, com atenção especial para a comunicação nos pontos de venda; também faremos uma campanha muito forte com anúncios em outdoors e em todos os formatos de mídia convencional. Nesses dois pontos, a imagem do Cesar Cielo vai ser fundamental. Trata-se de um atleta de ponta, em alta no país, que tem uma relação muito forte e muito positiva com a nossa marca. A terceira ação será trabalhar com grandes clubes a partir de convênios, principalmente em torneios.
ME: Que tipo de torneio? Como vocês farão para a marca estar presente nesses momentos? FP: O Brasil tem 200 ou 300 competições de natação por ano. Isso quer dizer que, entre março e outubro, você tem eventos em praticamente todos os fins de semana. Nós queremos fazer parte disso, aproveitar essa oportunidade. Não apenas com lojas e ações diretas com o público, mas com a exposição da nossa marca entre os parceiros dos clubes e dos torneios.
ME: E nos pontos de venda, como vai ser a estrutura da comunicação? FP: Os materiais de PDVs serão desenvolvidos com a imagem do Cielo. As imagens são atuais, do Mundial de Roma, e fazem parte dos momentos de recordes do atleta.
ME: Quanto a Arena investirá por ano em sua operação no Brasil? FP: Esse número não será divulgado no momento.
ME: Existe uma expectativa de faturamento para a marca no país? FP: O objetivo é conquistar 10% do mercado no primeiro ano, 15% no segundo ano e 20% no terceiro ano.
ME: Com essa projeção, vocês preveem que a empresa será financeiramente estável a partir de quando? De onde virá a receita para o início das atividades no Brasil? FP: Nós acreditamos que conseguiremos equilibrar o faturamento em dois anos. No início, teremos ajuda da matriz da marca, que fica na Itália. O mercado de natação no Brasil tem 11 milhões de praticantes, e nós acreditamos nisso para podermos ganhar corpo rapidamente.
ME: Você falou sobre investimento da Arena em mídia convencional. Isso quer dizer TV aberta ou a marca vai priorizar espaços em rede fechada? FP: Em princípio, vamos investir apenas em TV fechada. O valor de um comercial para TV aberta é muito alto para o que entendemos da operação no início, mas acreditamos que poderemos chegar a um patamar como esse em dois ou três anos.
ME: Como a Arena projeta a briga por mercado com a Speedo no Brasil? FP: Temos 24% do mercado, contra 38% da concorrente [Speedo]. O restante é de marcas menores. Não queremos concorrer com a marca líder, mas abocanhar o mercado que já é nosso no mundo. A política é brigar por essa fatia.
O exemplo que nós usamos é o da Babolat, que tinha 0% ou 1% do mercado de tênis no país quando chegamos ao Brasil. Hoje somos a segunda, quase a primeira marca.
ME: No fim da década de 1990, quando vocês já eram representantes da Babolat no Brasil, o tênis teve um boom em função da aparição de Gustavo Kuerten, que chegou a ser o número 1 do mundo. O mercado da natação pode passar por um desenvolvimento semelhante em função dos feitos recentes de Cesar Cielo? Como a experiência no primeiro caso pode ajudar vocês a aproveitar o segundo? FP: O país vendia uma média de 50 mil raquetes, e subiu para 160 mil na época do Guga. A natação é um esporte muito mais barato, e é natural que um ídolo do porte de um Cielo, um Guga ou um Ronaldo contribua para mexer com a massa. É muito claro para nós que a empresa precisa estar preparada para aproveitar esse crescimento.
ME: O Cielo vai ser o principal rosto da Arena no Brasil. Mas ele vai ser o único ou vocês conversam com outros atletas? FP: A nossa tecnologia começa com produtos para as categorias menores, e nós somos uma marca reconhecida. É natural que alguns atletas tenham nos procurado, e nós pretendemos fechar ao menos com dois deles. Também vamos investir fortemente nos mais novos, que podem contribuir para a marca no futuro.
ME: Qual será o critério para a definição desses nomes mais novos? FP: Serão 23 atletas juvenis escolhidos pela posição nos campeonatos, levando em consideração cada categoria existente.
ME: Quais são as estratégias da Arena para aproveitar as Olimpíadas de 2016 no Brasil? Isso já está no planejamento da marca de alguma forma? FP: Ainda não [começamos a planejar].
ME: De que forma a proibição de uso dos supermaiôs mudou o planejamento da Arena para o Brasil? FP: Não mudou em nada. Esses produtos visam mais posicionamento do que faturamento.
ME: E a crise financeira internacional? Ela teve alguma interferência no planejamento da empresa para o Brasil? FP: Não afetou em nada.
O Corinthians e a antecipação de receita com bilheteria
O sucesso de vendas de ingressos do Corinthians para a disputa da Copa Santander Libertadores de 2010 mostra o quanto pode ser interessante para um clube planejar a comercialização de bilhetes para a disputa de uma competição. Ainda mais quando ela tem grande apelo para o público.
O Corinthians celebra agora que já vendeu os ingressos colocados para o torcedor na Libertadores. Sem filas, sem burocracia. De fato é um conforto sensacional para o torcedor e uma mostra de que o clube tem o mínimo de preocupação em atender bem seu cliente mais importante.
Mas o único problema é que essa venda foi destinada apenas para o sócio-torcedor. Mais uma vez o Corinthians segue a ideia de que o programa de fidelização do torcedor é usado para dar benefícios na hora de comprar ingressos.
Sem dúvida que é um grande avanço o programa de vendas antecipadas de ingressos, principalmente porque ela funciona para o clube também ter uma previsão de receitas com o campeonato. Mas manter o acesso restrito ao sócio-torcedor mantém o mesmo sentimento de injustiça para aqueles que vão ao estádio e não conseguem comprar um ingresso após horas na fila...
Nunes, herói rubro-negro em várias conquistas – Mundial Interclubes, Brasileiro e estadual, entre outras -, autor de dois gols inclusive o terceiro, o do título de 1980, na vitória de 3 a 2 sobre o Atlético Mineiro, falou sobre a forma como o Flamengo deve se comportar nesta difícil partida de domingo, contra o forte time do Galo, adversário direto na luta pelo titulo da Série A.
Perguntar a um rubro-negro quem é o melhor ou quem será o vencedor num jogo do Flamengo não vale. Então me diga qual o ponto forte do Flamengo nesta reta de chegada.
NUNES – Tenho acompanhado os jogos do Flamengo e sinto que o time melhora a cada rodada. A equipe tem muitos destaques, mas é claro que o Imperador Adriano sabe decidir e tem decidido. Mas a equipe tem Pet, os laterais são muito bons, assim como Bruno. É um time equilibrado.
E o Atlético Mineiro ?
NUNES – Diego Tardelli vem desequilibrando e precisa de atenção especial. É um artilheiro e contra artilheiros todo cuidado é pouco.
A pressão no Mineirão pode influir?
NUNES – O time do Flamengo é formado por jogadores experientes e acostumados com todo tipo de pressão. O maior problema acontece nos primeiros 10 minutos, depois que o corpo esquenta, o barulho da arquibancada influi muito pouco.
Se você fosse o técnico, o que diria no vestiário antes do jogo?
NUNES – Respeitar o adversário, que vem fazendo grande campanha, e acreditar na força da nossa equipe. Claro que Andrade falará sobre isso como o grupo. Ele foi meu companheiro em várias conquistas inclusive na Libertadores e Mundial. Juntos, ganhamos um Brasileiro em cima do próprio Atlético Mineiro, em 1980.
E como foi esta decisão de 1980?
NUNES – Perdemos a primeira partida por 1 a 0, mas vencemos a segunda por 3 a 2 e eu marquei o gol do título.Os dois times eram muito bons. O Maracanã recebeu 160 mil pessoas. Foi o primeiro título Brasileiro conquistado pelo Flamengo. Que festa...
Agassi pede compreensão e diz que sofria depressão quando se dopou
O norte-americano Andre Agassi, que chocou o mundo do tênis ao admitir em sua autobiografia Open que consumiu a droga sintética metanfetamina, em 1997, quando disputava o circuito profissional, pediu "compreensão" a seu caso, no programa 60 Minutes, da rede de televisão americana CBS.
Na entrevista, que será exibida no próximo domingo, Agassi disse que usou a substância dopante quando estava em depressão. Naquele ano, o ex-tenista passava por um mau momento na carreira e estava em meio a problemas de relacionamento com a atriz Brooke Shields.
Tempos depois, Agassi recebeu uma ligação de um médico que trabalhava para a ATP, dizendo que ele havia sido pego no exame antidoping. "Dias mais tarde me sentei em uma cadeira com um bloco de folhas de papel e escrevi uma carta à ATP. Estava cheia de mentiras, misturadas com meias verdades", disse o ex-tenista ao jornal britânico The Times, que deve publicar uma série completa do livro.
A ATP acreditou na versão de Agassi e decidiu retirar a investigação, além de abafar o caso. Porém, não conseguiu impedir que no mundo do tênis surgisse o rumor de que o americano havia consumido substâncias proibidas.
Agassi se aposentou do tênis profissional em 2006, com 60 títulos conquistados e mais de US$ 31 milhões (R$ 52 milhões) em prêmios na carreira
Meligeni não vê a possibilidade de herdar medalha por doping de Agassi
A divulgação da autobiografia do ex-tenista norte-americano Andre Agassi na qual ele admite ter feito uso de substância proibida e ter conseguido enganar a Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) tem rendido, além de críticas ao ex-jogador, a reivindicação de tenistas que acabaram derrotados por ele, como o espanhol Sergi Bruguera, que perdeu a final das Olimpíadas de Atlanta-1996 para Agassi e ficou com a medalha de prata.
Bruguera, que havia eliminado o brasileiro Fernando Meligeni na semifinal, afirma que foi roubado e quer receber a medalha de ouro que ficou com Agassi. Se isso ocorresse, o indiano Leander Paes, que ganhou o bronze, ficaria com a prata, enquanto a medalha de bronze ficaria com Fernando Meligeni.
Apesar das reclamações de Bruguera, Meligeni não vê a menor possibilidade de receber a medalha de bronze, que seria a primeira medalha olímpica do tênis brasileiro. Ele afirma que faltam provas para que Agassi perca o título conquistado nos Jogos de Atenas-1996, pois em sua autobiografia o norte-americano declara ter jogado de forma irregular em 1997, um ano depois da Olimpíada.
"Está acontecendo uma má interpretação ou a galera está louca. Ele declarou no livro que se dopou em 1997, a Olimpíada foi em 1996. E quando acabamos de jogar, eu, o Agassi, o Bruguera, todos fizemos exame antidoping e os resultados não deram nada. Quem realizou os exames não foi a ATP, foi o COI. Não tem como tirar a medalha dele hoje. Ele fez exame com outra entidade, a não ser que ela também tenha encoberto", afirma o ex-tenista brasileiro.
Meligeni afirma que se houvesse uma prova de que Andre Agassi jogou de forma irregular por ter se dopado antes dos Jogos Olímpicos, ele concordaria com a perda da medalha de ouro pelo norte-americano e deixaria para o Comitê Olímpico Brasileiro resolver a situação.
"Se ele declarar que se dopou na época da Olimpíada, aí com certeza muda a situação, é a lei. Não se trata de ser justo ou não, a gente entra na regra. É lógico, aí o COB teria que lutar pelos seus direitos. Mas é muito "se", só pode pensar nisso se ele declarar ou alguém declarar que ele fez uso de doping em 1995 ou 1996", disse Meligeni.
Para Fernando Meligeni, a situação é muito mais comprometedora para a Associação dos Tenistas Profissionais do que para o próprio Andre Agassi.
"Tem dois pontos importantes. Uma coisa é o pessoal questionar 'para que ele fez isso?' e outra é que ele não fez uso para melhoria de performance. Quem está muito pior na historia é a ATP e não o Agassi. Podem tirar dele isso ou aquilo, tirar do Hall da Fama. Agora, a ATP não podia fazer isso. Concordo com o Bruguera. O que eu mais gostei da declaração dele foi que a gente paga durante toda a carreira por uma entidade que não luta por nossos direitos", finalizou Fernando Meligeni
Gomes muda de ideia e festeja longo tempo sem jogos
O técnico Ricardo Gomes criticou incessantemente o calendário do São Paulo nesta reta final do Campeonato Brasileiro, mas mudou de ideia. Antes de duelar com o Grêmio, o treinador manifestou seu incômodo com o período de dez dias sem partidas do Tricolor na competição. Porém, em função dos três atletas expulsos no Estádio Olímpico, o comandante reformulou sua opinião.
"Devido a todos os acontecimentos, esse período caiu até bem. É preciso de tempo para preparar quase que um novo ataque. O Dagoberto vinha sendo titular com frequência e o time está acostumado à sua movimentação. Vamos ter que procurar outro segundo atacante", explicou.
A partida entre Grêmio e São Paulo seria disputada no fim de semana, mas foi antecipada pela CBF para quarta-feira. Com isso, depois de atuar em Porto Alegre, o time de Ricardo Gomes ficou com um período de dez dias até seu próximo jogo, contra o Vitória, no Morumbi.
Inicialmente, o treinador condenou o tempo inativo. Porém, agora, Gomes pretende utilizar o período para encontrar substitutos para Jean e Dagoberto, expulsos no estádio Olímpico. O reserva imediato do ataque, Borges, também recebeu cartão vermelho.
Em função dos problemas, o meio-campista Arouca também se mostrou aliviado com os dias sem partidas. "No meu modo de ver, acho bom pelo momento em que estamos. Há jogadores machucados e três suspensos. Agora, o Ricardo terá mais tempo para trabalhar e preparar a equipe para a partida contra o Vitória", afirmou.
Até o encontro com o Rubro-negro baiano, Ricardo Gomes espera contar com a recuperação de Richarlyson, que está entregue ao departamento médico em função de dores no músculo adutor da coxa direita.
Brasileirão, um show: campeão será o pior da era dos pontos corridos
por José Roberto Malia, colunista do ESPN.com.br
Independentemente do campeão deste ano, o Brasileirão com cara e jeito de Brasileirinho entrará para a história. Em mais uma prova de que nunca houve um nivelamento tão merecedor de crédito, como apregoa a mídia caolha nas mesas-quadradas, com caneladas e bicudas dominando as emoções do espetáculo, o campeão será o pior da era dos pontos corridos.
Após o empate do São Paulo com o Grêmio, num jogo de emoções mais reduzidas do que sorriso de aposentado quando recebe o salário, apenas o Palmeiras poderá chegar aos 73 pontos. Mas mesmo vencendo os cinco jogos restantes, a equipe atingirá apenas 64%. Nas outras seis edições, o bambala entre os que receberam o troféu foi o Corinthians – 64,2% dos pontos em 2005.
Considerando o aproveitamento de pontos atual do Palmeiras (58,7%), os periquitos em revista teriam dificuldades até para brigar pelo segundo lugar nas maratonas anteriores. Apenas em 2007, o vice-campeão (Santos, com 54,4%) teve desempenho inferior.
O balanço da bola na era dos pontos corridos, segundo o ‘Jornal Placar’:
1) Cruzeiro (2003) - 72,4% (100 pontos em 46 jogos) 2) São Paulo (2006) - 68,4% (78 pontos em 38 jogos) 3) São Paulo (2007) - 67,5% (77 pontos em 38 jogos) 4) São Paulo (2008) - 65,7% (75 pontos em 38 jogos) 5) Santos (2004) - 64,5% (89 pontos em 46 jogos) 6) Corinthians (2005) - 64,2% (81 pontos em 42 jogos) ##### Halloween nos Pampas. Pela primeira vez no campeonato, o tricolor Jason poderá dormir mais que 12 horas na liderança. Até o final desta semana, ele será o rei da tabela. Mas perdeu uma boa chance de apavorar ainda mais palmeirenses, atleticanos e rubro-negros com o fantasma do tetra. Pior: mostrou que está com os nervos à flor da pele, com TPM (Tricolor pós ‘Muriçoca’).
Modéstia à parte. Já está na hora de os paulistas trocarem a humildade pela soberba. De baterem no peito que são os verdadeiros campeões de audiência. Enquanto Flamengo 1 x 0 Santos atraiu somente 77.063 pagantes, e Ceará 2 x 0 Bragantino, pelo inferno da segundona, reuniu apenas 36.911 torcedores, Palmeiras 2 x 2 Corinthians foi um espetáculo à parte em Presidente Prudente. Nada mais nada menos que 18.752 torcedores compraram ingresso para assistir ao derby paulista. Tinha mosca saindo pelo ladrão.
Twitter. Depois da Honda e BMW, Toyota também deixa o circo. Só Rubinho ‘Bate-ou-quebra’ insiste em continuar....
Flexpoor. Se não bastasse a facada no bolso da Fiel, com o preço dos ingressos nas nuvens, também a ‘marvada’ da cachaça será elitizada. Em homenagem ao centenário do clube, o mercado receberá ‘A Corinthiana’. A garrafa mais barata sairá por R$ 30, e a mais cara, por R$ 65.
Baú da felicidade. Há razões de sobra para torcedores do Fluminense e Sport acreditarem numa grande reviravolta na tabela de classificação, com as equipes escapando das garras do diabo. Na história dos pontos corridos, a cinco rodadas para o final, os times que se encontravam no penúltimo lugar e na lanterna não conseguiram evitar o mergulho na bacia das almas do rebaixamento.
A vida é bela. Enquanto o Santos mergulha em milhares de reais, graças a empréstimos bancários, o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo come o pão que o diabo amassou. O ‘mestre dos mestres’ abriu seu kitinete ao ‘Diário de S.Paulo’ a fim de mostrar que faz das tripas coração para sobreviver com um salário de R$ 400 mil. Tem apenas 60 relógios, 300 pares de tênis e 150 de sapatos, 50 ternos, 100 camisas sociais, 200 gravatas, 20 sobretudos e 30 blaisers. Outra parte do enxoval se encontra nos apartamentos do Rio e de Santos.
Sugismundo Freud. O futebol é uma ‘mala branca’ de surpresas.
Just married. Os números não mentem jamais. O melhor casamento da bola tupiniquim seria entre Cruzeiro e Grêmio. Uma lua de mel inesquecível. Nos últimos três meses, a Raposa se transformou no convidado mais mal educado do campeonato, com seis vitórias e três empates. A última cacetada fora de casa foi em 2 de agosto, no Olímpico: Grêmio, 4 a 1. Já o time gaúcho é o único que ainda não levou chumbo em seu estádio: 12 vitórias e cinco empates.
Tsunami. Simplesmente avassaladora a campanha do Goiás, comandado pelo ‘eu ganhei, nós empatamos e eles perderam’ Hélio do Anjos, no segundo turno: em 14 jogos, três vitórias, três empates e oito derrotas. Lanterna pisca-pisca. Números que avalizam a decisão do clube de manter o treinador em 2010.
Tititi d’Aline. Irmã do atacante Vagner Love, Vânia poderá entrar na Sapucaí como rainha da bateria da Portela no próximo carnaval. O palmeirense estaria disposto a investir até R$ 200 mil para realizar o sonho de Vânia. Que tem muito samba no pé e outras coisas mais.
Você sabia que .... o atacante Jorge Henrique é o corintiano mais caçado em campo, com 107 faltas?
Troféu Ananás. Estevam Soares. Ao analisar o Cerro Porteño, adversário na Copa Sul-americana, o técnico do Botafogo sapecou: “É um time que não compra cigarro na farmácia.” E nem joga bolinha de gude.
Bola de ouro. Rogério Ceni. Evitou a derrota do Tricolor no Olímpico e ainda deu um baile nos comentaristas de plantão: “O empate foi ótimo pelas circunstâncias, com três expulsões, mas o time não soube aproveitar a apatia do Grêmio para liquidar o jogo no primeiro tempo.”
Bola de latão. São Paulo. É um dos campeões de ‘fair play’ do campeonato, com 13 expulsões. O ambiente no clube é de absoluta tranquilidade.
Bola de lixo. Grêmio. Indolente no primeiro tempo e incompetente no segundo, quando chegou a ficar com três a mais que o São Paulo.
Bola sete. “No São Paulo é muito difícil para um jogador se destacar. Enquanto o Rogério Ceni estiver lá, ninguém terá muito espaço” (do atacante Diego Tardelli, do Atlético/MG, ao ‘Estadão’).
Dúvida pertinente. Por que o apito amigo sempre gera polêmica nos jogos do São Paulo?
Ya tiene nombre quien lleverá la negociación para transferir a Juan Román Riquelme de Boca al Corinthians para el 2010. La semana próxima continuarán las negociaciones, según informan en el corazón de la institución paulista.
No se rinde. El Corinthians no afloja en su sueño Centenario. El último 22 de octubre, según trascendió, durante el evento de marketing del Timao, el director del departamento Luis Paulo Rosemberg se reconoció una vez más como el encargado de llevar adelante la difícil negociación por Juan Román Riquelme.
Rosemberg es un especialista en operaciones complicadas. Lo hizo, por ejemplo, con Ronaldo y Matías Defederico. Y ahora, de cara a los 100 años, Juan Román es el hombre. "Luis Paulo va a encabaezar la negociación por Riquelme y creemos que nuestro sueño se puede hacer realidad en diciembre, aunque sea complicado. Queremos tenerlo en el 2010", aseguró Mario Goggi Filho, presidente del club.
Desde julio que el popular equipo paulista persigue a JR. Según dicen, la semana próxima seguirán las conversaciones. La idea de la dirigencia es que el grupo inversor DIS se encargue de colocar al 10 en Corinthians y después el club se haría cargo de los horarios del volante ofensivo.
Pacote de US$ 5 milhões torna Riquelme difícil. Mas tem reunião na quarta
por Paulo Vinicius Coelho
A reunião entre a cúpula do Corinthians e do grupo Sonda para tratar de Riquelme para a próxima temporada não deve acontecer na segunda-feira. Há encontro agendado para quarta-feira, entre o presidente Andrés Sanchez, o diretor de marketing Luiz Paulo Rosenberg e representantes do grupo Sonda, para tratar do meia do Boca Juniors. Mas ainda é difícil dizer que Riquelme jogará no Corinthians no ano do centenário. O pacote inclui 5 milhões de dólares. O Boca Juniors, que tem contrato com o jogador, exige 2 milhões para a liberação. Riquelme recebe 2 milhões de dólares por ano, livres de impostos. Para jogar no Corinthians, cobraria 3 milhões de dólares. Aqui não se duvida de nenhuma apuração diferente. Apenas se confia na informação passada pelas fontes deste blog. É possível que Riquelme jogue no Corinthians em 2010? É. Mas a resposta oferecida por uma das partes envolvidas a essa pergunta ainda é: "Difícil!"
Companheiros de time divergem sobre volta de Pierre ao Palmeiras no domingo
por ESPN.com.br com Agência GE
Sem grandes expectativas de enfrentar o Fluminense, o volante Pierre continua com a rotina de treinos na Academia de Futebol para recuperar o ritmo de jogo. Entre os integrantes do elenco alviverde, ainda há uma divergência sobre o momento certo do retorno do camisa 5, vítima de uma cirurgia no tornozelo esquerdo no início de setembro.
Esbanjando sinceridade, o lateral esquerdo Armero considera prematura a volta de Pierre. O colombiano acha prudente o companheiro receber mais alguns dias de treinos antes de ser relacionado contra o Fluminense.
"Pierre é um guerreiro, todos estão felizes com sua volta, é um jogador importante. Mas para este jogo contra o Fluminense acho que ainda não será possível, ele precisa de mais tempo. Contra o Sport, acho que estará mais confiante", analisou Armero.
Parceiro de Pierre desde o ano passado no Palestra Itália, Diego Souza tem opinião totalmente diferente. O camisa 7 acredita que o companheiro de meio-campo tem totais condições de ajudar já na capital carioca.
"Espero que o Pierre possa voltar agora, gostaria muito de sua presença no time. Ele está fazendo falta", analisou Diego Souza, ciente de que o Alviverde tem vivido dificuldades no sistema defensivo desde a lesão do camisa 5.
A lista de relacionados para o jogo contra o Fluminense será anunciada apenas no sábado. Quem também pode retornar ao time paulista é o volante Edmilson, que sofreu um edema na coxa na goleada diante do Goiás, na semana passada.
Sem jogar profissionalmente há quase dois anos, o ex-jogador Romário participou de um jogo-treino nesta quinta-feira no Estádio Giulite Coutinho, em Édson Passos. Jogando pelo América, ele marcou um dos gols na derrota do clube carioca para uma equipe formada por ex-jogadores, por 3 a 2.
Depois de dizer que jogaria uma ou duas partidas pelo América e voltar atrás da decisão, Romário mostrou que ainda conserva seu talento de artilheiro ao acertar belo chute no ângulo direito do goleiro.
Apesar de ter mostrado estar bem fisicamente, participando de toda a atividade, o Baixinho ainda não tem previsão de estrear oficialmente pelo clube da Rua Campos Sales.
Romário prometeu disputar uma partida pelo clube rubro para homenagear seu falecido pai, Edevair, que era torcedor fanático do América.
Feliz da vida pelo nascimento do primeiro filho na última segunda-feira, Rooney participou de alguns desafios inusitados nos vídeos abaixo. Cliquem e confiram o craque do Manchester United dando uma de Rémi Gaillard (clique aqui e saiba mais sobre o malabarista francês).
Mesmo preterido, Vieira, "o melhor", se vê na Copa 2010
Preterido pelo técnico Raymond Domenech na relação dos 24 jogadores convocados para os jogos da França contra a Irlanda, dias 14 e 18 de novembro, pela repescagem europeia visando uma vaga na Copa do Mundo de 2010, o volante Patrick Vieira não demonstrou abatimento com o fato.
Embasado pelo currículo que traz 107 aparições com a camisa dos Bleus, o ex-capitão da seleção, que não vive bom momento na Internazionale de Milão, deixou a modéstia de lado e, cheio de confiança, mandou um recado ao treinador da equipe nacional.
"Eu sei que minha situação é delicada, pois não sou titular indiscutível no meu clube, mas não tenho dúvidas de que sou o melhor de minha posição atualmente na França. Posso parecer pretensioso, mas disso eu tenho certeza", discursou.
O jogador garantiu que torcerá à distância pelo sucesso de seu substituto - Cissokho, do Lyon -, e dos demais companheiros no mata-mata contra os irlandeses, pois não tem dúvidas de que também carimbará seu passaporte para disputar a Copa do Mundo da África do Sul em 2010.
"Eu impus a mim mesmo o objetivo de participar da próxima Copa do Mundo e vou me preparar da melhor maneira possível para que possa estar lá em junho de 2010. A decisão final ficará a cargo do treinador, mas é ele que terá de assumir as escolhas que fizer", concluiu "o melhor", em tom ameaçador a Domenech.
Se ficar parado em 2010, Kimi Raikkonen receberá R$ 5 milhões a mais no salário
Acordo com a Ferrari prevê redução do valor se finlandês fechar com outra equipe. McLaren teria oferecido um contrato de apenas R$ 13 milhões
Fora da Ferrari após um acordo, Kimi Raikkonen poderá ter um 2010 mais lucrativo se optar por ficar fora das pistas da Fórmula 1. Parado, o finlandês receberia R$ 43,5 milhões (€17 milhões), cinco milhões a mais do que teria em sua conta se aceitasse a oferta da McLaren para a próxima temporada.
De acordo com o acordo que encerrou seu contrato com a Ferrari, o time italiano pagaria R$ 43,5 milhões (€17 milhões) se o finlandês não corresse no próximo ano. Se ele decidir por entrar na pista, o valor cai para R$ 25,5 milhões (€10 milhões), 18 milhões a menos.
A McLaren teria oferecido a Raikkonen um contrato de apenas R$ 13 milhões (€5 milhões). Somado, o finlandês receberia, correndo em 2010, R$ 38,5 milhões (€15 milhões), R$ 5 milhões a menos. Steve e David Robertson, empresários do piloto, tentam que a equipe inglesa aceite pagar o salário integral e concorde com aparições reduzidas de Kimi em eventos promocionais.
Nick Heidfeld, ex-BMW Sauber, é o plano B da McLaren. Em uma entrevista à imprensa alemã, o veterano disse que não afasta a possibilidade de ir para nenhuma equipe.
Iarley negocia contrato de um ano com o Corinthians
O veterano Iarley está próximo de assinar contrato válido por uma temporada com o Corinthians. Clóvis Dias, empresário do atacante do Goiás, já fala com otimismo sobre a possibilidade de seu cliente disputar a Copa Libertadores da América no ano do centenário do clube do Parque São Jorge.
"É uma negociação que já vem acontecendo há algum tempo e que está muito bem encaminhada", afirmou o agente.
Por respeito ao Goiás, contudo, Clóvis Dias só pretende confirmar a saída de Iarley após o Campeonato Brasileiro. "O time ainda está em atividade e também temos a perspectiva de uma transferência para o exterior", explicou, antes de dizer que o atacante está animado com o interesse do Corinthians.
"Claro que a gente analisa todos os aspectos de um clube. O Iarley gostaria de defender mais um time de massa, ao lado do Ronaldo, e de disputar uma Libertadores. Tudo isso soma na hora de um acerto", analisou o empresário. "Mas ainda não está definido", voltou a ponderar em seguida.
A experiência de Iarley motivou o Corinthians a contratá-lo. O atacante de 35 anos começou a carreira no futebol cearense, passou por pequenos clubes da Espanha e ganhou projeção no Paysandu. Marcou até um gol em La Bombonera, na Libertadores de 2003, o que lhe rendeu um lugar no elenco do Boca Juniors. Depois, jogou no futebol mexicano, foi campeão do mundo com o Internacional e, por fim, acertou com o Goiás.
"Todo grande jogador interessa ao Corinthians. Precisamos de atletas que tenham currículo, vistam a camisa e cheguem para jogar", comentou o diretor de futebol corintiano Mário Gobbi.
Beckham revela o esforço pela Copa: 'Ficar longe da minha família me mata'
Meia morará sozinho em Milão no primeiro semestre de 2010 e só verá mulher e filhos uma vez a cada dois meses
GLOBOESPORTE.COMLos Angeles, Estados Unidos
Milan e Los Angeles Galaxy anunciaram nesta semana que o meia inglês David Beckham atuará pelo clube italiano por empréstimo nos seis primeiros meses de 2010. O jogador quer disputar a Copa do Mundo e acha que o Rubro-Negro de Milão o ajudará. O problema, segundo ele, será ficar longe da família.
- A única razão para eu ficar seis meses longe da minha família é o Mundial. Ninguém está garantido na lista dos convocados. Mesmo no Milan não é uma garantia, mas eu preciso fazer todo possível para me dar essa chance. Minha vida tem sido sempre uma montanha-russa e será assim nos próximos seis meses. As pessoas que me conhecem sabem o que sinto pelos meus filhos, pela minha esposa e família. Eu odeio estar longe deles. Ficar longe me mata. Esse será o maior problema. Ficarei longe por seis meses. E eles só poderão me ver por uma semana a cada dois meses - explicou em entrevista à imprensa americana.
O técnico da seleção da Inglaterra, o italiano Fabio Capello, afirmou desde que iniciou seu trabalho à frente da equipe, que só convocaria jogadores que estivessem atuando em centros de qualidade, onde pudessem ser testados toda a semana.
Nos Estados Unidos, o futebol, apesar da recente evolução nos últimos anos, ainda continua em um nível inferior ao praticado em muitos países europeus. Por isso, Beckham conversou com dirigentes do Galaxy e pediu para ser emprestado novamente ao Milan.
No entanto, a família de Beckham continuará morando em Los Angeles, para onde o inglês voltará depois de a Copa do Mundo terminar
Depois do Newcastle, agora é a vez de o Chelsea vender o nome do estádio
Como não pode ser ampliado, Stamford Bridge ganhará outro nome para que clube possa arrecadar mais. Desejo é de R$ 280 milhões em dez anos
Depois de o Newcastle irritar seus torcedores com a venda dos direitos do nome do Estádio Saint James Park, um dos mais tradicionais da Inglaterra, agora é a vez de o Chelsea arriscar o mesmo movimento com Stamford Bridge. Ron Gourlay, novo chefe-executivo do clube, revelou planos para que os Blues recebam 100 milhões de libras com o projeto, aproximadamente R$ 280 milhões.
A intenção da diretoria é fechar acordos anuais pela próxima década, arrecadando por ano 10 milhões de libras (R$ 28 milhões) com a venda do nome do estádio. O curioso é que Gourlay afirma que as palavras Stamford e Bridge continuarão fazendo parte do futuro nome.
- Entendemos que o nome do estádio está no gosto do nosso torcedor e, por isso, garantimos que manteremos o nome Stamford Bridge em qualquer acordo que fizermos. Mas não podemos ficar atrás dos nossos rivais que têm estádios maiores e podem lucrar mais com as bilheterias. No nosso caso, temos um problema porque não podemos ampliar nosso estádio e, como levará tempo para encontrarmos um lugar para a construção de um novo, precisamos ser criativos. E a venda dos direitos nos ajudará bastante financeiramente - explicou Gourlay.
O chefe-executivo explica que Manchester United e Arsenal têm grande vantagem sobre os rivais por causa da capacidade dos seus respectivos estádios. Pouco menos do que 76 mil pessoas costumam assistir aos jogos dos Diabos Vermelhos em Old Trafford. E cerca de 60 mil acompanham os Gunners no Emirates Stadium. Stamford Bridge possui 42 mil lugares e não pode ser ampliado por causa do veto imposto pela prefeitura de Londres.
Nesta semana, o Newcastle, tradicional clube da Inglaterra que está na Segunda Divisão, anunciou a venda dos direitos do nome do Estádio Saint James Park. Os torcedores não gostaram e reclamaram bastante, mas foram voto vencido. Por causa do acordo, o estádio, com capacidade para 52 mil pessoas, agora se chama SportsDirect.com@St James’ Park.
Corte Arbitral do Esporte suspende punição, e Chelsea deverá ir às compras
CAS decide que clube poderá fazer negociações enquanto houver investigações sobre a compra de Gael Kakuta
A Corte Arbitral do Esporte (CAS) aceitou o pedido do Chelsea e suspendeu a punição que havia sido imposta pela Fifa ao clube por causa da negociação da compra do atacante Gael Kakuta ao Lens, em 2007. A suspensão é válida até o fim das investigações do caso, o que permitirá o Chelsea investir pesado em janeiro, pois a decisão final da entidade dificilmente será tomada até o fim de 2009.
A diretoria sabe que o clube ainda corre o risco de ficar duas temporadas impedido de comprar qualquer jogador e, por isso, poderá abrir os cofres no início de 2010 para reforçar o elenco e ter opções de sobra para aguentar o período de (possível) punição.
No mercado de verão europeu, no início da temporada, o técnico Carlo Ancelotti, falhou nas tentativas que fez para contratar os seus principais alvos. Segundo a imprensa inglesa, o italiano acredita que o time possui três carências (lateral direita, meio-campo e atacante).
Ancelotti também pretende se preparar para as perdas de alguns dos seus principais jogadores para as seleções que disputarão a Copa Africana de Nações. Os atacantes Didier Drogba e Salomon Kalou estarão com Costa do Marfim, o volante John Mikel Obi deverá ser convocado por Camarões e o também volante Michael Essien será um dos líderes de Gana.
Técnico do Real nega participação de Cristiano Ronaldo na repescagem
Manuel Pellegrini afirma que meia-atacante não estará em condições físicas para ajudar Portugal contra a Bósnia, nos dias 14 e 18
O técnico chileno Manuel Pellegrini, do Real Madrid negou nesta sexta-feira que o atacante Cristiano Ronaldo entrará em campo para defender Portugal nos duelos contra a Bósnia pela respescagem das eliminatórias europeias, nos dias 14 e 18 de novembro.
- É impossível que Cristiano Ronaldo jogue por Portugal. Lamento pela situação deles e pelo próprio jogador, mas ele está há um bom tempo sem treinar e ainda sente dores - disse Pellegrini, em recado direto ao treinador da seleção portuguesa, Carlos Queiroz, para que não convoque o atacante, que se recupera de uma lesão no tornozelo direito.
O técnico do Real Madrid defende que o jogador precisa primeiro voltar ao time do Real Madrid antes de pensar em seleção.
- Cristiano está preocupado com sua contusão. Ele quer voltar a jogar logo, mas ainda não será tão cedo, pelo resultado das avaliações médicas. Torço para que Cristiano volte aos gramados o mais rápido possível, porque é um jogador muito importante para nós. É natural que Portugal queira contar com ele, mas se estivesse em condições, já o teríamos escalado antes - concluiu
Esteve Calzada: "Hay incertidumbre en la gestión del Barça"
Joan Poquí - md.es
Fichó como responsable de Marketing del Barça en la época de Joan Gaspart, de la mano de Javier Pérez Farguell, y encajó en el 'Círculo Virtuoso' que en 2003 puso en marcha la nueva directiva a golpe de Power Point bajo la dirección operativa de Ferran Soriano. Ya saben, el directivo proactivo por excelencia y el vicepresidente con quien Esteve Calzada sintonizó mejor. Al dejar el club creó 'Prime Time Sport', una empresa dedicada a los negocios del fútbol que acaba de lanzar un estudio de mercado, 'Football Transfer Review', destinado a asesorar a clubs y jugadores.
¿Cómo le va desde que se fue?
A mediados de 2007, con 41 años, llegó el momento de empezar una aventura propia, con la experiencia adquirida. La primera etapa fue de liberación. Me di cuenta de que había vida fuera del Barça. ¡Incluso tiempo disponible! Ahora llevamos más de un año con temas de representación de futbolistas.
¿Cómo ha vivido todo lo sucedido desde entonces?
Creo que hay un antes y un después de la moción de censura.
¿En qué sentido?
Cuando yo me fui, se hizo una gestión de continuismo. La persona que me sustituyó era una persona de mi equipo. Pero a partir de la moción hay un cambio. Se va parte de la junta y cambia completamente el estilo de gestión. Por lo tanto, el éxito deportivo lo miro con gran satisfacción como socio, pero veo con preocupación cómo, respecto a mi etapa, ha marchado mucha gente del equipo de trabajo y hay incertidumbre respecto a lo que sucederá. Sobre todo, no parece que el área comercial tenga la fuerza o la importancia estratégica que tenía antes.
¿Dónde está la diferencia?
Por ejemplo, en el proceso de captación de patrocinadores. Se han ido personas del estilo de gestión que empezó en 2003 que no han sido reemplazadas. Eso se refleja en la manera de buscar el negocio y organizarlo, en la manera de tratar el sector internacional.
¿Cómo se refleja?
Antes lo hacíamos todo más directamente y ahora hay empresas externas. Se tiende a depender de terceras empresas cuando es justo lo que habíamos cambiado.
Pero los ingresos siguen creciendo, ¿no?
Sí, pero ese crecimiento viene marcado por tres grandes partidas: dos contratos que se firmaron cuando yo estaba en Marketing (Nike y Mediapro) y una tercera partida que es consecuencia directa del éxito deportivo en forma de ingresos directos por ganar la Champions y de un mayor número de partidos. En cuanto a grandes acuerdos comerciales nuevos, sólo ha entrado el de Etisalat, empresa árabe de telecomunicaciones.
¿Qué conclusiones se extraen de su estudio 'Football Transfer Review'?
Informaciones sobre el mercado de traspasos. El Real Madrid, por ejemplo, ha invertido mucho, pero aparece como el segundo que más ha vendido. El Barça, en cambio, está entre los tres que más ha invertido pero aparece en los últimos puestos en venta de jugadores. Nuestra filosofía es que en Marketing fuimos pioneros y aportamos técnicas de gestión de otras industrias a los clubs de fútbol y esto lo estamos intentando llevar a la representación de jugadores. Nuestra experiencia es nuestra credencial.
¡Ah!
Intentamos introducir la idea de que los jugadores tendrán un papel determinante como actividades ordinarias de los clubs. Las áreas de ingresos como Marketing, Estadio y Derechos de TV ya están en un límite en que poco más pueden crecer. El Barça, por ejemplo, puede incorporar un jugador o hacer subir un jugador de la cantera no necesariamente pensando en que juegue en el primer equipo sino también como negocio a medio plazo.
¿El Barça tiene que convertirse en un club vendedor?
Digamos que debería plantearse ser más proactivo a la hora de vender. Tradicionalmente le ha temblado el pulso a la hora de decidir una venta o de acertar enel momento. Ronaldinho se vendió por 25 millones y es la operación más importante de los últimos diez años, pero todos sabemos que un año antes se habría vendido por bastante más.
No me diga que traspasaría a Messi
Por supuesto que ahora no, pero dentro de unos años nunca se sabe qué puede pasar.
¿Y otras formas de ganar más dinero?
En el caso del Barça hay una muy concreta que es el tema de la camiseta. Llegará un momento en que el Barça se tendrá que plantear si puede renunciar a 20 millones de euros. No siempre podrá.
Otro tema tabú
Es un tema sensible y la apuesta por Unicef ha ayudado a que el Barça se perciba como un club diferente. Pero es una apuesta atrevida que también tiene su limitación. Hasta ahora el club se lo ha podido permitir, pero llegará un momento que tal vez no.
¿Y el acuerdo por Unicef no tiene un retorno?
¿Pero cómo lo cuantificamos? Es muy difícil. Yo sólo veo un nuevo contrato grande, el de Etisalat. Los seguidores se ganan con éxitos deportivos. Ahora bien, una decisión como la de Unicef te da un colchón en los malos tiempos. Se ha visto en los últimos años sin títulos. El Barça casi no retrocedió pese a no ganar.
Queda claro que el Barça, según usted, tiene margen para crecer. ¿Y el Madrid?
En el año 2000 Florentino salió con el mensaje de que había pagado los fichajes con la venta de camisetas. Ahora ya no se doblan de un día para otro y los demás también están preparados. En el Madrid, como posibilidades de crecimiento, sólo aparecen las operaciones extraordinarias.
Ha hablado del Estadio como fuente de ingresos. ¿Cómo ve el proyecto Foster?
La estructura actual del Camp Nou tiene limitaciones importantes a la hora de maximizar los ingresos del club y requiere una actuación radical. A mí estéticamente sí me gusta. Otra cosa es si hay sentimentalismo respectoal Camp Nou, pero a mí me gusta innovar.
Chelsea recebe o Manchester United em clássico que fará a Inglaterra tremer
Blues lideram a Premier League com dois pontos de vantagem sobre o rival
Das agências de notíciasLondres
Chelsea e Manchester United jogam domingo no estádio Stamford Bridge, em Londres, em partida da 12ª rodada do Campeonato Inglês que vale nada menos que a liderança da competição. Os donos da casa, comandados pelo técnico italiano Carlo Ancelotti, estão com 27 pontos, dois à frente do time do escocês Alex Ferguson.
Ambos entrarão animados pela classificação às oitavas-de-final da Liga dos Campeões em seus respectivos grupos, o que deve melhorar o nível da partida.
O United não terá os zagueiros Rio Ferdinand e Nemanja Vidic, lesionados. Por sua vez, o Chelsea, vive grande momento, com o atacante marfinense Didier Drogba em boa fase e bons resultados no torneio local.
Também garantido nas oitavas da Liga está o Arsenal, terceiro lugar com 22 pontos. Empolgado pela goleada de 4 a 1 sobre os holandeses do AZ Alkmaar, o time visita sábado o Wolverhampton, 17º colocado e muito perto da zona de rebaixamento. O técnico francês Arsene Wenger não poderá contar com o lateral-esquerdo francês Gael Clichy, que será substituído pelo jovem inglês Gibbs.
O Manchester City é o quarto colocado, com 19 pontos, e receberá o Burnley, décimo, no sábado. O técnico galês segue sem contar com o atacante brasileiro Robinho, com uma lesão no tornozelo direito.
Já o Tottenham aparece com a mesma pontuação, mas atrás nos critérios de desempate. A equipe joga em White Hart Lane, em Londres, diante do Sunderland, oitavo colocado com 17 pontos.
Na segunda-feira, o Liverpool enfrenta o Birmingham no estádio de Anfield Road em situação bastante complicada. A equipe apenas empatou com o Lyon fora de casa e corre risco de não se classificar na Liga dos Campeões. O técnico espanhol Rafael Benítez, ameaçado de demissão, segue sem o meia e capitão Steven Gerrard, com um problema muscular. Além dele, o Liverpool não contará com Martin Kelly, o meia Albert Riera e o zagueiro Martin Skrtel, também machucados. E o atacante Fernando Torres também não está na melhor forma física. Ele sofre com uma hérnia na virilha.
Sexto colocado com 18 pontos, o time vem de derrota para o Fulham por 3 a 1, na casa do rival, em partida que teve dois jogadores expulsos: Philipp Degen e Jamie Carragher.
Confira os jogos da 12ª rodada
Sábado Manchester City x Burnley - 13 horas Tottenham Hotspur x Sunderland - 13 horas Aston Villa x Bolton Wanderers - 13 horas Blackburn Rovers x Portsmouth - 13 horas Wolverhampton x Arsenal - 15h30m Domingo Hull City x Stoke City - 11h30m Wigan Athletic x Fulham - 13 horas West Ham x Everton - 13 horas Chelsea x Manchester United - 14h30m Segunda-feira Liverpool x Birmingham City - 18 horas
Real tenta manter bom desempenho como visitante no clássico de Madri
Equipe de Kaká briga pela liderança. Rival, comandado por Agüero, sofre na luta contra o rebaixamento
O clássico da cidade de Madri é a grande atração da décima rodada do Campeonato Espanhol, neste fim de semana, com o Real brigando pela liderança e Atlético na luta para escapar do rebaixamento. Além de as duas equipes estarem em situações completamente opostas na tabela, o retrospecto dos últimos confrontos entre elas no estádio Vicente Calderón, palco do jogo deste sábado, dá amplo favoritismo ao Real Madrid, que desde a temporada 1999-2000 venceu seis e empatou duas das oito partidas que disputou como visitante.
Após ficar três jogos sem vencer, incluindo uma humilhante goleada sofrida para o modesto Alcorcón, na Copa do Rei, o time do meia Kaká se recuperou diante do Getafe na última rodada do Espanhol (2 a 0) e empatar com o Milan fora de casa pela Liga dos Campeões (1 a 1).
Sem poder contar com o atacante português Cristiano Ronaldo, que está contundido e ainda não tem data prevista para seu retorno aos gramados, a equipe tem ainda outras dúvidas, como em relação às presenças de Guti e Raúl.
O Real entrará em campo tentando também chegar à liderança, já que tem 22 pontos, um a menos do que o primeiro colocado Barcelona, que no mesmo dia terá uma partida difícil contra o Mallorca.
Já o Atlético de Madri, que está em 18º lugar, na zona de rebaixamento, ainda não conseguiu mostrar sinais de reação, apesar de ter trocado de técnico recentemente.
Mesmo contando com bons nomes no ataque, como o argentino Sergio Agüero e o uruguaio Diego Forlán, o time tem enfrentado problemas para marcar, tendo balançado as redes apenas uma vez nos últimos três duelos pelo Campeonato Espanhol.
Enquanto os rivais de Madri se enfrentam, o Barça tentará abrir vantagem na liderança, jogando como anfitrião contra o Mallorca, o quinto colocado. O time dos atacantes Lionel Messi e Zlatan Ibrahimovic está em alerta, após empatar com o Osasuna, na rodada passada, e com o Rubin Kazan, pela Liga dos Campeões, no meio da semana.
Enquanto suas principais estrelas têm tido atuações irregulares, quem vem brilhando é o meia marfinense Seydou Keita, que chegou a seis gols no Espanhol.
Outro jogo interessante da décima rodada, entre Sevilla e Villarreal, certamente receberá atenção especial do técnico Dunga. As duas equipes contam com atacantes da seleção brasileira, Luís Fabiano e Nilmar, respectivamente, e ambos têm feito boas atuações por suas equipes, embora estejam longe dos principais artilheiros da competição.
O quarto colocado Valencia, que tem 18 pontos, um a menos do que o Sevilla, receberá o Zaragoza, onde atua o atacante Ewerthon, ex-Corinthians.
Ainda sem contar com o volante Juca, ex-Botafogo, mas com outro brasileiro confirmado, o lateral-esquerdo Filipe Luís, o Deportivo La Coruña, sexto na tabela, visitará o Getafe tentando voltar à zona de classificação para a Liga dos Campeões.
Confira os jogos da 10ª rodada do Espanhol
Sábado
Getafe x Deportivo La Coruña - 15 horas Tenerife x Málaga - 15 horas Barcelona x Mallorca - 17 horas Atlético de Madri x Real Madrid - 19 horas Domingo Sporting Gijon x Espanyol - 14 horas Racing Santander x Athletic Bilbao - 14 horas Almería x Osasuna - 14 horas Valladolid x Xerez - 14 horas Valencia x Zaragoza - 16 horas Sevilla x Villarreal - 18 horas
Stars of the classic comedy-drama Auf Wiedersehen Pet have recorded a song as part of a charity DVD called A Knight To Remember, with the proceeds going to the Sir Bobby Robson Foundation. Jimmy Nail, Kevin Whately and Tim Healy's rendition of The Blaydon Races includes a new verse about the former Newcastle and England manager. Click here to visit the Foundation's website and make a donation.
Room 4-4-2: Clapton's Khaki Army
The word "hero" is often bandied about when talking about football, but few could match the valour shown by the players of Clapton Orient, who deservedly enter our hall of fame.
Alan Chandler, who nominated the club for Room 4-4-2, says: “Most people will be aware that the O’s were originally called Clapton Orient. At the outbreak of the First World War the entire staff of 41 volunteered for the 17th Middlesex Regiment, the Footballers’ Battalion. They lost three players in the conflict — Privates George Scott and William Jonas and Company Sergeant Major Richard McFadden.”
The trio died in 1916. McFadden, pictured, had earlier written to the club saying: “Willie turned to me and said, ‘Goodbye, Mac, best of luck. Special love to my sweetheart Mary Jane and best regards to the lads at Orient.’ Before I could reply he was up and over. No sooner had he jumped up out of the trench, my best friend of nearly 20 years was killed before my eyes.”
McFadden later won the Military Medal but died of wounds at the Somme. Leyton Orient fans, who often travel to the players’ graves, are raising funds for a memorial.
Ahead of TheGame: Chelsea will come out top against United
Patrick Barclay answers our questions on the weekend's big game between Chelsea and Manchester United.
How will the result of Sunday's match influence the outcome of the season?
PB: It could have a massive impact. This is the best Chelsea team since the peak of the Jose Mourinho era and if they were to take a five-point lead over United with a victory on Sunday, it would have a significant influence on the destination of the Premier League trophy.
Chelsea will not lose many more games, but United will lose at least two or three more unless their defence magically solidifies. So the result could genuinely be an indication, no matter how early it is in the season, of where the title will end up.
Where will the match be won and lost?
PB: Up front there is not an awful lot to choose between the sides, although Didier Drogba is probably the best centre forward in Europe at the moment. Wayne Rooney is vying with him, especially as both players produced outstanding performances in the Champions League in midweek.
In almost every other area of the field Chelsea are way ahead. How many United players would get into Chelsea's midfield? Maybe Darren Flether or Ryan Giggs at a push. On the other hand, you could name five Chelsea players - Joe Cole, Michael Essien, Frank Lampard, Michael Ballack and Deco - who would all waltz into the United midfield.
If you look at the back four it becomes even worse for United. Chelsea have a settled look to their defence. They have arguably the best left back in the world in Ashley Cole and John Terry is one of the best central defenders. United did, until six or seven months ago, have the best central defensive partnership in the country. But as everyone knows they have struggled to perform of late.
Only in goal do United have a clear advantage, where Edwin van der Sar is slightly ahead of Petr Cech this season.
Could a Chelsea victory start a power-shift at the top of the English game?
PB: It could. Back in 2005 when Chelsea first won the league under Mourinho, everyone thought "goodbye Fergie". Since then United have won three league titles and Chelsea one. United have won one Champions League and Chelsea none, United have had one manager, and Chelsea, including Mourinho, have had five. So you can never rule Sir Alex Ferguson out.
But I do think Chelsea will win and if they do they will be established as mine, and I expect everybody else's, firm favourites for the title.
We also reported on the suspension of Chelsea's transfer ban, Rio Ferdinand's injury situation and South Africa's investment in World Cup security, including prison trains.
David Moyes must quit to save his reputation
Tony Cascarino
Everton don't normally have any reason to be grateful to Liverpool, but they should feel thankful that their rivals are struggling so much that their own problems are largely going unnoticed.
What's happened to the team that finished fifth in the Barclays Premier League in the past two seasons, the side that was probably the toughest to play against because of their hard work, spirit, organisation and enthusiasm for getting stuck in and doing the ugly stuff? The side that was flying last year even without any forwards, and reached the FA Cup Final?
They lost tamely to Benfica in the Europa League last night - the same opponents who thumped them 5-0 in Portugal a couple of weeks ago. Then there was that 6-1 humiliation at the hands of Arsenal on the opening day of the season. It's so unlike David Moyes's side to be such whipping boys. They haven't won since October 10.
Yes, there have been injury problems. Mikel Arteta being sidelines is a massive blow. The bench was full of teenagers last night. But that doesn't excuse so many indifferent or poor performances and results. What's happened to Jo, for example?
The squad's inability to cope with absences is a sign that it's not big enough or good enough. And is that acceptable for a club that have earnt big money from selling Joleon Lescott and that, in most years, seem to profit from their transfers?
Moyes is careful and won't bring in players for the sake of it but for a club of their size, Everton aren't financially competitive at all. They don't pay big wages by the standards of leading Premier League clubs and the situation doesn't seem likely to change soon. Bill Kenwright, the chairman, appears keen to sell the club but it doesn't look like there's any serious interest. And the dream of a new stadium is not close to reality.
Basically, Everton are a club treading water, but sooner rather than later they're going to start to sink. I don't see any progress, only the probability of decline. Because while Everton stay much the same, their rivals are improving. What's the club's best-case scenario without going on a massive spending spree?
Finishing fifth every year. But Aston Villa, Manchester City and Tottenham Hotspur are richer, more talented, more ambitious and growing. Everton are falling behind those three. So they're looking at slipping to eighth place.
Then factor in the new money and momentum at Sunderland and even perhaps Birmingham City, and Everton could be overtaken by those two as well in the coming years. Everton are on a path to mid-table obscurity unless something drastic happens. That means they will struggle to attract leading players and have to sell the quality ones they do have. And they'll fall farther behind.
Moyes, the manager, has overachieved and done brilliantly but his reputation will decline if Everton have a mediocre few years. He has been linked with bigger things but will lose any opportunity to become the manager of a top four club if he doesn't leave Goodison Park soon. Because he's not going to realise that ambition with Everton.
The Rivals: Van Nistelrooy set for Premier League return
Harry's a Van man - The Sun Ruud van Nistelrooy has opened the door to a Premier League return. Harry Redknapp, the Tottenham manager, is interested in the former Manchester United striker who is out of contract at Real Madrid at the end of the season and unlikely to be offered a new deal.
Benitez is set to head for El - Daily Mirror The Liverpool manager is lining up a January move for Eljero Elia, Hamburg's Dutch midfielder.
Gordon's Ad it - The Sun Gordon Strachan fears he is powerless to stop Adam Johnson quitting Middlesbrough. Sunderland are eyeing the £10million-rated winger, whose contract expires next summer.
Bo's knee op Blues - Daily Mirror Jose Bosingwa, the Chelsea defender, could be out for a month after being told he needs knee surgery.
Plan for two-tier Premier League back on the agenda - The Guardian Premier League clubs will meet next Thursday to discuss the proposal of a two-tier Premier League, involving Scottish sides Rangers and Celtic.
Patrick Barclay responds: Would you be happy if your club signed Marlon King on his release?
Our Football Commentator replies to readers. He doesn't agree that King should be allowed to return to professional football and argues that the game needs higher moral standards.
Speaking as a human being I believe that no matter how abhorrent you may find King's offence, once he has served the time handed out for his offence then he should be allowed to resume his life and move on without discrimination. Speaking as a Middlesbrough fan though, I can safely say he is one of the worst centre forwards I've ever seen and that any team above Sunday League would be foolish to sign him for ability reasons alone. Ben Larder
Patrick Barclay: I simply don't agree that, having served his time, he should be able to resume as a footballer. By all means let him rebuild his life if he wants - even if his past suggests no desire to mend any of his ways - but not in a profession that implies a responsibility to set an example to youth. Let me put it this way: if a youth worker were convicted of a similar offence, we'd think twice about letting him near kids, even after he'd served his time.
The very fact he was a footballer contributed to his actions given we were told that his comments were "Don't you know who I am..." A look at King's list of past crimes surely tells you what type of person he is. Does he deserve another club? Well, it would say as much about the morals of the club that would employ him as much as those of the player. Brian
PB: Very much so. Clubs have a responsibility to look at the moral dimension of their employment decisions. If King were a first offender, I'd take a very different view. Everyone deserves a second chance. But a fourteenth?
Speaking as a Newcastle fan, these people (Barton, King) never change, however many chances are given to them. They do not relate to normal people, they believe they are owed their luxury lifestyle. To take it away from them is the only way. Mark
PB: I don't know if these two individuals enjoy a luxury lifestyle. I do know they are overpaid and, yes, I resent it.
The alternative to not allowing him to earn his living is for the taxpayer to pick up the tab. Which would people prefer? Daniel Edwards
PB: The taxpayer, obviously. Even if it's you and me. Otherwise you're abandoning any pretext of moral standards in football.
I am surprised at the reported stance taken by the PFA. Effectively they are saying that as a professional footballer - a profession to which thousands of youngsters aspire - it is apparently fine to behave in the manner that King has done. Neil
PB: No, I don't think they are. They have a dilemma; you can't just abandon a member, no matter how reprehensible his behaviour. Unless, of course, you throw him out of the PFA. That should have been considered, even if it set a precedent.
I am a Nottingham Forest fan and we had King proposed to us as a direct replacement for Marlon Harewood, who had just been sold for a pitiful fee. List Harewood's many strengths (and I believe he should have been in the squad that went to the 2006 World Cup) and then look at King: he's rubbish, that's the first reason why he shouldn't play again, but he will, because - like with Lee Hughes - there's always some sucker with more money than sense, and an agent who can persuade a club to take them on. BobTheBlogger
PB: Bob, you seem pretty cynical - you must be a football follower.
I agree that people like King and Barton have no place in the game but would also question why clubs appear to have stopped checking on the character of players they're thinking of signing. Some still do, Fulham as mentioned in the article and Manchester United certainly do but obviously others just think of filling a gap. There is a need to set and maintain higher moral standards in football as the fans who provide the "riches" enjoyed by players do not enjoy such luxuries. Lubo
PB: Well, that's one reason for higher moral standards in football. There are lots of others and I think the most important is that football can inspire people to improve their behavioural standards. All you have to do is walk the streets to know that there's a fair bit of improving to be done. Walk the streets around Fulham on a match-day and there's a real feelgood factor. People smile. They even seem genuinely to like the players. The club should be proud of themselves in this respect.
Dunga e Jorginho no sorteio dos grupos da Copa do Mundo
A CBF já definiu quem vai acompanhar o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2010, na Cidade do Cabo, na África do Sul, no próximo dia 4 de dezembro. Além do presidente Ricardo Teixeira vão estar na cerimônia o técnico Dunga, o auxiliar Jorginho, o coordenador Américo Faria, o administrador Guilherme Ribeiro e o assessor Rodrigo Paiva. Depois do sorteio, o grupo deve seguir para os locais escolhidos para abrigar a seleção brasileira. O Mundial acontece entre 11 de junho e 11 de julho de 2010.
Empresário de Tcheco nega acerto com Corinthians; Grêmio espera reunião no dia 16
Por Luciano Borges
“Não existe isso. Não é verdade”. Foi com esta frase que Paulo Afonso, empresário do meia Tcheco, respondeu à pergunta do Blog do Boleiro, que queria saber se o atleta tinha assinado contrato de um ano com o Corinthians. “Ninguém nos procurou nem ao atleta”, garantiu.
Tcheco, 33 anos, mantém silêncio sobre seu futuro. Ele tem contrato com o Grêmio até o final do ano. Ainda não decidiu o que vai fazer no futuro. O clube gaúcho manifestou a vontade de renovar o compromisso e marcou uma reunião para o próximo dia 16.
Depois de jogar pelo Al Itthad, da Arábia Saudita, ele despertou o interesse de outros clubes de países árabes. “Ele também quer esperar um pouco. Tcheco quer sentir se ainda é importante para o grupo gremista”, disse seu representante Cristiano Miller. “Mas pode optar por uma proposta que seja substancial neste momento da carreira”.
O Corinthians sondou Tcheco no final do ano passado. Não conseguiu trazer o meia que tem ótima relação com o técnico Mano Menezes. Juntos, foram campeões gaúchos e vice da Libertadores.
No Parque São Jorge, o nome do atleta é visto com bons olhos. Recentemente, durante um almoço, o vice-presidente de marketing Luiz Rozenberg chegou a consultar os amigos sobre o que achavam de Tcheco no time em 2010.
Paulo Afonso sabe do relacionamento entre Mano e seu jogador. “Sempre vão falar da ida do Tcheco para lá enquanto o Mano for o treinador”, falou. Mas repetiu em duas ocasiões que não foi feito nenhum contato entre atleta e representantes corintianos.
O Grêmio continua esperando pela reunião marcada com os empresários do jogador Tcheco, no dia 16 de novembro. “É o que está marcado e não temos outra informação”, falou o assessor de futebol Luís Onofre Meira.
A data escolhida foi proposta pelos gremistas. Afinal, eles esperam saber, até lá, se vão ou não disputar a Copa Libertadores do ano que vem. O time tem poucas chances de ser bem-sucedido depois do empate com o São Paulo (1 a 1, nesta quarta-feira à noite) e a derrota para o Santo André (0 x 2, no último domingo).
Sem o torneio sul-americano, o Grêmio deixa de faturar com as cotas pagas pela Conmebol e pelas emissoras de televisão. Com isso, a proposta de renovação pode ficar abaixo do que pretende o jogador.
Paulo Afonso lembra que “existe um cronograma” para os próximos passos de Tcheco fora de campo. “Ele pertence ao Grêmio e vamos conversar com o Grêmio”, disse. Se esta negociação não der certo, o meia curitibano passa a falar com outros interessados. “Ai ele vai para outra equipe”, concluiu antes de repetir: “Mas até agora, não falamos com ninguém do Corinthians”.
Sábado, 7 de novembro 12h25 – Bayern de Munique x Schalke 04 – ESPN Brasil 12h25 – Manchester City x Burnley – ESPN 12h30 – Hoffenhein x Wolfsburg – Bandsports 14h55 – Catania x Napoli – ESPN 15h25 – Wolverhampton x Arsenal – ESPN Brasil 17h45 – Atalanta x Juventus – ESPN Brasil 18h55 – Atlético de Madrid x Real Madrid – ESPN
Domingo, 8 de novembro 08h55 – CSKA Moscou x Rubin Kazan – ESPN Brasil 11h55 – Lazio x Milan – ESPN 12h00 – Genoa x Siena – SporTV / ESPN Brasil 12h30 – Hannover x Hamburgo – Bandsports 13h55 – Chelsea x Manchester United – ESPN Brasil 14h25 – Werder Bremen x Borussia Dortmund – ESPN 17h45 – Internazionale x Roma – SporTV 2 / ESPN Brasil 17h55 – Sevilla x Villarreal – ESPN
Los últimos resultados sólo han confirmado lo que el cuerpo técnico viene reclamando desde hace tiempo. A esta plantilla le hace falta algún que otro ajuste que, además, debería llegar lo antes posible. El mercado invernal abre una puerta y el Barça no está dispuesto a dejar escapar la opción de incorporar a Robinho. Desde hace semanas les venimos informando puntualmente del desarrollo de las negociaciones. Ya adelantamos en su día que Barça y Manchester City sentaron las bases del acuerdo hace tiempo y en estos últimos días se ha concretado de forma coordinada la hoja de ruta a seguir para que los grandes accionistas del club inglés concreten una operación que tiene el visto bueno de todas las partes implicadas.
El City dio el primer paso importante y hace quince días una delegación encabezada por el técnico Mark Hughes se desplazó hasta Abu Dhabi para negociar diversos temas, entre ellos el del futuro del delantero brasileño. Allí quedaron solventadas las reticencias del Sheik Al Mansour bin Zayed al Nahyan. No habrá problema para dejar marchar al futbolista si la oferta azulgrana es atractiva.
Ahora le toca el turno al Barça. Habrá cumbre, y esta será el próximo 11 de noviembre. Con motivo del sorteo del inminente mundialito de clubes, la entidad azulgrana enviará una nutrida representación: Txiki Begiristain, Raül Sanllehí y Albert Perrín se desplazarán hasta los Emiratos. Será el marco ideal para que la delegación culé discuta detalles concretos y puntuales sobre el traspaso de Robinho. Una reunión en toda regla que debe despejar las últimas trabas en este pequeño culebrón.
PROPUESTAS DE CONTRATO
Barça y Manchester quieren llegar a la cumbre con los deberes hechos y ya trabajan sobre tres fórmulas concretas que deben ser aprobadas por los magnates del City. Las primera contempla una simple cesión de seis meses, con o sin opción de compra a final de temporada. La segunda, que gana fuerza con el transcurrir de los días, incluye una cesión de un año y medio con o sin opción de compra el 30 de junio del 2011. La tercera, y última alternativa, se basa en un traspaso puro y duro. En este caso ambos clubes se moverían en cifras cercanas a los poco más de 30 millones de euros. Una cantidad que en buena medida serviría para compensar el traspaso que en su día el City abonó al Real Madrid (34 millones de euros). Todo se contempla y todo es válido siempre que sirva para que el principal accionista de la entidad inglesa acabe por firmar el traspaso.
Las opciones llegarán a Abu Dhabi con el consenso de ambos clubes. Sin embargo, la fórmula de la cesión de un año y medio se perfila como la más interesante. La clave estriba en el propio Robinho. El brasileño está encantado ante la idea de abandonar la Premier League y está seguro que su futuro idóneo pasa por la Liga española. Sólo le inquieta el periodo de adaptación y, en este sentido, 18 meses le ofrece mayores garantías.
Txiki, Sanllehí y Perrín tienen como gran objetivo encauzar el traspaso con el jeque Al Mansour. Se confía en el éxito de la misión, aunque siempre queda por jugar la carta Joan Laporta. Inicialmente, el diseño de la operación apunta a que el presidente del Barça podría ser el encargado de cerrar el traspaso durante el Mundial de Clubs a partir del 13 de diciembre.
EL BRASILEÑO TIENE PRISA
La complicidad de Robinho es fundamental durante todo el proceso negociador. Con el futbolista convencido y dispuesto a ayudar en lo que haga falta, sólo es cuestión de cuadrar el calendario y el montante económico. Además, Txiki y Pep saben que el brasileño tiene prisa. Quiere abandonar Manchester y recalar en el Camp Nou cuanto antes. El mercado se abre en enero pero el futbolista quiere entrenarse y asimilar los hábitos de trabajo de Guardiola de forma inminente. Su predisposición es total, y eso contribuye al optimismo.
Robinho, dos meses en el dique seco
La temporada 2009-10 es todo un calvario para Robinho. Los cambios profundos en el vestuario del Manchester City y una lesión durante el Argentina-Brasil le han privado de los terrenos de juego durante los dos últimos meses.
Robinho casi permanece inédito en la Premier. Apenas si jugó dos partidos, se enroló en la selección y el 5 de septiembre cayó lesionado. Desde entonces, nada de nada. Y lo que es peor, los plazos estimados en su proceso de recuperación no se han cumplido. En principio, el regreso del delantero brasileño debía haberse producido ya hace quince días. Sin embargo, la lesión por estrés en su toblllo parece que se ha complicado y tanto los servicios médicos como Hughes apuestan por un proceso más conservador. Si no existen más contratiempos, Robinho no entrará en una convocatoria con el City hasta dentro de un par o tres de semanas. En este momento nadie quiere asumir un solo riesgo.
"NOS LA JUGAMOS EN EL CAMP NOU, PERO NOS QUEDARÁ OTRO PARTIDO"
Mourinho: "El Barça no puede cometer más errores en casa"
El técnico interista José Mourinho nunca ha dejado indiferente a los aficionados del Camp Nou. Sus provocativas declaraciones han despertado la animadversión de los azulgranas en más de una ocasión y parece que esta vez el portugués también está dispuesto a caldear los prolegómenos del partido que enfrentará a Barça e Inter en el Camp Nou el próximo 24 de noviembre.
El vestuario nerazzurro se dejó llevar por la euforia después de la épica remontada el pasado miércoles en Kiev. No obstante, a pesar de los tres puntos, los italianos todavía no tienen asegurada la clasificación matemáticamente, por lo que Mourinho confía en saldar el pase en un escenario de película, el Camp Nou.
“Sólo nos faltan tres puntos para pasar”, explicaba el técnico después de la victoria de sus jugadores, “iremos a Barcelona con el objetivo de conseguir los puntos que nos faltan”, amenazó también el luso quien apuntó que los azulgranas “no pueden cometer más errores en casa, será un partido interesante para ver quién es capaz de clasificarse”. Por otro lado, tiene claro que “si ganamos en Barcelona incluso podemos luchar por ser primeros de grupo”.
El Inter vendrá al Camp Nou a por todas, con la intención de sumar los tres puntos que necesitan para sentenciar matemáticamente su clasificación para octavos de final de la Champions League. El miércoles, después de que Diego Milito y Wesley Sneijder remontaran el partido en Kiev, Mourinho sólo tenía palabras de elogio y felicitación para sus jugadores, “dimos un ejemplo de carácter y personalidad, a todo el mundo le gusta hablar de táctica o cambios de jugadores, pero yo prefiero hablar de los hombres, del grupo, del carácter y de la personalidad” y continuaba diciendo que “este equipo ha luchado con uñas, dientes y corazón, lo ha dejado todo en el campo y ha merecido vencer”.
Por su parte, los jugadores interistas tampoco ocultaron su satisfacción después del encuentro contra el Dinamo. Uno de los goleadores de la noche, el holandés Wesley Sneijder, reconoció que “ahora podemos viajar a Barcelona sin apenas presión porque somos primeros en la clasificación de nuestro grupo”. El ex madridista trató de traspasarle la presión al FC Barcelona, al explicar que “tenemos que sumar tres puntos en dos partidos, si ganamos en el Camp Nou mejor, pero puede suceder de todo”.
La conexión que se ha creado entre el holandés y Diego Milito ha dejado en un segundo plano a Samuel Eto’o, quien todavía no ha conseguido inaugurar su cuenta particular en la competición europea con la camiseta del Inter. Aún así, el camerunés dice no estar nervioso ni mucho menos preocupado y simplemente advierte a sus compañeros que el partido en Barcelona “será complicado, pero sabemos que sólo nos faltan tres puntos para clasificarnos y queremos conseguirlos cuanto antes”. El delantero prefiere ir paso a paso y no pensar en la final, pero reconoció que “me gustaría llegar y enfrentarme al Barça aunque a día de hoy sólo pienso en el Inter”.
New England linebacker and NFL Players Association player representative Adalius Thomas(notes) vehemently denied that there has been any discussion of a strike by players, particularly during the playoffs. This article was written by Jason Cole and appeared on Yahoo Sports.
”To be blunt, it’s a flat-out, bald-faced, capital-letters lie,” Thomas said when asked about a report Tuesday by Profootballtalk.com that there has been discussion of a strike. ”We’re not the ones who are interested in not playing. We want to play. We’re not going on strike. We signed this [collective bargaining] agreement and we’re fine with it. We’re happy. We don’t want to stop playing football.
”I’ve never heard that [idea of a strike]. Not one time.”
NFLPA spokesman George Atallah declined to respond to the report.
Players would face significant fines if they did attempt to strike. As part of the CBA, which expires after the 2010 season, players agreed not to strike during the duration of the agreement.
More important, the players want it to be clear that they aren’t the ones unhappy with the CBA. Rather, as Thomas repeatedly pointed out, the players weren’t the ones who opted out of the agreement – it was the owners.
”Reporters act like we’re the ones who opted out of the agreement and that’s not true. We’re not the ones who wanted to opt out. We’re happy with the agreement. We want to continue the agreement the way it is. We’re fine,” Thomas said. ”We’re not interested in a strike. There might be a lockout, not a strike. A lockout by the owners.”
Owners opted out of the CBA in May 2008. Although the owners and players have had several bargaining sessions in recent months, the belief by the union and most players is that the owners will not try to extend the deal until after 2010. The belief is that owners will go to the uncapped year in 2010 and many will choose to pay their teams at well below the minimum salary cap.
Once some owners have saved tens of millions of dollars during 2010, the union believes that the owners will stage a lockout in 2011 in order to leverage the players further. Thus, the theory is that players could possibly scare the owners into doing a deal earlier by boycotting the playoffs.
Thomas ridiculed that theory.
”How would that scare them?” Thomas said. ”First, we can’t do it. Second, why would we go on strike at the time of the year everybody plays for? You play the entire season to get to the playoffs. That’s when, as a player, you want to play the most. You want to go to the Super Bowl and you have four weeks to get there. You think we want to stop that? That’s the dumbest thing I have ever heard.” This article was written by Jason Cole and appeared on Yahoo Sports.
The theme of the 2009 baseball season was set by Japan winning its second World Baseball Classic in March and ended Wednesday night with Hideki Matsui becoming the first Japanese player to win MVP honors of the World Series.
If that's not a clear example of how far the sport has come under the watch of Commissioner Bud Selig, nothing else is. From an international event that wasn't even played until 2006 to a postseason that culminated in the Yankees' 27th World Series championship. The progressive to the traditional.
"It was a tremendous postseason," Selig said on the field at the new Yankee Stadium after the Yankees dispatched the defending-champion Phillies in six games with a 7-3 win. "It was just stunning -- a postseason that had one gripping game after another. The excitement was palpable and it just kept building and building, ending with an event such as this."
Around him, many of the 50,315 fans remained in the stands, clapping, cheering and stomping. The new stadium opened this year just as the original was inaugurated in 1923 -- with a World Series victory. The House That Ruth Built opened with the club's first championship -- a victory over the New York Giants, who played in the Polo Grounds just across the Harlem River.
Eighty-six years later, the Yanks won again as they opened their new Yankee Stadium. And Major League Baseball has thrived with great television ratings for the series, plus high-level merchandising and marketing.
"The only slight frustration I've had over the last couple of years with how well we've done -- breaking attendance records, revenue going up -- was that postseason excitement and ratings weren't as good as the rest of the [regular] season," Selig said. "It didn't reflect how popular the sport is. But guess what? This year, we accomplished that.
"Certainly, having the Yankees back in really helped. But even some of the short series had a lot of drama. The Yankees' victory over the Angels in six games had great drama. So it all came together. I talked to a lot of people tonight and this will be a postseason that will not be forgotten for a long, long time."
It was a year that began in the offseason with a great deal of economic trepidation, reflecting a slumping national economy. But MLB held its own, ticket sales dropping only slightly from the record numbers of the last few years. The overall gross revenue streams should match the record $6.5 billion of a year ago. It's no wonder the Commissioner was happy.
"This was our greatest season, oh my goodness, without a doubt," he said, echoing words that he first relayed back in July. "Given the economic environment, given all the concerns everybody had -- beginning with me in February and March -- this is the season I'll always be the proudest of."
The fact that baseball's richest team, playing in the most expensive baseball stadium in the world ($1.5 billion to build) and with the highest player payroll ($201 million), won it all didn't seem to faze Selig this time around.
After all, the Yankees have been baseball's biggest spenders for more than a decade, but seven other teams had won the World Series since they last snared the title in 2000 by defeating the crosstown Mets in five games.
"I'm not the least bit concerned about it," Selig said. "We've had more competitive balance than we've had in our history. In the last five or six years, 20 of the 30 teams have made the playoffs. We had Tampa Bay in the World Series last year, Colorado in it the year before. It just goes in cycles."
So do the playoffs. This was the first year since the Yankees lost to the Marlins in 2003 that the World Series has gone as far as six games.
"Even sitting at home watching, I was drained after some of these games," he said. "I couldn't sleep. I'd wake up at three in the morning and my wife would ask me what I was thinking about. I'd be analyzing the events I had just seen. But that's the kind of postseason it was.
"And so, the year comes to as spectacular a finish as one can imagine. I just can't tell you how good I feel tonight." (source MLB.com)
Disney to transform Wide World of Sports to pair it with ESPN
Walt Disney World is about to transform its Wide World of Sports athletic complex to link it with ESPN, the Walt Disney Co.’s cable-sports juggernaut.
In a multimillion-dollar rebranding effort, Disney is outfitting the 220-acre venue with dozens of high-definition video cameras and display screens, two jumbotrons, an audio system, and a broadcasting center with a satellite uplink to ESPN’s headquarters in Bristol, Conn.
The goal, said Ken Potrock, senior vice president for Disney Sports Enterprises, is to make the 250,000 or so athletes who compete at the facility each year — the vast majority of whom are amateur competitors — “feel like, ‘We’ve made it to the big time. We’ve made it on ESPN.’ “
Disney World hopes the association with ESPN — one of the best-known sports brands on the planet — will help it lure larger and more varied athletic events to Wide World of Sports, which the resort opened in 1997 as a way to drive new traffic to its theme parks and hotels. Disney says it annually draws nearly 2 million athletes, coaches, family members and spectators to its sports facilities, including Wide World of Sports and five golf courses.
“It’s really an exciting marriage,” Potrock said.
Disney unveiled details of the changes Thursday. The redesigned and renamed “ESPN Wide World of Sports Complex” will debut Feb. 25.
Perhaps the most surprising aspect of the pairing is that it didn’t happen sooner. ESPN is among the most profitable businesses in the Disney Co., which has a long history of cross-pollination between its broadcast and movie studios and its theme parks.
But while Disney has had some success with the annual “ESPN the Weekend” in Disney’s Hollywood Studios, ESPN’s presence at Wide World of Sports has been largely limited to televising a handful of high-profile events, such as a college basketball tournament and spring-training baseball.
Potrock called the limited crossover up to this point “a miss.” “Part of being good business people is recognizing what you do well, but also what you can improve,” he said.
ESPN’s absence is about to end. Once the rebranding is complete, the broadcaster’s sleek, red-lettered logo will be splashed throughout Wide World of Sports’ venues — including the massive roadway sign at the entrance to the facility.
But the overhaul will include much more than new signs. Disney says it is also installing 42 high-definition video cameras at its different venues, another 10 handheld cameras, and 20 high-definition video screens — including jumbotrons above a welcome center and in the 11,500-person Champion baseball stadium. It is also adding a complex-wide audio system.
To tie it all together, Disney is building a 2,500-square-foot, state-of-the-art broadcast center with eight edit bays where technicians will able to produce professional-grade highlight packages and event recaps that will be played on screens throughout the venue. With the uplink to Bristol, Disney says it will even be able to use some of ESPN’s popular on-air commentators to introduce highlight reels.
Disney will also add in each of its nearly 30,000 hotel rooms a cable-TV channel devoted to events at Wide World of Sports. And the former “All Star Cafe” restaurant in the complex will be transformed into a themed eatery called the “ESPN Wide World of Sports Grill,” which will feature even more high-definition screens airing highlights from games and events.
Disney declined to say how much it is spending on the overhaul. “It’s millions and millions of dollars,” Potrock said.
Bill Sutton, a professor in the University of Central Florida’s DeVos Sports Business Management graduate program, said ESPN’s high-profile presence will provide a substantial boost for Wide World of Sports as it competes for both professional and amateur events.
“I think it ups the perception of the quality of the sports package at Disney. …The perception is that sports at Disney is something different — adding the ESPN brand is going to legitimize it,” Sutton said.
But Sutton said using the ESPN brand means Disney will now have to meet higher expectations from athletes and sports fans. “It will definitely ratchet everybody up,” he said.
For ESPN, developing a bigger presence at Disney World is part of a broader effort to reach out to younger athletes and sports fans — all potential future viewers. It dovetails with ESPN Rise, a Web site and magazine covering high-school sports.
Wide World of Sports is “a great opportunity for us to reach hundreds of thousands of youth athletes,” said Chris Brush, ESPN’s vice president of marketing. “It’s part of a much bigger youth strategy for us.”
The near-constant and varied stream of events Wide World of Sports — Disney says it annually hosts more than 200 events in nearly 60 different sports — also serves as something of a petri dish for ESPN to test new on-air technologies, such as a “ball track” system used to follow the flight of balls in home-run derbies. ESPN has moved a handful of employees in its emerging-technology group to work in a newly built “Innovation Lab” at the Disney complex.
Combining Wide World of Sports and ESPN hasn’t been without challenges. Obstacles have ranged from ensuring all of the outdoor television monitors don’t reflect the glare of the Florida sun to blending the retro appearance of the complex’s sporting venues with ESPN’s ultra-modern, tech-heavy look.
Adopting ESPN’s highlight- and personality-driven culture could be somewhat risky for Disney World, where being on the wrong side of a big play — one that is then broadcast on dozens of high-definition TVs — could sour some families’ visits to the happiest place on earth. For every batter that hits a home run, after all, there is a pitcher who gave it up.
Disney also does not want to abandon the Wide World of Sports name entirely in favor of ESPN. Although the ABC program for which it was named is no longer a powerful icon in sports, Disney says the Wide World of Sports facility has developed its own brand identity that it does not want to lose. (source The Daily Disney)
Greg Blache has not spoken to the Washington Redskins media for about a month as the club received permission from the NFL for the defensive coordinator not to have to face the press.
But Blache couldn’t hold back Thursday morning when he saw the comments made by Redskins Hall of Fame running back John Riggins on Wednesday night on Showtime’s “Inside the NFL.” Riggins raised the ante on the YouTube missiles he had been firing at Redskins owner Daniel Snyder, personnel executive Vinny Cerrato and coach Jim Zorn when he made the attack on Snyder personal with the larger platform.
Riggins repeatedly called Snyder a bad person and said “this person’s heart is dark.’’
“It really bothered me the more I sat there at my desk because there has been a lot of criticism about him over the last few weeks,’’ Blache said. “This is a man I’ve known for six years, since I’ve been here. And in the six years, I’ve never seen John Riggins here. I met him once at the Beach Blitz down in Virginia Beach, never seen him in the building. So, to hear such a vicious criticism of somebody I consider not just my employer, but a good friend, bothered me.
“As much as I hadn’t been talking to the media, I felt like this was something I needed to do. Somebody needed to stand up and set this record straight. The comment that was made was ‘a dark heart,’ that’s totally, totally untrue. The problem is the fans don’t get to know Mr. Snyder like we do. They get an impression from things that are written and from things that people say. Let me just tell you something, for a person that’s been here for six years, that’s gone to him for things that I needed in my family, there’s times he’s come to me when he’s heard about issues in my family and offered his assistance, is unsurpassed. He’s one of the most generous, kind individuals you’ll ever meet.
“My wife and I are involved in Hospice and there’ve been countless times he’s come and helped us with issues and stuff with Hospice. To see that and get the feeling that that’s what everyone on the outside is hearing about this person, I decided it was time to come and set the record straight. It’s enough. It really is. We’ve had criticisms from people outside the building saying who Dan Snyder is and who is isn’t. They don’t know Dan Snyder and that’s the problem. Trust me because he and I, we work together. I’m not going to tell you that this is a utopia. There are no utopias in football, and there are no utopias in life. At the same time, enough is enough. Every story, there is one person’s side, another person’s side, and then behind it all there is a third side and it’s the truth.
“I just felt like it was time for somebody to come and throw a little truth out there. We keep hearing these other sides, these other factions, and to be quite candid, the third side, the truth, is that this person, all he wants to do is win. That’s all he wants to do. He will spend his money, he will spend his time, he wants to win, he is here for the people, for the fans, for the Washington Redskins. Nobody pains more when we are unsuccessful than Dan Snyder. There is nobody that cares more about the fans than Dan Snyder. There is nobody that wants to win here, more than Dan Snyder. I just think that its time to put out there, for you guys to understand, that everything that is wrong with this organization is not Dan Snyder.
“It’s so easy for people that have access to the microphone everyday to point fingers and shuffle it on somewhere else. At the same time, I’m in on a ton of those meetings when decisions are made. A lot of the things that are right here, you can’t go back and say its so-and-so’s fault. Just to set the record straight, I just think it was wrong. I wish the best for Mr. Riggins in all his endeavors and whatever that he does. For me, that was enough. For me to wash my face in the morning and to feel like a man, or to talk to my kids about doing the right thing, I needed to come here and make this comment today. I got no other interests in it. I have a contract for next year so it’s not like I’m trying to dig something up and if they send me home, the way coaches’ contracts are written, they have to pay me anyways. Quite honestly, this is unsolicited, but from the heart and something that I thought I needed to do.”
Blache’s comments are not going to make fans feel any better about the 2-5 rut that the Redskins find themselves in right now. It’s simply not going to make following the team any easier for them. However, Riggins’ remarks crossed the line. He went from criticizing Snyder as an owner—an arena where there is endless material these days—to making it personal. Stay tuned to see if Blache has anything more to say about the football team this season. (source http://www.nationalfootballpost.com/index.html)
In July 2008, Phillips-Van Heusen announced an agreement with the Indianapolis Motor Speedway and the sanctioning Indy Racing League that designated the IZOD brand as the official apparel sponsor of the Indianapolis Motor Speedway, IndyCar Series and Firestone Indy Lights.
Today, during a fashion show-themed reveal at the historic Indianapolis Motor Speedway, Phillips-Van Heusen Corp. announced a six-year agreement (with a two-year option) with the Indy Racing League for the IZOD brand to become the title sponsor of the newly renamed IZOD IndyCar Series.
Over the past two years, both entities have seen pieces fit to mutual benefit. Speed, competition, danger, athleticism meets vibrant and well-known lifestyle apparel brand appealing to the entire family.
"Our relationship with the IZOD brand has been on the fast track since the day we began our partnership in 2008, and we are thrilled they have taken a bigger and more vital role in our sport," said Terry Angstadt, president of the commercial division of the Indy Racing League.
League officials have been seeking to align with a company that would expand the scope and demographic as the IndyCar Series title sponsor (its first since 2001) through activation. IZOD has proven that repeatedly in its official apparel sponsor capacity, and promises to be more aggressive in its new role.
"Their strong marketing skills, national retail partnerships and ability to bring fresh eyes to the sport have already proven powerful in our short time together," Angstadt said. "We're confident that we have found a partner with a strong brand, a bright future and a vision for growing the IZOD IndyCar Series that will benefit fans, drivers, teams, owners and tracks.
"When people ask about the priorities of the business side of our business, to secure a title sponsor was No. 1 through 10. To secure a title with the quality of an entity like Phillip-Van Heusen and the IZOD brand is really just kind of beyond perfect. It's a young-focused, sports-inspired brand. The brand fit, the vision of the two management teams, the ability to go outside of motorsports to attract new fans and consumers, it's just phenomenal."
Phillips-Van Heusen Corp. knows a thing or two about marketing and positioning itself with brands that make a statement. It's the world's largest shirt and neckwear company and markets a variety of goods worldwide under its own renowned brands (Van Heusen, Calvin Klein, IZOD, ARROW, Bass, and G.H. Bass & Co.) and licensed brands such as Nautica, Timberland and Tommy Hilfiger.
"Our involvement with the IRL began shortly after the unification of U.S. open-wheel racing and, despite the recession, we have seen growth and sense the potential for even greater opportunity as the sport is re-energized on the American sports landscape, as well as abroad," said Allen Sirkin, President and Chief Operating Officer of Phillips-Van Heusen.
Multi-year, multi-million dollar activation plans and brand-building efforts include:
• Increased and enhanced national media initiatives with television partners ESPN on ABC and VERSUS.
• Multi-year, multi-million dollar commitment to participate in the IZOD IndyCar Series Team Enhancement and Allocation Matrix. Introduced in 2008, TEAM provides a guaranteed financial foundation for every team committed to running the entire schedule.
• Access to drivers and 100 years' worth of motorsports assets and graphics from the Indianapolis Motor Speedway Hall of Fame Museum, including current and vintage cars, for both on- and off-track events in and out of race markets.
• Shared Web initiatives and online promotions.
Additional activation, promotional plans and marketing initiatives will be unveiled before the 2010 season opener in March. The IZOD IndyCar Series will conduct 13 races in the United States, two in Canada and one both in Japan and Brazil, all available worldwide through comprehensive, long-term agreements with ESPN on ABC and VERSUS in high-definition.
IZOD will retain its designation as the official apparel partner of the Indy Racing League (IZOD IndyCar Series and Firestone Indy Lights). Firestone, the exclusive tire supplier to both series, will continue to be the title sponsor of the developmental series.
"The key attributes that IZOD really likes about the (series) are speed, diversity and green, and in particular speed will play a key messaging point in all marketing communications," said Brian Barnhart, president of the Indy Racing League's competition and racing operations divisions. "IZOD will work very closely with the IndyCar Series to portray the IndyCar Series as the fastest race on earth.
"The combination of young, dynamic drivers representing over 14 countries, events in key domestic and global markets and its strong American racing heritage make the IndyCar Series a perfect fit for the sport-spirited IZOD brand lifestyle."
The personalities, the heritage and assets will continue to be fixtures in promotion, according to Michael Kelly, executive vice president of marketing and creative for Phillips-Van Heusen.
"The Indy Racing League just has a number of great stories that weren't being fully told and fully expressed and needed a partner that could come up behind and provide some marketing -- and I'll say merchandising because the opportunity to take things as rich as the archives, the Indianapolis Motor Speedway archives, and manifest that in product, it's just very rare that you get all the dots to align like that," Kelly said.
"There's an amazing sport, rich in history, drivers that are doing things that people just don't realize. Most people just don't realize today how fast the sport is, how amazing these athletes are. It's not water polo. These guys are young, sexy guys. You have third- and fourth-generation drivers, some really great stories."
The agreement, which could have a far-reaching positive impact on team, driver and racetrack sponsorship initiatives beyond the TEAM program, was universally hailed.
"It's fantastic that a company like IZOD, which became involved in the series, has recognized the value and benefits of the product and has decided to expand their involvement into a major sponsorship," HVM Racing owner Keith Wiggins said. "There is no better proof of the value in this type of partnership than when the sponsor commits to growing with the brand.
"IZOD is a great brand and a great partner, and the activation and business opportunities they bring will clearly be a benefit to the series and all the teams involved."
Added Andretti Green Racing driver Marco Andretti: "It's really great to see the IndyCar Series gain a title sponsor in such a tough economy. It's been a rough couple of years for the racing industry and this just goes to show that support is still out there. IZOD has been really supportive over the past few seasons and has done great things to get the IndyCar name out there.
"I think this partnership is the next step in continuing the growth of the series." (source Indy Racing League)
O Sporting revelou esta sexta-feira que o treinador Paulo Bento apresentou o pedido de demissão do comando técnico da equipa, na sequência do empate desta quinta-feira (1-1), em casa, ante o FK Ventspils, em jogo da UEFA Europa League.
Sem condições Paulo Bento, que estava na quarta época ao serviço dos "leões", após ter assumido o cargo em 2005/06, deixa assim de ser o técnico da formação de Alvalade, no dia seguinte a um jogo que, apesar do empate, deixou o Sporting a um passo dos 16 avos-de-final da UEFA Europa League. Em comunicado, o clube informou que Paulo Bento pediu a demissão "por entender não estarem reunidas as condições para se manter no comando técnico da equipa". A título temporário, a formação leonina será orientada pelo treinador-adjunto Leonel Pontes.
Quatro anos positivos O técnico português, em conferência de imprensa no Estádio José Alvalade, referiu: "Acabou-se um ciclo, que considero que foi positivo, com momentos bons e maus. Faltou-nos apenas o título nacional. Foram quatro anos em que devolvemos as vitórias ao Sporting. Quero agradecer aos jogadores e administração e a todos os que estiveram connosco nestes quatro anos. Desejo as maiores felicidades ao Sporting e aos seus jogadores no futuro", sublinhou Paulo Bento.
Quatro títulos Nestes anos ao leme do emblema de Alvalade, Paulo Bento conquistou duas Taças de Portugal e outras tantas SuperTaças, sendo que actualmente a equipa ocupa o sétimo lugar na Liga portuguesa, a 12 pontos do líder Sp. Braga.
Os clubes de elite do país discutem, em conjunto, criar regra com multa padrão em todos os contratos para os jogadores que tirarem suas camisas ou trocarem uniformes com rivais nos intervalos ou finais de jogos. O assunto foi debatido anteontem, em reunião do C13 com a Globo, detentora dos direitos do Brasileiro. Os cartolas estão irritados porque os atletas acabam dando entrevistas sem camisa e não mostram os patrocinadores das equipes. Informalmente, a Globo já tem evitado entrevistar boleiros "pelados".
Paisagem. Ficou acertado com os clubes que gente designada pela Globo visitará as salas de imprensa de todos os times do C13 para que seja criada uma padronização nos painéis com os nomes dos patrocinadores exibidos em entrevistas coletivas.
Raspado. A Globo, que vai mostrar os backdrops nas últimas três rodadas do Brasileiro, está satisfeita pelo fim da publicidade nos microfones, apelidada de bigode.
Deixa pra lá. Aliados do presidente palmeirense, Luiz Gonzaga Belluzzo, afirmam que o cartola se precipitou ao dizer que não é candidato à reeleição. Avaliam que isso prejudicará a articulação política para o próximo pleito no clube, no final de 2010.
Diferenças. Dirigentes do alviverde estão revoltados com o STJD, que indiciou o zagueiro Danilo, mas ainda não fez nada em relação aos jogadores do Barueri que denunciaram "mala branca".
Posição. O tribunal, porém, diz que investiga casos de incentivo. O primeiro será Ruy Accioly, dirigente do Bahia que confirmou ter mandado dinheiro ao Bragantino. Jogadores e cartolas do Barueri também deverão ser ouvidos.
Derradeiro. O presidente corintiano, Andres Sanchez, diz que Riquelme, que pode fechar em breve com o clube, será o último estrangeiro que o time alvinegro irá contratar para a próxima temporada.
Me chama. Ontem, pouco antes de fazer seu discurso como vice da chapa da oposição, o secretário de Saúde de Santos, Odílio Rodrigues, recebeu telefonema de irmã de Marcelo Teixeira pedindo que desistisse. Opositores contam que o próprio presidente fez o apelo. Teixeira nega.
Minando. Enquanto Rodrigues, que brigou com Teixeira por ter sido ofendido por ele, discursava na capit